PDB 14: Hora de sair… (I)




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Compêndio IIITinha sido uma noite longa. Fui dormir lá pelas 3 da manhã revisando os últimos dados dos relatórios. A falta de sono tava me matando, a ponto de mal conseguir funcionar. Nem consegui ir pra academia, o que, pra alguém que é obcecado por rotina, é praticamente um desastre. Mas, mesmo assim, a Sonia e eu estávamos revisando os dados com cuidado, entrada por entrada, pra garantir que não rolou o mesmo erro de digitação do ano passado (e que, provavelmente, vou contar mais pra frente, porque fui um "solteiro de verão" por um mês...), até que, finalmente, minhas merecidas férias começaram.

Enquanto atravessava o saguão, meus pensamentos voavam pra minha infalível Marisol. Mulheres como ela são perfeitas, porque, tendo viajado pra lugares exóticos como Japão, Indonésia e até de volta pro nosso país, mostra o mesmo entusiasmo se eu sugiro uma viagem de estrada, sem rumo, já que ainda estamos explorando esse país desconhecido.

E eu tava saindo... quase saindo do saguão do prédio da empresa...

No meio do burburinho confuso, reconheci uma voz melosa...
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e usando gírias brasileiras quando apropriado:

·
—Marco? Marco? O que cê tá fazendo aqui?

Isabella. Só de mencionar o nome dela já mexia comigo até o fundo. Apesar de ser uma gostosa, os encontros com ela sempre foram mais problemáticos do que prazerosos. E esse não parecia ser diferente.
PDB 14: Hora de sair… (I)Ela parou na minha frente, sedutora como sempre, com um vestido vinho de negócios, profissional e bem-feito, e saltos clássicos que realçavam suas curvas. O olhar dela, cheio de intenções safadas, se fixou em mim, enquanto os dedinhos brincavam descaradamente com minha gravata.

— Trabalho aqui. — respondi seco, com um leve tom de irritação. — O que você tá fazendo aqui?

Um sorriso satisfeito se espalhou nos lábios carmim dela.
·Meu marido tá juntando grana pra campanha do prefeito. – ela ronronou, ainda brincando com minha gravata. – Mas tenho que dizer que é uma surpresa gostosa te ver tão arrumadinho.

– Ah, entendi! Bom, te desejo muita sorte. Manda um abraço pra Lily. – me despedi quase seco dela, louco pra fugir dos encantos dela.

Os olhos dela se arregalaram de pânico na hora…
·Espera um pouco! Talvez você possa me ajudar. – Ela me implorou, assumindo o papel de “dama em apuros” – Meu marido está na sala de conferências e não sei como chegar lá… se ao menos alguém me dissesse onde fica… Você teria a cavalheirice de me levar até lá?

Nem preciso dizer que os dotes dramáticos da Isabella deixam muito a desejar…

– É, acho que sim! – aceitei, meio de má vontade, guiando-a até os elevadores.

Não posso negar o charme da Isabella, mas é aí que mora o problema: mulheres como ela escondem suas intenções em encanto e sedução, dificultando decifrar seus verdadeiros motivos. É uma dança delicada de manipulação, onde cada sorriso e flerte segue um propósito previamente calculado. Minhas experiências com Isabella me ensinaram que entrar no jogo dela geralmente leva a situações bizarras, pra dizer o mínimo.

Em contraste, meu rouxinol é refrescantemente mais sincera. Com anos de história compartilhada, ela já entende minha natureza pragmática. Se ela quisesse, por exemplo, passar férias no Caribe, a gente conversaria sobre a viabilidade da viagem e ela se adaptaria a qualquer decisão que tomássemos. Já a Isabella exigiria isso sem questionamentos, acreditando falsamente que merece esses luxos.

E como eu descobriria naquela tarde, cada palavra dela merece um estudo minucioso.
·Você é um amor! – respondeu, me dando um beijo barulhento na bochecha.
E embora pra ela aquilo fosse uma pequena vitória, pra mim o beijo dela não causou grande impacto e, inconscientemente, foi a raiz de outro problema…

Mesmo assim, bem mais resignado com a ideia, pensei que era a oportunidade perfeita pra conhecer o tipo de pessoa que era o marido dela.

- Como é que a Lily tá? – perguntei, já que ela tinha se agarrado no meu braço sem minha permissão.

