Minha mina com os vagabundos da esquina 1

Na esquina do prédio onde moro com minha namorada tem um boteco, onde vendem bebida alcoólica e se junta um monte de vagabundo, pedreiro, motorista de táxi pra ver jogo de futebol, botar música no talo e beber até o sol raiar. Muitas vezes fui lá pedir pra baixarem o volume porque não me deixavam dormir, me mandavam pastar e me xingavam de tudo, fiquei marcado quando chamei a polícia pra intervir, mas no final, depois que a viatura foi embora, eles colocaram a música ainda mais alta e me enchendo o saco. Toda vez que saio com minha namorada e esses vagabundos tão bebendo na esquina e me veem, começam a gritar de tudo pra mim, e pra ela também — Vem cá, gostosa, que você vai se divertir, manda o corno dormir — Traz essa bunda aqui, mina, que você tá morrendo de vontade. Eu tava louco pra quebrar a cara deles, mas eram 5 vagabundos que sempre estavam lá, e eu ficava calado e entrava em casa com minha namorada, que longe de se irritar, achava a situação engraçada porque eu via ela rindo sempre. Toda vez que saíamos pra passear, notava que ela se vestia mais ousada, às vezes ia com uns shorts bem apertados que deixavam metade da bunda de fora, e os vagabundos ficavam bem atrevidos com ela. Numa dessas vezes, gritaram: — Vê como mexe essa bunda pequena, é putinha! E minha namorada solta minha mão, se inclina e começa a rebolar o rabo como se fosse twerk, fica quase um minuto mexendo a bunda e eu não acreditava no que ela tava fazendo — Olha aí, falei que era uma puta safada. Ouvi um deles dizer — Que bunda enorme essa puta tem. Um dos vagabundos, sem camisa e de short de futebol, se aproxima, fica atrás da minha namorada e os amigos dele aumentam o volume da música, tava tocando um reggaeton e minha namorada esfrega a bunda no pau dele e começa a rebolando, dava pra ver que o cara tava de pau duro e encostava a rola na bunda dela. O vagabundo começa a bater na bunda dela com uma mão e apertava com a outra, pra ela, que é normal dançar assim, não falava nada, mas o contexto era muito pesado. Diferente de uma dança em uma balada. Eu, puto da vida, separo ela e saio andando rápido pra entrar logo no nosso apê, e começam a gritar de tudo pra gente:
— Pô, tua mina é uma putaça, parceiro! Traz ela aqui quando precisar de atenção.

Eu tava quase chorando de humilhação, e minha mina tava mordendo os lábios de tesão. Quando chegamos, reclamei com ela por que fez aquilo, eu tava a ponto de chorar.

Ivonne: — Ah, amor, dá pra ver que eles tão só zoando, e a gente não tava fazendo nada de mais. Você ficou com ciúme à toa, era só uma dançadinha e você fez um escândalo.

Fiquei pensando e era verdade, no fim não era nada demais, mas eu não gostava de ver minha mina rebolando a bunda pra esses caras.

Eu: — Mas, meu amor, você tava esfregando a buceta na pica daquele cara. Ele sempre me xinga, você não tem consideração por mim? Como você me deixa na frente dos outros?

Ivonne: — Sim, amor, vou ser sincera com você. Me dá um tesão do caralho quando me gritam coisas, você não tem ideia. E aí eu desabafei um pouco, algo que tava com vontade de fazer.

Eu: — Esses caras te dão tesão? Ficam o dia inteiro bebendo e se drogando na esquina, nem trabalham. É isso que te excita?

Ivonne: — Uff, para que eu fico mais molhada ainda. Você não faz ideia do que eu imagino que eles fazem comigo, é tipo uma fantasia.

Eu: — Tá me zoando? Você percebe o que tá me falando?

Ivonne: — E sim, melhor eu te contar, né? Ou prefere que eu não fale nada? Sim, esses caras me dão tesão!! Eu fico excitada pensando que eles me apalpam naquela venda de merda, me despem, chupam meus peitos e depois me mandam pra casa pelada e toda usada!! Não é minha culpa, esses vagabundos nojentos que você não aguenta me deixam louca de tesão.

Eu: — Sério que você é minha namorada? Não acredito no que tô ouvindo.

Ivonne: — E se você me comesse como deve ser, com certeza eu não ia olhar pra outros homens. Mas como mal sobe faz tempo, a gente não transa. Eu quero foder!! E foder de verdade, tenho necessidades e tenho fantasias que com seu probleminha é impossível. Tenho que me masturbar pra me satisfazer, e não penso em você quando faço isso. Eu: amor, desculpa, tô trabalhando nisso, mas não fala desse jeito, é foda o que você tá me dizendo
Ivonne: Você tem ideia do que eu tô aguentando? Cê acha que ninguém me paquera? No trampo, na academia, na facul, até seus amigos tão dando em cima de mim. Não vou mais aguentar, preciso de uma foda, tô explodindo de tesão, mais cedo ou mais tarde vou ceder pra alguém se você continuar com essa broxice
Eu: amor, para pelo amor de Deus, me faz mal você falar assim, mas não precisava me humilhar desse jeito na frente daqueles favelados de merda, agora fiquei parecendo um corno manso pra eles
Ivonne: E já foi, esfreguei minha buceta no pau dele e sabe o quê? Adorei sentir o pau dele, se você não tivesse separado eu ia deixar ele fazer de tudo, ah e te garanto que na próxima vou me masturbar pensando no pau daquele vagabundo sujo e viciado, o pau dele tava todo duro e pelo que senti é enorme, e se você continuar me enchendo o saco igual um mariconha, agora mesmo eu desço pra continuar a festinha, é isso que você quer? Porque eu adoraria
Se vocês acharam interessante, deixem pontos e continuo contando como tudo avançou

4 comentários - Minha mina com os vagabundos da esquina 1

Un-Anon +2
Excelente como va yendo la historia, espero el próximo!!
hqqq
Muchas gracias! pronto lo termino