Naquele meio-dia, o sexo foi fenomenal, não trocamos uma palavra, não precisou, a gente tava em êxtase, a cama do quarto era um rio. Depois disso, tomamos banho e seguimos com a rotina do dia. Ela tinha conquistado o dia de spa dela. Naquela noite, a gente transou de novo, eu ficava viajando pensando no que ela teria dito pros outros sobre a minha esposa, na bronha que ele tava batendo de noite, a Pau não falava nada, mas eu tinha certeza que a situação tava deixando ela bem excitada. No dia seguinte, quis dobrar a aposta, mas a Pau recusou, dizia que já tinha sido suficiente, mas toda vez que eu chegava perto e comentava sobre o assunto, comer ela ficava muito fácil porque ela acendia na hora, então fiquei uns dias negando sexo pra deixar ela bem no fogo, de vez em quando eu ia lá, apalpava um pouco e saía, até onde eu sabia ela não se masturbava, não gostava, então imagino que ela tava se remoendo. De noite, ela me procurava, mas eu não aceitava, pedia pra levar o jogo um passo adiante, e aí a gente teria todo o sexo que ela queria/precisava (ela pode gozar várias vezes seguidas numa mesma transa). Depois de uns dias de abstinência e eu insistindo, ela aceitou, mas disse que seria a última vez. Foi assim que no dia seguinte meu plano foi pra frente, já fazia um tempo que a gente guardava o pote dela na geladeira porque a geladeirinha que tava no tanque tinha quebrado. Então sugeri pra Pau que ela "esquecesse" de subir o pote dela pra ele descer buscar, e que ela convidasse ele pra entrar e comer dentro de casa (o coitado comia a 34, 35 graus). Até aí, nada demais, mas a coisa não termina aí, ela tinha que estar de biquíni e eu supostamente estaria tirando um cochilo pra o cara se animar a entrar. Óbvio que o primeiro foi um Não, categórico, mas depois de umas apalpadas ela acabou cedendo, mas deixou claro que colocaria um top porque estar só de biquíni parecia muito sugestivo, claro que não ia mostrar os "limõezinhos" dela, mas a raba divina que ela tem. Isso me deixou muito excitado. Tinha chegado a hora em que sempre passávamos o tupper pra ele, não passaram 10 minutos e o cara desceu e bateu palma na porta. Ela falou:
- Entra!
Ela tinha me enganado, não só estava de top, mas também de um mini short. Embora estivesse super gostosa, a ideia era que ela estivesse mostrando alguma coisa. Ela ofereceu pra ele comer ali dentro, porque lá fora tava mais quente que o normal (era mentira, todo dia era um inferno naquela hora). O cara entrou na cozinha, abriu o tupper dele e começou a comer enquanto a Pau andava pela casa.
Mina:
- Seu marido não se importa de você comer aqui?
Pau:
- Não, não, sem problema. Ele tá descansando mesmo, pode comer tranquilo e depois continuar com o que você tava fazendo.
O cara agradeceu e continuou comendo. Devia ter uns 22 anos, nem bonito nem feio. Tinha um sotaque, então provavelmente era de algum interior do país. Era bem magro, altura normal, mas dava pra ver que tinha umas mãos fortes. Fiquei um tempo espiando de lado, os quartos estavam nas costas dele. Me excitava pensar em como aquelas mãos iam agarrar a bunda da minha esposa.
Sabia que se eu não fizesse nada, não ia rolar nada "excitante", então decidi aparecer. Comprimentei o cara e perguntei pra Pau se ela não queria pular na piscina comigo. Ela me olhou confusa, sem entender o que eu queria com aquilo, mas aceitou. Passei do lado dela e falei: vamos...
Pau:
- Espera, vou pegar o biquíni.
Eu:
- Entra com isso mesmo, não tem problema. Se o cara já é quase da família.
E num instante eu tirei o top dela e desabotoei o mini short jeans. Ela ficou chocada, nem eu sabia como tinha tido coragem de fazer aquilo. O cara até riu, mas não conseguia disfarçar que só tinha olhos pra ela.
Pau:
- Ei? Cê tá louco? (rindo) Não posso entrar assim.
Segurei a mão dela com força e saímos pra fora.
Ela sussurrou:
Pau:
- Sério mesmo? Quer que eu fique só de fio dental na frente dele?
Eu:
- Eu já te vi de biquíni, que diferença faz ele te ver assim?
