Algumas vezes por ano a gente faz jantares com os colegas do trabalho. O jantar é um evento que todo mundo vai, geralmente com a família, e eu fui sozinho. É um clima bem descontraído e gostoso.
Ano passado, o jantar foi numa casa de fim de semana em Zonda. Começamos a chegar lá pras oito da noite, e logo o lugar tava cheio de risada e conversa pra todo lado (tinha umas 50 pessoas, mais ou menos).
Entre os convidados estava a Abril, a filha transexual do Ernesto, um dos colegas de trabalho mais antigos da empresa. A Abril, de 20 anos, literalmente nunca olhei pra ela com outros olhos até aquele momento.
Num certo momento do jantar, a Abril reparou em mim e eu peguei ela me olhando. A gente tinha trocado algumas palavras durante o jantar. Eu era praticamente um novato na empresa comparado com os outros, e a Abril ficou curiosa pra me conhecer melhor.
No final da janta, a Abril chegou perto de mim e a gente dividiu um Fernet, eu literalmente comecei a cair no sono.
Abril:Te incomoda se eu te pedir um favor?
Eu:O que foi? Me fala, como posso te ajudar?
Abril:Bom, a parada é que... tô meio entediada. Dá pra me levar pra uma festa?
Eu:(Um pouco surpreso) Uma festa? A essa hora?
Abril:Sim, sei que é um pouco tarde, mas tem uma festinha na casa de uns amigos e eu adoraria ir.
Eu:(Duvidando) Sei lá... não tô muito seguro. Não sei se fica legal a gente sair junto.
Abril: Tô pensando que posso falar que tão me procurando, até porque a entrada é longe e ninguém vai me ver. Saí um pouquinho depois.
Eu: (Tava muito nervoso) Não faz drama, fica perto do meu carro. O problema é que não conheço ninguém lá.
Abril:Não se preocupa com isso! Vou te apresentar pros meus amigos. Eles são gente boa.
Eu:(Ainda hesitando) Sei lá... tenho que fazer umas paradas amanhã.
Abril:(Vai, não seja otário. Te juro que você vai se divertir pra caralho! Além disso, você pode vazar na hora que se cansar.)
Você:(Rindo com essa sua bunda) Tá bom, me convenceu. Vamos pra essa festa.
Abril:Sabia que ia te convencer! Você é foda!
(Me despedi da Abril. Ela aparece entre os carros, entra, coloca o cinto de segurança e eu ligo o carro. No caminho pra festa, a gente conversa sobre música, filmes.)
Abril:(De repente) Posso te fazer uma pergunta?
Eu:Já estamos aqui, acho que sim.
Abril:Te incomoda eu ser trans?
Eu:(Surpreso) Por que você tá me perguntando isso? Não, claro que não me incomoda. Você é uma pessoa como qualquer outra.
Abril:(Sorrindo) Valeu. Fico feliz em ouvir isso. Às vezes tenho medo de que o pessoal me rejeite por ser trans.
Eu:(Com tom tranquilizador) Não se preocupa com isso. Não tenho preconceito.
Abril:(Suspirando de alívio) Que bom ouvir isso. A verdade é que eu tava me sentindo meio desconfortável no jantar. Todo mundo me olhava estranho e ninguém falava comigo.
Eu:(Com tom compreensivo) Entendo. Às vezes pode ser difícil ser diferente. Mas não se preocupa.
(Chegamos na festa. A música tava alta e tinha gente dançando. Todo mundo entre 20 e 25 anos, não conhecia ninguém.)
Abril:Chegamos! Essa é a festa! Vamos dançar.
(Abril me pegou pela mão e me levou pra dançar, todo mundo olhava pra gente kkk mas eu já tava de copo cheio)
Abril:(se aproximou do meu ouvido) Tá se divertindo?
Eu:Sim, a verdade é que sim!
Abril:Eu também! Gostei que você veio.
