Pareceu uma boa ideia na hora... e foi o que eu disse ao meu noivo quatro horas depois.
O casamento era daqui a duas semanas, no dia 30 de dezembro (uma data estranha, concordo, mas com muitos parentes vindo de longe, foi a melhor opção... além disso, deixar toda aquela neve para trás e ir pro Havaí foi uma ótima escolha de lua de mel).
Sem dúvida, eu tinha virado a Noiva Godzilla com todos os problemas e complicações que me jogaram no mês passado. Não vou entrar em detalhes, mas aquele velho ditado do Murphy de que "tudo que pode dar errado, dá errado" tinha se provado sem parar diante dos meus olhos. Pra piorar (agora vejo em retrospecto), eu tinha decidido que nossa noite de núpcias seria muito mais quente se a gente deixasse o sexo depois de transar até o talo no dia 30 de novembro, e não ter nada durante dezembro até amarrarmos o nó. Naquela hora, nossa abstinência realmente tava me deixando no limite, mas eu tinha ficado relutante em voltar atrás, já que tinha dado tanta importância quando impus isso ao meu noivo Dwayne.
Minha maldade, além da nossa abstinência, tinha cobrado seu preço do Dwayne, e eu decidi compensá-lo.
Decidi que essa noite eu me entregaria completamente a ele, incluindo minha virgindade anal, que eu tinha negado veementemente muitas vezes no passado. Mas agora eu vinha preparando minha bunda pro pau dele, menor que a maioria de cinco polegadas, durante a semana passada com três plugs anais cada vez maiores.
Eu disse a ele que ia pra casa da Amy, minha madrinha, pra planejar mais o casamento e que passaria a noite lá. Em vez disso, fiquei em casa e, com a ajuda da Amy, me enfiei dentro de uma caixa grande, pelada exceto por uma lingerie sexy e meias até a coxa (tô falando de lingerie).Realmente.sexy, com recortes pra minha buceta, cu e peitos), e aí a Amy embrulhou a caixa pra parecer um presente de Natal elaborado, e com certeza era!
A Amy tinha feito uns buracos pra respirar e acessar, pra eu ter ar e dar pro Dwayne acesso aos meus três buraquinhos do prazer e aos meus peitos.
Quando a Amy ia me trancar dentro da caixa, ela perguntou, ainda surpresa com essa ideia, que era tão fora do comum pra mim, e mais coisa que ela faria: "Última chance. Tem certeza disso ainda?"
Eu ri: "Já tô dentro da caixa, além disso ele foi tão incrivelmente paciente com a minha passagem pro lado sombrio, que merece um presente!ÉUma ideia pervertida", Amy riu.
"Parece que finalmente você está se afastando de mim", brinquei.
"Tá me chamando de puta?", ela perguntou, fingindo se ofender.
"Não, você só é uma conhecedora de pica bem liberal", brinquei.
"Puta", ela brincou, me surpreendendo ao deslizar um dedo dentro da caixa e enfiá-lo nos lábios da minha buceta.
"Amy!", ofeguei, incapaz de impedi-la. Ela tinha tentado me convencer a explorar o outro lado muitas vezes, mas eu sempre recusava a tentação... as mulheres nunca faziam nada sexual por mim. Embora se alguma vez...foracomer buceta", como ela tão eloquentemente disse, ela seria a escolha perfeita. Ela é uma ruiva linda que faz os gays questionarem a sexualidade (na verdade, ela já comeu três gays).
Ela brincou: "Só estou brincando com a sua caixinha", enquanto o dedo dela separava os lábios da minha buceta e deslizava para dentro de mim.
A ideia de que eu estava prestes a levar no cu pela primeira vez me excitou pra caralho, já que me preparar com três plugs anais diferentes tinha sido prazerosamente excitante, mas também me deixava nervosa: será que um pau de verdade ia doer? Involuntariamente, eu gemi, surpreendendo minha melhor amiga: "Amyy!!"
Tirando o dedo, ela brincou: "Desculpa, não resisti". Depois de um momento, acrescentou: "Caralho, você tem um gosto delicioso".
O dedo dela desapareceu, e de repente eu desejei que ele voltasse; já fazia quase um mês desde que Dwayne e eu tínhamos transado. Além disso, ouvi-la dizer que eu tinha um gosto tão bom foi ao mesmo tempo surreal e lisonjeiro. Brinquei: "Cuidado, posso te transformar na minha dama de honra de serviço completo".
"Desafio aceito", ela brincou, antes de perguntar: "Tem certeza de que está confortável aí?"
Embora a caixa fosse comprida e estreita, era alta o suficiente para eu ficar de quatro, e me sentia relativamente confortável assim. "Contanto que ele não chegue uma hora atrasado do trabalho", brinquei, já que Dwayne era um homem de hábitos; nunca se atrasava.
"Vou escrever um bilhete pra ele", ela acrescentou.
"O que você vai escrever?" Perguntei, sabendo que ela era esperta o suficiente para escrever praticamente qualquer coisa.
"Isso é pra eu saber e você descobrir", ela brincou, antes de completar, "literalmente".
De repente, ouviu-se um barulho na maçaneta da porta. "Merda, ele chegou cedo", Amy ofegou. "Vou me esconder por trás."
"Kkkkk", eu disse, tonta de antecipação.
