Pra quem não lembra da história anterior, ela é minha tia, esposa de um irmão do meu pai, que por puro acaso tive a chance de comer por um bom tempo.
Já fazia quase dois meses que eu tinha saído do trampo na empresa. Nesse tempo, não via minha tia pra nada, só por mensagem. Óbvio que tava morrendo de vontade de ver ela, porque depois de transar na casa dela quase todo dia e, de repente, não poder mais ir lá, me pegou forte — e ela também. Ainda por cima, o caminhão do meu tio quebrou e ele ficou um tempão em casa sem trabalhar, então não tinha como ir visitar ela nem nos fins de semana.
Passou um tempo e um dos meus tios organizou uma festa na casa dele, onde quase toda a família apareceu. Chegaram todos os irmãos, primos e o resto da família. Pra ser sincero, eu não tinha esperança de que minha tia Carmen viesse por causa da distância onde eles moravam, e se viesse, seria com meu tio. Então, não era algo que me animasse muito, mesmo eu querendo vê-la. Mas minha surpresa foi vê-la chegar sozinha com um dos meus primos. Todo mundo perguntou pelo meu tio, mas ela disse que ele tinha viajado pra fronteira. Meus olhos brilharam porque já fazia um tempão que eu não a via, e naquele dia ela estava especialmente gostosa. Mudou o visual, pintou o cabelo, e eu a achei ainda mais boa. Ela estava usando uma calça social verde escura com uma blusa meio decotada que deixava os peitos dela bem à mostra, uma delícia. E o que dizer da bunda dela? Uma maravilha. Percebi que todos os meus tios estavam devorando ela com os olhos, sem se importar que ela era cunhada deles. Acho que senti um pouco de ciúmes, mas ao mesmo tempo me senti sortudo por ser eu quem estava devorando ela.
Quando me viu, veio me cumprimentar e, de brincadeira, disse: *"Me abandonou, agora vou ter que comer sozinha"*. Respondi que um dia desses eu a acompanhava no café da manhã. "Acho ótimo, espero que seja logo", respondeu, me lançando um olhar safado enquanto ia cumprimentar os outros. Eu não conseguia tirar os olhos daquela bunda que eu amava e que sentia tanta falta. Sinceramente, fiquei de pau duro só de vê-la.
A festa continuou e todo mundo se animou. Colocaram música pra dançar e, devo confessar, percebi que não era o único que tava afim dela. Um dos meus tios, que é separado, puxou ela pra dançar e ficava falando muito no ouvido dela. Não sei o que dizia, mas dava pra sentir a intenção. Minha tia só balançava a cabeça e ria. Me deu uma certa raiva, mas enfim. Todo mundo começou a beber, incluindo meu primo e ela. Lá pra 1h da manhã, muitos já estavam bem bêbados. Eu me aproximei da minha tia e perguntei se iam ficar. Ela disse que não era a ideia, que meu outro tio se ofereceu pra levar eles (filho da puta), mas já estava bebendo igual ao meu primo e nenhum dos dois podia dirigir. Foi aí que eu me ofereci 😈. Ela aceitou na hora e, com um olhar cúmplice, disse: "Então, se quiser, fica lá e volta cedo, até porque tem lugar na casa". Ela mesma comentou isso com a minha mãe, que concordou, já que não queria que eu voltasse sozinho tão tarde. Minha mãe até agradeceu pela hospitalidade. Nós dois sabíamos o que aquilo significava. O problema ia ser meu primo, que já estava muito bêbado, mas ainda de pé, embora não por muito tempo.
