A pérola negra

Este capítulo vai para a Sofí:

A pele dela tem um tom quente de caramelo que fica mais intenso no verão, ela adora se bronzear. Os olhos dela, dois poços de mel profundo, sem falar nas tetas que ela tem, te prendem. Elas têm o tamanho certo pra caber na boca o par de mamilos. Têm cor de Oreo, o que me excita pra caralho, acho que é capaz de incendiar a alma do mais frio. Lábios carnudos, sorriso perfeito.

O cabelo dela é longo, preto azulado que cai pelas costas em ondas, toda vez que ela olha pra algum homem, dá pra ver a safadeza na cara, mas ela disfarça muito bem. Ela é esbelta, deve ter uns 1,60, quando anda, se move com uma graça felina e um rastro de perfume (dos bons).

Ao escrever isso, pensei que era detalhe demais sobre a Sofí, mas achei justo que vocês entendam por que não consigo sair dessa enrascada.

Como contei no post anterior, ela é uma das 3.

Eu era muito bobo quando a conheci e inexperiente em sexo, ela era uma "slut vip", me comia do jeito que queria até eu começar a aprender, ela me ensinou tudo que sei.

A Sofí é multiorgásmica, no começo eu achava que era o garanhão, mas ela sempre ficava com vontade, gozava mil vezes e, foda após foda, comecei a tratar ela como merecia.

Ela se mudou pra Córdoba pra estudar Medicina e minha utopia caiu, eu fiquei em San Juan e naquele ano decidimos não nos ver mais por causa da distância e tal.

Um dia fiquei sabendo por amigos que ela tinha voltado de Córdoba nas férias de verão, mas dessa vez não vinha sozinha, a puta gostosa tinha que se saciar.

Quem mora em San Juan sabe o que são as sestas e o calor do verão. Quando de repente chega uma mensagem. "Estamos na piscina, quer vir?" Claramente pensei em não ir por causa do namorado e do calor, mas aquela raba não tem desperdício. Aí perguntei: "Com quem você está?" Ela responde: "Com meu namorado." Respondi: "Vou."

Cheguei no lugar, ela estava com o cabelo preso e uma micro biquíni rosa chiclete. Fiquei duro, não consegui evitar. Fiquei tão... Nervoso pra caralho, me enrolei na toalha pra caso o namorado aparecesse, mil coisas passaram pela minha cabeça (as duas).
Ela grita "love, love". Olho pra ver se vinha alguém, e a parceria dela não era homem/mulher, era um cachorro. Antes, por orgulho, nunca perguntei sobre o namorado.
Como a gente tava na piscina da casa dela, perguntei se tinha alguém lá dentro. Ela disse que não.
Lembro do dia como se fosse hoje, tava com o Hawaiian Tropic na mão e ela pede pra passar, tira o sutiã, me olha e fala: "vai, passa agora".
Nessa altura, eu tava pensando em me fazer de difícil um pouco, mas besteira de macho. Passei o protetor no corpo todo dela. Ela tava na borda da piscina.
Perguntei: "posso?" E ela respondeu que sim.
Tirei a parte de baixo do biquíni e comecei a fazer um beijo grego e chupar a buceta dela, o resto deixo pra sua imaginação. Desde aquele dia, a gente trepa sempre que dá.

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