Uns segundos depois, ouvi a porta se abrir e ele se mexer. Então, ouvi passos enquanto ele se aproximava de mim. Eu estava cheia de uma inquietação vertiginosa quando o dedo dele tocou os lábios da minha buceta. Soltei um gemido suave, minha buceta já estava molhada tanto pela antecipação quanto pela breve provocação da Amy.
O dedo separou lentamente os lábios da minha vagina, causando um tremor involuntário. Eu estava pronta pra ser fodida.
Assim como o da Amy, tão rápido quanto o dedo começou a me provocar, ele desapareceu.
Eu esperava que ele me foder ou abrisse a caixa, mas ele foi pro buraco lateral e começou a pegar no meu peito, alcançando meu mamilo duro e apertando ele com força, me fazendo gemer de novo.
Queria gritar 'me fode logo', mas também queria que ele aproveitasse esse presente por completo, então fiquei quieta e esperei o inevitável.
Ele afastou a mão de novo, antes de se mover pro buraco na frente do meu rosto e colocar os dedos na minha boca.
Passei minha língua em volta dos dedos dele como se fossem um pau, tentando atraí-lo pra trocar os dedos pelos de verdade.
Frustrantemente, ele tirou os dedos de novo e andou, dessa vez pra minha bunda.
Passou o dedo entre minhas nádegas antes de enfiar devagar pra dentro. Fiquei tensa, mesmo tendo me preparado completamente pra viagem virgem do meu cu.
Depois de me tocar rapidinho na bunda, os dedos se retiraram de novo e voltaram pra minha buceta.
Bateu no meu clitóris, fazendo meu corpo todo tremer, e minha buceta escorria um pouco quando eu queria gritar: "Você vai abrir seu presente logo!?!?!"
De repente, ouvi a porta abrir de novo. Instantaneamente fiquei tensa quando o cara que tava provocando meu clitóris finalmente falou e eu percebi que não tinha sido meu noivo abusando de mim, mas sim o melhor amigo dele, Joey: "Conseguiu a stripper?"
Passos se aproximando, uma voz, que também não era do meu noivo, respondeu: "Não, o Dwayne fez questão de não ter strippers, mas o Mike claramente ignorou isso."
Joey riu, "Parece que o Mike tecnicamente cumpriu a palavra. Acho que não é uma stripper, mas uma prostituta; olha as palavras na bunda dela.
O outro cara riu, "'Escolhe uma bunda', delicioso!"
Eu ofeguei. Então era isso que a Amy tinha escrito! E o que esses caras estavam fazendo aqui? O Dwayne tinha marcado uma despedida de solteiro sem me contar? Esperava muito que não fosse aqui!
O cara novo sondou os lábios da minha buceta enquanto eu tentava encontrar uma saída pra essa situação.
Enquanto me sondava, perguntou: "Qual é o plano?"
"Achei que a gente ia pro bar", respondeu o Joey, "mas agora não tenho tanta certeza."
"Você acha que posso foder ela?" perguntou, fazendo meu corpo inteiro se tensar.
"Não tenho certeza, provavelmente devíamos esperar o Mike chegar", respondeu o Joey.
"Provavelmente você tem razão, mas porra, ela tá encharcada", declarou com precisão.
Eu não sabia por que estava tão molhada, meus sentimentos naquele momento eram de pura vergonha, mas meu corpo estava traindo minha moral.
Enquanto me tocavam, a porta se abriu de novo e o Joey cumprimentou: "Mike, essa é boa."
"O que é?" o Mike perguntou, enquanto os dedos de alguém saíam da minha buceta.
Depois de uma pausa, o Mike perguntou: "O que é isso?"
"Isso não é do seu trabalho?" perguntou o Joey.
"Não. O Dwayne deixou bem claro, nada de strippers. Aquela putinha futura esposa já deixou ele manso", respondeu o Mike.
Era assim que pensavam de mim? Quer dizer, eu com certeza podia ser uma puta, mas não fazia ideia de como os amigos do Dwayne me viam basicamente. E a outra má notícia: isso tava cada vez mais parecendo uma despedida de solteiro e que porra eu ia fazer a respeito?Por favor, galera, vão pro bar e se divirtam!Sei", Joey riu, "a última chance dela de mamar uma rola vai ser hoje à noite".
Joey sempre foi um amor comigo, então ouvir ele me desprezar assim foi um baita choque. (Mas os caras também iam se surpreender se soubessem como as mulheres descrevem eles entre si).
"Ela falou alguma coisa?" – Mike perguntou.
"Não, ela não fez nenhum som", disse Joey.
Mike perguntou: "Ei, a gente não vai te abrir até o namorado chegar, mas qual é o teu nome aí?"
Fiquei em silêncio, sabendo que Joey tinha certeza e que provavelmente Mike também reconheceria minha voz. Não, meu melhor plano era silêncio total e torcer pra eles irem pro bar sem desembrulhar minha caixa.
"Não fala; bom, pelo menos...vamos sentiro que a gente tem", disse Mike, antes de colocar a mão na caixa e pegar nos meus peitos. "Belos peitos, mamilos duros".
"Essa putinha tá acelerada e pronta pra ação", comentou o cara que eu não reconheci.
Logo outra mão tocou na minha buceta. Queria gritar pra eles pararem, mas não conseguia sem revelar que era eu. O único jeito possível de sair dessa sem passar vergonha total era ficar quieta e torcer pra eles realmente irem pro bar. E, nessa altura, já tinha deixado três amigos do meu noivo me apalparem... como é que eu ia explicar isso?Isso?Outros homens chegaram nos vinte minutos seguintes, cada um deles me tocando, fazendo comentários obscenos e, no entanto, claro, ninguém assumiu o mérito de ter organizado minha presença aqui.
