Finalmente chegamos na casa da minha rocha. Antes de descer e dar passagem pra mãe e irmã dela, a minha rocha me comeu a boca de um jeito bem safado, meteu a língua até o talo, pouco se lixando que a mãe e a irmã estavam a centímetros. Terminado o beijo, ela desceu e deu a volta no carro pra continuar falando comigo pela janela. A irmã e a mãe foram descendo, enquanto me agradeciam por ter levado elas.
An: Valeu por trazer a gente, pussy (assim me chamou, haja, de forma carinhosa. Nessa hora, comecei a paquerar a mãe rocha). Quando você quiser, te convido pra comer, já que agora talvez você seja da família, se a minha menina se comportar.
L: Obrigado, senhora. Se sua filha me convidar, com prazer vou um dia.
An: Não me chama de senhora de novo, guy, me chama de Ana.
L: Haha, tá bom, Ana.
Depois disso, elas foram andando pra entrar no barraco delas. Minha mina me comeu a boca de novo e se despediu. As três entraram em casa, entre risadas e cochichos. A família de rochas parece que me aceitou bem, talvez porque viram que eu tinha grana.
Devo dizer que a visão daquelas três bundas rochas me impactou. Elas tinham uma raba bem parecida, suponho que é normal, mãe e filhas. A da Agos era a menor, mas também a mais empinada. A da Ana era a maior e já meio caída. E a da Nay, a mãe batalhadora, era a que mais me deu vontade de comer. Aquela bunda tava no meio termo das duas, embora ela fosse mais baixa que a Agos, ter tido um bebê fez crescer a raba e o quadril. Ela parecia uma máquina de transar, aquela rocha. Na minha mente, essas ideias passaram.
No entanto, a Agos tinha me apaixonado. A putaria dela me deixou louco e, claro, a beleza dela também. Então continuei saindo e comendo como loucos. Eu realmente tinha me apaixonado pela rocha. Gastava muita grana saindo com ela, duas vezes por semana íamos pro hotel, num quarto bem caro, transar como desesperados, e eu adorava.
Ela, diferente da irmã, se cuidava com pílulas, então eu comia ela Sempre sem camisinha e enchia ela de porra, não tava nem aí pra nada. Ela, por sua vez, tinha se apaixonado pela experiência de sair com um cara que levava ela onde ela queria e comia ela num quarto tão luxuoso, em contraste com o resto da vida dela. Eu dava pra ela uma experiência de patricinha metida a besta, e a putinha adorava. Além disso, ela amava minha pica, vivia me falando que era a maior que já tinha enfiado e que preenchia ela toda, meu ego tava explodindo. Meus amigos não acreditavam que eu tinha pegado a gostosa dos sonhos, e olha que ela era muito conhecida na área, não tô mentindo quando digo que era a puta que todo mundo queria, porque ela era realmente linda, os traços dela não combinavam com o resto do ambiente ao redor. E eu também descobri que ela era bem vadia, e isso me deixava feito um cachorrinho pidão atrás dela.
Mas essa história tem suas complicações, ou depende de como você vê, não são complicações. Um dia vou buscar ela pra sair, meu velho antes de eu sair falou:
— Tem cuidado que tão prevendo granizo, filho, cuida do carro.
Na hora fiquei preocupado, amava meu carro e não queria estourar ele em mil pedaços, mas a tesão de meter uma boa transa venceu.
— Sim, pai, vou na casa do Benja, vou guardar lá.
Benja era um amigo, onde eu sempre dizia que ia quando ia ver minha mina, ficava no mesmo caminho e foi a primeira coisa que pensei, quando me perguntaram na primeira vez e ficou a desculpa.
No caminho via as nuvens, aquelas gigantes brancas, tipo um sorvete de coco, como minha avó dizia, isso era uma tempestade de granizo daquelas. Não vai dar nada, pensava pra me acalmar, tenho que chegar no hotel, lá tem telhado e posso ficar o quanto quiser. Porém, bem quando chego na casa da minha mina e ela sai, começam a cair pedras na seca, sem água, a pior coisa que pode acontecer, é altamente destrutivo.
