Quando cheguei em casa, depois de me trocar e comer, eu e a Glória começamos a nos arrumar pros caras. Coloquei uma calcinha e sutiã preto de renda, uma blusa branca e uma minissaia jeans. Preparei uma bolsinha com roupa pra dormir e passar o fim de semana com o Ismael. Às 8 da noite os dois chegaram, nos beijaram na boca e, 15 minutos depois, eu já tava sentada no carro do Ismael indo pra casa dele. Durante o trajeto, ele ia passando a mão na minha perna enquanto dirigia. Me explicou que o Alberto e ele eram sócios e tinham uma empresa de retrátil. Até chegar no apartamento dele, tudo bem. Mas, mesmo já tendo ido lá com ele antes, fiquei nervosa — ia passar um fim de semana inteiro sendo mulher de um homem.
— Susi, pode deixar a bolsa com suas coisas no nosso quarto, você já sabe qual é.
— Obrigada.
Saí do quarto e não sabia o que fazer, fiquei parada do lado da mesa olhando pro Ismael.
— O que foi, gata?
— Tô um pouco nervosa com a situação, assim vestida de mulher, passando o fim de semana inteiro com você, um homem.
Ele se aproximou, me pegou pela cintura.
— Vai ver que logo eu tiro esses nervos.
Começou a me beijar na boca, enquanto foi direto passar a mão na minha bunda por cima da saia, de leve. Aos poucos, fui me sentindo frágil e delicada nos braços dele, enquanto ele continuava me tocando, enfiando a mão por baixo da saia, agarrando e amassando minha buceta. Já tava totalmente entregue a ele. Agora era eu quem passava a mão no peito dele e descia até sentir o pau dele por cima da calça — já dava pra ver um belo volume. Enfiei a mão dentro da calça dele, peguei no pau e fui esfregando, bem duro que tava. Ismael desabotoou minha saia, puxou um pouco e ela caiu sozinha no chão. Ele me agarrou pela bunda e foi amassando. Desabotoou a calça dele.
— Você não vai tirar minha calça?
— Vou, sim.
— Mas quero que faça de joelhos, com uma mão, enquanto com a outra continua tocando no meu pau.
— Sim. Como você mandar. Antes de me ajoelhar, ele me agarrou bem forte pela cabeça e me deu um beijo quase violento. — Gosto muito de você, Susi, gosto que você seja tão submissa. — Eu também gosto muito de você, Ismael, muitas vezes imaginei estar assim com um homem, ser a putinha submissa dele, a criada, a dona de casa, e nunca tive coragem de fazer. — Pois agora vai se realizar, neste fim de semana você vai ser a dona de casa, não vai se entediar de fazer tarefas e de ser minha putinha. Agora quero você quietinha e de joelhos, chupando a pica do seu homem. Ele me empurrou para baixo, olhei para ele sorrindo e me ajoelhei, tirei a calça dele, baixei a cueca, masturbei primeiro a pica dele com as duas mãos, dando pequenas chupadas na ponta enquanto olhava nos olhos dele. Desci passando a língua até chegar nas bolas, chupei elas enquanto o masturbava, voltei a percorrer ela toda com a língua até a ponta, meti na boca, brinquei com a cabecinha um tempo, minha boca foi ficando viscosa com os líquidos dele, olhava para ele enquanto fazia. — Que gostoso você faz, Susi, adoro a cara de safada que você faz, você é uma puta completa. Meti ela toda na boca, acelerando meus movimentos, sentia ela batendo na minha garganta, dava ânsia mas continuava chupando, estava muito tesuda, me sentia muito puta, estava adorando aquela pica, ocupava minha boca inteira, amava o sabor dela, devorava com vontade até que, sem avisar, ele soltou uma descarga de porra que quase me fez engasgar. Tirei da boca um momento para pegar ar e voltei a chupar para esvaziar ela da porra com que meu homem me premiava, não parei de chupar até que ficou bem limpinha. Tirei da boca e fiquei de joelhos olhando para o rosto dele. — Você é muito gulosa, putinha. — Sim, gostou, Ismael? — Muito, agora é minha vez, vou te fazer gritar de prazer. Levantei, ele me pegou pela mão e me levou para o quarto. Ao passar na frente de um espelho, me vi sendo puxada pela mão dele, ele só de camisa, sem nada por baixo, e eu de calcinha e com os saltos altos. atrás dele, ansiosa pra ele me fazer sentir toda uma mulher na cama. Ele me fez ficar de quatro na beira da cama, me deu umas palmadas e começou a massagear minha bunda, afastou a calcinha pro lado, me lubrificou enquanto enfiava primeiro um dedo no meu cu, acho que chegou a enfiar uns três, colocou proteção e me deu umas batidas com a pica no meu cu e senti na hora que já tava abrindo caminho dentro de mim. — aiiii, devagar que tá doendo. — desculpa. Ele tirou um pouco e enfiou de novo, sentia a pressão dentro de mim, parou um momento e empurrou de novo, e parou outra vez. — já entrou tudo, minha putinha, tá doendo? — um pouco e sinto muita pressão dentro. — claro, minha putinha, tem 19 centímetros enfiados, daqui a pouco tô te fazendo gemer e pedir mais. Ele começou a me foder devagar primeiro, meu cu se acostumou rápido a sentir ele dentro e a dor virou um prazer gostoso que, como ele já tinha dito, tava me fazendo gemer igual uma louca. — me fala, tá doendo agora, minha putinha? — não, ahhhh, tô gostando, continua, não para, que gostoso se sentir mulher. — cê gosta de ser mulher? — sim, não sei por que não experimentei isso antes, buffff mmmm ahhhh, sim, que gostoso, não para. — assim que eu gosto, me pedindo mais, você vai ser minha mulher o fim de semana inteiro, vai ser toda uma mulherzinha submissa. — sim, gosto de ser uma mulherzinha, sua mulherzinha. — por isso não se preocupa, tenho muitas tarefas pra uma mulherzinha como você. Durou mais uns minutos me fodendo até ele gozar, tirou do meu cu, me deu umas palmadas e ajeitou minha calcinha direitinho. — agora já sei que você é uma boa putinha, agora vamos ver como você é como mulherzinha, vai preparar um jantar pra nós dois. — vou, amor. Primeiro passei no banheiro, me limpei, urinei e fui pra cozinha, peguei a minissaia do chão pra vestir. — não veste, cozinha de calcinha, enquanto estiver comigo aqui quero você sempre de calcinha. — como você mandar, Ismael. Encontrei lombo, ovos e batatas e comecei a preparar o jantar. — Susi, pode me trazer uma cerveja? — vou sim. Peguei a cerveza. Ele estava sentado no sofá, completamente nu, e eu não consegui evitar de olhar ele de cima a baixo. Voltei pra cozinha pra terminar de preparar o jantar. — Ismael, cadê a toalha pra pôr a mesa? — Aqui na gaveta de cima, embaixo da TV. — Valeu. Peguei a toalha e coloquei na mesa enquanto o Ismael ficava me olhando. Fazer aquilo me deixava excitada; eu tinha fantasiado várias vezes ser a dona de casa servindo meu homem, e tinha se realizado. Me senti toda uma mulher fazendo aquilo. Deixei tudo pronto e começamos a jantar. Durante o jantar, ele me disse as tarefas que eu faria no dia seguinte: varrer, lavar a louça, colocar a roupa dele na máquina e estender, fazer a comida. E de tarde, dois casais de amigos dele viriam pra ver o futebol com ele. Depois do jantar, recolhi a mesa, lavei os pratos e deixei a cozinha limpa. — Já terminei tudo, Ismael. — Muito bem, já vi que você é toda uma mulherzinha de casa. Te parabenizo. Me traz uma cerveza e senta aqui comigo. — Valeu, Ismael. Vou pegar. Sentei do lado dele no sofá. Ele passou o braço por cima do meu ombro e me beijou. Ele estava completamente nu. Enquanto me beijava, comecei a acariciar o peito dele. Foi um beijo longo e delicioso. Desci a mão pelo peito dele até pegar na pica dele e comecei a masturbar ele. — Cê gosta da minha pica, né, puta? — Sim, gosto. Sinto atração por ela. — Se te atrai tanto, chupa ela. Ele empurrou minha cabeça pra baixo e eu comecei a chupar ele enquanto ele acariciava minha cabeça, minhas costas, passava a mão na minha bunda, me chamava de puta. Isso me acendia mais e eu me esforçava mais pra chupar ele. Enfiava ele inteiro na minha boca, ansiosa já pra receber o gozo dele. Não demorou pra ele encher minha boca de porra, que eu engoli como pude. — Você se mostrou uma boa puta. Não esperava isso quando a Glória me ofereceu o trato. Você me surpreendeu. Tem tudo que eu procurava: uma travesti bem submissa e puta, inexperiente, mas se você me deixar, eu vou te ensinar a ser uma boa sissy. — Eu também tô surpresa, e tô doida pra você me ensinar. Sempre fantasiei com isso. - Todo fim de semana vou te ensinar a ser uma sissy obediente e feminina. Enquanto a gente conversava, eu brincava com o pau dele com uma mão, e ele ficava duro de novo. - Obrigada, tô pronta pra aprender. - Vai pegar o lubrificante no quarto. - Já vou, amor. Ele me fez deitar em cima dele, passou a mão no meu cu, deu umas palmadas que me fizeram gritar. - Você gosta de levar palmada. - Sim. - Então não vai faltar, eu adoro palmear minha putinha e ficar passando a mão no teu cu direto. - Que gostoso. Ele deu mais umas palmadas, afastou minha calcinha pro lado e foi lubrificando, enfiando os dedos. - Já tá pronta, neném, levanta e deixa ele bem duro com a boca. Eu me ajoelhei na frente dele, que ainda tava sentado no sofá, e de novo tinha aquela porra de pau gostoso na boca, em segundos cresceu dentro de mim. - Já foi, minha sissizinha, levanta e senta nele devagar. Abri as pernas, fiquei em cima dele de frente, ele afastou minha calcinha e colocou a ponta no meu cu. - Vamos, putinha, vai descendo devagar. Comecei a descer e sentir ele entrando em mim, entrava fácil até eu ficar totalmente sentada com o pau dentro. - Me beija, e começa a rebolar e aproveitar, putinha minha. - Mmmmm, que gostoso, sinto ele todo dentro. - Isso, assim mesmo, monta no meu pau, continua assim, tá fazendo certo, que gemido gostoso, continua assim, putinha, tô gostando muito de você, agora você é só minha, minha putinha. - Ahhhhh, mmmmm, sim, sou só sua. Continuei montando como uma louca. - Continua assim, putinha, que eu vou gozar. De repente senti o calor do leite dele no meu cu, a gente tava transando no pelo. - Continua assim, putinha, esvazia minhas bolas no