Minha cunhada e eu vivemos algo muito difícil de superar em termos de sexo e putaria. Primeiramente, ela é uma gatinha de vinte e poucos anos. Maneiras um pouco animadas, sorriso doce, peitos pequenos e umas pernas e uma bunda de campeonato. Sempre com uma atitude muito alegre e simpática, salpicada do que eu "achava" ser uma safadeza muito gostosa. A mãozinha que toca no seu peito ou ombro quando cumprimenta, o roçar do corpinho dela ao passar perto, os vestidinhos super curtos quando estou na casa dela, as reclamações da pouca atenção do namorado. Além disso, ela é uma daquelas minas que a gente pensa que é certinha, ideias políticas conservadoras, pró-vida, família, religião. Eu igualmente intuía que por trás disso se escondia uma puta. Certo dia, combino com uns amigos de sair pra dançar sem nossas parceiras e, ao chegar na balada, encontro ela. Ela com o cabelinho loiro solto, os lábios pintados de vermelho, um topzinho branco apertando os peitinhos dela, meias pretas até a metade da coxa e um shortinho que explodia a bunda dela. Meu pau ficou felizão de ver ela. Cunhada (C de agora em diante): Oi! Não pensei que ia te encontrar aqui! (Me cumprimenta com um beijo e, quando me abraça, aperta os peitos contra o meu peito) Eu (E): hahaha, também não somos proibidos, os velhos (falo com ironia) C: Bom, é que me surpreendi. Pergunto com safadeza "pra bem ou pra mal?" C: Sempre fico feliz em te ver, mas vou deixar você, as meninas vão dar uma volta e não quero perdê-las. Respondi "vai tranquila" e aproveitei pra olhar aquela bunda enquanto ela ia embora. A noite seguiu normal, álcool e risadas com a galera, comentando sobre as gostosas que a gente via. Umas duas vezes cruzei com minha cunhada e ela me dava uma piscada ou batia um papo rapidinho, e numa dessas um dos caras me fala: "que tesão essa mina, que trouxa o namorado ainda" e eu falo "é, ela é uma gostosa, que pena esse desperdício". Um tempo depois, minha cunhada vem me falar "ei, antes de ir, me avisa que as meninas vão com uns caras Cara, e não querem me levar" Naquele momento, não sei se por causa do álcool ou o quê, mas tive um estalo e pensei "sempre gostei dessa mina, ela é uma gostosa e ainda me excita pra caralho com o jeito dela, que pena não ter conhecido ela antes, teria comido ela gostoso, devia tentar pegar ela agora" e depois, na hora, falei, não dá, é minha cunhada, não posso pensar nisso, mas com certeza fiquei super excitado e pensando nessa porra toda. Daqui a pouco ela vem e fala: "vou ficar com você porque viu como são essas outras, se empolgam e só pensam em pica, foram com os caras e me deixaram sozinha" Eu, pra alimentar minha sacanagem, falo "e por que você não chama seu namorado pra te buscar, assim não fica entediada?" Sempre tentando parecer indiferente e que não tava na pica. Ela me olha com cara de saco cheio e fala: "ele foi no fim de semana com os amigos pescar, com certeza tá dormindo" Naquela hora, meu pau deu um pulo, a mina tava sozinha, sem as amigas, sem o namorado, meio bêbada, nunca mais ia ter essa chance. "Beleza, falo, vou ficar mais um pouco, se quiser te pago um drink" "Cê bebe o quê?" "Tamo tomando vodka com speed" "Eu quase não bebo, mas aceito um" Paguei o drink e ela ficou lá dançando comigo e com os caras. Toda vez que tocava um funk, ela se aproximava e a gente dançava "na zoeira", eu aproveitava pra pegar ela na cintura, respirar perto, colocar a mão na cintura e apertar um pouco. Ela me olhava por cima do ombro e dava um sorriso. Com o passar dos minutos e o álcool, vi que ela tava se soltando cada vez mais e eu já tava com a cabeça fervendo. Os caras foram embora, então me despedi de todo mundo e falei pra ela "ficamos sozinhos, acho que vamos ter que ir" Ela me olha rindo e fala "que pena, no final, mesmo sendo um velho, você é bem divertido" "Sou muitas coisas que você não sabe" falo sorrindo. "Não me faz falar que tô meio bêbada e vou me arrepender" ela fala isso e me olha de cima a baixo. "Não, agora Me diz" Ela dá uma risadinha e fala "não, vai, me leva pra casa que tô quase caindo de bêbada" A pika