Minha mina deve ter visto minha cara de terror, porque na hora abriu o portão que elas tinham e mandou eu guardar o carro debaixo da cobertura que elas tinham. Na frente da porta de casa, tinha um telhadinho de chapa que saía pra fora, sustentado por dois paus. Fazendo umas manobras em pouco espaço, bem rápido, consegui enfiar o carro e entramos em casa.
Ag: ainda bem que chegou na minha casa, gostosa, olha como tá caindo pedra, ia detonar teu carro.
L: meu velho falou que vinha, mas tava com vontade de ficar com você.
Falei comendo a boca dela e apertando bem forte a bunda dela.
Ag: A nayi tá aqui, mas dormiu com o bebê, se a gente não fizer barulho, dá pra dar uma trepadinha aqui no sofá.
Ela me chamou de putinha safada, começamos a nos beijar com muito tesão, eu apertava a bunda dela que me deixava louco, já começava a meter as mãos por baixo do short que ela tava usando. Ela me empurrou até me jogar no sofá, na hora subiu em cima de mim e continuou me beijando, enquanto se esfregava bem no meu pau.
Ag: já tá dura?
L: sim, tira tudo que vou meter.
Ela levantou, tirou o short, levando a calcinha junto, e tirou a camiseta e o sutiã. Desamarrei meus cadarços, tirei o tênis e abaixei a calça. Meu pau saltou pra cima e minha mina enfiou na boca e começou a chupar que nem uma louca.
Ag: mmm que pau gostoso, que grande, gordinho.
L: como eu gosto do jeito que você chupa, aguenta, mete tudo na boca, bebê.
Ela começou a fazer o que eu mais gostava, pegava minhas bolas com as duas mãos e começava a enfiar o pau o máximo que dava na boca e na garganta.
Ag: aggggh, mmm não cabe tudo na boca, gordinho.
Depois de engasgar um pouco com meu pau, ela subiu em cima de mim e enfiou toda a minha rola de uma vez, começando uma trepada furiosa, cavalgando bem forte.
Ag: mmmmm que pau gostoso que você tem, por favor.
L: shhh que sua irmã vai acordar.
Ag: que acorde, não consigo me segurar com esse pau dentro de mim, ahhh.
Quando ela falou isso, dei um tapa fortíssimo na bunda dela, isso a deixou louca e ela continuou pulando em cima do meu pau duro. Nisso, bateu um trovão fortíssimo, quando falei fortíssimo é isso, uma loucura. como se o céu tivesse rachado, depois disso começou a soar a água caindo no telhado de zinco do barraco.
Chovia pra caralho, naquele dia caiu muita água, enquanto a gente tava transando gostoso, comecei a notar como caía água do telhado pela casa toda, várias goteiras, uma experiência completamente nova pra mim, na minha casa nunca tinha visto cair água do telhado. Decidi não dar muita bola e focar na minha foda com a minha mina, se ela não tava nem aí, por que eu ia me preocupar? Parei de pensar nisso e fui chupar os peitos dela, ela continuava como se estivesse em transe cavalgando meu pau em busca do orgasmo dela, pelo gemido e pelo jeito que se mexia, não tava longe.
Nisso, uma das portas do que eu imaginei serem os quartos se abre e aparece a Nayi, minha mina tava de costas pra aquele corredor com 3 portas, então não viu ela sair, ela continuou pulando em cima do meu pau.
N: — AGOS! Tá chovendo a casa inteira, porra, para de ser tão puta e me ajuda a colocar alguma coisa debaixo das goteiras.
Ag: — Agora não dá, ah ah ah
Fiquei realmente surpreso que minha mina não parou, em qualquer outra situação que eu tivesse vivido, a gatinha com quem eu tivesse transando teria pulado do meu pau e acabado tudo ali.
N: — Que puta, que nojeira, mina, você não para, mesmo com sua irmã te vendo, com esse pau que você tá montada, eu também não pararia.
Ag: — Toma lá, vai, me deixa transar em paz, ahh ahh
N: — E você não vai falar nada?
Ela disse olhando pra mim, eu nem sabia o que dizer naquele momento, a situação tava me dominando.
L: — Eu não posso tomar decisão, olha como eu tô.
A irmã da minha mina riu e voltou pro quarto quando se ouviu o choro do bebê dela.