Pau:
- Mano, a gente tá passando dos limites. Se ele chegar a... falar pro chefe e vão cancelar a obra por tarados
Eu: - cê acha que o cara vai contar? não acha estranho que eles sempre vão comer sem ele? é porque ele não comenta nada, senão todo mundo já traria suas marmitas, vamos aproveitar que o cara é discreto.
Na sequência, puxei a calça dele pra baixo, a bunda da Pau tinha ficado de fora, ela tava de fio dental preta, minúscula, bem pequenininha, na frente mal cobria, e em cima tinha um top esportivo preto também. Era uma gostosa. Ela tinha ficado de costas pra janela da cozinha, o cara podia ver o espetáculo inteiro, a Pau não perdeu tempo e pulou na piscina morrendo de vergonha.
Pulei atrás dela.
Pau: - cê é louco, amor?? O cara vai achar que eu quero dar pra ele
Eu: - e não quer? (rindo) a pergunta foi meio séria e meio de brincadeira, eu mesmo não sabia se tava pronto pra algo assim.
Pau: - Não (ficou séria). Uma coisa era a gente brincar, outra bem diferente incluir alguém
Eu: - calma, amor, não tem problema (enquanto me aproximava dela)
Debaixo d'água, eu tinha abaixado um pouco meu short de banho e comecei a esfregar meu pau na barriga dela. Ela se afastou timidamente. Tava brincando com minha esposa de calcinha e sutiã, enquanto um cara nos olhava pela cozinha. Não tirava os olhos da gente.
Eu: - quer que eu meta um pouquinho?
Pau: - (tímida e brava) cê tá passando dos limites, não, sai (me empurrou pra trás).
Nisso, o cara aparece avisando que o celular dela tava tocando, não podia receber notícia melhor, rapidamente falei pra Pau atender, sair logo. Ela não conseguiu dar desculpa na frente do rapaz, então saiu, o corpo todo molhado de calcinha e sutiã era um espetáculo, as bandas da bunda dela quicavam a cada passo, quando passou na frente do cara, quase que instintivamente, ele se virou pra olhar, eu me virei, mergulhei na piscina como se convidasse ele a olhar sem problema, sem culpa.
Passaram uns segundos e Pau grita: - é o seu, tá carregando, não posso pegar, tô encharcada.
Então vou até o rapaz com o olhar: — Você podia passar o celular pra minha esposa, por favor, e espera ela terminar pra colocar de novo pra carregar. Valeu!
Meu coração tava a mil, não sabia como tinha me ocorrido uma ideia tão rápida, o tesão tinha tomado conta do meu corpo. O moleque entrou rápido, explicou do jeito que deu pra Pau o que eu tinha falado, e passou o celular, ficou do lado dela, com certeza olhando o corpo todo da minha mulher. A ideia dele estar perto da minha esposa, e ela de calcinha e sutiã molhados, me deixou muito excitado.
A ligação era de um amigo, então Pau despachou ele rápido, falando que ligava depois. Agradeceu o garoto e ele voltou pra cima com o tapper, já tinha comido tudo, voltou pro trampo dele.
Esperei a ereção baixar pra voltar a entrar, Pau não falava comigo. Tinha ido se secar pra trocar de roupa, durante o dia inteiro não me dirigiu a palavra. De noite tentei chegar nela, e não teve jeito.
Na manhã seguinte era sábado, fomos tomar café e o silêncio continuava…
Eu: — Fala, amor, é tanto assim? Foi uma brincadeira só…
Passaram uns segundos
Pau: — Você passou dos limites!
Eu: — Por quê? Você ficou um tempinho do lado dele só, se despachou o Fer (meu amigo) rapidão.
Pau: — Rapidão? Pra mim foram horas, o cara me encostou demais (quase chorando)
Eu: — Como assim? (não sabia como reagir, se ficar puto ou excitado…)
Pau: — Sim, quando o cara entrou eu tava em cima do pano de chão pra não molhar a casa, ele colou em mim pra pegar o celular porque não alcançava, eu tava no caminho, pensei que ia me dar e se afastar pra trás, mas ficou me apoiando, ainda por cima eu tava toda molhada, e a calça que ele tem é bem fininha, molhou e eu sentia tudo, nem sei se ele tava de cueca
Quando ela me falou isso, minha excitação foi a mil, tive uma ereção que não dava pra disfarçar
Pau: (vendo minha ereção na cueca) — Sério que você vai ficar excitado? É pesado o que aconteceu…
Me aproximei dela e abracei…
Eu: — Amor, não aconteceu nada, ele nem deve ter percebido conta que te apoio
Pau:- que nada, se tava era bem duro, nene
Com isso ela me detonou de vez, afastei o abraço, olhei pra ela e meti um beijão, na sequência tirei a cueca e ela começou a me punhetar.
