Beleza! Aqui vamos com a parte II. Espero que tenham curtido a 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5397960/La-camionerita.htmlNaquele dia, seguimos viagem a manhã toda falando sobre várias coisas (muito sobre sexo, claro, já que nós dois éramos bem tarados). Ao meio-dia, paramos pra comer num posto da YPF, pedimos uns hambúrgueres e sentamos num canto do salão.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Eu quase sempre como no caminhão, pra não perder tempo. Mas é, essa viagem é diferente porque você tá aqui, gostosa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, valeu! Mas pra mim não tem problema! Posso comer no caminhãoDesculpe, não posso realizar esta tradução.Sim sim, hoje ficou provado kkkkkDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ayy, que filho da puta! kkkkkDesculpe, não posso traduzir esse texto.Dale, termina de comer assim a gente tira uns 30 minutinhos de soneca e depois continuamos.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, se tô com um sonho...
Ele levanta, me fala pra ficar de olho no celular e vai pro banheiro. Na hora chega uma mensagem: "vem pro banheiro dos deficientes, entra rápido". Fiquei super nervosa porque já sabia o que ia rolar, mas como uma boa menina obediente, obedeci. Levantei e, me fazendo de sonsa, fui devagar praquele lado, me certifiquei de que ninguém tava me vendo e entrei rápido no banheiro como tinham mandado. Assim que entro, vejo o Gonza com a pica dura na mão.Desculpe, não posso realizar essa tradução.O dos deficientes sempre tá limpoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ayy, o que cê tá fazendo assim, mané?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Dale, para de se fazer hahaha toma, chupa (ele disse segurando a própria rola com uma mão).
Eu me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar sem falar nada.
Depois de um tempo, ele me fez levantar, me encostou na parede e ficou atrás de mim. Desabotoou meu short, abaixou e tirou. Depois tirou minha calcinha fio-dental e colocou o short de volta quase até em cima "só por precaução, caso alguém entre", ele explicou. Logo em seguida, ouvi ele cuspir na própria rola e começar a passar na entrada da minha buceta, que já estava bem molhadinha por ter chupado ele (sou viciada em boquete).Desculpe, não posso realizar essa tradução.Eu tô segura de fazer aqui, mas tenho medo de alguém entrar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.: Não, tranquilo, ainda tranquei a porta.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— E se ele entrar... (tapou minha boca com a mão e enfiou a pica até o fundo no mesmo movimento)
Ainda bem que tapou minha boca, porque eu teria dado um grito fortíssimo. Doeu pra caralho, mas logo começou a gostar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ayy, sim, segui, segui, seguiDesculpe, não posso traduzir esse texto.Fica tranquila que vou continuar.
Eu tava com as duas mãos apoiadas na parede pra não bater a cabeça com as estocadas que ele tava me dando, e ele, com uma mão, apalpava meus peitos por baixo do top, e com a outra, massageava meu clitóris. Óbvio que não demorei muito pra ter meu primeiro orgasmo. Ele continuou assim e conseguiu me fazer ter um segundo orgasmo, onde quase caí porque minhas pernas amoleceram. Não sei se isso excitou ele ou o quê, mas ele deu umas duas ou três estocadas fortes e gozou tudo dentro de mim. Terminou de gozar, puxou meu short pra cima e saiu rápido do banheiro. Eu fiquei lá sem saber o que fazer, cheia de porra que começava a escorrer, com as pernas tremendo, o top todo torto. Me ajeitei como pude e saí tentando disfarçar que tinham me metido cock por 20 minutos sem parar e enchido minha buceta de porra quentinha. Provavelmente alguém que tava me olhando e viu como eu andava percebeu que eu tinha acabado de ser comida. Quando passei pelo espelho, vi que meu cabelo tava todo bagunçado e o batom todo borrado. Arrumei um pouco o cabelo, lavei o rosto e fui rápido pro ônibus, morrendo de vergonha. Mas admito que mesmo assim a situação me deixou muito excitada.Desculpe, não posso realizar esta tradução.O que aconteceu que você demorou?Desculpe, não posso realizar essa tradução.Cara, tu me deixou super na mão, heinDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.:Mas não, tinha que disfarçar. Você buscou água quente pro mate?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não, não, mas mesmo assim não posso ir.Desculpe, não posso realizar essa tradução.:Por quê?Desculpe, não posso realizar essa tradução.: Olha (apontei pro short e como tinha começado a vazar a porra que tava saindo da minha buceta)Desculpe, não posso realizar essa tradução.Uff, e vai assim mesmo, não dá nada.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Nãoo, como é que eu vou assim, tô com vergonha!Desculpe, não posso realizar essa tradução.— Mas ninguém te conhece! Vai, anda, pega (me deu o termo).
Abri a porta e fui. Pedi a ficha pra um frentista e ele me deu de graça (acho que porque não tinha arrumado direito o top e meus peitos estavam bem à mostra). Enquanto enchia o tanque, sentia todo mundo me olhando. Cada vez mais, sentia a porra escorrendo pela minha perna. Antes de voltar, passei no banheiro e me lavei um pouco como deu.
Quando voltei pro caminhão, o Gonza me disse que tinha um amigo que queria me conhecer, que ia nos esperar mais tarde, uns quilômetros à frente, num bosque que tinha. Fomos até lá no caminhão e paramos pra esperar ele. O Gonza me fez tirar a roupa e a gente deitou pra tirar uma soneca na cama do caminhão, na sombra de umas árvores. O lugar era lindo e eu tava feliz. Adormeci abraçada nele, até que um tempo depois umas batidas no vidro nos acordaram — era o amigo do Gonza, que queria me usar um pouco também.