Ag: — Ainda bem que ela foi, você vai gozar, bebê?
L: — Sim, Agos, vou te encher de porra.
Depois da cena com a irmã dela e toda aquela conversa safada enquanto a gente transava, eu tava com o pau a ponto de explodir.
Ag: — Aí sim, eu amooo
Ela voltou a cavalgar num ritmo fortíssimo e eu não aguentei mais, litros e litros de porra foram depositados na buceta dela.
Ag: — Mmmmmmm Minha mina gozounaque hora.
N: hahaha continuem assimque qualquer hora vocês vão ter um igual ao meu.
A irmã da minha rocha falou de novo com o bebê no colo, ela tava olhando pra gente no corredor enquanto eu tinha enchido a buceta da irmã dela de porra. Eu não entendia como a situação continuava tão tranquila, no meu mundo isso teria virado um escândalo.
Ag: eu me cuido, gata, para de olhar pro meu macho e deixa ele se vestir sossegado, tá caindo a baba, sua burra hahaha.
N: cala a boca e me ajuda com a água que tá caindo, gata, o chão todo molhado. TÁ CAINDO EM CIMA DA GELADEIRA!!
Depois desse grito a gente se vestiu como deu e começou a tentar resolver o problema da água, baldes, panelas, pratos, tudo pra água não cair em cima de coisas importantes, a gente moveu a geladeira, desligou a TV, a casa não tinha disjuntor, uma puta bagunça. Depois de umas horas a chuva parou, ajudei elas a secar todos os chãos, a casa era desnivelada, então o piso ficava mais baixo que o nível da rua, tipo, então muita água entrou por baixo da porta e não dava pra tirar só empurrando, tinha que absorver com panos e ir tirando assim, um trabalho de escravo pra mim.
Essa situação me surpreendeu e me superou, isso acontecia toda vez que chovia? Fiquei com vontade de ajudar a família das minas, afinal eram três gatinhas, sem um puto e que não parecia ter ninguém pra dar uma mão. Lembrei que nos depósitos tinham trocado as membranas e em algum dos galpões tinha um ou dois rolos de membrana sobrando, decidi levar pra família da minha mina em algum momento.Essa seria a primeira, de muitas ajudas que eu daria pra família de garotas, ajudas com as quais fui conquistando o carinho delas e algo mais.
An: Valeu por trazer a gente, pussy (assim me chamou, haja, de forma carinhosa. Nessa hora, comecei a paquerar a mãe rocha). Quando você quiser, te convido pra comer, já que agora talvez você seja da família, se a minha menina se comportar.
L: Obrigado, senhora. Se sua filha me convidar, com prazer vou um dia.
An: Não me chama de senhora de novo, guy, me chama de Ana.
L: Haha, tá bom, Ana.
Depois disso, elas foram andando pra entrar no barraco delas. Minha mina me comeu a boca de novo e se despediu. As três entraram em casa, entre risadas e cochichos. A família de rochas parece que me aceitou bem, talvez porque viram que eu tinha grana.
Devo dizer que a visão daquelas três bundas rochas me impactou. Elas tinham uma raba bem parecida, suponho que é normal, mãe e filhas. A da Agos era a menor, mas também a mais empinada. A da Ana era a maior e já meio caída. E a da Nay, a mãe batalhadora, era a que mais me deu vontade de comer. Aquela bunda tava no meio termo das duas, embora ela fosse mais baixa que a Agos, ter tido um bebê fez crescer a raba e o quadril. Ela parecia uma máquina de transar, aquela rocha. Na minha mente, essas ideias passaram.
No entanto, a Agos tinha me apaixonado. A putaria dela me deixou louco e, claro, a beleza dela também. Então continuei saindo e comendo como loucos. Eu realmente tinha me apaixonado pela rocha. Gastava muita grana saindo com ela, duas vezes por semana íamos pro hotel, num quarto bem caro, transar como desesperados, e eu adorava.