teu cu. - Sim, mmmm, que gostoso sentir teu leite dentro de mim. Fui diminuindo o ritmo e fiquei sentada em cima com o pau dentro, que foi amolecendo enquanto ele me beijava. - Você se comportou muito bem, agora me traz outra cerveja e arruma bem a calcinha pra ela ficar encharcada com meu leite, e fica de pé sem sentar. até a hora de dormir pra não sujar nada, você tem que se acostumar a usar a calcinha com a porra do seu macho. - como você quiser, Ismael. Fui pegar uma cerveja. - obrigado, Susi, você é uma sissy muito obediente. - sempre vai ser assim. - é o que espero. Fiquei de pé na frente dele, até que um tempo depois. - vai varrer o chão assim, enquanto se mexe vai sentir minha porra na sua calcinha. - sim, como o senhor mandar. - não me trate de senhor, mesmo me tendo como submissa, prefiro que me chame de Ismael. - combinado, Ismael. Comecei a varrer o chão, estava com a calcinha toda molhada de porra dele, e das minhas gozadas e do fluxo vaginal que saía do meu pau preso na gaiolinha, era desconfortável, mas fiz com orgulho e pensei que todas as mulheres depois de dar uma sentada ficavam com a calcinha manchada de porra dos seus machos. Fiquei varrendo a sala na frente dele por um bom tempo. - já chega, Susi, pode tomar um banho se quiser e vamos dormir. Tomei banho e coloquei uma calcinha fio dental vermelha de renda com o sutiã e um babydoll vermelho transparente e saí do banheiro. - já estou pronta, Ismael. - que gostosa você está. - obrigada. Fomos para o quarto e deitamos na cama, ele me deu um beijo. - até amanhã, Susi. Ele virou e foi dormir, não aconteceu nada naquela noite. Ele me acordou às 10 da manhã. - bom dia, Susi, vamos, preguiçosa, preciso de um café. Levantei, preparei café para nós dois e depois fui lavar os copos do café da manhã. Quando estava na pia, ele me agarrou por trás, me deu duas palmadas fortes, apalpou minha bunda e já tinha o lubrificante à mão. Abriu minhas pernas, afastou minha calcinha, me lubrificou bem e, apoiada na pia, começou a me foder. Começou a meter bem forte, como gaveta que não fecha. - achou que eu não ia te foder com essa camisola tão linda que você tá usando? Você gosta, sua puta. - sim, mmmm ahhhhh que gostoso, não para. - não vou parar, puta, até encher esse cu guloso com minha porra. Ele me comeu por quase 20 minutos, porque eu estava apoiada, senão teria caído. No chão de prazer, ele gozou dentro de mim, colocou minha calcinha delicadamente e me deu mais um tapa na bunda. — Agora você já pode começar com as tarefas de casa, assim bem fudida, cheia de porra e do jeito que está vestida. Como ele disse que eu teria que ligar a máquina de lavar, perguntei onde estava a roupa suja dele e foi a primeira coisa que coloquei. Depois, tirei o pó dos móveis, varri e passei pano no chão, enquanto ele foi jogar videogame. Depois, estendi a roupa e comecei a fazer a comida, preparei um arroz com frango. A manhã toda ele não falou uma palavra comigo. Comemos e relaxamos um pouco. — É hora de você se arrumar, porque daqui a pouco meus amigos chegam. O futebol começa às 18:30. — Sim, eu sei. Gosto de futebol e meu time está jogando. Vou assistir com vocês. — Desculpa, futebol é coisa de homem. Você vai preparar o jantar com as esposas deles enquanto a gente assiste ao futebol. — É cedo pra preparar o jantar, posso assistir. — Eu disse que não. Você vai cuidar das suas obrigações como mulher. A cozinha é seu lugar, certo, Susi? — Certo, Ismael. — falei de má vontade. — Tá bom, agora fica bem gostosa. Tomei um banho, coloquei lingerie preta e um vestido preto sem mangas, curtinho e solto, com um cinto branco, meus saltos e esperei sentada com ele até eles chegarem. Um pouco depois das 18 horas, eles estavam em casa: Pedro, a esposa dele Clara, Manuel e Lucía. — Traz umas cervejas, Susi. Servi eles e eles sentaram pra ver o futebol, e eu não tive escolha a não ser ir com elas pra cozinha preparar o jantar e falar de coisas de mulher. Elas também estavam curiosas sobre minha vida e não tiveram vergonha de perguntar. Contei minha história e elas ficaram chocadas ao saber que eu era casada e que meu parceiro agora estava com o Alberto, que elas conheciam. E claro, no final, todas as mulheres são muito curiosas e não podia faltar a última pergunta. — Só por curiosidade, como você faz pra não aparecer aquilo? — Me dá um pouco de vergonha explicar. — Fala, a gente tá curiosa. — Bem, eu tenho ela. trancada numa jaula de castidade que me trava e não me deixa ter ereções, e também me obriga a mijar sentada. — Que curioso, adoraria ver isso. — Não, isso não, já me dá muita vergonha. — Tá bom, te entendo. A tarde passou rápido e depois do futebol sentamos pra jantar, e após ficar um tempinho na sala depois da janta, decidiram sair pra tomar uns drinks. O Ismael ligou pro Alberto pra ver se eles topavam sair com a gente, e em meia hora eles já estavam em casa. Depois de cumprimentar e apresentar a Gloria, que não conhecia os casais, saímos pra rua. Como tava um tempinho bom, e falaram que o lugar era uns 20 minutos, decidiram ir caminhando. No começo saímos cada uma de mão dada com seu parceiro, mas rapidinho se formaram dois grupos: os caras de um lado e as minas do outro. A Gloria pegou no meu braço. — Susi, como tá sendo o fim de semana com o Ismael? — Muito bom, tô adorando ele. Gosto de como me trata, tô super à vontade. — Que bom, fico feliz. Você tá muito gostosa com esse vestido meu, fica melhor em você do que em mim. No fim, acabamos conversando entre as quatro e, quando fomos ver, já estávamos na entrada do lugar. Cada homem pegou sua mina pra entrar. A música era suave e dava pra conversar de boa. Não tinha lugar pra sentar, então pedimos bebida e ficamos em pé. O Ismael me segurava bem coladinha nele, e eu me sentia super confortável assim. Agora, cada casal, apesar de todo mundo conversar junto, eles estavam mais ligados na gente. A música convidava a se mexer devagar e a romantizar com seu parceiro. O Ismael me virou pra ele e me agarrou pra dançar. Me pendurei no pescoço dele e em nada estávamos nos pegando, e ele ia apalpando minha bunda, até por baixo da saia. Depois de umas três danças, as minas fomos ao banheiro. A Lucía, que foi a mais curiosa na hora de perguntar em casa, ficou de olho em mim no banheiro. Acho que foi por causa do vinho da janta, uns shots em casa e o drink. Da discoteca, nem pensei duas vezes: levantei a saia, baixei a calcinha e sentei pra mijar. Enquanto tava sentada, vi a Lucía olhando fixo pra minha entreperna e me tapei.
— Não se tapa, por favor. Me mostra, tô com muita curiosidade.
— Tô com vergonha.
— Agora somos amigas, e já vi um pouco, mas quero ver direito.
— Tá bom.
Levantei, gozei e deixei a saia levantada pra ela ver.
— Deve ser bem desconfortável.
— Um pouco, mas já tô acostumada. Subi a calcinha e foi a vez dela mijar. Eu virei pra não olhar.
— Não precisa virar, somos duas mulheres. Outra pergunta: e quando você transa, não te atrapalha? Quando fica dura.
— Um pouco, mas não deixo ter ereções.
— Então como você curte? Não goza, não pode se masturbar?
— Não posso me masturbar, mas gozo quando fodo com o Ismael. Gozo sem ter ereções, ou quando fico excitada, me molho igual uma mulher.
— Porra, que curioso tudo isso.
Saímos do banheiro, retocamos os lábios e voltamos pros caras. Entre danças, conversas e bebidas, já eram 4 da manhã. Decidiram voltar pra casa. Na rua tava fresco e, com a bebida que a gente tinha tomado, a gente andava mais devagar. Não deu nem 10 minutos de caminhada, entre a bebida e o frio subindo pelas minhas pernas e batendo na minha bunda, o Alberto parou pra mijar nuns contêineres. Eu também tava apertada, já não aguentava mais, e comentei com as minas.
— Espero que a gente chegue logo em casa, tô me mijando e quase não seguro.
A Glória e a Clara disseram que também tavam com vontade.
— Agora não tem ninguém na rua. A gente se enfia entre os carros e faz ali, não tem outro lugar. Uma fica de olho pra ver se vem alguém — falou a Glória.
— Eu prefiro aguentar até em casa — falei. Nunca tinha mijado na rua como mulher, e com a gaiolinha tinha que me agachar.
— Vem, vamos entre aqueles carros — a Glória me pegou pela mão e puxou. — Eu vou primeiro, e depois você, Susi. Se enfiou entre dois carros, e a gente, as outras três, ficou de olho. Quando terminou, quase me jogou no chão de tanto puxar pra dentro dos carros. E lá estava eu, na frente de três minas, abaixando a calcinha, me agachando e levantando a saia pra fazer xixi pela primeira vez. — Com a facilidade que os caras têm, é só tirar o pau e pronto, enquanto a gente tem que abaixar a calcinha e mostrar meio rabo pra mijar. Clara e Lúcia falaram que a gente dava sorte mesmo, eu não falei nada, tava com tanto tesão de estar na frente de três gatas fazendo xixi como se fosse mais uma que eu olhei pra elas, sorri, levantei, coloquei a calcinha e esperamos a Clara fazer pipi também. Depois, a Gloria segurou meu braço. — Sabe, Susi, hoje à noite você me deixou com muito tesão quando tava com o Ismael dançando e se beijando, tão agarradinha nele, e agora te vendo agachada fazendo xixi, percebi que hoje à noite só te vejo como mulher, uma amiga mesmo. — Acho que a nossa acabou, você tá com o Alberto e eu gosto muito de ficar com o Ismael, e me deu muito tesão fazer xixi na rua como mulher, espero continuar fazendo isso. — Susi, eu te amo muito e acho que a nossa realmente acabou, as duas já temos nossos homens, mas moramos juntas e espero que sejamos boas amigas. — Claro, eu também te amo muito e vamos ser boas amigas, você foi a culpada de me tirar do armário e me mostrar o caminho. — Então você tá disposta a seguir em frente com o Ismael? — Sim, me sinto bem com ele e vou aprender a ser mulher ficando com ele todo fim de semana. — Fico feliz por