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ArrayParte final do relato e o começo do relacionamento com minha tiaRelatosDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.3 anos. Olá, amigos, esta é a parte final da história de como começou o relacionamento com minha tia. No final, deixo uma foto da minha mãe (outra história que aconteceu recentemente, em maio de 2021). Olá, continuamos... Estávamos na cozinha, a garota mais nova estava fazendo um oral, estava muito intenso. Eu tinha que pensar em outras coisas, distrair minha mente, porque ela queria me fazer gozar a todo custo, mas era muito cedo e eu queria penetrá-la. Ela se esforçava tanto que tinha as bochechas vermelhas. No chão, havia muita saliva dela. Ela se levantou e disse: "Já cansei, me ajuda a levar os petiscos." Ela se virou, e eu estava esperando para poder enfiar meu pau nela. Peguei ela por trás e tentei enfiar meu pau na buceta dela, que estava visivelmente molhada. Ela riu e disse: "Ainda não é hora." Segurou uma bandeja com frituras e disse: "Me ajuda com a outra bandeja." Virou-se, me deu um beijo na bochecha e saiu da cozinha. Eu fiz o mesmo que ela, peguei a bandeja e saí atrás dela. Na sala, o casal estava se masturbando, e na TV da sala colocaram um pornô. Eu sentei e fiz o mesmo, comecei a me masturbar também. Passou um tempo, e a gordinha do casal mais velho tomou a iniciativa. Levantou-se e ficou de joelhos na frente do marido do casal mais jovem. Começou a fazer um oral nele. Do meu ângulo, só via a cabeça dela subindo e descendo devagar, mas o barulho que ela fazia era muito alto. Ao mesmo tempo, ela enfiava os dedos na garota (que estava sentada ao lado), masturbando-a, e depois alternava, fazendo um oral no marido e depois na esposa. Ela (a garota do casal jovem) me olhava enquanto a outra garota enfiava os dedos nela. O marido do casal mais velho se levantou e ficou na frente da garota jovem, pegou a cabeça dela e a colocou para chupar o pau dele. Toda a cena era tão erótica que esqueci completamente que na TV tinha um pornô que, sem dúvida, não era nada comparado ao que eu estava presenciando ao vivo. Era algo muito erótico. Eu continuava... masturbando e vendo a oportunidade de me integrar, e o cara do casal jovem parou tudo e disse: "vamos pro quarto ficar mais à vontade". A mina (a esposa jovem) levantou, pegou na mão do casal mais velho e falou: "me sigam". Eles foram até a escada e subiram pro segundo andar. Eu também levantei, mas o cara me segurou e disse: "me faz um favor, ainda falta um casal chegar. Pode esperar na sala? Se fizer isso, quando eles forem embora, te deixo sozinho com a minha esposa". Era uma proposta boa, mas eu já queria meter, só que pensei que se recusasse, podiam me expulsar de qualquer jeito. Só falei: "ok". Ele sorriu e disse: "quando chegarem, fala que a gente tá lá em cima e sobe com eles pra gente se divertir todo mundo". Esperei na sala, desliguei a TV pra não ver o pornô, mas foi uma má ideia porque dava pra ouvir todos os sons lá de cima. Passou pouco mais de uma hora e a porta abriu. Eu não via quem era (por causa das cortinas que tinham colocado), só escutava murmúrios de duas pessoas conversando. Aí uma mão passou, saiu por entre as cortinas se abrindo caminho — era minha tia. Mesmo com uma máscara, era de renda. Eu tava sentado na sala, ela entrou virando pra trás, falando com alguém (achei que era o marido dela). Era ela: o cabelo, a altura, o corpo e a voz que, agora que eu prestava atenção, era fácil de reconhecer. Ela virou e me viu sentado, mas não disse nada, só me encarou de cima a baixo. Ficamos em choque os dois. Aí o clima mudou quando vi quem era o acompanhante dela. Até aquele momento eu não tinha visto e assumi que era o marido, mas não — o marido dela é um cara alto, magro