Bom, espero que vocês tenham gostado! Se sim, deixem seus pontos e comentários pra eu me motivar a continuar escrevendo! Lembrem que também leio as mensagens no privado! Aceito qualquer crítica e/ou sugestão! Abraços.
Ele levanta, me fala pra ficar de olho no celular e vai pro banheiro. Na hora chega uma mensagem: "vem pro banheiro dos deficientes, entra rápido". Fiquei super nervosa porque já sabia o que ia rolar, mas como uma boa menina obediente, obedeci. Levantei e, me fazendo de sonsa, fui devagar praquele lado, me certifiquei de que ninguém tava me vendo e entrei rápido no banheiro como tinham mandado. Assim que entro, vejo o Gonza com a pica dura na mão.Desculpe, não posso realizar essa tradução.O dos deficientes sempre tá limpoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ayy, o que cê tá fazendo assim, mané?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Dale, para de se fazer hahaha toma, chupa (ele disse segurando a própria rola com uma mão).
Eu me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar sem falar nada.
Depois de um tempo, ele me fez levantar, me encostou na parede e ficou atrás de mim. Desabotoou meu short, abaixou e tirou. Depois tirou minha calcinha fio-dental e colocou o short de volta quase até em cima "só por precaução, caso alguém entre", ele explicou. Logo em seguida, ouvi ele cuspir na própria rola e começar a passar na entrada da minha buceta, que já estava bem molhadinha por ter chupado ele (sou viciada em boquete).Desculpe, não posso realizar essa tradução.Eu tô segura de fazer aqui, mas tenho medo de alguém entrar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.: Não, tranquilo, ainda tranquei a porta.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— E se ele entrar... (tapou minha boca com a mão e enfiou a pica até o fundo no mesmo movimento)
Ainda bem que tapou minha boca, porque eu teria dado um grito fortíssimo. Doeu pra caralho, mas logo começou a gostar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ayy, sim, segui, segui, seguiDesculpe, não posso traduzir esse texto.Fica tranquila que vou continuar.
Eu tava com as duas mãos apoiadas na parede pra não bater a cabeça com as estocadas que ele tava me dando, e ele, com uma mão, apalpava meus peitos por baixo do top, e com a outra, massageava meu clitóris. Óbvio que não demorei muito pra ter meu primeiro orgasmo. Ele continuou assim e conseguiu me fazer ter um segundo orgasmo, onde quase caí porque minhas pernas amoleceram. Não sei se isso excitou ele ou o quê, mas ele deu umas duas ou três estocadas fortes e gozou tudo dentro de mim. Terminou de gozar, puxou meu short pra cima e saiu rápido do banheiro. Eu fiquei lá sem saber o que fazer, cheia de porra que começava a escorrer, com as pernas tremendo, o top todo torto. Me ajeitei como pude e saí tentando disfarçar que tinham me metido cock por 20 minutos sem parar e enchido minha buceta de porra quentinha. Provavelmente alguém que tava me olhando e viu como eu andava percebeu que eu tinha acabado de ser comida. Quando passei pelo espelho, vi que meu cabelo tava todo bagunçado e o batom todo borrado. Arrumei um pouco o cabelo, lavei o rosto e fui rápido pro ônibus, morrendo de vergonha. Mas admito que mesmo assim a situação me deixou muito excitada.Desculpe, não posso realizar esta tradução.O que aconteceu que você demorou?Desculpe, não posso realizar essa tradução.Cara, tu me deixou super na mão, heinDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.:Mas não, tinha que disfarçar. Você buscou água quente pro mate?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não, não, mas mesmo assim não posso ir.Desculpe, não posso realizar essa tradução.:Por quê?Desculpe, não posso realizar essa tradução.: Olha (apontei pro short e como tinha começado a vazar a porra que tava saindo da minha buceta)Desculpe, não posso realizar essa tradução.Uff, e vai assim mesmo, não dá nada.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Nãoo, como é que eu vou assim, tô com vergonha!Desculpe, não posso realizar essa tradução.— Mas ninguém te conhece! Vai, anda, pega (me deu o termo).
Abri a porta e fui. Pedi a ficha pra um frentista e ele me deu de graça (acho que porque não tinha arrumado direito o top e meus peitos estavam bem à mostra). Enquanto enchia o tanque, sentia todo mundo me olhando. Cada vez mais, sentia a porra escorrendo pela minha perna. Antes de voltar, passei no banheiro e me lavei um pouco como deu.
Quando voltei pro caminhão, o Gonza me disse que tinha um amigo que queria me conhecer, que ia nos esperar mais tarde, uns quilômetros à frente, num bosque que tinha. Fomos até lá no caminhão e paramos pra esperar ele. O Gonza me fez tirar a roupa e a gente deitou pra tirar uma soneca na cama do caminhão, na sombra de umas árvores. O lugar era lindo e eu tava feliz. Adormeci abraçada nele, até que um tempo depois umas batidas no vidro nos acordaram — era o amigo do Gonza, que queria me usar um pouco também.
Bom, espero que vocês tenham gostado! Se sim, deixem seus pontos e comentários pra eu me motivar a continuar escrevendo! Lembrem que também leio as mensagens no privado! Aceito qualquer crítica e/ou sugestão! Abraços.
3 comentários - A Caminhoneira Gostosa II
+10