você, Susi. Quando chegamos na casa do Ismael, a gente se despediu e meu homem já me agarrou na bunda e entramos no prédio. Esperando o elevador, ele me segurou bem forte pra me beijar. — Sabe, amor, eu já vinha com tesão, e seus beijos e essa mão na minha bunda acabaram de me deixar muito putinha. — Ahhh, é? E o que a minha putinha quer? Enquanto o elevador subia, eu abaixei o zíper dele, meti a mão e toquei por cima da cueca. — Isso. Parei o elevador, saímos abraçados com minha mão enfiada tocando a pica dele por cima da cueca, enquanto ele abria a porta eu tirei ela pra fora e, ao fechar a porta, levei ele com a pica na minha mão puxando direto pro quarto. Joguei a bolsa numa cadeira, dei um beijo na boca dele e me ajoelhei na frente do meu macho. Fico muito puta e adoro ficar de joelhos porque é a posição natural pra uma garota submissa, ainda mais se você é uma travesti. Mostramos pro nosso macho que ele é superior a nós, as travestis submissas nascemos pra servir, obedecer e dar prazer pro macho, mas hoje ia ser diferente, eu ia tomar as rédeas — "e agora você vai ser toda minha, sua putinha". Sem soltar a pica da minha mão, desabotoei a calça dele e abaixei junto com a cueca. Ismael já tava acariciando meu cabelo e eu, olhando nos olhos dele, dei uns beijinhos na ponta, depois passei a língua de cima a baixo sempre brincando com o olhar. Chupei os ovos dele, enfiei na boca e subi de novo passando os lábios pelo tronco, até enfiar a pontinha na boca. Fiquei um tempão chupando a pontinha, enchendo a boca de líquido pré-seminal. Comecei a meter e tirar devagar, cada vez mais fundo na boca até bater na garganta. Não tem nada mais gostoso do que aproveitar uma boa pica assim e ouvir os gemidos do seu macho, saber que é seu dever como mulher satisfazer ele, fazer ele saber que você é a puta dele, que deseja que ele encha sua boca gulosa de porra deliciosa e gostosa. E uns 10 minutos depois eu consegui meu prêmio merecido na boca. Mantive ela na boca e, ainda ajoelhada, olhei na cara dele com a boca cheia de porra pra ele ver a putinha dele engolindo. Fechei a boca e engoli tudo, e mostrei minha boca limpa de novo. Levantei e empurrei ele na cama. Ele se ajeitou e eu deitei do lado, dei um beijo na boca dele enfiando minha língua entrelaçando com a dele enquanto pegava na pica e batia uma. Parei de beijar ele. E ele foi direto passar a mão na minha bunda. — Ismael, me deixa cuidar de você hoje, quero te fazer gozar. Já tô tão molhada sem você me tocar, só com aquela agarrada na bunda e o beijo no elevador já fizeram eu molhar a calcinha. — Tá bom, segue assim, minha putinha. Continuei beijando o pescoço dele, o peito, desci até a barriga, mais beijos, mais chupões, fui descendo, beijei a virilha, minha mão continuava batendo uma pra ele, chupei os ovos dele e subi lambendo e chupando todo o tronco até chegar na cabecinha, que chupei de novo com vontade, enfiei inteira na boca umas duas vezes. Já tava bem dura de novo. — Neném, me passa o lubrificante. Ele me deu o lubrificante e uma camisinha. — A camisinha não, hoje quero sentir sua essência dentro de mim. Sentei entre as pernas dele, tirei o vestido, passei lubrificante na pica dele, afastei minha calcinha pro lado e me lubrifiquei bem. De tarde, no banho, tinha me limpado direitinho, meu interior tem que estar sempre limpo. Me coloquei em cima da pica e sentei devagar, descia um pouco e subia de novo, assim, até que entrou toda no meu cu e comecei a cavalgar em cima dele. Olhava pra ele e adorava ver ele curtindo, soltava gemidos junto comigo. Já tava uns 10 minutos de vaquinha e não conseguia fazer ele gozar, meu macho tem muita resistência. Cansei de cavalgar e desci, aproximei minha boca da dele, beijei e falei no ouvido. — Continua você, sou toda sua. Fiquei de quatro, ele me agarrou pela cintura e meteu de uma vez, o que me fez dar um gritinho. Começou a me foder com força, me puxou pelo cabelo, tava me comendo duro, quase com violência. — Isso, issooo, assim, ahhh, assim, não para, que gostoso. — Você gosta, né, putinha, do jeito que seu macho te fode. — Siiim, mmmm, eu ahhh gosto. — Toma, putinha, toma, você ficou muito putinha. — Sim, sou mmm uma putinha, ahhh ahhh você me faz ser mmm putinha, bufff que gostoso, e eu adoro ser sua putinha. Ele continuou metendo forte por um bom tempo. — Vou gozar. — Isso, continua ahhhh mmm, não para, isso. ahhhh me engravida, quero sentir essa porra dentro de mim. - sim, vai lá, não aguento mais. E senti meu interior se enchendo enquanto ele dava as últimas estocadas. Caí exausta na cama, ele se deitou do meu lado e nos beijamos. - te amo, querido, você me deixa louca, adoro como me trata, adoro essa veia machista que você solta comigo às vezes, me mostrando meu lugar, adoro estar aqui com você, adoro fazer as tarefas de casa pra você porque são tarefas femininas e é minha obrigação como mulher da casa fazê-las pra deixar meu homem feliz, ou seja, você. - eu também te amo, Susi, e sou feliz quando você está aqui comigo. - só tem um problema, querido, queria que você me deixasse ver o futebol com você. - sábado que vem o Barça joga às 4 da tarde, a gente vê junto, mas no dia que meus amigos vierem, você já sabe, a gente gosta de ver junto e sozinhos, e vocês na cozinha, que é o lugar de vocês. - tá bom, aceito. Naquela tarde voltei pra casa com a Glória, a semana passou rápido e na sexta fiquei o fim de semana de novo com meu homem, naquela noite transamos gostoso e no sábado chegou a hora do jogo e sentamos no sofá, ele só de cueca e eu de calcinha e sutiã rosa rendado. - gata, me traz uma cerveja que isso vai começar. Sentei do lado dele, dei um beijo e apoiei a cabeça no ombro dele, e o juiz deu o apito inicial. - sabe de uma coisa, Susi. - fala, amor. - que eu continuo achando que futebol é coisa de homem, então enquanto eu vejo o jogo, quero que você me chupe, porque isso sim é coisa de mulher. - querido, me deixa ver o jogo. - desculpa, se contenta em ouvir, é uma fantasia que eu tenho, uma cerveja bem gelada, um bom jogo de futebol e minha putinha de joelhos me chupando, o sonho de qualquer homem. - mas querido, me deixa. - não me faz te forçar, tá bom, quem manda aqui. - você, Ismael. - então obedece como uma boa gatinha. - tá bom. Me ajoelhei na frente dele, entre as pernas dele, abaixei um pouco a cueca dele e Peguei na pica dele e comecei a masturbar ele, depois comecei a chupar, sentindo o futebol enquanto isso. Num dado momento, teve uma jogada de perigo a favor do nosso time e eu tirei a boca pra olhar a TV. — O que cê tá fazendo, gata? Continua no teu serviço chupando e não ousa olhar pra TV de novo. Continuei chupando, tava cheia de raiva mas por outro lado me excitava ser tratada assim. — Que prazer ver o futebol enquanto cê tá me chupando, não acha, sua putinha? — Sim, querido. — Assim que eu gosto, que você seja submissa e obediente. Fiquei um tempão chupando ele até ele gozar na minha boca, engoli tudo e continuei chupando pra deixar bem limpinha. Quando fui tirar a boca: — Não se mexe, putinha, coloca de novo na boca e fica assim apoiada e relaxada na minha virilha. — Me deixa ver um pouco de futebol, acho que eu mereço. — Se aguentar como eu mandei o que resta do primeiro tempo, vou deixar você ver o segundo. Fiquei assim apoiada com a pica dele na boca, mas não conseguia deixar a língua nem a boca quietas, e fui chupando de leve até ele ficar duro de novo. — O que foi, putinha, não consegue parar de chupar? — Não. — Que gulosa você é, por isso te deixei assim, porque sabia que não ia resistir a chupar. Continua, gata. Continuei chupando até o fim do primeiro tempo. Ele me fez levantar, ficou de pé, me apoiou no sofá oferecendo a bunda toda, afastou minha calcinha pro lado e meteu quase de uma vez. Tava quase começando o segundo tempo quando ele encheu o que pra mim já era minha buceta de porra, tirou, ajeitou minha calcinha. — Agora traz duas cervejas pra cada um e vamos ver o futebol. Sentei do lado dele e comecei a ver o futebol junto. — Você se comportou muito bem, gata. — Eu sempre me comporto bem. — Me fala a verdade, você gostou mais de ver o futebol ou de chupar minha pica? Enfiei a mão dentro da cueca dele, abaixei a cabeça e dei umas chupadinhas. — Ficou claro? — Sim, mas quero que você me diga. — Chupar sua pica. — Sua gulosa. Depois do Futebol, tomamos banho e nos arrumamos pra sair. Coloquei uma calcinha de renda bem gostosa, com o sutiã combinando, um vestido preto curto e justo que mal cobria minha bunda — tinha que tomar cuidado pra sentar de pernas cruzadas e não mostrar nada. Encontramos os amigos dela pra jantar e depois sair pra beber. Naquela noite, percebi que eu e Lucía nos dávamos super bem, e dali nasceu uma amizade linda. A noite foi divertida, e o final feliz em casa foi melhor ainda.
Durante a semana, conversei muito com Lucía pelo WhatsApp, e no sábado, como eles tinham combinado de ir na casa da Clara, saímos cedo — o futebol começava às 18:30. Chegando na casa da Clara, nós duas fomos pra cozinha conversar.
— Ei, vocês topam dar uma volta no shopping? — disse Lucía.
— Seria legal.
— Não tô afim, vão vocês — falou Clara.
— Não vamos te deixar aqui sozinha.
— Não, sério, vão vocês.
Então, no fim, Lucía e eu fomos ver as lojas. O shopping ficava a uns 10 minutos andando. Começamos a percorrer as lojas e olhar roupas, escolhemos várias peças pra experimentar: umas saias, um vestido e uma blusa. Entrei no provador pra vestir, e Lucía entrou comigo. Eu pensei em fazer sozinha, então, meio sem graça, fiquei só de calcinha na frente dela primeiro, experimentei as saias e depois só de lingerie pra vestir o vestido. Aí foi a vez dela tirar a roupa. Me virei pra não ver ela de calcinha — me dava vergonha — mas ela percebeu.
— Susi, não precisa se virar, estamos entre mulheres.
