Bueno, amigos do PORINGA, recentemente tava lendo aqui na comunidade um relato que me fez lembrar a fase mais incrível e fogosa da minha vida. Isso tem a ver com o mundo das "rochas" ou "girls", como são conhecidas em Mendoza, que é de onde eu sou. Voltando às rochas, sempre tive uma preferência por elas, acho que são a espécie que melhor transa, sem dúvida nenhuma. O quanto são putas e safadas me encanta, não têm o menor pudor e lidam com o sexo com uma cara de pau que só se compara ao pornô mais sujo que você pode achar na internet.
Antes de começar, quero deixar claro que essa história não tem final feliz, então os nomes são fictícios e não vou revelar lugares exatos.
Agora que já esclareci os pontos que acho importantes, vou me apresentar: meu nome é Leonel e tenho 32 anos, moro na Andaluzia, Espanha, há quase 10. Mas a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 19 anos, no leste da província de Mendoza. Tenho que dizer que a sorte tava do meu lado, porque a família da minha mãe é dona de uma das vinícolas maiores e mais tradicionais da região. Graças a isso, nunca tive problemas financeiros e sempre tive o que eu queria.
Vocês devem estar se perguntando: "Como esse cara playboy tem uma história pra contar com rochas?" Por causa da única decisão que meu pai pôde tomar na minha vida. Ele era um simples funcionário municipal com muita sorte, que conseguiu pegar a filha mais nova de uma família rica. Como? Não sei, na verdade. Quando cresci, imaginei que minha mãe gostou muito de um atributo especial que acho que herdei. Voltando à única decisão do meu pai na minha vida: foi me mandar pra escola técnica da cidade, depois de um monte de brigas com minha mãe e a família dela, que queriam me matricular no típico colégio católico e super elitista que tem em toda cidade da Argentina.
Graças a essa decisão do meu velho é que... Conheci a verdadeira realidade do país onde vivia. Não tive grandes problemas pra me enturmar com os caras da minha idade e rapidamente formei uma amizade forte com um grupo de amigos de um bairro da zona norte da minha cidade. O grupo era composto por caras de diferentes idades, todos daquele bairro, embora só dois fossem meus colegas de sala; os outros estavam em anos diferentes naquela escola. Éramos um grupo de 7.
A partir dos 15 anos, passava a maior parte do dia com eles ou no bairro deles. Foi aí que comecei a conhecer as rochas e o baseado (maconha). Ambas foram minhas duas maiores dependências e as que quase me fizeram perder tudo. Eu sou um cara, digamos, normal: alto, meço 1,85, tive a genética ao meu lado, tenho um corpo que sem muito exercício se mantém bem e, como meu nick indica, tenho uma pica grande — 19-20cm muito bem colocada. Minha pica sempre foi minha arma secreta quando finalmente conseguia comer uma mina depois do esforço danado que isso significava. Elas ficavam viciadas, adoravam que eu comesse elas. E sim, caras, ter uma rola grande facilita pra caralho as coisas; às vezes com 5-6 estocadas já se mijavam todas de tesão.
Embora o bairro dos meus amigos não fosse o mais fudido da região, a busca constante por fumo nos fez ser conhecidos em toda a zona norte da minha cidade. Sempre fomos de boa e nada barra-pesada. Isso, junto com a presença constante aos domingos na boca, nos fez ser amigos de quase todos os bandidos, então andávamos bem tranquilos.
Aos 17 anos, comecei a trabalhar com minha família fazendo várias tarefas de gestão na vinícola (óbvio que não iam me botar pra colher). Uma das minhas primeiras tarefas era ir nas fazendas que vendiam a produção pra gente, conversar com os vinicultores e tentar garantir que vendessem pra nós e não pra concorrência. Esse trabalho me ajudou a conhecer os produtores, o que seria uma grande vantagem pra mim no futuro.
Aos 18 anos, com trabalho e ajuda da minha mãe e do meu avô, consegui o que na época era... Era o carro dos meus sonhos, um gol gti antigo, será que eu podia ter conseguido um carro melhor? Claro que o plano do meu avô era me dar um gol tren última geração naquele mesmo ano, mas eu era novo e adorava carro rebaixado, o gol tava lindo, roda 17, pneu careca, era verde e tava impecável tanto na mecânica quanto na estética, preferia ele mil vezes a um gol tren, além disso meu avô me deu uma grana preta de presente, já que pros meus primos ele tinha dado carros mais caros, essa grana eu troquei em dólar e coloquei num CDB.
