Pra começar, minha mãe ainda é uma mulher jovem. Ela me teve bem nova. Eu e meu outro irmão. Como mãe solteira, ela cuidou e criou a gente sozinha, sendo pai e mãe, nunca arrumou ninguém porque dizia que não queria dar um exemplo de outro pai pra gente, já que ela cresceu nos caminhos cristãos e não queria colocar outro padrasto. Eu sou um cara bonito, pra falar a verdade, muito parecido com meu pai, que nos abandonou. Sou magro, mas sempre malhei porque mal estudava e queria me manter em forma, kkk. Tenho uma aparência bem boa, magro com tanquinho e braços definidos. Falo isso porque foi assim que tudo começou...
Minha mãe, desde que eu era pequeno, se trocava na minha frente. Quando tomava banho, às vezes se secava na minha frente, por causa da situação: a gente tinha acabado de mudar pra uma casa onde as divisões eram de cortina, ou às vezes porque eu tava no quarto dela vendo TV, já que era a maior. Quando ela colocava a roupa de dormir, dormia sem calcinha quando usava shorts, às vezes só de calcinha mesmo. Pra mim, era normal vê-la, e pra ela também. Ela é uma mulher moreninha, tem uma bunda grande e umas coxas grossas também. Isso me encantava nela. Mas, como eu disse, era normal eu vê-la e ela me ver. Às vezes, ela também me via trocando de roupa, entrava no meu quarto e eu tava me trocando, mas normal.
Eu comecei a crescer e fiquei mais vaidoso, porque já gostava muito das meninas, já sabia o que era ter desejo. Comecei a ficar mais bonito, malhar um pouco, mas antes de ficar definido, eu sempre perguntava pra minha mãe: "Como eu tô, mãe?" e desfilava na frente dela, kkk, inocente, pra ter a opinião de uma mulher. Lembro que um dia a gente ia sair pra passear, ela saiu do banho antes de mim. Quando eu tava me secando, abri a cortina do meu quarto e, sem roupa, falei: "Olha, mãe, como eu tô definido agora?" e, entre risadas, falei. Ela respondeu: "É, kkk, continua malhando". Mas eu vi quando ela ficou olhando pra baixo, e eu achei estranho porque ela nunca tinha feito isso. Depois, aconteceu comigo. Ela se... Tão mudando e lembro que eu tava no quarto e ela se abaixou pra pegar um sapato debaixo da cama, o short quase enfiou tudo na racha, e quando vi aquilo, juro que nem sei que horas meu pau subiu vendo aquela rabetão assim, quando ela se levantou eu virei de costas mas não disfarcei muito bem. E ela, claro, desconfiou. Depois daquela vez, quando ela se trocava e eu tava no meu quarto, pela cortina dava pra ver a silhueta dela na luz do abajur. Eu olhava e lembrava da imagem dela curvada, e me excitava, então comecei a ver ela diferente, achava ela mais gostosa e com olhar de safadeza. O que fiz foi começar a deixar minhas coisas no quarto dela, quando eu me trocava pra ir estudar entrava lá, às vezes de cueca, às vezes de toalha, às vezes pelado porque era normal, umas vezes entrei com o pau duro e de canto de olho via como ela me olhava e se fazia de doida... Ela sempre deitava pra ver TV, mas depois disso comecei a ver que ela sentava no sofá do quarto que ficava na entrada do quarto dela. Eu passava mais perto, achei estranho e desconfiei um pouco, pensei: talvez ela goste de mim, mas como é crente tinha medo de falar ou fazer algo. Depois ganhei mais confiança, e quando ela chegava às vezes do trabalho ou do culto, como usava salto, chegava exausta, aí eu falava "mãe, vou fazer massagem nos seus pés" ela aceitava feliz, dizia "fique confortável primeiro e depois vou massagear" deixava ela colocar roupa de dormir... Depois de tantas vezes massageando os pés, comecei a subir pras panturrilhas, daí não subia porque tinha medo do que minha mãe ia pensar, sendo crente. Um dia desses falei "hoje vou dar uma massagem completa, mãe", *"ok, tudo bem" ela disse* nem tinha começado e já tava de pau duro, mas ela tava de bruços olhando pro