Isso me fez corar. Ela ficou totalmente de lingerie na minha frente, e aí percebi que não sentia nada ao vê-la, que era indiferente pra mim. Comprei umas minissaias, um vestido e, em outra loja, uns conjuntos de lingerie. Tomamos um café, e antes de voltar pra casa da Clara, passamos no banheiro. Como não entramos juntas no mesmo, e Lucía não se... Assim que entrei, ela levantou a saia, baixou a calcinha e sentou pra mijar. Vi a buceta dela depilada, mas, igual antes, não me deu tesão nem nada. Depois, eu mijei também. Fiquei mais envergonhada, mesmo ela já tendo me visto. Depois disso, voltamos pros outros. Após o jantar, saímos pra beber. Acabei criando uma boa amizade com a Lucía. A Clara era mais distante, até com a Lucía. Durante a semana, depois do trabalho, eu trocava de roupa em casa e, de vez em quando, saía com a Lucía pra tomar um café e passar uma tarde de garotas. Três semanas depois. Naquele fim de semana, o futebol era domingo à tarde, então ficamos só eu e o Ismael. — Susi, quer ver o jogo comigo? — Talvez eu veja o segundo tempo, tenho coisas pra fazer. — O que você tem que fazer? — Coisas de mulher. — Você marcou com a Lucía? — Não, ainda tenho muito serviço na cozinha. — Que estranho você preferir a cozinha ao futebol. — Bom, não é tão estranho assim. Você mesmo me lembra que meu lugar é na cozinha, principalmente quando seus amigos vêm. — É verdade. Ainda faltava um tempo pro jogo, mas levei uma cerveja pro Ismael, que tava vendo os comentários. Primeiro, tomei um banho, lavei bem minha xereca e deixei bem lubrificada. Coloquei lingerie rosa, calcinha de renda, liga, meia-calça, um babydoll e salto alto. Me maquiei bem provocante. Coloquei um roupão assim que terminei de me arrumar. O jogo estava prestes a começar. Fui pra cozinha e esperei exatamente o momento em que o juiz apitou. Tirei o roupão, peguei outra cerveja e entrei de forma sensual na sala, entregando a cerveja pra ele. — Nossa, você se produziu toda sexy pra fazer o que tinha que fazer na cozinha. — Hahaha, é pra te fazer companhia enquanto você vê o futebol. — Você vai ver o futebol comigo? — Não, futebol é coisa de homem. Além disso, é bobo ver 22 caras correndo atrás de uma bola. Me ajoelhei na frente dele, tirei a cueca dele, me enfiei entre as pernas dele, peguei o pau dele e levei minha boca até ele. Base, olhei nos olhos dele. — Prefiro fazer coisas de mulher e brincar com duas bolas sozinha. E comecei a chupar os ovos dele enquanto o masturbava com uma mão. — Minha gostosa gulosa, então agora você não gosta mais de futebol? — Mmmmm, digamos que eu gosto mais disso que tenho na mão, você também não gosta mais? — Claro, minha putinha, o que mais um homem pode pedir do que ver futebol enquanto curte um boquete gostoso? Ele começou a acariciar minha cabeça enquanto eu continuava chupando os ovos dele, na minha mão o pau dele já bem duro pedia minha atenção, subi passando a língua, dando beijos sensuais e chupadinhas, cheguei na ponta, dei uns beijos brincando com o olhar, ele me olhava e sorria, não olhava mais pro futebol, olhava pra mim, isso me deixava mais puta, comecei a chupar a pontinha sugando bem com os lábios, fazendo os chupões serem bem ouvidos, fui enfiando tudo na boca aos poucos, fui acelerando devagar, queria fazer ele gozar logo, não demorou muito pra ele gozar na minha boca, mas continuei chupando pra deixar limpinho e deixar ele duro de novo, não demorei pra deixar ele bem duro outra vez, me levantei, sentei em cima dele, afastei a calcinha de lado e enfiei na minha buceta de uma sentada só, segurei ele pelo pescoço e enquanto começava a me foder dando sentadas, beijei ele apaixonadamente. — Susi, assim você não me deixa ver o futebol. — Prefere ver futebol a foder comigo? — Não, continua se fodendo, mas se me beijar, não vejo o futebol. — Tá bom, fiz isso porque te desejo. — Eu também te desejo e gosto do que você tá fazendo, mas faz sem me beijar. — Tá bom, mas no intervalo quero todos os beijos que você me deve. Continuei quicando em cima dele, até que ele não aguentou mais e gozou, enchendo minha buceta de porra, sem tirar o pau, relaxei e me abracei nele, deixando ele continuar vendo o futebol, faltavam só 5 minutos pra acabar o primeiro tempo, assim que o juiz apitou, ele começou a me beijar com força. — Diz, putinha, o que você prefere, beijos ou pau? As duas. Deito no sofá, coloco um travesseiro debaixo da minha bunda, ele se masturba um pouco e, quando ficou pronto, meteu de uma vez. Enquanto me comia, ia me beijando. Começou a segunda parte, mas não ligou, continuou enfiado entre minhas pernas até me encher de porra de novo. Me deu um último beijo e sentou pra ver o futebol. Eu me apoiei nele e vimos o final do jogo. Assim foram as semanas com a Lucía, já éramos amigas inseparáveis, e chegou o verão e as férias. A Glória decidiu viajar com o parceiro dela, e eu ia passar 23 dias com o Ismael, todas as minhas férias como mulher. Uns dias antes, a Lucía e eu tomávamos um café numa tarde. — Ei, Susi, já que você vai passar três semanas com o Ismael, por que não dá uma mudada no visual? Algo simples no cabelo, mais feminino, talvez unhas postiças. Não te anima? — Até que animaria, mas depois vou ter que voltar pro trabalho e, claro, não posso fazer o que eu queria. — Faz algo simples que depois você possa reverter, além disso, as unhas você pode tirar. Tenho que dizer que já estava pensando em transicionar há um tempo, mas o trabalho me segurava. — Não sei. — Deixa comigo, vou marcar um horário no centro de beleza que eu frequento e te aconselho, ou, se me deixar, junto com a Noemí, minha cabeleireira, podemos fazer uma surpresa. — Não confio em você. — Fica tranquila, sei que depois você tem que voltar pro trabalho. — Tá bom. Sexta-feira à tarde, depois do trabalho, cheguei em casa, me depilei, me arrumei e esperei o Ismael passar pra me pegar. Tinha duas malas prontas pra passar todas as minhas férias com ele. Na casa dele, preparei o jantar, depois de comer vimos um filme e, já na cama, o Ismael me comeu e a gente dormiu. Acordei cedo, às 8:30, a Lucía passaria pra me buscar. Ela me levou ao centro de beleza. — Bom dia, Noemí, esta é minha amiga Susi. Deixo ela nas suas mãos. — Oi, Susi. — Oi, Noemí. — Senta no lavatório. Primeiro lavou minha cabeça, depois começou a cortar um pouco do cabelo. A Lucía não quis que eu visse. Até terminar, voltei pro lavatório e depois de um tempo ela colocou uma touca na minha cabeça. — Vamos deixar a creme agir um pouco na cabeça, enquanto isso vou arrumar suas sobrancelhas. Ela mexeu nas minhas sobrancelhas, e depois nas minhas unhas — isso eu consegui ver como ela colocou as unhas, depois deu forma e deixou umas unhas compridas que pintou de vermelho. Fez o mesmo com as dos pés, e no fim lavou meu cabelo de novo, me fez sentar de novo e aí vi que tinha tingido meu cabelo — depois descobri que era castanho acaju — e começou a me pentear com secador e modelador. Quando terminou, pude me olhar no espelho. — Vou te matar, Lucía, daqui a três semanas volto ao trabalho, você disse que não faria nada que não tivesse conserto. — Desculpa, Susi, queria que você se visse gostosa. — É que eu amei, queria ficar assim, mas me entende. — Um momento, meninas, quando você tiver que voltar ao trabalho, vem aqui que eu arrumo seu cabelo. — Dá pra fazer? — Claro. — Valeu, Noemí, amei como tô, e as unhas são a melhor parte, tava doida pra usar. Mandei uma mensagem pro Ismael dizendo que ia almoçar com a Lucía e dar uma volta nas lojas. Passamos o dia juntas e às 8 voltei pra casa, assim que entrei pela porta. — Oi, amor, cheguei. — Oi, gata, porra, que gostosa você tá, que mudança. — Gostou? Fiz pra você, pra ficar bonita nessas férias. — Vem cá, me dá um beijo. Me aproximei pra dar um beijo, ele me agarrou pela cintura e me beijou bem gostoso na boca, nossas línguas brincaram um pouco, as mãos dele já me levantaram pegando na minha bunda. — Já me deixou putinha. — Você fica putinha muito fácil. — Sim, fico putinha só de te ver, mas se você me beija assim e pega na minha bunda desse jeito, aí me deixa putinha e molhada. — Ahhh, é? Ele me beijou de novo, levantou minha saia, enfiou uma mão na minha entreperna, eu abri minhas pernas convidando ele a continuar, a mão dele já tocava minha bunda por dentro da calcinha. — Parece que minha putinha molhou a calcinha mesmo. Levei uma mão na entreperna dele. — E meu lobo parece que Ficou meio duro aqui. - Isso é tudo pra você, já sabe o que tem que fazer. - Mmm, sim, mas eu gosto que você peça, você é meu mestre e eu sou só uma mera submissa louca pra obedecer suas ordens. - Isso é bom, quer brincar então? Fica de joelhos. - Mmm, sim, meu amo. Eu me ajoelhei e fui tirar a pica pra chupar. - Quieta, putinha, ainda não te dei nenhuma ordem. Você tá morrendo de vontade de chupar minha pica, né? - Sim. - Me pede, putinha. - Meu amo, tô ansiosa pra chupar sua pica. Tirei ela da cueca e ele começou a se masturbar na minha cara. - Gosta da minha pica? - Sim, adoro. Ele me deu duas palmadas com a pica nas bochechas. - Gosta de levar pica na cara? - Sim, meu amo. - Então toma, putinha. Ele me deu umas 10 palmadas a mais e aproximou a pica da minha boca, apoiando nos meus lábios, que se abriram automaticamente. - Calma, putinha, fecha essa boca gulosa. Ele começou a esfregar a pica nos meus lábios, e eu tava nervosa, não conseguia evitar abrir e chupar um pouquinho a pontinha. - Quieta, boca fechada. Parece nervosa, não consegue resistir a chupar. - Não consigo, você coloca a melzinha nos meus lábios e não deixa eu provar, é muito mau comigo. Ele me deu mais duas palmadas com a pica e colocou de novo nos meus lábios, deixando ela parada ali. Eu tava me segurando, minha boca fazia força pra abrir e abraçar a pontinha com os lábios, mas sabia que não devia. Ismael tava me testando, e eu tinha que ser submissa e aguentar. Olhei nos olhos dele, ele sorriu pra mim, e ver uma das minhas mãos apoiada na barriga dele com aquelas unhas compridas me deixava ainda mais putinha. - Adoro esses olhinhos de safada que você faz. Agora sim, minha putinha, chupa só a pontinha. Comecei a chupar a pontinha, ele me segurava pelo cabelo, me obrigando a olhar na cara dele. - Como você gosta de ficar assim, putinha. Agora um pouco mais pra dentro. Isso, você é muito obediente. Assim, até que aos poucos ele foi fazendo eu meter ela inteira. Aí ele começou a foder minha boca devagar, com suavidade, e de pouco em pouco foi acelerando, até... que acabou na minha boca, levanto, tiro a roupa, fico só de calcinha e sutiã, ele me mandou apoiar no sofá e me deu uma foda daquelas. Naquele sábado saímos pra festar com os amigos dele e as minas deles. No meio da semana, eu já me sentia super à vontade vivendo totalmente como mulher, mas minha cabeça não parava de girar, queria continuar assim pra sempre. Liguei pra Lucía pra ver se a gente podia se encontrar na casa dela, queria um lugar tranquilo pra explicar que queria avançar. Tinha tido uma ideia, mas não sabia se ia rolar. Então, tomando um café de boa na casa dela: — Então, Lucía, não sei como me explicar. Depois de pensar muito e pesquisar no Google, tô decidida a transicionar, quero ser mulher pra sempre. Mas tem meu trampo, isso me segura. Só que depois de pensar muito, tive uma ideia, mas não sei se dá pra fazer assim. — Explica, aqui você tem uma amiga e vou te apoiar em tudo. Tô muito feliz que você queira fazer isso. — A culpa é meio sua, o novo visual me encantou, o cabelo, minhas unhas, tudo. Quero estar assim todo dia. — Explica o que você tem em mente. — Me passou pela cabeça ligar pro meu chefe, falar que eu e a Gloria separamos e que tô passando as férias com meus pais, que moram no outro lado do país, e que surgiu uma oferta de emprego e vou ficar com eles. E, se possível, resolver os papéis do meu trampo pela internet pra não ter que passar lá pra assinar minha demissão. Essa é a dúvida: se dá pra fazer assim. O que você acha, será que rola? — Pois é, não sei. Fala com o Ismael, ele tem uma empresa e pode saber mais sobre isso. — Não queria falar nada com ele por enquanto, porque além disso, quero visitar um endócrino pra começar a me hormonizar. Quero ser mais feminina e parar de usar esses peitos de silicone, ter os meus próprios. — Tem certeza disso? Mas acho que você devia conversar com o Ismael. — Sim, tenho certeza. E talvez eu deva falar com ele. Naquela tarde, conversei com o Ismael, expliquei tudo. Tudo bem. — Vamos por partes, Susi. Fico feliz que você queira dar esse passo, que queira ser mais feminina, embora pra mim você já seja toda uma mulher, ainda mais depois da mudança de visual. E te ver com peitos, eu adoraria. Se você tem certeza, vai em frente, estarei sempre ao seu lado. — Obrigada. Ela me abraçou e me beijou. — A segunda coisa é o trabalho. Se você falar com seu chefe, acho que não vai ter problema em fazer isso pela internet. É um escritório pequeno, só tem vocês três meninas e seu chefe, né? — Sim, mas lá eu não sou uma garota. — É verdade, você vai como homem, mas usa calcinha. Pra mim, você é sempre uma garota. — Sim, você tem razão. — Ligue pro seu chefe amanhã e explique sua situação. — Sim, vou fazer isso. No dia seguinte, conversei com meu chefe e ele não criou problemas pra eu fazer isso, e certificou minha licença pela internet.
