Bem, amigos do PORINGA, recentemente eu estava lendo nesta comunidade um relato que me fez relembrar a fase mais incrível e fogosa da minha vida, que está ligada ao mundo das girls ou rochas, como são conhecidas em Mendoza, que, aliás, é de onde eu sou. Voltando às rochas, sempre tive uma predileção por elas, acho que são a espécie que melhor transa, sem dúvida alguma. O quanto são putas e safadas me encanta, não têm o menor complexo e lidam com o sexo com uma cara de pau comparável apenas ao pornô mais sujo que você pode encontrar na internet.
Antes de começar, quero deixar claro que essa história não tem um final feliz, então os nomes são fictícios e não vou revelar lugares exatos.
Agora que esclareci os pontos que acho importantes, começo me apresentando: meu nome é Leonel e tenho atualmente 32 anos, moro na Andaluzia, Espanha, há quase 10. No entanto, a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 19 anos, no leste da província de Mendoza. Tenho que dizer que a sorte estava do meu lado, porque a família da minha mãe é dona de uma das vinícolas maiores e mais tradicionais da região. Graças a isso, nunca tive problemas financeiros e sempre tive o que quis.
Vocês devem estar se perguntando: como esse cara playboy tem uma história para contar com rochas? Por causa da única decisão que meu pai pôde tomar na minha vida. Ele era um simples funcionário municipal com muita sorte, que conseguiu pegar a filha mais nova de uma família rica. Como? Na real, não sei. Quando cresci, imaginei que minha velha gostou muito de um atributo especial que acho que herdei. Voltando à única decisão do meu pai na minha vida, foi a de me mandar para a escola técnica da cidade, depois de inúmeras brigas com minha mãe e a família dela, que queriam me matricular no típico colégio secundário católico e superclassista que tem em todas as cidades da Argentina.
Graças a essa decisão do meu velho é que Conheci a verdadeira realidade do país onde vivia. Não tive grandes problemas em me enturmar com os caras da minha idade e rapidamente formei uma amizade forte com um grupo de amigos de um bairro da zona norte da minha cidade. O grupo era composto por caras de diferentes idades, todos daquele bairro, embora só dois fossem meus colegas de classe; os outros estavam em anos diferentes naquela escola. Éramos um grupo de 7.
A partir dos 15 anos, passava a maior parte do dia com eles ou no bairro deles. Foi aí que comecei a conhecer as rochas e o baseado (maconha). Ambas foram minhas duas maiores vícios e as que quase me fizeram perder tudo. Eu sou um cara, digamos, normal. Alto, meço 1,85. Tive a genética ao meu lado, tenho um corpo que, sem muito exercício, se mantém bem e, como meu nick indica, tenho uma pica grande — 19-20 cm muito bem colocados. Minha pica sempre foi minha arma secreta quando finalmente conseguia comer uma mina depois do esforço danado que isso significava. Elas ficavam viciadas, adoravam que eu comesse elas. E sim, caras, ter uma rola grande facilita muito as coisas. Às vezes, com 5-6 estocadas, já se molhavam todas, as vadias.
Embora o bairro dos meus amigos não fosse o mais fudido da região, a busca constante por fumo nos fez ser conhecidos em toda a zona norte da minha cidade. Sempre fomos de boa e nada barra-pesada. Isso, junto com a presença constante aos domingos na boca, nos fez ser amigos de quase todos os bandidos, então andávamos bem tranquilos.
Aos 17 anos, comecei a trabalhar com minha família fazendo várias tarefas de gestão na vinícola (óbvio que não iam me botar pra colher). Uma das minhas primeiras tarefas era ir pelas fazendas que vendiam a produção pra gente, falar com os vinicultores e tentar garantir que vendessem pra nós e não pra concorrência. Esse trabalho me ajudou a conhecer os produtores, o que seria uma grande vantagem pra mim no futuro.
Aos 18 anos, com trabalho e ajuda da minha mãe e do meu avô, consegui o que naquela época... Era o carro dos meus sonhos, um Gol GTI antigo. Será que eu podia ter conseguido um carro melhor? Claro, o plano do meu avô era me dar um Gol Trend última geração naquele mesmo ano, mas eu era novo e adorava carro rebaixado. O Gol tava lindo, com roda 17, pneu perfil baixo, era verde e tava impecável tanto na mecânica quanto na estética. Preferia ele mil vezes a um Gol Trend. Além disso, meu avô me deu uma grana boa de presente, já que pros meus primos ele tinha dado carros mais caros. Troquei essa grana em dólar e coloquei num CDB.
