Historia y Hechos Calientes De Una Familia Divorciada 1

História e Fatos Quentes de Uma Família Divorciada

Este Relato é um Piloto da história, já que vou estar polindo ela por enquanto. Vai ter 5 episódios, mas pode ter mais dependendo do sucesso da história.

Meu nome é Damião, acabei de fazer 18 anos, terminei o ensino médio e tô me inscrevendo na faculdade. Meus pais se divorciaram há dois anos numa separação bem ruim, porque minha mãe descobriu a traição do meu pai com uma funcionária administrativa da empresa dele, com quem ele acabou casando — entre aspas, eu diria que eles só vivem juntos sem papel passado, já que meu pai disse pra mulher que, quando se separasse da minha mãe, a herança que ele deixasse seria toda pro filho único dele, ou seja, eu. Minha mãe sempre falava que ela era uma puta destruidora de lares e que não tava nem aí em despedaçar uma família. Meu pai tinha feito um acordo financeiro bem gordo com a minha mãe, mas ela viu ele se beijando com a amante, agora parceira oficial, na rua, e processou ele por adultério, arrancando uma fortuna dele. Meu pai nunca reclamou o dinheiro do acordo, porque achava que isso ia deixar ela tranquila e não ferrar a vida dele. Já faz dois anos disso. Minha mãe é uma mulher muito gostosa e jovem, porque meu pai sempre curtiu novinhas; ela tem 36 anos e me teve antes mesmo de terminar a escola. Minha mãe é idêntica à estrela pornô Alexis Fawx: loira, peitão e uma raba que mais de uma vez me deixou besta olhando igual um idiota, e ela só ria, porque isso aumentava o ego dela depois do desprezo que tava sofrendo do meu pai. Depois do divórcio, ela flertava muito comigo, se vestia bem provocante e se mexia como se tivesse me provocando, e eu tinha que lutar contra a vontade de possuir ela, que eu escondia desde a puberdade. Um dia, já quase três anos depois do divórcio, ela tava me provocando sensual como sempre fazia, e naquele dia eu perdi a cabeça. Uma ideia errada entrou na minha mente: "Achei que ela queria transar comigo pra se sentir superior e se vingar da traição do meu pai." Então tudo começou num dia em que eu tava deitado numa espreguiçadeira perto da piscina de casa, e ela apareceu com um biquíni minúsculo. biquíni verde que mal conseguia esconder seus peitões enormes. Ela sentou na lateral da minha espreguiçadeira e começou a acariciar meu cabelo. Aí eu me sentei e parti pra cima dela, segurei ela pela cintura num abraço com as duas mãos e comecei a puxar ela pra perto de mim. Ela entendeu o que eu queria e atravessou um limite que tinha prometido manter entre a gente.

Ela abriu as pernas e sentou em cima de mim de pernas abertas. Eu olhei pra ela e ela olhou pra mim e mordeu o lábio inferior com uma cara de puta do caralho. Eu puxei ela mais pra perto, deixando ela colada em mim, coloquei uma mão no sutiã do biquíni apalpando um dos peitos dela. Ela suspirou e aproximou devagar o rosto do meu, ficando nariz com nariz, ela foi encostando os lábios nos meus e me beijou suavemente enquanto mexia os quadris em cima de mim. Isso fez minha ereção cutucar a buceta dela, só o biquíni dela e meu short nos separavam de uma penetração garantida.

— Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ohhhh Siiii Como Sentia Faltaaa Dissooo Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhh!

Ela falava isso entre gemidos claros de tesão, e aquele beijo suave virou o beijo de língua mais safado que já ganhei na vida. Já beijei um monte de garota da minha idade, mas não se compara com isso, porque isso é uma comida de boca de uma mulher madura, uma Milf, e além disso essa Milf era minha própria mãe. Ela olhou pra mim:

— Amor, isso nunca devia ter acontecido entre a gente, mas não consigo evitar, filho, quero transar com você! — disse ela, e levando minhas mãos pros peitos dela, me fez tirar o sutiã do biquíni, deixando aquele par de melões à mostra.

— Você relaxa e vai ver como a gente começa uma nova fase nas nossas vidas, eu como sua mulher e você como meu macho dotado!

