Oi, P! Deixando um relatinho aqui, salve. Era o aniversário de 16 anos da minha afilhada, mesmo a gente não se vendo sempre, eu tinha que ir. Minha mãe já tinha se comprometido pelas duas. Meu marido não queria nem saber de eu ir, ela mora numa área meio pesada, então a gente acabou discutindo, mas não deu em nada. Saímos de casa da minha mãe, nos arrumamos e preparamos pra sair. Pedimos um Uber, tava com uns 20 minutos de espera, então aproveitamos e tomamos um gancia. Quando faltava mais ou menos 10 minutos, minha mãe teve um piripaque do caralho, se cagou toda. Foi pro banheiro, mas não tinha jeito dela vir, nisso chegou o Uber, não tinha volta, fui sozinha.
Entrei no carro, a gente se cumprimentou com o motorista, e olha, eu dei uma olhada nele, o cara era uma gostosura. Eu tenho 31, ele devia ter menos de 30. Batemos um papo durante a viagem, falei que ia pro aniversário da minha afilhada. A conversa foi de boa, nada estranho. Quando chegamos, paguei e perguntei se os motoristas vinham até ali, pra quando eu voltasse, já que o lugar é meio duvidoso. Ele falou que geralmente não, mas que eu desse uma olhada se ele tava por perto, que ele vinha. Eu disse que não voltava muito tarde, e ficou nisso.
O aniversário foi legal, geral bebendo e fazendo bagunça. Por sorte meus primos estavam lá, então fiquei com eles a maior parte do tempo. Entre uma coisa e outra, já era umas doze horas, um dos meus primos virou barman e começou a preparar drinks. Me ofereceu um e aceitei, um tal de "Pantera Rosa". Pensei: tomo o drink e vazo. Enquanto ele preparava a mistura igual um químico doido, eu me adiantei e reservei o Uber. Olhei e o cara que me trouxe tava com umas horas pra chegar, mas tinha outros, reservei a viagem com ele. Já com o drink na mão, continuei batendo papo com meus primos, o drink tava com uma cara muito boa, dei um gole grande e queimou minha garganta, era forte! Mas depois ficava um gostinho gostoso que te fazia querer continuar bebendo, então fui tomando de goles pequenos. Enquanto a gente conversava besteira, o álcool começou a fazer efeito. Eu tava "alegrinha". Nisso, o celular toca, o Uber tava perto. Me despedi rápido de todo mundo, peguei minhas coisas e fui embora. "Vai levar o copo?" — meu primo fala, rindo. Eu tava saindo com o copo na mão, me pegou de surpresa. Levei o canudinho à boca e dei três goladas, pra terminar o meio copo que tinha sobrado. Talvez tivesse sido uma má ideia!
O carro já tava esperando, entrei. Não falei nada. Vi que ele me olhava pelo espelho, senti o olhar dele me analisando, talvez eu tivesse viajando porque aquele meio copo que tomei antes de sair mexeu com minha cabeça. Me perdi no olhar dele, agora ele era muito mais gostoso do que quando me trouxe. Senti um arrepio seguido de um calorão do caralho. Com certeza ele percebeu que eu tava meio bêbada. Ele riu e começou a puxar papo enquanto dirigia. Me perguntou como foi, se a festa foi boa. Minha boca foi mais rápida que minha mente, respondi, deixando claro que tava bebada.
Ele continuava me perguntando coisas e eu respondia, com certeza ele tava curtindo aquilo. Num momento, me perguntou como ia terminar minha noite, nada, ia pra casa da minha mãe e provavelmente ia dormir, bem sem graça, falei! "Eu também tô terminando, essa é minha última corrida, e na verdade já devia ter parado há um tempão, fiquei pra vir te buscar, não ia te deixar aqui. Com certeza ninguém ia querer te levar. Além do mais, você me pareceu muito gostosa." Meu coração começou a bater forte, senti a necessidade de responder alguma coisa! Tava confusa, me pegou de surpresa. A conversa não tava indo por esse lado e de repente isso.
