esta é a história de um macho de pau grande
É algo pessoal e espero que vocês gostem e curtam muito.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS, POR ME SEGUIR E PELOS PONTOS
Laura é minha esposa e, claro, nunca me imaginei sendo corno, embora soubesse muito bem que ela era muito mais puta do que eu. Isso começou como um jogo secreto. Vou tentar explicar: as coisas sujas rolam fora de casa. Pra minha família, somos um casal perfeito, e isso é verdade — nunca uma briga, uma discussão boba de vez em quando, e juntos nos divertimos pra caralho. No sexo, somos ardentes, um fogo na cama, e não deixamos nenhuma fantasia sem realizar. Nisso, ajuda muito minha vontade de fazê-la gozar. Fico louco sentindo ela gozar, sentindo ela se contorcer com meu pau dentro, entrando e saindo — sei que dói, mas faz ela gozar, porque meu pau não é pequeno nem de comprimento nem de grossura, e é disso que ela fala com mais tesão entre as amigas. Claro, eu era o mais popular entre elas, não só pelo tamanho do meu pau, mas pelo jeito que eu uso. Delicadeza não é meu forte; bem pelo contrário. Laura é magrinha, com uns peitinhos durinhos que me enlouqueciam, embora fossem bem pequenos perto dos das amigas dela, mas com uma rabuda enorme, sempre empinada, capaz de engolir meu pau inteiro — coisa que custou muito convencê-la a fazer, embora já estivesse bem usada por outros caras. Ela não tinha pegado gosto pelo anal até eu fazer ela pegar, e depois só queria trepar por ali. Espero não estar enchendo o saco com essa introdução, mas vale a pena pra entender essa história de aventuras que vivemos até hoje. Susana é uma das amigas dela, corpinho gostoso, muito simpática e bem atrevida. Alicia é outra que, embora a bunda não diga muito, os peitos são a admiração de qualquer um. E Andrea, bom, o que dizer dela? À primeira vista, a mais puta de todas, boca de chupadora, loira pintada, peitos bons e uma bunda parecida com a da Laura. Todas casadas e famintas por pau, embora a mais faminta parecesse ser a Susanita. E esqueci da Brenda, a gordinha, casada com o mecânico do bairro e com um filho afeminado, embora Laura dizia que não era promíscua. Esse é o grupo de amigas dela que eu fui comendo uma por uma sem a Laura ver, embora ela desconfiasse. Eu tinha certeza de que nenhuma das amigas dela contaria nada pra ela, todas vizinhas do bairro. A primeira a me fazer cair foi a Susana, que como eu disse tem um corpinho gostoso e adora mostrar usando umas minissaias de matar. O marido dela, Gustavo, é orgulhoso disso, embora raramente sejam vistos juntos. O Gus sai de manhã cedo e volta tarde da noite, e segundo a Laura, ele come pouco a Susana. A Laura trabalha como chefe num escritório, e eu tenho uma oficina de reparos perto de casa, então a gente se vê à noite. Tenho que admitir que oportunidades de comer outras não me faltam, mas ver a Susana com suas minissaias foi me esquentando, mesmo não vendo ela com frequência, até que um meio-dia ela apareceu na oficina.
Susana: Oi Oscar, bom dia, olha, tô com um problema no som e a Laura falou que você é um gênio pra consertar, dá pra dar uma olhada?
Oi Susy, sim claro. E onde tá o equipamento?
Susana, olha, ela tá em casa, não trouxe porque não sabia se você ia ver, e além disso é muito pesado.
Bom, quer que eu vá buscar? Eu fecho aqui um tempinho, não esquenta.
Fechei a oficina e fui com a Susana pra casa dela, não conseguia parar de olhar pra saia dela, plissada igualzinha de colegial, só pensava em arrebentar a buceta dela, meu pau tava doendo por causa disso, entramos e o filho dela tava na escola.
Susana, que sorte que você consegue consertar isso, não sabe como eu sinto falta dele, não sei o que aconteceu com ele. Vem, olha, é este, aí te passo ele.
O time tava no refeitório embaixo de uma mesinha, ela se abaixou na minha frente pra pegar, deixando ver a fio dental e a bunda dela em todo esplendor. Eu fiquei atrás dela, não hesitei um segundo, me encostei nela e apoiei com força meu pau enquanto ela demorava mais pra tirar dali, e de repente começou a rebolar a bundinha dela.
Susana, ai, tá muito duro, que duro que tá, ai, ai, ai
Tá duro, né? Tu bota assim, ele tá quase estourando.
Eu tava esfregando minha rocha com força na bunda dela e ela rebolava gemendo, peguei os peitos dela e comecei a apalpar.
Susana, tem Oscar, Oscar, para, para, pelo amor de Deus, não aguento mais, aí não, aí não.
Vamos pra cama então, porque eu também não aguento mais.
