Meu nome é Fernanda, meu pai se chama Jorge, ele tem 55 anos, eu tenho 20, sou morena, tenho um corpo gostoso e uma bunda grande, meu pai é branco e um pouco gordinho. Meu pai e eu sempre tivemos uma boa relação, por isso também escolhi morar com ele depois do divórcio que ele teve com a minha mãe. Um dia, depois de passar o dia num lugar pra tatuar, cheguei em casa, troquei de roupa, tomei uma taça de vinho e fui encontrar meu pai, que estava sentado à mesa bebendo vinho também, e me sentei. A gente conversou sobre tudo do dia, sem eu mencionar que fui tatuar. Fala, fala, vem, e eu comento que hoje também fiz uma tatuagem. Meu pai diz: "Fez, filha? Deixa eu ver como ficou.
Não vejo problema nenhum, então me levanto e começo a mostrar as marcas que fiz.
Aqui, papai, como é que tão! Papai olha e fala: Isso é lindo, filha, demorou muito pra fazer? Filha: não, papai, só meia hora. Papai: meia hora hahaha... você acha pouco, filha? Filha: sim, pai, por esse resultado sim. No começo mostra a parte de cima, esqueci que não tô de sutiã.
Mostro e percebo que não tô usando sutiã, mas não ligo muito de mostrar pro meu pai, ele não tem maldade nenhuma comigo. Pai: sério, filha, meia hora mais ou menos... mas como tá a sua costa? Filha: sim, pai, sim. Viro de costas e mostro a minha lombar pro meu pai... mas não tô usando calcinha, fico meio sem graça do meu pai ver boa parte da minha bunda... mas mesmo assim deixo ele ver.
Meu pai tem uma atitude muito safada e abaixa um pouco mais meus shorts pra olhar. Filha: que isso pai, o que cê tá fazendo? Pai: Nada não, filha, só tô vendo sua marquinha. Imagino que é tudo coisa da minha cabeça, porque ele é meu pai, né? Mas foi além e começou a passar a mão na minha bunda também.
Digo que já chega, pai, você já viu a marca! Falo isso tirando a mão dele. Pai: sim, filha, foi lindo, love. Filha: Obrigada, pai, vou dormir. Vou pro meu quarto e fico pensando... que porra meu pai tava fazendo, ele coloca a mão na minha bunda, talvez foi por causa do vinho, talvez ele tava meio bêbado... mesmo assim, não tem desculpa, sou filha de sangue dele, ele não pode me tocar. Durmo mal esse dia. Na maioria dos dias, evito meu pai por vergonha e um pouco de nojo do que ele fez, mas também não ajudei ele por vários anos sem esposa, mostro meu corpo, caralho, que filha idiota eu fui. Meu pai me encontra na cozinha, me abraça como sempre fazia, muito carinhoso, me pergunta se tá tudo bem... Respondo que tá ótimo, ele diz que sente minha falta e me convida pra ver um filme mais tarde, aceito, e porque tive aquele momento de pai e filha, afasto o pensamento de que meu pai me viu com outros olhos.
Troquei de roupa, coloquei uma roupa bem leve, como sempre fazia em casa. Escolhemos o filme e sentamos, era um drama.
Vejo alguns dos olhares do meu pai pra mim, ele me olhava direto. Filha: Pai, tá tudo bem? Pai: essa filha é demais. Filha: você ficou me encarando, não tá gostando do filme? Pai: Tô adorando, filha, o filme é muito bom. Meu pai continua olhando pra tela e pra mim, com a respiração muito pesada, o que era estranho, mas pergunto de novo. Filha: Pai, cê tá bem? Pai: Me desculpa, filha. Meu pai disse isso e logo depois fez algo que no começo me deixou incomodada: meu pai me beijou.
Não tive forças pra tirar, pelo contrário, devolvi o beijo, pelo contrário, o nojo ficou com tesão... porra, meu pai tava com tesão, não falamos nada, só nos beijamos e meu pai abaixou minha alça, puxando um dos meus peitos pra fora.
meu pai tirou a pica pra fora sem que a gente trocasse uma palavra, peguei na pica dele e comecei a masturbar enquanto beijava ele, tava masturbando meu pai. Desci de boa e comecei a chupar a pica do meu pai. Ele só geme com meu peito.