"Valeu, você também é muito gostoso" — falei. Na real, o cara era uma delícia! Eu não acreditava que ele tava dando em cima de mim, não falei mais nada porque talvez eu tivesse viajando na maionese, e foi só um elogio.
Teve um silêncio, a gente tava esperando no semáforo, ele me olha pelo espelho e fala: — "Eu... você não topa fazer alguma coisa?" Os nervos me traíram, as palavras dele... Ainda ecoavam na minha cabeça e, sem querer, minha boca falou por mim e soltou um "não sei", que saiu como um gemido. Senti que ia desmaiar. Ele sorriu e, enquanto retomava a marcha, me disse: "Acho que você não tá a fim de dormir, né?". Inevitavelmente, comecei a me molhar, sentia a renda das meias se roçando, me dando uma espécie de eletricidade que percorria meu corpo todo, senti meus mamilos durinhos. O cara não perdia a chance de me olhar sempre que podia, me deixando cada vez pior. Precisava dizer algo, totalmente contra o que meu corpo pedia, falei: — "Sinceramente, não posso! Não consigo trair meu marido, me desculpa. Você me atrai, me atrai pra caralho!, mas não posso." Foi um momento de lucidez, que agradeço por ter tido. O cara sorriu de novo, não levou a mal, nem se ofendeu, nada disso. Pelo contrário, de um jeito super doce, me disse: — "Bom, valeu pelo elogio, não se preocupa, gostosa, essas coisas são assim, né?" Antes que eu dissesse algo, ele continuou: — "Sabe, quero te pedir uma coisa, e você não pode me dizer não." O cara era super sedutor, ele falava e eu derretia, era a verdade. "O quê? Fala" — eu disse. — "Sinceramente, tô muito excitado, passei a viagem toda pensando em você! Te incomoda se eu parar um pouco e me masturbar, pra te mostrar como você me deixou? Você só olha, ok?" Senti um arrepio no fundo da minha pussy, com a voz trêmula falei: — "Fala sério, sim." Na hora ele procurou um lugar tranquilo e parou o carro. Desligou o motor e a música. O silêncio anunciava o que vinha. "Aqui tá de boa, vem pra frente" — disse, enquanto me estendia a mão pra me guiar até o banco do carona. Sentei meio de lado, estava nervosa e com tesão. Ele levou as mãos até a fivela do cinto, desabotoou, num puxão saíram todos os botões da braguilha, eu olhava os movimentos dele. Um volume grande apareceu, apertado pela cueca. Minha respiração acelerou, as batidas do meu coração ecoavam no meu Peito e orelhas. Além de lindo, tinha uma pica enorme!. - "olha, olha" ele me dizia enquanto a mão dele tirava a pica, que parecia não ter fim de tão comprida, grossa, cabeçuda!. Senti meus olhos saltarem, ele notou meu espanto. "Gostou?" - disse. Com uma espécie de gemido, respondi: "Sim". Tava com uma vontade incontrolável de tocar, bater uma, chupar, ser comida!. Ele começou a bater uma, em dois movimentos, a pica dele já tava dura, inchada, cheia de veias. Hummm que delícia, minha boca encheu d'água, minha buceta tava toda molhada, sentia meus fluidos escorrendo pela bunda. Meu olhar tava fixo na pica dele, ele me olhava e batia uma mais forte. De vez em quando parava e apertava ela, parecia que ia explodir. "Você gosta assim grande?" - disse Tentei responder, mas só gemi, tava perdidamente com tesão. Morria de vontade que ele pedisse pra eu tocar. Mas ele não pediu, nem deu uma indireta, nada!. Se tivesse pedido, não sei como terminava. Ele abaixou a calça até o tornozelo, abriu as pernas o máximo que pôde e continuou se masturbando mais forte, e diante do meu olhar atento, começou a soltar jatos de porra pra todo lado. Acho que gemi junto com ele enquanto gozava. Fiquei perplexa, imóvel, ofegante, cheia de desejo. Ele pegou uns lenços e se limpou sem dizer nada, arrumou a roupa, eu continuava olhando na mesma posição, como se esperasse algo. Quando ouvi o motor ligar, voltei à realidade. "Valeu". - disse e continuou a viagem. Eu não conseguia nem falar, olhei pela janela tentando me acalmar, minhas mãos ainda tremiam. A viagem pareceu mais curta do que foi, chegamos. "Você não me deve nada, a gente se vê" - disse, sem mais. "Beleza, valeu". Saí do carro e vi ele ir embora. Naquela noite, precisei me masturbar várias vezes pra conseguir dormir.
