Naquele fim de semana, tava na casa da minha namorada e não sabia o que fazer. Não podia contar pra ela o que tinha rolado. Como eu tinha negligenciado ela. Sem dúvida, ela terminava comigo na hora. Eu insisti e convenci ela de que tava tudo bem, e no final deu tudo errado. Mesmo assim, a excitação que eu sentia era foda, não conseguia parar de pensar no que aconteceu e evitar que ficasse dura. A Sofi percebeu isso e sugeriu chupar um pouco.
Eu: amor, cadê a sua coroa?
Sofi: não é nada, só uma chupadinha pra matar a vontade, amor.
A chupada foram três lambidas e enchi a boca dela de porra, a cara da bunda da minha mina era sinistra. Fui embora e nem conversamos, só na segunda ela me escreveu de novo, falou que me entendia e que a gente ia transar de novo em breve. Ela também precisava muito ficar comigo.
Então já comecei a semana feliz, no caminho pra escola passei na casa da minha mina e fomos juntos. Chegando na praça, vejo na esquina o Fernandez com uns colegas. Puta que pariu, não tinha pensado em nada pra mudar de caminho, iam devorar ela com o olhar, meu coração batia a mil. De repente vejo o Fernandez vindo na minha direção com aquele sorriso malicioso e os comparsas dele atrás. "Fala, cornetinha, fala, bombom." Minha mina olhou pra ele com nojo e não respondeu, eu queria morrer.
Fernandez: cara, tu contou do show pra tua mina?
Quase me deu um troço no coração de verdade, tremia, tava pálido.
Sofi: que show, gostosa?
Os otários riam, o Fernandez virava, ria e olhava pra gente de novo.
De repente me pegaram pelas bolas, mas foi forte, não sabia o que fazer, não sabia o que dizer.
F: "Tenho ingressos pro show do Divididos, sobraram 2, vocês querem vir?
Sofi: siiiim, que bom.
Abraço ele super feliz, coisa que o filho da puta aproveitou pra sentir todos os peitos dela e encostar o pau na perna. Sofi me olhou, me deu um beijo e foi embora até o carro dela. Caminhava toda contente rebolando a bunda, obviamente todo mundo olhando como ela ia, virou, sorriu e mandou um beijo, sabendo bem que todo mundo tava olhando pra ela.
F: como cê gosta que olhem pra buceta dessa puta gostosa
Eu: usei a palavra: buceta da sua mãe Fernandez
F: Não sabe falar outra coisa, seu pedaço de corno manso? Além disso, agradece que não falei nada, porque você não lava mais ela na sua vida. Talvez eu devesse fazer isso, contar pra ela, assim ela fica disponível pra gente comer ela todinha.
Eu: não fode, daleya foi. (ainda tremendo por toda a situação recente)
Fernandez me agarra pela roupa e me levanta no ar, me joga contra a parede, faz uma cara intimidadora e me diz:
F: Você vai conectar sua namorada na quarta-feira na aula, o professor não vai estar, mas deixou exercícios. Então, assim que nos deixarem sozinhos, quero ver ela de novo, senão conto tudo pra aquela puta e depois te quebro a cara por otário.
Agora sim, ela tremia de novo. Tava com um cagaco da porra, o cara era muito maior que eu e ia me foder, além de me deixar sem namorada e, pra piorar, a humilhação.
Naqueles dias eu não dormi, a Sofi tava muito empolgada pro show, Divididos é a banda favorita dela e claro que ela ia querer ir de qualquer jeito. Chegou quarta-feira e o dia tão esperado. Decidi ir pro show e manter minha mina o mais longe possível da escola. No show, não ia ser difícil evitar ele. Quando falei pro Fernandez que a gente ia se conectar, os olhos dele brilharam, e pra falar a verdade, a situação também tava me deixando com muito tesão. Assim que o substituto deixou os exercícios, ele foi embora e nos deu carta branca pro chat. Eu já tinha me conectado e comecei a conversar com a Sofi.