Continuei ouvindo comentários como "Não sei... a noiva dele parece meio caretinha... Ouvi dizer que as strippers estariam proibidas nessa festa... ela pode ficar muito puta quando chegar aqui".
Com cada homem adicional que me tocava, eu me sentia mais envergonhada, mais incapaz de confessar e sair, e surpreendentemente mais molhada e ansiosa pelo próximo homem. Estavam me provocando pra caralho e eu queria gozar desesperadamente.
Finalmente, Dwayne chegou e não se aproximou de mim, só riu quando alguém falou sobre 'a puta da caixa' e disse: "Fiquem à vontade pra brincar com a garota o quanto quiserem".
Não acreditava que ele tinha acidentalmente dado permissão pra todos os amigos dele acariciarem a própria noiva!
Fiquei duplamente horrorizada quando eles aceitaram ficar ali e beber, depois que Dwayne disse que não voltaria pra casa naquela noite.
A hora seguinte foi uma eternidade de provocações e humilhações. Os homens enfiavam a mão na caixa sem parar pra brincar com meus peitos, me tocar a buceta e, de vez em quando, zoar minha bunda.
Foram ditas tantas coisas como:
"Quem contratou a puta?" (um termo que me fazia querer chorar)
"Podemos foder ela?" (O que me fazia tremer de culpa, mas também de tesão)
"Porra, ela tá encharcada." (O que também me deixava mortificada de culpa e mais tesão ainda)
"Até a bunda dela tá pedindo." (Ironicamente verdade, mas não com esses caras)
"Belos peitos firmes." (O que foi lisonjeiro, considerando que meus seios balançavam como os de uma porca)
Dwayne admitiu, depois de uns copos e sob pressão pra abrir o presente: "Cara, se eu fosse lá, a Clarissa me matava."
Senti um alívio ao saber que ele ia continuar fiel a mim, embora meu alívio tenha durado pouco, já que aumentou a apostas sem perceber, "Mas enquanto ela não se opuser, vocês podem usar ela como quiserem".
Aterrorizada com a ideia de objetar e, portanto, me revelar, sabia que não diria uma palavra, não importava o que fizessem comigo. Então aguentei (e, sinceramente, curti) mais alguns minutos sendo apalpada, acariciada e tocada, com minha buceta e meu cu profanados enquanto continuava bebendo, e conforme a noite avançava, as violações ficaram mais pesadas.
Aí aconteceu o inevitável. Gozei quando alguém enfiou três dedos agressivamente em mim. Lutei para não gozar, mas uma hora de sondagem constante tinha sido demais e apertei os dentes para não gritar alto e revelar minha identidade.
Infelizmente, uma vez que chego ao orgasmo, posso gozar uma e outra vez, e foi exatamente isso que fiz!
Um minuto depois, os dedos viraram um punho dentro de mim e mal consegui me segurar para não gritar quando minha buceta se alargou de forma antinatural. Embora sentisse uma leve ardência, o prazer foi intenso e soube que me esperava uma longa noite de êxtase humilhante... me sentindo uma puta barata e curtindo cada minuto!
De repente, o buraco na frente da caixa escureceu quando uma rola dura bateu na minha bochecha. Enquanto a mão continuava me apertando, abri a boca, a rola deslizou e comecei a chupar.
"A puta tá me chupando", declarou o dono da mamada e logo senti o punho sair da minha buceta para ser substituído por uma rola. Uma rola bem grande! Logo eu estava quicando pra lá e pra cá como um cavalinho de pau, recebendo uma rola desconhecida nos dois buracos. Embora o ato fosse muito sujo, especialmente com meu noivo em algum lugar da sala, também foi excitante, facilmente o momento mais satisfatório sexualmente da minha vida.
Em apenas uns dois minutos, o cara que tava fodendo minha boca disparou uma carga goela abaixo. Assim que terminou de gozar, ele se retirou e outra rola substituiu a dele. Começa a chupar, gostosa", exigiu a voz do Joey.
Não tive escolha a não ser chupar a rola do Joey. A dele não era comprida, mas era grossa, e alargou meus lábios.
Enquanto isso, continuei quicando na rola dentro da minha buceta, com vontade de gozar de novo, mas ao mesmo tempo com medo da chance de aquela rola desconhecida gozar dentro de mim. Meu medo se tornou realidade um minuto depois, quando ouvi um grunhido e senti as paredes da minha buceta cobertas de porra. Sempre amei a sensação da porra enchendo minha buceta, mas não saber de quem era, além de ter um útero desprotegido, fez minha adrenalina disparar e me levou tortuosamente a outro orgasmo, mesmo eu me sentindo envergonhada.
"Porra, a buceta dela é apertada", me elogiou o cara que gozou enquanto se retirava.
"Deixa eu tentar", disse outro, e minha buceta foi preenchida de novo.
Essa loucura de gangbang acidental continuou por mais meia hora, enquanto eu engolia meia dúzia de cargas de porra e sentia uma quantidade similar enchendo minha buceta bem fodida, incluindo aproximadamente a mesma quantidade de orgasmos para mim.