Entrei no carro, a gente se cumprimentou com o motorista, e olha, eu dei uma olhada nele, o cara era uma gostosura. Eu tenho 31, ele devia ter menos de 30. Batemos um papo durante a viagem, falei que ia pro aniversário da minha afilhada. A conversa foi de boa, nada estranho. Quando chegamos, paguei e perguntei se os motoristas vinham até ali, pra quando eu voltasse, já que o lugar é meio duvidoso. Ele falou que geralmente não, mas que eu desse uma olhada se ele tava por perto, que ele vinha. Eu disse que não voltava muito tarde, e ficou nisso.
O aniversário foi legal, geral bebendo e fazendo bagunça. Por sorte meus primos estavam lá, então fiquei com eles a maior parte do tempo. Entre uma coisa e outra, já era umas doze horas, um dos meus primos virou barman e começou a preparar drinks. Me ofereceu um e aceitei, um tal de "Pantera Rosa". Pensei: tomo o drink e vazo. Enquanto ele preparava a mistura igual um químico doido, eu me adiantei e reservei o Uber. Olhei e o cara que me trouxe tava com umas horas pra chegar, mas tinha outros, reservei a viagem com ele. Já com o drink na mão, continuei batendo papo com meus primos, o drink tava com uma cara muito boa, dei um gole grande e queimou minha garganta, era forte! Mas depois ficava um gostinho gostoso que te fazia querer continuar bebendo, então fui tomando de goles pequenos. Enquanto a gente conversava besteira, o álcool começou a fazer efeito. Eu tava "alegrinha". Nisso, o celular toca, o Uber tava perto. Me despedi rápido de todo mundo, peguei minhas coisas e fui embora. "Vai levar o copo?" — meu primo fala, rindo. Eu tava saindo com o copo na mão, me pegou de surpresa. Levei o canudinho à boca e dei três goladas, pra terminar o meio copo que tinha sobrado. Talvez tivesse sido uma má ideia!
O carro já tava esperando, entrei. Não falei nada. Vi que ele me olhava pelo espelho, senti o olhar dele me analisando, talvez eu tivesse viajando porque aquele meio copo que tomei antes de sair mexeu com minha cabeça. Me perdi no olhar dele, agora ele era muito mais gostoso do que quando me trouxe. Senti um arrepio seguido de um calorão do caralho. Com certeza ele percebeu que eu tava meio bêbada. Ele riu e começou a puxar papo enquanto dirigia. Me perguntou como foi, se a festa foi boa. Minha boca foi mais rápida que minha mente, respondi, deixando claro que tava bebada.
Ele continuava me perguntando coisas e eu respondia, com certeza ele tava curtindo aquilo. Num momento, me perguntou como ia terminar minha noite, nada, ia pra casa da minha mãe e provavelmente ia dormir, bem sem graça, falei! "Eu também tô terminando, essa é minha última corrida, e na verdade já devia ter parado há um tempão, fiquei pra vir te buscar, não ia te deixar aqui. Com certeza ninguém ia querer te levar. Além do mais, você me pareceu muito gostosa." Meu coração começou a bater forte, senti a necessidade de responder alguma coisa! Tava confusa, me pegou de surpresa. A conversa não tava indo por esse lado e de repente isso.
"Valeu, você também é muito gostoso" — falei. Na real, o cara era uma delícia! Eu não acreditava que ele tava dando em cima de mim, não falei mais nada porque talvez eu tivesse viajando na maionese, e foi só um elogio.