Disse ela, me beijando de novo, mas começou a descer, beijando e lambendo meu peito. Quando chegou no meu short, ela mordeu suavemente meu pau por cima da roupa, de um jeito tão sensual que perdi a cabeça por ela. Eu ia falar alguma coisa, mas não consegui. porque justo quando eu ia falar, ela puxou meu short e minha cueca pra baixo, liberando minha pica completamente dura. Ela ficou surpresa olhando pro meu pau.

—Uau, que filho da puta, olha o tamanho dessa poronga! — disse mamãe, boquiaberta.
—Meu Deus, bebê, essa pica é três vezes maior e mais grossa que a do seu pai! — ela disse, e começou a examinar todos os meus genitais com cuidado, e minhas bolas enormes chamaram a atenção dela.
—Uau, olha o tamanho desses ovozões! — disse ela, enfiando a cara e começando a devorar minhas bolas. Mamãe lambia meus dois ovos, dedicava-se a um e depois ao outro, e quando subiu, passou a língua percorrendo o tronco da minha pica enorme e se dedicou a chupar minha cabeça. Depois voltou o rosto pra mim, me olhando.
—É enorme e gordíssima, amor! Quanto mede? — disse mamãe. Eu olhei pra ela e comi a boca dela sem responder. Aquela língua experiente entrou na minha boca e percorreu tudo com muita perícia. Mamãe perdeu o controle e subiu em cima de mim com a pica pra fora da minha roupa, e quando soltou o corpo em cima de mim, notei que a calcinha fio-dental estava puxada pro lado, porque minha pica esbarrou na buceta quente e molhada da minha mãe, que estava totalmente depilada.

—Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhh Merdaaaa Siiiii Assimiii Ohhhh Diiiooos Santooo Queee Picaaaa Enormeeee Temmm Amorrr Fodeee Meee Dami Fodeee Meee Todaaaaa Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh! — foi o grito da minha mãe, porque assim que soltou o corpo em cima de mim, a ponta da minha pica apunhalou a entrada da buceta molhada dela e começou a penetrar. Mamãe se abraçou em mim, rodeando meu pescoço com os dois braços, e gemia de prazer me olhando nos olhos. Depois, ela jogou a cabeça no meu pescoço e, tirando um braço, começou a me beijar e lamber o pescoço. Minha boca ficou perto da orelha dela e eu, ofegante, disse:
—Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ohhhhh Diiioooos Siiii 28x8cms, você tá metendo uma pica de 28x8cms Noooo Meuuuu Bucetaaaaaa Ahhhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh Ahhhhhhhhhh Ahhhhhhhhh! E ela me olhava fixo gemendo com a luxúria nos olhos azuis dela parecia fogo.
—Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhhh Deeeeeus Enormeeee E Meee Encantaaaaa Ohhhh Siiiii Filhoooo Meteeeee em Mimm Amor Meteeeee na Mamãe Meteeeee Com Tudoooo E Joga Toda Sua Leiteeee De Machooo Acaba Comigo Dentroooo Com Essa Picaaa Linda Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh!
Disse ela gemendo ficou quase mais de meia hora comendo até que sentiu como minha pica explodiu dentro da pussy os jorros saíram disparados com potência e violentamente batiam no útero dela enchendo de porra quente do único filho dela.
—Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Ohhhhhh Deeeeeus Siiiii Que Gozadaaaa Você Me Deu Bebê Acabou Filho Você Fez a Mamãe Gozaaaar Como Uma Putaaa Foguentaaa Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhhh Aaaahhhhhhhhhhhhhhh!
Ela gritava sem censura enquanto minha pica continuava jogando porra dentro da buceta dela da força que ela fazia pra minha pica entrar mais fundo senti claramente como ela fez minha pica entrar no colo do útero fértil dela a mamãe ficou de olho virado já que isso fez eu ter um novo orgasmo no meio do que já tinha e uma nova onda de porra enchia ela totalmente ela caiu em cima de mim toda ofegante. Mamãe sem tirar minha pica da buceta dela me olha e me pega pelo queixo docemente e me beija de língua e eu com medo de que a reposadeira quebrou com o peso dos dois. Levantei, agarrei ela pelas duas pernas e fui me deitando numa toalha no chão perto da piscina, que eu usava pra pegar sol. Ela, vendo que meu pau não perdeu nem um pouco da ereção, começou a sentar de novo e iniciou outra trepada que durou uma hora, e eu gozei dentro dela de novo. Ela se deitou em cima de mim e me olhava com aquele rosto feliz e cheio de vida. Eu, vendo ela assim, falei:
— Te devolvi a alma pro rosto!
E ela, ao me ouvir, sorriu.
— Vou te foder tantas vezes até você esquecer do papai!
Falei. Ela me olhou, me deu um beijo molhado de língua.
— Amor, dele você me fez esquecer na primeira trepada e com a primeira porra bestial que você jogou em mim, sinto que nunca o conheci!
Disse ela, e depois ficou me olhando e voltou a falar:
— Amor, isso não foi por vingança ou despeito do seu pai!
Ela me olhou assustada, e depois criou coragem e disse:
— Olha, amor, tem uma coisa que quero que você saiba! Falou, fazendo uma pausa.

