Acontece que uns anos atrás a gente tinha organizado uma puta festa na minha casa pro meu aniversário, tudo foi normal, música, bebida, dança, e a minha mina tava super animada, dançou pra caralho e bebeu mais ainda, eu não perdi o ritmo e a gente bebeu pra cacete naquela noite. Lá pras 4 da manhã, decidi ir com ela pro quarto pra transar, muita gente já tinha ido embora e outros estavam saindo aos poucos, só tinha pouca gente, então a gente aproveitou pra sumir. Fomos pro quarto, ela me fez um boquete delicioso e quando a gente ia foder, bateram na porta. Era um amigo que vou chamar de Martin, eu tinha esquecido dele. Ele morava longe e tinha pedido pra ficar, o outro quarto já tava ocupado, então falei pra ele dormir ali, que não tinha problema, que era uma cama de casal enorme. Ele disse que não queria atrapalhar, mas acabou aceitando.
Nós deitamos: a Sil à esquerda, eu no meio e o Martin à direita. Por causa da bebedeira, dormimos na hora. Não sei quanto tempo passou, mas não foi muito. Acordei excitado, com vontade de foder, já que não tinha conseguido antes. Tava de conchinha com a Sil, passei a mão na buceta dela até ficar molhadinha e percebi que ela tinha acordado. Depois, tirei o sutiã dela e acariciei os peitos. Ela tava com uma blusa azul clara e uma legging, que eu tirei junto com a calcinha fio-dental, joguei no chão e comecei a penetrar ela de conchinha, sem me mexer muito forte pra não acordar o Martin. Gozei dentro porque ela se cuidava. A gente começou a falar besteira baixinho, mas mesmo assim o Martin acordou, falando que ia no banheiro. Quando voltou, como a gente já tava acordado, ficamos conversando. Tava claro porque o computador tinha ficado ligado. Daí o Martin trouxe umas cervejas e a gente não recusou. Sentamos na cabeceira da cama e começamos a beber enquanto conversávamos. Depois, bateu vontade de ir no banheiro, mas lembrei que a Sil não tava com nada por baixo. Não queria levantar o lençol e eu tava no meio, então saí pelo meio levantando o lençol rápido, mas mesmo assim a Sil ficou descoberta e ela não se tapou na hora. Notei os olhos do Martin se arregalarem de surpresa olhando a buceta dela. Quando a Sil percebeu, se tapou na hora e os dois fingiram que nada tinha acontecido. Quando voltei do banheiro, eles continuavam conversando como se nada. Achei que tinha passado batido.
Quando voltei, entrei rápido na cama, levantei o lençol depressa e me cobri. Nisso, percebi que a Sil também não tava de sutiã; dava pra ver os bicos dela pela blusa, mas não era a mesma coisa que estar sem nada. Depois de tomar várias cervejas, a bebedeira bateu de novo e resolvemos dormir. Dormi de conchinha com a Sil, e o Martin atrás de mim, virado pro outro lado. Mais tarde, não sei quanto tempo passou, acordei de novo e vi o Martin do lado da Sil. Outro dia, ele me contou que foi ao banheiro bêbado e, quando voltou, não percebeu, que não lembrava de nada.
Nós deitamos: a Sil à esquerda, eu no meio e o Martin à direita. Por causa da bebedeira, dormimos na hora. Não sei quanto tempo passou, mas não foi muito. Acordei excitado, com vontade de foder, já que não tinha conseguido antes. Tava de conchinha com a Sil, passei a mão na buceta dela até ficar molhadinha e percebi que ela tinha acordado. Depois, tirei o sutiã dela e acariciei os peitos. Ela tava com uma blusa azul clara e uma legging, que eu tirei junto com a calcinha fio-dental, joguei no chão e comecei a penetrar ela de conchinha, sem me mexer muito forte pra não acordar o Martin. Gozei dentro porque ela se cuidava. A gente começou a falar besteira baixinho, mas mesmo assim o Martin acordou, falando que ia no banheiro. Quando voltou, como a gente já tava acordado, ficamos conversando. Tava claro porque o computador tinha ficado ligado. Daí o Martin trouxe umas cervejas e a gente não recusou. Sentamos na cabeceira da cama e começamos a beber enquanto conversávamos. Depois, bateu vontade de ir no banheiro, mas lembrei que a Sil não tava com nada por baixo. Não queria levantar o lençol e eu tava no meio, então saí pelo meio levantando o lençol rápido, mas mesmo assim a Sil ficou descoberta e ela não se tapou na hora. Notei os olhos do Martin se arregalarem de surpresa olhando a buceta dela. Quando a Sil percebeu, se tapou na hora e os dois fingiram que nada tinha acontecido. Quando voltei do banheiro, eles continuavam conversando como se nada. Achei que tinha passado batido.
Quando voltei, entrei rápido na cama, levantei o lençol depressa e me cobri. Nisso, percebi que a Sil também não tava de sutiã; dava pra ver os bicos dela pela blusa, mas não era a mesma coisa que estar sem nada. Depois de tomar várias cervejas, a bebedeira bateu de novo e resolvemos dormir. Dormi de conchinha com a Sil, e o Martin atrás de mim, virado pro outro lado. Mais tarde, não sei quanto tempo passou, acordei de novo e vi o Martin do lado da Sil. Outro dia, ele me contou que foi ao banheiro bêbado e, quando voltou, não percebeu, que não lembrava de nada.
1 comentários - Como começou o voyeurismo