Minha pergunta a pegou de surpresa…
Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:

·
Ei!... Acho que tá bem... tá em casa... Com a babá?

Esse tom de desconfiança me irritava. No meu caso, sabia que minhas filhas provavelmente estavam vendo desenhos em casa com a Marisol, e que o Bastián, por ser sexta-feira, devia estar nas aulas de Taekwondo dele, junto com a Elena.

Enquanto esperávamos, uma figura familiar se aproximou da gente, com seus sapatos de salto sedutores apressando os passos dos pés lisos, macios e delicados, conforme o ciúme crescia...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— Chefe! Chefe! Que bom que te encontrei! — nos interrompeu a Glória, nos examinando dos pés à cabeça junto com a Isabella.masturbacaoE ao notar seus olhos furiosos na minha bochecha, percebi que esqueci de limpar depois do beijo da Isabella.

Minha ex-secretária tinha ciúme à flor da pele, dava pra ver pelo desgosto imediato pela Isabella e pelo tom urgente na voz dela...

Ou pode ser que a Isabella seja daquelas mulheres que provocam essa reação instintivamente.

Já fazem 4 anos desde que eu e a Sonia promovemos ela pro cargo atual. Nesse tempo todo, ela vem cuidando dos assuntos ambientais sem problema nenhum. E ainda sei que ela tá de caso com meu amigo Nelson.

Mas, mesmo assim, ela teve um surto de ciúme.
v— Chefe, preciso que você revise um documento pra mim!
— Agora?
vSim, agora. Preciso que você me acompanhe até meu escritório.

Como eu sabia que era um ataque de ciúmes? Primeiro, porque ela nem me cumprimentou, mesmo a gente não se vendo pessoalmente há uns 2 meses. Segundo, pelo jeito que ela olhava pra Isabella.

Não nego que a Gloria é bonita, mas a Isabella é muito mais gostosa. Mesmo tendo cortado o cabelo e arrumado os cachos morenos de um jeito mais moderno, os olhos azuis e o corpo modesto dela não competiam com a exuberância natural da Isabella.

— Você não pode mandar pra Sonia revisar? — perguntei, seguindo o procedimento normal.
vNão, chefe! Você tem que fazer isso…
- Não pode me mandar por e-mail? Tô saindo agora pra minha folga…
v— Não, chefe! É algo que não pode esperar.

Mas tudo aquilo era mentira. Como eu já disse, Sonia e eu revisamos minuciosamente os últimos relatórios, pra garantir que não rolasse o mesmo erro de digitação do ano passado, que nos obrigou a sacrificar um dos nossos meses de descanso. Então, toda a informação que a Gloria me entregasse podia esperar até a volta das férias.

— Olha, Gloria! Se quiser, eu dou uma olhada assim que chegar em casa. Mas agora tenho que acompanhar ela até a sala de conferências.
vEntão, deixa eu te acompanhar! - Pra quê? Você não precisa revisar o documento? A Sonia deve estar quase saindo. Com sorte, você ainda pega ela no escritório.vMas…
Ele ficou sem argumentos. Quando chegamos ao nono andar, ele desceu de má vontade.
·É difícil encontrar bons funcionários! – comentou Isabella, com uma satisfação maliciosa.

O comentário dela me irritou, confirmando meus pressentimentos.

Chegamos até a sala de conferências do 17º andar, que estava com as portas fechadas e, apesar de eu estar interessado em conhecer o marido dela, meu entusiasmo não era tanto a ponto de esperar junto com ela.
·— Não vai me fazer companhia? — perguntou ela, provocante, me mandando sentar ao lado dela. — Vai me deixar sozinha?

Não tive escolha a não ser me sentar no corredor vazio. Não posso negar que era bem bonito e elegante, com piso de porcelanato imitando madeira brilhando impecavelmente. As paredes, de painéis escuros com entalhes elaborados de cenas de banquetes e prosperidade, davam um toque de opulência ao ambiente. Mas o que mais me agrada é a vista: janelas amplas com uma visão panorâmica dos prédios vizinhos, complementadas por algumas plantas em vasos de mármore estrategicamente posicionados, trazendo uma sensação de paz e harmonia enquanto se espera.