tava explodindo, mas não quis forçar nada pra não queimar meu filme com ela, talvez eu tava viajando. Enquanto a gente ia no carro, ela ficava no celular e eu aproveitei pra dar uma olhada nos peitos dela umas duas vezes. Chegamos na casa dela e estaciono. "Tchau, lindo" ela fala e me dá um beijo no limite entre a bochecha e o canto do lábio. "Tchau" falei surpreso e ela desce do carro. Fiquei esperando ela abrir a porta, mas ela demorou e vi que tava forçando, então desci. "Porta, deixa essa garota em paz" Ela ri "não seja idiota, essa merda não abre, sempre trava" "Isso é uma dessas coisas que você não sabe, não é força, é saber tocar" fico atrás dela e pego as mãos dela que seguravam a chave e faço um movimento pequeno na fechadura pra destravar e abrir, e aproveito pra roçar toda a pika dura na bunda dela. Ela se vira, coloca a mão no meu peito e fala "no final, parece que você sabe um monte de coisas, e tem uns segredos" *olha pra minha pika* "cê tava falando da porta ou quer me ensinar alguma outra coisa?" Juro que não sei o que tomou conta de mim naquele momento, mas são coisas únicas na vida. Peguei minha cunhada pelo pescoço e fiz ela entrar na casa dela enquanto a gente se olhava nos olhos "você é uma menininha safada, tá começando uma coisa muito difícil de parar" falei com muita lascívia "Parar, acho que já tá parado" ela falou rindo e completou "safada não sou, sou muito boazinha, se quiser pode me testar. Passei a noite toda te provocando, mas achei que você não ia ter atitude" Isso me deixou louco, fechei a porta atrás de mim pra ninguém ver ou entrar e me aproximei mais. "Então cê gosta de provocar? Vou te ensinar o que acontece quando faz isso, você merece um castigo" De um puxão, baixei o top dela até o umbigo e belisquei os dois mamilos com as mãos. A cara de tesão dela foi algo divino. "Isso, gostoso, me comporto muito mal, me castiga, por favor" Aí eu soube que essa puta gostava Vão tratar ela assim, e também que o que a gente ia fazer não tinha volta. Passei a saborear aqueles peitinhos rosados que estavam durinhos como arame, e enquanto chupava, apalpava aquela bunda que era meu sonho. Ela gemia e apertava minha cabeça contra o peito dela. Tirei o rosto dos mamilos e olhei pra ela pra ver a cara de puta entregue que ela tava fazendo, quando ela tentou me beijar. Virei o rosto dela e falei: "não, putinha, não sou teu namorado pra tu me beijar, só vou usar teu corpinho." Ela soltou um suspiro e eu virei ela, encostando na parede, e tirei aquele short que prendia a bunda dela. Por favor, nem sei como explicar. Uma bunda redonda, perfeita, grande e carnuda (pra categoria PWAG), coroada por uma calcinha fio-dental preta de lycra que dividia em duas metades perfeitas. Dei um beijinho em cada nádega e fiquei do lado dela. Peguei no cabelo dela e falei no ouvido: "isso é o que acontece com as meninas más" e dei um tapa na nádega direita, forte mas não demais. Ela deu um gritinho, meio de dor, meio de tesão, e sussurrou: "e eu sou uma menina muito má, vou foder meu cunhado." Dei outro, mais forte, ela gritou de novo, e repetimos a sequência umas vezes. Ver a bundinha dela balançar com meus tapas era hipnótico. Voltei pro pescoço dela e passei a língua, a respiração dela tava curta e superficial, e comecei a descer pelas costas dando beijinhos. Cheguei na bunda dela, puxei a calcinha de lado e comecei a chupar aquela buceta como se não houvesse amanhã. "Ah, mas que filho da puta você é", ela disse, e isso me incentivou a saborear todos os suquinhos dela. Passei um tempinho naquela buceta toda melada até sentir o primeiro orgasmo dela. Os jorros molharam minha barba e meu pescoço, ela gemia que nem uma puta no cio. Aproveitei a situação e enfiei dois dedinhos na buceta dela e comecei a chupar o cu dela, disposto a esgotar todas as minhas taras. "Não, não, o cu não", ela implorou. "Hoje você não pode me negar nada", falei, e continuei com meu carinho. tarefa. Um ou dois minutos depois ela fala "me come" e eu tiro minha cara da bunda dela e falo "Não não, quem dá as ordens sou eu, você pede pra mim do