e de pele clara. O acompanhante da minha tia era um cara, pela voz mais novo que ela, gordinho, moreno e baixinho (na hora eu olhei ele de cima a baixo e, não por criticar, mas ele tinha o menor pau que eu já tinha visto naquela sala e no geral). Eu sorri, claramente tirando sarro e pela situação tão constrangedora. O cara me Ele se apresentou como Daniel e Angélica (esse não era o nome da minha tia). Eu também dei um nome falso. Falei pro cara que tinha cerveja na cozinha e que os outros casais estavam lá em cima, numa orgia. Ele me perguntou: "E você, por que não está lá em cima?" Eu respondi: "Tava esperando vocês." Ele agradeceu, foi pra cozinha e perguntou pra minha tia: "Quer uma cerveja?" Ela só balançou a cabeça dizendo que não. Ele continuou, pegou uma cerveja. Quando ele já não tava mais ouvindo, minha tia chegou perto de mim e perguntou: "É você?" Eu respondi: "Sim." Ela na hora falou: "O que você tá fazendo aqui? Como você teve coragem de vir pra essas coisas?" Eu disse: "Bom, podia te perguntar a mesma coisa. Além disso, quem é ele? É seu amante?" Ela respondeu: "Isso não tem nada a ver." Eu falei: "Então tá, se você não fala nada, eu também não falo nada." Ela só disse: "Ok. Mas vai embora." Eu: "Não, ainda quero transar." Ela perguntou: "Quer transar comigo?" Eu: "Isso é pergunta ou afirmação?" Nisso, o acompanhante dela chegou e perguntou do que a gente tava falando. Eu não respondi nada. Ela disse pra ele: "Sobe que já te alcanço." Ele perguntou por quê. Ela segurou meu pau e, com voz firme, disse: "Vai na frente, a gente já sobe." Ele, puto, me olhou e subiu as escadas de má vontade. Eu olhava pra minha tia e baixava o olhar pra ver a mão dela no meu pau, que ela mexia e apertava disfarçadamente, segurando firme. Sem me olhar, ela disse: "Tá bom, vamos foder, mas você não vai contar uma palavra pra ninguém, e isso vai ser só uma vez e pronto." Eu falei: "Ok, mas me diz quem é ele e se meu tio sabe." Ela respondeu: "Não é meu amante, bom, pelo menos ainda não. Acontece que eu conheci ele num site de swing. Eu tinha a fantasia de fazer um menage com um casal. Conversei com ele e depois ele confessou que se passava por casal, mas era só ele, fazia isso pra ver se conseguia encontros, porque os casais dificilmente aceitavam ele pra menage. Como eu não conhecia ninguém, propus um trato: a gente se passa por casal pra realizar nossas fantasias. Ele me convidou pra essa festa e também me... Ela disse que era a primeira vez que via ele. "Eu falei: 'hahaha, mas ele é bem pequeno, não acha?' Ela riu e respondeu: 'Sim, verdade, isso me decepcionou porque nas fotos dele não parecia assim.' Eu ri e perguntei: 'E o meu?' (enquanto isso, ela ainda segurava meu pau). Ela sorriu e disse: 'Bom, o seu não sei...' Falava isso enquanto olhava e passava as mãos como se estivesse explorando, uma mão segurando a ponta do meu pau e a outra nas minhas bolas. Comecei a tocar os bicos dos peitos dela (ela não tem muito peito). Ela disse: 'Bom, ele parece bonzinho, mas vamos ver como funciona.' Caminhamos até o sofá e ela falou: 'Ei... se você quiser ficar?' Eu: 'Por quê?' Ela respondeu: 'Sinceramente, o cara não me agradou, não sei como são os outros casais, vim por curiosidade, mas já passou e não tô a fim de participar de uma suruba.' Falei: 'Então você não quer mais transar?' Ela: 'SIM' quase gritando, 'mas vamos para um hotel melhor.' Disse: 'Não trouxe carro.' Ela: 'Eu trouxe.' 