Nos despedimos de todo mundo, colocamos meu primo no banco de trás do carro, minha tia na frente comigo, e saímos da festa. Cinco minutos depois de sair, meu primo já estava roncando, o que nos deu mais confiança. Começamos a conversar normalmente sobre qualquer coisa, mas eu, inconscientemente, já estava com uma ereção sem motivo nenhum. Quando ela percebeu, soltou uma risadinha e começou a acariciar meu pau por cima da calça. Sentiu minha falta, né?" Eu só via pelo retrovisor o outro dormindo, e quando menos percebi, já tava me dando um boquete delicioso. *E você, sentiu minha falta?* falei, enquanto ela tentava enfiar a pica toda na boca sem sucesso. *Nem imagina o quanto* quase gozei na boca dela mais de uma vez, mas consegui segurar. Já queria que a gente chegasse na casa dela pra descarregar toda a porra que eu tinha guardado pra ela. Não quero fazer isso muito longo. Finalmente chegamos na casa dela, subimos meu primo com muito esforço pro quarto dele, ele já tava perdido. Deixei ela tirar os sapatos e a roupa dele, mas fiquei observando enquanto ela fazia isso. Olhava o corpo dela, até cheguei a ficar atrás dela, roçando minha pica na bunda dela. Ela só ficava parada, sentindo minha ereção, enquanto sussurrava: *espera*. Obedeci e fui pra sala. Umas 20 minutos depois, ela apareceu só de conjunto preto, sutiã de renda e uma tanga que devorava a bunda dela. Já tinha visto ela antes, mas só em fotos. Verdade seja dita, tava uma delícia 🍑. Eu tava sentado no sofá, já tinha tirado a pica pra fora e tava batendo uma bem devagar. Quando vi ela, ficou dura que nem pedra. Não consegui evitar soltar um "ssssssss, mamãe".
Ela, ao me ver daquele jeito, mordeu os lábios e, antes que eu pudesse me levantar, já estava de joelhos na minha frente. Só fez um sinal com o dedo na boca pra eu não fazer barulho. Cuspiu na mão, pegou meu pau e, com a outra, descobriu minhas bolas. Começou a me masturbar com movimentos circulares de cima pra baixo, bem devagar, enquanto passava a língua nas minhas bolas. Lambeu uma e enfiou na boca, depois a outra, e ficou brincando assim. Depois passou pro tronco, percorria com a língua de cima pra baixo sem parar de me masturbar. Era o paraíso. Enfiava quase tudo na boca até que o engasgo fazia ela recuar, segurando a vontade de tossir. Tava a ponto de estourar. Ficou assim um bom tempo até que eu não aguentei mais e gozei na boca dela. Ficou completamente cheia do meu leite, era tanto que começou a escorrer pelos cantos da boca. Me deu risada ver ela com as bochechas cheias de porra. A putinha quase engoliu tudo. Não fiquei cansado, mas bem relaxado. Eu acariciava com meus dedos as costas dela até chegar na bunda, e ela me beijando o pescoço e o peito. Em menos de 10 minutos, começou a ficar duro de novo.
Ela: Sabe de uma coisa?
Eu: O quê?
Ela: Tava tão molhada que quase fiz uma loucura.
Eu: Ah é? E o que ia fazer?
Ela: Seu tio Paco me disse que ia me trazer pra casa pra eu não ficar sozinha, e pensei em brincar um pouquinho.
Eu: Você seria capaz?
Ela: Hahaha, é que você nem me dava bola e, como sempre, ele fala que eu sou muito gostosa. Pensei em fazer com ele o mesmo que acabei de fazer com você, como agradecimento.
Eu: Ele ia pirar — falei num tom bravo, embora no fundo tenha me dado um baque, mas também me excitou saber o quão puta ela podia ser.
Ela: Vou te dar um presentinho pra te compensar.
Eu: Ah é? E o que é?
Ela: Já já você vai ver, vai gostar!
Eu: Vamos ver.
Ela: Vamos pro quarto.
Levantamos e fomos pro quarto dela. Ela foi ver como tava meu primo, que continuava apagado. Eu esperava ela na cama, sem... Camisa só, com a calça desabotoada. Quando entrei, ela foi pegar alguma coisa no armário dela — era uma caixinha. Colocou nas minhas mãos: era um lubrificante. Fiquei surpreso de ver aquilo. Ela subiu em cima de mim e começou a me beijar, enquanto dizia:
Ela — Quero que você me coma pelo cu, papai!