Enfiei ela sempre apertando contra meu corpo com meu pau no cu dela e assim a levei até o quarto dela, virei ela e ela sozinha se ajoelhou e procurou meu pau que assim que tirei ela começou a chupar
Para, para que vou encher tua boca de porra, sobe na cama melhor
Susana não parou, chupava com vontade e não parou de chupar até eu gozar na boca dela.
Engole tudo, Susana, é tudo pra vocêêê
Susana continuou chupando, parou e subiu na cama, ficando de quatro e levantando a saia sem dizer nada. Eu subi atrás dela, puxei a tanga e enfiei na buceta.
Susana, aiiii que bestaaa aiiii aiiii aiiii, você me mata, filho da puta, me mataaa
Sua puta, vou te matar na pica por ser puta e depois vou arrebentar esse seu cuzão
Cada metida na buceta era um êxtase pra ela, eu sentia meu pau batendo no colo do útero dela toda vez que enfiava tudo, enquanto Susana se contorcia até se deixar cair, vencida pela força do meu pau. Continuei metendo bem forte e tirei quando senti que ia gozar dentro, Susana já tinha gozado e estava se deliciando, se contorcendo na cama bem devagar. Abri bem as nádegas dela e ela disse na hora
Susana, não pelo cu, não, por favor, vai me destruir.
Não tive piedade dela, enfiei no cu dela com força e até o fundo, vi como a Susy se agarrou nos lençóis com força enquanto mordia o travesseiro. Eu tava rasgando a bunda dela e a puta tava sofrendo do jeito que tanto queria. Quanto mais eu comia aquele rabo, mais queria continuar metendo, vendo a bunda dela receber minha pica e a saia curta na cintura me dava ainda mais tesão, mesmo ela soluçando e implorando pra eu parar de rasgar o cu dela. Senti que ia gozar e enterrei minha pica até o fundo. Foi uma gozada muito forte e na hora eu tava descarregando meu leite dentro daquela bunda linda. Deixei minha pica ir morrendo devagar lá dentro e me joguei em cima dela.
Nem uma palavra sobre isso pra Laura, tá claro?
Susana, você me quebrou toda, sua filha da puta.
E também não fala nada pro Gustavo, vou levar o equipamento agora e quando estiver consertado trago de volta, volto daqui uns dias, vai se preparando.
Levantei, fui no banheiro, lavei minha pica, saí, peguei o equipamento e fui embora. Susana ainda estava na cama com a buceta e o cu abertos, ver ela daquele jeito me deu mais tesão. Quis comer ela de novo, mas tinha que abrir a oficina, além disso, precisava me recuperar pra pegar a Laura à noite e não levantar nenhuma suspeita.
É algo pessoal e espero que vocês gostem e curtam muito.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS, POR ME SEGUIR E PELOS PONTOS
Laura é minha esposa e, claro, nunca me imaginei sendo corno, embora soubesse muito bem que ela era muito mais puta do que eu. Isso começou como um jogo secreto. Vou tentar explicar: as coisas sujas rolam fora de casa. Pra minha família, somos um casal perfeito, e isso é verdade — nunca uma briga, uma discussão boba de vez em quando, e juntos nos divertimos pra caralho. No sexo, somos ardentes, um fogo na cama, e não deixamos nenhuma fantasia sem realizar. Nisso, ajuda muito minha vontade de fazê-la gozar. Fico louco sentindo ela gozar, sentindo ela se contorcer com meu pau dentro, entrando e saindo — sei que dói, mas faz ela gozar, porque meu pau não é pequeno nem de comprimento nem de grossura, e é disso que ela fala com mais tesão entre as amigas. Claro, eu era o mais popular entre elas, não só pelo tamanho do meu pau, mas pelo jeito que eu uso. Delicadeza não é meu forte; bem pelo contrário. Laura é magrinha, com uns peitinhos durinhos que me enlouqueciam, embora fossem bem pequenos perto dos das amigas dela, mas com uma rabuda enorme, sempre empinada, capaz de engolir meu pau inteiro — coisa que custou muito convencê-la a fazer, embora já estivesse bem usada por outros caras. Ela não tinha pegado gosto pelo anal até eu fazer ela pegar, e depois só queria trepar por ali. Espero não estar enchendo o saco com essa introdução, mas vale a pena pra entender essa história de aventuras que vivemos até hoje. Susana é uma das amigas dela, corpinho gostoso, muito simpática e bem atrevida. Alicia é outra que, embora a bunda não diga muito, os peitos são a admiração de qualquer um. E Andrea, bom, o que dizer dela? À primeira vista, a mais puta de todas, boca de chupadora, loira pintada, peitos bons e uma bunda parecida com a da Laura. Todas casadas e famintas por pau, embora a mais faminta parecesse ser a Susanita. E esqueci da Brenda, a gordinha, casada com o mecânico do bairro e com um filho afeminado, embora Laura dizia que não era promíscua. Esse é o grupo de amigas dela que eu fui comendo uma por uma sem a Laura ver, embora ela desconfiasse. Eu tinha certeza de que nenhuma das amigas dela contaria nada pra ela, todas vizinhas do bairro. A primeira a me fazer cair foi a Susana, que como eu disse tem um corpinho gostoso e adora mostrar usando umas minissaias de matar. O marido dela, Gustavo, é orgulhoso disso, embora raramente sejam vistos juntos. O Gus sai de manhã cedo e volta tarde da noite, e segundo a Laura, ele come pouco a Susana. A Laura trabalha como chefe num escritório, e eu tenho uma oficina de reparos perto de casa, então a gente se vê à noite. Tenho que admitir que oportunidades de comer outras não me faltam, mas ver a Susana com suas minissaias foi me esquentando, mesmo não vendo ela com frequência, até que um meio-dia ela apareceu na oficina.