Ela, diferente da irmã, se cuidava com pílulas, então eu comia ela Sempre sem camisinha e enchia ela de porra, não tava nem aí pra nada. Ela, por sua vez, tinha se apaixonado pela experiência de sair com um cara que levava ela onde ela queria e comia ela num quarto tão luxuoso, em contraste com o resto da vida dela. Eu dava pra ela uma experiência de patricinha metida a besta, e a putinha adorava. Além disso, ela amava minha pica, vivia me falando que era a maior que já tinha enfiado e que preenchia ela toda, meu ego tava explodindo. Meus amigos não acreditavam que eu tinha pegado a gostosa dos sonhos, e olha que ela era muito conhecida na área, não tô mentindo quando digo que era a puta que todo mundo queria, porque ela era realmente linda, os traços dela não combinavam com o resto do ambiente ao redor. E eu também descobri que ela era bem vadia, e isso me deixava feito um cachorrinho pidão atrás dela.
Mas essa história tem suas complicações, ou depende de como você vê, não são complicações. Um dia vou buscar ela pra sair, meu velho antes de eu sair falou:
— Tem cuidado que tão prevendo granizo, filho, cuida do carro.
Na hora fiquei preocupado, amava meu carro e não queria estourar ele em mil pedaços, mas a tesão de meter uma boa transa venceu.
— Sim, pai, vou na casa do Benja, vou guardar lá.
Benja era um amigo, onde eu sempre dizia que ia quando ia ver minha mina, ficava no mesmo caminho e foi a primeira coisa que pensei, quando me perguntaram na primeira vez e ficou a desculpa.
No caminho via as nuvens, aquelas gigantes brancas, tipo um sorvete de coco, como minha avó dizia, isso era uma tempestade de granizo daquelas. Não vai dar nada, pensava pra me acalmar, tenho que chegar no hotel, lá tem telhado e posso ficar o quanto quiser. Porém, bem quando chego na casa da minha mina e ela sai, começam a cair pedras na seca, sem água, a pior coisa que pode acontecer, é altamente destrutivo.
Minha mina deve ter visto minha cara de terror, porque na hora abriu o portão que elas tinham e mandou eu guardar o carro debaixo da cobertura que elas tinham. Na frente da porta de casa, tinha um telhadinho de chapa que saía pra fora, sustentado por dois paus. Fazendo umas manobras em pouco espaço, bem rápido, consegui enfiar o carro e entramos em casa.
Ag: ainda bem que chegou na minha casa, gostosa, olha como tá caindo pedra, ia detonar teu carro.
L: meu velho falou que vinha, mas tava com vontade de ficar com você.
Falei comendo a boca dela e apertando bem forte a bunda dela.
Ag: A nayi tá aqui, mas dormiu com o bebê, se a gente não fizer barulho, dá pra dar uma trepadinha aqui no sofá.
Ela me chamou de putinha safada, começamos a nos beijar com muito tesão, eu apertava a bunda dela que me deixava louco, já começava a meter as mãos por baixo do short que ela tava usando. Ela me empurrou até me jogar no sofá, na hora subiu em cima de mim e continuou me beijando, enquanto se esfregava bem no meu pau.
Ag: já tá dura?
L: sim, tira tudo que vou meter.
Ela levantou, tirou o short, levando a calcinha junto, e tirou a camiseta e o sutiã. Desamarrei meus cadarços, tirei o tênis e abaixei a calça. Meu pau saltou pra cima e minha mina enfiou na boca e começou a chupar que nem uma louca.
Ag: mmm que pau gostoso, que grande, gordinho.
L: como eu gosto do jeito que você chupa, aguenta, mete tudo na boca, bebê.
Ela começou a fazer o que eu mais gostava, pegava minhas bolas com as duas mãos e começava a enfiar o pau o máximo que dava na boca e na garganta.
Ag: aggggh, mmm não cabe tudo na boca, gordinho.
Depois de engasgar um pouco com meu pau, ela subiu em cima de mim e enfiou toda a minha rola de uma vez, começando uma trepada furiosa, cavalgando bem forte.
Ag: mmmmm que pau gostoso que você tem, por favor.
L: shhh que sua irmã vai acordar.
Ag: que acorde, não consigo me segurar com esse pau dentro de mim, ahhh.
Quando ela falou isso, dei um tapa fortíssimo na bunda dela, isso a deixou louca e ela continuou pulando em cima do meu pau duro. Nisso, bateu um trovão fortíssimo, quando falei fortíssimo é isso, uma loucura. como se o céu tivesse rachado, depois disso começou a soar a água caindo no telhado de zinco do barraco.