Graças ao Milgolcitos foi que conheci as protagonistas principais dessa história: a Agostina e a família dela, composta pela irmã Nayi e a mãe Ana. As três moravam sozinhas no bairro mais pesado da zona norte. Ana é a típica batalhadora, o pai das meninas deu o fora e ela sobreviveu como pôde, com trampos esporádicos e bolsa família. Agostina foi meu primeiro grande amor, uma mina linda, um rosto e um corpo de modelo, não de um bairro sem esgoto e um barraco tão precário como o que elas moravam.
Conheci ela porque morava bem do lado da casa do meu contato de confiança. A guria já tava de olho em mim, ver um cara que chegava, descia do carro, limpo e bem vestido, comprava baseado na casa do lado devia ter chamado a atenção dela. A piranha me chamou no Facebook e não enrolei muito: falou que eu era gostoso e que queria me ver. Amo isso nas minas da quebrada, sem enrolação nem jogo de sedução, direto e reto.
Foi assim que marcamos de sair um dia. Sexta à noite, passei pra buscar ela na casa dela. Minha mina saiu feita uma deusa do barraco dela, com uma calcinha que incendiou minha rola. Mal entrou no carro, me beijou na boca e agarrou minha rola com força.
A: "É verdade o que a Nicol me contou?"
Ela disse. Nicol era outra mina que eu tinha comido umas vezes, nem sabia que elas se conheciam. Na hora, eu não sabia nem o que responder.
L: "O que ela te contou?"
Respondi. não consigo conectar três palavras seguidas.
A: que você tem um pauzão enorme e que transa pra caralho, vamos lá que com sorte mais tarde eu provo.
Imagina como eu fiquei depois daquele momento, com o pau duríssimo e puto de tesão, naquela idade qualquer sopro já te deixa em chamas, fomos pra um bar numa das cidades vizinhas, minha família era muito conhecida na minha cidade e eu não gostava que soubessem das minhas paradas, com quem eu andava, onde tava, etc. Minha mina rapidinho percebeu que eu tinha muito mais grana do que aparentava, acho que por atitudes tipo encher o tanque sem olhar a carteira, pedir sem ver o cardápio e essas coisas que quando você não tá na merda, não tá acostumado a fazer.
As minas têm esse instinto de sobrevivência e quando veem alguém que pode tirar elas da vida que levam ou só melhorar um pouco, são capazes de ir até o fim por isso, e isso quem me ensinou foi essa família de putas.
Eu adorava a Agostina, era muito gostosa e apesar de ser puta, não falava nem escrevia errado, quando saímos do bar, ela falou.
A: cê tem grana pra me levar pro hotel?
Realmente não esperava chegar nisso na primeira vez que saímos, um otário vão pensar vocês depois de como começou o “encontro”, né? Tive que olhar minha carteira e por sorte ainda tinha uma grana pra encarar um hotel.
L: tenho um pouco, mas vamos ter que ir no da ****** (um dos mais baratos da área)
A: sem problema, pra você eu dou até no meio do mato.
Essa ela me soltou, eu tava nas nuvens e me joguei de cabeça
L: que puta que você é, tomara que não seja só da boca pra fora.
A: quando a gente chegar você vai ver que não.
L: precisa esperar chegar?, por que não vai me chupando?
A: que putinha que o playboy me saiu.
E naquele momento ela se jogou entre minhas pernas pra baixar minha calça e chupar tudo, eu já tava com ele duro e claro, todo babado, por causa do líquido pré-seminal.
A: que grande e molhado você tem, porquinho, e eu achando que a Nicol era só conversa, olha o pau que se comeu antes de mim.
L: Você gosta, Agos? Não sabe como ela se engasgava toda com essa da Nicol.
Eu tava tão tarado que nem me importava com o que ela dizia, mas vi como os olhos dela brilharam, sem querer eu coloquei minha mina pra competir com outra mina.
A: ela se engasga porque não sabe.
Ela me deu umas chupadas e lambidas no meu pau.
A: eu vou chupar melhor que ninguém, você vai ver, não vai precisar procurar mais, esse pau vai ser todo meu.
Depois de falar isso, ela se jogou pra me chupar o pau, como ninguém nunca fez na minha vida, do jeito que a safada chupava, engolia até onde dava, me segurava pelas bolas e enfiava até onde conseguia, fazendo todos os barulhos de engasgo que você pode imaginar, tudo isso no primeiro contato sexual que a gente teve, decididamente eu tinha me apaixonado.