Fernandez toma meu lugar no chat e todos voltam às suas posições. Eu me acomodei bem de frente pra tela.
Falso Eu: cê tá feliz que a gente vai pro show com os caras, amor?
Sofi: sim, você disse pra gente evitar eles, que não queria ficar com eles.
Fernandez se virou e me agarrou pelo pescoço. "Então você queria nos evitar, filho da puta? Vamos resolver isso agora.
Falso Eu: bom, mas meu amigo que nos deu os ingressos vai ficar sozinho senão, ele se esforçou pra caralho, não quero deixar ele na mão.
Sofi: Nossa, teu amigo é meio abusado, encostou a perna inteira em mim.
EEEAEEEEHHH, todo mundo gritava exaltado.
FY: ehhh, ó o Confernandez, que legging bem hein. (não mentia, fiel ao físico dela, tinha uma bunda de respeito)
Sofi: mas o que você quer?
As risadas foram terríveis, eu claramente sou dos que têm a menor.
FY: siiiim, sentiu aquela buceta na sua perna?
Sofi: verdade que sim, me chamou a atenção, mas não quero falar da pica dos outros, chega.
FY: a, por que você tá se esquentando?
Sofi: não basta, já tô tesuda.
FY: bom, vê se tu se aquece.
Sofi: quer que eu te mostre o quanto eu tô gostosa?
Todo mundo de pau pra fora, eu incluso. Fernandez se vira e me fala: "vamos ver o quanto meu pau excitou sua putinha.
Nesse exato momento, o professor entra. A cena era terrível! 15 adolescentes com a pica na mão na frente de um computador na escola.
Profe: que porra é essa!
Avanço pra olhar o monitor e minha mina tava exatamente descendo a calcinha com a raba levantada e a cara no colchão.
Professor: Quem é essa filha da puta?
Fernandez: A namorada dele. E aponta pra mim. O professor me olha, me vê com a mão na pica.
Professor: ah, não te importa nada também, não?
Fernandez: dá pra notar o volume, senta aí que a gente tá fazendo você acreditar que fala sozinho com ele e faz tudo que a gente pede.
O profe entendeu na hora como era a parada, a cara de tarado dele tava fora de controle, sentou e puxou uma pica que foi a surpresa de todo mundo, era uma garrafa de Coca-Cola.
Sofi: cê gosta, meu amor? Não vai me falar nada?
FY: minha vida, eu te adoro, sabe o que eu faria se estivesse aí? Daria um tapão na sua bunda.
Minha namorada respondeu a isso com tapas na bunda dela, cada vez mais forte, e repetia: "Fernandez, não me bate na raba.
Fernandez gozou com um jato que levou porra até o teto, mas não parou de bater punheta e continuou na segunda, ainda mandando mensagem pra ela.
FY: meu amor, se toca.
Sofi: é assim que você gosta da minha vida? Ela colocou a buceta bem perto e dava pra ver o rosto dela olhando pra câmera, deitada de lado encostada na cama.
Enfiava um, dois e depois três dedos.
O profe não perdeu a chance: Manda ela enfiar um no cu.
FY: amor, você tá fantasiando comigo ou com o Fernandez?
Sofi: ai, seu bobinho, é com você, amor, com você. Enquanto não parava de gemer e de meter e tirar os
Dedos.
FY: bom, aí vem o Fernandez e enfia na buceta dela.
Sofi: Queee?
FY; enfia um dedo na sua buceta e fantasia que a gente te come os dois.
Sofi: tava doida pra caralho. E naquele momento escapou um gemido mais forte, com um espasmo que deixou ela vermelha e sorrindo. Ela virou e enfiou um dedo na buceta, aquela imagem já foi demais, todo mundo gozou de novo. A festa tava incrível! Depois daquele dedo, entraram mais três e ela gritava: "Não, Fernandes, nãooooo". Eu não podia acreditar no que minha namorada fazia se desse uma moralzinha. Fernandes gozou umas três vezes e não aguentava mais. O professor também. Meus colegas também. Sofi jogada na cama com o cu ainda dilatado e aberto por aqueles três dedos, olhava pra câmera, mandava um beijo e se desconectava.