Graças ao meu golzinho foi que conheci as protagonistas principais dessa história, a Agostina e a família dela, composta pela irmã Nayi e a mãe Ana. As três moravam sozinhas no bairro mais pesado da zona norte, Ana é a típica guerreira, o pai das meninas vazou e ela sobreviveu se virando como podia com bicos e bolsa família. Agostina foi meu primeiro grande amor, uma mina maravilhosa, um rosto e um corpo de modelo, não de um bairro sem esgoto e um barraco tão precário quanto o que elas moravam.
Conheci ela porque morava bem do lado da casa do meu contato de confiança, a guria já tinha me reparado, ver um cara que chegava, descia do carro, limpo e bem vestido, comprava baseado na casa do lado deve ter chamado a atenção dela. A novinha me chamou no Facebook, e não encheu o saco, falou que tava a fim de mim e queria me ver. Amo isso nas minas da quebrada, sem enrolação nem joguinho de sedução, direto e reto.
Foi assim que marcamos de sair um dia, sexta à noite eu passei pra buscar ela na casa dela, minha mina saiu do barraco feita uma deusa, com uma calcinha que me deixou louco. Assim que entrou no carro, me beijou de língua e pegou firme na minha rola.
A: “É verdade o que a Nicol me contou?”
Ela falou, Nicol era outra mina da quebrada que eu tinha comido umas vezes, nem sabia que elas se conheciam. Eu na hora não sabia nem o que responder.
L: “O que ela te contou?”
Respondi. conseguir conectar três palavras seguidas.
A: que você tem um pauzão enorme e que transa pra caralho, vamos lá que com sorte em breve eu provo.
Imagina como eu fiquei depois daquele momento, com o pau duríssimo e puto de tesão, naquela idade qualquer sopro já te deixa em chamas, fomos pra um bar numa das cidades vizinhas, minha família era muito conhecida na minha cidade e eu não gostava que soubessem das minhas paradas, com quem eu andava, onde eu tava, etc. Minha mina rapidamente sacou que eu tinha muito mais grana do que aparentava, acho que por atitudes tipo encher o tanque sem olhar a carteira, pedir sem consultar o cardápio e essas coisas que quando você não tá na merda, não tá acostumado a fazer.
As minas têm esse instinto de sobrevivência e quando veem alguém que pode tirar elas da vida que levam ou só melhorar um pouco, são capazes de ir até o fim por isso, e foi isso que essa família de putas me ensinou.
Eu adorava a Agostina, era muito gostosa e apesar de ser puta, não falava nem escrevia errado, quando saímos do bar, ela disse.
A: cê tem grana pra me levar pro hotel?
Realmente não esperava chegar nisso na primeira vez que saímos, um otário vão pensar vocês depois de como começou o "encontro", né? Tive que olhar minha carteira e por sorte ainda tinha uma grana pra encarar um hotel.
L: tenho um pouco, mas vamos ter que ir no da ****** (um dos mais baratos da área)
A: sem problema, pra você eu dou até no meio do mato.
Essa ela mandou, eu tava voando e me joguei de cabeça
L: que puta que pariu, tomara que não seja só conversa.
A: quando a gente chegar você vai ver que não.
L: precisa esperar a gente chegar? por que não vai me chupando?
A: que putinha o chetinho me saiu.
E naquele momento ela se jogou entre minhas pernas pra baixar minha calça e chupar tudo, eu já tava com ele duro e claro, todo babado, por causa do líquido pré-seminal.
A: que grande e molhado você tem, porquinho, e eu que achava que a Nicol era uma mentirosa, olha o pau que se comeu antes de mim.
L: Você gosta, Agos? Nem sabe como ela se engasgava toda com essa aí, a Nicol.
Eu tava tão excitado que nem tava ligando pro que ela dizia, mas vi como os olhos dela brilharam, sem querer eu armei uma competição pra minha mina, com outra mina.
A: essa aí se engasga porque não sabe.
Ela me deu umas chupadas e lambidas no meu pau.
A: eu vou chupar melhor que ninguém, você vai ver, não vai precisar procurar mais, esse pau vai ser todo meu.
Quando terminou de falar isso, se jogou pra me chupar o pau, como ninguém nunca fez na minha vida, do jeito que a safada chupava, engolia até onde dava, me segurava pelas bolas e enfiava até onde conseguia, fazendo todos os barulhos de engasgo que vocês podem imaginar, tudo isso no primeiro contato sexual que a gente teve, decididamente eu tinha me apaixonado.
