Lembro, não faz muito tempo, comecei um relacionamento com uma mulher que, em poucas palavras, rapidamente se tornou uma amiga com benefícios, com quem tivemos uma relação que foi escalando na luxúria. Inicialmente, chegamos à intimidade com alguns avisos que só prenunciavam um sexo simples e convencional. Algo que, pessoalmente, não me animava, já que minha intenção, aceitando os riscos que uma relação assim trazia, era mergulhar ainda mais nos prazeres da luxúria e do desejo. Aceitando o convite dela, apareci no apartamento dela na rua Uruguay, bem no centro. Era um dia de semana, sem nada de especial. Paula me recebeu bem casual, um short jeans desfiado, uma blusa com um decote reservado e sandálias. Para uma mulher na casa dos quarenta, não passava de um look comum e nada sensual, como talvez eu imaginasse antes de chegar na casa dela. Uma cabeleira meio castanha e loira, presa num rabo de cavalo, dava mais aquele ar caseiro. Ela me recebeu numa sala generosa, com sofás grandes e confortáveis, móveis antigos mas bem cuidados. Me convidou pra começar a visita ali. Paula é uma mulher separada, morando num apartamento da família, os filhos dela moram no exterior, e isso fez com que ela repensasse a vida de casada a ponto de se separar. Muita informação pra mim, quando na real o motivo verdadeiro pra nós dois era tomar uma taça de vinho e nos dedicar a dar prazer sexual profundo um ao outro. Passaram-se umas horas de conversa nutritiva, entre comentários banais e picantes. Até que decidimos diminuir a distância entre nós, sentados no sofá, e fazer contato físico. Enquanto ela se dedicava a me beijar de boca aberta, o frenesi dela me mostrava a falta de carinho na vida dela. Eu acompanhei o ritmo e brincamos. Conforme e progressivamente aumentava a exploração da língua dela na minha boca, eu me dediquei a expor os peitos dela através da blusa que ela usava. Particularmente, ela não resistiu, pelo contrário... Ajudo a soltar os últimos botões. Não foi difícil endurecer os mamilos com beliscões e carícias, embora os peitos dela não tivessem a firmeza dos vinte anos, estavam num tamanho, lisura e ereção que me fascinavam. Resolvi prová-los com a boca e deslizei pelo ombro e peito dela até eles… ali estavam, se mostrando exatamente como eu imaginava quando os acariciava. Não demorei a levá-los à boca e lamber suavemente. Os mamilos, agora molhados de saliva, eriçavam ainda mais, junto com o gemido de prazer que ela sustentava enquanto apertava minha cabeça contra os peitos. Passei de lamber aqueles mamilos por um bom tempo a me deixar cair em direção à barriga dela. Sabia que não teria muito terreno de ação, Belém ainda estava de shorts jeans e já tinha me avisado que não gostava de receber sexo oral. Desobediente, me propus a tirar o short e avançar. Em poucos minutos de luta com uma peça intolerante e com a ajuda da dama, consegui deixá-la de calcinha. Uma fio-dental simples, preta, que cobria bem a área. Definitivamente, uma roupa íntima que não foi pensada para a ocasião, sim para o dia a dia. Com beijos suaves, cheguei ao umbigo dela, sentindo pequenos espasmos, mistura de cócegas e excitação que Belém me oferecia. Já perto da buceta dela e ainda por cima da calcinha, senti a limitação das mãos dela marcando o fim do meu percurso. Ela me convidou a voltar para a boca dela e retomar aqueles beijos apaixonados. Não fiquei só nisso, resolvi dar carinho digital no triângulo de prazer que ela carregava por baixo da fio-dental, e enfiei os dedos para superar o obstáculo da peça. Me deparei com um monte de Vênus bem depilado, macio ao toque, molhado, latejante, com lábios proeminentes que não quis cutucar ainda. Depois de algumas trocas de língua, tentei descer novamente em direção à barriga dela, dessa vez beijando o pescoço, acariciando os peitos… ela já fazia um