Comendo a comadre gostosa

Vou contar como por acaso minha comadre virou minha amante, a mulher mais excitante que já comi. Somos compadres, eu sou padrinho do filho deles, uma promessa de adolescente que fiz com meu compadre numa das nossas muitas bebedeiras. Estudamos juntos desde o pré-escolar, ensino fundamental, médio e faculdade, mais que amigos, somos irmãos. Meu compadre conheceu a comadre no ensino médio, devíamos ter uns 16 anos, quando começaram a namorar. Parecia mais um trio do que um casal, sempre andávamos juntos, mas sempre com todo o respeito, por ela ser a namorada do meu irmão. Ela é uma mulher morena clara, cabelo longo, um corpo espetacular, parece uma vespa, uma cinturinha, uns peitos de bom tamanho, redondinhos, bem gostosos, sempre usava uns decotes profundos, cheguei a ver seus biquinhos muitas vezes, mas sempre tive que fingir que não via, por respeito. E assim também via suas calcinhas minúsculas, inclusive acompanhava meu amigo para comprá-las nos presentes que ele fazia. Da sua bunda nem se fala, muito linda, seus quadris, uma foda de mulher. Fizemos casamento duplo, compartilhávamos tudo, menos nossas esposas, nunca chegamos a tocar nesse assunto. Vivíamos na mesma cidade, nos visitávamos sempre que podíamos, eles vinham ou nós íamos. A casa deles ficava perto do meu trabalho, e nessa ocasião que quero contar, nesse dia a água acabou na minha casa, nunca acontecia, mas nesse dia aconteceu e não tinha nada em casa, levantei para ir trabalhar, entrei no banho e já nu levei o susto, não tinha água. Minha esposa me ouve xingando e diz: "Desculpa, amor, eu sabia que a água ia acabar, mandaram notificação que estão consertando um cano, mas não achei que fosse acontecer". Mais irritado ainda, não disse nada, mas meu rosto era de irritação. "Mas não fica bravo e não perde mais tempo, pode ir se banhar na casa dos compadres, fica no caminho do trabalho e ainda é cedo. Cuidado e ainda te dão café da manhã lá". Respondi: "Ideia brilhante". Coloquei só um short, peguei Minhas roupas, coloquei tudo numa sacola de supermercado e arrumei minha toalha, peguei os sapatos e levei na mão. Cheguei na casa dos compadres umas 06:00 da manhã, bati na porta, a comadre abriu de roupão, se assustou ao me ver e se cobriu, eu também me surpreendi porque o roupão era transparente. "Desculpa, compadre, abri a porta sem ver quem era." "Tô esperando seu compadre, que teve turno de trabalho à noite. Mas pode entrar. E esse milagre, você tão cedo e nessa roupa?" Me vendo de short e camiseta. "Não trabalha hoje?" "He he he he, trabalho sim, comadre, mas vim incomodar. Em casa não tem água e queria pedir se me deixa tomar um banho rápido, pra ir pro trabalho." "Você nunca incomoda, compadre, já sabe onde é o banheiro, lá encontra tudo que precisa. Vou fazer um café." Fui pro banheiro, abri a porta e levei outro susto: na torneira do chuveiro, tava pendurada uma calcinha fio dental da comadre. Lembro bem quando compramos ela com o compadre. Peguei com a mão e coloquei de lado pra não molhar. Minha mente viajou pros dias em que via a comadre se abaixar e mostrar aquelas tangas. Abri o chuveiro e comecei a me lavar. Meu pau foi ficando duro, por causa das lembranças e da calcinha, mas segui em frente: me ensaboei, enxaguei, sequei e me vesti. Meu susto quando virei: não tinha fechado a porta direito e a comadre tava lá. Arregalei os olhos e ela disfarçou, se virou. Saí do banheiro e ela disse: "Já se banhou, compadre?" Vi o rosto dela todo vermelho, e ela esfregava as mãos, muito nervosa. Perguntei se tava tudo bem e ela respondeu: "Desculpa, compadre, ia pro quintal e vi a porta entreaberta, a curiosidade me venceu. Fiquei chocada com o que vi, compadre. Essa anaconda toda a comadre come." Fiquei mudo, não sabia o que responder. "Desculpa, comadre, não reparei que deixei a porta entreaberta, fui descuidado." Mas ela ainda não tinha respondido: "Esse linguição todo a comadre come, he he he he. Não fique com vergonha, estamos em... Confiança, pois não, comadre, ela não come, respondi gaguejando com as mãos na virilha, meu pau já tava ficando duro, parece que ela não come, se seu compadre tivesse a metade do que você tem, não deixava ele nem dormir, que coisa que a senhora fala, comadre, pois é, compadre, eu comeria inteirinha e por todos os lados, ao ouvir da boca dela essas palavras, meu pau já tava feito uma espingarda de fazenda, nunca tinha visto minha comadre assim, tava com os olhos brilhando, cheios de tesão, não me mexi do lugar e ela continuava perguntando e por que a comadre não come esse pedaço de carne que o senhor tem, compadre, desde moleca eu fantasiava em comer uma piroca assim, mas seu compadre chegou tarde na divisão e já vi quem chegou primeiro. Que coisa que a senhora fala, comadre, vai me responder ou não, me diga por que a comadre não come, olha que a mulher não parava de perguntar e resolvi responder, falei que ela acha muito grande e grossa, se chupar, amanhece com dor na mandíbula e se eu penetrar, é muito doloroso pra ela, não satisfeita com minha resposta, continuou perguntando, então vocês não transam, pois é, já não dava mais pra disfarçar minha ereção e respondi pra acabar com o interrogatório, não, não transamos como a senhora diz, sua comadre raramente quer fazer algo e quando rola, prefere me masturbar. Ohhhh que comadre mais largada, ela concordou, eu daria uns sentões nela, definitivamente era outra mulher que eu tinha na minha frente, não tinha vergonha nem pudor nenhum, enquanto perguntava e fixava o olhar no meu pau. Criei coragem e falei, bom comadre, obrigado pelo banho, tenho que ir trabalhar, com sua licença, achei que tinha me livrado dela, mas ela respondeu, o senhor não sai daqui não, compadre, sempre desejei um pau tão lindo assim, quando seu compadre vai trabalhar, vejo pornô e só vejo BBC, aqueles morenões têm umas pirocas descomunais e me masturbo imaginando que é em mim que tão enfiando. Não sei por que nunca reparei no seu, que bem escondido o senhor tinha. Esse segredo. Compadre, o senhor não pode me negar, ver de novo aquela piroca, se eu puder ver, como é que acha, comadre? Respondi. O que o compadre diria se descobrisse? E quem disse que vai descobrir? Isso vai ser um segredo entre nós, ninguém mais precisa saber. Dos meus nervos, nem tinha reparado que a comadre ainda estava de camisola. Dava pra ver os peitos dela e estavam tão gostosos quanto há 20 anos, quando conheci a Karla. O que é que o compadre acha? Vamos jogar o galo. Sabia que não ia escapar dela, ela não ia me deixar ir embora sem conseguir o que queria. Vou fazer isso pela senhora, comadre, mas me prometa que meu compadre nunca vai descobrir isso e que vai ser um segredo entre a senhora e eu. E ela respondeu: Juro pelo seu afilhado, que é o que a gente mais ama. Abaixei o zíper e ia tirar ela pra fora, quando ela diz: Melhor a gente ir pro quarto, aqui a luz é fraca e eu preciso ver bem essa rolona. Comadre, mas e se o compadre chegar? Ha ha ha, fique tranquilo, ele me mandou mensagem, vai fazer o próximo plantão... continua...

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