(Nós nos olhamos nos olhos e sorrimos, eu já tava entregue, era tarde e queria comer ela, mas não sabia qual era a dela, a jovem lady)
Abril:Valeu por me trazer.
Eu:Não tem de quê. Fico feliz de ter conseguido te ajudar.
Abril:A real é que adorei passar a noite com você. Quer me ver de novo?
Eu:(Com um sorriso) Tá demorando demais. Quer foder?
Abril: Pensei que você não queria arrebentar minha buceta.
Eu: Vamos pra um lugar mais reservado.
Abril: Tá bom, me segue que aqui tem uns quartos.
Eu: joia (algo que não falei é que ela é uma gostosa morena de cabelo liso, bem feminina, com uma bunda de academia)
Abril: Vou te atender como você merece, papai.
Eu: A filha do Ernesto é tão putinha assim?
Abril: Sou muito puta e agora sou sua. Aproveita, porque não vai ter outra vez.
Eu: Peguei forte no cabelo dela e comecei a cavalgar, vou te comer quando eu quiser.
Você vai ser minha putinha pessoal.
Abril: Eu queria ter perdido a virgindade com um gostosão igual você, e não com o amigo do meu irmão, que ainda por cima era um precoce.
Eu: (enquanto metia e dava tapas na bunda dela) Por que você não vai deixar eu te comer mais.
Abril: Me come como se fosse a última vez.
Eu: Vamos repetir quantas vezes eu quiser.
Abril: Se beberrr, me faz sentir uma mulherzinha.
Eu: Vou gozar na sua boca e você vai engolir essa porra quentinha.
Abril: Por favor, coloca ela na minha boca que eu faço gargarejo.
Claramente eu me diverti pra caralho, deixei ela perto da casa dela, passei meu número e ela o dela. Os dias passaram, ela não me mandou nada, aí tive coragem de mandar um zap.
No dia seguinte ela me respondeu. Meu pai desconfia que fui com você, me perguntou várias vezes. Ele não te disse nada? Comigo não falou sobre você. De qualquer forma, não vamos nos ver porque fui pra Buenos Aires estudar.
Te falei que era a última vez.
Ano passado, o jantar foi numa casa de fim de semana em Zonda. Começamos a chegar lá pras oito da noite, e logo o lugar tava cheio de risada e conversa pra todo lado (tinha umas 50 pessoas, mais ou menos).
Entre os convidados estava a Abril, a filha transexual do Ernesto, um dos colegas de trabalho mais antigos da empresa. A Abril, de 20 anos, literalmente nunca olhei pra ela com outros olhos até aquele momento.
Num certo momento do jantar, a Abril reparou em mim e eu peguei ela me olhando. A gente tinha trocado algumas palavras durante o jantar. Eu era praticamente um novato na empresa comparado com os outros, e a Abril ficou curiosa pra me conhecer melhor.
No final da janta, a Abril chegou perto de mim e a gente dividiu um Fernet, eu literalmente comecei a cair no sono.
Abril:Te incomoda se eu te pedir um favor?
Eu:O que foi? Me fala, como posso te ajudar?
Abril:Bom, a parada é que... tô meio entediada. Dá pra me levar pra uma festa?
Eu:(Um pouco surpreso) Uma festa? A essa hora?
Abril:Sim, sei que é um pouco tarde, mas tem uma festinha na casa de uns amigos e eu adoraria ir.
Eu:(Duvidando) Sei lá... não tô muito seguro. Não sei se fica legal a gente sair junto.
Abril: Tô pensando que posso falar que tão me procurando, até porque a entrada é longe e ninguém vai me ver. Saí um pouquinho depois.
Eu: (Tava muito nervoso) Não faz drama, fica perto do meu carro. O problema é que não conheço ninguém lá.
Abril:Não se preocupa com isso! Vou te apresentar pros meus amigos. Eles são gente boa.
Eu:(Ainda hesitando) Sei lá... tenho que fazer umas paradas amanhã.
Abril:(Vai, não seja otário. Te juro que você vai se divertir pra caralho! Além disso, você pode vazar na hora que se cansar.)