Eu:- te apoio muito? Sério? (enquanto meus dedos entravam na calcinha dela pra procurar timidamente o clitóris).
Pau:- sim (babando um pouco em mim, aí me esquentou mais)
Eu:- e você gostou?
Pau:- não!
Eu:- fala, me diz a verdade, um pouquinho de gosto?
Pau:- (custou mas finalmente falou) um pouquinho pode ser (e rapidamente completou) mas porque eu sei que você gosta (se livrando da culpa)
Eu:- sim, eu adoro, love (nesse ponto já estávamos nos masturbando um ao outro bem rápido). Vou gozar se você continuar assim, love…
Pau:- não, espera (abaixou a calcinha, tirou minha cueca e me levou pra cama, fazia tempo que não transávamos, então tava muito tesuda)
Ela me empurrou na cama e sentou em cima de mim, tava ensopada! Nesse ritmo eu ia gozar muito rápido, mas Pau me venceu, umas cavalgadas e ela teve o primeiro orgasmo do dia. Naquela tarde passamos transando, fazia anos que não tínhamos um dia assim, chegou num ponto que meu pau ardia, fazer xixi era um castigo.
Chegou a manhã de domingo
Pau:- bom dia, love! (enquanto entrava na cozinha com uma fio dental branca, sem sutiã)
Eu:- bom dia, love, como você tá?? Que dia que tivemos ontem!!
Pau:- haha sim, fazia tempo que você não me atendia tão bem haha
Eu:- percebe como faz bem pro relacionamento minhas brincadeirinhas?? Haha
Pau:- haha pode ser, mas eu te falei que era a última, então já era, se contenta com isso.
No fundo eu sabia que se insistisse ia conseguir continuar com essas brincadeiras, mas não quis começar uma negociação, então não falei nada, e seguimos nosso dia como sempre fazemos aos domingos. Naquela noite não conseguia dormir, pensava em como podia fazer pra levar tudo isso pra um passo além, a questão é que um passo além já seria elas fazerem algo e eu tinha um pouco de medo disso, embora claro, o tesão fosse maior. Forte.
Chegou segunda-feira e, para nossa surpresa, a mina não veio. Era a primeira vez que ela faltava, a decepção foi grande. Até a Pau estava estranha, não fiz nenhum comentário sobre isso pra não foder com ela e estragar tudo. Deve estar doente, foi o que pensei…
A história se repetiu terça, quarta e quinta, então na sexta decidi falar com o encarregado. Durante todos esses dias, o clima na casa tava uma merda, claramente esses jogos tinham reacendido a chama, e o fato do moleque parar de vir afetou o ânimo, especialmente na Pau, que mesmo sem dizer nada, tava apagada. Essa semana não transamos.
Eram 12:30 da tarde de sexta e os caras estavam saindo pra almoçar…
Eu: – Osvaldo! (me dirigindo ao encarregado dos peões da obra, um cara bem alto, grandão com uma barriguinha, os cabelos grisalhos cobrindo o cabelo comprido, preso num rabo de cavalo, barba de 3,4 dias e um bigode bem cheio)
Osv.: – Sim, pode falar… (parando na porta de saída pra calçada)
Eu: – Desculpa incomodar, mas queria perguntar… um dos caras parou de vir, né? Aconteceu alguma coisa?
Osv.: – Ah, sim, o Trillo (parando de repente), digo, Enzo, sim, Enzo.
Eu: – Trillo?
Osv.: – Sim, desculpa, é o apelido que a gente usa (rindo)
Eu: – E por que chamam ele de Trillo?
Osv.: – (hesitando) Como te explicar… viu, por Potrillo a gente chama ele assim, você me entende, né? O moleque tem o dele… (levantando as sobrancelhas)
Eu: – (fingindo desinteresse e dando uma risadinha curta) Ah, por isso, tá bom. E me diz, teve algum problema com o cara?