— Susi, pode deixar a bolsa com suas coisas no nosso quarto, você já sabe qual é.
— Obrigada.
Saí do quarto e não sabia o que fazer, fiquei parada do lado da mesa olhando pro Ismael.
— O que foi, gata?
— Tô um pouco nervosa com a situação, assim vestida de mulher, passando o fim de semana inteiro com você, um homem.
Ele se aproximou, me pegou pela cintura.
— Vai ver que logo eu tiro esses nervos.
Começou a me beijar na boca, enquanto foi direto passar a mão na minha bunda por cima da saia, de leve. Aos poucos, fui me sentindo frágil e delicada nos braços dele, enquanto ele continuava me tocando, enfiando a mão por baixo da saia, agarrando e amassando minha buceta. Já tava totalmente entregue a ele. Agora era eu quem passava a mão no peito dele e descia até sentir o pau dele por cima da calça — já dava pra ver um belo volume. Enfiei a mão dentro da calça dele, peguei no pau e fui esfregando, bem duro que tava. Ismael desabotoou minha saia, puxou um pouco e ela caiu sozinha no chão. Ele me agarrou pela bunda e foi amassando. Desabotoou a calça dele.
— Você não vai tirar minha calça?
— Vou, sim.
— Mas quero que faça de joelhos, com uma mão, enquanto com a outra continua tocando no meu pau.
— Sim. Como você mandar. Antes de me ajoelhar, ele me agarrou bem forte pela cabeça e me deu um beijo quase violento. — Gosto muito de você, Susi, gosto que você seja tão submissa. — Eu também gosto muito de você, Ismael, muitas vezes imaginei estar assim com um homem, ser a putinha submissa dele, a criada, a dona de casa, e nunca tive coragem de fazer. — Pois agora vai se realizar, neste fim de semana você vai ser a dona de casa, não vai se entediar de fazer tarefas e de ser minha putinha. Agora quero você quietinha e de joelhos, chupando a pica do seu homem. Ele me empurrou para baixo, olhei para ele sorrindo e me ajoelhei, tirei a calça dele, baixei a cueca, masturbei primeiro a pica dele com as duas mãos, dando pequenas chupadas na ponta enquanto olhava nos olhos dele. Desci passando a língua até chegar nas bolas, chupei elas enquanto o masturbava, voltei a percorrer ela toda com a língua até a ponta, meti na boca, brinquei com a cabecinha um tempo, minha boca foi ficando viscosa com os líquidos dele, olhava para ele enquanto fazia. — Que gostoso você faz, Susi, adoro a cara de safada que você faz, você é uma puta completa. Meti ela toda na boca, acelerando meus movimentos, sentia ela batendo na minha garganta, dava ânsia mas continuava chupando, estava muito tesuda, me sentia muito puta, estava adorando aquela pica, ocupava minha boca inteira, amava o sabor dela, devorava com vontade até que, sem avisar, ele soltou uma descarga de porra que quase me fez engasgar. Tirei da boca um momento para pegar ar e voltei a chupar para esvaziar ela da porra com que meu homem me premiava, não parei de chupar até que ficou bem limpinha. Tirei da boca e fiquei de joelhos olhando para o rosto dele. — Você é muito gulosa, putinha. — Sim, gostou, Ismael? — Muito, agora é minha vez, vou te fazer gritar de prazer. Levantei, ele me pegou pela mão e me levou para o quarto. Ao passar na frente de um espelho, me vi sendo puxada pela mão dele, ele só de camisa, sem nada por baixo, e eu de calcinha e com os saltos altos. atrás dele, ansiosa pra ele me fazer sentir toda uma mulher na cama. Ele me fez ficar de quatro na beira da cama, me deu umas palmadas e começou a massagear minha bunda, afastou a calcinha pro lado, me lubrificou enquanto enfiava primeiro um dedo no meu cu, acho que chegou a enfiar uns três, colocou proteção e me deu umas batidas com a pica no meu cu e senti na hora que já tava abrindo caminho dentro de mim. — aiiii, devagar que tá doendo. — desculpa. Ele tirou um pouco e enfiou de novo, sentia a pressão dentro de mim, parou um momento e empurrou de novo, e parou outra vez. — já entrou tudo, minha putinha, tá doendo? — um pouco e sinto muita pressão dentro. — claro, minha putinha, tem 19 centímetros enfiados, daqui a pouco tô te fazendo gemer e pedir mais. Ele começou a me foder devagar primeiro, meu cu se acostumou rápido a sentir ele dentro e a dor virou um prazer gostoso que, como ele já tinha dito, tava me fazendo gemer igual uma louca. — me fala, tá doendo agora, minha putinha? — não, ahhhh, tô gostando, continua, não para, que gostoso se sentir mulher. — cê gosta de ser mulher? — sim, não sei por que não experimentei isso antes, buffff mmmm ahhhh, sim, que gostoso, não para. — assim que eu gosto, me pedindo mais, você vai ser minha mulher o fim de semana inteiro, vai ser toda uma mulherzinha submissa. — sim, gosto de ser uma mulherzinha, sua mulherzinha. — por isso não se preocupa, tenho muitas tarefas pra uma mulherzinha como você. Durou mais uns minutos me fodendo até ele gozar, tirou do meu cu, me deu umas palmadas e ajeitou minha calcinha direitinho. — agora já sei que você é uma boa putinha, agora vamos ver como você é como mulherzinha, vai preparar um jantar pra nós dois. — vou, amor. Primeiro passei no banheiro, me limpei, urinei e fui pra cozinha, peguei a minissaia do chão pra vestir. — não veste, cozinha de calcinha, enquanto estiver comigo aqui quero você sempre de calcinha. — como você mandar, Ismael. Encontrei lombo, ovos e batatas e comecei a preparar o jantar. — Susi, pode me trazer uma cerveja? — vou sim. Peguei a cerveza. Ele estava sentado no sofá, completamente nu, e eu não consegui evitar de olhar ele de cima a baixo. Voltei pra cozinha pra terminar de preparar o jantar. — Ismael, cadê a toalha pra pôr a mesa? — Aqui na gaveta de cima, embaixo da TV. — Valeu. Peguei a toalha e coloquei na mesa enquanto o Ismael ficava me olhando. Fazer aquilo me deixava excitada; eu tinha fantasiado várias vezes ser a dona de casa servindo meu homem, e tinha se realizado. Me senti toda uma mulher fazendo aquilo. Deixei tudo pronto e começamos a jantar. Durante o jantar, ele me disse as tarefas que eu faria no dia seguinte: varrer, lavar a louça, colocar a roupa dele na máquina e estender, fazer a comida. E de tarde, dois casais de amigos dele viriam pra ver o futebol com ele. Depois do jantar, recolhi a mesa, lavei os pratos e deixei a cozinha limpa. — Já terminei tudo, Ismael. — Muito bem, já vi que você é toda uma mulherzinha de casa. Te parabenizo. Me traz uma cerveza e senta aqui comigo. — Valeu, Ismael. Vou pegar. Sentei do lado dele no sofá. Ele passou o braço por cima do meu ombro e me beijou. Ele estava completamente nu. Enquanto me beijava, comecei a acariciar o peito dele. Foi um beijo longo e delicioso. Desci a mão pelo peito dele até pegar na pica dele e comecei a masturbar ele. — Cê gosta da minha pica, né, puta? — Sim, gosto. Sinto atração por ela. — Se te atrai tanto, chupa ela. Ele empurrou minha cabeça pra baixo e eu comecei a chupar ele enquanto ele acariciava minha cabeça, minhas costas, passava a mão na minha bunda, me chamava de puta. Isso me acendia mais e eu me esforçava mais pra chupar ele. Enfiava ele inteiro na minha boca, ansiosa já pra receber o gozo dele. Não demorou pra ele encher minha boca de porra, que eu engoli como pude. — Você se mostrou uma boa puta. Não esperava isso quando a Glória me ofereceu o trato. Você me surpreendeu. Tem tudo que eu procurava: uma travesti bem submissa e puta, inexperiente, mas se você me deixar, eu vou te ensinar a ser uma boa sissy. — Eu também tô surpresa, e tô doida pra você me ensinar. Sempre fantasiei com isso. - Todo fim de semana vou te ensinar a ser uma sissy obediente e feminina. Enquanto a gente conversava, eu brincava com o pau dele com uma mão, e ele ficava duro de novo. - Obrigada, tô pronta pra aprender. - Vai pegar o lubrificante no quarto. - Já vou, amor. Ele me fez deitar em cima dele, passou a mão no meu cu, deu umas palmadas que me fizeram gritar. - Você gosta de levar palmada. - Sim. - Então não vai faltar, eu adoro palmear minha putinha e ficar passando a mão no teu cu direto. - Que gostoso. Ele deu mais umas palmadas, afastou minha calcinha pro lado e foi lubrificando, enfiando os dedos. - Já tá pronta, neném, levanta e deixa ele bem duro com a boca. Eu me ajoelhei na frente dele, que ainda tava sentado no sofá, e de novo tinha aquela porra de pau gostoso na boca, em segundos cresceu dentro de mim. - Já foi, minha sissizinha, levanta e senta nele devagar. Abri as pernas, fiquei em cima dele de frente, ele afastou minha calcinha e colocou a ponta no meu cu. - Vamos, putinha, vai descendo devagar. Comecei a descer e sentir ele entrando em mim, entrava fácil até eu ficar totalmente sentada com o pau dentro. - Me beija, e começa a rebolar e aproveitar, putinha minha. - Mmmmm, que gostoso, sinto ele todo dentro. - Isso, assim mesmo, monta no meu pau, continua assim, tá fazendo certo, que gemido gostoso, continua assim, putinha, tô gostando muito de você, agora você é só minha, minha putinha. - Ahhhhh, mmmmm, sim, sou só sua. Continuei montando como uma louca. - Continua assim, putinha, que eu vou gozar. De repente senti o calor do leite dele no meu cu, a gente tava transando no pelo. - Continua assim, putinha, esvazia minhas bolas no teu cu. - Sim, mmmm, que gostoso sentir teu leite dentro de mim. Fui diminuindo o ritmo e fiquei sentada em cima com o pau dentro, que foi amolecendo enquanto ele me beijava. - Você se comportou muito bem, agora me traz outra cerveja e arruma bem a calcinha pra ela ficar encharcada com meu leite, e fica de pé sem sentar. até a hora de dormir pra não sujar nada, você tem que se acostumar a usar a calcinha com a porra do seu macho. - como você quiser, Ismael. Fui pegar uma