
Oi, sou o Alberto, "Beto" pra minha mãe, e isso aconteceu há pouco tempo. Eu sou um cara que mora com meu pai, mas a história é sobre a minha mãe, que tem 38 anos.Tava jantando com a minha mãe (já que meu pai tava viajando, ele é caminhoneiro) na cozinha de casa quando o som do telefone interrompeu o jantar e a conversinha que a gente tava tendo. Como eu já tinha terminado de comer e ela tava curtindo a segunda taça de vinho, ela levantou da cadeira pra atender.celular.atender, ouvi a voz dela cumprimentando minha tia Lúcia, a irmã do meu pai.Mía – Oi, Lu! Tudo bem! E vocês?
Mía – Sim, Lu! No que a gente pode te ajudar?
Mía – Não tem nem o que perguntar, Lu! Não dá pra viver naquele apartamento sem água, e quando os pedreiros começarem a trabalhar vai ser um caos. Prepara tudo que vocês e o Ricardito precisarem pra vir pra cá, que eu falo com o Alberto e, quando ele terminar de jantar, a gente vai de carro buscar vocês. Vocês já vêm ficar com a gente pelo tempo que for necessário. Tá bom pra você?
Mía – Não se preocupa, daqui a pouquinho a gente chega aí! Beijinhos! Fiquei olhando pra ela e ela me conta que a irmã do meu pai, junto com o filho dela, o Ricardo, vinham passar uns dias em casa porque estavam reformando o apartamento deles, onde estourou um cano ou algo assim.
Então fomos buscar minha tia e meu primo de carro. Quando chegamos, tocamos a campainha, abriram pra gente subir, nos cumprimentamos e minha tia agradeceu de novo pelo favor. Pegamos duas malas e uma sacola, minha tia deixou as chaves do apartamento com o zelador do prédio e voltamos pra casa. Chegando lá, eles se instalaram rapidinho e fomos todos dormir, porque estavam exaustos da noite anterior.
Na manhã seguinte, acordamos e minha mãe estava terminando de preparar um café da manhã delicioso pra todo mundo. Ela me deu bom dia, e logo depois minha tia chegou, me cumprimentou, se aproximou da minha mãe e perguntou se precisava de ajuda com o café. Enquanto as duas arrumavam a mesa, poucos minutos depois o Ricardinho apareceu com uma carinha de sono que fez todo mundo rir. Ele deu bom dia e um beijo em todo mundo e sentou à mesa. Enquanto tomávamos café, conversamos sobre como organizar os horários. Basicamente, minha mãe é professora de ginástica e trabalha toda manhã dando aula em várias escolas de ensino médio, das 10h às 11h, e à tarde numa academia. Eu tô no último ano do ensino fundamental, então saio às 12h30, já tô no final. Minha tia trabalha num consultório médico até as 14h, e meu primo começou a faculdade e vai à tarde, então ele ficaria com a minha mãe de manhã, mas estudando no meu quarto, já que ele e a mãe dele dormem lá, enquanto eu durmo com minha mãe no quarto de casal, porque meu pai só chega no fim de semana.
Meu primo já tem quase 20 anos. A gente pensaria que ele é cheio de amigos e amigas, saindo pra festa todo ou quase todo dia. Nada disso, é bem o contrário: ele é solitário, calado, muito tímido e meio retraído, super estudioso e aplicado, um verdadeiro filhinho da mamãe. Até o físico dele combina com o jeito dele: baixinho. E magro como um palito e sem uma gota de esporte no corpo, cabelo curto como se tivesse cortado com uma tigela e sempre penteado certinho, um verdadeiro rato de biblioteca. Sinceramente, não me surpreendia que ele fosse assim, coitado. O pai abandonou minha tia quando ela estava grávida, o frouxo sumiu quando soube da gravidez e nunca mais viram nem ouviram falar dele. Isso foi um fato muito traumático e doloroso na vida dela, se viu sozinha e grávida. Esse acontecimento fez com que ela se dedicasse exclusivamente ao filho e ao trabalho. Ela se agarrou tanto ao Ricardito que nunca mais reconstruiu a vida sentimental, sempre em cima do filho o tempo todo. Isso os tornou extremamente unidos e muito dependentes um do outro, e ela uma mãe superprotetora, e o Ricardito um menino sempre ligado nos conselhos da mãe.