'E seu amigo?' Perguntei. Ela respondeu: 'Ele que vá andando, por mentiroso.' Eu ri e falei: 'Vamos.' Levantei e disse: 'Veste a roupa, vou pegar meu celular' (que estava na cozinha. Peguei o celular e fui até as cortinas pegar minha roupa. Minha tia não estava mais lá, fiquei assustado, pensei que ela tinha ido embora sem mim ou subido, e que só tinha falado aquilo pra zoar comigo. Mas me vesti rápido, não demorei nem 2 minutos, e saí ainda abotoando a camisa e com o cinto desajeitado, pisando nos sapatos (não coloquei direito). Quando saí, vi o carro da minha tia, ela buzinou, o que me aliviou. Caminhei mais tranquilo, arrumando a roupa, entrei e ela estava sentada calçando as botas. Ela disse: 'Saí quase correndo com medo do cara que veio comigo (Daniel) descer.' Ela estava com um vestido preto e umas botas longas pretas. Atrás (nos bancos traseiros) estavam a bolsa dela, o sutiã e a bolsa. Ela me olhou e disse: 'Pronto?' Falei: 'Sim, vamos.' Ela suspirou e dirigiu até um hotel. Na entrada, ela pediu um quarto. Aproveitei para passar a mão na perna dela e enfiar a mão entre as coxas dela para me excitar. Ela disse que estava muito molhada e que não tinha se depilado completamente. Ela colocou a mão para me segurar enquanto falava com a recepcionista, mas não tentou tirar minha mão, só não deixava eu meter os dedos muito rápido. Quando parou de falar, ela soltou minha mão pra dirigir até o hotel. No quarto, ela falou: "Vou tomar banho", entrou no banheiro e ficou nua (eu não conseguia ver ela da cama). Eu me despi e coloquei um vídeo de música. Ela saiu, me viu deitado na cama e disse: "Aumenta mais o som". Eu aumentei. Ela, totalmente nua, subiu na cama, deitou do meu lado e começou a se masturbar, e eu também. Depois, ela colocou a mão no meu pau pra me masturbar, e eu fiz o mesmo: coloquei a mão na buceta dela e enfiava e tirava meus dedos, ora rápido, ora devagar, dependendo dos gemidos dela, que eram muito eróticos, enquanto a respiração dela ficava muito ofegante. Eu só olhava o corpo dela, mas por um momento vi o rosto dela, que transbordava prazer. Ela mordia os lábios, fechava os olhos e abria pra ver meu pau. Com a mão livre, ela massageava os próprios peitos. Quando eu mexia rápido os dedos na buceta dela, ela se contorcia e mordia os lábios com mais força. Ela virou pra me olhar, e eu também. Ela se aproximou devagar, parou a mão na minha bochecha e me beijou (ela beija muito bem). Depois, subiu em cima de mim e enfiou meu pau na buceta dela. Quando já tava dentro, eu perguntei se íamos fazer sem camisinha. Ela me olhou confusa e disse: "Ah é, esqueci que você não colocou". Eu segurei a cintura dela e falei: "Ok", e comecei a meter de baixo pra cima, apertando suavemente as nádegas dela. Meti o mais forte e rápido que consegui. Ela gemia muito alto e pedia "mais rápido". Daí a pouco, comecei a tremer, claramente tendo um orgasmo muito intenso. Ela me abraçou e me beijou. Perguntei se era a primeira vez que ela gozava, e ela disse que não, mas que era o mais intenso que eu tinha provocado nela até agora. Continuamos, mas por conta da excitação e do cansaço, eu gozei dentro dela depois de mais duas metidas. Pedi desculpa, falei: "Desculpa, já gozei". Ela não disse nada, só fez isso. Um barulho "ajummm" e, ainda sentada em mim, ela começou a se balançar de um lado pro outro bem devagar, como se estivesse dançando, segurando o cabelo dela. Eu coloquei minhas mãos nos peitos dela enquanto meu pau perdia a ereção. Ficamos assim por um tempo, até que ela desceu de cima de mim e começou a chupar meu pau bem de leve, com a mão massageando minhas bolas. Ficou assim até meu pau ficar limpinho. Ela se levantou, falou "vou no banheiro e a gente vai embora", mas quando voltou, meu pau endureceu de novo. Ela disse "já se recuperou?" Eu não falei nada, levantei, beijei ela e, nós dois de pé, pelados, deixou meu pau ainda mais duro. Ela levantou uma perna, eu segurei, e com as mãos dela guiou meu pau até a buceta dela pra gente transar assim por um tempo. Num impulso, eu levantei ela, praticamente carregando, com meu pau dentro, as duas pernas dela pra cima. Ela gemeu ainda mais