Parte 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/5359877/Mi-companera-culona.html
Parte 2:[http://www.poringa.net/posts/relatos/5366715/Mi-companera-culona-2.html
Já fazia uns 8 meses desde que conheci a Paula e minhas aventuras com ela começaram, os roçados, as encostadas, os apalpões. Eu curtia o melhor corpo que já tinha tocado até então, e ela adorava me deixar excitado e brincar comigo pelas costas do namorado dela. Sempre mantendo a amizade, continuávamos sendo bons parceiros, e o que a gente fazia era mais um jogo, uma sacanagem que ficava só entre nós.
Eu dizia pra ela que tudo que ela fazia me deixava com tesão, que o corpo dela era uma gostosa, mais de uma vez pegava a mão dela e fazia ela agarrar minha piroca dura pra entender o que ela me causava, mas ela insistia que não dava pra ir além, que já seria demais pro namorado dela, que brincar do jeito que a gente brincava já bastava, porque ela adorava o quanto eu era ousado com ela.
Vocês acreditam? Acontece que não era traição ficar esquentando a chaleira pra outro cara enquanto tava num relacionamento, realmente surpreendente, mas fazer o quê, eu não podia fazer mais que isso.
Mesmo quando a gente trocava ideia e a conversa esquentava (quase sempre), eu pedia fotos ou nudes, e ela mandava na boa na maioria das vezes. Lembro de acordar um dia e ver que ela tinha me mandado uma foto provocante dela, com um texto que dizia "Já tá na hora de acordar, a gente se vê na facul". Filha da puta, queria me deixar duro desde cedo, brincava comigo, eu não podia mais deixar isso rolar.

Um dia, uma amiga em comum da faculdade organizou uma festa com piscina, pra qual a Paula e eu fomos convidados. A gente tinha se juntado pra prévia com alguns antes de ir, a Paula chegou na prévia e passamos um tempo lá antes de partir. Já no carro, como éramos 6, dois iam montados no colo dos outros. Obviamente, fiz a Paula sentar no meu colo, então já tava excitado antes mesmo de chegar, com o trajeto inteiro enfiando a pica dura na bunda da minha amiga.
Desde que chegamos, fiquei vendo como um cara atrás do outro dava em cima da Paula e tentava engatar um papo. Claramente, ela virava o centro das atenções, e como não seria? A gente ficava hipnotizado com o corpo dela: quadris largos, barriga chapada, pernas firmes e torneadas sustentando duas bundas redondas que quicavam quando ela andava, com um biquíni que mal segurava e ainda levantava elas, pro deleite de todo mundo. Paula recusava todos, claro! Se ela tava namorando, como é que ia fazer uma loucura dessas, né?
Pouco depois, falo pra Paula me acompanhar pra pegar uma cerveja que tinha acabado, e ela topou. Já dentro de casa, seguro ela pela cintura e dou um beijo, empurrando ela contra a mesa enquanto apertava forte uma bunda dela que tava aparecendo no biquíni. Ela não acreditou, então falei que ela era uma putinha, que não dava pra passar um minuto sem meter o pau nela, que ia foder ela porque não aguentava mais, não ia ficar enrolando. Ela me olhou surpresa, sorriu mordendo os lábios, com certeza a minha ousadia excitou ela de novo. Não dei tempo nem pra ela responder, agarrei ela com força pelo pescoço e levei pro banheiro comigo. Lá dentro, baixei a sunga já todo duro, ajoelhei ela e passei o pau na cara dela toda, devagar em cada bochecha. Ela já abria a boca e colocava a língua pra fora instintivamente, até chegar na boca dela. Meti o pau nela ao mesmo tempo que agarrei o cabelo dela, inclinando a cabeça dela pra frente, e ela começou a chupar. Nunca pensei que esse dia chegaria, finalmente tava a dois passos de comer a gostosa mais linda que já vi. Quase não trocávamos palavras, a gente se entendia, se conhecia bem depois de meses de tesão. Eu, meio bêbado e excitado, agarrava o cabelo dela puxando com força pra trás e pra frente, enquanto ela envolvia com a língua e lambia meu pau uma vez e outra. A gente tinha que ser rápido porque tava num banheiro, qualquer hora podia chegar alguém. Levantei ela pelo cabelo e encostei na parede, entre a porta e a pia. Dei um tapa na bunda dela e comecei a descer as mãos até a buceta dela, toda molhada. Isso me excitou mais ainda e comecei a aproximar meu pau, apoiando com