jeito certo". Ela entendeu na hora e com um olhar de puta safada responde "por favor, pussy, você me comeria?" E "de joelhos pede" C *se ajoelha e junta as mãos* "por favor" Eu desabotoo o cinto, abro a calça e tiro a pica que tava dura como mármore. Ela pega com uma mão e fala "mmmm mas essa pica tá muito sequinha pra mim" e na mesma hora cuspiu nela. De novo um bicho tomou conta de mim e eu peguei ela pelo cabelo, com a outra mão segurei o tronco da pica e enfiei na boca dela. "Então molha ela toda" e comecei a foder a boca dela como se fosse uma buceta. Ela engasgava a cada estocada. Acho que ela aproveitou que sabia que meu tesão ia por ali pra tirar vantagem e perguntou "por favor, você me comeria agora?" Isso fez eu parar de enfiar na garganta dela e olhar pra carinha dela que já tava toda borrada de rímel. "Seus desejos são ordens". Eu ia pro quarto mas ela me corta o caminho e fala "não não, me come na frente do espelho que quero a gente se ver". Eu não resisti a uma proposta dessas e segui ela até um espelho de pé que tem na sala, ela ficou de quatro na frente e eu me ajoelhei atrás. Com uma mão peguei uma das tetinhas dela e com a outra coloquei minha pica dura na vulva dela. Ela se mexeu ansiosa e eu aproveitei pra enfiar minha pica bem devagar até o fundo. Ela virou os olhinhos brancos e mordeu o lábio e eu, que via tudo no espelho, fiquei ainda mais excitado. Comecei a foder ela ritmadamente, cada vez mais rápido e mais fundo. Em pouco tempo era uma cavalgada violenta. Dava pra ouvir o tapa tapa da minha pélvis contra a bunda dela que me oferecia a melhor vista do mundo e os gemidos abafados por uma mão que ela tinha posto na boca. Sentia a buceta dela ficar mais e mais quente e a respiração dela acelerar cada vez mais. "É assim que você come a minha irmãzinha? Ela me diz, a perversa: "Não, gostoso, só você porque tô acumulando vontade de você há muito tempo."
C: "Se eu soubesse que você ia me comer assim, a gente tinha feito isso antes."
Y: "Meu pau é seu quando quiser."
Terminei de falar isso e pude sentir como ela gozou de novo, tremendo e molhando as coxas e o chão.
C: "Nunca me comeram assim, tô muito tesuda."
Y: "Te falei que podia te ensinar muita coisa."
Y: "Você gosta de ser dominada, pelo visto."
C: "Quero ser sua putinha."
Senti que ia gozar e segurei meu pau pra tirar.
C: "Por favor, não tira, eu tomo pílula pra isso, preciso sentir seu gozo quente dentro de mim."
Isso foi a última coisa que ouvi antes do meu pau explodir de gozo dentro da minha linda cunhada.
Tirei ele e pude ver meu gozo escorrendo no chão e pelas pernas dela.
C: "Por favor, quero que você me coma de novo."
Y: "Por hoje essa é sua dose, a gente vê na próxima o que você vai tomar."
Me vesti e fui embora pensando em o que inventar pra minha mulher pra justificar o banho que eu tinha que tomar quando chegasse em casa, pra tirar o cheiro do sexo.
Quanto à minha cunhada, nossa história continuou, mas isso fica pros próximos relatos.
C: "Se eu soubesse que você ia me comer assim, a gente tinha feito isso antes."
Y: "Meu pau é seu quando quiser."
Terminei de falar isso e pude sentir como ela gozou de novo, tremendo e molhando as coxas e o chão.
C: "Nunca me comeram assim, tô muito tesuda."
Y: "Te falei que podia te ensinar muita coisa."
Y: "Você gosta de ser dominada, pelo visto."
C: "Quero ser sua putinha."
Senti que ia gozar e segurei meu pau pra tirar.
C: "Por favor, não tira, eu tomo pílula pra isso, preciso sentir seu gozo quente dentro de mim."
Isso foi a última coisa que ouvi antes do meu pau explodir de gozo dentro da minha linda cunhada.
Tirei ele e pude ver meu gozo escorrendo no chão e pelas pernas dela.
C: "Por favor, quero que você me coma de novo."
Y: "Por hoje essa é sua dose, a gente vê na próxima o que você vai tomar."
Me vesti e fui embora pensando em o que inventar pra minha mulher pra justificar o banho que eu tinha que tomar quando chegasse em casa, pra tirar o cheiro do sexo.
Quanto à minha cunhada, nossa história continuou, mas isso fica pros próximos relatos.
3 comentários - Minha cunhada é minha putinha