alto, mas, sinceramente, cansei no segundo. Deitei ela na cama, fiquei por cima e comecei a meter e tirar bem devagar. Depois ela falou "me dá de quatro", se levantou e ficou na posição. Eu penetrei ela com muito mais força, já que ela é magrinha e nessa posição fica perfeito. Depois de um tempo assim, suados e ela já bem sensível de tanto gozar, ela falou "vamos pro banheiro, faço você gozar com minha boca no chuveiro". Ela de joelhos chupava meu pau com força. Meu ponto fraco é lamberem a ponta do meu pau. Falei pra ela e ela fez na hora, e eu gozei bem rápido na cara dela, mas a água limpou quase na mesma hora. A gente tomou banho e, enquanto se trocava, perguntei se ela ia sair de novo com o amigo dela. Ela disse que não, "bloqueei ele quando estava te esperando no carro, pra falar a verdade, fiquei decepcionada". Eu falei "então não quer mais realizar suas fantasias?" Ela perguntou "por quê?" Eu respondi "porque a gente pode ter o mesmo acordo". Ela disse "sério?" Falei "sim, sério". Ela respondeu "bem, você transa bem e seu tio já não quer mais transar comigo, mas tenho medo de ele descobrir. E se um dia a gente sair e encontrar alguém que nos conheça? Como hoje, não esperava te encontrar, e não gostaria de encontrar mais ninguém. que me conheça "eu, o diabo, então disse a ela: 'que tal se fizermos só eu e você?' Ela riu e me disse: 'e se minha irmã ou alguém descobrir?' Eu disse: 'ora, vamos fazer só eu e você' (falei isso, mas pelo que aconteceu neste mês, provavelmente faremos um ménage com mais alguém da família). Ela ficou calada e me disse: 'bom, aceito, mas só eu e você, e se alguém desconfiar, a gente para de se ver'. Eu disse: 'ok, fechado', e assim comecei a ser o amante da minha tia. A gente se via no mínimo duas vezes por semana, às vezes na casa dela, e outras vezes com mais frequência, dependendo das oportunidades. Deixo fotos dela aqui.
ArrayParte final do relato e o começo do relacionamento com minha tiaRelatosDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.3 anos. Olá, amigos, esta é a parte final da história de como começou o relacionamento com minha tia. No final, deixo uma foto da minha mãe (outra história que aconteceu recentemente, em maio de 2021). Olá, continuamos... Estávamos na cozinha, a garota mais nova estava fazendo um oral, estava muito intenso. Eu tinha que pensar em outras coisas, distrair minha mente, porque ela queria me fazer gozar a todo custo, mas era muito cedo e eu queria penetrá-la. Ela se esforçava tanto que tinha as bochechas vermelhas. No chão, havia muita saliva dela. Ela se levantou e disse: "Já cansei, me ajuda a levar os petiscos." Ela se virou, e eu estava esperando para poder enfiar meu pau nela. Peguei ela por trás e tentei enfiar meu pau na buceta dela, que estava visivelmente molhada. Ela riu e disse: "Ainda não é hora." Segurou uma bandeja com frituras e disse: "Me ajuda com a outra bandeja." Virou-se, me deu um beijo na bochecha e saiu da cozinha. Eu fiz o mesmo que ela, peguei a bandeja e saí atrás dela. Na sala, o casal estava se masturbando, e na TV da sala colocaram um pornô. Eu sentei e fiz o mesmo, comecei a me masturbar também. Passou um tempo, e a gordinha do casal mais velho tomou a iniciativa. Levantou-se e ficou de joelhos na frente do marido do casal mais jovem. Começou a fazer um oral nele. Do meu ângulo, só via a cabeça dela subindo e descendo devagar, mas o barulho que ela fazia era muito alto. Ao mesmo tempo, ela enfiava os dedos na garota (que estava sentada ao lado), masturbando-a, e depois alternava, fazendo um oral no marido e depois na esposa. Ela (a garota do casal jovem) me olhava enquanto a outra garota enfiava os dedos nela. O marido do casal mais velho se levantou e ficou na frente da garota jovem, pegou a cabeça dela e a colocou para