Eu — Uff, mamãe, sim!
Ela — Mas devagar, sim? Seu tio não gosta, nunca me deu por ali.
Eu — Sério? Que cara!
Ela — Sim, você quer meter em mim? Vai me comer gostoso?
Eu — Sim, mamãe, vou arrebentar esse seu cu.
Ela — Siiim!
Pelo que ela me contou depois, o tempo que meu tio passou descansando na casa dela, só comeu ela uma vez, e por isso ela estava com tanta vontade. Eu continuei beijando ela, passava meus dedos entre a rachinha apertada dela e enfiava, ela apertava como se nunca tivesse sido penetrada. Já estava escorrendo. De repente, ela saiu de cima de mim e se ajoelhou de quatro na cama. Afastou a calcinha fio dental e, com um dedo, começou a massagear o pequeno orifício, que mal dava para ver entre aquele par de bundas 🍑
Já não aguentei mais esperar, enfiei a língua nela. Desde o grelinho, abri as nádegas dela com as mãos e passei a língua pela buceta dela, procurando aquele ponto que a deixava louca🤯. Sentia como ela ficava mais molhada a cada segundo. Depois, brinquei um pouco com o cu dela, dei beijos e tentei enfiar a língua, mas era impossível, estava muito apertado. Então tentei com um dedo. Comecei acariciando por cima e, aos poucos, fui enfiando. Ela estava louca, os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes. Eu estava preocupado que meu primo acordasse, mas parecia que ela não ligava. Peguei o vidro de lubrificante e derramei um pouco enquanto continuava enfiando um dedo. Os gemidos dela não paravam, já estava bem dilatado. Meu pau tinha endurecido de novo e escorria um fio de líquido pré-seminal. Fiquei de pé na cama. Eu — Tá pronta? Ela — Hummm, siiiim. Apontei minha vara pro buraquinho dela e empurrei devagar. *Mmmm, devagar, papai, assiiiim* Foi entrando cada vez mais, eu sentia o calor lá dentro. Já estava quase tudo dentro e comecei a tirar igual devagar. Quando só tinha a cabeça, empurrei de novo. Os gemidos dela viraram pequenos lamentos. Quando senti que ela já tinha se acostumado, acelerei o ritmo. Ela tinha a cabeça enfiada no travesseiro e apertava os lençóis com os punhos cerrados. Depois de cinco minutos: *"Mete mais forte, papai!"* As palavras mágicas. A próxima enfiada foi mais forte, e cada metida era melhor, até que dava pra ouvir o barulho da bunda dela batendo nas minhas coxas. Sentia que ela apertava muito e a sensação era irresistível. Eu estava suando de tanta força que tava dando. Foi tipo uma hora. Sentia minhas bolas ficarem molhadas quando batiam na buceta dela. Parecia que ela gostava daquela batida no grelinho. Agarrei ela pela barriga e pude sentir tudo que tava escorrendo dela. Não aguentei mais e descarreguei de novo meu gozo no cu dela. Quando tirei, vi o buraco que deixei e como as pernas dela tremiam. Ela se deixou cair na cama, e eu do lado dela, exaustos, cheios de suor.
Já mais relaxado, perguntei se era verdade o que ela tinha me falado sobre meu outro tio. A resposta dela me surpreendeu: ela disse que tava trocando mensagens com ele e, embora não tivessem feito nada, as conversas já eram bem mais quentes. Ela até me mostrou uma conversa. Naquela festa, eles combinaram de conversar depois, e ele ia levá-la em casa pra ver no que dava. Mas aí mudaram todos os planos quando ela me viu e parou de dar corda pra ele — por isso ela ficou bêbada. Perguntei se ela tava afim de fazer com ele, e ela ficou em silêncio. O que ela me contou depois é papo pra outra história. Valeu por ler, já sabem: deixem seus comentários e pontos pra eu continuar com mais histórias.