Vendo que teríamos que esperar um bom tempo, perguntei a ela como o conheceu…

Depois de não passar no vestibular, Isabella se viu navegando pelos corredores da burocracia da cidade, trabalhando como assistente social no gabinete do prefeito. No começo, foi relegada a tarefas mundanas, como fazer entregas, revisar pesquisas e distribuir panfletos. Mas sua aparência deslumbrante e seu charme natural não passaram despercebidos.

Foi nos bastidores administrativos que ela cruzou o caminho de um homem mais velho e distinto, cativado pela sua beleza e vivacidade. A conexão inicial floresceu num romance alucinante, que evoluiu a ponto de começarem a morar juntos, se casarem e, posteriormente, o marido subir meteoricamente à respeitável posição de conselheiro do prefeito.

No entanto, embora esse novo status econômico e social trouxesse estabilidade ao casamento, veio com um preço. O trabalho exigente do marido consumia grande parte do seu tempo e atenção, deixando pouco espaço para cultivar o relacionamento. Os encontros se tornaram cada vez mais raros, assim como os momentos íntimos ficaram mais escassos, a ponto de a conexão vibrante entre eles começar a se desvanecer.

Já que as pressões das obrigações… À medida que os negócios do marido cresciam, também aumentavam as traições dele, corroendo a estrutura do casamento. Isabella foi rebaixada ao papel de mera "esposa troféu", com sua identidade ofuscada pelas exigências das obrigações sociais e pelas responsabilidades da maternidade com a filha.
No meio desse turbilhão emocional, Isabella buscou consolo e companhia fora do casamento, sem perceber o tempo passar. Quatorze anos escaparam num piscar de olhos, deixando-a com a sensação amarga de que a vida que imaginara estava muito longe da realidade em que vivia.

Apesar da aparente sinceridade dela, eu não conseguia deixar de questionar a veracidade da história. Não só ainda não conhecia o marido dela, como a menção quase ausente de Lily em seu relato lamuriento me incomodou. Diferente de Isabella, que parecia completamente alheia à rotina da filha, tenho orgulho de conhecer os hábitos e o paradeiro dos meus próprios filhos, a ponto de saber seus gostos e hobbies. No entanto, não posso negar que nossa breve conversa me atraiu mais para ela, apesar de minhas apreensões iniciais.

Pouco depois, as portas da sala de conferências se abriram e, para minha agradável surpresa, me deparei com Edith, a CEO da nossa empresa.
·—Marco! O que você tá fazendo aqui? Não me diga que resolveu voltar a trabalhar com a gente! — perguntou, me abraçando fraternalmente.

Apesar dos meus 4 anos de trabalho remoto, encontrar a Edith me encheu de uma nostalgia daquele ambiente disciplinado e ético que ela cultivava nos escritórios. Fiquei feliz em ver que o profissionalismo inabalável dela e o comportamento admirável continuam sendo uma fonte de inspiração pra todo mundo que trabalha sob a liderança dela.

— Não. Vim deixar uns relatórios com a Sônia e acompanhei minha amiga, porque parece que o marido dela tá aqui… — respondi.

Mas, do mesmo jeito que nuvens escuras anunciam tempestade, senti uma pontada nas costelas ao distinguir a figura dela…
sexo no trabalhoAqueles cachos loiros, aquele busto obsceno, aquela cintura de vespa e aquelas calças cor de creme, que lhe davam um mínimo de decência, mas escondiam um par de pernas torneadas de dar água na boca, com aquela camisola de seda tentadora, amargavam minha existência apesar da beleza dela.

Pra Maddie, também não foi nada agradável me ver. Dava pra perceber que a tensão entre nós continuava firme e forte, tanto nela quanto em mim. Era claro que ela ainda não tinha superado o exílio do Albert, o noivo dela, e os maus bocados que fiz ela passar depois daquela maldita festa de Halloween de 2019, assim como eu também não esquecia que foi a sede de vingança dela que me obrigou a ir morar nos arredores da cidade, como já mencionei antes.

Mas a gente mantinha a civilidade nas nossas emoções, já que a Edith ainda podia nos dar uma bronca se nos visse discutindo.

No entanto, tive uma pequena vitória quando ela me viu acompanhado pela Isabella, que também detestou na hora ver uma mulher com um corpo mais gostoso que o dela.
infidelidade consentidaE as palavras da Edith só pioraram o clima entre elas.oAh, então você deve ser a esposa do conselheiro! – exclamou Edith, pegando as mãos de Isabella. – Por um momento, pensei que era a sua esposa!