lado, claro que não foi na primeira vez, foi com o tempo que de tanto tocar e massagear ela se acostumou ao toque do filho. Ela não deixava eu tocar na bunda dela, meio que tocava e Ela tirava minha mão e falava pra não massagear ali, eu dizia "então não é massagem completa", mas aos poucos fui insistindo mais, já tocava e acariciava um pouco mais, e ela foi se deixando, mas colocava as mãos pra eu não esfregar muito ali, e eu afastava as mãos dela quando ela colocava. Comecei a dar umas indiretas. Uma vez, de tanta vez que ela colocou a mão e eu afastei, falei "mãe, vou ter que te amarrar pra você deixar fazer uma massagem direito" e ela respondeu *me amarra pra ver o que vai te acontecer* e eu só soltei um "hummm" e ri. Ela falou de novo *dá pra fazer uma massagem boa sem ficar mexendo na minha bunda* e colocou as mãos de novo. Aí com uma das minhas mãos segurei as duas mãos dela, ela tava de bruços com as mãos pra trás, fiquei assim uns segundos e ela olhou nos meus olhos, depois baixou o olhar e viu ele duro. Aí virou rápido, sentou e falou *já chega, menino*. Outra vez, depois da massagem, dei um tapinha na bunda dela e ela não se irritou, só riu e falou *menino doido* e eu disse "não consegui segurar a vontade, mãe, desculpa" e ela respondeu *que não se repita, sou sua mãe, me respeite*. Falei "tá bom", mas aquilo foi o sinal. Vi que ela não se irritava. Assim fui elogiando ela aos poucos. Um dia falei que já sabia o que meu pai tinha perdido nela. Ela perguntou *o menino que me perguntou?* Por que você me chama de menino? Eu falei "isso" e bati na minha bunda e ela disse *hum, cê acha?* Sim, mãe, e além disso você é linda. *Obrigada, meu amor, do que meu pai perdeu eu falei.* E quando falei isso ela me olhou com cara de que ia me matar, pra ela aquilo era falta de respeito porque ela é cristã principalmente. Na próxima vez que estávamos conversando com ela no meio, quando eu dava massagem nela, falei a mesma coisa *o que meu pai perdeu*. Dessa vez ela disse: O que ele perdeu? E eu falei todas as qualidades lindas que ela tinha e disse "olha só essa raba que você tem, quem não morreria por ter uma coisa dessas, uma moreninha gostosa". Olha, com a idade que você tem, tá no auge. Enquanto falava isso, eu ia tocando ela e, nisso, passei os dedos perto da buceta dela. Quando ela sentiu, tirou minha mão e disse: *"Valeu, meu amor, pelo que você pensa de mim, mas eu sou sua mãe e você é mão longa"*. Eu falei: "Desculpa, mãe, às vezes esqueço que é minha mãe". *"Como assim?"* ela disse. "É que a senhora é gostosa, mãe, mas se incomoda, não acontece de novo". *"Fui eu que te ensinei isso, menino. Ultimamente você tá estranho comigo, e isso entre nós não pode rolar. Não sei que imaginações você tá fazendo comigo, mas isso não quer dizer que você não vai mais fazer massagem em mim. Dessa você não escapa"*, ela falou. Eu disse: "Tá bom". E assim continuei com o tempo, aos poucos. Quando ela se trocava, eu falava: "Onde vai tão gostosa, mãe?" Às vezes ela dizia: "Nossa, como fica bem essa calcinha em mim, realça todas essas curvas". Uma vez eu comprei um conjunto de sutiã e calcinha e, quando ela vestiu, disse: "Olha como ficou em mim". Eu falei: "Mãe, ficou uuuf, assim até esqueço que é minha mãe". Ela disse: "Tá doido, jajá", e riu. E assim, nas massagens, aos poucos, eu enfiava mais a mão entre as pernas dela quando ela tava de bruços, passava roçando meus dedos na buceta dela. Ela já não falava nada, tava se deixando levar. Um dia que não fui estudar, ela acordou e disse que tava se sentindo mal, com dor no corpo, parecia que tava com febre. Eu falei pra ela ir tomar banho pra baixar a temperatura e que depois ia dar uma massagem nela. Nesse dia, ela saiu do banho e eu tava procurando um creme que era dela e que eu tinha no quarto pra passar nela. Quando cheguei no quarto, ela já tava na cama, mas dessa vez tava sem roupa, do jeito que saiu do banho. Só de olhar pra ela, meu pau subiu. Ficou um silêncio estranho porque nunca tinha massageado ela assim. Como ela me viu bem quieto, disse: *"O que foi, o que você tem?"