Teve um silêncio, a gente tava esperando no semáforo, ele me olha pelo espelho e fala: — "Eu... você não topa fazer alguma coisa?" Os nervos me traíram, as palavras dele... Ainda ecoavam na minha cabeça e, sem querer, minha boca falou por mim e soltou um "não sei", que saiu como um gemido. Senti que ia desmaiar. Ele sorriu e, enquanto retomava a marcha, me disse: "Acho que você não tá a fim de dormir, né?". Inevitavelmente, comecei a me molhar, sentia a renda das meias se roçando, me dando uma espécie de eletricidade que percorria meu corpo todo, senti meus mamilos durinhos. O cara não perdia a chance de me olhar sempre que podia, me deixando cada vez pior. Precisava dizer algo, totalmente contra o que meu corpo pedia, falei: — "Sinceramente, não posso! Não consigo trair meu marido, me desculpa. Você me atrai, me atrai pra caralho!, mas não posso." Foi um momento de lucidez, que agradeço por ter tido. O cara sorriu de novo, não levou a mal, nem se ofendeu, nada disso. Pelo contrário, de um jeito super doce, me disse: — "Bom, valeu pelo elogio, não se preocupa, gostosa, essas coisas são assim, né?" Antes que eu dissesse algo, ele continuou: — "Sabe, quero te pedir uma coisa, e você não pode me dizer não." O cara era super sedutor, ele falava e eu derretia, era a verdade. "O quê? Fala" — eu disse. — "Sinceramente, tô muito excitado, passei a viagem toda pensando em você! Te incomoda se eu parar um pouco e me masturbar, pra te mostrar como você me deixou? Você só olha, ok?" Senti um arrepio no fundo da minha pussy, com a voz trêmula falei: — "Fala sério, sim." Na hora ele procurou um lugar tranquilo e parou o carro. Desligou o motor e a música. O silêncio anunciava o que vinha. "Aqui tá de boa, vem pra frente" — disse, enquanto me estendia a mão pra me guiar até o banco do carona. Sentei meio de lado, estava nervosa e com tesão. Ele levou as mãos até a fivela do cinto, desabotoou, num puxão saíram todos os botões da braguilha, eu olhava os movimentos dele. Um volume grande apareceu, apertado pela cueca. Minha respiração acelerou, as batidas do meu coração ecoavam no meu Peito e orelhas. Além de lindo, tinha uma pica enorme!. - "olha, olha" ele me dizia enquanto a mão dele tirava a pica, que parecia não ter fim de tão comprida, grossa, cabeçuda!. Senti meus olhos saltarem, ele notou meu espanto. "Gostou?" - disse. Com uma espécie de gemido, respondi: "Sim". Tava com uma vontade incontrolável de tocar, bater uma, chupar, ser comida!. Ele começou a bater uma, em dois movimentos, a pica dele já tava dura, inchada, cheia de veias. Hummm que delícia, minha boca encheu d'água, minha buceta tava toda molhada, sentia meus fluidos escorrendo pela bunda. Meu olhar tava fixo na pica dele, ele me olhava e batia uma mais forte. De vez em quando parava e apertava ela, parecia que ia explodir. "Você gosta assim grande?" - disse Tentei responder, mas só gemi, tava perdidamente com tesão. Morria de vontade que ele pedisse pra eu tocar. Mas ele não pediu, nem deu uma indireta, nada!. Se tivesse pedido, não sei como terminava. Ele abaixou a calça até o tornozelo, abriu as pernas o máximo que pôde e continuou se masturbando mais forte, e diante do meu olhar atento, começou a soltar jatos de porra pra todo lado. Acho que gemi junto com ele enquanto gozava. Fiquei perplexa, imóvel, ofegante, cheia de desejo. Ele pegou uns lenços e se limpou sem dizer nada, arrumou a roupa, eu continuava olhando na mesma posição, como se esperasse algo. Quando ouvi o motor ligar, voltei à realidade. "Valeu". - disse e continuou a viagem. Eu não conseguia nem falar, olhei pela janela tentando me acalmar, minhas mãos ainda tremiam. A viagem pareceu mais curta do que foi, chegamos. "Você não me deve nada, a gente se vê" - disse, sem mais. "Beleza, valeu". Saí do carro e vi ele ir embora. Naquela noite, precisei me masturbar várias vezes pra conseguir dormir.
7 comentários - Viagem de Uber
lo volviste a llamar?