cerveja. - obrigado, Susi, você é uma sissy muito obediente. - sempre vai ser assim. - é o que espero. Fiquei de pé na frente dele, até que um tempo depois. - vai varrer o chão assim, enquanto se mexe vai sentir minha porra na sua calcinha. - sim, como o senhor mandar. - não me trate de senhor, mesmo me tendo como submissa, prefiro que me chame de Ismael. - combinado, Ismael. Comecei a varrer o chão, estava com a calcinha toda molhada de porra dele, e das minhas gozadas e do fluxo vaginal que saía do meu pau preso na gaiolinha, era desconfortável, mas fiz com orgulho e pensei que todas as mulheres depois de dar uma sentada ficavam com a calcinha manchada de porra dos seus machos. Fiquei varrendo a sala na frente dele por um bom tempo. - já chega, Susi, pode tomar um banho se quiser e vamos dormir. Tomei banho e coloquei uma calcinha fio dental vermelha de renda com o sutiã e um babydoll vermelho transparente e saí do banheiro. - já estou pronta, Ismael. - que gostosa você está. - obrigada. Fomos para o quarto e deitamos na cama, ele me deu um beijo. - até amanhã, Susi. Ele virou e foi dormir, não aconteceu nada naquela noite. Ele me acordou às 10 da manhã. - bom dia, Susi, vamos, preguiçosa, preciso de um café. Levantei, preparei café para nós dois e depois fui lavar os copos do café da manhã. Quando estava na pia, ele me agarrou por trás, me deu duas palmadas fortes, apalpou minha bunda e já tinha o lubrificante à mão. Abriu minhas pernas, afastou minha calcinha, me lubrificou bem e, apoiada na pia, começou a me foder. Começou a meter bem forte, como gaveta que não fecha. - achou que eu não ia te foder com essa camisola tão linda que você tá usando? Você gosta, sua puta. - sim, mmmm ahhhhh que gostoso, não para. - não vou parar, puta, até encher esse cu guloso com minha porra. Ele me comeu por quase 20 minutos, porque eu estava apoiada, senão teria caído. No chão de prazer, ele gozou dentro de mim, colocou minha calcinha delicadamente e me deu mais um tapa na bunda. — Agora você já pode começar com as tarefas de casa, assim bem fudida, cheia de porra e do jeito que está vestida. Como ele disse que eu teria que ligar a máquina de lavar, perguntei onde estava a roupa suja dele e foi a primeira coisa que coloquei. Depois, tirei o pó dos móveis, varri e passei pano no chão, enquanto ele foi jogar videogame. Depois, estendi a roupa e comecei a fazer a comida, preparei um arroz com frango. A manhã toda ele não falou uma palavra comigo. Comemos e relaxamos um pouco. — É hora de você se arrumar, porque daqui a pouco meus amigos chegam. O futebol começa às 18:30. — Sim, eu sei. Gosto de futebol e meu time está jogando. Vou assistir com vocês. — Desculpa, futebol é coisa de homem. Você vai preparar o jantar com as esposas deles enquanto a gente assiste ao futebol. — É cedo pra preparar o jantar, posso assistir. — Eu disse que não. Você vai cuidar das suas obrigações como mulher. A cozinha é seu lugar, certo, Susi? — Certo, Ismael. — falei de má vontade. — Tá bom, agora fica bem gostosa. Tomei um banho, coloquei lingerie preta e um vestido preto sem mangas, curtinho e solto, com um cinto branco, meus saltos e esperei sentada com ele até eles chegarem. Um pouco depois das 18 horas, eles estavam em casa: Pedro, a esposa dele Clara, Manuel e Lucía. — Traz umas cervejas, Susi. Servi eles e eles sentaram pra ver o futebol, e eu não tive escolha a não ser ir com elas pra cozinha preparar o jantar e falar de coisas de mulher. Elas também estavam curiosas sobre minha vida e não tiveram vergonha de perguntar. Contei minha história e elas ficaram chocadas ao saber que eu era casada e que meu parceiro agora estava com o Alberto, que elas conheciam. E claro, no final, todas as mulheres são muito curiosas e não podia faltar a última pergunta. — Só por curiosidade, como você faz pra não aparecer aquilo? — Me dá um pouco de vergonha explicar. — Fala, a gente tá curiosa. — Bem, eu tenho ela. trancada numa jaula de castidade que me trava e não me deixa ter ereções, e também me obriga a mijar sentada. — Que curioso, adoraria ver isso. — Não, isso não, já me dá muita vergonha. — Tá bom, te entendo. A tarde passou rápido e depois do futebol sentamos pra jantar, e após ficar um tempinho na sala depois da janta, decidiram sair pra tomar uns drinks. O Ismael ligou pro Alberto pra ver se eles topavam sair com a gente, e em meia hora eles já estavam em casa. Depois de cumprimentar e apresentar a Gloria, que não conhecia os casais, saímos pra rua. Como tava um tempinho bom, e falaram que o lugar era uns 20 minutos, decidiram ir caminhando. No começo saímos cada uma de mão dada com seu parceiro, mas rapidinho se formaram dois grupos: os caras de um lado e as minas do outro. A Gloria pegou no meu braço. — Susi, como tá sendo o fim de semana com o Ismael? — Muito bom, tô adorando ele. Gosto de como me trata, tô super à vontade. — Que bom, fico feliz. Você tá muito gostosa com esse vestido meu, fica melhor em você do que em mim. No fim, acabamos conversando entre as quatro e, quando fomos ver, já estávamos na entrada do lugar. Cada homem pegou sua mina pra entrar. A música era suave e dava pra conversar de boa. Não tinha lugar pra sentar, então pedimos bebida e ficamos em pé. O Ismael me segurava bem coladinha nele, e eu me sentia super confortável assim. Agora, cada casal, apesar de todo mundo conversar junto, eles estavam mais ligados na gente. A música convidava a se mexer devagar e a romantizar com seu parceiro. O Ismael me virou pra ele e me agarrou pra dançar. Me pendurei no pescoço dele e em nada estávamos nos pegando, e ele ia apalpando minha bunda, até por baixo da saia. Depois de umas três danças, as minas fomos ao banheiro. A Lucía, que foi a mais curiosa na hora de perguntar em casa, ficou de olho em mim no banheiro. Acho que foi por causa do vinho da janta, uns shots em casa e o drink. Da discoteca, nem pensei duas vezes: levantei a saia, baixei a calcinha e sentei pra mijar. Enquanto tava sentada, vi a Lucía olhando fixo pra minha entreperna e me tapei.
— Não se tapa, por favor. Me mostra, tô com muita curiosidade.
— Tô com vergonha.
— Agora somos amigas, e já vi um pouco, mas quero ver direito.
— Tá bom.
Levantei, gozei e deixei a saia levantada pra ela ver.
— Deve ser bem desconfortável.
— Um pouco, mas já tô acostumada. Subi a calcinha e foi a vez dela mijar. Eu virei pra não olhar.
— Não precisa virar, somos duas mulheres. Outra pergunta: e quando você transa, não te atrapalha? Quando fica dura.
— Um pouco, mas não deixo ter ereções.
— Então como você curte? Não goza, não pode se masturbar?
— Não posso me masturbar, mas gozo quando fodo com o Ismael. Gozo sem ter ereções, ou quando fico excitada, me molho igual uma mulher.
— Porra, que curioso tudo isso.
Saímos do banheiro, retocamos os lábios e voltamos pros caras. Entre danças, conversas e bebidas, já eram 4 da manhã. Decidiram voltar pra casa. Na rua tava fresco e, com a bebida que a gente tinha tomado, a gente andava mais devagar. Não deu nem 10 minutos de caminhada, entre a bebida e o frio subindo pelas minhas pernas e batendo na minha bunda, o Alberto parou pra mijar nuns contêineres. Eu também tava apertada, já não aguentava mais, e comentei com as minas.
— Espero que a gente chegue logo em casa, tô me mijando e quase não seguro.
A Glória e a Clara disseram que também tavam com vontade.
— Agora não tem ninguém na rua. A gente se enfia entre os carros e faz ali, não tem outro lugar. Uma fica de olho pra ver se vem alguém — falou a Glória.
— Eu prefiro aguentar até em casa — falei. Nunca tinha mijado na rua como mulher, e com a gaiolinha tinha que me agachar.
— Vem, vamos entre aqueles carros — a Glória me pegou pela mão e puxou. — Eu vou primeiro, e depois você, Susi. Se enfiou entre dois carros, e a gente, as outras três, ficou de olho. Quando terminou, quase me jogou no chão de tanto puxar pra dentro dos carros. E lá estava eu, na frente de três minas, abaixando a calcinha, me agachando e levantando a saia pra fazer xixi pela primeira vez. — Com a facilidade que os caras têm, é só tirar o pau e pronto, enquanto a gente tem que abaixar a calcinha e mostrar meio rabo pra mijar. Clara e Lúcia falaram que a gente dava sorte mesmo, eu não falei nada, tava com tanto tesão de estar na frente de três gatas fazendo xixi como se fosse mais uma que eu olhei pra elas, sorri, levantei, coloquei a calcinha e esperamos a Clara fazer pipi também. Depois, a Gloria segurou meu braço. — Sabe, Susi, hoje à noite você me deixou com muito tesão quando tava com o Ismael dançando e se beijando, tão agarradinha nele, e agora te vendo agachada fazendo xixi, percebi que hoje à noite só te vejo como mulher, uma amiga mesmo. — Acho que a nossa acabou, você tá com o Alberto e eu gosto muito de ficar com o Ismael, e me deu muito tesão fazer xixi na rua como mulher, espero continuar fazendo isso. — Susi, eu te amo muito e acho que a nossa realmente acabou, as duas já temos nossos homens, mas moramos juntas e espero que sejamos boas amigas. — Claro, eu também te amo muito e vamos ser boas amigas, você foi a culpada de me tirar do armário e me mostrar o caminho. — Então você tá disposta a seguir em frente com o Ismael? — Sim, me sinto bem com ele e vou aprender a ser mulher ficando com ele todo fim de semana. — Fico feliz por você, Susi. Quando chegamos na casa do Ismael, a gente se despediu e meu homem já me agarrou na bunda e entramos no prédio. Esperando o elevador, ele me segurou bem forte pra me beijar. — Sabe, amor, eu já vinha com tesão, e seus beijos e essa mão