L: que bem que você chupa, Agos, adorei.
Eu soltava uns gemidos, me esforçando ao máximo pra dirigir, com uma puta brocha que tava me dando. Nisso, levei minha mão direita pra bunda dela e me surpreendi com o quanto tava macia, com o tamanho que era, pensei que seria mais dura pra aguentar um tamanho daquele em pé, era antinatural como aquele cu se sustentava, meti a mão e fui direto na buceta dela, era um mar de fluidos.
A: mmmmmmmm, me toca.
Ela disse, mal tirando o pau da boca, enfiei os dedos o mais que pude dentro da buceta dela e ela começou a gemer forte, enquanto me chupava. Num momento, ela tira o pau da boca e se ergue no banco, e me diz:
A: para onde der, preciso que você me foda toda.
Minha cabeça deu um curto-circuito, haja, eu tava numa estrada que ligava minha cidade à outra, e comecei a pensar onde parar, andei uns 200 metros e vi uma estrada de terra, que saía pra direita, desviei e parei, mal parei a mina se jogou em cima de mim, e a gente começou a se beijar de língua, a amassação que a gente se deu, era uma guerra de mãos pra se tocar, eu agarrei ela bem pela bunda e abri tudo, isso deixou ela com muito tesão.
L: vamos pro banco de trás, vou meter tudo em você.
A: Sim, quero ela todinha dentro. Descemos e passamos pro banco de trás, trocamos mais uns beijos e começamos a suar. Com a luz fraca do Golzinho, vi o corpo da Agos, ela tava linda, bem branquinha, uns peitões grandes pra um corpo tão pequeno e a bunda dela, que é o que me deixava louco, uns glúteos brancões e super macios, não sei como a Rocha mantém essas nádegas empinadas, será que é de tanto andar? Sei lá.
Ela subiu em cima de mim e não me deu tempo nem de colocar camisinha, enfiou tudo de uma vez.
A: aaaaaaah, que grande filho da puta, você vai rachar minha buceta.
L: que tesuda você tá, Agos, gostou do meu pau?
A: siiiim, adoro essa picaaaa.
Ela começou a cavalgar forte, forte mesmo, pulava em cima de mim e enfiava tudo, enquanto eu chupava os peitos dela e segurava firme na bunda. Devemos ter ficado uns 5 minutos assim, e eu nem perto de gozar, sempre tive uma primeira rodada longa.
A: mmmmm, goza, gostoso, você tá me matando.
L: ainda falta muito, Agos, não vai ter essa gozada fácil.
A: aaaah já gozei, filho da puta, que pau lindo você tem.
O som da suspensão do Golzinho, ainda mais que tava baixado e duríssimo, a gente tava destruindo ele.
L: fica de quatro que eu meto tudo, puta.
Falar assim deixou ela ainda mais excitada, ela ficou de quatro no banco, apoiou bem os peitos no assento e com as mãos abriu toda a bunda. Não me segurei, lambi toda a buceta dela, não sei como consegui me abaixar e enfiar a língua naquele lugar tão apertado, mas assim que sentiu a língua na buceta, ela enlouqueceu,
A: aaaah porquinho, o que você tá fazendo, como você vai chupar minha buceta assim.
L: que buceta gostosa, um dia vou arrombar ela toda.
A: esse pau não vai entrar na minha buceta.
L: você vai ver que sim.
Terminei a frase e enfiei tudo até o fundo, meu pau inteiro de uma vez, o ar escapou todo da buceta dela e fez um barulho de peido fortíssimo.
A: aaaaaah filho da puta, você vai rachar ela.
L: que buceta apertada você tem, Agos, como Gostei.
Comecei a meter bem forte e duro, bem duro, já tinham passado uns 15 minutos e eu já tava me perseguindo naquela rua, queria terminar e vazar.
A: apertadinha pra você, filho da puta, ninguém mais vai me comer depois dessa foda.
Comecei a dar tapas bem fortes na bunda dela enquanto metia, bem forte, e depois comecei a enfiar os dedos na bunda dela.
A: aaah ahh ahhh, adoro quando você brinca assim com minha bunda, vou gozar de novo, amor.
Love me tiro, a rochita tava toda empolgada, tava adorando a foda, nessa hora comecei a meter bem forte e a vontade de gozar com tudo.