Osv.: – Sim, sim, mandei ele embora…
Eu: – Como assim?? (surpreso e quase puto)
Osvaldo se assustou com minha reação…
Osv.: – Sim, sim, ele faltou a semana toda, então ontem à noite falei pra ele não voltar mais. Na real, o cara sempre fazia isso, sexta recebia e segunda era um parto acordar cedo pra vir trabalhar, gastava tudo em farra no fim de semana, bebida e mulher. Aliás, te digo, ele já tinha me Surpreso, porque desde que começamos aqui há um mês mais ou menos, era a primeira semana que ele faltava. Pensei que o cara tinha se ligado, mas parece que não... (dando de ombros)
Eu: - (tentando convencê-lo a voltar atrás) Mas escuta, é a primeira vez que ele faz isso, o cara. Além disso, ele trabalha bem, é muito respeitoso. Por que você não liga pra ele e manda voltar na segunda? A gente faz de conta que nada aconteceu...
Osv.: - (meio surpreso com meu interesse e insistência no assunto) Não... já era, esse garoto não tem mais jeito. Além disso, ele atrasou um monte de coisas por ter ficado esses dias fora. Mas não se preocupa, que na segunda eu já arrumo outro cara.
Eu: - (não ia desistir fácil, minha cabeça já tava a mil pra ver como fazer ele voltar atrás na decisão) Escuta, desculpa me intrometer, mas... por que você não liga pra ele e dá a chance de vir esse fim de semana recuperar o serviço? Vou ser sincero, colocar alguém novo aqui em casa não ia cair muito bem pra mim e pra minha esposa. A gente prefere que quem já tá continue trabalhando. Por isso tô pedindo se você pode ligar pra ele e mandar ele voltar amanhã. Melhor ainda, se quiser evitar uma briga, eu mesmo ligo pro garoto e explico...
Osv.: - (pensou por uns segundos) Tá bom, não se preocupa. Eu ligo pra ele e mando vir amanhã. Não vai discutir comigo não, porque ele tava muito arrependido de perder esse trampo. E olha... é a primeira vez, porque já tivemos discussões antes onde eu mandava ele embora e ele parecia que não tava nem aí, mas dessa vez, sei lá, ele implorou pra voltar...
Eu: - É... a situação tá difícil, ele deve ter percebido o erro que cometeu. Perfeito então, fala pra ele que a gente espera ele amanhã! Não vou mais te encher o saco, vai almoçar, Osvaldo!
O homem balançou a cabeça e foi embora. A jogada tinha dado certo demais. Não só eu tinha recuperado o Enzo, como ia tê-lo no fim de semana em casa. Ele ia virar nosso brinquedo, ou pelo menos era o que eu esperava. E ainda por cima tinha descoberto que o cara tava bem na fita. Dotado, isso me deixou com muito tesão.
Assim que voltei pra dentro, contei toda a situação pra Pau, menos o apelido.
Tentei parecer desinteressado, mas era óbvio que a notícia tinha alegrado o dia dela…
Naquela noite, quando a gente ia dormir, puxei o assunto do apelido dele.
Eu: – Amor, esqueci de te contar, sabe como chamam o Enzo?
Pau: – (confusa) Hã?? Haha, não sei, como chamam?
Eu: – Trillo, tipo potrinho.
Pau: – (surpresa) Haha, fala sério, navo, como chamam mesmo?
Eu: – É sério, chamam ele assim, parece que teu garoto é bem dotado (meu pau já tinha começado a dar sinais de vida).
Fui me aproximando dela, encostando minha protuberância na pélvis dela… ela não disse nada, não ofereceu resistência e se entregou ao prazer. Ficamos um tempão nos beijando enquanto meus dedos brincavam dentro da calcinha dela, ela tinha abaixado minha cueca e me masturbava devagarzinho. Virei ela, deitei de bruços na cama e comecei a chupar a bunda dela, ela adora, era um espetáculo ver aquela bunda grande, carnuda, pronta pra ser devorada. Ela gemia de prazer, tinha se dilatado como nunca (embora algumas vezes tivesse me dado a bunda, não era uma prática comum), toda minha baba escorria do buraquinho dela até a buceta, tava uma delícia. Me levantei e fui subindo até deitar meu corpo sobre o dela, ela arqueou um pouco a cintura e meu pau entrou muito fácil (minhas medidas são padrão, digamos assim, a ideia de que o Enzo era bem dotado não saía da minha cabeça). Comecei a comer ela devagar…
Pau: – Mmmm, adoro.
Eu: – Que gostosa você tá, amor.
Pau: – Sim, viu?? Muito… (gemendo)
Eu: – Mmm sim, posso saber por quê?
Pau: – Por você, meu amor, quando me procura, me encontra e você sabe disso, só que você anda me procurando pouco ultimamente (tinha começado a ficar mole).
Eu: – (enquanto acelerava) Pra mim você tá com tesão por causa do teu garoto (chamar ele assim me deixava louco).