L: que bom que você chupa bem, Agos, adorei.
Eu soltava uns gemidos, me esforçando ao máximo pra dirigir, com uma puta broxa que ela tava me dando. Nisso, levei minha mão direita pra bunda dela e me surpreendi com o quanto era macia, com aquele tamanho todo, pensei que seria mais dura pra aguentar um negócio tão grande em pé, era antinatural como aquele cu se sustentava, meti a mão e fui direto na buceta dela, era um mar de fluidos.
A: mmmmmmmm, me toca.
Ela disse, mal tirando o pau da boca, enfiei os dedos o mais fundo que pude na buceta dela e ela começou a gemer forte, enquanto me chupava. Num momento, ela tira o pau da boca e se ergue no banco, e me diz:
A: para onde for preciso, preciso que você me foda toda.
Minha cabeça deu um curto-circuito, haja, eu tava numa estrada que ligava minha cidade à outra, e comecei a pensar onde parar, andei uns 200 metros e vi uma estrada de terra, que saía pra direita, desviei e parei, mal parei a mina se jogou em cima de mim, e a gente começou a se beijar de língua, a amassação que a gente se deu, era uma guerra de mãos pra se tocar, eu agarrei ela bem pela bunda e abri tudo, isso deixou ela com muito tesão.
L: vamos pro banco de trás, vou meter tudo em você.
A: Sim, quero ela toda dentro.
A gente desceu e passou pro banco de trás, trocamos mais uns beijos, e começamos a suar. Com a luz fraca do centrão do Golzinho, vi o corpo da Agos, ela tava linda, muito branquinha, uns peitos bons, bem grandes pra um corpo tão pequeno, e a bunda dela, que é o que me deixava louco, uns glúteos brancos gigantes e super macios. Não sei como a Rocha mantém essa raba empinada, será que é de tanto andar? Sei lá.
Ela subiu em cima de mim e não me deu tempo nem de colocar uma camisinha, enfiou tudo de uma vez.
A: aaaaaaah, que grande filho da puta, você vai rachar minha buceta.
L: que tesuda você tá, Agos, gostou do meu pau?
A: siiiim, amo essa pirocaaaa.
Ela começou a cavalgar forte, forte mesmo, pulava em cima de mim e enfiava tudo, enquanto eu chupava os peitos dela e segurava bem firme na bunda. A gente deve ter ficado uns 5 minutos assim, e eu nem tava perto de gozar, sempre tive uma primeira rodada longa.
A: mmmmm, goza, gostoso, você tá me matando.
L: ainda falta muito, Agos, não vai ter essa gozada fácil.
A: aaaah já gozei, filho da puta, que pau lindo você tem.
O barulho que a suspensão do Golzinho fazia, ainda mais que tava baixado e duríssimo, a gente tava detonando ele.
L: fica de quatro que eu meto tudo, puta.
Falar assim pra ela deixou ela com mais tesão ainda, ela ficou de quatro no banco, apoiou bem os peitos no assento e com as mãos se abriu toda. Não me segurei, com a vontade que tava, chupei a bunda dela toda, não sei como consegui me abaixar e enfiar a língua naquele lugar tão apertado, mas assim que ela sentiu a língua no cu, ficou louca.
A: aaaah porquinho, o que você tá fazendo comigo, como você vai chupar minha bunda assim.
L: que bunda gostosa, um dia vou arrombar ela toda.
A: esse pau não vai entrar no meu cu.
L: já vai ver que entra.
Terminei a frase e enfiei tudo até o fundo, meu pau inteiro de uma vez, o ar escapou todo da buceta dela e fez um barulhão igual a um peido fortíssimo.
A: aaaaaah filho da puta, você vai rachar ela.
L: que buceta apertada você tem, Agos. Gostei.
Comecei a meter bem forte e duro, bem duro, já tinham passado uns 15 minutos e eu já tava me perseguindo naquela rua, queria terminar e vazar.
A: apertadinha pra você, filho da puta, ninguém mais vai me comer depois dessa foda.
Comecei a dar tapas bem fortes na bunda dela enquanto metia, bem forte, e depois comecei a enfiar dedos na bunda dela.
A: aaah ahh ahhh, adoro quando você brinca assim com minha bunda, vou gozar de novo, amor.
Love me tiro, a rocha tava toda entregue, tava adorando a foda, nessa hora comecei a meter bem forte e a vontade de gozar com tudo.
L: vou gozar, putinha, já vou gozar, onde você quer?