L: vou gozar, putinha, já vou gozar, onde você quer?
Falei enquanto continuava metendo bem forte.
A: onde você quiser, bombom, onde você quiser, me dá onde quiser ah, ah, ah
Ela continuava gemendo no ritmo das metidas, aí peguei ela pelo cabelo e levei ela pro meu pau, pra ela engolir tudo. Não sei como a rocha fez, mas rapidinho ela se virou, como se fosse uma contorcionista num espaço tão pequeno, e enfiou tudo na boca. Gozei um jato de porra na boquinha dela e a puta engoliu tudo, pra finalizar me olhou nos olhos e mostrou a boca, abriu a boca e mostrou que não tinha sobrado nada.
Juro pra vocês, manos, nunca tinha vivido algo assim, aquele nível de putaria me chocou, foi incrível, na primeira vez que saímos e essa gatinha fez isso comigo, ali ela me ganhou, me conquistou e eu soube que essa rocha já tinha me dominado.
A: que gostoso, seu leite é doce.
Ela disse me olhando nos olhos, peguei o rosto dela e comi a boca dela com força, com vontade de marcar ali que ela já era minha, já queria que essa puta fosse só minha.
Depois de um tempinho de carícias e amassos, partimos pra casa dela, umas 8-10 quadras da casa dela na beira da rua, vi duas mulheres, uma jovem e uma mais velha, não consegui evitar de olhar pras bundas delas, ambas bem empinadas, a mais nova tava com um bebê no colo, as duas eram muito gostosas. A: para, elas são minha irmã e minha mãe, te incomoda se a gente leva elas até minha casa? Já é tarde
A carinha de pobrezinha que ela fez me convenceu.
L: sim, agos, não vamos deixar elas largadas aqui.
Ele freou 100 metros mais à frente e a rocha desceu pra fazer sinal pra irmã e pra mãe dela subirem. O carro era de três portas, então ela tinha que entrar pelo lado do passageiro. Primeiro subiu a irmã com um bebê, depois descobri que era o filho dela, e depois a mãe.
As duas me cumprimentaram e a gente arrancou pra casa dela.
Ana: ainda bem que você nos reconheceu, filha, viemos do centro andando, já não aguento mais.
Nayi: sim, e ainda com o Ciro no colo cansa pra caralho. Que nave que teu amigo tem, agos.
Ag: Tomas chama, o carro é bonito e ele foi gente boa em levar a gente, é o máximo.
An: Ele é teu namorado?
Eu já fiquei meio nervoso, não sei como fui parar nessa situação.
Ag: não, mãe, é um amigo, saímos pra tomar algo, a gente tá se conhecendo.
N: Pra ser amigo e estar se conhecendo, tem um cheiro de que vocês deram uma trepada aqui atrás.
Aí todas as cores foram pro meu rosto, acho que fiquei vermelhão e olhei pra elas pelo espelho retrovisor, tanto a mãe quanto a irmã eram gostosas, nayi era uma cópia da agos, um pouco mais cheinha por ter um filho recém-nascido, e ana também era bem bonita, embora tivesse as marcas de uma vida como a que levava.
Ag: que porra você tá falando, não se passa.
N: ai, você se faz de santa agora, minha irmã se faz de santa, mas é bem putinha, sabia? Então não dorme.
Ela falou na minha cara, eu não entendia a situação, a irmã tava me dizendo pra comer a irmã dela que era uma puta, hahaha, o mundo rocha era uma loucura.
An: chega, filha, se liga, o cara tá sendo legal, qual é teu nome? Minha filha é mal-educada e não nos apresentou.
Ela perguntou depois de dar uma bronca nas duas filhas.
L: me chamo leão, me chamam de leo, você é ana e você nayi, agos me falou de vocês enquanto a gente jantava.
N: Ele te levou pra comer e te trouxe no carro? Esse Tem grana, bem irmãzinha.
Ag: Se liga, sua mal-educada, não podia ter mandado ele te levar até o Léo.
An: Chega, vocês duas. Nai, se toca, menina, você tá com seu filho no colo, tenha mais respeito. Sua irmã tem razão, o cara nos deu uma força trazendo a gente, não falta com respeito com ele.
As coisas se acalmaram e as poucas quadras que faltavam até a casa dela foram em silêncio. Quando a gente tava chegando na casa dela, a Nai abriu a boca de novo.