Pai: oh oooh ooh oh . Chupei meu pai de boa vontade, mas alguma coisa me tirou do transe. Pai: Oh, filha, chupa a rola do papai. Chupei mais um pouco e me levantei. Filha: não, pai, não podemos, eu sou sua filha. Meu pai colocou as mãos na cabeça e disse Pai: Me desculpa, filha, me desculpa. Corri pro quarto pensando na burrice que a gente tinha acabado de fazer, dei o peito pro meu pai, pior que num momento eu gostei e meu pai também. Tava perto do Natal, eu evitei meu pai até o dia de Natal, saí com meus amigos, fui pra um curso de enfermagem que pensei em fazer pra sair de casa e casar, fazendo meu pai não me ver, mesmo a gente morando na mesma casa. Naquele dia eu tava me torturando, me senti uma puta quando lembrei onde eu tava e como eu tava, meu pai e eu no sofá, chupando a rola do meu próprio pai, mas aquilo já tinha ficado no passado. E nunca mais ia acontecer. Chegou a hora de preparar a ceia de Natal, meu pai e eu sempre fazemos juntos, e não tem como evitar. Começamos a fazer as coisas na cozinha, conversando pouco, alguma coisa tinha mudado entre eu e meu pai, a gente nem tinha se beijado e eu até chupei a rola dele. Começamos a fazer as coisas separados, ou quase, porque a cozinha não era muito grande, e a gente foi fazendo isso, eu tomando vinho e ele cerveja.
A decoração da preparação, nervoso perto do meu pai, já tinha bebido meia garrafa de vinho, era quase uma desculpa a mais pelo que ia rolar em determinado momento. Meu pai e eu nos viramos e nos encaramos de novo, mas não fizemos nada. Não falei uma palavra e nos beijamos, mas dessa vez eu também parti pra cima.
Nossos lábios se entrelaçaram, mais excitados ainda por causa do vinho, eu gemi com os beijos do meu pai, meu pai puxou um dos meus peitos e chupou. Já não me incomodava mais aquele momento, na verdade eu desejava aquilo, por isso gemi baixinho quase no ouvido dele.
Papá chupou meu peito e apertou minha bunda, o que me fez gemer ainda mais. Filha: Ahhh aahhhh ahhhh. Papá começa a tirar o short, eu ajudo porque queria chupar aquela pica de novo, papá não tinha uma pica grande, eu já tinha chupado outras maiores, mas a pica do papá era tão gostosa e saborosa que eu não parei. Esperei qualquer ordem dele, me abaixei e comecei a chupar a pica do meu pai.
Padre: aahr aahr filha, que boca tão quente, chupando a pica do seu pai, chupa aahr Essas palavras já não me ofendiam, mas eu chupei com gosto, cada vez que eu chupava, minha boca fazia mais barulho na pica do meu papai. Padre: Aaahr filha, você não pode parar de chupar a pica do papai aahr, eu sei que você gosta, filha... então chupa bem
O único som que saiu da minha boca foi um gemido ao chupar a deliciosa pica do meu pai, ooh que pica gostosa, ele estava ali me acabando com aquela pica e papai continuava falando putaria. Pai: Aaahr, filha, agora não é sua mãe que te dá o peito... ahr, filha, era isso que você queria, por isso aaahr. Filha: Huuuum hoorum, isso soa como se eu estivesse chupando a pica do papai. Pensei ahh papai por que você tem uma pica tão gostosa, papai sou sua filha por que me deixa mamar, você não deveria estar aqui de joelhos com a pica do papai na boca, aaah mas quero continuar chupando meu pai. Meu pai começa a foder minha boquinha.
Padre: Aaaahr, cê gosta assim, então toma filha, pega meu pau. Minha boca no pau do meu pai fez vários estalos e papai bateu na minha boca. Padre: Aaahr, filha da puta, chupa teu bombom, quer pau, filha, então toma, ahhhr, filha da puta. Meu pai pediu pra eu chupar os ovos dele enquanto batia na minha cara com o pau dele.
Isso me excitou tanto que minha buceta já tava encharcada. Papai gemia e falava alto enquanto eu me sentava pra chupar os ovos de onde saía.
Quando acordei, meu pai abaixou meu short e pegou na minha bunda, me chamando de gostosa e dizendo que minha raba tava uma delícia, depois deu uns tapas e apertou.
Me afasto do meu pai e falo que acabou, ele me segue até a sala e me coloca contra a parede de costas pra ele.
Parecia que meu pai ia me comer naquela hora mesmo.
Ela baixou meu short e começou a beijar minha bunda.
Começou a chupar minha bunda, aah já não tinha mais nenhum homem, mesmo que aquele homem fosse meu pai. Filha: Aaaah papai, Aaaaah você gosta da minha bunda, aaaah chupa minha bunda, papai. Eu me virei pro meu pai. Ele começou a me tocar, a me chamar de gostosa, a dizer que ali mesmo ia me comer.
