Mis inicios de cornudo ( parte I)

Mis inicios de cornudo ( parte I)
rabao
raposaFaz quase sete anos, aconteceu uma coisa que mudou minha vida completamente e que me doeu pra caralho na época. Naqueles dias, minha esposa trabalhava na Elektra como caixa. Nessa época, eu já tinha meu negócio de conserto de celular e fechava às 7, enquanto ela só saía às 9 da noite, então eu sempre passava pra buscá-la. Eu esperava ela na frente da loja e todos os colegas dela me conheciam e me cumprimentavam, incluindo o gerente e o subgerente. Às vezes, até algum deles sentava comigo pra bater um papo e a gente fumava um cigarro enquanto eu esperava. Até que um dia, eu já tava no meu lugar de sempre esperando por ela, quando um dos colegas dela me disse que minha esposa não estava mais na loja. Aquilo me pareceu muito estranho, principalmente quando ele falou pra eu ligar pra ela e perguntar onde a gente ia se ver, mas ele não soube ou não quis me dizer mais nada. Foi desesperador ligar pro celular dela e, depois de tocar algumas vezes, ela desligar e cair na caixa postal. Todo mundo já tinha saído da loja, o subgerente apagou as luzes e, quando ele tava saindo, eu me aproximei pra perguntar. Ele ficou meio nervoso, disse que tava com pressa, mas quando perguntei pela Rosa, ele falou que não estava autorizado a me contar. Comecei a pensar um monte de coisas, desde que tinha acontecido algum acidente, que tinham assaltado eles, que tinha faltado dinheiro ou qualquer coisa ruim. Voltei andando pra casa (eu não tinha carro), pensando e pensando. A Rosa chegou quase meia-noite e, assim que me viu, começou a chorar e correu pra me abraçar. Eu tava puto da vida, porque ela nem tinha atendido o telefone e eu ia falar um monte, se não fosse porque, quando me viu, começou a chorar. Mesmo assim, ela me disse que não iam descontar nada e que simplesmente tinham mandado ela embora. Aquilo foi estranho, porque naquela empresa, nenhum funcionário sai sem pagar o que deve. Uns dois dias depois, ela disse que precisava ir ver a rescisão, mas não quis que eu fosse junto, até falei que não tinha serviço. pendentes de entrega e que dava tempo de ir com ela. Ela me deu mil desculpas pra eu não ir e, quando não conseguiu me convencer a não ir com ela, preferiu ir outro dia. Resumo: esperou mais uns dias e foi sem me falar nada, e isso me irritou pra caralho, mas não falei mais nada. Como era muito suspeito, uma tarde apareci no Elektra onde ela trabalhava, pra falar com o gerente sobre os motivos de terem mandado ela embora e perguntar como tinham coberto o rombo. Pra minha surpresa, o subgerente me disse que agora o gerente era ele e que o gerente anterior, chamado Germán, já não trabalhava mais na empresa, e me falou que mandaram ele embora, junto com mais uns funcionários e minha esposa. Mas quando perguntei se também tinha sido por causa do rombo, ele não conseguiu segurar um sorriso e me disse, meio irônico, que sim. Fiquei com mais dúvidas do que respostas e, no mesmo dia, voltei à noite pra tentar investigar mais com um dos ex-colegas da minha esposa, com quem ela mais conversava de vez em quando. Não vi ele saindo, mas vi uma garota que, mesmo não conhecendo muito bem, sabia que se dava mais ou menos bem com minha esposa. Tive que insistir um pouco pra ela me contar o que tinha rolado, mas no fim ela disse que me contaria tudo, desde que eu não dissesse pra minha esposa quem tinha me falado. Quando aceitou contar, prometi não dizer nada, mas pedi pra ela, por favor, me contar tudo que sabia. Não mencionei, mas eu desconfiava que, talvez, minha esposa tivesse se metido em algum tipo de fraude com os colegas. Pelo que eu sabia, no Elektra já tinham rolado situações onde os funcionários faziam fraudes com créditos e coisas assim. Quando a garota me pediu pra levar as coisas na calma, eu tava muito nervoso com o que ela fosse me dizer. Mas não imaginava o que ela me falou. Parece que alguém tinha denunciado que, na filial, o gerente e outros funcionários estavam se metendo em Horas de trabalho no depósito pra transar com minha esposa. Quando ouvi isso, a adrenalina percorreu meu corpo todo, mas mesmo assim duvidei que fosse verdade. Falei pra mina que não era possível que só por rumores desse tipo eles fossem demitidos e perguntei se alguém tinha algum tipo de prova. Ela disse que sim, que, na real, quando denunciaram, apresentaram dois vídeos da minha esposa, que supostamente outro funcionário gravou com o celular. Um, onde dá pra ver claramente a Rosa comendo o gerente. E outro, onde ela tava chupando a rola de dois colegas ao mesmo tempo. Mas não quis me dizer quem tinha gravado os vídeos, porque supostamente a denúncia foi anônima. Mesmo eu praticamente implorando pra ela me contar, porque queria ver os vídeos eu mesmo, ela manteve a mesma história, de não saber quem gravou. Mas me disse que um dos funcionários que a Rosa tava chupando a rola no vídeo era exatamente o idiota que mais falava comigo e que eu fui procurar. O outro era um vendedor que já me enchia o saco antes mesmo de eu saber, simplesmente porque sempre tinha uma atitude babaca comigo quando me via. Ela também me explicou que sabia que a Rosa tava com o gerente e que quando ele chamava ela pra supostamente conversar ou a Rosa tirava a meia hora de café da manhã, era pra dar pra ele. Como ela quase não me conhecia, nunca quis se meter. Mas que naquele momento, com tudo já explodido, achava sacanagem eu ficar perguntando e ninguém me falar nada. Também me disse que, sobre os outros funcionários, ela não sabia de nada, porque a Rosa só tinha contado pra ela sobre o caso com o gerente. Na real, ela falou que todo mundo sabia que a Rosa tava comendo o gerente, mas não sabiam que era dentro da filial também. Mas sobre os outros dois, pegou todo mundo de surpresa, porque desses, pelo visto, ninguém sabia. Ninguém sabia. Voltando pra casa andando, não fazia ideia do que fazer, porque obviamente tava Tava putasso e queria mandar ela pra casa do caralho, aliás, queria arrebentar ela de tanto bater por ser uma puta. Mas, por outro lado, eu realmente amava ela, ela era minha esposa, minha amiga, a mulher que qualquer um sonhava em ter, e eu não queria machucar ela de jeito nenhum, mesmo ela tendo me machucado. Fiquei enrolando, mas no fim entrei num boteco a umas quadras da minha casa pra encher a cara. Voltei pra casa lá pelas 3 da manhã e a Rosa me recebeu gritando e me xingando por ter chegado bêbado. Não aguentei mais e falei pra ela que sabia que tinham mandado ela embora da Elektra por ela estar dando pra todo mundo...

5 comentários - Mis inicios de cornudo ( parte I)

Excelente historia bro, espero la siguiente parte y cogerme a tu esposa
Ufff.que rico está ella quisiera ver más de ella que putita es