— O que a gente fez hoje não foi espontâneo, isso tinha que ter acontecido há muito tempo! Voltou a falar, engoliu saliva e disse:
— Há um ano e meio, eu entrei no seu quarto pra pegar sua roupa suja e você estava se vestindo, e vi pela primeira vez esse pau lindo que você tem, embora agora esteja bem maior que naquele dia! Disse, mordendo o lábio.
— Desde aquele dia que vi sua pica balançando como um pêndulo enquanto você terminava de se secar, não parei de me masturbar pensando que você me foderia. Desde aquele dia, senti uma atração sexual por você que não conseguia controlar, e uma noite que queria trepar com seu pai e ele disse que estava cansado, acordei toda excitada! Relatou ela.
— Pensei em você na hora e entrei no seu quarto na surdina, fiquei parada te olhando dormir e me tocava a buceta até que não consegui controlar meu desejo. Eu queria seu pau a todo custo e me aproximei devagar da sua cama, com cuidado, abri seus lençóis pensando que você estava de cueca, e pá, você estava completamente nu.
— Eu pude ver o pau que tanto desejando, recostada contra sua perna, era enorme e muito grossa. Meu corpo começou a tremer, o tesão me invadiu por completo. Ajoelhei, abrindo meu roupão, ficando só de tanguinha com meus peitos nus. Peguei seu pau com uma mão, você batia uma punheta suavemente, suspirava dormindo, e eu abri minha boca e engoli seu pau. Comecei o melhor boquete da minha vida. Seu pau terminou de endurecer dentro da minha boca. Fiquei uns 45 minutos chupando com devoção, até fazer um garganta profunda, e aí seu pau explodiu dentro da minha boca. Seu leite foi direto pro meu estômago. Tirei seu pau da boca e me lambuzei toda a cara e meus peitos enormes com seu gozo. Limpei seu pau com chupões e, depois de beijar sua glande, vesti o roupão e fui pra minha cama com todo seu gozo na cara e nos peitos. Terminei de contar, mãe.
— Uau, que história! Falei, surpreso.
— Diz que se eu não acordasse, eu te dava uma surra de tanta vontade de te foder! Falei de novo.
— Amor, com o tesão que eu tava naquele dia, se isso acontecesse, a gente ia ficar transando até amanhecer e eu com certeza engravidava!
Ela disse. A gente se beijou de novo, ela colocou a parte de cima do biquíni e me convidou pra entrar na piscina com ela. Nadamos, brincamos na água e, encurralando ela na borda da piscina, comi ela pela terceira vez e quis fazer no cu, mas ela recusou com medo de eu rachar ela no meio. Depois do jantar, ela lavava a louça e eu cheguei por trás, abracei ela toda, ela comeu minha boca, a gente tava se pegando pra valer. Ela largou o que tava fazendo, ajoelhou, puxou meu pau e começou um boquete. Depois de um garganta profunda, ela tirou o pau da boca e me olhou de baixo.
— Quem fica melhor te chupando o pau? Eu ou a Valéria? Perguntou ela, competitiva e ressentida. Valéria era minha madrasta, a mulher que tinha roubado o marido dela.
— Ai, mãe, ela nunca me chupou! Falei. Ela me olhou séria, o ciúme floresceu.
— Por seu bem, melhor continuar assim, porque juro que corto seus ovos! Disse ela, num tom de raiva. reproche
—Você é meu, é meu macho, meu filho e meu homem!
Disse possessivamente, e eu não consegui ficar calado e falei sem pensar:
—Mas o pai me mandou umas fotos dela na piscina, e também conversei com ela pelo WhatsApp, e achei ela muito simpática e gostosa. Vale é muito linda, e ali eu entendi por que o pai não resistiu e caiu de boca nela!
O rosto da minha mãe se transformou, uma fúria irada nasceu dentro dela.
—Quê?! O quê que você disseee?! Gritou furiosa
—Desde quando você recebe fotos daquela puta de merda?! Você também quer comer ela?! Gritou
—Calma, mãe, só falei que ela era linda e sensual, e conversei com ela umas vezes por videochamada! Falei, e a resposta dela foi um tapa tão forte que quase me deixou tonto. Segurei meu rosto, dolorido.
—Vai pro teu quarto, seu traidor, filho de uma puta! Disse furiosa
—E amanhã você vaza daqui mesmo, vai pros braços daquela puta e come ela melhor do que eu!
Ela gritou me expulsando de casa. Quando ouvi isso, fui puto pro meu quarto, peguei minhas malas de viagem e comecei a jogar todas as minhas coisas dentro. Pedi um Uber. Depois de um tempo, desci com minhas duas malas. Ela me viu e ficou de braços cruzados.
—O que você tá fazendo? Perguntou. Eu olhei pra ela com raiva.
—O que você tá vendo, sua louca de merda. Tô indo embora. Não vou esperar até amanhã, vou agora mesmo!
Falei irritado, e acho que naquele momento ela entendeu o erro grave que cometeu por não controlar o temperamento. Antes de ir, larguei minhas malas e a encurralei contra a parede.
—Me escuta, sua tóxica de merda. Eu te amava de verdade, nunca faria o que o pai te fez, mas você com isso acabou de cruzar um limite, e eu não vou te perdoar por ter me expulsado de casa e me deixado na rua por causa dos seus putos ciúmes!
Falei severamente, peguei minhas malas e fui em direção à porta.
—Para, Damián, espera, vamos conversar, eu passei dos limites, eu reconheço! Disse minha mãe
—Não, sua puta histérica, não vou perdoar isso nunca. Por seus ciúmes idiotas, você estragou algo que podia ter sido lindo. De sonho! Falei, abrindo a porta pra sair de casa.