Terminamos de tomar café da manhã e minha mãe me levou pra escola, e de quebra deixou minha tia no trabalho. Mas enquanto a gente ia, minha mãe recebeu uma ligação no celular.
Mia – Oi, senhor diretor –
Mia – Ahhh, tá bom, tá bom –
Mia – Sim, até logo, obrigada por avisar –
Mia – Era o diretor, hoje tem greve, então não tem aula –
Eu, iludido, pensando que ia rolar o mesmo comigo, mas quase sempre as greves de professores não são iguais pra todo mundo. Nesse caso, era greve dos professores do ensino médio, então aula normal.
Lucia – Ah, que bom, você vai poder descansar –
Mia – Sim, cuidar melhor da visita – se referindo ao meu primo
LUCIA – Não, pelo Maty, não se preocupa, ele vai passar a manhã fora –
Mia – Aaaaai, Luci, ele não é um militar, é seu filho, hahaha – bom, continuaram conversando até deixarmos minha tia no trabalho, e depois ela me deixaria na escola.
Bom, no fim minha mãe me deixa e vai rapidinho pra casa, cuidar do meu primo. Mas no final a gente teve que sair mais cedo por causa de um vazamento de gás. Na escola, ligaram pra minha mãe pra ela vir me buscar, mas ela não atendia e o celular dela tava dando como desligado. Aí uma mãe de um colega se... Se ofereceu pra me levar em casa.
Quando cheguei em casa, ao abrir a porta, notei minha mãe subindo as escadas (já eram umas 10 da manhã) com uma bandeja, de costas pra mim, mostrando aquele rabão empinado mesmo com o moletom cinza e um top onde dava pra ver que ela levava um suco de laranja e biscoitinhos, que com certeza era pra agradar meu primo.
Ela não percebe minha presença e sobe as escadas.
Olho pra mesa da sala e vejo sacolas de compras do supermercado (o que me fez supor que ela estava fazendo compras quando a escola ligou pra ela me buscar). Bom, não dei importância e fui ver o que tinha nas sacolas. Vejo um pacote de biscoitinhos (meus favoritos) e começo a comer, já que tava com fome.
Mia – Aaaaaaaaaaahhhhhh –
Maty – Ah, desculpa tia, desculpa!!! –
Ouço o grito da minha mãe vindo do segundo andar e fico paralisado. Então me aproximo da escada e escuto de longe:
Maty – Por favor, tia, não conta pra minha mãe, por favor – com muita vergonha.
Mia – Fica tranquilo, não aconteceu nada. Eu também via pornô na sua idade –
Falei na minha cabeça: "Ele foi pego no flagra, hahahaha". Eu ria por dentro, mas sinto a porta se fechar e, curioso, subo e fico atrás dela pra ouvir o desenrolar.
Mia – Fica calmo, Ricardinho, fica calmo, bebê. Entendo que na sua idade é super normal bater uma punheta. Todo mundo faz quando tá passando por essa fase, os hormônios ficam loucos e são incontroláveis. E, bom, às vezes você não tá com sua namorada e essa é a forma de aliviar.
Maty – Desculpa, tia! Me perdoa. Você vai pensar que sou um nojento.
Mia – Não, meu amor! Você não é um nojento! Já te falei que eu também vejo.
Maty – Sério, tia? Você gosta? E meu tio sabe?
Mia – Sim, sério, eu gosto! E seu tio adora que eu faça isso, quase sempre assistimos juntos. Viu como não é tão nojento assim? Ver pornô é super comum, mas a maioria das pessoas nega por preconceito e assiste escondido. Tenho certeza de que muita gente vê pornografia. mia—Se quiser, a gente pode ver pornô um pouco juntos, assim os dois ficam na mesma condição e ninguém conta nada pra ninguém.
maty—Tem certeza, tia?
mia—Sim, maty! Certa. Abre o computador e a gente vê um pouco de pornô junto.