chupar o pau dele. Toda a cena era tão erótica que esqueci completamente que na TV tinha um pornô que, sem dúvida, não era nada comparado ao que eu estava presenciando ao vivo. Era algo muito erótico. Eu continuava... masturbando e vendo a oportunidade de me integrar, e o cara do casal jovem parou tudo e disse: "vamos pro quarto ficar mais à vontade". A mina (a esposa jovem) levantou, pegou na mão do casal mais velho e falou: "me sigam". Eles foram até a escada e subiram pro segundo andar. Eu também levantei, mas o cara me segurou e disse: "me faz um favor, ainda falta um casal chegar. Pode esperar na sala? Se fizer isso, quando eles forem embora, te deixo sozinho com a minha esposa". Era uma proposta boa, mas eu já queria meter, só que pensei que se recusasse, podiam me expulsar de qualquer jeito. Só falei: "ok". Ele sorriu e disse: "quando chegarem, fala que a gente tá lá em cima e sobe com eles pra gente se divertir todo mundo". Esperei na sala, desliguei a TV pra não ver o pornô, mas foi uma má ideia porque dava pra ouvir todos os sons lá de cima. Passou pouco mais de uma hora e a porta abriu. Eu não via quem era (por causa das cortinas que tinham colocado), só escutava murmúrios de duas pessoas conversando. Aí uma mão passou, saiu por entre as cortinas se abrindo caminho — era minha tia. Mesmo com uma máscara, era de renda. Eu tava sentado na sala, ela entrou virando pra trás, falando com alguém (achei que era o marido dela). Era ela: o cabelo, a altura, o corpo e a voz que, agora que eu prestava atenção, era fácil de reconhecer. Ela virou e me viu sentado, mas não disse nada, só me encarou de cima a baixo. Ficamos em choque os dois. Aí o clima mudou quando vi quem era o acompanhante dela. Até aquele momento eu não tinha visto e assumi que era o marido, mas não — o marido dela é um cara alto, magro e de pele clara. O acompanhante da minha tia era um cara, pela voz mais novo que ela, gordinho, moreno e baixinho (na hora eu olhei ele de cima a baixo e, não por criticar, mas ele tinha o menor pau que eu já tinha visto naquela sala e no geral). Eu sorri, claramente tirando sarro e pela situação tão constrangedora. O cara me Ele se apresentou como Daniel e Angélica (esse não era o nome da minha tia). Eu também dei um nome falso. Falei pro cara que tinha cerveja na cozinha e que os outros casais estavam lá em cima, numa orgia. Ele me perguntou: "E você, por que não está lá em cima?" Eu respondi: "Tava esperando vocês." Ele agradeceu, foi pra cozinha e perguntou pra minha tia: "Quer uma cerveja?" Ela só balançou a cabeça dizendo que não. Ele continuou, pegou uma cerveja. Quando ele já não tava mais ouvindo, minha tia chegou perto de mim e perguntou: "É você?" Eu respondi: "Sim." Ela na hora falou: "O que você tá fazendo aqui? Como você teve coragem de vir pra essas coisas?" Eu disse: "Bom, podia te perguntar a mesma coisa. Além disso, quem é ele? É seu amante?" Ela respondeu: "Isso não tem nada a ver." Eu falei: "Então tá, se você não fala nada, eu também não falo nada." Ela só disse: "Ok. Mas vai embora." Eu: "Não, ainda quero transar." Ela perguntou: "Quer transar comigo?" Eu: "Isso é pergunta ou afirmação?" Nisso, o acompanhante dela chegou e perguntou do que a gente tava falando. Eu não respondi nada. Ela disse pra ele: "Sobe que já te alcanço." Ele perguntou por quê. Ela segurou meu pau e, com voz firme, disse: "Vai na frente, a gente já sobe." Ele, puto, me olhou e subiu as escadas de má vontade. Eu olhava pra minha tia e baixava o olhar pra ver a mão dela no meu pau, que ela mexia e apertava disfarçadamente, segurando firme. Sem me olhar, ela disse: "Tá bom, vamos foder, mas você não vai contar uma palavra pra ninguém, e isso vai ser só uma vez e pronto." Eu falei: "Ok, mas me diz quem é ele e se meu tio sabe." Ela respondeu: "Não é meu amante, bom, pelo menos ainda não. Acontece que eu conheci ele num site de swing. Eu tinha a fantasia de fazer um menage com um casal. Conversei com ele e depois ele confessou que se passava por casal, mas era só ele, fazia isso pra ver se conseguia encontros, porque os casais dificilmente aceitavam ele pra menage. Como eu não conhecia ninguém, propus um trato: a gente se passa por casal pra realizar nossas fantasias. Ele me convidou pra essa festa e também me... Ela disse que era a primeira vez que via ele. "Eu falei: 'hahaha, mas ele é bem pequeno, não acha?' Ela riu e respondeu: 'Sim, verdade, isso me decepcionou porque nas fotos dele não parecia assim.' Eu ri e perguntei: 'E o meu?' (enquanto isso, ela ainda segurava meu pau). Ela sorriu e disse: 'Bom, o seu não sei...' Falava isso enquanto olhava e passava as mãos como se estivesse explorando, uma mão segurando a ponta do meu pau e a outra nas minhas bolas. Comecei a tocar os bicos dos peitos dela (ela não tem muito peito). Ela disse: 'Bom, ele parece bonzinho, mas vamos ver como funciona.' Caminhamos até o sofá e ela falou: 'Ei... se você quiser ficar?' Eu: 'Por quê?' Ela respondeu: 'Sinceramente, o cara não me agradou, não sei como são os outros casais, vim por curiosidade, mas já passou e não tô a fim de participar de uma suruba.' Falei: 'Então você não quer mais transar?' Ela: 'SIM' quase gritando, 'mas vamos para um hotel melhor.' Disse: 'Não trouxe carro.' Ela: 'Eu trouxe.' 'E seu amigo?' Perguntei. Ela respondeu: 'Ele que vá andando, por mentiroso.' Eu ri e falei: 'Vamos.' Levantei e disse: 'Veste a roupa, vou pegar meu celular' (que estava na cozinha. Peguei o celular e fui até as cortinas pegar minha roupa. Minha tia não estava mais lá, fiquei assustado, pensei que ela tinha ido embora sem mim ou subido, e que só tinha falado aquilo pra zoar comigo. Mas me vesti rápido, não demorei nem 2 minutos, e saí ainda abotoando a camisa e com o cinto desajeitado, pisando nos sapatos (não coloquei direito). Quando saí, vi o carro da minha tia, ela buzinou, o que me aliviou. Caminhei mais tranquilo, arrumando a roupa, entrei e ela estava sentada calçando as botas. Ela disse: 'Saí quase correndo com medo do cara que veio comigo (Daniel) descer.' Ela estava com um vestido preto e umas botas longas pretas. Atrás (nos bancos traseiros) estavam a bolsa dela, o sutiã e a bolsa. Ela me olhou e disse: 'Pronto?' Falei: 'Sim, vamos.' Ela suspirou e dirigiu até um hotel. Na entrada, ela pediu um quarto. Aproveitei para passar a mão na perna dela e enfiar a mão entre as coxas dela para me excitar. Ela disse que estava muito molhada e que não tinha se depilado completamente. Ela colocou a mão para me segurar enquanto falava com a recepcionista, mas não tentou tirar minha mão, só não deixava eu meter os dedos muito rápido. Quando parou de falar, ela soltou minha mão pra dirigir até o hotel. No quarto, ela falou: "Vou tomar banho", entrou no banheiro e ficou nua (eu não conseguia ver ela da cama). Eu me despi e coloquei um vídeo de música. Ela saiu, me viu deitado na cama e disse: "Aumenta mais o som". Eu aumentei. Ela, totalmente nua, subiu na cama, deitou do meu lado e começou a se masturbar, e eu também. Depois, ela colocou a mão no meu pau pra me masturbar, e eu fiz o mesmo: coloquei a mão na buceta dela e enfiava e tirava meus dedos, ora rápido, ora devagar, dependendo dos gemidos dela, que eram muito eróticos, enquanto a respiração dela ficava muito ofegante. Eu só olhava o corpo dela, mas por um momento vi o rosto dela, que transbordava prazer. Ela mordia os lábios, fechava os olhos e abria pra ver meu pau. Com a mão livre, ela massageava os próprios peitos. Quando eu mexia rápido os dedos na buceta dela, ela se contorcia e mordia os lábios com mais força. Ela virou