força na bunda dela, até que já tava arrastando a cabeça do pau com firmeza pela buceta dela. Ela falou que sem camisinha não metesse, as primeiras palavras que saíram da boca dela desde que a gente tava no banheiro. Fiz ouvidos moucos e perguntei: "Você é minha?". Ela sorriu safada mais uma vez e disse: "Sim, sou sua". Essas palavras foram tudo. Parti pra foder ela de Parada sem camisinha, era a primeira vez que fazia assim, realmente um universo de sensações, usar a pussy dela daquele jeito, sentir ela por dentro enquanto via de cima duas nádegas redondas e perfeitas servindo de almofada pra minha pélvis. Com violência eu penetrava ela, olhava como a bunda dela vibrava com a força da minha empurrada. Comecei a meter sem parar, ela soltou um gemido, tampei a boca dela com a mão enquanto continuava penetrando, tava com um tesão inexplicável. Passou pela minha cabeça gozar dentro dela pela emoção do momento, hoje penso que devia ter feito, só pra marcar território e tornar ela totalmente minha propriedade. Não fiquei muito mais porque achei que ouvi alguém bater na porta, por causa da adrenalina e do álcool, tirei a cock de dentro na hora, abaixei ela de volta rapidamente sem dar tempo de reagir, e gozei na boca da minha linda amiga Paula, pra não deixar nenhum rastro. Não acreditei na cara de prazer dela ao ver eu enchendo a boca dela de cum, não parava de gozar, escorreu um pouco dos lábios enquanto eu mandava ela engolir tudo, ela, obediente, tomou cada gota. A gente se limpou com papel higiênico e saiu do banheiro, primeiro ela e depois de 5 minutos eu. Graças a Deus a casa tinha dois banheiros e ninguém quis vir.
Depois, conversando com ela, ela me confessou que com o namorado dela nunca tinha feito sem camisinha, que se deixou levar totalmente pela emoção do momento e que, no fim das contas, tinha gostado da experiência comigo. Mais tarde, deixei ela na casa do namorado num táxi, toda fodida por mim, coitado do otário, não tem culpa que a namorada dele é tão puta comigo. Ainda naquela mesma noite, ela me mandou uma foto antes de entrar no banho. Entendi que aquela mulher já era minha, podia usar ela quando quisesse. A fantasia tinha se realizado.
Valeu por ler meus contos, deixa um comentário se curtiu.





Parte 2:[http://www.poringa.net/posts/relatos/5366715/Mi-companera-culona-2.html
Já fazia uns 8 meses desde que conheci a Paula e minhas aventuras com ela começaram, os roçados, as encostadas, os apalpões. Eu curtia o melhor corpo que já tinha tocado até então, e ela adorava me deixar excitado e brincar comigo pelas costas do namorado dela. Sempre mantendo a amizade, continuávamos sendo bons parceiros, e o que a gente fazia era mais um jogo, uma sacanagem que ficava só entre nós.
Eu dizia pra ela que tudo que ela fazia me deixava com tesão, que o corpo dela era uma gostosa, mais de uma vez pegava a mão dela e fazia ela agarrar minha piroca dura pra entender o que ela me causava, mas ela insistia que não dava pra ir além, que já seria demais pro namorado dela, que brincar do jeito que a gente brincava já bastava, porque ela adorava o quanto eu era ousado com ela.
Vocês acreditam? Acontece que não era traição ficar esquentando a chaleira pra outro cara enquanto tava num relacionamento, realmente surpreendente, mas fazer o quê, eu não podia fazer mais que isso.
Mesmo quando a gente trocava ideia e a conversa esquentava (quase sempre), eu pedia fotos ou nudes, e ela mandava na boa na maioria das vezes. Lembro de acordar um dia e ver que ela tinha me mandado uma foto provocante dela, com um texto que dizia "Já tá na hora de acordar, a gente se vê na facul". Filha da puta, queria me deixar duro desde cedo, brincava comigo, eu não podia mais deixar isso rolar.

Um dia, uma amiga em comum da faculdade organizou uma festa com piscina, pra qual a Paula e eu fomos convidados. A gente tinha se juntado pra prévia com alguns antes de ir, a Paula chegou na prévia e passamos um tempo lá antes de partir. Já no carro, como éramos 6, dois iam montados no colo dos outros. Obviamente, fiz a Paula sentar no meu colo, então já tava excitado antes mesmo de chegar, com o trajeto inteiro enfiando a pica dura na bunda da minha amiga.