Susana: Oi Oscar, bom dia, olha, tô com um problema no som e a Laura falou que você é um gênio pra consertar, dá pra dar uma olhada?
Oi Susy, sim claro. E onde tá o equipamento?
Susana, olha, ela tá em casa, não trouxe porque não sabia se você ia ver, e além disso é muito pesado.
Bom, quer que eu vá buscar? Eu fecho aqui um tempinho, não esquenta.
Fechei a oficina e fui com a Susana pra casa dela, não conseguia parar de olhar pra saia dela, plissada igualzinha de colegial, só pensava em arrebentar a buceta dela, meu pau tava doendo por causa disso, entramos e o filho dela tava na escola.
Susana, que sorte que você consegue consertar isso, não sabe como eu sinto falta dele, não sei o que aconteceu com ele. Vem, olha, é este, aí te passo ele.
O time tava no refeitório embaixo de uma mesinha, ela se abaixou na minha frente pra pegar, deixando ver a fio dental e a bunda dela em todo esplendor. Eu fiquei atrás dela, não hesitei um segundo, me encostei nela e apoiei com força meu pau enquanto ela demorava mais pra tirar dali, e de repente começou a rebolar a bundinha dela.
Susana, ai, tá muito duro, que duro que tá, ai, ai, ai
Tá duro, né? Tu bota assim, ele tá quase estourando.
Eu tava esfregando minha rocha com força na bunda dela e ela rebolava gemendo, peguei os peitos dela e comecei a apalpar.
Susana, tem Oscar, Oscar, para, para, pelo amor de Deus, não aguento mais, aí não, aí não.
Vamos pra cama então, porque eu também não aguento mais.
Enfiei ela sempre apertando contra meu corpo com meu pau no cu dela e assim a levei até o quarto dela, virei ela e ela sozinha se ajoelhou e procurou meu pau que assim que tirei ela começou a chupar
Para, para que vou encher tua boca de porra, sobe na cama melhor
Susana não parou, chupava com vontade e não parou de chupar até eu gozar na boca dela.
Engole tudo, Susana, é tudo pra vocêêê
Susana continuou chupando, parou e subiu na cama, ficando de quatro e levantando a saia sem dizer nada. Eu subi atrás dela, puxei a tanga e enfiei na buceta.
Susana, aiiii que bestaaa aiiii aiiii aiiii, você me mata, filho da puta, me mataaa
Sua puta, vou te matar na pica por ser puta e depois vou arrebentar esse seu cuzão
Cada metida na buceta era um êxtase pra ela, eu sentia meu pau batendo no colo do útero dela toda vez que enfiava tudo, enquanto Susana se contorcia até se deixar cair, vencida pela força do meu pau. Continuei metendo bem forte e tirei quando senti que ia gozar dentro, Susana já tinha gozado e estava se deliciando, se contorcendo na cama bem devagar. Abri bem as nádegas dela e ela disse na hora
Susana, não pelo cu, não, por favor, vai me destruir.
Não tive piedade dela, enfiei no cu dela com força e até o fundo, vi como a Susy se agarrou nos lençóis com força enquanto mordia o travesseiro. Eu tava rasgando a bunda dela e a puta tava sofrendo do jeito que tanto queria. Quanto mais eu comia aquele rabo, mais queria continuar metendo, vendo a bunda dela receber minha pica e a saia curta na cintura me dava ainda mais tesão, mesmo ela soluçando e implorando pra eu parar de rasgar o cu dela. Senti que ia gozar e enterrei minha pica até o fundo. Foi uma gozada muito forte e na hora eu tava descarregando meu leite dentro daquela bunda linda. Deixei minha pica ir morrendo devagar lá dentro e me joguei em cima dela.
Nem uma palavra sobre isso pra Laura, tá claro?
Susana, você me quebrou toda, sua filha da puta.
E também não fala nada pro Gustavo, vou levar o equipamento agora e quando estiver consertado trago de volta, volto daqui uns dias, vai se preparando.
Levantei, fui no banheiro, lavei minha pica, saí, peguei o equipamento e fui embora. Susana ainda estava na cama com a buceta e o cu abertos, ver ela daquele jeito me deu mais tesão. Quis comer ela de novo, mas tinha que abrir a oficina, além disso, precisava me recuperar pra pegar a Laura à noite e não levantar nenhuma suspeita.
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