Mamãe, ao me ver partir, caiu de joelhos e se acabou de chorar. Ela tinha estragado tudo por causa dos seus estúpidos ciúmes. Ela me via indo embora naquele carro, chorando sem consolo, sabendo que por seu temperamento idiota não conseguiu se controlar, perdeu a linha e ela mesma me botou pra fora de casa.

Eu viajava sem rumo. Falei um endereço, mas porque no aplicativo você tem que colocar um destino, querendo ou não. Coloquei o endereço de uma confeitaria que ficava perto do bairro onde eu sabia que o pai morava.

Ao chegar, paguei o Uber e, ao descer, entrei na confeitaria e sentei. Veio um garçom e pedi uma cerveja. Enquanto o garçom trazia a cerveja, peguei meu celular e liguei pro número do pai.

— Oi, pai, sou eu! Falei com a pouca voz que me restava.
— Oi, Dami, quanto tempo que você não me liga, filho, como você tá? Disse meu pai.
— Mal, pai. Mamãe perdeu a cabeça totalmente! Falei chorando. Quando meu pai ouviu meu choro, ele soube que era coisa séria.
— O que essa arpia fez com você agora? Perguntou papai com desprezo pela mamãe.
— Mamãe me botou pra fora de casa, pai! Falei, quebrado pelo choro.
— Me diz onde você tá que eu vou agora mesmo! Disse ele. Passei o endereço e, em menos de 40 minutos, papai estacionou seu carrão e entrou na confeitaria, sentando comigo na mesa.
— Por que demorou tanto, se você mora a umas quadras? Perguntei. Meu pai sorriu.
— Filho, essa casa eu vendi há mais de um ano e me mudei pra uma maior! Disse ele, rindo.
— Pedimos mais uma? Consultei.
— Pra mim uma Sprite, que tô dirigindo. Disse papai. Pedimos, bebemos enquanto conversávamos.
— E por que sua mãe te botou pra fora? Perguntou papai. Eu olhei pra ele.
— Você ainda tá com ela? Perguntei.
— Sim, filho, ela se chama Valéria. Respondeu meu pai.
— É, eu sei! Falei.
— Bom, o assunto foi assim: ela começou a falar dela, e não exatamente jogando flores! Falei.
— A gente tava conversando e ela começou a xingar a Vale, e eu falei pra ela não ser assim, que eu converso numa boa quando falo com você. Yambos me mandaram as fotos da praia que com certeza era a lua de mel deles porque casaram! Falei:
—Pois é, filho, casei há uns meses com a Valéria e... o que aconteceu? Me conta mais!
—Bom, Pai, ela pirou, surtou, me chamou de traidor, filho da puta, me deu um tapa que quase arrancou minha cabeça e me expulsou, falando pra eu ir pros braços daquela puta e comer ela à vontade. Disse que de você até dava pra esperar, mas de mim, nunca! Falei:
—Essa mulher é doente, sério! Falei puto com a minha mãe.
—Juro que faria você comer a Valéria e filmar tudo pra mandar o vídeo pra essa frígida tóxica! Disse meu pai furioso, e depois me olhou.
—Tá decidido, Damião, você vem agora mesmo morar com a gente! Disse meu pai, firme, e a gente terminou as bebidas. Ele pagou a conta, e eu subi com minhas duas malas no carrão dele. E partimos pra casa dele, meu novo lar.