No final, meu corpo doía, a porra escorria da minha buceta e meus dois buracos finalmente estavam vazios. Pensei que tinha acabado, mas aí as coisas ficaram ainda mais loucas! Ouvi a voz do meu futuro sogro dizendo para alguém: "Bom, tenho que admitir que minha esposa não me chupa há anos".
Uns caras o pressionaram pra tentar; "Não é traição se é algo que sua esposa não faz", disse um homem.
"É, só mete a boca lá", acrescentou outro.
"Que merda, por que não?" meu sogro concordou, e logo minha boca estava cheia de rola de novo, dessa vez de um futuro parente. Quando comecei a chupar a rola dele, meu futuro sogro gritou: "James, vem aqui e fode a buceta dessa gostosa".
Meus olhos se arregalaram quando ouvi o nome James, que não era um futuro parente, mas meupróprio pai, brincando: "Esse seria o vínculo definitivo entre sogro".
"O que acontece no veado fica no veado", brincou o pai do Dwayne, enquanto sentia um pau deslizar dentro da minha buceta.
Rezei para que não fosse meu pai, mas minhas orações não foram atendidas quando ouvi ele, a voz agora bem em cima de mim, dizer: "Porra, essa é a primeira buceta fresca que eu como em trinta anos".
Não podia acreditar! Meu pai estava me fodendo! Também não podia acreditar que, mesmo mortificada pela realidade, minha buceta estava esquentando de novo, o tabu desse ato de alguma forma me excitava. Meu corpo, agindo por conta própria, começou a se preparar para receber as estocadas do pau surpreendentemente longo do meu pai antes de engolir fundo o pau muito menor do meu sogro.
Decidindo ignorar de quem eram os paus que eu tinha dentro, me concentrei na tarefa em mãos: fazer eles gozarem. Meu pai me surpreendeu, sendo a primeira pessoa que falou diretamente comigo durante toda a noite, já que ninguém tinha me perguntado meu nome desde o início, pois depois de alguns minutos de foda ele me ordenou com autoridade, como se falasse comigo frequentemente como pai: "Reza pelo meu pau, raposinha".
Não podia acreditar que meu pai diria essas palavras para alguém! No entanto, também não podia acreditar que ele estava fodendo uma estranha numa caixa. Mas sabia que não ousava falar, que não podia revelar minha identidade, já que o único vestígio de dignidade que restava na minha alma cansada era minha identidade secreta protegida por essa frágil caixa de papelão.
"A Promíscua tá com a boca cheia de pau", brincou meu sogro.
Meu pai riu: "Acho que é verdade".
Tive uma breve trégua enquanto continuava me submetendo voluntariamente a esse ato de incesto. Sem dúvida, outro orgasmo estava surgindo em mim enquanto quicava no pau grande do meu pai, desejando que a caixa não estivesse no caminho, mas grata por ela esconder minha identidade. O que ele diria se soubesse que tá comendo a própria filha? O que o Dwayne diria se soubesse que eu não só tava chupando o pai dele, mas também tava dando pro meu? Toda a prova foi uma merda, mas eu não conseguia negar o puta prazer que tava me percorrendo.
"Caralho, esqueci como é maravilhoso receber um boquete!" meu sogro gemeu.
Dwayne, que tinha ficado calado por um tempão, brincou: "A Clarissa sabe fazer um boquete do caralho."
Normalmente eu ficaria mortificada com essas palavras sobre mim, mas naquele momento eu pensei: porra!Porra!Enquanto me preparava para engolir mais uma porrada na garganta.
"Sua sogra também tem um bocão de vácuo", grunhiu meu pai, enquanto continuava me fodendo.
"Tal mãe, tal filha", brincou outro cara.
Não acreditei na grosseria dessa conversa quando ouvi meu sogro grunhir e se gabar: "Aí vem minha porra, rabuda".
Continuei rebolando, toda vergonha já tinha ido embora, contanto que eu pudesse ficar anônima, louca pra engolir mais uma porrada de leite.
"A minha também", grunhiu meu pai, enquanto, com segundos de diferença, os dois despejavam um monte de porra nos meus dois buracos bem fodidos.
Assim que os dois se retiraram, meu pai disse: "Vai fundo, Dwayne, fode o cu dessa rabuda, ela tá te esperando a noite toda".
Não acreditei que meu próprio pai tava mandando meu noivo me trair!
"Sei não", disse Dwayne, "Clarissa me mata".
"O que ela não sabe não dói", completou o pai dele.
"Ainda assim,o—Sabría —responde Dwayne.
—Bueno, pelo menos desembrulha o presente e dá uma olhada no que a gente tá comendo —fala outro. Esse comentário me deixou puta da vida, porque é o fim da picada em termos de objetificação! Nem era um 'quem', era só um 'o quê'!
—Acho que a gente pode fazer isso —concorda Dwayne, e meu corpo inteiro trava quando percebo que todo mundo vai descobrir quem esteve na caixa dando pra eles e chupando eles.
—É o mínimo que você pode fazer —zomba Mike —, obviamente alguém se esforçou pra caralho pra preparar isso pra você, mesmo que não queira o crédito.
—Provavelmente não quer entrar na lista de ódio da minha filha —ela pode ser uma puta —diz meu pai.
É louco como um dia pode mudar quem você é pra sempre. Todo mundo que me mencionou essa noite deixou claro que me achava uma puta fria, e mesmo assim essa noite foi o oposto disso! Uma parte de mim queria ser desembrulhada pra todo mundo ver que eu não era uma rainha do gelo, mas um lado mais esperto meu sabia que era uma ideia de merda.
