Pra contar bem esse capítulo, tenho que ir esclarecendo umas paradas que eu na época não sabia, mas que minha cunhada sim. Como já falei, naquela altura minha cunhada putona tava completamente solta, em parte por causa dos hormônios da gravidez e em parte porque a turma dela, o pessoal dela, era diferente da galera da minha mina. Basicamente, não tava nem aí pra nada. Passavam horas e horas na esquina, e pra colocar de um jeito elegante, pedindo emprestado as carteiras e os celulares de algum distraído que se perdia de rua. Com essa gente aconselhando ela, rapidinho pensou em jogar a bomba e mandar tudo pra puta que pariu. Enquanto eu, iludido, trabalhava achando que tinha tudo sob controle, as duas minas, irmãzinhas putinhas chupando minha pica e eu me achando o sabichão; minha cunhada ia armando o fim da paz. O plano era simples, mas nem por isso menos eficaz. Ela sabia que minha vadia voltava mais ou menos às quatro de San Justo, onde tinha ido fazer um negócio do bebê. Mas pra mim ela falou que a gente tinha até as seis o quarto só pra gente porque o negócio tava atrasado. A pólvora já tava pronta, só faltava o pavio. Voltando do trampo, eu tava com muita vontade de foder, tava excitado e a gente vinha se provocando por mensagem com minha cunhada. Ela dizia que ia me foder como nunca, que ia deixar minha rola vermelha etc e tal. Quando cheguei, mal entrei no quarto e minha cunhada já tava me esperando só de uma calcinha fio dental vermelha, minúscula, que se perdia na bunda redonda e firme dela, umas botas altas e pelada, com a mão tapando os peitos de leve, me provocando ainda mais. Os peitinhos pequenos dela e aqueles bicos gostosos aparecendo por entre os dedos, e meus olhos grudaram ali. Minha cunhada fez um sinal com a mão pra eu ir até onde ela tava, e automaticamente fui pra cima dela. A gente começou a se beijar gostoso, a se comer de boca, língua com língua, enquanto eu apertava forte os dois lados da bunda dela. A Booty. Meu pau foi ficando cada vez mais duro no moletom e roçava na virilha molhadinha, mal contida por aquela tanguinha que me deixava louco. Alternava beijos na boca com chupadas gostosas nos mamilos, e ela, cada vez mais excitada e mais tarada com o plano que tinha armado, gemia e gozava com minha língua e minha roçada.
Ela se abaixou e puxou meu moletom com certa sutileza, deixando meu pau duro e cabeçudo bem na cara dela de garota head master. "Esse pau todo é meu, sabia?", disse me provocando, e começou a dar beijinhos suaves na cabeça. Os beijos viraram um boquete e em poucos minutos ela estava se engasgando com meu pau até o fundo. Me chupava de dar gosto, enquanto o risco e o relógio viravam parceiros. Eu, alheio à realidade, curtia como um louco aquela chupada de pau magnífica. Lembro como se fosse ontem do jeito que ela enfiava tudo naquela boquinha de head master. Deixava um pouco do batom vermelho no meu pau e babava ele todo.
Minha cunhada me puxou pra cama (a minha cama e da minha esposa) e veio pra cima de mim. Já com meu pau completamente pra fora, sentou de uma vez e deixou o fluxo da buceta apertada e molhada se fazer notar, deslizando meu pau até o fundo. Com os peitos de fora, começou a me cavalgar com vontade, com uma putaria incrível. Eu sentia meu pau afundar na bucetinha dela, tudo pele com pele, sem camisinha. A danada se aproximava mais de mim pra eu chupar os peitos enquanto me cavalgava. Eu, passado de tesão, até mordia os mamilos, e minha cunhada gritava de prazer. Eu sentia no meu pau todo o fluxo dela, que saía em boa quantidade e me molhava todo. Os próprios lençóis iam ficando molhados com o fluxo dela, e eu, mais tarado, só pensava em encher a buceta dela de porra. Enquanto ela se inclinava pra mim, eu sentia não só a barriguinha grávida dela em mim, mas também os peitos e aqueles mamilos firmes e durinhos no meu peito. Além disso, o fogo da boca dela em cada beijo fazia meu pau estar sempre prestes a explodir. Nessa Cavalgada furiosa com minha cunhadinha
pulando no meu pau como loba no cio, a gente se pegava quando de repente
minha mina atravessa a cortina da porta.
Fico cara a cara com a gente no meio do fodeção, minha
cunhadinha dá um sorriso de puta satisfeita e nem para, continua cavalgando em mim como
se nada fosse.
Minha mulher (gritando igual uma louca): que porra vocês tão fazendo, sua puta
do caralho, sua vadia de merda, sai daqui.
Minha cunhada mal vira a cabeça um pouco enquanto continua
pulando no meu pau, eu tava pálido sem reação mas com o pau durasso
pra caralho.