Filha: Aaah pai, você quer comer a sua própria filha? aaaaaah
Pai: Aaahr filha, rabuda gostosa, quero te comer, sim, aahr, deliciosa. Mas eu ainda tinha princípios morais e não deixaria meu próprio pai me comer. De novo, mando ele parar, vou pro meu quarto e tranco a porta, mas sabia que ia dar mais dias pro meu pai se continuasse assim. Continua...
Não vejo problema nenhum, então me levanto e começo a mostrar as marcas que fiz.
Aqui, papai, como é que tão! Papai olha e fala: Isso é lindo, filha, demorou muito pra fazer? Filha: não, papai, só meia hora. Papai: meia hora hahaha... você acha pouco, filha? Filha: sim, pai, por esse resultado sim. No começo mostra a parte de cima, esqueci que não tô de sutiã.
Mostro e percebo que não tô usando sutiã, mas não ligo muito de mostrar pro meu pai, ele não tem maldade nenhuma comigo. Pai: sério, filha, meia hora mais ou menos... mas como tá a sua costa? Filha: sim, pai, sim. Viro de costas e mostro a minha lombar pro meu pai... mas não tô usando calcinha, fico meio sem graça do meu pai ver boa parte da minha bunda... mas mesmo assim deixo ele ver.
Meu pai tem uma atitude muito safada e abaixa um pouco mais meus shorts pra olhar. Filha: que isso pai, o que cê tá fazendo? Pai: Nada não, filha, só tô vendo sua marquinha. Imagino que é tudo coisa da minha cabeça, porque ele é meu pai, né? Mas foi além e começou a passar a mão na minha bunda também.
Digo que já chega, pai, você já viu a marca! Falo isso tirando a mão dele. Pai: sim, filha, foi lindo, love. Filha: Obrigada, pai, vou dormir. Vou pro meu quarto e fico pensando... que porra meu pai tava fazendo, ele coloca a mão na minha bunda, talvez foi por causa do vinho, talvez ele tava meio bêbado... mesmo assim, não tem desculpa, sou filha de sangue dele, ele não pode me tocar. Durmo mal esse dia. Na maioria dos dias, evito meu pai por vergonha e um pouco de nojo do que ele fez, mas também não ajudei ele por vários anos sem esposa, mostro meu corpo, caralho, que filha idiota eu fui. Meu pai me encontra na cozinha, me abraça como sempre fazia, muito carinhoso, me pergunta se tá tudo bem... Respondo que tá ótimo, ele diz que sente minha falta e me convida pra ver um filme mais tarde, aceito, e porque tive aquele momento de pai e filha, afasto o pensamento de que meu pai me viu com outros olhos.
Troquei de roupa, coloquei uma roupa bem leve, como sempre fazia em casa. Escolhemos o filme e sentamos, era um drama.
Vejo alguns dos olhares do meu pai pra mim, ele me olhava direto. Filha: Pai, tá tudo bem? Pai: essa filha é demais. Filha: você ficou me encarando, não tá gostando do filme? Pai: Tô adorando, filha, o filme é muito bom. Meu pai continua olhando pra tela e pra mim, com a respiração muito pesada, o que era estranho, mas pergunto de novo. Filha: Pai, cê tá bem? Pai: Me desculpa, filha. Meu pai disse isso e logo depois fez algo que no começo me deixou incomodada: meu pai me beijou.
Não tive forças pra tirar, pelo contrário, devolvi o beijo, pelo contrário, o nojo ficou com tesão... porra, meu pai tava com tesão, não falamos nada, só nos beijamos e meu pai abaixou minha alça, puxando um dos meus peitos pra fora.
meu pai tirou a pica pra fora sem que a gente trocasse uma palavra, peguei na pica dele e comecei a masturbar enquanto beijava ele, tava masturbando meu pai. Desci de boa e comecei a chupar a pica do meu pai. Ele só geme com meu peito.
Pai: oh oooh ooh oh . Chupei meu pai de boa vontade, mas alguma coisa me tirou do transe. Pai: Oh, filha, chupa a rola do papai. Chupei mais um pouco e me levantei. Filha: não, pai, não podemos, eu sou sua filha. Meu pai colocou as mãos na cabeça e disse Pai: Me desculpa, filha, me desculpa. Corri pro quarto pensando na burrice que a gente tinha acabado de fazer, dei o peito pro meu pai, pior que num momento eu gostei e meu pai também. Tava perto do Natal, eu evitei meu pai até o dia de Natal, saí com meus amigos, fui pra um curso de enfermagem que pensei em fazer pra sair de casa e casar, fazendo meu pai não me ver, mesmo a gente morando na mesma casa. Naquele dia eu tava me torturando, me senti uma puta quando lembrei onde eu tava e como eu tava, meu pai e eu no sofá, chupando a rola do meu próprio pai, mas aquilo já tinha ficado no passado. E nunca mais ia acontecer. Chegou a hora de preparar a ceia de Natal, meu pai e eu sempre fazemos juntos, e não tem como evitar. Começamos a fazer as coisas na cozinha, conversando pouco, alguma coisa tinha mudado entre eu e meu pai, a gente nem tinha se beijado e eu até chupei a rola dele. Começamos a fazer as coisas separados, ou quase, porque a cozinha não era muito grande, e a gente foi fazendo isso, eu tomando vinho e ele cerveja.