* Eu falei: "Nada, mãe". E disse: "Hoje vou dar uma massagem com final feliz pra senhora se sentir melhor". Ela já sabia o que era uma massagem de final feliz e disse: *"Jajá, menino doido"*. *entre risada nervosa* "é que, mami, com esse creme cheirando a chocolate, dá vontade de te comer, e eu adoro chocolate, cê sabe" e eu falei *sim, mas não* mas sabia que tinha uma chance, nisso subi na cama com ela e fiquei acariciando as pernas dela e quando cheguei na buceta, toquei ela toda, ela afastou minhas mãos e eu segurei as mãos dela, me inclinei e beijei uma nádega, depois a outra e ela falou *nãooo, não faz isso* mas não se irritou nem se alterou, assim fui descendo beijando as pernas dela, beijo por beijo, desci até os pés dela, ela sempre cuida dos pés, e falei *que unhas lindas, mami* e beijei os pés dela, quando beijei os pés ela só soltou um suspiro e falou "vai, continua com a massagem, não sai do prato" e eu não liguei, nisso tudo ela tava de bruços, e subi de novo beijando até chegar na bunda dela, quando tava beijando as nádegas ela colocou as mãos de novo pra empurrar minha cabeça e só falava *não, menino, não*, quando senti, enfiei minha cara no rabo dela e comecei a querer fazer um oral nela e ela falou *nãooo, menino* mas com uma voz trêmula, fazia força pra tirar minha cara da bunda dela mas não fazia força nenhuma na verdade, e passou de falar *Não, filho, o que cê tá fazendo, não faz isso, vou te castigar* pra só suspirar. Enquanto tava fazendo oral nela, ela se empinou e ficou de quatro e assim continuei fazendo o oral. No momento de excitação, ela caiu em si e se afastou e falou *não, não, isso é errado, o que a gente tá fazendo* e eu já tava a mil, ignorei o que ela disse e virei ela de novo com força, joguei ela de bruços e montei em cima, ela só falava *não, não, não*, colocava as mãos como sempre, mas dessa vez eu segurei, tirei ela e coloquei, a verdade é que entrou toda sem saliva porque tava bem molhada, mais pelo meu oral. Lembro de ter pensado "vou mostrar do que sou feito", meti assim uns 15 minutos, e depois coloquei ela de quatro, é minha posição favorita, assim puxei o cabelo dela e vi que Ela gostou mais, e eu meti sem parar, feito gaveta que não fecha, e ela começou a apertar forte. Entendi que era assim que ela gostava, e comecei a dar tapas na bunda dela, e ela começou a se molhar igual uma louca. Meu pau até escorria branco dos fluidos dela, eu tava pingando das minhas 🥚 por causa do líquido dela, e percebi que ela tava tão excitada, parecia que gostava de masoquismo, porque quanto mais forte e rápido eu metia, mais ela apertava. Como a gente tava de joelhos, de quatro, lembro que eu fiquei tipo de pé, mas ela continuou de joelhos, e eu meti mais forte e agarrei o cabelo dela, como se tivesse montando um cavalo. Essa é minha posição favorita. Nisso, ela começou a me chamar de filho, filhooo! Quando ela falou isso, eu gozei. Na verdade, metade foi pra dentro e a outra metade joguei no 🍑 dela, porque eu queria deixar escorrer, vocês já sabem por onde, ia usar como lubrificante, mas quando ela sentiu que eu tava colocando a cabeça e esfregando, ela falou *não* e se virou, e disse: *hoje já deu, fizemos o que fizemos e espero que não aconteça de novo, porque é errado demais, que seja a primeira e a última vez, ouviu?*.. Ela se levantou, pegou a toalha e foi tomar banho, e aí parou por aí... Agora tô tentando ter uma segunda vez com ela, mas ela disse que nunca mais vai rolar, então tô vendo como fazer, sinto que ainda falta muito... Algum conselho?