O casamento era daqui a duas semanas, no dia 30 de dezembro (uma data estranha, concordo, mas com muitos parentes vindo de longe, foi a melhor opção... além disso, deixar toda aquela neve para trás e ir pro Havaí foi uma ótima escolha de lua de mel).
Sem dúvida, eu tinha virado a Noiva Godzilla com todos os problemas e complicações que me jogaram no mês passado. Não vou entrar em detalhes, mas aquele velho ditado do Murphy de que "tudo que pode dar errado, dá errado" tinha se provado sem parar diante dos meus olhos. Pra piorar (agora vejo em retrospecto), eu tinha decidido que nossa noite de núpcias seria muito mais quente se a gente deixasse o sexo depois de transar até o talo no dia 30 de novembro, e não ter nada durante dezembro até amarrarmos o nó. Naquela hora, nossa abstinência realmente tava me deixando no limite, mas eu tinha ficado relutante em voltar atrás, já que tinha dado tanta importância quando impus isso ao meu noivo Dwayne.
Minha maldade, além da nossa abstinência, tinha cobrado seu preço do Dwayne, e eu decidi compensá-lo.
Decidi que essa noite eu me entregaria completamente a ele, incluindo minha virgindade anal, que eu tinha negado veementemente muitas vezes no passado. Mas agora eu vinha preparando minha bunda pro pau dele, menor que a maioria de cinco polegadas, durante a semana passada com três plugs anais cada vez maiores.
Eu disse a ele que ia pra casa da Amy, minha madrinha, pra planejar mais o casamento e que passaria a noite lá. Em vez disso, fiquei em casa e, com a ajuda da Amy, me enfiei dentro de uma caixa grande, pelada exceto por uma lingerie sexy e meias até a coxa (tô falando de lingerie).Realmente.sexy, com recortes pra minha buceta, cu e peitos), e aí a Amy embrulhou a caixa pra parecer um presente de Natal elaborado, e com certeza era!
A Amy tinha feito uns buracos pra respirar e acessar, pra eu ter ar e dar pro Dwayne acesso aos meus três buraquinhos do prazer e aos meus peitos.
Quando a Amy ia me trancar dentro da caixa, ela perguntou, ainda surpresa com essa ideia, que era tão fora do comum pra mim, e mais coisa que ela faria: "Última chance. Tem certeza disso ainda?"
Eu ri: "Já tô dentro da caixa, além disso ele foi tão incrivelmente paciente com a minha passagem pro lado sombrio, que merece um presente!ÉUma ideia pervertida", Amy riu.
"Parece que finalmente você está se afastando de mim", brinquei.
"Tá me chamando de puta?", ela perguntou, fingindo se ofender.
"Não, você só é uma conhecedora de pica bem liberal", brinquei.
"Puta", ela brincou, me surpreendendo ao deslizar um dedo dentro da caixa e enfiá-lo nos lábios da minha buceta.
"Amy!", ofeguei, incapaz de impedi-la. Ela tinha tentado me convencer a explorar o outro lado muitas vezes, mas eu sempre recusava a tentação... as mulheres nunca faziam nada sexual por mim. Embora se alguma vez...foracomer buceta", como ela tão eloquentemente disse, ela seria a escolha perfeita. Ela é uma ruiva linda que faz os gays questionarem a sexualidade (na verdade, ela já comeu três gays).
Ela brincou: "Só estou brincando com a sua caixinha", enquanto o dedo dela separava os lábios da minha buceta e deslizava para dentro de mim.
A ideia de que eu estava prestes a levar no cu pela primeira vez me excitou pra caralho, já que me preparar com três plugs anais diferentes tinha sido prazerosamente excitante, mas também me deixava nervosa: será que um pau de verdade ia doer? Involuntariamente, eu gemi, surpreendendo minha melhor amiga: "Amyy!!"
Tirando o dedo, ela brincou: "Desculpa, não resisti". Depois de um momento, acrescentou: "Caralho, você tem um gosto delicioso".
O dedo dela desapareceu, e de repente eu desejei que ele voltasse; já fazia quase um mês desde que Dwayne e eu tínhamos transado. Além disso, ouvi-la dizer que eu tinha um gosto tão bom foi ao mesmo tempo surreal e lisonjeiro. Brinquei: "Cuidado, posso te transformar na minha dama de honra de serviço completo".
"Desafio aceito", ela brincou, antes de perguntar: "Tem certeza de que está confortável aí?"
Embora a caixa fosse comprida e estreita, era alta o suficiente para eu ficar de quatro, e me sentia relativamente confortável assim. "Contanto que ele não chegue uma hora atrasado do trabalho", brinquei, já que Dwayne era um homem de hábitos; nunca se atrasava.
"Vou escrever um bilhete pra ele", ela acrescentou.
"O que você vai escrever?" Perguntei, sabendo que ela era esperta o suficiente para escrever praticamente qualquer coisa.
"Isso é pra eu saber e você descobrir", ela brincou, antes de completar, "literalmente".
De repente, ouviu-se um barulho na maçaneta da porta. "Merda, ele chegou cedo", Amy ofegou. "Vou me esconder por trás."
"Kkkkk", eu disse, tonta de antecipação.
Uns segundos depois, ouvi a porta se abrir e ele se mexer. Então, ouvi passos enquanto ele se aproximava de mim. Eu estava cheia de uma inquietação vertiginosa quando o dedo dele tocou os lábios da minha buceta. Soltei um gemido suave, minha buceta já estava molhada tanto pela antecipação quanto pela breve provocação da Amy.