Minha cunhada (num tom debochado): o que eu faço? Empurro o pau
do seu marido corno. Olha como ele gosta.
Naquela hora essa frase deixou meu pau muito duro
pra caralho, pulsando, e minha mina veio pra cima na hora. Entre gritos e
ameaças, minha mina empurrou minha cunhada pra fora de cima de mim e me deu dois
tapas bem fortes que machucaram meu lábio. As duas minas brigavam
aos gritos, se puxando pelo cabelo e se batendo. Minha cunhada, mais velha, interviu
dando dois murros no guarda-roupa, quebrando até a porta de madeira. Eu tinha
ficado quietinho na cama enquanto minha mina dividia os xingamentos entre mim
e minha cunhada. As duas ficaram ofegantes, se olhando com ódio, frente a frente. Minha
cunhada deu uns gritos pra cada uma e por uns momentos elas ficaram
caladas, mas se olhavam desafiadoras. "Você se veste e vai embora com os
vagabundos dos seus amigos; você cuida melhor do pau do seu macho, não só na base da porrada; e
você, merda, não te mato porque é o pai do meu sobrinho, senão já estaria
debaixo da terra". Ela virou as costas e foi embora. Nós três ficamos no quarto
em silêncio, enquanto um clima tenso e hostil nos rodeava. Minha cunhada vestiu uma
saiinha curta, uma regata assim mesmo sem sutiã e foi pra esquina. Minha
puta me olhou nos olhos e disse: "Você segue ela e eu te mato". Fiquei
na minha, claramente, só concordei com a cabeça.
Sinceramente, naquela hora não conseguia pensar em nada. Nada, só imaginava que meu relacionamento tinha acabado e que eu não sabia como ia seguir com tudo isso. “Pode me dizer que porra você gosta naquela drogada de merda?” perguntou minha mina. Eu, claro, fiel às leis do nunca responda, fiquei calado. “O que foi, ela fode melhor que eu?”. “Ninguém fode melhor que você” consegui responder com um fio de voz. Minha mina agarrou minha pica com força. E começou a me beijar na boca. Eu tava entre a dúvida e o tesão. “Eu sou sua mulher, meu amor” ela disse enquanto descia pra chupar minha rola. Começou a chupar com uma putaria incrível, talvez o melhor boquete da vida dela. Não só engasgava com a porra da pica dura, mas parecia me contagiar com aquele fogo da boca dela no meu pau com uma safadeza foda. Quando viu que minha vara já tava no ponto, tirou a calcinha e a tanga fio dental e montou em cima de mim. Com dois movimentos rápidos, fez meu pau deslizar com a lubrificação dela até o fundo da buceta sem camisinha, pele com pele. Começou a cavalgar como nunca, totalmente descontrolada, fora de si. Pulava como uma louca em cima do meu pau e me devorava de beijos, mordendo meu lábio e apertando meu peito. Não precisei de muitas cavalgadas naquele ritmo pra que, com todo o tesão que eu tava, terminasse enchendo a buceta dela de porra. Minha mina deu uns gritos e gemidos gostosos de prazer enquanto recebia toda a porra em jorros dentro da buceta dela. Ela se aproximou com meu pau ainda dentro dela e sussurrou no meu ouvido: “ops, sabe que hoje eu tava ovulando, amor? Você vai ter que se virar com esse aí, mais um Dylan”. E sem me deixar responder, continuou: “dá um jeito, porque eu quero a TV, os tênis e o celular”. Me deu um beijo na boca, levantou e saiu do quarto. Continua.
Ela se abaixou e puxou meu moletom com certa sutileza, deixando meu pau duro e cabeçudo bem na cara dela de garota head master. "Esse pau todo é meu, sabia?", disse me provocando, e começou a dar beijinhos suaves na cabeça. Os beijos viraram um boquete e em poucos minutos ela estava se engasgando com meu pau até o fundo. Me chupava de dar gosto, enquanto o risco e o relógio viravam parceiros. Eu, alheio à realidade, curtia como um louco aquela chupada de pau magnífica. Lembro como se fosse ontem do jeito que ela enfiava tudo naquela boquinha de head master. Deixava um pouco do batom vermelho no meu pau e babava ele todo.