Eu: amor, cadê a sua coroa?
Sofi: não é nada, só uma chupadinha pra matar a vontade, amor.
A chupada foram três lambidas e enchi a boca dela de porra, a cara da bunda da minha mina era sinistra. Fui embora e nem conversamos, só na segunda ela me escreveu de novo, falou que me entendia e que a gente ia transar de novo em breve. Ela também precisava muito ficar comigo.
Então já comecei a semana feliz, no caminho pra escola passei na casa da minha mina e fomos juntos. Chegando na praça, vejo na esquina o Fernandez com uns colegas. Puta que pariu, não tinha pensado em nada pra mudar de caminho, iam devorar ela com o olhar, meu coração batia a mil. De repente vejo o Fernandez vindo na minha direção com aquele sorriso malicioso e os comparsas dele atrás. "Fala, cornetinha, fala, bombom." Minha mina olhou pra ele com nojo e não respondeu, eu queria morrer.
Fernandez: cara, tu contou do show pra tua mina?
Quase me deu um troço no coração de verdade, tremia, tava pálido.
Sofi: que show, gostosa?
Os otários riam, o Fernandez virava, ria e olhava pra gente de novo.
De repente me pegaram pelas bolas, mas foi forte, não sabia o que fazer, não sabia o que dizer.
F: "Tenho ingressos pro show do Divididos, sobraram 2, vocês querem vir?
Sofi: siiiim, que bom.
Abraço ele super feliz, coisa que o filho da puta aproveitou pra sentir todos os peitos dela e encostar o pau na perna. Sofi me olhou, me deu um beijo e foi embora até o carro dela. Caminhava toda contente rebolando a bunda, obviamente todo mundo olhando como ela ia, virou, sorriu e mandou um beijo, sabendo bem que todo mundo tava olhando pra ela.
F: como cê gosta que olhem pra buceta dessa puta gostosa
Eu: usei a palavra: buceta da sua mãe Fernandez
F: Não sabe falar outra coisa, seu pedaço de corno manso? Além disso, agradece que não falei nada, porque você não lava mais ela na sua vida. Talvez eu devesse fazer isso, contar pra ela, assim ela fica disponível pra gente comer ela todinha.
Eu: não fode, daleya foi. (ainda tremendo por toda a situação recente)
Fernandez me agarra pela roupa e me levanta no ar, me joga contra a parede, faz uma cara intimidadora e me diz:
F: Você vai conectar sua namorada na quarta-feira na aula, o professor não vai estar, mas deixou exercícios. Então, assim que nos deixarem sozinhos, quero ver ela de novo, senão conto tudo pra aquela puta e depois te quebro a cara por otário.
Agora sim, ela tremia de novo. Tava com um cagaco da porra, o cara era muito maior que eu e ia me foder, além de me deixar sem namorada e, pra piorar, a humilhação.
Naqueles dias eu não dormi, a Sofi tava muito empolgada pro show, Divididos é a banda favorita dela e claro que ela ia querer ir de qualquer jeito. Chegou quarta-feira e o dia tão esperado. Decidi ir pro show e manter minha mina o mais longe possível da escola. No show, não ia ser difícil evitar ele. Quando falei pro Fernandez que a gente ia se conectar, os olhos dele brilharam, e pra falar a verdade, a situação também tava me deixando com muito tesão. Assim que o substituto deixou os exercícios, ele foi embora e nos deu carta branca pro chat. Eu já tinha me conectado e comecei a conversar com a Sofi.
Fernandez toma meu lugar no chat e todos voltam às suas posições. Eu me acomodei bem de frente pra tela.
Falso Eu: cê tá feliz que a gente vai pro show com os caras, amor?
Sofi: sim, você disse pra gente evitar eles, que não queria ficar com eles.