O dedo separou lentamente os lábios da minha vagina, causando um tremor involuntário. Eu estava pronta pra ser fodida.
Assim como o da Amy, tão rápido quanto o dedo começou a me provocar, ele desapareceu.
Eu esperava que ele me foder ou abrisse a caixa, mas ele foi pro buraco lateral e começou a pegar no meu peito, alcançando meu mamilo duro e apertando ele com força, me fazendo gemer de novo.
Queria gritar 'me fode logo', mas também queria que ele aproveitasse esse presente por completo, então fiquei quieta e esperei o inevitável.
Ele afastou a mão de novo, antes de se mover pro buraco na frente do meu rosto e colocar os dedos na minha boca.
Passei minha língua em volta dos dedos dele como se fossem um pau, tentando atraí-lo pra trocar os dedos pelos de verdade.
Frustrantemente, ele tirou os dedos de novo e andou, dessa vez pra minha bunda.
Passou o dedo entre minhas nádegas antes de enfiar devagar pra dentro. Fiquei tensa, mesmo tendo me preparado completamente pra viagem virgem do meu cu.
Depois de me tocar rapidinho na bunda, os dedos se retiraram de novo e voltaram pra minha buceta.
Bateu no meu clitóris, fazendo meu corpo todo tremer, e minha buceta escorria um pouco quando eu queria gritar: "Você vai abrir seu presente logo!?!?!"
De repente, ouvi a porta abrir de novo. Instantaneamente fiquei tensa quando o cara que tava provocando meu clitóris finalmente falou e eu percebi que não tinha sido meu noivo abusando de mim, mas sim o melhor amigo dele, Joey: "Conseguiu a stripper?"
Passos se aproximando, uma voz, que também não era do meu noivo, respondeu: "Não, o Dwayne fez questão de não ter strippers, mas o Mike claramente ignorou isso."
Joey riu, "Parece que o Mike tecnicamente cumpriu a palavra. Acho que não é uma stripper, mas uma prostituta; olha as palavras na bunda dela.
O outro cara riu, "'Escolhe uma bunda', delicioso!"
Eu ofeguei. Então era isso que a Amy tinha escrito! E o que esses caras estavam fazendo aqui? O Dwayne tinha marcado uma despedida de solteiro sem me contar? Esperava muito que não fosse aqui!
O cara novo sondou os lábios da minha buceta enquanto eu tentava encontrar uma saída pra essa situação.
Enquanto me sondava, perguntou: "Qual é o plano?"
"Achei que a gente ia pro bar", respondeu o Joey, "mas agora não tenho tanta certeza."
"Você acha que posso foder ela?" perguntou, fazendo meu corpo inteiro se tensar.
"Não tenho certeza, provavelmente devíamos esperar o Mike chegar", respondeu o Joey.
"Provavelmente você tem razão, mas porra, ela tá encharcada", declarou com precisão.
Eu não sabia por que estava tão molhada, meus sentimentos naquele momento eram de pura vergonha, mas meu corpo estava traindo minha moral.
Enquanto me tocavam, a porta se abriu de novo e o Joey cumprimentou: "Mike, essa é boa."
"O que é?" o Mike perguntou, enquanto os dedos de alguém saíam da minha buceta.
Depois de uma pausa, o Mike perguntou: "O que é isso?"
"Isso não é do seu trabalho?" perguntou o Joey.
"Não. O Dwayne deixou bem claro, nada de strippers. Aquela putinha futura esposa já deixou ele manso", respondeu o Mike.
Era assim que pensavam de mim? Quer dizer, eu com certeza podia ser uma puta, mas não fazia ideia de como os amigos do Dwayne me viam basicamente. E a outra má notícia: isso tava cada vez mais parecendo uma despedida de solteiro e que porra eu ia fazer a respeito?Por favor, galera, vão pro bar e se divirtam!Sei", Joey riu, "a última chance dela de mamar uma rola vai ser hoje à noite".
Joey sempre foi um amor comigo, então ouvir ele me desprezar assim foi um baita choque. (Mas os caras também iam se surpreender se soubessem como as mulheres descrevem eles entre si).
"Ela falou alguma coisa?" – Mike perguntou.
"Não, ela não fez nenhum som", disse Joey.
Mike perguntou: "Ei, a gente não vai te abrir até o namorado chegar, mas qual é o teu nome aí?"
Fiquei em silêncio, sabendo que Joey tinha certeza e que provavelmente Mike também reconheceria minha voz. Não, meu melhor plano era silêncio total e torcer pra eles irem pro bar sem desembrulhar minha caixa.
"Não fala; bom, pelo menos...vamos sentiro que a gente tem", disse Mike, antes de colocar a mão na caixa e pegar nos meus peitos. "Belos peitos, mamilos duros".
"Essa putinha tá acelerada e pronta pra ação", comentou o cara que eu não reconheci.
Logo outra mão tocou na minha buceta. Queria gritar pra eles pararem, mas não conseguia sem revelar que era eu. O único jeito possível de sair dessa sem passar vergonha total era ficar quieta e torcer pra eles realmente irem pro bar. E, nessa altura, já tinha deixado três amigos do meu noivo me apalparem... como é que eu ia explicar isso?Isso?Outros homens chegaram nos vinte minutos seguintes, cada um deles me tocando, fazendo comentários obscenos e, no entanto, claro, ninguém assumiu o mérito de ter organizado minha presença aqui.