Ela não disse nada, geralmente ela costuma me contradizer nessas coisas, sabia que tinha ela na mão, continuou gemendo… Eu:- Amanhã a gente vai ter ele só pra nós, não quer brincar com ele??
Pau:- (totalmente extasiada, os gemidos eram gritos) com o que você quer brincar, bebê?
Com essa pergunta retórica, ela já tinha me deixado louco, tava disposta a ouvir minha proposta… a gozada era iminente…
Eu:- Quero que você brinque com ele, que siga minhas instruções e a gente se acabe de prazer esse fim de semana… ahhh, gozei, amor!
Pau:- eu também… mmmmm, ahhhhh
Foi uma gozada simultânea, incrível, a gente tava derretido. Eu tinha enchido a buceta dela de porra, era uma carga de vários dias (ela toma anticoncepcional, então a gente sempre transa sem camisinha).
Depois disso, não consegui dormir. Pau me pediu pra masturbá-la mais duas vezes depois da gozada dela, e dormiu tranquilamente. Eu, no entanto, tinha que pensar no que ia fazer pra levar tudo pro próximo nível.
- Entra!
Ela tinha me enganado, não só estava de top, mas também de um mini short. Embora estivesse super gostosa, a ideia era que ela estivesse mostrando alguma coisa. Ela ofereceu pra ele comer ali dentro, porque lá fora tava mais quente que o normal (era mentira, todo dia era um inferno naquela hora). O cara entrou na cozinha, abriu o tupper dele e começou a comer enquanto a Pau andava pela casa.
Mina:
- Seu marido não se importa de você comer aqui?
Pau:
- Não, não, sem problema. Ele tá descansando mesmo, pode comer tranquilo e depois continuar com o que você tava fazendo.
O cara agradeceu e continuou comendo. Devia ter uns 22 anos, nem bonito nem feio. Tinha um sotaque, então provavelmente era de algum interior do país. Era bem magro, altura normal, mas dava pra ver que tinha umas mãos fortes. Fiquei um tempo espiando de lado, os quartos estavam nas costas dele. Me excitava pensar em como aquelas mãos iam agarrar a bunda da minha esposa.
Sabia que se eu não fizesse nada, não ia rolar nada "excitante", então decidi aparecer. Comprimentei o cara e perguntei pra Pau se ela não queria pular na piscina comigo. Ela me olhou confusa, sem entender o que eu queria com aquilo, mas aceitou. Passei do lado dela e falei: vamos...
Pau:
- Espera, vou pegar o biquíni.
Eu:
- Entra com isso mesmo, não tem problema. Se o cara já é quase da família.
E num instante eu tirei o top dela e desabotoei o mini short jeans. Ela ficou chocada, nem eu sabia como tinha tido coragem de fazer aquilo. O cara até riu, mas não conseguia disfarçar que só tinha olhos pra ela.
Pau:
- Ei? Cê tá louco? (rindo) Não posso entrar assim.
Segurei a mão dela com força e saímos pra fora.
Ela sussurrou:
Pau:
- Sério mesmo? Quer que eu fique só de fio dental na frente dele?
Eu:
- Eu já te vi de biquíni, que diferença faz ele te ver assim?
Pau:
- Mano, a gente tá passando dos limites. Se ele chegar a... falar pro chefe e vão cancelar a obra por tarados
Eu: - cê acha que o cara vai contar? não acha estranho que eles sempre vão comer sem ele? é porque ele não comenta nada, senão todo mundo já traria suas marmitas, vamos aproveitar que o cara é discreto.
Na sequência, puxei a calça dele pra baixo, a bunda da Pau tinha ficado de fora, ela tava de fio dental preta, minúscula, bem pequenininha, na frente mal cobria, e em cima tinha um top esportivo preto também. Era uma gostosa. Ela tinha ficado de costas pra janela da cozinha, o cara podia ver o espetáculo inteiro, a Pau não perdeu tempo e pulou na piscina morrendo de vergonha.
Pulei atrás dela.
Pau: - cê é louco, amor?? O cara vai achar que eu quero dar pra ele
Eu: - e não quer? (rindo) a pergunta foi meio séria e meio de brincadeira, eu mesmo não sabia se tava pronto pra algo assim.