na minha bunda acabaram de me deixar muito putinha. — Ahhh, é? E o que a minha putinha quer? Enquanto o elevador subia, eu abaixei o zíper dele, meti a mão e toquei por cima da cueca. — Isso. Parei o elevador, saímos abraçados com minha mão enfiada tocando a pica dele por cima da cueca, enquanto ele abria a porta eu tirei ela pra fora e, ao fechar a porta, levei ele com a pica na minha mão puxando direto pro quarto. Joguei a bolsa numa cadeira, dei um beijo na boca dele e me ajoelhei na frente do meu macho. Fico muito puta e adoro ficar de joelhos porque é a posição natural pra uma garota submissa, ainda mais se você é uma travesti. Mostramos pro nosso macho que ele é superior a nós, as travestis submissas nascemos pra servir, obedecer e dar prazer pro macho, mas hoje ia ser diferente, eu ia tomar as rédeas — "e agora você vai ser toda minha, sua putinha". Sem soltar a pica da minha mão, desabotoei a calça dele e abaixei junto com a cueca. Ismael já tava acariciando meu cabelo e eu, olhando nos olhos dele, dei uns beijinhos na ponta, depois passei a língua de cima a baixo sempre brincando com o olhar. Chupei os ovos dele, enfiei na boca e subi de novo passando os lábios pelo tronco, até enfiar a pontinha na boca. Fiquei um tempão chupando a pontinha, enchendo a boca de líquido pré-seminal. Comecei a meter e tirar devagar, cada vez mais fundo na boca até bater na garganta. Não tem nada mais gostoso do que aproveitar uma boa pica assim e ouvir os gemidos do seu macho, saber que é seu dever como mulher satisfazer ele, fazer ele saber que você é a puta dele, que deseja que ele encha sua boca gulosa de porra deliciosa e gostosa. E uns 10 minutos depois eu consegui meu prêmio merecido na boca. Mantive ela na boca e, ainda ajoelhada, olhei na cara dele com a boca cheia de porra pra ele ver a putinha dele engolindo. Fechei a boca e engoli tudo, e mostrei minha boca limpa de novo. Levantei e empurrei ele na cama. Ele se ajeitou e eu deitei do lado, dei um beijo na boca dele enfiando minha língua entrelaçando com a dele enquanto pegava na pica e batia uma. Parei de beijar ele. E ele foi direto passar a mão na minha bunda. — Ismael, me deixa cuidar de você hoje, quero te fazer gozar. Já tô tão molhada sem você me tocar, só com aquela agarrada na bunda e o beijo no elevador já fizeram eu molhar a calcinha. — Tá bom, segue assim, minha putinha. Continuei beijando o pescoço dele, o peito, desci até a barriga, mais beijos, mais chupões, fui descendo, beijei a virilha, minha mão continuava batendo uma pra ele, chupei os ovos dele e subi lambendo e chupando todo o tronco até chegar na cabecinha, que chupei de novo com vontade, enfiei inteira na boca umas duas vezes. Já tava bem dura de novo. — Neném, me passa o lubrificante. Ele me deu o lubrificante e uma camisinha. — A camisinha não, hoje quero sentir sua essência dentro de mim. Sentei entre as pernas dele, tirei o vestido, passei lubrificante na pica dele, afastei minha calcinha pro lado e me lubrifiquei bem. De tarde, no banho, tinha me limpado direitinho, meu interior tem que estar sempre limpo. Me coloquei em cima da pica e sentei devagar, descia um pouco e subia de novo, assim, até que entrou toda no meu cu e comecei a cavalgar em cima dele. Olhava pra ele e adorava ver ele curtindo, soltava gemidos junto comigo. Já tava uns 10 minutos de vaquinha e não conseguia fazer ele gozar, meu macho tem muita resistência. Cansei de cavalgar e desci, aproximei minha boca da dele, beijei e falei no ouvido. — Continua você, sou toda sua. Fiquei de quatro, ele me agarrou pela cintura e meteu de uma vez, o que me fez dar um gritinho. Começou a me foder com força, me puxou pelo cabelo, tava me comendo duro, quase com violência. — Isso, issooo, assim, ahhh, assim, não para, que gostoso. — Você gosta, né, putinha, do jeito que seu macho te fode. — Siiim, mmmm, eu ahhh gosto. — Toma, putinha, toma, você ficou muito putinha. — Sim, sou mmm uma putinha, ahhh ahhh você me faz ser mmm putinha, bufff que gostoso, e eu adoro ser sua putinha. Ele continuou metendo forte por um bom tempo. — Vou gozar. — Isso, continua ahhhh mmm, não para, isso. ahhhh me engravida, quero sentir essa porra dentro de mim. - sim, vai lá, não aguento mais. E senti meu interior se enchendo enquanto ele dava as últimas estocadas. Caí exausta na cama, ele se deitou do meu lado e nos beijamos. - te amo, querido, você me deixa louca, adoro como me trata, adoro essa veia machista que você solta comigo às vezes, me mostrando meu lugar, adoro estar aqui com você, adoro fazer as tarefas de casa pra você porque são tarefas femininas e é minha obrigação como mulher da casa fazê-las pra deixar meu homem feliz, ou seja, você. - eu também te amo, Susi, e sou feliz quando você está aqui comigo. - só tem um problema, querido, queria que você me deixasse ver o futebol com você. - sábado que vem o Barça joga às 4 da tarde, a gente vê junto, mas no dia que meus amigos vierem, você já sabe, a gente gosta de ver junto e sozinhos, e vocês na cozinha, que é o lugar de vocês. - tá bom, aceito. Naquela tarde voltei pra casa com a Glória, a semana passou rápido e na sexta fiquei o fim de semana de novo com meu homem, naquela noite transamos gostoso e no sábado chegou a hora do jogo e sentamos no sofá, ele só de cueca e eu de calcinha e sutiã rosa rendado. - gata, me traz uma cerveja que isso vai começar. Sentei do lado dele, dei um beijo e apoiei a cabeça no ombro dele, e o juiz deu o apito inicial. - sabe de uma coisa, Susi. - fala, amor. - que eu continuo achando que futebol é coisa de homem, então enquanto eu vejo o jogo, quero que você me chupe, porque isso sim é coisa de mulher. - querido, me deixa ver o jogo. - desculpa, se contenta em ouvir, é uma fantasia que eu tenho, uma cerveja bem gelada, um bom jogo de futebol e minha putinha de joelhos me chupando, o sonho de qualquer homem. - mas querido, me deixa. - não me faz te forçar, tá bom, quem manda aqui. - você, Ismael. - então obedece como uma boa gatinha. - tá bom. Me ajoelhei na frente dele, entre as pernas dele, abaixei um pouco a cueca dele e Peguei na pica dele e comecei a masturbar ele, depois comecei a chupar, sentindo o futebol enquanto isso. Num dado momento, teve uma jogada de perigo a favor do nosso time e eu tirei a boca pra olhar a TV. — O que cê tá fazendo, gata? Continua no teu serviço chupando e não ousa olhar pra TV de novo. Continuei chupando, tava cheia de raiva mas por outro lado me excitava ser tratada assim. — Que prazer ver o futebol enquanto cê tá me chupando, não acha, sua putinha? — Sim, querido. — Assim que eu gosto, que você seja submissa e obediente. Fiquei um tempão chupando ele até ele gozar na minha boca, engoli tudo e continuei chupando pra deixar bem limpinha. Quando fui tirar a boca: — Não se mexe, putinha, coloca de novo na boca e fica assim apoiada e relaxada na minha virilha. — Me deixa ver um pouco de futebol, acho que eu mereço. — Se aguentar como eu mandei o que resta do primeiro tempo, vou deixar você ver o segundo. Fiquei assim apoiada com a pica dele na boca, mas não conseguia deixar a língua nem a boca quietas, e fui chupando de leve até ele ficar duro de novo. — O que foi, putinha, não consegue parar de chupar? — Não. — Que gulosa você é, por isso te deixei assim, porque sabia que não ia resistir a chupar. Continua, gata. Continuei chupando até o fim do primeiro tempo. Ele me fez levantar, ficou de pé, me apoiou no sofá oferecendo a bunda toda, afastou minha calcinha pro lado e meteu quase de uma vez. Tava quase começando o segundo tempo quando ele encheu o que pra mim já era minha buceta de porra, tirou, ajeitou minha calcinha. — Agora traz duas cervejas pra cada um e vamos ver o futebol. Sentei do lado dele e comecei a ver o futebol junto. — Você se comportou muito bem, gata. — Eu sempre me comporto bem. — Me fala a verdade, você gostou mais de ver o futebol ou de chupar minha pica? Enfiei a mão dentro da cueca dele, abaixei a cabeça e dei umas chupadinhas. — Ficou claro? — Sim, mas quero que você me diga. — Chupar sua pica. — Sua gulosa. Depois do Futebol, tomamos banho e nos arrumamos pra sair. Coloquei uma calcinha de renda bem gostosa, com o sutiã combinando, um vestido preto curto e justo que mal cobria minha bunda — tinha que tomar cuidado pra sentar de pernas cruzadas e não mostrar nada. Encontramos os amigos dela pra jantar e depois sair pra beber. Naquela noite, percebi que eu e Lucía nos dávamos super bem, e dali nasceu uma amizade linda. A noite foi divertida, e o final feliz em casa foi melhor ainda.
Durante a semana, conversei muito com Lucía pelo WhatsApp, e no sábado, como eles tinham combinado de ir na casa da Clara, saímos cedo — o futebol começava às 18:30. Chegando na casa da Clara, nós duas fomos pra cozinha conversar.
— Ei, vocês topam dar uma volta no shopping? — disse Lucía.
— Seria legal.
— Não tô afim, vão vocês — falou Clara.
— Não vamos te deixar aqui sozinha.
— Não, sério, vão vocês.
Então, no fim, Lucía e eu fomos ver as lojas. O shopping ficava a uns 10 minutos andando. Começamos a percorrer as lojas e olhar roupas, escolhemos várias peças pra experimentar: umas saias, um vestido e uma blusa. Entrei no provador pra vestir, e Lucía entrou comigo. Eu pensei em fazer sozinha, então, meio sem graça, fiquei só de calcinha na frente dela primeiro, experimentei as saias e depois só de lingerie pra vestir o vestido. Aí foi a vez dela tirar a roupa. Me virei pra não ver ela de calcinha — me dava vergonha — mas ela percebeu.
— Susi, não precisa se virar, estamos entre mulheres.