Minha cunhada me puxou pra cama (a minha cama e da minha esposa) e veio pra cima de mim. Já com meu pau completamente pra fora, sentou de uma vez e deixou o fluxo da buceta apertada e molhada se fazer notar, deslizando meu pau até o fundo. Com os peitos de fora, começou a me cavalgar com vontade, com uma putaria incrível. Eu sentia meu pau afundar na bucetinha dela, tudo pele com pele, sem camisinha. A danada se aproximava mais de mim pra eu chupar os peitos enquanto me cavalgava. Eu, passado de tesão, até mordia os mamilos, e minha cunhada gritava de prazer. Eu sentia no meu pau todo o fluxo dela, que saía em boa quantidade e me molhava todo. Os próprios lençóis iam ficando molhados com o fluxo dela, e eu, mais tarado, só pensava em encher a buceta dela de porra. Enquanto ela se inclinava pra mim, eu sentia não só a barriguinha grávida dela em mim, mas também os peitos e aqueles mamilos firmes e durinhos no meu peito. Além disso, o fogo da boca dela em cada beijo fazia meu pau estar sempre prestes a explodir. Nessa Cavalgada furiosa com minha cunhadinha
pulando no meu pau como loba no cio, a gente se pegava quando de repente
minha mina atravessa a cortina da porta.
Fico cara a cara com a gente no meio do fodeção, minha
cunhadinha dá um sorriso de puta satisfeita e nem para, continua cavalgando em mim como
se nada fosse.
Minha mulher (gritando igual uma louca): que porra vocês tão fazendo, sua puta
do caralho, sua vadia de merda, sai daqui.
Minha cunhada mal vira a cabeça um pouco enquanto continua
pulando no meu pau, eu tava pálido sem reação mas com o pau durasso
pra caralho.
Minha cunhada (num tom debochado): o que eu faço? Empurro o pau
do seu marido corno. Olha como ele gosta.
Naquela hora essa frase deixou meu pau muito duro
pra caralho, pulsando, e minha mina veio pra cima na hora. Entre gritos e
ameaças, minha mina empurrou minha cunhada pra fora de cima de mim e me deu dois
tapas bem fortes que machucaram meu lábio. As duas minas brigavam
aos gritos, se puxando pelo cabelo e se batendo. Minha cunhada, mais velha, interviu
dando dois murros no guarda-roupa, quebrando até a porta de madeira. Eu tinha
ficado quietinho na cama enquanto minha mina dividia os xingamentos entre mim
e minha cunhada. As duas ficaram ofegantes, se olhando com ódio, frente a frente. Minha
cunhada deu uns gritos pra cada uma e por uns momentos elas ficaram
caladas, mas se olhavam desafiadoras. "Você se veste e vai embora com os
vagabundos dos seus amigos; você cuida melhor do pau do seu macho, não só na base da porrada; e
você, merda, não te mato porque é o pai do meu sobrinho, senão já estaria
debaixo da terra". Ela virou as costas e foi embora. Nós três ficamos no quarto
em silêncio, enquanto um clima tenso e hostil nos rodeava. Minha cunhada vestiu uma
saiinha curta, uma regata assim mesmo sem sutiã e foi pra esquina. Minha
puta me olhou nos olhos e disse: "Você segue ela e eu te mato". Fiquei
na minha, claramente, só concordei com a cabeça.
Sinceramente, naquela hora não conseguia pensar em nada. Nada, só imaginava que meu relacionamento tinha acabado e que eu não sabia como ia seguir com tudo isso. “Pode me dizer que porra você gosta naquela drogada de merda?” perguntou minha mina. Eu, claro, fiel às leis do nunca responda, fiquei calado. “O que foi, ela fode melhor que eu?”. “Ninguém fode melhor que você” consegui responder com um fio de voz. Minha mina agarrou minha pica com força. E começou a me beijar na boca. Eu tava entre a dúvida e o tesão. “Eu sou sua mulher, meu amor” ela disse enquanto descia pra chupar minha rola. Começou a chupar com uma putaria incrível, talvez o melhor boquete da vida dela. Não só engasgava com a porra da pica dura, mas parecia me contagiar com aquele fogo da boca dela no meu pau com uma safadeza foda. Quando viu que minha vara já tava no ponto, tirou a calcinha e a tanga fio dental e montou em cima de mim. Com dois movimentos rápidos, fez meu pau deslizar com a lubrificação dela até o fundo da buceta sem camisinha, pele com pele. Começou a cavalgar como nunca, totalmente descontrolada, fora de si. Pulava como uma louca em cima do meu pau e me devorava de beijos, mordendo meu lábio e apertando meu peito. Não precisei de muitas cavalgadas naquele ritmo pra que, com todo o tesão que eu tava, terminasse enchendo a buceta dela de porra. Minha mina deu uns gritos e gemidos gostosos de prazer enquanto recebia toda a porra em jorros dentro da buceta dela. Ela se aproximou com meu pau ainda dentro dela e sussurrou no meu ouvido: “ops, sabe que hoje eu tava ovulando, amor? Você vai ter que se virar com esse aí, mais um Dylan”. E sem me deixar responder, continuou: “dá um jeito, porque eu quero a TV, os tênis e o celular”. Me deu um beijo na boca, levantou e saiu do quarto. Continua.
10 comentários - Minha gata nos pega fodendo com minha cunhada (cap 29)
Vas a ser papá de hijos de hermanas uyy