Minha mãe, desde que eu era pequeno, se trocava na minha frente. Quando tomava banho, às vezes se secava na minha frente, por causa da situação: a gente tinha acabado de mudar pra uma casa onde as divisões eram de cortina, ou às vezes porque eu tava no quarto dela vendo TV, já que era a maior. Quando ela colocava a roupa de dormir, dormia sem calcinha quando usava shorts, às vezes só de calcinha mesmo. Pra mim, era normal vê-la, e pra ela também. Ela é uma mulher moreninha, tem uma bunda grande e umas coxas grossas também. Isso me encantava nela. Mas, como eu disse, era normal eu vê-la e ela me ver. Às vezes, ela também me via trocando de roupa, entrava no meu quarto e eu tava me trocando, mas normal.
Eu comecei a crescer e fiquei mais vaidoso, porque já gostava muito das meninas, já sabia o que era ter desejo. Comecei a ficar mais bonito, malhar um pouco, mas antes de ficar definido, eu sempre perguntava pra minha mãe: "Como eu tô, mãe?" e desfilava na frente dela, kkk, inocente, pra ter a opinião de uma mulher. Lembro que um dia a gente ia sair pra passear, ela saiu do banho antes de mim. Quando eu tava me secando, abri a cortina do meu quarto e, sem roupa, falei: "Olha, mãe, como eu tô definido agora?" e, entre risadas, falei. Ela respondeu: "É, kkk, continua malhando". Mas eu vi quando ela ficou olhando pra baixo, e eu achei estranho porque ela nunca tinha feito isso. Depois, aconteceu comigo. Ela se... Tão mudando e lembro que eu tava no quarto e ela se abaixou pra pegar um sapato debaixo da cama, o short quase enfiou tudo na racha, e quando vi aquilo, juro que nem sei que horas meu pau subiu vendo aquela rabetão assim, quando ela se levantou eu virei de costas mas não disfarcei muito bem. E ela, claro, desconfiou. Depois daquela vez, quando ela se trocava e eu tava no meu quarto, pela cortina dava pra ver a silhueta dela na luz do abajur. Eu olhava e lembrava da imagem dela curvada, e me excitava, então comecei a ver ela diferente, achava ela mais gostosa e com olhar de safadeza. O que fiz foi começar a deixar minhas coisas no quarto dela, quando eu me trocava pra ir estudar entrava lá, às vezes de cueca, às vezes de toalha, às vezes pelado porque era normal, umas vezes entrei com o pau duro e de canto de olho via como ela me olhava e se fazia de doida... Ela sempre deitava pra ver TV, mas depois disso comecei a ver que ela sentava no sofá do quarto que ficava na entrada do quarto dela. Eu passava mais perto, achei estranho e desconfiei um pouco, pensei: talvez ela goste de mim, mas como é crente tinha medo de falar ou fazer algo. Depois ganhei mais confiança, e quando ela chegava às vezes do trabalho ou do culto, como usava salto, chegava exausta, aí eu falava "mãe, vou fazer massagem nos seus pés" ela aceitava feliz, dizia "fique confortável primeiro e depois vou massagear" deixava ela colocar roupa de dormir... Depois de tantas vezes massageando os pés, comecei a subir pras panturrilhas, daí não subia porque tinha medo do que minha mãe ia pensar, sendo crente. Um dia desses falei "hoje vou dar uma massagem completa, mãe", *"ok, tudo bem" ela disse* nem tinha começado e já tava de pau duro, mas ela tava de bruços olhando pro lado, claro que não foi na primeira vez, foi com o tempo que de tanto tocar e massagear ela se acostumou ao toque do filho. Ela não deixava eu tocar na bunda dela, meio que tocava e Ela tirava minha mão e falava pra não massagear ali, eu dizia "então não é massagem completa", mas aos poucos fui insistindo mais, já tocava e acariciava um pouco mais, e ela foi se deixando, mas colocava as mãos pra eu não esfregar muito ali, e eu