N: Agos, esse não é o Léo que a Nicol falou pra gente, certo?Disse colocando uma cara de puta e vadia ao mesmo tempo que consegui ver pelo retrovisor, tenho que dizer que gostei pra caralho. Agos, por sua vez, fez cara de assassina e Ana parecia, surpreendentemente, atenta à conversa como se soubesse do que se tratava.
Antes de começar, quero deixar claro que essa história não tem final feliz, então os nomes são fictícios e não vou revelar lugares exatos.
Agora que já esclareci os pontos que acho importantes, vou me apresentar: meu nome é Leonel e tenho 32 anos, moro na Andaluzia, Espanha, há quase 10. Mas a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 19 anos, no leste da província de Mendoza. Tenho que dizer que a sorte tava do meu lado, porque a família da minha mãe é dona de uma das vinícolas maiores e mais tradicionais da região. Graças a isso, nunca tive problemas financeiros e sempre tive o que eu queria.
Vocês devem estar se perguntando: "Como esse cara playboy tem uma história pra contar com rochas?" Por causa da única decisão que meu pai pôde tomar na minha vida. Ele era um simples funcionário municipal com muita sorte, que conseguiu pegar a filha mais nova de uma família rica. Como? Não sei, na verdade. Quando cresci, imaginei que minha mãe gostou muito de um atributo especial que acho que herdei. Voltando à única decisão do meu pai na minha vida: foi me mandar pra escola técnica da cidade, depois de um monte de brigas com minha mãe e a família dela, que queriam me matricular no típico colégio católico e super elitista que tem em toda cidade da Argentina.
Graças a essa decisão do meu velho é que... Conheci a verdadeira realidade do país onde vivia. Não tive grandes problemas pra me enturmar com os caras da minha idade e rapidamente formei uma amizade forte com um grupo de amigos de um bairro da zona norte da minha cidade. O grupo era composto por caras de diferentes idades, todos daquele bairro, embora só dois fossem meus colegas de sala; os outros estavam em anos diferentes naquela escola. Éramos um grupo de 7.
A partir dos 15 anos, passava a maior parte do dia com eles ou no bairro deles. Foi aí que comecei a conhecer as rochas e o baseado (maconha). Ambas foram minhas duas maiores dependências e as que quase me fizeram perder tudo. Eu sou um cara, digamos, normal: alto, meço 1,85, tive a genética ao meu lado, tenho um corpo que sem muito exercício se mantém bem e, como meu nick indica, tenho uma pica grande — 19-20cm muito bem colocada. Minha pica sempre foi minha arma secreta quando finalmente conseguia comer uma mina depois do esforço danado que isso significava. Elas ficavam viciadas, adoravam que eu comesse elas. E sim, caras, ter uma rola grande facilita pra caralho as coisas; às vezes com 5-6 estocadas já se mijavam todas de tesão.
Embora o bairro dos meus amigos não fosse o mais fudido da região, a busca constante por fumo nos fez ser conhecidos em toda a zona norte da minha cidade. Sempre fomos de boa e nada barra-pesada. Isso, junto com a presença constante aos domingos na boca, nos fez ser amigos de quase todos os bandidos, então andávamos bem tranquilos.
Aos 17 anos, comecei a trabalhar com minha família fazendo várias tarefas de gestão na vinícola (óbvio que não iam me botar pra colher). Uma das minhas primeiras tarefas era ir nas fazendas que vendiam a produção pra gente, conversar com os vinicultores e tentar garantir que vendessem pra nós e não pra concorrência. Esse trabalho me ajudou a conhecer os produtores, o que seria uma grande vantagem pra mim no futuro.
Aos 18 anos, com trabalho e ajuda da minha mãe e do meu avô, consegui o que na época era... Era o carro dos meus sonhos, um gol gti antigo, será que eu podia ter conseguido um carro melhor? Claro que o plano do meu avô era me dar um gol tren última geração naquele mesmo ano, mas eu era novo e adorava carro rebaixado, o gol tava lindo, roda 17, pneu careca, era verde e tava impecável tanto na mecânica quanto na estética, preferia ele mil vezes a um gol tren, além disso meu avô me deu uma grana preta de presente, já que pros meus primos ele tinha dado carros mais caros, essa grana eu troquei em dólar e coloquei num CDB.