Continuei ouvindo comentários como "Não sei... a noiva dele parece meio caretinha... Ouvi dizer que as strippers estariam proibidas nessa festa... ela pode ficar muito puta quando chegar aqui".
Com cada homem adicional que me tocava, eu me sentia mais envergonhada, mais incapaz de confessar e sair, e surpreendentemente mais molhada e ansiosa pelo próximo homem. Estavam me provocando pra caralho e eu queria gozar desesperadamente.
Finalmente, Dwayne chegou e não se aproximou de mim, só riu quando alguém falou sobre 'a puta da caixa' e disse: "Fiquem à vontade pra brincar com a garota o quanto quiserem".
Não acreditava que ele tinha acidentalmente dado permissão pra todos os amigos dele acariciarem a própria noiva!
Fiquei duplamente horrorizada quando eles aceitaram ficar ali e beber, depois que Dwayne disse que não voltaria pra casa naquela noite.
A hora seguinte foi uma eternidade de provocações e humilhações. Os homens enfiavam a mão na caixa sem parar pra brincar com meus peitos, me tocar a buceta e, de vez em quando, zoar minha bunda.
Foram ditas tantas coisas como:
"Quem contratou a puta?" (um termo que me fazia querer chorar)
"Podemos foder ela?" (O que me fazia tremer de culpa, mas também de tesão)
"Porra, ela tá encharcada." (O que também me deixava mortificada de culpa e mais tesão ainda)
"Até a bunda dela tá pedindo." (Ironicamente verdade, mas não com esses caras)
"Belos peitos firmes." (O que foi lisonjeiro, considerando que meus seios balançavam como os de uma porca)
Dwayne admitiu, depois de uns copos e sob pressão pra abrir o presente: "Cara, se eu fosse lá, a Clarissa me matava."
Senti um alívio ao saber que ele ia continuar fiel a mim, embora meu alívio tenha durado pouco, já que aumentou a apostas sem perceber, "Mas enquanto ela não se opuser, vocês podem usar ela como quiserem".
Aterrorizada com a ideia de objetar e, portanto, me revelar, sabia que não diria uma palavra, não importava o que fizessem comigo. Então aguentei (e, sinceramente, curti) mais alguns minutos sendo apalpada, acariciada e tocada, com minha buceta e meu cu profanados enquanto continuava bebendo, e conforme a noite avançava, as violações ficaram mais pesadas.
Aí aconteceu o inevitável. Gozei quando alguém enfiou três dedos agressivamente em mim. Lutei para não gozar, mas uma hora de sondagem constante tinha sido demais e apertei os dentes para não gritar alto e revelar minha identidade.
Infelizmente, uma vez que chego ao orgasmo, posso gozar uma e outra vez, e foi exatamente isso que fiz!
Um minuto depois, os dedos viraram um punho dentro de mim e mal consegui me segurar para não gritar quando minha buceta se alargou de forma antinatural. Embora sentisse uma leve ardência, o prazer foi intenso e soube que me esperava uma longa noite de êxtase humilhante... me sentindo uma puta barata e curtindo cada minuto!
De repente, o buraco na frente da caixa escureceu quando uma rola dura bateu na minha bochecha. Enquanto a mão continuava me apertando, abri a boca, a rola deslizou e comecei a chupar.
"A puta tá me chupando", declarou o dono da mamada e logo senti o punho sair da minha buceta para ser substituído por uma rola. Uma rola bem grande! Logo eu estava quicando pra lá e pra cá como um cavalinho de pau, recebendo uma rola desconhecida nos dois buracos. Embora o ato fosse muito sujo, especialmente com meu noivo em algum lugar da sala, também foi excitante, facilmente o momento mais satisfatório sexualmente da minha vida.
Em apenas uns dois minutos, o cara que tava fodendo minha boca disparou uma carga goela abaixo. Assim que terminou de gozar, ele se retirou e outra rola substituiu a dele. Começa a chupar, gostosa", exigiu a voz do Joey.
Não tive escolha a não ser chupar a rola do Joey. A dele não era comprida, mas era grossa, e alargou meus lábios.
Enquanto isso, continuei quicando na rola dentro da minha buceta, com vontade de gozar de novo, mas ao mesmo tempo com medo da chance de aquela rola desconhecida gozar dentro de mim. Meu medo se tornou realidade um minuto depois, quando ouvi um grunhido e senti as paredes da minha buceta cobertas de porra. Sempre amei a sensação da porra enchendo minha buceta, mas não saber de quem era, além de ter um útero desprotegido, fez minha adrenalina disparar e me levou tortuosamente a outro orgasmo, mesmo eu me sentindo envergonhada.
"Porra, a buceta dela é apertada", me elogiou o cara que gozou enquanto se retirava.
"Deixa eu tentar", disse outro, e minha buceta foi preenchida de novo.
Essa loucura de gangbang acidental continuou por mais meia hora, enquanto eu engolia meia dúzia de cargas de porra e sentia uma quantidade similar enchendo minha buceta bem fodida, incluindo aproximadamente a mesma quantidade de orgasmos para mim.
No final, meu corpo doía, a porra escorria da minha buceta e meus dois buracos finalmente estavam vazios. Pensei que tinha acabado, mas aí as coisas ficaram ainda mais loucas! Ouvi a voz do meu futuro sogro dizendo para alguém: "Bom, tenho que admitir que minha esposa não me chupa há anos".