Já fazia quase dois meses que eu tinha saído do trampo na empresa. Nesse tempo, não via minha tia pra nada, só por mensagem. Óbvio que tava morrendo de vontade de ver ela, porque depois de transar na casa dela quase todo dia e, de repente, não poder mais ir lá, me pegou forte — e ela também. Ainda por cima, o caminhão do meu tio quebrou e ele ficou um tempão em casa sem trabalhar, então não tinha como ir visitar ela nem nos fins de semana.
Passou um tempo e um dos meus tios organizou uma festa na casa dele, onde quase toda a família apareceu. Chegaram todos os irmãos, primos e o resto da família. Pra ser sincero, eu não tinha esperança de que minha tia Carmen viesse por causa da distância onde eles moravam, e se viesse, seria com meu tio. Então, não era algo que me animasse muito, mesmo eu querendo vê-la. Mas minha surpresa foi vê-la chegar sozinha com um dos meus primos. Todo mundo perguntou pelo meu tio, mas ela disse que ele tinha viajado pra fronteira. Meus olhos brilharam porque já fazia um tempão que eu não a via, e naquele dia ela estava especialmente gostosa. Mudou o visual, pintou o cabelo, e eu a achei ainda mais boa. Ela estava usando uma calça social verde escura com uma blusa meio decotada que deixava os peitos dela bem à mostra, uma delícia. E o que dizer da bunda dela? Uma maravilha. Percebi que todos os meus tios estavam devorando ela com os olhos, sem se importar que ela era cunhada deles. Acho que senti um pouco de ciúmes, mas ao mesmo tempo me senti sortudo por ser eu quem estava devorando ela.
Quando me viu, veio me cumprimentar e, de brincadeira, disse: *"Me abandonou, agora vou ter que comer sozinha"*. Respondi que um dia desses eu a acompanhava no café da manhã. "Acho ótimo, espero que seja logo", respondeu, me lançando um olhar safado enquanto ia cumprimentar os outros. Eu não conseguia tirar os olhos daquela bunda que eu amava e que sentia tanta falta. Sinceramente, fiquei de pau duro só de vê-la.A festa continuou e todo mundo se animou. Colocaram música pra dançar e, devo confessar, percebi que não era o único que tava afim dela. Um dos meus tios, que é separado, puxou ela pra dançar e ficava falando muito no ouvido dela. Não sei o que dizia, mas dava pra sentir a intenção. Minha tia só balançava a cabeça e ria. Me deu uma certa raiva, mas enfim. Todo mundo começou a beber, incluindo meu primo e ela. Lá pra 1h da manhã, muitos já estavam bem bêbados. Eu me aproximei da minha tia e perguntei se iam ficar. Ela disse que não era a ideia, que meu outro tio se ofereceu pra levar eles (filho da puta), mas já estava bebendo igual ao meu primo e nenhum dos dois podia dirigir. Foi aí que eu me ofereci 😈. Ela aceitou na hora e, com um olhar cúmplice, disse: "Então, se quiser, fica lá e volta cedo, até porque tem lugar na casa". Ela mesma comentou isso com a minha mãe, que concordou, já que não queria que eu voltasse sozinho tão tarde. Minha mãe até agradeceu pela hospitalidade. Nós dois sabíamos o que aquilo significava. O problema ia ser meu primo, que já estava muito bêbado, mas ainda de pé, embora não por muito tempo.