A decoração da preparação, nervoso perto do meu pai, já tinha bebido meia garrafa de vinho, era quase uma desculpa a mais pelo que ia rolar em determinado momento. Meu pai e eu nos viramos e nos encaramos de novo, mas não fizemos nada. Não falei uma palavra e nos beijamos, mas dessa vez eu também parti pra cima.
Nossos lábios se entrelaçaram, mais excitados ainda por causa do vinho, eu gemi com os beijos do meu pai, meu pai puxou um dos meus peitos e chupou. Já não me incomodava mais aquele momento, na verdade eu desejava aquilo, por isso gemi baixinho quase no ouvido dele.
Papá chupou meu peito e apertou minha bunda, o que me fez gemer ainda mais. Filha: Ahhh aahhhh ahhhh. Papá começa a tirar o short, eu ajudo porque queria chupar aquela pica de novo, papá não tinha uma pica grande, eu já tinha chupado outras maiores, mas a pica do papá era tão gostosa e saborosa que eu não parei. Esperei qualquer ordem dele, me abaixei e comecei a chupar a pica do meu pai.
Padre: aahr aahr filha, que boca tão quente, chupando a pica do seu pai, chupa aahr Essas palavras já não me ofendiam, mas eu chupei com gosto, cada vez que eu chupava, minha boca fazia mais barulho na pica do meu papai. Padre: Aaahr filha, você não pode parar de chupar a pica do papai aahr, eu sei que você gosta, filha... então chupa bem
O único som que saiu da minha boca foi um gemido ao chupar a deliciosa pica do meu pai, ooh que pica gostosa, ele estava ali me acabando com aquela pica e papai continuava falando putaria. Pai: Aaahr, filha, agora não é sua mãe que te dá o peito... ahr, filha, era isso que você queria, por isso aaahr. Filha: Huuuum hoorum, isso soa como se eu estivesse chupando a pica do papai. Pensei ahh papai por que você tem uma pica tão gostosa, papai sou sua filha por que me deixa mamar, você não deveria estar aqui de joelhos com a pica do papai na boca, aaah mas quero continuar chupando meu pai. Meu pai começa a foder minha boquinha.
Padre: Aaaahr, cê gosta assim, então toma filha, pega meu pau. Minha boca no pau do meu pai fez vários estalos e papai bateu na minha boca. Padre: Aaahr, filha da puta, chupa teu bombom, quer pau, filha, então toma, ahhhr, filha da puta. Meu pai pediu pra eu chupar os ovos dele enquanto batia na minha cara com o pau dele.
Isso me excitou tanto que minha buceta já tava encharcada. Papai gemia e falava alto enquanto eu me sentava pra chupar os ovos de onde saía.
Quando acordei, meu pai abaixou meu short e pegou na minha bunda, me chamando de gostosa e dizendo que minha raba tava uma delícia, depois deu uns tapas e apertou.
Me afasto do meu pai e falo que acabou, ele me segue até a sala e me coloca contra a parede de costas pra ele.
Parecia que meu pai ia me comer naquela hora mesmo.
Ela baixou meu short e começou a beijar minha bunda.
Começou a chupar minha bunda, aah já não tinha mais nenhum homem, mesmo que aquele homem fosse meu pai. Filha: Aaaah papai, Aaaaah você gosta da minha bunda, aaaah chupa minha bunda, papai. Eu me virei pro meu pai. Ele começou a me tocar, a me chamar de gostosa, a dizer que ali mesmo ia me comer.
Filha: Aaah pai, você quer comer a sua própria filha? aaaaaah Pai: Aaahr filha, rabuda gostosa, quero te comer, sim, aahr, deliciosa. Mas eu ainda tinha princípios morais e não deixaria meu próprio pai me comer. De novo, mando ele parar, vou pro meu quarto e tranco a porta, mas sabia que ia dar mais dias pro meu pai se continuasse assim. Continua...
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