Isso me fez corar. Ela ficou totalmente de lingerie na minha frente, e aí percebi que não sentia nada ao vê-la, que era indiferente pra mim. Comprei umas minissaias, um vestido e, em outra loja, uns conjuntos de lingerie. Tomamos um café, e antes de voltar pra casa da Clara, passamos no banheiro. Como não entramos juntas no mesmo, e Lucía não se... Assim que entrei, ela levantou a saia, baixou a calcinha e sentou pra mijar. Vi a buceta dela depilada, mas, igual antes, não me deu tesão nem nada. Depois, eu mijei também. Fiquei mais envergonhada, mesmo ela já tendo me visto. Depois disso, voltamos pros outros. Após o jantar, saímos pra beber. Acabei criando uma boa amizade com a Lucía. A Clara era mais distante, até com a Lucía. Durante a semana, depois do trabalho, eu trocava de roupa em casa e, de vez em quando, saía com a Lucía pra tomar um café e passar uma tarde de garotas. Três semanas depois. Naquele fim de semana, o futebol era domingo à tarde, então ficamos só eu e o Ismael. — Susi, quer ver o jogo comigo? — Talvez eu veja o segundo tempo, tenho coisas pra fazer. — O que você tem que fazer? — Coisas de mulher. — Você marcou com a Lucía? — Não, ainda tenho muito serviço na cozinha. — Que estranho você preferir a cozinha ao futebol. — Bom, não é tão estranho assim. Você mesmo me lembra que meu lugar é na cozinha, principalmente quando seus amigos vêm. — É verdade. Ainda faltava um tempo pro jogo, mas levei uma cerveja pro Ismael, que tava vendo os comentários. Primeiro, tomei um banho, lavei bem minha xereca e deixei bem lubrificada. Coloquei lingerie rosa, calcinha de renda, liga, meia-calça, um babydoll e salto alto. Me maquiei bem provocante. Coloquei um roupão assim que terminei de me arrumar. O jogo estava prestes a começar. Fui pra cozinha e esperei exatamente o momento em que o juiz apitou. Tirei o roupão, peguei outra cerveja e entrei de forma sensual na sala, entregando a cerveja pra ele. — Nossa, você se produziu toda sexy pra fazer o que tinha que fazer na cozinha. — Hahaha, é pra te fazer companhia enquanto você vê o futebol. — Você vai ver o futebol comigo? — Não, futebol é coisa de homem. Além disso, é bobo ver 22 caras correndo atrás de uma bola. Me ajoelhei na frente dele, tirei a cueca dele, me enfiei entre as pernas dele, peguei o pau dele e levei minha boca até ele. Base, olhei nos olhos dele. — Prefiro fazer coisas de mulher e brincar com duas bolas sozinha. E comecei a chupar os ovos dele enquanto o masturbava com uma mão. — Minha gostosa gulosa, então agora você não gosta mais de futebol? — Mmmmm, digamos que eu gosto mais disso que tenho na mão, você também não gosta mais? — Claro, minha putinha, o que mais um homem pode pedir do que ver futebol enquanto curte um boquete gostoso? Ele começou a acariciar minha cabeça enquanto eu continuava chupando os ovos dele, na minha mão o pau dele já bem duro pedia minha atenção, subi passando a língua, dando beijos sensuais e chupadinhas, cheguei na ponta, dei uns beijos brincando com o olhar, ele me olhava e sorria, não olhava mais pro futebol, olhava pra mim, isso me deixava mais puta, comecei a chupar a pontinha sugando bem com os lábios, fazendo os chupões serem bem ouvidos, fui enfiando tudo na boca aos poucos, fui acelerando devagar, queria fazer ele gozar logo, não demorou muito pra ele gozar na minha boca, mas continuei chupando pra deixar limpinho e deixar ele duro de novo, não demorei pra deixar ele bem duro outra vez, me levantei, sentei em cima dele, afastei a calcinha de lado e enfiei na minha buceta de uma sentada só, segurei ele pelo pescoço e enquanto começava a me foder dando sentadas, beijei ele apaixonadamente. — Susi, assim você não me deixa ver o futebol. — Prefere ver futebol a foder comigo? — Não, continua se fodendo, mas se me beijar, não vejo o futebol. — Tá bom, fiz isso porque te desejo. — Eu também te desejo e gosto do que você tá fazendo, mas faz sem me beijar. — Tá bom, mas no intervalo quero todos os beijos que você me deve. Continuei quicando em cima dele, até que ele não aguentou mais e gozou, enchendo minha buceta de porra, sem tirar o pau, relaxei e me abracei nele, deixando ele continuar vendo o futebol, faltavam só 5 minutos pra acabar o primeiro tempo, assim que o juiz apitou, ele começou a me beijar com força. — Diz, putinha, o que você prefere, beijos ou pau? As duas. Deito no sofá, coloco um travesseiro debaixo da minha bunda, ele se masturba um pouco e, quando ficou pronto, meteu de uma vez. Enquanto me comia, ia me beijando. Começou a segunda parte, mas não ligou, continuou enfiado entre minhas pernas até me encher de porra de novo. Me deu um último beijo e sentou pra ver o futebol. Eu me apoiei nele e vimos o final do jogo. Assim foram as semanas com a Lucía, já éramos amigas inseparáveis, e chegou o verão e as férias. A Glória decidiu viajar com o parceiro dela, e eu ia passar 23 dias com o Ismael, todas as minhas férias como mulher. Uns dias antes, a Lucía e eu tomávamos um café numa tarde. — Ei, Susi, já que você vai passar três semanas com o Ismael, por que não dá uma mudada no visual? Algo simples no cabelo, mais feminino, talvez unhas postiças. Não te anima? — Até que animaria, mas depois vou ter que voltar pro trabalho e, claro, não posso fazer o que eu queria. — Faz algo simples que depois você possa reverter, além disso, as unhas você pode tirar. Tenho que dizer que já estava pensando em transicionar há um tempo, mas o trabalho me segurava. — Não sei. — Deixa comigo, vou marcar um horário no centro de beleza que eu frequento e te aconselho, ou, se me deixar, junto com a Noemí, minha cabeleireira, podemos fazer uma surpresa. — Não confio em você. — Fica tranquila, sei que depois você tem que voltar pro trabalho. — Tá bom. Sexta-feira à tarde, depois do trabalho, cheguei em casa, me depilei, me arrumei e esperei o Ismael passar pra me pegar. Tinha duas malas prontas pra passar todas as minhas férias com ele. Na casa dele, preparei o jantar, depois de comer vimos um filme e, já na cama, o Ismael me comeu e a gente dormiu. Acordei cedo, às 8:30, a Lucía passaria pra me buscar. Ela me levou ao centro de beleza. — Bom dia, Noemí, esta é minha amiga Susi. Deixo ela nas suas mãos. — Oi, Susi. — Oi, Noemí. — Senta no lavatório. Primeiro lavou minha cabeça, depois começou a cortar um pouco do cabelo. A Lucía não quis que eu visse. Até terminar, voltei pro lavatório e depois de um tempo ela colocou uma touca na minha cabeça. — Vamos deixar a creme agir um pouco na cabeça, enquanto isso vou arrumar suas sobrancelhas. Ela mexeu nas minhas sobrancelhas, e depois nas minhas unhas — isso eu consegui ver como ela colocou as unhas, depois deu forma e deixou umas unhas compridas que pintou de vermelho. Fez o mesmo com as dos pés, e no fim lavou meu cabelo de novo, me fez sentar de novo e aí vi que tinha tingido meu cabelo — depois descobri que era castanho acaju — e começou a me pentear com secador e modelador. Quando terminou, pude me olhar no espelho. — Vou te matar, Lucía, daqui a três semanas volto ao trabalho, você disse que não faria nada que não tivesse conserto. — Desculpa, Susi, queria que você se visse gostosa. — É que eu amei, queria ficar assim, mas me entende. — Um momento, meninas, quando você tiver que voltar ao trabalho, vem aqui que eu arrumo seu cabelo. — Dá pra fazer? — Claro. — Valeu, Noemí, amei como tô, e as unhas são a melhor parte, tava doida pra usar. Mandei uma mensagem pro Ismael dizendo que ia almoçar com a Lucía e dar uma volta nas lojas. Passamos o dia juntas e às 8 voltei pra casa, assim que entrei pela porta. — Oi, amor, cheguei. — Oi, gata, porra, que gostosa você tá, que mudança. — Gostou? Fiz pra você, pra ficar bonita nessas férias. — Vem cá, me dá um beijo. Me aproximei pra dar um beijo, ele me agarrou pela cintura e me beijou bem gostoso na boca, nossas línguas brincaram um pouco, as mãos dele já me levantaram pegando na minha bunda. — Já me deixou putinha. — Você fica putinha muito fácil. — Sim, fico putinha só de te ver, mas se você me beija assim e pega na minha bunda desse jeito, aí me deixa putinha e molhada. — Ahhh, é? Ele me beijou de novo, levantou minha saia, enfiou uma mão na minha entreperna, eu abri minhas pernas convidando ele a continuar, a mão dele já tocava minha bunda por dentro da calcinha. — Parece que minha putinha molhou a calcinha mesmo. Levei uma mão na entreperna dele. — E meu lobo parece que Ficou meio duro aqui. - Isso é tudo pra você, já sabe o que tem que fazer. - Mmm, sim, mas eu gosto que você peça, você é meu mestre e eu sou só uma mera submissa louca pra obedecer suas ordens. - Isso é bom, quer brincar então? Fica de joelhos. - Mmm, sim, meu amo. Eu me ajoelhei e fui tirar a pica pra chupar. - Quieta, putinha, ainda não te dei nenhuma ordem. Você tá morrendo de vontade de chupar minha pica, né? - Sim. - Me pede, putinha. - Meu amo, tô ansiosa pra chupar sua pica. Tirei ela da cueca e ele começou a se masturbar na minha cara. - Gosta da minha pica? - Sim, adoro. Ele me deu duas palmadas com a pica nas bochechas. - Gosta de levar pica na cara? - Sim, meu amo. - Então toma, putinha. Ele me deu umas 10 palmadas a mais e aproximou a pica da minha boca, apoiando nos meus lábios, que se abriram automaticamente. - Calma, putinha, fecha essa boca gulosa. Ele começou a esfregar a pica nos meus lábios, e eu tava nervosa, não conseguia evitar abrir e chupar um pouquinho a pontinha. - Quieta, boca fechada. Parece nervosa, não consegue resistir a chupar. - Não consigo, você coloca a melzinha nos meus lábios e não deixa eu provar, é muito mau comigo. Ele me deu mais duas palmadas com a pica e colocou de novo nos meus lábios, deixando ela parada ali. Eu tava me segurando, minha boca fazia força pra abrir e abraçar a pontinha com os lábios, mas sabia que não devia. Ismael tava me testando, e eu tinha que ser submissa e aguentar. Olhei nos olhos dele, ele sorriu pra mim, e ver uma das minhas mãos apoiada na barriga dele com aquelas unhas compridas me deixava ainda mais putinha. - Adoro esses olhinhos de safada que você faz. Agora sim, minha putinha, chupa só a pontinha. Comecei a chupar a pontinha, ele me segurava pelo cabelo, me obrigando a olhar na cara dele. - Como você gosta de ficar assim, putinha. Agora um pouco mais pra dentro. Isso, você é muito obediente. Assim, até que aos poucos ele foi fazendo eu meter ela inteira. Aí ele começou a foder minha boca devagar, com suavidade, e de pouco em pouco foi acelerando, até... que acabou na minha boca, levanto, tiro a roupa, fico só de calcinha e sutiã, ele me mandou apoiar no sofá e me deu uma foda daquelas. Naquele sábado saímos pra festar com os amigos dele e as minas deles. No meio da semana, eu já me sentia super à vontade vivendo totalmente como mulher, mas minha cabeça não parava de girar, queria continuar assim pra sempre. Liguei pra Lucía pra ver se a gente podia se encontrar na casa dela, queria um lugar tranquilo pra explicar que queria avançar. Tinha tido uma ideia, mas não sabia se ia rolar. Então, tomando um café de boa na casa dela: — Então, Lucía, não sei como me explicar. Depois de pensar muito e pesquisar no Google, tô decidida a transicionar, quero ser mulher pra sempre. Mas tem meu trampo, isso me segura. Só que depois de pensar muito, tive uma ideia, mas não sei se dá pra fazer assim. — Explica, aqui você tem uma amiga e vou te apoiar em tudo. Tô muito feliz que você queira fazer isso. — A culpa é meio sua, o novo visual me encantou, o cabelo, minhas unhas, tudo. Quero estar assim todo dia. — Explica o que você tem em mente. — Me passou pela cabeça ligar pro meu chefe, falar que eu e a Gloria separamos e que tô passando as férias com meus pais, que moram no outro lado do país, e que surgiu uma oferta de emprego e vou ficar com eles. E, se possível, resolver os papéis do meu trampo pela internet pra não ter que passar lá pra assinar minha demissão. Essa é a dúvida: se dá pra fazer assim. O que você acha, será que rola? — Pois é, não sei. Fala com o Ismael, ele tem uma empresa e pode saber mais sobre isso. — Não queria falar nada com ele por enquanto, porque além disso, quero visitar um endócrino pra começar a me hormonizar. Quero ser mais feminina e parar de usar esses peitos de silicone, ter os meus próprios. — Tem certeza disso? Mas acho que você devia conversar com o Ismael. — Sim, tenho certeza. E talvez eu deva falar com ele. Naquela tarde, conversei com o Ismael, expliquei tudo. Tudo bem. — Vamos por partes, Susi. Fico feliz que você queira dar esse passo, que queira ser mais feminina, embora pra mim você já seja toda uma mulher, ainda mais depois da mudança de visual. E te ver com peitos, eu adoraria. Se você tem certeza, vai em frente, estarei sempre ao seu lado. — Obrigada. Ela me abraçou e me beijou. — A segunda coisa é o trabalho. Se você falar com seu chefe, acho que não vai ter problema em fazer isso pela internet. É um escritório pequeno, só tem vocês três meninas e seu chefe, né? — Sim, mas lá eu não sou uma garota. — É verdade, você vai como homem, mas usa calcinha. Pra mim, você é sempre uma garota. — Sim, você tem razão. — Ligue pro seu chefe amanhã e explique sua situação. — Sim, vou fazer isso. No dia seguinte, conversei com meu chefe e ele não criou problemas pra eu fazer isso, e certificou minha licença pela internet.
2 comentários - Minha esposa me pega vestido e me feminiza 2, namorada do Is