Mal chegamos, minha madrasta me olhou quando entrei pela porta na frente do meu pai. Me encarou com uma certa indiferença, mas eu tinha percebido algo na expressão dela, que fingia desinteresse e ignorância sobre mim. Me instalei primeiro no quarto de hóspedes, e no dia seguinte meu pai me ajudou a me instalar no meu quarto novo. Depois do café, fiquei sentado no mesmo sofá onde, na noite que cheguei, vi minha madrasta com um vestido justo que destacava as curvas perfeitas e os peitões enormes. Eu tava mudando de canal quando a Valéria, minha madrasta, desceu. Ao me ver sentado no sofá, franziu a testa e veio na minha direção, puta.
—Esse é o meu sofá! Agora vou ter que comprar outro! Falou com desprezo. Eu olhei pra ela.
—Mas tô sentado aqui vendo TV um pouco, daqui a pouco vou pra facul terminar minha matrícula! Respondi.
—Não tô nem aí, é o meu sofá! Disse feito uma pirralha mimada e birrenta. Eu levantei puto, fiquei de frente pra ela e, jogando o controle remoto no sofá, falei:
—Tá aí o seu sofá, puta! Enfia no cu! Minha mãe tinha razão sobre você, você é uma cobra!
Falei bravo, virei as costas e fui embora. meu quarto, deixando ela de boca aberta me vendo ir furioso pro meu quarto. 2 horas depois, desço as escadas e ela tenta me interceptar
—Você acha certo falar comigo daquele jeito agora há pouco? Você tá na casa dos outros e tem que ter respeito!
Ela disse, eu olhei pra ela com um olhar que diminuiu ela a nada.
—Respeito não se exige, respeito é recíproco, se ganha com o mesmo respeito pela outra pessoa!
Respondi muito puto e mostrando que não era nenhum idiota ignorante, me virei e saí pela porta batendo ela, e fui fazer os trâmites pra matrícula na facul. De noite, quando meu pai chega do escritório, ela distorcendo a realidade dos fatos contou tudo pra ele, mas uma versão onde o vilão era eu. Eu tava no meu quarto ouvindo música quando sinto baterem na porta —Sim? Falei —Filho, sou eu, podemos conversar um momento? Era a voz do meu pai.
—Sim, entra, pai! Respondi, ele entrou fechando a porta e sentou na minha cama
—Filho, eu sei que você tá passando por uma situação foda com essa história da sua mãe, você era muito apegado a ela! Disse meu pai
—Mas falar mal da Vale, não desconta nela nem deixa as coisas que sua mãe inventa te pegarem. Chega perto dela e conhece a Vale, ela é incrível quando se abre! Fala meu pai, e eu não conseguia entender como ele podia ser tão hipócrita e me defendi com a verdade. Olhei nos olhos do meu pai
—Mas pai, eu não fiz nada, ela começou a me atacar por causa daquele maldito sofá! Falei e depois contei tudo que ela tinha me dito e por isso respondi daquele jeito.
Obviamente meu pai acreditou em mim, porque na minha vida nunca menti sobre nada, ele mesmo me ensinou desde pequeno, sempre me dizia “é sempre importante e com a verdade, que a mentira sempre piora as coisas”. Fiquei pensativo lembrando das palavras dele e ele deduziu.
—Tá lembrando das minhas palavras que falei quando você era pequeno, né? Perguntou ele
—Sim, pai, por isso você sabe que nunca menti pra você e nunca vou mentir. Ele me olhou e disse:
—Sim, filho, isso eu sei, mas o O que eu te disse quando era moleque é verdade, senão olha pra mim, a putaria que eu me meti com sua mãe por não falar na cara dela logo de cara que o nosso negócio não ia mais rolar. Quis encobrir com mentiras e acabou sendo pior do que eu queria evitar! — Disse ele, reconhecendo o erro com a mãe, se despediu e foi pro quarto dele.