O comentário arrancou um suspiro irritado de Isabella, que me olhou com desgosto.
·Com licença!... Como é que você acha que uma mulher como eu…? – começou Isabella, mas eu a interrompi rapidamente, aproveitando a chance de esvaziar aquele ego inflado dela.

- Claro que não! – continuei cordial, olhando Isabella nos olhos. – A Marisol é muito mais gostosa, sexy e tem um caráter muito melhor.

O incômodo inicial de Isabella se desfez em vários sentimentos. De um lado, frustração, ao reconhecer que, apesar da beleza dela, a Marisol ainda a supera. De outro, diversão, ao desviar o olhar sorrindo, com um leve tom de rubor nas bochechas, que podia ser interpretado entre vergonha e prazer, deixando claro que o comentário não a ofendeu muito.

Enquanto isso, a reação de Madeleine era inequívoca. A intensidade ardente do olhar dela traía o ódio profundo que sentia por mim. Parecia que cada palavra que eu trocava com Isabella a enchia com sede de vingança. As mãos cerradas e o maxilar apertado mostravam isso com sutileza.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— Quem temos aqui? — comentou uma voz masculina profunda, que surgiu por trás de Edith.

Sua figura era imponente. Embora fosse um homem mais velho que eu, beirando os 50 anos, seu queixo quadrado endurecia o rosto, dando-lhe uma espécie de charme masculino e rústico, que, complementado por seus olhos azul-claros profundos, lhe conferia uma expressão dominante, capaz de encantar e intimidar ao mesmo tempo. Seus cabelos loiros e desgrenhados revelavam um estilo de vida ativo, como se ele tivesse voltado de uma trilha.

No entanto, sua compleição física robusta e sua alta estatura (eu estimava cerca de 1,95m), junto com a cor bronzeada da pele, sugeriam uma vida que aproveita o sol australiano. Por fim, seus ombros largos e sua postura ereta exalavam um ar de confiança e capacidade física.

Sua vestimenta, por outro lado, seguia o estilo executivo, perfeitamente sob medida, dando-lhe um ar sofisticado do mundo dos negócios.

Ainda assim, achei muito curioso que, embora Isabella tenha se alegrado brevemente ao ver o marido, ele pareceu nem sequer reconhecer a existência dela, como se a presença dela fosse totalmente irrelevante. Essa observação me fez questionar o compromisso dos dois dentro do casamento e os motivos reais de Isabella para acompanhar Victor até a empresa.

Uma leve sensação de desconforto pousou sobre meus ombros ao considerar a possibilidade de que a presença de Isabella no saguão do prédio pode não ter sido acidental. Será que ela foi capaz de esperar por mim, mesmo eu indo apenas uma vez por semana ao escritório da Sonia?

Esse pensamento me deixou ainda mais intrigado por ela, sem saber direito se era admirável ou preocupante. E bastante inseguro sobre como interpretar isso.
oEle é o Marco. É um dos nossos melhores funcionários. – Me apresentou Edith, irritando um pouco a Maddie. – Ele mesmo cuida de coordenar uns 60% dos planos de manutenção dos nossos serviços.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Incrível! – disse o homem, estendendo a mão enorme pra me cumprimentar, mas me encarando com aqueles olhos intensos, como se tentasse me hipnotizar.oMarco, ele é o conselheiro Victor. Veio pedir verba pro gabinete do prefeito.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mas me conta, Marco. Você já participou dos nossos processos democráticos?

Por algum motivo, senti que ele tentava me doutrinar, pelo tom de voz e pelos gestos assertivos das mãos. Enquanto conversava com ele, ficava cada vez mais claro que ele seguia os próprios interesses, tentando enfiar a perspectiva dele goela abaixo. Isso não me agradou, já que sou do tipo que prefere um diálogo aberto a impor opiniões nos outros.

Expliquei que tanto eu quanto a Marisol, apesar de termos residência, não nos sentimos confiantes o suficiente pra criticar o sistema australiano, porque a gente compara ele direto com o do nosso país e, embora tenha uns probleminhas, não achamos tão graves a ponto de reclamar.

