Fala, galera! Hoje vim contar a vez que o amigo do meu filho me comeu. Meu nome é Pricila, tenho 40 anos, e um filho de 19 chamado Carlos, que tá na faculdade. Sou mãe solteira, moro só com ele porque me separei do marido quando ele nasceu, e criei ele sozinha. A gente tá bem de grana, não falta nada pra mim e muito menos pro meu filho. Trabalho de casa e, como falei, meu filho vai pra faculdade e também não precisa de nada, graças à nossa situação financeira. Sou uma mulher alta, de pele clara e com um corpão. Operei os peitos e tenho ido na academia pra fortalecer a raba. Na rua, não passa um homem que não me olhe com maldade ou me mande um elogio. Deixo uma foto de como sou.
Como te falo, sou bem gostosa e sempre chamo a atenção dos caras onde quer que eu vá. Um dia, meu filho voltou da faculdade e me perguntou se podia chamar um amigo no dia seguinte pra jogar videogame (sabe, coisa de adolescente). Carlos: "Mãe, amanhã vem meu amigo Alan aqui pra jogar, a gente vai ficar no meu quarto." Eu: "Tá bom, filho, só me avisa que horas pra preparar alguma coisa pra vocês comerem." Carlos: "Fechou, mãe."
No dia seguinte, Carlos chegou com o amigo Alan. Eu tava preparando a comida. Alan era um cara de 1,90, moreno, meio musculoso e muito bonito. Meu filho me apresentou, eu cumprimentei ele com beijo e abraço, mas percebi que Alan não parava de olhar pra minhas tetas. Porque em casa eu ando sempre largada, e dessa vez não foi diferente: tô sempre de blusa e sem sutiã, o que deixa minhas tetas enormes bem à mostra e os bicos marcando.
Ele não parava de me olhar. Carlos chamou ele pra ir jogar, eu continuei preparando a comida. Depois de um tempo, mandei chamar os dois pra comer, e eles saíram do quarto. Mandei meu filho na padaria comprar o que faltava, ele foi e eu fiquei sozinha com Alan na sala. Ele começou a puxar conversa, mas não parava de me olhar, nem disfarçava. Eu me sentia atraída por aquele garoto. Meu filho chegou e fomos comer. Depois de terminar, eles voltaram pro quarto pra continuar jogando. Chegou a hora do Alan ir embora, e a gente se despediu com beijo e abraço, mas sem querer a mão dele roçou na minha teta. Ele ficou vermelho e não parava de olhar pra elas. Eu só sorri e falei, com uma voz bem safada: "A gente se vê depois". À noite, perguntei pro meu filho por que ele não convidava o Alan pra dormir aqui no fim de semana. Ele disse que não seria má ideia.
Chegou o fim de semana, mas meu filho não ia estar porque ia fazer uma excursão da universidade. Só iam ele e alguns colegas, porque eram os melhores alunos. Então pensei que o Alan não viria dormir aqui. Umas 7:30 da noite, ouço a campainha. Pensei quem poderia ser, porque não tinha visita nem tinha pedido comida. Abri a porta e levei um susto: era o Alan.
Eu: "Oi, Alan, o que você faz aqui?"
Alan: "Oi, dona. O Carlos me convidou pra dormir no fim de semana."
Eu: "Mas o Carlos não está. Ele não te avisou que ia pra excursão?"
Alan: "Não, senhora, não me disse nada. Então é melhor eu voltar pra casa."
Eu: "Não, tá maluco? Olha a hora que é, e ainda mora longe. Melhor ficar pra dormir e amanhã você volta."
Alan: "Tem certeza? Não quero incomodar."
Eu: "Imagina, fica de boa. Pode dormir no quarto do Carlos."
Alan: "Tá bom, senhora."
Convidei ele pra entrar e sentamos na sala. Pedi pizza pra jantar e fomos ver um filme. (Nesse dia, eu tava de miniblusa e shorts, e olha... vocês não têm ideia de como o Alan ficou.)
Alan não parava de me olhar. A gente tava vendo o filme, mas ele tava mais focado em me comer com os olhos. Eu percebia, mas me fiz de sonsa. Perguntei pro Alan se ele tinha trazido roupa pra tomar banho, e ele disse que sim. Aí eu levantei do sofá e falei que ia preparar o chuveiro pra ele.