E na mesma hora comecei a ouvir os gritos de raiva do meu pai. “Valéria, por que você mentiu desse jeito? Sabia desde o começo que eu odeio mentira!” — Gritava meu pai. “Se você tem razão, amor, me perdoa.” — Dizia ela, sem ousar rebater meu pai. “Outra coisa, você começou de novo a encher o saco com essa porra desse sofá!” — Gritou meu pai. “Me perdoa, céu, por favor.” — “Não, Valéria, você me fez passar por otário na frente do meu único filho, o único herdeiro da minha empresa!” — Gritou, e ela baixou a cabeça. “Depois do meu divórcio, o Damián é o único herdeiro de quase tudo que eu tenho.” — Disse ele, e encerrou a discussão de forma cortante.

“Amanhã você resolve toda essa bagunça e peço que passe tempo com o Damián, que conheça ele melhor. A mesma coisa vou pedir pra ele.” — “Mas, amor, ele é influenciado pela mãe dele, sua ex.” — Disse ela, choramingando. “Valéria, eu conheço bem meu filho e sei que ele nunca foi assim. Ele não se deixa influenciar por ninguém e busca a verdade como eu, porque isso eu ensinei pra ele desde pequeno.” Saiu do quarto e tomou banho, fervendo de raiva ao ver que quem tinha se dado mal era ela. Depois, todos descemos pra jantar, papai tinha pedido comida.Comemos em silêncio e ninguém tentou puxar conversa.

Después la edito bien los detalles para acomodarla a los gifs y dejando los espacios y agrego los Gifs


ya esta mi pagina Pantreon donde estare publicando relatos cada 8 dias y seran publicados ahi antes de aqui espero que me apoyen asi podre crear mejor contenido
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4 comentários - Historia y Hechos Calientes De Una Familia Divorciada 1

lonyon +1
Muy bueno, segunda parte y con fotos?
Esta parte es una publicacion provisoria para que disfruten la historia mas adelante voy a pulirla y ambos relatos este y la parte 2 vendran con Gifs o Fotos
por fa amigo continua el relato de PERDIDO POR MAMA
Es que para continuar ese relato necesito tiempo ya que debo releer la historia hasta donde me quede y ir sacando ideas nuevas
si tu me dejas yo te la podria resumir por interno, asi tu tendras una idea, digo si te animas y te dejas ayudar, es que esa historia tiene para largo y no deberia terminr asi
recien empezo la historia tiene bastante hilo por cortar