Nos despedimos de todo mundo, colocamos meu primo no banco de trás do carro, minha tia na frente comigo, e saímos da festa. Cinco minutos depois de sair, meu primo já estava roncando, o que nos deu mais confiança. Começamos a conversar normalmente sobre qualquer coisa, mas eu, inconscientemente, já estava com uma ereção sem motivo nenhum. Quando ela percebeu, soltou uma risadinha e começou a acariciar meu pau por cima da calça. Sentiu minha falta, né?" Eu só via pelo retrovisor o outro dormindo, e quando menos percebi, já tava me dando um boquete delicioso. *E você, sentiu minha falta?* falei, enquanto ela tentava enfiar a pica toda na boca sem sucesso. *Nem imagina o quanto* quase gozei na boca dela mais de uma vez, mas consegui segurar. Já queria que a gente chegasse na casa dela pra descarregar toda a porra que eu tinha guardado pra ela. Não quero fazer isso muito longo. Finalmente chegamos na casa dela, subimos meu primo com muito esforço pro quarto dele, ele já tava perdido. Deixei ela tirar os sapatos e a roupa dele, mas fiquei observando enquanto ela fazia isso. Olhava o corpo dela, até cheguei a ficar atrás dela, roçando minha pica na bunda dela. Ela só ficava parada, sentindo minha ereção, enquanto sussurrava: *espera*. Obedeci e fui pra sala. Umas 20 minutos depois, ela apareceu só de conjunto preto, sutiã de renda e uma tanga que devorava a bunda dela. Já tinha visto ela antes, mas só em fotos. Verdade seja dita, tava uma delícia 🍑. Eu tava sentado no sofá, já tinha tirado a pica pra fora e tava batendo uma bem devagar. Quando vi ela, ficou dura que nem pedra. Não consegui evitar soltar um "ssssssss, mamãe".
Ela, ao me ver daquele jeito, mordeu os lábios e, antes que eu pudesse me levantar, já estava de joelhos na minha frente. Só fez um sinal com o dedo na boca pra eu não fazer barulho. Cuspiu na mão, pegou meu pau e, com a outra, descobriu minhas bolas. Começou a me masturbar com movimentos circulares de cima pra baixo, bem devagar, enquanto passava a língua nas minhas bolas. Lambeu uma e enfiou na boca, depois a outra, e ficou brincando assim. Depois passou pro tronco, percorria com a língua de cima pra baixo sem parar de me masturbar. Era o paraíso. Enfiava quase tudo na boca até que o engasgo fazia ela recuar, segurando a vontade de tossir. Tava a ponto de estourar. Ficou assim um bom tempo até que eu não aguentei mais e gozei na boca dela. Ficou completamente cheia do meu leite, era tanto que começou a escorrer pelos cantos da boca. Me deu risada ver ela com as bochechas cheias de porra. A putinha quase engoliu tudo. Não fiquei cansado, mas bem relaxado. Eu acariciava com meus dedos as costas dela até chegar na bunda, e ela me beijando o pescoço e o peito. Em menos de 10 minutos, começou a ficar duro de novo.Ela: Sabe de uma coisa?
Eu: O quê?
Ela: Tava tão molhada que quase fiz uma loucura.
Eu: Ah é? E o que ia fazer?
Ela: Seu tio Paco me disse que ia me trazer pra casa pra eu não ficar sozinha, e pensei em brincar um pouquinho.
Eu: Você seria capaz?
Ela: Hahaha, é que você nem me dava bola e, como sempre, ele fala que eu sou muito gostosa. Pensei em fazer com ele o mesmo que acabei de fazer com você, como agradecimento.
Eu: Ele ia pirar — falei num tom bravo, embora no fundo tenha me dado um baque, mas também me excitou saber o quão puta ela podia ser.
Ela: Vou te dar um presentinho pra te compensar.
Eu: Ah é? E o que é?
Ela: Já já você vai ver, vai gostar!
Eu: Vamos ver.
Ela: Vamos pro quarto.
Levantamos e fomos pro quarto dela. Ela foi ver como tava meu primo, que continuava apagado. Eu esperava ela na cama, sem... Camisa só, com a calça desabotoada. Quando entrei, ela foi pegar alguma coisa no armário dela — era uma caixinha. Colocou nas minhas mãos: era um lubrificante. Fiquei surpreso de ver aquilo. Ela subiu em cima de mim e começou a me beijar, enquanto dizia:
Ela — Quero que você me coma pelo cu, papai!