Desde que chegamos, fiquei vendo como um cara atrás do outro dava em cima da Paula e tentava engatar um papo. Claramente, ela virava o centro das atenções, e como não seria? A gente ficava hipnotizado com o corpo dela: quadris largos, barriga chapada, pernas firmes e torneadas sustentando duas bundas redondas que quicavam quando ela andava, com um biquíni que mal segurava e ainda levantava elas, pro deleite de todo mundo. Paula recusava todos, claro! Se ela tava namorando, como é que ia fazer uma loucura dessas, né?
Pouco depois, falo pra Paula me acompanhar pra pegar uma cerveja que tinha acabado, e ela topou. Já dentro de casa, seguro ela pela cintura e dou um beijo, empurrando ela contra a mesa enquanto apertava forte uma bunda dela que tava aparecendo no biquíni. Ela não acreditou, então falei que ela era uma putinha, que não dava pra passar um minuto sem meter o pau nela, que ia foder ela porque não aguentava mais, não ia ficar enrolando. Ela me olhou surpresa, sorriu mordendo os lábios, com certeza a minha ousadia excitou ela de novo. Não dei tempo nem pra ela responder, agarrei ela com força pelo pescoço e levei pro banheiro comigo. Lá dentro, baixei a sunga já todo duro, ajoelhei ela e passei o pau na cara dela toda, devagar em cada bochecha. Ela já abria a boca e colocava a língua pra fora instintivamente, até chegar na boca dela. Meti o pau nela ao mesmo tempo que agarrei o cabelo dela, inclinando a cabeça dela pra frente, e ela começou a chupar. Nunca pensei que esse dia chegaria, finalmente tava a dois passos de comer a gostosa mais linda que já vi. Quase não trocávamos palavras, a gente se entendia, se conhecia bem depois de meses de tesão. Eu, meio bêbado e excitado, agarrava o cabelo dela puxando com força pra trás e pra frente, enquanto ela envolvia com a língua e lambia meu pau uma vez e outra. A gente tinha que ser rápido porque tava num banheiro, qualquer hora podia chegar alguém. Levantei ela pelo cabelo e encostei na parede, entre a porta e a pia. Dei um tapa na bunda dela e comecei a descer as mãos até a buceta dela, toda molhada. Isso me excitou mais ainda e comecei a aproximar meu pau, apoiando com força na bunda dela, até que já tava arrastando a cabeça do pau com firmeza pela buceta dela. Ela falou que sem camisinha não metesse, as primeiras palavras que saíram da boca dela desde que a gente tava no banheiro. Fiz ouvidos moucos e perguntei: "Você é minha?". Ela sorriu safada mais uma vez e disse: "Sim, sou sua". Essas palavras foram tudo. Parti pra foder ela de Parada sem camisinha, era a primeira vez que fazia assim, realmente um universo de sensações, usar a pussy dela daquele jeito, sentir ela por dentro enquanto via de cima duas nádegas redondas e perfeitas servindo de almofada pra minha pélvis. Com violência eu penetrava ela, olhava como a bunda dela vibrava com a força da minha empurrada. Comecei a meter sem parar, ela soltou um gemido, tampei a boca dela com a mão enquanto continuava penetrando, tava com um tesão inexplicável. Passou pela minha cabeça gozar dentro dela pela emoção do momento, hoje penso que devia ter feito, só pra marcar território e tornar ela totalmente minha propriedade. Não fiquei muito mais porque achei que ouvi alguém bater na porta, por causa da adrenalina e do álcool, tirei a cock de dentro na hora, abaixei ela de volta rapidamente sem dar tempo de reagir, e gozei na boca da minha linda amiga Paula, pra não deixar nenhum rastro. Não acreditei na cara de prazer dela ao ver eu enchendo a boca dela de cum, não parava de gozar, escorreu um pouco dos lábios enquanto eu mandava ela engolir tudo, ela, obediente, tomou cada gota. A gente se limpou com papel higiênico e saiu do banheiro, primeiro ela e depois de 5 minutos eu. Graças a Deus a casa tinha dois banheiros e ninguém quis vir.
Depois, conversando com ela, ela me confessou que com o namorado dela nunca tinha feito sem camisinha, que se deixou levar totalmente pela emoção do momento e que, no fim das contas, tinha gostado da experiência comigo. Mais tarde, deixei ela na casa do namorado num táxi, toda fodida por mim, coitado do otário, não tem culpa que a namorada dele é tão puta comigo. Ainda naquela mesma noite, ela me mandou uma foto antes de entrar no banho. Entendi que aquela mulher já era minha, podia usar ela quando quisesse. A fantasia tinha se realizado.
Valeu por ler meus contos, deixa um comentário se curtiu.





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