Você:(Rindo com essa sua bunda) Tá bom, me convenceu. Vamos pra essa festa.
Abril:Sabia que ia te convencer! Você é foda!
(Me despedi da Abril. Ela aparece entre os carros, entra, coloca o cinto de segurança e eu ligo o carro. No caminho pra festa, a gente conversa sobre música, filmes.)
Abril:(De repente) Posso te fazer uma pergunta?
Eu:Já estamos aqui, acho que sim.
Abril:Te incomoda eu ser trans?
Eu:(Surpreso) Por que você tá me perguntando isso? Não, claro que não me incomoda. Você é uma pessoa como qualquer outra.
Abril:(Sorrindo) Valeu. Fico feliz em ouvir isso. Às vezes tenho medo de que o pessoal me rejeite por ser trans.
Eu:(Com tom tranquilizador) Não se preocupa com isso. Não tenho preconceito.
Abril:(Suspirando de alívio) Que bom ouvir isso. A verdade é que eu tava me sentindo meio desconfortável no jantar. Todo mundo me olhava estranho e ninguém falava comigo.
Eu:(Com tom compreensivo) Entendo. Às vezes pode ser difícil ser diferente. Mas não se preocupa.
(Chegamos na festa. A música tava alta e tinha gente dançando. Todo mundo entre 20 e 25 anos, não conhecia ninguém.)
Abril:Chegamos! Essa é a festa! Vamos dançar.
(Abril me pegou pela mão e me levou pra dançar, todo mundo olhava pra gente kkk mas eu já tava de copo cheio)
Abril:(se aproximou do meu ouvido) Tá se divertindo?
Eu:Sim, a verdade é que sim!
Abril:Eu também! Gostei que você veio.
(Nós nos olhamos nos olhos e sorrimos, eu já tava entregue, era tarde e queria comer ela, mas não sabia qual era a dela, a jovem lady)
Abril:Valeu por me trazer.
Eu:Não tem de quê. Fico feliz de ter conseguido te ajudar.
Abril:A real é que adorei passar a noite com você. Quer me ver de novo?
Eu:(Com um sorriso) Tá demorando demais. Quer foder?
Abril: Pensei que você não queria arrebentar minha buceta.
Eu: Vamos pra um lugar mais reservado.
Abril: Tá bom, me segue que aqui tem uns quartos.
Eu: joia (algo que não falei é que ela é uma gostosa morena de cabelo liso, bem feminina, com uma bunda de academia)
Abril: Vou te atender como você merece, papai.
Eu: A filha do Ernesto é tão putinha assim?
Abril: Sou muito puta e agora sou sua. Aproveita, porque não vai ter outra vez.
Eu: Peguei forte no cabelo dela e comecei a cavalgar, vou te comer quando eu quiser.
Você vai ser minha putinha pessoal.
Abril: Eu queria ter perdido a virgindade com um gostosão igual você, e não com o amigo do meu irmão, que ainda por cima era um precoce.
Eu: (enquanto metia e dava tapas na bunda dela) Por que você não vai deixar eu te comer mais.
Abril: Me come como se fosse a última vez.
Eu: Vamos repetir quantas vezes eu quiser.
Abril: Se beberrr, me faz sentir uma mulherzinha.
Eu: Vou gozar na sua boca e você vai engolir essa porra quentinha.
Abril: Por favor, coloca ela na minha boca que eu faço gargarejo.
Claramente eu me diverti pra caralho, deixei ela perto da casa dela, passei meu número e ela o dela. Os dias passaram, ela não me mandou nada, aí tive coragem de mandar um zap.
No dia seguinte ela me respondeu. Meu pai desconfia que fui com você, me perguntou várias vezes. Ele não te disse nada? Comigo não falou sobre você. De qualquer forma, não vamos nos ver porque fui pra Buenos Aires estudar.
Te falei que era a última vez.
1 comentários - A filha trans do meu colega