Não podia acreditar no que tava ouvindo, minha mãe ia ver pornô com meu primo, seria pra ela não se sentir mal, enfim, fiquei ouvindo atrás da porta pra saber o que rolava. Dava pra ouvir eles falando em inglês e depois gemidos. Ficaram uma hora vendo pornô até que minha mãe fala:
mia—Tira! maty, se quiser? Tira.
maty—Posso, tia?
mia—Sim, meu amor! Tira! Até porque já tá toda apertada e desconfortável aí dentro. Não vou me surpreender, não vai ser a primeira vez que a tia vê um pau. Tira, meu bem! Não se preocupa.
Já era demais deixar ele bater punheta na frente dela, eu naquela idade não entendia bem tudo que tava rolando.
mia—Epa, olha que interessante o que você tem aí.
maty—Valeu, tô nervoso.
mia—Jaaajajj deixa eu te ajudar.
E começou a sair o áudio do vídeo, durou pouco, dava pra perceber que era um daqueles vídeos de 5 ou 10 minutos.
mia—Beleza, agora você sozinho. Bota esse vídeozinho aqui pra te ajudar?
maty—Sim, manda, tia.
E se ouvia umas palavras em inglês e depois o famoso plaf plaf plaf plafaaaaaahhhhh aoaaaaphhhh oooooh my godaaaaaaaah por 10 minutos.
mia—Epa, como custa pra sair, hein.
maty—É, desculpa.
mia—Nada de pedir desculpa. Olha, quer que eu ajudo de novo?
maty—Sim, por favor.
mia—Manda.
E se sente como um cuspe e em uns minutos.
maty—Que peitos, tia.
Deviam ter colocado outro pornô, com certeza, mas não se ouvia nada.
mia—Bom, vamos indo que daqui a pouco tenho que buscar seu primo.
E já eram quase 11h e eu saio meio-dia.
mia—Aaaaay que duro esse menino—dava pra perceber que ela tava fazendo força.
maty—Aaaammmmmm quer experimentar?
mia—Não passa dos limites.
maty—Oooooooooooooooohhh mmmmmm, vai, se você tá com vontade.
mia—Aaaa virou machinho agora, vai ver. Vai pra cama que aqui quem manda sou eu.
Fiquei feliz que minha mãe botou um ponto final. finalmente, o assediador tarado do meu primo
Mia– shhhh vou fechar as cortinas –
E começa a tocar uma música suave tipo jazz e dá pra ouvir meu primo elogiando uma bunda
Maty– que rabo!!!! –
Mia– Que pau!!! –
Já não aguentei mais e olhei pela fresta da porta, e dava bem na minha cama, que é onde eu durmo, na parede, bem de frente pra porta. Meu primo tava sentado nela, olhando pra frente, com as calças abaixadas até os tornozelos, junto com a cueca, e o pau duro apontando pro teto, era comprido e cheio de veias, bem grosso, com a cabeça vermelha.
Aí minha mãe se aproxima de fio dental e peitos de fora, coloca uma almofada e se ajoelha na frente dele. E começa a beijar a cabeça do pau com beijinhos, até passar a língua por toda a glande, depois pelo tronco e até nas bolas.
Ela pega ele com a mão direita e começa a chupar o pau inteiro, passando a língua por tudo, e com a mão esquerda nas bolas, levanta pra chupar de novo, com a glande rodando dentro da boca dela como se fosse um pirulito gigante.
Maty– aaaaaaaaaaaaaaaahhhh mmmmmmm siiiiiim tiiiiiiiaaaaaaaaaaaa –
Mia– cê gosta do meu amor? –
Maty– sim tia, adoro aaaaaaaaaaa –
Aí ela enfia o pau até a garganta, começando a subir e descer incrivelmente rápido.
Mia– aaaaaagggggggglglglglglgglululululuglupglupglup
Maty– AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHOOOO
Continuou por um bom tempo até fazer um boobs fuck com os peitos dela, depois colocou o pau na cara dele pra ele chupar os peitos dela.
E aí maty chupa como um louco, mordendo e saboreando os mamilos dela como um desesperado.
Maty–mmmmmmmuauuauauauuccckkk que delícia, gostosa –
Mia– aaaaahhh aaaaaaaaaaaay mais devagar maty!!!! –
Eu não conseguia acreditar no que tava vendo. Saí correndo pra rua e fiquei uns minutos na esquina até que me veio a ideia de voltar e tocar a campainha pra interromper a festinha deles.