afastava as mãos dela quando ela colocava. Comecei a dar umas indiretas. Uma vez, de tanta vez que ela colocou a mão e eu afastei, falei "mãe, vou ter que te amarrar pra você deixar fazer uma massagem direito" e ela respondeu *me amarra pra ver o que vai te acontecer* e eu só soltei um "hummm" e ri. Ela falou de novo *dá pra fazer uma massagem boa sem ficar mexendo na minha bunda* e colocou as mãos de novo. Aí com uma das minhas mãos segurei as duas mãos dela, ela tava de bruços com as mãos pra trás, fiquei assim uns segundos e ela olhou nos meus olhos, depois baixou o olhar e viu ele duro. Aí virou rápido, sentou e falou *já chega, menino*. Outra vez, depois da massagem, dei um tapinha na bunda dela e ela não se irritou, só riu e falou *menino doido* e eu disse "não consegui segurar a vontade, mãe, desculpa" e ela respondeu *que não se repita, sou sua mãe, me respeite*. Falei "tá bom", mas aquilo foi o sinal. Vi que ela não se irritava. Assim fui elogiando ela aos poucos. Um dia falei que já sabia o que meu pai tinha perdido nela. Ela perguntou *o menino que me perguntou?* Por que você me chama de menino? Eu falei "isso" e bati na minha bunda e ela disse *hum, cê acha?* Sim, mãe, e além disso você é linda. *Obrigada, meu amor, do que meu pai perdeu eu falei.* E quando falei isso ela me olhou com cara de que ia me matar, pra ela aquilo era falta de respeito porque ela é cristã principalmente. Na próxima vez que estávamos conversando com ela no meio, quando eu dava massagem nela, falei a mesma coisa *o que meu pai perdeu*. Dessa vez ela disse: O que ele perdeu? E eu falei todas as qualidades lindas que ela tinha e disse "olha só essa raba que você tem, quem não morreria por ter uma coisa dessas, uma moreninha gostosa". Olha, com a idade que você tem, tá no auge. Enquanto falava isso, eu ia tocando ela e, nisso, passei os dedos perto da buceta dela. Quando ela sentiu, tirou minha mão e disse: *"Valeu, meu amor, pelo que você pensa de mim, mas eu sou sua mãe e você é mão longa"*. Eu falei: "Desculpa, mãe, às vezes esqueço que é minha mãe". *"Como assim?"* ela disse. "É que a senhora é gostosa, mãe, mas se incomoda, não acontece de novo". *"Fui eu que te ensinei isso, menino. Ultimamente você tá estranho comigo, e isso entre nós não pode rolar. Não sei que imaginações você tá fazendo comigo, mas isso não quer dizer que você não vai mais fazer massagem em mim. Dessa você não escapa"*, ela falou. Eu disse: "Tá bom". E assim continuei com o tempo, aos poucos. Quando ela se trocava, eu falava: "Onde vai tão gostosa, mãe?" Às vezes ela dizia: "Nossa, como fica bem essa calcinha em mim, realça todas essas curvas". Uma vez eu comprei um conjunto de sutiã e calcinha e, quando ela vestiu, disse: "Olha como ficou em mim". Eu falei: "Mãe, ficou uuuf, assim até esqueço que é minha mãe". Ela disse: "Tá doido, jajá", e riu. E assim, nas massagens, aos poucos, eu enfiava mais a mão entre as pernas dela quando ela tava de bruços, passava roçando meus dedos na buceta dela. Ela já não falava nada, tava se deixando levar. Um dia que não fui estudar, ela acordou e disse que tava se sentindo mal, com dor no corpo, parecia que tava com febre. Eu falei pra ela ir tomar banho pra baixar a temperatura e que depois ia dar uma massagem nela. Nesse dia, ela saiu do banho e eu tava procurando um creme que era dela e que eu tinha no quarto pra passar nela. Quando cheguei no quarto, ela já tava na cama, mas dessa vez tava sem roupa, do jeito que saiu do banho. Só de olhar pra ela, meu pau subiu. Ficou um silêncio estranho porque nunca tinha massageado ela assim. Como ela me viu bem quieto, disse: *"O que foi, o que você tem?"