Eu — Uff, mamãe, sim!
Ela — Mas devagar, sim? Seu tio não gosta, nunca me deu por ali.
Eu — Sério? Que cara!
Ela — Sim, você quer meter em mim? Vai me comer gostoso?
Eu — Sim, mamãe, vou arrebentar esse seu cu.
Ela — Siiim!
Pelo que ela me contou depois, o tempo que meu tio passou descansando na casa dela, só comeu ela uma vez, e por isso ela estava com tanta vontade. Eu continuei beijando ela, passava meus dedos entre a rachinha apertada dela e enfiava, ela apertava como se nunca tivesse sido penetrada. Já estava escorrendo. De repente, ela saiu de cima de mim e se ajoelhou de quatro na cama. Afastou a calcinha fio dental e, com um dedo, começou a massagear o pequeno orifício, que mal dava para ver entre aquele par de bundas 🍑
Já não aguentei mais esperar, enfiei a língua nela. Desde o grelinho, abri as nádegas dela com as mãos e passei a língua pela buceta dela, procurando aquele ponto que a deixava louca🤯. Sentia como ela ficava mais molhada a cada segundo. Depois, brinquei um pouco com o cu dela, dei beijos e tentei enfiar a língua, mas era impossível, estava muito apertado. Então tentei com um dedo. Comecei acariciando por cima e, aos poucos, fui enfiando. Ela estava louca, os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes. Eu estava preocupado que meu primo acordasse, mas parecia que ela não ligava. Peguei o vidro de lubrificante e derramei um pouco enquanto continuava enfiando um dedo. Os gemidos dela não paravam, já estava bem dilatado. Meu pau tinha endurecido de novo e escorria um fio de líquido pré-seminal. Fiquei de pé na cama. Eu — Tá pronta? Ela — Hummm, siiiim. Apontei minha vara pro buraquinho dela e empurrei devagar. *Mmmm, devagar, papai, assiiiim* Foi entrando cada vez mais, eu sentia o calor lá dentro. Já estava quase tudo dentro e comecei a tirar igual devagar. Quando só tinha a cabeça, empurrei de novo. Os gemidos dela viraram pequenos lamentos. Quando senti que ela já tinha se acostumado, acelerei o ritmo. Ela tinha a cabeça enfiada no travesseiro e apertava os lençóis com os punhos cerrados. Depois de cinco minutos: *"Mete mais forte, papai!"* As palavras mágicas. A próxima enfiada foi mais forte, e cada metida era melhor, até que dava pra ouvir o barulho da bunda dela batendo nas minhas coxas. Sentia que ela apertava muito e a sensação era irresistível. Eu estava suando de tanta força que tava dando. Foi tipo uma hora. Sentia minhas bolas ficarem molhadas quando batiam na buceta dela. Parecia que ela gostava daquela batida no grelinho. Agarrei ela pela barriga e pude sentir tudo que tava escorrendo dela. Não aguentei mais e descarreguei de novo meu gozo no cu dela. Quando tirei, vi o buraco que deixei e como as pernas dela tremiam. Ela se deixou cair na cama, e eu do lado dela, exaustos, cheios de suor.
Já mais relaxado, perguntei se era verdade o que ela tinha me falado sobre meu outro tio. A resposta dela me surpreendeu: ela disse que tava trocando mensagens com ele e, embora não tivessem feito nada, as conversas já eram bem mais quentes. Ela até me mostrou uma conversa. Naquela festa, eles combinaram de conversar depois, e ele ia levá-la em casa pra ver no que dava. Mas aí mudaram todos os planos quando ela me viu e parou de dar corda pra ele — por isso ela ficou bêbada. Perguntei se ela tava afim de fazer com ele, e ela ficou em silêncio. O que ela me contou depois é papo pra outra história. Valeu por ler, já sabem: deixem seus comentários e pontos pra eu continuar com mais histórias.
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