pra me olhar, e eu também. Ela se aproximou devagar, parou a mão na minha bochecha e me beijou (ela beija muito bem). Depois, subiu em cima de mim e enfiou meu pau na buceta dela. Quando já tava dentro, eu perguntei se íamos fazer sem camisinha. Ela me olhou confusa e disse: "Ah é, esqueci que você não colocou". Eu segurei a cintura dela e falei: "Ok", e comecei a meter de baixo pra cima, apertando suavemente as nádegas dela. Meti o mais forte e rápido que consegui. Ela gemia muito alto e pedia "mais rápido". Daí a pouco, comecei a tremer, claramente tendo um orgasmo muito intenso. Ela me abraçou e me beijou. Perguntei se era a primeira vez que ela gozava, e ela disse que não, mas que era o mais intenso que eu tinha provocado nela até agora. Continuamos, mas por conta da excitação e do cansaço, eu gozei dentro dela depois de mais duas metidas. Pedi desculpa, falei: "Desculpa, já gozei". Ela não disse nada, só fez isso. Um barulho "ajummm" e, ainda sentada em mim, ela começou a se balançar de um lado pro outro bem devagar, como se estivesse dançando, segurando o cabelo dela. Eu coloquei minhas mãos nos peitos dela enquanto meu pau perdia a ereção. Ficamos assim por um tempo, até que ela desceu de cima de mim e começou a chupar meu pau bem de leve, com a mão massageando minhas bolas. Ficou assim até meu pau ficar limpinho. Ela se levantou, falou "vou no banheiro e a gente vai embora", mas quando voltou, meu pau endureceu de novo. Ela disse "já se recuperou?" Eu não falei nada, levantei, beijei ela e, nós dois de pé, pelados, deixou meu pau ainda mais duro. Ela levantou uma perna, eu segurei, e com as mãos dela guiou meu pau até a buceta dela pra gente transar assim por um tempo. Num impulso, eu levantei ela, praticamente carregando, com meu pau dentro, as duas pernas dela pra cima. Ela gemeu ainda mais alto, mas, sinceramente, cansei no segundo. Deitei ela na cama, fiquei por cima e comecei a meter e tirar bem devagar. Depois ela falou "me dá de quatro", se levantou e ficou na posição. Eu penetrei ela com muito mais força, já que ela é magrinha e nessa posição fica perfeito. Depois de um tempo assim, suados e ela já bem sensível de tanto gozar, ela falou "vamos pro banheiro, faço você gozar com minha boca no chuveiro". Ela de joelhos chupava meu pau com força. Meu ponto fraco é lamberem a ponta do meu pau. Falei pra ela e ela fez na hora, e eu gozei bem rápido na cara dela, mas a água limpou quase na mesma hora. A gente tomou banho e, enquanto se trocava, perguntei se ela ia sair de novo com o amigo dela. Ela disse que não, "bloqueei ele quando estava te esperando no carro, pra falar a verdade, fiquei decepcionada". Eu falei "então não quer mais realizar suas fantasias?" Ela perguntou "por quê?" Eu respondi "porque a gente pode ter o mesmo acordo". Ela disse "sério?" Falei "sim, sério". Ela respondeu "bem, você transa bem e seu tio já não quer mais transar comigo, mas tenho medo de ele descobrir. E se um dia a gente sair e encontrar alguém que nos conheça? Como hoje, não esperava te encontrar, e não gostaria de encontrar mais ninguém. que me conheça "eu, o diabo, então disse a ela: 'que tal se fizermos só eu e você?' Ela riu e me disse: 'e se minha irmã ou alguém descobrir?' Eu disse: 'ora, vamos fazer só eu e você' (falei isso, mas pelo que aconteceu neste mês, provavelmente faremos um ménage com mais alguém da família). Ela ficou calada e me disse: 'bom, aceito, mas só eu e você, e se alguém desconfiar, a gente para de se ver'. Eu disse: 'ok, fechado', e assim comecei a ser o amante da minha tia. A gente se via no mínimo duas vezes por semana, às vezes na casa dela, e outras vezes com mais frequência, dependendo das oportunidades. Deixo fotos dela aqui.

3 comentários - Final com uma das minhas tias gostosas de León, Guanajuato