Falei enquanto continuava metendo bem forte.
A: onde você quiser, bombom, onde você quiser, me dá onde quiser ah, ah, ah
Ela continuava gemendo no ritmo das metidas que eu dava, nisso peguei ela pelo cabelo e levei até minha pica pra ela engolir tudo. Não sei como a rocha fez, mas rapidinho ela se virou, como se fosse uma contorcionista num espaço tão pequeno, e enfiou tudo na boca. Gozei um jato de leite na boquinha dela e a puta engoliu tudo, e pra finalizar me olhou nos olhos e mostrou a boca, abriu a boca e mostrou que não tinha sobrado nada.
Juro pra vocês, manos, que nunca tinha vivido algo assim. Aquele nível de putaria me chocou, foi incrível, na primeira vez que saímos e essa gatinha fez isso comigo. Ali ela me ganhou, me conquistou, e eu soube que essa rocha já tinha me dominado.
A: que gostoso, seu leite é doce.
Ela disse me olhando nos olhos, peguei o rosto dela e bruscamente beijei a boca dela, com força, tava com vontade de marcar ali que ela já era minha, já queria que essa puta fosse só minha.
Depois de um tempinho de carícias e amassos, partimos pra casa dela. Umas 8 a 10 quadras da casa dela, na beira da rua, vi duas mulheres, uma jovem e uma mais velha. Não consegui evitar de olhar pras bundas delas, que estavam bem apertadas nas roupas. A mais nova tava com um bebê no colo, as duas estavam muito gostosas. A: para, elas são minha irmã e minha mãe, te incomoda se a gente leva elas até minha casa? Já é tarde
A carinha de pobrezinha que ela fez me convenceu.
L: sim, agos, não vamos deixar elas largadas aqui.
Ele freiou 100 metros mais na frente e a rocha desceu pra fazer sinal pra irmã e pra mãe dela subirem, o carro era de três portas, então ela tinha que entrar pelo lado do acompanhante. Primeiro subiu a irmã com um bebê, depois descobri que era a bênção dela, e depois a mãe.
As duas me cumprimentaram e arrancamos pra casa dela.
Ana: ainda bem que nos reconheceu, filha, viemos do centro andando, já não aguento mais.
Nayi: sim, e ainda com o ciro no colo cansa pra caralho. Que nave que teu amigo tem, agos.
Ag: Tomas chama, o carro é bonito e ele topou levar a gente, é foda.
An: Ele é teu namorado?
Eu já fiquei meio nervoso, não sei em que momento fui parar nessa situação.
Ag: não, mãe, é um amigo, saímos pra tomar algo, estamos nos conhecendo.
N: Pra ser amigo e estar se conhecendo, tem um cheiro de que vocês deram uma trepada aqui atrás.
Aí todas as cores foram pro meu rosto, acho que fiquei bem vermelho e olhei pra elas pelo espelho retrovisor, tanto a mãe quanto a irmã eram gostosas, nayi era uma cópia da agos, um pouco mais gordinha por ter um filho recém-nascido, e ana também era bem bonita, embora tivesse as marcas de uma vida como a que levava.
Ag: que que você tá falando, sem noção, não se passa.
N: ai, que se faz de santa agora, minha irmã se faz de santa, mas é bem putinha, sabia? Então não dorme
Ela falou na minha cara, eu não entendia a situação, a irmã tava me dizendo pra comer a irmã dela que era uma puta, hahaha o mundo rocha era uma loucura.
An: chega, filha, se toca, que o cara tá se comportando bem, como é teu nome? Minha filha é mal-educada e não nos apresentou.
Ela perguntou depois de xingar as duas filhas
L: me chamo leão, me chamam de leo, você se chama ana e você nayi, agos me falou de vocês enquanto a gente jantava.
N: Te levou pra jantar e te trouxe no carro? Esse Tem grana, bem irmãzinha.
Ag: Se liga, sua sem-educação, não dá pra ser tão mal-educada assim, não devia ter falado pra ele te levar até o Léo.
An: Chega, vocês duas. Nai, se toca, menina, você tá com seu filho no colo, tenha mais respeito. Sua irmã tem razão, o cara nos deu uma força trazendo a gente, não falta com respeito com ele.
As coisas se acalmaram e as poucas quadras que faltavam até a casa delas foram em silêncio. Quando a gente tava chegando na casa dela, a Nai abriu a boca de novo.