Uns caras o pressionaram pra tentar; "Não é traição se é algo que sua esposa não faz", disse um homem.
"É, só mete a boca lá", acrescentou outro.
"Que merda, por que não?" meu sogro concordou, e logo minha boca estava cheia de rola de novo, dessa vez de um futuro parente. Quando comecei a chupar a rola dele, meu futuro sogro gritou: "James, vem aqui e fode a buceta dessa gostosa".
Meus olhos se arregalaram quando ouvi o nome James, que não era um futuro parente, mas meupróprio pai, brincando: "Esse seria o vínculo definitivo entre sogro".
"O que acontece no veado fica no veado", brincou o pai do Dwayne, enquanto sentia um pau deslizar dentro da minha buceta.
Rezei para que não fosse meu pai, mas minhas orações não foram atendidas quando ouvi ele, a voz agora bem em cima de mim, dizer: "Porra, essa é a primeira buceta fresca que eu como em trinta anos".
Não podia acreditar! Meu pai estava me fodendo! Também não podia acreditar que, mesmo mortificada pela realidade, minha buceta estava esquentando de novo, o tabu desse ato de alguma forma me excitava. Meu corpo, agindo por conta própria, começou a se preparar para receber as estocadas do pau surpreendentemente longo do meu pai antes de engolir fundo o pau muito menor do meu sogro.
Decidindo ignorar de quem eram os paus que eu tinha dentro, me concentrei na tarefa em mãos: fazer eles gozarem. Meu pai me surpreendeu, sendo a primeira pessoa que falou diretamente comigo durante toda a noite, já que ninguém tinha me perguntado meu nome desde o início, pois depois de alguns minutos de foda ele me ordenou com autoridade, como se falasse comigo frequentemente como pai: "Reza pelo meu pau, raposinha".
Não podia acreditar que meu pai diria essas palavras para alguém! No entanto, também não podia acreditar que ele estava fodendo uma estranha numa caixa. Mas sabia que não ousava falar, que não podia revelar minha identidade, já que o único vestígio de dignidade que restava na minha alma cansada era minha identidade secreta protegida por essa frágil caixa de papelão.
"A Promíscua tá com a boca cheia de pau", brincou meu sogro.
Meu pai riu: "Acho que é verdade".
Tive uma breve trégua enquanto continuava me submetendo voluntariamente a esse ato de incesto. Sem dúvida, outro orgasmo estava surgindo em mim enquanto quicava no pau grande do meu pai, desejando que a caixa não estivesse no caminho, mas grata por ela esconder minha identidade. O que ele diria se soubesse que tá comendo a própria filha? O que o Dwayne diria se soubesse que eu não só tava chupando o pai dele, mas também tava dando pro meu? Toda a prova foi uma merda, mas eu não conseguia negar o puta prazer que tava me percorrendo.
"Caralho, esqueci como é maravilhoso receber um boquete!" meu sogro gemeu.
Dwayne, que tinha ficado calado por um tempão, brincou: "A Clarissa sabe fazer um boquete do caralho."
Normalmente eu ficaria mortificada com essas palavras sobre mim, mas naquele momento eu pensei: porra!Porra!Enquanto me preparava para engolir mais uma porrada na garganta.
"Sua sogra também tem um bocão de vácuo", grunhiu meu pai, enquanto continuava me fodendo.
"Tal mãe, tal filha", brincou outro cara.
Não acreditei na grosseria dessa conversa quando ouvi meu sogro grunhir e se gabar: "Aí vem minha porra, rabuda".
Continuei rebolando, toda vergonha já tinha ido embora, contanto que eu pudesse ficar anônima, louca pra engolir mais uma porrada de leite.
"A minha também", grunhiu meu pai, enquanto, com segundos de diferença, os dois despejavam um monte de porra nos meus dois buracos bem fodidos.
Assim que os dois se retiraram, meu pai disse: "Vai fundo, Dwayne, fode o cu dessa rabuda, ela tá te esperando a noite toda".
Não acreditei que meu próprio pai tava mandando meu noivo me trair!
"Sei não", disse Dwayne, "Clarissa me mata".
"O que ela não sabe não dói", completou o pai dele.
"Ainda assim,o—Sabría —responde Dwayne.
—Bueno, pelo menos desembrulha o presente e dá uma olhada no que a gente tá comendo —fala outro. Esse comentário me deixou puta da vida, porque é o fim da picada em termos de objetificação! Nem era um 'quem', era só um 'o quê'!
—Acho que a gente pode fazer isso —concorda Dwayne, e meu corpo inteiro trava quando percebo que todo mundo vai descobrir quem esteve na caixa dando pra eles e chupando eles.
—É o mínimo que você pode fazer —zomba Mike —, obviamente alguém se esforçou pra caralho pra preparar isso pra você, mesmo que não queira o crédito.
—Provavelmente não quer entrar na lista de ódio da minha filha —ela pode ser uma puta —diz meu pai.
É louco como um dia pode mudar quem você é pra sempre. Todo mundo que me mencionou essa noite deixou claro que me achava uma puta fria, e mesmo assim essa noite foi o oposto disso! Uma parte de mim queria ser desembrulhada pra todo mundo ver que eu não era uma rainha do gelo, mas um lado mais esperto meu sabia que era uma ideia de merda.
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