Graças ao meu golzinho foi que conheci as protagonistas principais dessa história, a Agostina e a família dela, composta pela irmã Nayi e a mãe Ana. As três moravam sozinhas no bairro mais pesado da zona norte, Ana é a típica guerreira, o pai das meninas vazou e ela sobreviveu se virando como podia com bicos e bolsa família. Agostina foi meu primeiro grande amor, uma mina maravilhosa, um rosto e um corpo de modelo, não de um bairro sem esgoto e um barraco tão precário quanto o que elas moravam.
Conheci ela porque morava bem do lado da casa do meu contato de confiança, a guria já tinha me reparado, ver um cara que chegava, descia do carro, limpo e bem vestido, comprava baseado na casa do lado deve ter chamado a atenção dela. A novinha me chamou no Facebook, e não encheu o saco, falou que tava a fim de mim e queria me ver. Amo isso nas minas da quebrada, sem enrolação nem joguinho de sedução, direto e reto.
Foi assim que marcamos de sair um dia, sexta à noite eu passei pra buscar ela na casa dela, minha mina saiu do barraco feita uma deusa, com uma calcinha que me deixou louco. Assim que entrou no carro, me beijou de língua e pegou firme na minha rola.
A: “É verdade o que a Nicol me contou?”
Ela falou, Nicol era outra mina da quebrada que eu tinha comido umas vezes, nem sabia que elas se conheciam. Eu na hora não sabia nem o que responder.
L: “O que ela te contou?”
Respondi. conseguir conectar três palavras seguidas.
A: que você tem um pauzão enorme e que transa pra caralho, vamos lá que com sorte em breve eu provo.
Imagina como eu fiquei depois daquele momento, com o pau duríssimo e puto de tesão, naquela idade qualquer sopro já te deixa em chamas, fomos pra um bar numa das cidades vizinhas, minha família era muito conhecida na minha cidade e eu não gostava que soubessem das minhas paradas, com quem eu andava, onde eu tava, etc. Minha mina rapidamente sacou que eu tinha muito mais grana do que aparentava, acho que por atitudes tipo encher o tanque sem olhar a carteira, pedir sem consultar o cardápio e essas coisas que quando você não tá na merda, não tá acostumado a fazer.
As minas têm esse instinto de sobrevivência e quando veem alguém que pode tirar elas da vida que levam ou só melhorar um pouco, são capazes de ir até o fim por isso, e foi isso que essa família de putas me ensinou.
Eu adorava a Agostina, era muito gostosa e apesar de ser puta, não falava nem escrevia errado, quando saímos do bar, ela disse.
A: cê tem grana pra me levar pro hotel?
Realmente não esperava chegar nisso na primeira vez que saímos, um otário vão pensar vocês depois de como começou o "encontro", né? Tive que olhar minha carteira e por sorte ainda tinha uma grana pra encarar um hotel.
L: tenho um pouco, mas vamos ter que ir no da ****** (um dos mais baratos da área)
A: sem problema, pra você eu dou até no meio do mato.
Essa ela mandou, eu tava voando e me joguei de cabeça
L: que puta que pariu, tomara que não seja só conversa.
A: quando a gente chegar você vai ver que não.
L: precisa esperar a gente chegar? por que não vai me chupando?
A: que putinha o chetinho me saiu.
E naquele momento ela se jogou entre minhas pernas pra baixar minha calça e chupar tudo, eu já tava com ele duro e claro, todo babado, por causa do líquido pré-seminal.
A: que grande e molhado você tem, porquinho, e eu que achava que a Nicol era uma mentirosa, olha o pau que se comeu antes de mim.
L: Você gosta, Agos? Nem sabe como ela se engasgava toda com essa aí, a Nicol.
Eu tava tão excitado que nem tava ligando pro que ela dizia, mas vi como os olhos dela brilharam, sem querer eu armei uma competição pra minha mina, com outra mina.
A: essa aí se engasga porque não sabe.
Ela me deu umas chupadas e lambidas no meu pau.
A: eu vou chupar melhor que ninguém, você vai ver, não vai precisar procurar mais, esse pau vai ser todo meu.
Quando terminou de falar isso, se jogou pra me chupar o pau, como ninguém nunca fez na minha vida, do jeito que a safada chupava, engolia até onde dava, me segurava pelas bolas e enfiava até onde conseguia, fazendo todos os barulhos de engasgo que vocês podem imaginar, tudo isso no primeiro contato sexual que a gente teve, decididamente eu tinha me apaixonado.
L: que bem que você chupa, Agos, adorei.