N: Agos, esse aí não é o Léo que a Nicol falou pra gente, certo?Disse colocando uma cara de maldita e puta ao mesmo tempo que consegui ver pelo retrovisor, devo dizer que gostei pra caralho. Agos, por sua vez, colocou olhos de assassina e Ana parecia, surpreendentemente, atenta à conversa como se soubesse do que se tratava.
Antes de começar, quero deixar claro que essa história não tem um final feliz, então os nomes são fictícios e não vou revelar lugares exatos.
Agora que esclareci os pontos que acho importantes, começo me apresentando: meu nome é Leonel e tenho atualmente 32 anos, moro na Andaluzia, Espanha, há quase 10. No entanto, a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 19 anos, no leste da província de Mendoza. Tenho que dizer que a sorte estava do meu lado, porque a família da minha mãe é dona de uma das vinícolas maiores e mais tradicionais da região. Graças a isso, nunca tive problemas financeiros e sempre tive o que quis.
Vocês devem estar se perguntando: como esse cara playboy tem uma história para contar com rochas? Por causa da única decisão que meu pai pôde tomar na minha vida. Ele era um simples funcionário municipal com muita sorte, que conseguiu pegar a filha mais nova de uma família rica. Como? Na real, não sei. Quando cresci, imaginei que minha velha gostou muito de um atributo especial que acho que herdei. Voltando à única decisão do meu pai na minha vida, foi a de me mandar para a escola técnica da cidade, depois de inúmeras brigas com minha mãe e a família dela, que queriam me matricular no típico colégio secundário católico e superclassista que tem em todas as cidades da Argentina.
Graças a essa decisão do meu velho é que Conheci a verdadeira realidade do país onde vivia. Não tive grandes problemas em me enturmar com os caras da minha idade e rapidamente formei uma amizade forte com um grupo de amigos de um bairro da zona norte da minha cidade. O grupo era composto por caras de diferentes idades, todos daquele bairro, embora só dois fossem meus colegas de classe; os outros estavam em anos diferentes naquela escola. Éramos um grupo de 7.
A partir dos 15 anos, passava a maior parte do dia com eles ou no bairro deles. Foi aí que comecei a conhecer as rochas e o baseado (maconha). Ambas foram minhas duas maiores vícios e as que quase me fizeram perder tudo. Eu sou um cara, digamos, normal. Alto, meço 1,85. Tive a genética ao meu lado, tenho um corpo que, sem muito exercício, se mantém bem e, como meu nick indica, tenho uma pica grande — 19-20 cm muito bem colocados. Minha pica sempre foi minha arma secreta quando finalmente conseguia comer uma mina depois do esforço danado que isso significava. Elas ficavam viciadas, adoravam que eu comesse elas. E sim, caras, ter uma rola grande facilita muito as coisas. Às vezes, com 5-6 estocadas, já se molhavam todas, as vadias.
Embora o bairro dos meus amigos não fosse o mais fudido da região, a busca constante por fumo nos fez ser conhecidos em toda a zona norte da minha cidade. Sempre fomos de boa e nada barra-pesada. Isso, junto com a presença constante aos domingos na boca, nos fez ser amigos de quase todos os bandidos, então andávamos bem tranquilos.
Aos 17 anos, comecei a trabalhar com minha família fazendo várias tarefas de gestão na vinícola (óbvio que não iam me botar pra colher). Uma das minhas primeiras tarefas era ir pelas fazendas que vendiam a produção pra gente, falar com os vinicultores e tentar garantir que vendessem pra nós e não pra concorrência. Esse trabalho me ajudou a conhecer os produtores, o que seria uma grande vantagem pra mim no futuro.
Aos 18 anos, com trabalho e ajuda da minha mãe e do meu avô, consegui o que naquela época... Era o carro dos meus sonhos, um Gol GTI antigo. Será que eu podia ter conseguido um carro melhor? Claro, o plano do meu avô era me dar um Gol Trend última geração naquele mesmo ano, mas eu era novo e adorava carro rebaixado. O Gol tava lindo, com roda 17, pneu perfil baixo, era verde e tava impecável tanto na mecânica quanto na estética. Preferia ele mil vezes a um Gol Trend. Além disso, meu avô me deu uma grana boa de presente, já que pros meus primos ele tinha dado carros mais caros. Troquei essa grana em dólar e coloquei num CDB.