Ao perceber meu total desinteresse, ele resolveu se despedir da gente, já que a agenda dele tava cheia. Mas não pude deixar de notar a intimidade na conversa dele com a Maddie, com a mão dele bem mais embaixo, quase rodeando a cintura dela, um gesto bem íntimo, comparado com o da Edith, que ele mantinha a uma distância superficial, com o braço esticado no quadril. Era difícil ignorar as implicações, ainda mais pelo fato de que ele nem dirigiu uma palavra pra mulher dele.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu, Marco! Por tudo! – exclamou Isabella, ao ver que eu não tava prestando atenção nela.

E quando estranhei ouvir ela me agradecer pela primeira vez, ela sorriu daquele jeito tão safado que é a cara dela…
·Embora estivesse pensando que… você e eu, a gente não passa muito tempo juntos… – ela começou de novo com seu joguinho de manipulação, ao pegar minha gravata mais uma vez.

- É verdade, Isabella. Mas como você pode perceber, eu trabalho… – respondi, só por curiosidade pra saber onde ela queria chegar.
·Que malvado você é!" – continuou ela, com uma voz provocante e mimada. – "Fiz tanta coisa por você e você não fez nada!"
Não consegui evitar rir…
– "Como é que é?"
Ela continuou focando na minha gravata, pra evitar me olhar nos olhos…
·Bom… não é que eu tenha feito coisas por si só… mas eu já te perdoei muitas coisas… como quando você insultou minha filha, por exemplo… ou como no passeio com a associação de pais, que você me deixou sozinha e indefesa… ou como agora mesmo, que te apresentei ao meu marido.

- Ah, pelo amor de Deus! – exclamei, diante da cara de pau dela. – Você sabe muito bem que nada disso é verdade, né?

E de fato, ela teve a cara de pau de olhar nos meus olhos.
·Mas é verdade sim! Eu fiquei bolada!... e tava pensando que… o único jeito de te perdoar é… se me chamar pra sair agora.

- Como assim? Agora? – perguntei, olhando pro meu relógio. Já eram quase cinco e meia da tarde.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.— Sim, agora! — exigiu com energia. — Já que estamos no Downtown, você tá todo gostoso e não tem nada melhor pra fazer.

Na real, eu discordava do último ponto dela, mas já que ela não ia me deixar em paz com essas "supostas dívidas", não tive outra opção a não ser aceitar.

— Tá bom! — respondi, sorrindo da cara de pau dela.
·Sério mesmo?" — perguntou ela, dando um pulinho de incredulidade.

— Sim, mas te aviso que não tenho muito tempo.
·—Fica tranquilo! — sentenciou ela, vitoriosa. — Um encontro comigo, você nunca vai esquecer…

Lá no fundo, eu repetia exatamente a mesma coisa…

Voltamos pros elevadores e, como vocês podem imaginar pelo horário, eles já não estavam tão vazios. São feitos pra 20 pessoas e naquela hora (a da saída) surpreendia como iam lotando rápido.

Aproveitamos pra nos acomodar no fundo e, conforme o espaço foi diminuindo, peguei a chance de passar a mão na bunda dela.
mae puta

·Chico malvado! Chico malvado! – ela começou a ofegar baixinho, sentindo meus dedos subindo e descendo pelo sulco da bunda dela.

No 12º andar, aproveitei pra me colocar atrás dela e esperar que o movimento das pessoas fizesse o resto.

De fato, já chegando no 10º andar, Isabella começou a esfregar a bunda dela na minha pélvis.
·Maldito!... agh…! Maldito!... -ela suspirava baixinho, rebolando sobre minha ereção.

Mas foi no nono andar, o antigo andar onde ficavam meus escritórios, que tudo ficou mais intenso.

Avistei a Gloria irritada, forçando as pessoas para conseguir entrar. Mas ao lado dela, meu bom amigo Nelson, que, com seu volume corporal maior, se posicionou ao lado dela, fazendo com que a pressão da gente apertasse ainda mais Isabella contra mim.
·Aghp…— ela exclamou, enquanto minha mão esquerda envolvia sua cintura e estimulava sua pélvis, com massagens circulares em torno do seu púbis. — Menino safado!... Safado!... — ela sentenciava entre sussurros.

Mas no avanço lento e na parada do elevador, aproveitei a indiferença do sujeito à minha direita para apalpar o peito de Isabella e apertá-lo, comprimindo o mamilo dilatado entre meus dedos.