Entrei no banheiro e quis brincar um pouco com ele. Tirei a tanga que eu tava usando, bem putinha, e deixei na banheira, como se não tivesse percebido que tinha uma calcinha minha ali. Voltei pra sala e falei que já tava pronto. Ele levantou, pegou as coisas dele e foi tomar banho.
Ele saiu do banheiro já trocado, e eu falei que também ia tomar banho. Perguntei se ele queria ficar na sala ou no quarto do Carlos, e ele disse que preferia ficar na sala. Entrei no chuveiro e, pra minha surpresa, a tanga que eu tinha deixado não estava mais lá. Acho que ele escondeu entre as coisas dele. Fiquei tão excitada que, quando saí do banho, quis provocar ele e vestir algo bem sexy, quase seminua.
As tetas dela estavam literalmente pra fora, meus bicos dava pra ver. Cheguei na sala e quando Alan me viu, ficou de boca aberta. Sentei do lado dele e perguntei se tava gostando do que via. Ele só me agarrou pelo pescoço e começou a me beijar, e com uma mão pegou uma das minhas tetas. Começou a chupar minhas tetas, não parava de morder meus bicos. Me deitou no sofá, com as pernas abertas, e eu sentia o pau dele endurecendo na minha buceta. Ele parou e foi descendo devagar até chegar na minha buceta, começou a chupar ela, meter os dedos, enfiar a língua. Depois sentou no sofá e eu me ajoelhei no chão, fui baixando o short dele, já dava pra ver que tava bem duro. Tirei o short e, pra minha surpresa, saiu um pau de bom tamanho, uns 20 cm, grosso e cabeçudo. Comecei a chupar desde as bolas até a ponta do pau dele, enfiava tudo, mas aquela coisa não entrava nem metade. Ele me puxou pelo cabelo e me colocou de quatro no sofá, e de uma vez meteu o pau inteiro na minha buceta. Senti ele abrindo minha buceta. Me virou de barriga pra cima e continuou metendo bem forte. Eu já não aguentava mais, me sentia muito molhada, ele me fazia gozar uma vez atrás da outra. Eu falava que era a putinha dele, que não parasse de me foder. Alan não se cansava de meter e tirar o pau. A gente ficou tipo uma hora e meia transando, até que eu me ajoelhei e ele encheu minha cara de porra. Naquela mesma noite fomos dormir juntos e passamos a noite transando como loucos. Foi assim o fim de semana inteiro, a gente transava como loucos, até que meu filho chegou da viagem, e Alan teve que ir pra casa dele. Toda vez que Alan vinha jogar com o Carlos, a gente aproveitava pra transar ou dar uma rapidinha. Alan começou a dormir mais vezes com a gente e a gente fazia quando dava.

Como te falo, sou bem gostosa e sempre chamo a atenção dos caras onde quer que eu vá. Um dia, meu filho voltou da faculdade e me perguntou se podia chamar um amigo no dia seguinte pra jogar videogame (sabe, coisa de adolescente). Carlos: "Mãe, amanhã vem meu amigo Alan aqui pra jogar, a gente vai ficar no meu quarto." Eu: "Tá bom, filho, só me avisa que horas pra preparar alguma coisa pra vocês comerem." Carlos: "Fechou, mãe."No dia seguinte, Carlos chegou com o amigo Alan. Eu tava preparando a comida. Alan era um cara de 1,90, moreno, meio musculoso e muito bonito. Meu filho me apresentou, eu cumprimentei ele com beijo e abraço, mas percebi que Alan não parava de olhar pra minhas tetas. Porque em casa eu ando sempre largada, e dessa vez não foi diferente: tô sempre de blusa e sem sutiã, o que deixa minhas tetas enormes bem à mostra e os bicos marcando.
Ele não parava de me olhar. Carlos chamou ele pra ir jogar, eu continuei preparando a comida. Depois de um tempo, mandei chamar os dois pra comer, e eles saíram do quarto. Mandei meu filho na padaria comprar o que faltava, ele foi e eu fiquei sozinha com Alan na sala. Ele começou a puxar conversa, mas não parava de me olhar, nem disfarçava. Eu me sentia atraída por aquele garoto. Meu filho chegou e fomos comer. Depois de terminar, eles voltaram pro quarto pra continuar jogando. Chegou a hora do Alan ir embora, e a gente se despediu com beijo e abraço, mas sem querer a mão dele roçou na minha teta. Ele ficou vermelho e não parava de olhar pra elas. Eu só sorri e falei, com uma voz bem safada: "A gente se vê depois". À noite, perguntei pro meu filho por que ele não convidava o Alan pra dormir aqui no fim de semana. Ele disse que não seria má ideia.Chegou o fim de semana, mas meu filho não ia estar porque ia fazer uma excursão da universidade. Só iam ele e alguns colegas, porque eram os melhores alunos. Então pensei que o Alan não viria dormir aqui. Umas 7:30 da noite, ouço a campainha. Pensei quem poderia ser, porque não tinha visita nem tinha pedido comida. Abri a porta e levei um susto: era o Alan.