* Eu falei: "Nada, mãe". E disse: "Hoje vou dar uma massagem com final feliz pra senhora se sentir melhor". Ela já sabia o que era uma massagem de final feliz e disse: *"Jajá, menino doido"*. *entre risada nervosa* "é que, mami, com esse creme cheirando a chocolate, dá vontade de te comer, e eu adoro chocolate, cê sabe" e eu falei *sim, mas não* mas sabia que tinha uma chance, nisso subi na cama com ela e fiquei acariciando as pernas dela e quando cheguei na buceta, toquei ela toda, ela afastou minhas mãos e eu segurei as mãos dela, me inclinei e beijei uma nádega, depois a outra e ela falou *nãooo, não faz isso* mas não se irritou nem se alterou, assim fui descendo beijando as pernas dela, beijo por beijo, desci até os pés dela, ela sempre cuida dos pés, e falei *que unhas lindas, mami* e beijei os pés dela, quando beijei os pés ela só soltou um suspiro e falou "vai, continua com a massagem, não sai do prato" e eu não liguei, nisso tudo ela tava de bruços, e subi de novo beijando até chegar na bunda dela, quando tava beijando as nádegas ela colocou as mãos de novo pra empurrar minha cabeça e só falava *não, menino, não*, quando senti, enfiei minha cara no rabo dela e comecei a querer fazer um oral nela e ela falou *nãooo, menino* mas com uma voz trêmula, fazia força pra tirar minha cara da bunda dela mas não fazia força nenhuma na verdade, e passou de falar *Não, filho, o que cê tá fazendo, não faz isso, vou te castigar* pra só suspirar. Enquanto tava fazendo oral nela, ela se empinou e ficou de quatro e assim continuei fazendo o oral. No momento de excitação, ela caiu em si e se afastou e falou *não, não, isso é errado, o que a gente tá fazendo* e eu já tava a mil, ignorei o que ela disse e virei ela de novo com força, joguei ela de bruços e montei em cima, ela só falava *não, não, não*, colocava as mãos como sempre, mas dessa vez eu segurei, tirei ela e coloquei, a verdade é que entrou toda sem saliva porque tava bem molhada, mais pelo meu oral. Lembro de ter pensado "vou mostrar do que sou feito", meti assim uns 15 minutos, e depois coloquei ela de quatro, é minha posição favorita, assim puxei o cabelo dela e vi que Ela gostou mais, e eu meti sem parar, feito gaveta que não fecha, e ela começou a apertar forte. Entendi que era assim que ela gostava, e comecei a dar tapas na bunda dela, e ela começou a se molhar igual uma louca. Meu pau até escorria branco dos fluidos dela, eu tava pingando das minhas 🥚 por causa do líquido dela, e percebi que ela tava tão excitada, parecia que gostava de masoquismo, porque quanto mais forte e rápido eu metia, mais ela apertava. Como a gente tava de joelhos, de quatro, lembro que eu fiquei tipo de pé, mas ela continuou de joelhos, e eu meti mais forte e agarrei o cabelo dela, como se tivesse montando um cavalo. Essa é minha posição favorita. Nisso, ela começou a me chamar de filho, filhooo! Quando ela falou isso, eu gozei. Na verdade, metade foi pra dentro e a outra metade joguei no 🍑 dela, porque eu queria deixar escorrer, vocês já sabem por onde, ia usar como lubrificante, mas quando ela sentiu que eu tava colocando a cabeça e esfregando, ela falou *não* e se virou, e disse: *hoje já deu, fizemos o que fizemos e espero que não aconteça de novo, porque é errado demais, que seja a primeira e a última vez, ouviu?*.. Ela se levantou, pegou a toalha e foi tomar banho, e aí parou por aí... Agora tô tentando ter uma segunda vez com ela, mas ela disse que nunca mais vai rolar, então tô vendo como fazer, sinto que ainda falta muito... Algum conselho?
2 comentários - Massagem na minha mãe gostosa