Pau: - Não (ficou séria). Uma coisa era a gente brincar, outra bem diferente incluir alguém
Eu: - calma, amor, não tem problema (enquanto me aproximava dela)
Debaixo d'água, eu tinha abaixado um pouco meu short de banho e comecei a esfregar meu pau na barriga dela. Ela se afastou timidamente. Tava brincando com minha esposa de calcinha e sutiã, enquanto um cara nos olhava pela cozinha. Não tirava os olhos da gente.
Eu: - quer que eu meta um pouquinho?
Pau: - (tímida e brava) cê tá passando dos limites, não, sai (me empurrou pra trás).
Nisso, o cara aparece avisando que o celular dela tava tocando, não podia receber notícia melhor, rapidamente falei pra Pau atender, sair logo. Ela não conseguiu dar desculpa na frente do rapaz, então saiu, o corpo todo molhado de calcinha e sutiã era um espetáculo, as bandas da bunda dela quicavam a cada passo, quando passou na frente do cara, quase que instintivamente, ele se virou pra olhar, eu me virei, mergulhei na piscina como se convidasse ele a olhar sem problema, sem culpa.
Passaram uns segundos e Pau grita: - é o seu, tá carregando, não posso pegar, tô encharcada.
Então vou até o rapaz com o olhar: — Você podia passar o celular pra minha esposa, por favor, e espera ela terminar pra colocar de novo pra carregar. Valeu!
Meu coração tava a mil, não sabia como tinha me ocorrido uma ideia tão rápida, o tesão tinha tomado conta do meu corpo. O moleque entrou rápido, explicou do jeito que deu pra Pau o que eu tinha falado, e passou o celular, ficou do lado dela, com certeza olhando o corpo todo da minha mulher. A ideia dele estar perto da minha esposa, e ela de calcinha e sutiã molhados, me deixou muito excitado.
A ligação era de um amigo, então Pau despachou ele rápido, falando que ligava depois. Agradeceu o garoto e ele voltou pra cima com o tapper, já tinha comido tudo, voltou pro trampo dele.
Esperei a ereção baixar pra voltar a entrar, Pau não falava comigo. Tinha ido se secar pra trocar de roupa, durante o dia inteiro não me dirigiu a palavra. De noite tentei chegar nela, e não teve jeito.
Na manhã seguinte era sábado, fomos tomar café e o silêncio continuava…
Eu: — Fala, amor, é tanto assim? Foi uma brincadeira só…
Passaram uns segundos
Pau: — Você passou dos limites!
Eu: — Por quê? Você ficou um tempinho do lado dele só, se despachou o Fer (meu amigo) rapidão.
Pau: — Rapidão? Pra mim foram horas, o cara me encostou demais (quase chorando)
Eu: — Como assim? (não sabia como reagir, se ficar puto ou excitado…)
Pau: — Sim, quando o cara entrou eu tava em cima do pano de chão pra não molhar a casa, ele colou em mim pra pegar o celular porque não alcançava, eu tava no caminho, pensei que ia me dar e se afastar pra trás, mas ficou me apoiando, ainda por cima eu tava toda molhada, e a calça que ele tem é bem fininha, molhou e eu sentia tudo, nem sei se ele tava de cueca
Quando ela me falou isso, minha excitação foi a mil, tive uma ereção que não dava pra disfarçar
Pau: (vendo minha ereção na cueca) — Sério que você vai ficar excitado? É pesado o que aconteceu…
Me aproximei dela e abracei…
Eu: — Amor, não aconteceu nada, ele nem deve ter percebido conta que te apoio
Pau:- que nada, se tava era bem duro, nene
Com isso ela me detonou de vez, afastei o abraço, olhei pra ela e meti um beijão, na sequência tirei a cueca e ela começou a me punhetar.
Eu:- te apoio muito? Sério? (enquanto meus dedos entravam na calcinha dela pra procurar timidamente o clitóris).
Pau:- sim (babando um pouco em mim, aí me esquentou mais)
Eu:- e você gostou?
Pau:- não!
Eu:- fala, me diz a verdade, um pouquinho de gosto?
Pau:- (custou mas finalmente falou) um pouquinho pode ser (e rapidamente completou) mas porque eu sei que você gosta (se livrando da culpa)
Eu:- sim, eu adoro, love (nesse ponto já estávamos nos masturbando um ao outro bem rápido). Vou gozar se você continuar assim, love…
Pau:- não, espera (abaixou a calcinha, tirou minha cueca e me levou pra cama, fazia tempo que não transávamos, então tava muito tesuda)
Ela me empurrou na cama e sentou em cima de mim, tava ensopada! Nesse ritmo eu ia gozar muito rápido, mas Pau me venceu, umas cavalgadas e ela teve o primeiro orgasmo do dia. Naquela tarde passamos transando, fazia anos que não tínhamos um dia assim, chegou num ponto que meu pau ardia, fazer xixi era um castigo.