— Tá se sentindo bem, putinha? — sussurrei no ouvido dela, notando como seus suspiros ficavam mais intensos. — Quer que eu te faça gozar aqui? Com meus dedos? Na frente de todo mundo?
·— Seu safado!... Não, por favor!... — respondeu ela, fracamente, enquanto meus dedos se esbaldavam entre suas pernas.

— Tem certeza? — insisti, sussurrando no ouvido dela, pressionando meus dedos contra sua pélvis. — Posso te fazer gozar antes de chegar no primeiro!

Isabella soltou um gemido baixinho...
·— Por favor! — repetiu ela, embora acho que interpretei errado…

Levantei a saia dela discretamente com a esquerda, escondida da vista dos outros, e fui direto pra calcinha fio dental dela. Como esperado, a esposa do conselheiro do prefeito tava toda molhada e não foi problema nenhum aplicar a técnica favorita da Marisol pra enfiar meus dedos lá dentro.

Ela começou a ofegar cada vez mais, rebolando sem parar em cima do meu pau. O mamilo dela entre meus dedos tava inchado e duro, então eu aproveitava pra apertar e amassar ele de um jeito maquiavélico.

Chegávamos no terceiro andar e meu movimento de dedos tava quase olímpico: meu dedo anelar e o do meio entravam e saíam com bastante fluidez, fazendo ela se segurar pra não gemer.

E quando a campainha do segundo andar tocou, Isabella gozou: a pélvis dela tremia de alegria nos meus dedos e achei prudente tirar a mão pra gente poder se ajeitar.

Foi aí que Isabella soltou um suspiro leve que chamou a atenção do cara à minha direita, que viu quando ela se soltou do meu peito e afastou a bunda da minha virilha.

Ao contemplar a beleza da Isabella, o cara ficou de boca aberta, enquanto ela arrumava o cabelo e a parte do peito que eu tava apalpando. Divertido com a situação, fiz sinal pro cara ficar quieto, levando meus dedos molhados aos lábios e sentindo pela primeira vez o gosto dos sucos dela.

Quando chegamos no primeiro andar, a Glória e o Nelson já tavam brigados e meu bom amigo seguia minha ex-secretária, tentando em vão fazer as pazes.

Mas o cara à minha direita não conseguia tirar os olhos da Isabella, que, se sentindo descoberta, queria que a gente saísse do elevador o mais rápido possível.
·Como você teve coragem de fazer isso comigo?" — ela protestou, ao sair do prédio.

— Olha, foi você quem insistiu pra gente sair num encontro. — respondi, sem ceder.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sim, mas…
- Então, vamos parar por aqui. – falei simples e diretamente, parando no meio do caminho.
·O quê?
- Sim, vamos parar por aqui. – respondi, sem ceder. – Da primeira vez que falei com você, te disse que não saio com santinhas… e se você acha que vou desperdiçar meu precioso tempo com você… (enfatizei, olhando o relógio) é livre para ir embora.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mas Marco... — suplicou, tentando se fazer de vítima de novo em vão.

— Não! Você já sabe minhas regras! — me impus diante dela. — Se quiser sair comigo, vai ter que seguir minhas instruções sem reclamar.
·Tá bom! – respondi fraquinha.
E aproveitando a submissão dela, agarrei a bunda dela…

- E isso, você tem que preparar. – Os olhos dela me olharam com terror. – Quando eu voltar de férias, vai ser uma das primeiras coisas que vou querer provar, então você tem que estar pronta, entendeu?

Mesmo tensa e assustada, dava pra ver a submissão nos olhos dela.
·— Sim! — respondeu ela, ainda surpresa com minha mudança de atitude.
— Boa garota! — elogiei, já ansioso pra testar minha autoridade recém-conquistada sobre ela. — Acho que você merece uns presentinhos pelo seu bom comportamento…

Ofereci meu braço. Isabella estava toda sorridente. Quem sabe o que ela tava pensando, mas meus presentes eram bem diferentes do que ela esperava…
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1 comentários - PDB 14: Hora de sair… (I)

Va aflojando la ingerida.
Necesita que le rompan bien el orto.
* ingreida
Sí. De hecho, la mandé con tarea para la casa. Que estés bien