tempo que esfregava meu pau, mesmo ainda por baixo das calças, mas a dureza era parte do paisagem. Não demorou muito pra eu começar a tirar a tanga que ainda escondia parte do que eu tanto queria, a blusa já tinha ido embora e os peitos dela balançavam sobre o peito enquanto ela substituía minhas carícias pelas dela, parecia que beliscava os próprios mamilos com mais força. Minha camisa também já tinha ido pro espaço e eu estava pelado, roçando meus pelos do peito no corpo dela, e pelo visto isso a esquentava muito mais do que a mim. A tanga já tinha quase sumido e os quadris dela começaram a aparecer. Ela continuou se deslizando até ficar deitada no sofá. Eu, de joelhos ao lado, admirava o corpo dela, e ela, feito uma diva, se deixava mimar. Aproximei minha mão ainda mais do monte de Vênus dela e não hesitei em entrar entre os lábios até a buceta dela… rocei o clitóris, que, além de estar enorme, se escondia muito bem entre dois lábios carnudos… esfreguei de leve e os espasmos vieram na hora, uma das pernas dela subiu até o encosto do sofá, me deixando toda a pussy dela exposta, pronta pra mim… louca pra que eu a possuísse. Comecei a beijar as redondezas, notei uma certa tensão nela… então comecei a masturbá-la, alternando entre penetrar com os dedos e esfregar o clitóris dela de leve. O exercício foi relaxando ela enquanto eu aproveitava a situação pra me aproximar com beijinhos… ela colocou as mãos na minha cabeça, querendo me guiar enquanto eu a comia com os dedos e lambia de leve. Aos poucos, a luta entre aproximar minha língua da buceta dela e a limitação que ela impunha com as mãos foi cedendo com o nível de excitação que meus dedos causavam na buceta dela. Até que tudo explodiu… cheguei no ponto G dela e brinquei com ele, até ouvi-la gritar de prazer. Foi nesse momento que eu soube que tinha rédea solta pra saborear a pussy dela do jeito que eu quisesse, e foi o que fiz. Enfiei minha língua entre os lábios da buceta dela, brinquei com o clitóris, mordi de leve, chupei… desci e substituí os dedos pela língua, senti depois de alguns minutos como o suave e O suco quente que jorrava do fundo da buceta me indicava que o objetivo estava alcançado… eu tinha gozado enquanto devorava aquela buceta fogosa… Não queria sair dali nem por um segundo, então aumentei o prazer na parada, molhei meu dedo médio com saliva e fluido e comecei a pegar na bunda dela… devagar, mas cada vez mais fundo. Ela respondeu apertando e esfregando com mais vontade meu pau, que estava prestes a pular pra fora da calça de tão duro que tava. Eu comi ela sem parar num frenesi insustentável… dava pra ver ela segurando os peitos enquanto se sacudia de pernas abertas naquele sofá. Gozei… um mar de relaxamento tomou conta dela… sem reação, ela não entendia como o prazer que meu oral tinha dado foi tão forte, porque será que tinha se negado tanto??? Ela pediu pra eu ficar de pé perto dela… desabotoou minha calça largada e minha ereção dura apareceu na frente dela… ela levantou o olhar e cruzou com o meu, como quem diz em silêncio “agora é minha vez” e começou a chupar meu pau com gosto… ela mamava, mordia de leve, mexia a língua esfregando a cabeça do meu pau… me fazia tremer… nunca tinha recebido um oral dela daquele nível… ela chupava fundo, quente, macio… a mão dela brincava com minhas bolas… esfregava… continuou chupando meu pau com a boca… entrava e saía ritmadamente… eu sentia o calor e as veias que enchiam a boca dela… parou de brincar com minhas bolas… e começou a cutucar minha bunda… isso me enlouqueceu… chegou num ponto que avisei que ia gozar… ela tirou meu pau da boca e com a mão terminou o serviço, fazendo eu gozar parte na cara dela e parte nos peitos… ela esfregou o semen quente e, me olhando, disse… você realizou minha fantasia. 👿
2 comentários - Paula 48 anos, gostosa demais