Chegou a manhã de domingo
Pau:- bom dia, love! (enquanto entrava na cozinha com uma fio dental branca, sem sutiã)
Eu:- bom dia, love, como você tá?? Que dia que tivemos ontem!!
Pau:- haha sim, fazia tempo que você não me atendia tão bem haha
Eu:- percebe como faz bem pro relacionamento minhas brincadeirinhas?? Haha
Pau:- haha pode ser, mas eu te falei que era a última, então já era, se contenta com isso.
No fundo eu sabia que se insistisse ia conseguir continuar com essas brincadeiras, mas não quis começar uma negociação, então não falei nada, e seguimos nosso dia como sempre fazemos aos domingos. Naquela noite não conseguia dormir, pensava em como podia fazer pra levar tudo isso pra um passo além, a questão é que um passo além já seria elas fazerem algo e eu tinha um pouco de medo disso, embora claro, o tesão fosse maior. Forte.
Chegou segunda-feira e, para nossa surpresa, a mina não veio. Era a primeira vez que ela faltava, a decepção foi grande. Até a Pau estava estranha, não fiz nenhum comentário sobre isso pra não foder com ela e estragar tudo. Deve estar doente, foi o que pensei…
A história se repetiu terça, quarta e quinta, então na sexta decidi falar com o encarregado. Durante todos esses dias, o clima na casa tava uma merda, claramente esses jogos tinham reacendido a chama, e o fato do moleque parar de vir afetou o ânimo, especialmente na Pau, que mesmo sem dizer nada, tava apagada. Essa semana não transamos.
Eram 12:30 da tarde de sexta e os caras estavam saindo pra almoçar…
Eu: – Osvaldo! (me dirigindo ao encarregado dos peões da obra, um cara bem alto, grandão com uma barriguinha, os cabelos grisalhos cobrindo o cabelo comprido, preso num rabo de cavalo, barba de 3,4 dias e um bigode bem cheio)
Osv.: – Sim, pode falar… (parando na porta de saída pra calçada)
Eu: – Desculpa incomodar, mas queria perguntar… um dos caras parou de vir, né? Aconteceu alguma coisa?
Osv.: – Ah, sim, o Trillo (parando de repente), digo, Enzo, sim, Enzo.
Eu: – Trillo?
Osv.: – Sim, desculpa, é o apelido que a gente usa (rindo)
Eu: – E por que chamam ele de Trillo?
Osv.: – (hesitando) Como te explicar… viu, por Potrillo a gente chama ele assim, você me entende, né? O moleque tem o dele… (levantando as sobrancelhas)
Eu: – (fingindo desinteresse e dando uma risadinha curta) Ah, por isso, tá bom. E me diz, teve algum problema com o cara?
Osv.: – Sim, sim, mandei ele embora…
Eu: – Como assim?? (surpreso e quase puto)
Osvaldo se assustou com minha reação…
Osv.: – Sim, sim, ele faltou a semana toda, então ontem à noite falei pra ele não voltar mais. Na real, o cara sempre fazia isso, sexta recebia e segunda era um parto acordar cedo pra vir trabalhar, gastava tudo em farra no fim de semana, bebida e mulher. Aliás, te digo, ele já tinha me Surpreso, porque desde que começamos aqui há um mês mais ou menos, era a primeira semana que ele faltava. Pensei que o cara tinha se ligado, mas parece que não... (dando de ombros)
Eu: - (tentando convencê-lo a voltar atrás) Mas escuta, é a primeira vez que ele faz isso, o cara. Além disso, ele trabalha bem, é muito respeitoso. Por que você não liga pra ele e manda voltar na segunda? A gente faz de conta que nada aconteceu...
Osv.: - (meio surpreso com meu interesse e insistência no assunto) Não... já era, esse garoto não tem mais jeito. Além disso, ele atrasou um monte de coisas por ter ficado esses dias fora. Mas não se preocupa, que na segunda eu já arrumo outro cara.
Eu: - (não ia desistir fácil, minha cabeça já tava a mil pra ver como fazer ele voltar atrás na decisão) Escuta, desculpa me intrometer, mas... por que você não liga pra ele e dá a chance de vir esse fim de semana recuperar o serviço? Vou ser sincero, colocar alguém novo aqui em casa não ia cair muito bem pra mim e pra minha esposa. A gente prefere que quem já tá continue trabalhando. Por isso tô pedindo se você pode ligar pra ele e mandar ele voltar amanhã. Melhor ainda, se quiser evitar uma briga, eu mesmo ligo pro garoto e explico...