Eu: "Oi, Alan, o que você faz aqui?"
Alan: "Oi, dona. O Carlos me convidou pra dormir no fim de semana."
Eu: "Mas o Carlos não está. Ele não te avisou que ia pra excursão?"
Alan: "Não, senhora, não me disse nada. Então é melhor eu voltar pra casa."
Eu: "Não, tá maluco? Olha a hora que é, e ainda mora longe. Melhor ficar pra dormir e amanhã você volta."
Alan: "Tem certeza? Não quero incomodar."
Eu: "Imagina, fica de boa. Pode dormir no quarto do Carlos."
Alan: "Tá bom, senhora."
Convidei ele pra entrar e sentamos na sala. Pedi pizza pra jantar e fomos ver um filme. (Nesse dia, eu tava de miniblusa e shorts, e olha... vocês não têm ideia de como o Alan ficou.)
Alan não parava de me olhar. A gente tava vendo o filme, mas ele tava mais focado em me comer com os olhos. Eu percebia, mas me fiz de sonsa. Perguntei pro Alan se ele tinha trazido roupa pra tomar banho, e ele disse que sim. Aí eu levantei do sofá e falei que ia preparar o chuveiro pra ele.Entrei no banheiro e quis brincar um pouco com ele. Tirei a tanga que eu tava usando, bem putinha, e deixei na banheira, como se não tivesse percebido que tinha uma calcinha minha ali. Voltei pra sala e falei que já tava pronto. Ele levantou, pegou as coisas dele e foi tomar banho.
Ele saiu do banheiro já trocado, e eu falei que também ia tomar banho. Perguntei se ele queria ficar na sala ou no quarto do Carlos, e ele disse que preferia ficar na sala. Entrei no chuveiro e, pra minha surpresa, a tanga que eu tinha deixado não estava mais lá. Acho que ele escondeu entre as coisas dele. Fiquei tão excitada que, quando saí do banho, quis provocar ele e vestir algo bem sexy, quase seminua.

As tetas dela estavam literalmente pra fora, meus bicos dava pra ver. Cheguei na sala e quando Alan me viu, ficou de boca aberta. Sentei do lado dele e perguntei se tava gostando do que via. Ele só me agarrou pelo pescoço e começou a me beijar, e com uma mão pegou uma das minhas tetas. Começou a chupar minhas tetas, não parava de morder meus bicos. Me deitou no sofá, com as pernas abertas, e eu sentia o pau dele endurecendo na minha buceta. Ele parou e foi descendo devagar até chegar na minha buceta, começou a chupar ela, meter os dedos, enfiar a língua. Depois sentou no sofá e eu me ajoelhei no chão, fui baixando o short dele, já dava pra ver que tava bem duro. Tirei o short e, pra minha surpresa, saiu um pau de bom tamanho, uns 20 cm, grosso e cabeçudo. Comecei a chupar desde as bolas até a ponta do pau dele, enfiava tudo, mas aquela coisa não entrava nem metade. Ele me puxou pelo cabelo e me colocou de quatro no sofá, e de uma vez meteu o pau inteiro na minha buceta. Senti ele abrindo minha buceta. Me virou de barriga pra cima e continuou metendo bem forte. Eu já não aguentava mais, me sentia muito molhada, ele me fazia gozar uma vez atrás da outra. Eu falava que era a putinha dele, que não parasse de me foder. Alan não se cansava de meter e tirar o pau. A gente ficou tipo uma hora e meia transando, até que eu me ajoelhei e ele encheu minha cara de porra. Naquela mesma noite fomos dormir juntos e passamos a noite transando como loucos. Foi assim o fim de semana inteiro, a gente transava como loucos, até que meu filho chegou da viagem, e Alan teve que ir pra casa dele. Toda vez que Alan vinha jogar com o Carlos, a gente aproveitava pra transar ou dar uma rapidinha. Alan começou a dormir mais vezes com a gente e a gente fazia quando dava.
2 comentários - O amigo gostoso do meu filho