Fernandez se virou e me agarrou pelo pescoço. "Então você queria nos evitar, filho da puta? Vamos resolver isso agora.
Falso Eu: bom, mas meu amigo que nos deu os ingressos vai ficar sozinho senão, ele se esforçou pra caralho, não quero deixar ele na mão.
Sofi: Nossa, teu amigo é meio abusado, encostou a perna inteira em mim.
EEEAEEEEHHH, todo mundo gritava exaltado.
FY: ehhh, ó o Confernandez, que legging bem hein. (não mentia, fiel ao físico dela, tinha uma bunda de respeito)
Sofi: mas o que você quer?
As risadas foram terríveis, eu claramente sou dos que têm a menor.
FY: siiiim, sentiu aquela buceta na sua perna?
Sofi: verdade que sim, me chamou a atenção, mas não quero falar da pica dos outros, chega.
FY: a, por que você tá se esquentando?
Sofi: não basta, já tô tesuda.
FY: bom, vê se tu se aquece.
Sofi: quer que eu te mostre o quanto eu tô gostosa?
Todo mundo de pau pra fora, eu incluso. Fernandez se vira e me fala: "vamos ver o quanto meu pau excitou sua putinha.
Nesse exato momento, o professor entra. A cena era terrível! 15 adolescentes com a pica na mão na frente de um computador na escola.
Profe: que porra é essa!
Avanço pra olhar o monitor e minha mina tava exatamente descendo a calcinha com a raba levantada e a cara no colchão.
Professor: Quem é essa filha da puta?
Fernandez: A namorada dele. E aponta pra mim. O professor me olha, me vê com a mão na pica.
Professor: ah, não te importa nada também, não?
Fernandez: dá pra notar o volume, senta aí que a gente tá fazendo você acreditar que fala sozinho com ele e faz tudo que a gente pede.
O profe entendeu na hora como era a parada, a cara de tarado dele tava fora de controle, sentou e puxou uma pica que foi a surpresa de todo mundo, era uma garrafa de Coca-Cola.
Sofi: cê gosta, meu amor? Não vai me falar nada?
FY: minha vida, eu te adoro, sabe o que eu faria se estivesse aí? Daria um tapão na sua bunda.
Minha namorada respondeu a isso com tapas na bunda dela, cada vez mais forte, e repetia: "Fernandez, não me bate na raba.
Fernandez gozou com um jato que levou porra até o teto, mas não parou de bater punheta e continuou na segunda, ainda mandando mensagem pra ela.
FY: meu amor, se toca.
Sofi: é assim que você gosta da minha vida? Ela colocou a buceta bem perto e dava pra ver o rosto dela olhando pra câmera, deitada de lado encostada na cama.
Enfiava um, dois e depois três dedos.
O profe não perdeu a chance: Manda ela enfiar um no cu.
FY: amor, você tá fantasiando comigo ou com o Fernandez?
Sofi: ai, seu bobinho, é com você, amor, com você. Enquanto não parava de gemer e de meter e tirar os
Dedos.
FY: bom, aí vem o Fernandez e enfia na buceta dela.
Sofi: Queee?
FY; enfia um dedo na sua buceta e fantasia que a gente te come os dois.
Sofi: tava doida pra caralho. E naquele momento escapou um gemido mais forte, com um espasmo que deixou ela vermelha e sorrindo. Ela virou e enfiou um dedo na buceta, aquela imagem já foi demais, todo mundo gozou de novo. A festa tava incrível! Depois daquele dedo, entraram mais três e ela gritava: "Não, Fernandes, nãooooo". Eu não podia acreditar no que minha namorada fazia se desse uma moralzinha. Fernandes gozou umas três vezes e não aguentava mais. O professor também. Meus colegas também. Sofi jogada na cama com o cu ainda dilatado e aberto por aqueles três dedos, olhava pra câmera, mandava um beijo e se desconectava.
6 comentários - Minha namorada ficou pelada na frente dos meus colegas e do