Fiz isso, mas quando toquei a campainha não funcionou, então resolvi entrar e gritar o famoso ¡¡¡¡¡já chega, mamãe!!!!!! Então abri a porta, mas quando ia gritar, ouço a mamãe fazendo, então subo as escadas, vejo que a porta do meu quarto tá aberta, mas não tão lá. Quando entro, ouço ela gritar de novo, mas na verdade era um gemido. Olho pra trás e o quarto dela tava aberto, já que os dois são de frente, e vejo eles deitados na cama. Então me escondo de lado e enfio a cabeça pra ver, já que eles não perceberam minha presença.
Vejo que minha mãe tá do lado esquerdo da cama, deitada de lado, dando a bunda dela pro meu primo, que tava do lado dela enfiando a pica na buceta dela, que entrava perfeita, já que tava sendo guiada pela mão direita da minha mãe, com a perna direita pendurada no ar e segura pelo braço do sobrinho dela, enquanto o braço esquerdo dele passava por baixo do corpo dela, massageando um peito dela.
Mia – aaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiaaaaaaaaaaiiiiiii –
E dava pra ouvir o plaf plaf plaf da bombada da penetração.
Já a pica enfiada na buceta da minha mãe não precisou mais ser guiada por ela, já que tava metade pra dentro e com o movimento pélvico da mesma entrada, ela se sacudia bem gostoso. Minha mãe, com a mão livre, passava a língua e depois levava até a buceta dela pra umedecer ainda mais.
Mia – aaaaahhh mmmmmm siiiiiimmmmm vai meu amor, vai meu love –
E ela ajudava, se mexendo também, produzindo o movimento e o rangido da cama de casal que dividia com o marido e agora fazia com o filho da irmã do marido em plena ação. Ela colocou a mão na bunda dele e ajudava a empurrar o corpo dele pra um movimento pélvico feroz dos dois.
Maty – toma tia, tomaaaaaaaaaaaaaaaaa –
Mia – ooooooohhhh aaaaaggggaaaooooohhhh, sim meu anjo, siiiiiiiiiim –
Depois eles se soltaram e ela ficou de bruços, com a bunda empinada.
Mia – fazemos o que a gente viu no filme agora? –
Maty – siiiiiiiiiiiiiiiiiiiii – com os olhos brilhando e todo animado.
Ele fica atrás dela, ela com o joelho direito Coloca o colchão e a perna esquerda flexionada com o pé na cama e aponta a vara de novo pra buceta da tia dela e começa a meter, depois apoia as duas mãos no quadril dela, mas a mãe leva as mãos pra trás, e ele segura uma delas como se fosse algema, tipo quando a polícia tá levando alguém, e começa a bombar.
Mia – aaaaa ooooooooooooooh yeaaaaaaaaaaaaaaaa-
Maty – igual ao filme hahahahahaaaaaoooohhhh-
Ela solta as mãos pra apoiar na cama e começa a fazer movimentos circulares com a bunda e plaf plaf plaf, ficava mais forte ainda. De novo, ele lubrifica a buceta, mas com os dedos ele abre mais ainda pra pica da novinha entrar melhor.
Mia – assaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh oooohhhhhhh
Maty aproveitava pra dar tapas naqueles glúteos tão durinhos da tia dele.
Mia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaa sim, vai vai vai, me dá maaaaaaaaaaaais-
E assim continuou por um bom tempo até que ele disse que ia gozar.
Mia – para, sobrinho, para – e se desgruda dele.
Mia – olha, deita aqui –
Maty – fala aí –
E ele deita de barriga pra cima, e minha mãe começa a chupar a pica dele de novo até tirar da boca e começa a masturbar ele, fazendo uma cachoeira branca. Ela deixa a língua pra fora pra receber o gosto do leite do sobrinho. Ele tava curtindo o gozo olhando pro teto, e eu aproveitei sem ser visto e desci.
Pouco depois, minha mãe desce arrumando a roupa e me vê, surpresa.