Graças ao Milgolcitos foi que conheci as protagonistas principais dessa história: a Agostina e a família dela, composta pela irmã Nayi e a mãe Ana. As três moravam sozinhas no bairro mais pesado da zona norte. Ana é a típica batalhadora, o pai das meninas deu o fora e ela sobreviveu como pôde, com trampos esporádicos e bolsa família. Agostina foi meu primeiro grande amor, uma mina linda, um rosto e um corpo de modelo, não de um bairro sem esgoto e um barraco tão precário como o que elas moravam.
Conheci ela porque morava bem do lado da casa do meu contato de confiança. A guria já tava de olho em mim, ver um cara que chegava, descia do carro, limpo e bem vestido, comprava baseado na casa do lado devia ter chamado a atenção dela. A piranha me chamou no Facebook e não enrolei muito: falou que eu era gostoso e que queria me ver. Amo isso nas minas da quebrada, sem enrolação nem jogo de sedução, direto e reto.
Foi assim que marcamos de sair um dia. Sexta à noite, passei pra buscar ela na casa dela. Minha mina saiu feita uma deusa do barraco dela, com uma calcinha que incendiou minha rola. Mal entrou no carro, me beijou na boca e agarrou minha rola com força.
A: "É verdade o que a Nicol me contou?"
Ela disse. Nicol era outra mina que eu tinha comido umas vezes, nem sabia que elas se conheciam. Na hora, eu não sabia nem o que responder.
L: "O que ela te contou?"
Respondi. não consigo conectar três palavras seguidas.
A: que você tem um pauzão enorme e que transa pra caralho, vamos lá que com sorte mais tarde eu provo.
Imagina como eu fiquei depois daquele momento, com o pau duríssimo e puto de tesão, naquela idade qualquer sopro já te deixa em chamas, fomos pra um bar numa das cidades vizinhas, minha família era muito conhecida na minha cidade e eu não gostava que soubessem das minhas paradas, com quem eu andava, onde tava, etc. Minha mina rapidinho percebeu que eu tinha muito mais grana do que aparentava, acho que por atitudes tipo encher o tanque sem olhar a carteira, pedir sem ver o cardápio e essas coisas que quando você não tá na merda, não tá acostumado a fazer.
As minas têm esse instinto de sobrevivência e quando veem alguém que pode tirar elas da vida que levam ou só melhorar um pouco, são capazes de ir até o fim por isso, e isso quem me ensinou foi essa família de putas.
Eu adorava a Agostina, era muito gostosa e apesar de ser puta, não falava nem escrevia errado, quando saímos do bar, ela falou.
A: cê tem grana pra me levar pro hotel?
Realmente não esperava chegar nisso na primeira vez que saímos, um otário vão pensar vocês depois de como começou o “encontro”, né? Tive que olhar minha carteira e por sorte ainda tinha uma grana pra encarar um hotel.
L: tenho um pouco, mas vamos ter que ir no da ****** (um dos mais baratos da área)
A: sem problema, pra você eu dou até no meio do mato.
Essa ela me soltou, eu tava nas nuvens e me joguei de cabeça
L: que puta que você é, tomara que não seja só da boca pra fora.
A: quando a gente chegar você vai ver que não.
L: precisa esperar chegar?, por que não vai me chupando?
A: que putinha que o playboy me saiu.
E naquele momento ela se jogou entre minhas pernas pra baixar minha calça e chupar tudo, eu já tava com ele duro e claro, todo babado, por causa do líquido pré-seminal.
A: que grande e molhado você tem, porquinho, e eu achando que a Nicol era só conversa, olha o pau que se comeu antes de mim.
L: Você gosta, Agos? Não sabe como ela se engasgava toda com essa da Nicol.
Eu tava tão tarado que nem me importava com o que ela dizia, mas vi como os olhos dela brilharam, sem querer eu coloquei minha mina pra competir com outra mina.
A: ela se engasga porque não sabe.
Ela me deu umas chupadas e lambidas no meu pau.
A: eu vou chupar melhor que ninguém, você vai ver, não vai precisar procurar mais, esse pau vai ser todo meu.
Depois de falar isso, ela se jogou pra me chupar o pau, como ninguém nunca fez na minha vida, do jeito que a safada chupava, engolia até onde dava, me segurava pelas bolas e enfiava até onde conseguia, fazendo todos os barulhos de engasgo que você pode imaginar, tudo isso no primeiro contato sexual que a gente teve, decididamente eu tinha me apaixonado.
L: que bom que você chupa bem, Agos, adorei.