Eu soltava uns gemidos, me esforçando ao máximo pra dirigir, com uma puta brocha que tava me dando. Nisso, levei minha mão direita pra bunda dela e me surpreendi com o quanto tava macia, com o tamanho que era, pensei que seria mais dura pra aguentar um tamanho daquele em pé, era antinatural como aquele cu se sustentava, meti a mão e fui direto na buceta dela, era um mar de fluidos.
A: mmmmmmmm, me toca.
Ela disse, mal tirando o pau da boca, enfiei os dedos o mais que pude dentro da buceta dela e ela começou a gemer forte, enquanto me chupava. Num momento, ela tira o pau da boca e se ergue no banco, e me diz:
A: para onde der, preciso que você me foda toda.
Minha cabeça deu um curto-circuito, haja, eu tava numa estrada que ligava minha cidade à outra, e comecei a pensar onde parar, andei uns 200 metros e vi uma estrada de terra, que saía pra direita, desviei e parei, mal parei a mina se jogou em cima de mim, e a gente começou a se beijar de língua, a amassação que a gente se deu, era uma guerra de mãos pra se tocar, eu agarrei ela bem pela bunda e abri tudo, isso deixou ela com muito tesão.
L: vamos pro banco de trás, vou meter tudo em você.
A: Sim, quero ela todinha dentro. Descemos e passamos pro banco de trás, trocamos mais uns beijos e começamos a suar. Com a luz fraca do Golzinho, vi o corpo da Agos, ela tava linda, bem branquinha, uns peitões grandes pra um corpo tão pequeno e a bunda dela, que é o que me deixava louco, uns glúteos brancões e super macios, não sei como a Rocha mantém essas nádegas empinadas, será que é de tanto andar? Sei lá.
Ela subiu em cima de mim e não me deu tempo nem de colocar camisinha, enfiou tudo de uma vez.
A: aaaaaaah, que grande filho da puta, você vai rachar minha buceta.
L: que tesuda você tá, Agos, gostou do meu pau?
A: siiiim, adoro essa picaaaa.
Ela começou a cavalgar forte, forte mesmo, pulava em cima de mim e enfiava tudo, enquanto eu chupava os peitos dela e segurava firme na bunda. Devemos ter ficado uns 5 minutos assim, e eu nem perto de gozar, sempre tive uma primeira rodada longa.
A: mmmmm, goza, gostoso, você tá me matando.
L: ainda falta muito, Agos, não vai ter essa gozada fácil.
A: aaaah já gozei, filho da puta, que pau lindo você tem.
O som da suspensão do Golzinho, ainda mais que tava baixado e duríssimo, a gente tava destruindo ele.
L: fica de quatro que eu meto tudo, puta.
Falar assim deixou ela ainda mais excitada, ela ficou de quatro no banco, apoiou bem os peitos no assento e com as mãos abriu toda a bunda. Não me segurei, lambi toda a buceta dela, não sei como consegui me abaixar e enfiar a língua naquele lugar tão apertado, mas assim que sentiu a língua na buceta, ela enlouqueceu,
A: aaaah porquinho, o que você tá fazendo, como você vai chupar minha buceta assim.
L: que buceta gostosa, um dia vou arrombar ela toda.
A: esse pau não vai entrar na minha buceta.
L: você vai ver que sim.
Terminei a frase e enfiei tudo até o fundo, meu pau inteiro de uma vez, o ar escapou todo da buceta dela e fez um barulho de peido fortíssimo.
A: aaaaaah filho da puta, você vai rachar ela.
L: que buceta apertada você tem, Agos, como Gostei.
Comecei a meter bem forte e duro, bem duro, já tinham passado uns 15 minutos e eu já tava me perseguindo naquela rua, queria terminar e vazar.
A: apertadinha pra você, filho da puta, ninguém mais vai me comer depois dessa foda.
Comecei a dar tapas bem fortes na bunda dela enquanto metia, bem forte, e depois comecei a enfiar os dedos na bunda dela.
A: aaah ahh ahhh, adoro quando você brinca assim com minha bunda, vou gozar de novo, amor.
Love me tiro, a rochita tava toda empolgada, tava adorando a foda, nessa hora comecei a meter bem forte e a vontade de gozar com tudo.
L: vou gozar, putinha, já vou gozar, onde você quer?
Falei enquanto continuava metendo bem forte.