Mia – o que você tá fazendo aqui? –
Eu – ehhhh, não, a gente teve que sair mais cedo por um imprevisto na escola e a mãe do Mauri me trouxe –
Mia – mas você acabou de chegar? –
Eu – eh sim, sim, mãe, agora agora –
Mia – ah, que bom – e suspira aliviada.
Eu – bom por quê? –
Mia – bom que trouxeram, digo.
Eu – aaaaaaaaaah sim.
E ela vai pro banheiro e sai com um monte de papel higiênico pra cima, desce de novo e me fala que tinha uma mancha ou sei lá o quê.
Na hora, meu primo desce e passa a mão na minha cabeça como se eu fosse um cachorro. Minha mãe começa a fazer umas milanesas e eu Primo arruma a mercadoria.
Eu aproveito pra ir no banheiro e bater uma punheta daquelas, meu primo tava muito atento com a mãe e aproveitava pra passar a mão na cintura e nas pernas dela enquanto almoçávamos. Daqui a pouco chega a mãe dele, ou seja, minha tia, e come a parte que minha mãe deixou, e elas ficam conversando enquanto eu e meu primo jogávamos no play. Num momento, vejo que o Maty vira e dá um beijo na minha mãe, e ela responde passando a língua nos lábios sem a Lucy perceber. Não dava pra acreditar. Meu primo foi estudar daqui a pouco, e minha mãe aproveita pra ir tomar banho enquanto eu via TV e minha tia ia dormir a sesta. Não sei por que, mas deu vontade de ir espiar minha mãe, mas não fui, já era demais.
Mia–aaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhh mmmmm-
Mas por que ela tava gemendo, se não tava dando pra ninguém?
Claro, ela tava se masturbando, parece que não saciou toda a sede depois de dar pro sobrinho. Eu continuei acompanhando aquela punheta do meu lugar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quando elas saem do banho, vou pro meu quarto, já que minha tia foi convidada a dormir a sesta na cama dos meus pais, onde o próprio filho dela comeu a mulher do irmão dele há umas duas horas atrás. Vejo pela janela minha mãe indo pro outro trabalho dela e aí fiquei pensando no que devia fazer. Uma opção era comer minha tia enquanto ela dormia pra devolver o favor pro meu primo, mas ela não é tão gostosa quanto minha mãe e, além disso, sou muito novo e não me excita. Daí concluí que curto ser voyeur, ou seja, ver os outros trepando, mas não tive vergonha de admitir isso, mesmo que seja vendo minha velha com meu primo. Muita gente já passou por isso de espiar os pais trepando, mas ver a mamãe com o Maty e ficar excitado assim... bom.
Duas vezes era pra filmar na próxima vez, mas e se eu perder o celular ou alguém que não devia descobrir? Além disso, eu ia ficar feito um otário, já que minha mãe tava sendo comida pelo sobrinho dela, e tudo que podia rolar: escândalo, minha mãe ser mandada embora, separação entre eles e mais um monte de treta. E por último, contar pra eles que eu sabia, mas não tenho coragem porque pode acontecer coisa pior, e ainda por cima eu gosto de ver.
Passaram as horas e minha tia Lucy acordou da soneca pra me avisar que ia até o apartamento dela ver como tava o trabalho dos pedreiros. Passaram as horas e minha mãe não chegava, assim como o Matías e a mãe dele. Eu ligava pra minha mãe, mas dava desligado.
Isso lá pras 22:30h chega minha tia Lucy.
Lucy – eles ainda não chegaram, betito – me disse essa puta da minha tia
Eu – não, tia, não chegaram. Tô ligando pra minha mãe, mas ela não atende, parece que o celular tá desligado.
Lucy – se o dematê disser que acontece o mesmo, eles vão ficar juntos? – Imagina, como eu falei por dentro
Acabou de ouvir o barulho da fechadura e a porta se abriu, eram eles e vinham com um par de pizzas. De repente, começa uma tempestade.
Mia — desculpa a demora, é que o carro não tá funcionando direito — e dá um beijo em cada um de nós. Eu sinto que ela deixa uma meleca viscosa e branca no meu rosto.
Lucy – a gente já tava começando a ficar preocupada com o Betito, que não vinha, o celular não funcionou.