Eu soltava uns gemidos, me esforçando ao máximo pra dirigir, com uma puta broxa que ela tava me dando. Nisso, levei minha mão direita pra bunda dela e me surpreendi com o quanto era macia, com aquele tamanho todo, pensei que seria mais dura pra aguentar um negócio tão grande em pé, era antinatural como aquele cu se sustentava, meti a mão e fui direto na buceta dela, era um mar de fluidos.
A: mmmmmmmm, me toca.
Ela disse, mal tirando o pau da boca, enfiei os dedos o mais fundo que pude na buceta dela e ela começou a gemer forte, enquanto me chupava. Num momento, ela tira o pau da boca e se ergue no banco, e me diz:
A: para onde for preciso, preciso que você me foda toda.
Minha cabeça deu um curto-circuito, haja, eu tava numa estrada que ligava minha cidade à outra, e comecei a pensar onde parar, andei uns 200 metros e vi uma estrada de terra, que saía pra direita, desviei e parei, mal parei a mina se jogou em cima de mim, e a gente começou a se beijar de língua, a amassação que a gente se deu, era uma guerra de mãos pra se tocar, eu agarrei ela bem pela bunda e abri tudo, isso deixou ela com muito tesão.
L: vamos pro banco de trás, vou meter tudo em você.
A: Sim, quero ela toda dentro.
A gente desceu e passou pro banco de trás, trocamos mais uns beijos, e começamos a suar. Com a luz fraca do centrão do Golzinho, vi o corpo da Agos, ela tava linda, muito branquinha, uns peitos bons, bem grandes pra um corpo tão pequeno, e a bunda dela, que é o que me deixava louco, uns glúteos brancos gigantes e super macios. Não sei como a Rocha mantém essa raba empinada, será que é de tanto andar? Sei lá.
Ela subiu em cima de mim e não me deu tempo nem de colocar uma camisinha, enfiou tudo de uma vez.
A: aaaaaaah, que grande filho da puta, você vai rachar minha buceta.
L: que tesuda você tá, Agos, gostou do meu pau?
A: siiiim, amo essa pirocaaaa.
Ela começou a cavalgar forte, forte mesmo, pulava em cima de mim e enfiava tudo, enquanto eu chupava os peitos dela e segurava bem firme na bunda. A gente deve ter ficado uns 5 minutos assim, e eu nem tava perto de gozar, sempre tive uma primeira rodada longa.
A: mmmmm, goza, gostoso, você tá me matando.
L: ainda falta muito, Agos, não vai ter essa gozada fácil.
A: aaaah já gozei, filho da puta, que pau lindo você tem.
O barulho que a suspensão do Golzinho fazia, ainda mais que tava baixado e duríssimo, a gente tava detonando ele.
L: fica de quatro que eu meto tudo, puta.
Falar assim pra ela deixou ela com mais tesão ainda, ela ficou de quatro no banco, apoiou bem os peitos no assento e com as mãos se abriu toda. Não me segurei, com a vontade que tava, chupei a bunda dela toda, não sei como consegui me abaixar e enfiar a língua naquele lugar tão apertado, mas assim que ela sentiu a língua no cu, ficou louca.
A: aaaah porquinho, o que você tá fazendo comigo, como você vai chupar minha bunda assim.
L: que bunda gostosa, um dia vou arrombar ela toda.
A: esse pau não vai entrar no meu cu.
L: já vai ver que entra.
Terminei a frase e enfiei tudo até o fundo, meu pau inteiro de uma vez, o ar escapou todo da buceta dela e fez um barulhão igual a um peido fortíssimo.
A: aaaaaah filho da puta, você vai rachar ela.
L: que buceta apertada você tem, Agos. Gostei.
Comecei a meter bem forte e duro, bem duro, já tinham passado uns 15 minutos e eu já tava me perseguindo naquela rua, queria terminar e vazar.
A: apertadinha pra você, filho da puta, ninguém mais vai me comer depois dessa foda.
Comecei a dar tapas bem fortes na bunda dela enquanto metia, bem forte, e depois comecei a enfiar dedos na bunda dela.
A: aaah ahh ahhh, adoro quando você brinca assim com minha bunda, vou gozar de novo, amor.
Love me tiro, a rocha tava toda entregue, tava adorando a foda, nessa hora comecei a meter bem forte e a vontade de gozar com tudo.
L: vou gozar, putinha, já vou gozar, onde você quer?
Falei enquanto continuava metendo bem forte.