A: onde você quiser, bombom, onde você quiser, me dá onde quiser ah, ah, ah
Ela continuava gemendo no ritmo das metidas, aí peguei ela pelo cabelo e levei ela pro meu pau, pra ela engolir tudo. Não sei como a rocha fez, mas rapidinho ela se virou, como se fosse uma contorcionista num espaço tão pequeno, e enfiou tudo na boca. Gozei um jato de porra na boquinha dela e a puta engoliu tudo, pra finalizar me olhou nos olhos e mostrou a boca, abriu a boca e mostrou que não tinha sobrado nada.
Juro pra vocês, manos, nunca tinha vivido algo assim, aquele nível de putaria me chocou, foi incrível, na primeira vez que saímos e essa gatinha fez isso comigo, ali ela me ganhou, me conquistou e eu soube que essa rocha já tinha me dominado.
A: que gostoso, seu leite é doce.
Ela disse me olhando nos olhos, peguei o rosto dela e comi a boca dela com força, com vontade de marcar ali que ela já era minha, já queria que essa puta fosse só minha.
Depois de um tempinho de carícias e amassos, partimos pra casa dela, umas 8-10 quadras da casa dela na beira da rua, vi duas mulheres, uma jovem e uma mais velha, não consegui evitar de olhar pras bundas delas, ambas bem empinadas, a mais nova tava com um bebê no colo, as duas eram muito gostosas. A: para, elas são minha irmã e minha mãe, te incomoda se a gente leva elas até minha casa? Já é tarde
A carinha de pobrezinha que ela fez me convenceu.
L: sim, agos, não vamos deixar elas largadas aqui.
Ele freou 100 metros mais à frente e a rocha desceu pra fazer sinal pra irmã e pra mãe dela subirem. O carro era de três portas, então ela tinha que entrar pelo lado do passageiro. Primeiro subiu a irmã com um bebê, depois descobri que era o filho dela, e depois a mãe.
As duas me cumprimentaram e a gente arrancou pra casa dela.
Ana: ainda bem que você nos reconheceu, filha, viemos do centro andando, já não aguento mais.
Nayi: sim, e ainda com o Ciro no colo cansa pra caralho. Que nave que teu amigo tem, agos.
Ag: Tomas chama, o carro é bonito e ele foi gente boa em levar a gente, é o máximo.
An: Ele é teu namorado?
Eu já fiquei meio nervoso, não sei como fui parar nessa situação.
Ag: não, mãe, é um amigo, saímos pra tomar algo, a gente tá se conhecendo.
N: Pra ser amigo e estar se conhecendo, tem um cheiro de que vocês deram uma trepada aqui atrás.
Aí todas as cores foram pro meu rosto, acho que fiquei vermelhão e olhei pra elas pelo espelho retrovisor, tanto a mãe quanto a irmã eram gostosas, nayi era uma cópia da agos, um pouco mais cheinha por ter um filho recém-nascido, e ana também era bem bonita, embora tivesse as marcas de uma vida como a que levava.
Ag: que porra você tá falando, não se passa.
N: ai, você se faz de santa agora, minha irmã se faz de santa, mas é bem putinha, sabia? Então não dorme.
Ela falou na minha cara, eu não entendia a situação, a irmã tava me dizendo pra comer a irmã dela que era uma puta, hahaha, o mundo rocha era uma loucura.
An: chega, filha, se liga, o cara tá sendo legal, qual é teu nome? Minha filha é mal-educada e não nos apresentou.
Ela perguntou depois de dar uma bronca nas duas filhas.
L: me chamo leão, me chamam de leo, você é ana e você nayi, agos me falou de vocês enquanto a gente jantava.
N: Ele te levou pra comer e te trouxe no carro? Esse Tem grana, bem irmãzinha.
Ag: Se liga, sua mal-educada, não podia ter mandado ele te levar até o Léo.
An: Chega, vocês duas. Nai, se toca, menina, você tá com seu filho no colo, tenha mais respeito. Sua irmã tem razão, o cara nos deu uma força trazendo a gente, não falta com respeito com ele.
As coisas se acalmaram e as poucas quadras que faltavam até a casa dela foram em silêncio. Quando a gente tava chegando na casa dela, a Nai abriu a boca de novo.
N: Agos, esse não é o Léo que a Nicol falou pra gente, certo?Disse colocando uma cara de puta e vadia ao mesmo tempo que consegui ver pelo retrovisor, tenho que dizer que gostei pra caralho. Agos, por sua vez, fez cara de assassina e Ana parecia, surpreendentemente, atenta à conversa como se soubesse do que se tratava.
5 comentários - Minha Família de Gostosas