Mia – no celular, o meu ficou sem bateria –
Maty – também mais velha – essa resposta dava a entender que Matias parecia ser outra pessoa, como se a atitude dele tivesse mudado.
Lucy – como um velho, você me falta com o respeito –
Maty – não começa a me encher o saco –
Lucy –Coooooomooooo???? – ela disse irritada
Mia – os caras falam assim agora, além disso, por culpa do pobre Matute, ele ainda não comeu – disse para evitar qualquer começo de discussão.
Maty – eu já comi– e ela ri
Lucy – quecomiste? –
Maty – um pedaço de carne –
Lucy – já comeram, porra?
Maty – e você não imagina como –
Eu tava soltando fumaça, mas meu pau também tava ficando duro, aí minha mãe volta a interromper.
Mia – kkkkkkkkk comemos umas batatinhas de barraquinha enquanto esperávamos as pizzas –
Lucy – então, o que comeram –
Maty – ah não, vocês nunca caem
Mia – hoje você tá uma gracinha, é melhor pra se adaptar bem na universidade.
Lucy – é verdade, como é que foi?
Maty – bem, eu gosto das matérias e além disso a tia vai me ajudar, ela disse.
Mia – claro, desde que ela consiga se concentrar pra ir melhor, eu sei técnica de meditação – tipo, invento qualquer coisa.
Lucy – tá bem, mas o que aconteceu com o carro?
Mia – a gente ficou por lá e ela não queria dar partida –
Maty – até que eu arranco com tudo – e se aproxima pra colocar a mão na cintura dela.
Mia – claro, o carro tava meio afogado, até que eu pisei fundo e viemos pra cá. Bom, vamos comer que as pizzas estão esfriando.
Combinamos tudo direitinho pra encenar e, quando sentamos, minha mãe senta na ponta, minha tia do lado esquerdo e, do lado direito, onde eu ia sentar, senta a Maty. E bom, deixei pra observar o que rolava, notei olhares cúmplices no encontro entre elas, do meu primo pra minha mãe e vice-versa em alguns momentos. No meio do jantar, caiu um talher no chão, fui pegar embaixo da mesa e vi uma cena completamente erótica — vocês vão pensar que era a mão do meu primo apoiada ou tocando a perna da minha mãe, mas era o contrário: procurei o talher e, quando olhei pra minha esquerda, minha mãe tava passando a mão por baixo da mesa na porra da pica da Maty por cima da calça, onde dava pra ver um volume bem interessante. Apesar da minha excitação e tudo, o jantar seguiu o mais normal possível, fizemos uma sobremesa bem rápida depois de comer e fomos dormir. A tempestade não parava, e minha tia com a Maty foram dormir no meu quarto, e eu fiquei com minha mãe.
Minha mãe vai dormir com uma camisola vermelha de seda. Depois de um tempo dormindo, comecei a ter um sonho sobre o que tinha rolado hoje entre a Maty e a mamãe. Comecei a me revirar que nem um doido na cama e, quando acordei assustado, pensei que tinha roçado ou empurrado minha mãe, mas pra minha surpresa ela não estava lá. (Eram 6:30 da manhã) Desci e notei que a luz do banheiro estava acesa, ouvindo aquele clássico plaf plaf plaf e gemidos. Cheguei perto pra ver, abri um pouco sem ela perceber, e vi minha mãe com a camisola enrolada na cintura, os peitos nus sobre a pia do banheiro, balançando, com a tanga nos pés, se segurando com as mãos apoiadas no espelho, sendo fodida com as picas do meu primo na buceta dela, que abria os lábios como uma cratera.
Mia–aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh sim, me dá esse pau de merda–
Maty – já não sou mais virgem graça aaaaaa vocêêêê – e tava rindo
Mia – se meu amorzinho meu cara favoritoooooooohhhh e seu gozo sempre vai ser meu Miaaaaaaaaaaaaaa –
Maty – você é uma putaaaaaaaaaaaaaaaaaa-
Mia – aaaaaaaaaaaaooooaaaaaaaaaooooooooooooo aaaaahhh –
Num instante, vi como ele gozava dentro dela, foi algo surpreendente e inesperado pros dois.