A: onde você quiser, bombom, onde você quiser, me dá onde quiser ah, ah, ah
Ela continuava gemendo no ritmo das metidas que eu dava, nisso peguei ela pelo cabelo e levei até minha pica pra ela engolir tudo. Não sei como a rocha fez, mas rapidinho ela se virou, como se fosse uma contorcionista num espaço tão pequeno, e enfiou tudo na boca. Gozei um jato de leite na boquinha dela e a puta engoliu tudo, e pra finalizar me olhou nos olhos e mostrou a boca, abriu a boca e mostrou que não tinha sobrado nada.
Juro pra vocês, manos, que nunca tinha vivido algo assim. Aquele nível de putaria me chocou, foi incrível, na primeira vez que saímos e essa gatinha fez isso comigo. Ali ela me ganhou, me conquistou, e eu soube que essa rocha já tinha me dominado.
A: que gostoso, seu leite é doce.
Ela disse me olhando nos olhos, peguei o rosto dela e bruscamente beijei a boca dela, com força, tava com vontade de marcar ali que ela já era minha, já queria que essa puta fosse só minha.
Depois de um tempinho de carícias e amassos, partimos pra casa dela. Umas 8 a 10 quadras da casa dela, na beira da rua, vi duas mulheres, uma jovem e uma mais velha. Não consegui evitar de olhar pras bundas delas, que estavam bem apertadas nas roupas. A mais nova tava com um bebê no colo, as duas estavam muito gostosas. A: para, elas são minha irmã e minha mãe, te incomoda se a gente leva elas até minha casa? Já é tarde
A carinha de pobrezinha que ela fez me convenceu.
L: sim, agos, não vamos deixar elas largadas aqui.
Ele freiou 100 metros mais na frente e a rocha desceu pra fazer sinal pra irmã e pra mãe dela subirem, o carro era de três portas, então ela tinha que entrar pelo lado do acompanhante. Primeiro subiu a irmã com um bebê, depois descobri que era a bênção dela, e depois a mãe.
As duas me cumprimentaram e arrancamos pra casa dela.
Ana: ainda bem que nos reconheceu, filha, viemos do centro andando, já não aguento mais.
Nayi: sim, e ainda com o ciro no colo cansa pra caralho. Que nave que teu amigo tem, agos.
Ag: Tomas chama, o carro é bonito e ele topou levar a gente, é foda.
An: Ele é teu namorado?
Eu já fiquei meio nervoso, não sei em que momento fui parar nessa situação.
Ag: não, mãe, é um amigo, saímos pra tomar algo, estamos nos conhecendo.
N: Pra ser amigo e estar se conhecendo, tem um cheiro de que vocês deram uma trepada aqui atrás.
Aí todas as cores foram pro meu rosto, acho que fiquei bem vermelho e olhei pra elas pelo espelho retrovisor, tanto a mãe quanto a irmã eram gostosas, nayi era uma cópia da agos, um pouco mais gordinha por ter um filho recém-nascido, e ana também era bem bonita, embora tivesse as marcas de uma vida como a que levava.
Ag: que que você tá falando, sem noção, não se passa.
N: ai, que se faz de santa agora, minha irmã se faz de santa, mas é bem putinha, sabia? Então não dorme
Ela falou na minha cara, eu não entendia a situação, a irmã tava me dizendo pra comer a irmã dela que era uma puta, hahaha o mundo rocha era uma loucura.
An: chega, filha, se toca, que o cara tá se comportando bem, como é teu nome? Minha filha é mal-educada e não nos apresentou.
Ela perguntou depois de xingar as duas filhas
L: me chamo leão, me chamam de leo, você se chama ana e você nayi, agos me falou de vocês enquanto a gente jantava.
N: Te levou pra jantar e te trouxe no carro? Esse Tem grana, bem irmãzinha.
Ag: Se liga, sua sem-educação, não dá pra ser tão mal-educada assim, não devia ter falado pra ele te levar até o Léo.
An: Chega, vocês duas. Nai, se toca, menina, você tá com seu filho no colo, tenha mais respeito. Sua irmã tem razão, o cara nos deu uma força trazendo a gente, não falta com respeito com ele.
As coisas se acalmaram e as poucas quadras que faltavam até a casa delas foram em silêncio. Quando a gente tava chegando na casa dela, a Nai abriu a boca de novo.
N: Agos, esse aí não é o Léo que a Nicol falou pra gente, certo?Disse colocando uma cara de maldita e puta ao mesmo tempo que consegui ver pelo retrovisor, devo dizer que gostei pra caralho. Agos, por sua vez, colocou olhos de assassina e Ana parecia, surpreendentemente, atenta à conversa como se soubesse do que se tratava.
5 comentários - Minha Família de Gostosas