Osv.: - (pensou por uns segundos) Tá bom, não se preocupa. Eu ligo pra ele e mando vir amanhã. Não vai discutir comigo não, porque ele tava muito arrependido de perder esse trampo. E olha... é a primeira vez, porque já tivemos discussões antes onde eu mandava ele embora e ele parecia que não tava nem aí, mas dessa vez, sei lá, ele implorou pra voltar...
Eu: - É... a situação tá difícil, ele deve ter percebido o erro que cometeu. Perfeito então, fala pra ele que a gente espera ele amanhã! Não vou mais te encher o saco, vai almoçar, Osvaldo!
O homem balançou a cabeça e foi embora. A jogada tinha dado certo demais. Não só eu tinha recuperado o Enzo, como ia tê-lo no fim de semana em casa. Ele ia virar nosso brinquedo, ou pelo menos era o que eu esperava. E ainda por cima tinha descoberto que o cara tava bem na fita. Dotado, isso me deixou com muito tesão.
Assim que voltei pra dentro, contei toda a situação pra Pau, menos o apelido.
Tentei parecer desinteressado, mas era óbvio que a notícia tinha alegrado o dia dela…
Naquela noite, quando a gente ia dormir, puxei o assunto do apelido dele.
Eu: – Amor, esqueci de te contar, sabe como chamam o Enzo?
Pau: – (confusa) Hã?? Haha, não sei, como chamam?
Eu: – Trillo, tipo potrinho.
Pau: – (surpresa) Haha, fala sério, navo, como chamam mesmo?
Eu: – É sério, chamam ele assim, parece que teu garoto é bem dotado (meu pau já tinha começado a dar sinais de vida).
Fui me aproximando dela, encostando minha protuberância na pélvis dela… ela não disse nada, não ofereceu resistência e se entregou ao prazer. Ficamos um tempão nos beijando enquanto meus dedos brincavam dentro da calcinha dela, ela tinha abaixado minha cueca e me masturbava devagarzinho. Virei ela, deitei de bruços na cama e comecei a chupar a bunda dela, ela adora, era um espetáculo ver aquela bunda grande, carnuda, pronta pra ser devorada. Ela gemia de prazer, tinha se dilatado como nunca (embora algumas vezes tivesse me dado a bunda, não era uma prática comum), toda minha baba escorria do buraquinho dela até a buceta, tava uma delícia. Me levantei e fui subindo até deitar meu corpo sobre o dela, ela arqueou um pouco a cintura e meu pau entrou muito fácil (minhas medidas são padrão, digamos assim, a ideia de que o Enzo era bem dotado não saía da minha cabeça). Comecei a comer ela devagar…
Pau: – Mmmm, adoro.
Eu: – Que gostosa você tá, amor.
Pau: – Sim, viu?? Muito… (gemendo)
Eu: – Mmm sim, posso saber por quê?
Pau: – Por você, meu amor, quando me procura, me encontra e você sabe disso, só que você anda me procurando pouco ultimamente (tinha começado a ficar mole).
Eu: – (enquanto acelerava) Pra mim você tá com tesão por causa do teu garoto (chamar ele assim me deixava louco).
Ela não disse nada, geralmente ela costuma me contradizer nessas coisas, sabia que tinha ela na mão, continuou gemendo… Eu:- Amanhã a gente vai ter ele só pra nós, não quer brincar com ele??
Pau:- (totalmente extasiada, os gemidos eram gritos) com o que você quer brincar, bebê?
Com essa pergunta retórica, ela já tinha me deixado louco, tava disposta a ouvir minha proposta… a gozada era iminente…
Eu:- Quero que você brinque com ele, que siga minhas instruções e a gente se acabe de prazer esse fim de semana… ahhh, gozei, amor!
Pau:- eu também… mmmmm, ahhhhh
Foi uma gozada simultânea, incrível, a gente tava derretido. Eu tinha enchido a buceta dela de porra, era uma carga de vários dias (ela toma anticoncepcional, então a gente sempre transa sem camisinha).
Depois disso, não consegui dormir. Pau me pediu pra masturbá-la mais duas vezes depois da gozada dela, e dormiu tranquilamente. Eu, no entanto, tinha que pensar no que ia fazer pra levar tudo pro próximo nível.
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