Maty –aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooooooooooooooooooooooooooooooohhhhhhhhhha –
Minha mãe fica de quatro e enfia um dedo na buceta, tira um pouco de porra do macho adolescente dela e come.
Mia – acho que vamos ter que usar camisinha pra qualquer problema que possa rolar – e piscou um olho.
Meu primo veste as calças e minha mãe também começa a arrumar a roupa dela.
Rapidamente percebi que o ato tinha acabado e decidi voltar pro quarto com a pica dura. Poucos minutos depois, minha mãe apareceu como se nada tivesse acontecido, mas ficou me olhando. Eu fingi que tava dormindo e ela voltou a se deitar.
De manhã cedo, aconteceu a mesma coisa de novo: ela levantou cedo e preparou o café da manhã, depois a gente fez o resto. Meu primo continuava muito grudento com a mamãe, mas dessa vez ela deu uma segurada pra não levantar suspeita, já que a Lucy, a mãe dele, tinha reclamado dele estar um pouco pegajoso com a tia.
No fim, minha mãe me levou pra escola, mas antes passamos pra deixar minha tia no trabalho dela.
Lucy – ah, e o que que o Maty tem? – minha mãe arregala os olhos feito ovo, e eu consigo ver ela pelo retrovisor, já que tava no banco de trás.
Mia – a que você se refere?
Lucy – e ela já tem 20 anos, e bom, ele precisa ficar com alguém, saca?
Mia – ah, sim, mas tenho certeza que você consegue resolver isso sozinho, é um verdadeiro galã –
Lucy – Você acha? Viu como ele é tímido, tenho medo que a atitude calada dele não deixe ele ficar com nenhuma garota.
Mia – não tem nada a ver, por que você diz isso? Ele é quietinho? Olha que esses são os mais perigosos, tipo, desperta uma certa... como te dizer... uma vontade de ver o que ele esconde, e tenho certeza que deve ser surpreendente.
Lucy – e vocêdeve saber, já que o Rafa e você tiveram uns rolos antes de ficar juntos, eusó fiquei com aquele filho da puta que me engravidou –
Mía – claro que sim, fica tranquila que seu neném virgem não vai morrer –
Lucy – mas o que me preocupa é que ele não vire um degenerado, sabe que os desejos dos caras mais na deles podem ser mais fortes, eu sei que ele vê pornô, mas tenho medo que ele confunda as coisas, você percebeu que ele te olha com desejo – minha mãe engole saliva
Mía – sim, mas issovai acontecer nunca e é mais, posso ajudar ele –
Lucy – se é isso que você queria, pedir pra você ajudar ele –
Mía – como assim? –
Lucy – e hoje é quinta-feira e todos os caras vão ao cinema ver um filme de terror novo. Você podia ir com ele e ir dando umas dicas de como chegar em alguma mina.
Mía – sim, claro, vou com ele, a gente se separa e vou guiando ele, caso vá alguma colega da faculdade, o que acha?
Lucy – sim, claro que faria isso por nós, eu cuido do Beto hoje à noite
Mía – então fechamos assim, e você vai ver como tá o seu apê?
Lucy – hoje não, os pedreiros não tão trabalhando, me falaram.
Mía – ah, então tá combinado assim – enquanto fica pensativa.
Era óbvio do que a conversa se tratava e que eu claramente estava na mira. Bom, deixamos minha tia no trabalho e minha mãe fica de mensageira em cada semáforo. Em um momento, a duas quadras da escola, minha mãe estaciona numa esquina onde tem uma farmácia — ainda dava tempo de bater o sinal na entrada da escola. Quando ela desce, eu pego o celular dela e vejo que ela tava trocando mensagem com meu primo, onde entre as mensagens ele mandava fotos da pica dele com legendas tipo "olha como você me deixa", "vou meter no seu cu" etc. No fim, as mensagens concluíam que essa noite ele ia no apartamento dela, enganando minha tia ao dizer que o plano era acompanhar minha mãe até Maty pra que o cinema ajudasse ele a pegar uma coleguinha da escola e sei lá o quê, mas na verdade iam transar no apartamento do meu primo que tava em reforma.
1 comentários - Tia gostosa (conto erótico familiar)