Chovia pra caralho, naquele dia caiu muita água, enquanto a gente tava transando gostoso, comecei a notar como caía água do telhado pela casa toda, várias goteiras, uma experiência completamente nova pra mim, na minha casa nunca tinha visto cair água do telhado. Decidi não dar muita bola e focar na minha foda com a minha mina, se ela não tava nem aí, por que eu ia me preocupar? Parei de pensar nisso e fui chupar os peitos dela, ela continuava como se estivesse em transe cavalgando meu pau em busca do orgasmo dela, pelo gemido e pelo jeito que se mexia, não tava longe.
Nisso, uma das portas do que eu imaginei serem os quartos se abre e aparece a Nayi, minha mina tava de costas pra aquele corredor com 3 portas, então não viu ela sair, ela continuou pulando em cima do meu pau.
N: — AGOS! Tá chovendo a casa inteira, porra, para de ser tão puta e me ajuda a colocar alguma coisa debaixo das goteiras.
Ag: — Agora não dá, ah ah ah
Fiquei realmente surpreso que minha mina não parou, em qualquer outra situação que eu tivesse vivido, a gatinha com quem eu tivesse transando teria pulado do meu pau e acabado tudo ali.
N: — Que puta, que nojeira, mina, você não para, mesmo com sua irmã te vendo, com esse pau que você tá montada, eu também não pararia.
Ag: — Toma lá, vai, me deixa transar em paz, ahh ahh
N: — E você não vai falar nada?
Ela disse olhando pra mim, eu nem sabia o que dizer naquele momento, a situação tava me dominando.
L: — Eu não posso tomar decisão, olha como eu tô.
A irmã da minha mina riu e voltou pro quarto quando se ouviu o choro do bebê dela.
Ag: — Ainda bem que ela foi, você vai gozar, bebê?
L: — Sim, Agos, vou te encher de porra.
Depois da cena com a irmã dela e toda aquela conversa safada enquanto a gente transava, eu tava com o pau a ponto de explodir.
Ag: — Aí sim, eu amooo
Ela voltou a cavalgar num ritmo fortíssimo e eu não aguentei mais, litros e litros de porra foram depositados na buceta dela.
Ag: — Mmmmmmm Minha mina gozounaque hora.
N: hahaha continuem assimque qualquer hora vocês vão ter um igual ao meu.
A irmã da minha rocha falou de novo com o bebê no colo, ela tava olhando pra gente no corredor enquanto eu tinha enchido a buceta da irmã dela de porra. Eu não entendia como a situação continuava tão tranquila, no meu mundo isso teria virado um escândalo.
Ag: eu me cuido, gata, para de olhar pro meu macho e deixa ele se vestir sossegado, tá caindo a baba, sua burra hahaha.
N: cala a boca e me ajuda com a água que tá caindo, gata, o chão todo molhado. TÁ CAINDO EM CIMA DA GELADEIRA!!
Depois desse grito a gente se vestiu como deu e começou a tentar resolver o problema da água, baldes, panelas, pratos, tudo pra água não cair em cima de coisas importantes, a gente moveu a geladeira, desligou a TV, a casa não tinha disjuntor, uma puta bagunça. Depois de umas horas a chuva parou, ajudei elas a secar todos os chãos, a casa era desnivelada, então o piso ficava mais baixo que o nível da rua, tipo, então muita água entrou por baixo da porta e não dava pra tirar só empurrando, tinha que absorver com panos e ir tirando assim, um trabalho de escravo pra mim.
Essa situação me surpreendeu e me superou, isso acontecia toda vez que chovia? Fiquei com vontade de ajudar a família das minas, afinal eram três gatinhas, sem um puto e que não parecia ter ninguém pra dar uma mão. Lembrei que nos depósitos tinham trocado as membranas e em algum dos galpões tinha um ou dois rolos de membrana sobrando, decidi levar pra família da minha mina em algum momento.Essa seria a primeira, de muitas ajudas que eu daria pra família de garotas, ajudas com as quais fui conquistando o carinho delas e algo mais.
6 comentários - Minha Família de Gostosas II