Nova vida de corno, que maravilha

Não foi fácil convencer a Sônia, amiga do Braian, mesmo tendo mostrado só a foto da rola, sem o rosto. Depois de convencer ela de que era lógico ele ter avisado o melhor amigo que ia pra casa de dois médicos desconhecidos e não sabia pra quê. Claro que também não contei que tinha detalhado a noite quente que passei, não só com a doutora, mas com o filho da puta do marido hahaha.

O estresse do nosso trabalho naquela época fez com que, no nosso caso, o sexo ficasse em segundo plano, pra não dizer em terceiro. Já tinham ficado pra trás os 15 dias de loucura gostosa em Florianópolis, mas aí apareceu o Braian e mudou tudo. Como a situação foi se desenrolando, a noite da nossa visita ao hospital... uff... e depois a loucura que foi a noite na nossa casa, onde vi a Sônia gozar como não via há muito tempo. Talvez as origens do Braian fossem o maior estímulo pra essa putaria sem limites da minha amada esposa. Esse cara moreno, às vezes arrogante, simples, voraz na cama, sem limites, tudo pra ele era bom, quer fosse a minha mulher chupando a rola dele ou eu chupando. Pra gente, foi uma loucura maravilhosa ter encontrado ele, e do jeito que a Sônia o conheceu. E agora com um amigo da favela. hahahaha.

Quero que vocês tenham uma ideia de como é a Sônia. Claro que vou roubar fotos que tirei de Poringa, mas acho que depois de muito procurar, encontrei a pessoa que, por idade, físico e rosto, mais se parece com minha amada esposa. Pensem nessa pessoa não nas poses de deusa que vou mostrar, mas de uniforme branco, cabelo bagunçado num hospital atendendo pacientes às 3 da manhã, sem maquiagem nem brincos, morta de cansaço depois de mais de 12 horas de plantão.Nova vida de corno, que maravilha

QuartetosEsta é a Sônia, quase uma cópia em cor de cabelo, físico e rosto. Quando a encontrei, parecia que estava vendo fotos dela.

Fui buscá-los onde tínhamos combinado. Quando entraram no carro no meio da escuridão da noite, tive a sensação de que dois pivetes estavam entrando para me roubar o que eu tivesse, apesar de estarem recém-tomados banho e perfumados. O Nahuel era bem quebrada, coisa que o Braian não tinha. Esse era mais parrudo, traços mais fortes de mano sofrido, e se não fosse porque o amigo dele tinha falado bem, poderia passar tranquilamente como um simples pivete de bairro ou ex-presidiário. Já estavam comigo e não tinha volta, tudo era uma aventura para a noite que nos esperava.

Depois das apresentações, o Nahuel ficou atrás e o Braian no banco do carona. Comecei com os avisos:
— Braian, por favor, tudo tranquilo, devagar, porque ela ainda não está convencida de ficar com os dois. Não conhece o Nahuel.
— Não mostrou a foto que te mandei?
— Não, preferi que fosse uma surpresa. Pensei comigo: se tivesse mostrado, vocês não estariam sentados aqui.
— Vamos passar muito bem, Doutor. Fica tranquilo que sua mulher é uma máquina, e a gente tem química. Não vejo a hora de ver ela de novo. Se soubesse as punhetas que dediquei pra ela, hehehehehe.
— Mas hoje, especialmente, tem paciência. Vai devagar. Espero que ela não surte e estrague tudo.
— Doutor, fica tranquilo, eu vou devagar. O Nahuel faz o que eu mandar, não é, comparsa? — pergunta ao até então calado amigo moreno e supostamente pauzudo, o Nahuel.
— Sim, Doutor — ele falou pela primeira vez. — O senhor fique tranquilo que a gente vai tratar ela como uma princesa, hehehehe, e o senhor como um rei, hahahaha. — Voz grossa como o corpo dele. Esse assustava de verdade, ainda mais todo tatuado no pescoço e nos braços. Depois descobriria que ele era viciado no assunto; o corpo magnífico dele é cheio de tatuagens.
— Não me chamem mais de doutor. A partir de agora, Gustavo. Falo pros dois, ok?
— Sim, Gus, hehehehe.
— Estamos chegando. Agacha, Nahuel, por favor, que eu vou entrar com o carro na garagem. Se algum vizinho nos ver, é melhor que sejamos dois e não três, fica menos suspeito. Mas espero que com o vidro fumê não dê pra ver porra nenhuma.

Já tamo na sala, o Braian entou na moral, já conhecendo tudo e foi direto sentar no sofá. O Nahuel esperou eu convidar, e isso já me agradou, ele não era um folgado.

— Cadê a Doutora? — perguntou o Braian.
— Deve estar lá em cima se arrumando, já desce. — Aproximei da escada e avisei:
— Soniaaa, os meninos já chegaram.
— Já tô descendo.
— O que vocês vão beber, meninos?
— Se tiver cerveja, a gente manda uma.
Fui na cozinha pegar duas latas da geladeira. Quando tava saindo com as latas na mão, vi ela descendo, uma gostosa. Ela tinha vestido uma saia jeans justa e uma blusa branca que apertava os peitos dela. A saia acima do joelho deixava ver as pernas lindas, o cabelo loiro solto, com uns brincos que destacavam ainda mais o rosto bonito dela, e aqueles lábios grossos, de dar vontade de chupar pica, e o sorriso lindo dela. Quando o Braian viu, levantou e agarrou ela pela cintura, dando um beijão de língua. Deixou nós dois de boca aberta, tipo, "epa, que rápido o Braian, hein, hahaha".

— Epa, epa, como é que é? — disse a Sonia. — Me apresenta teu amigo.
Ela ainda não tinha conseguido ver ele direito, e aí eu me caguei todo. Quando ela visse bem o negão que ele trouxe, ia dar merda, pensei. Mas, fazendo questão de mostrar toda a personalidade dela, cumprimentou ele com um beijo na bochecha, como quem aprova a escolha do amigo. Bom, tinha sido melhor do que eu esperava. Depois, quando ficamos sozinhos, ela me contou que o moreno a excitou porque ele tinha cara de mau, mesmo que na hora parecesse um pintinho molhado. O Nahuel não acreditava na gostosa que ele poderia comer naquela noite, e acho que ficou meio pra baixo.

— Você tem razão, Sonia, desculpa. Te apresento meu melhor amigo, Nahuel. Nós temos a mesma idade, estudamos juntos e desde então, hahaha, somos unha e carne. Até Trabalhamos no mesmo lugar.

- Ah, que legal, então senta aí. Gus, me traz um gin tônico, pede minha amada.
- Já vai, patroa!!!!

Deixei eles sozinhos enquanto preparava as doses. Ouvia eles rindo, sei lá do quê. Demorei mais do que o normal pra dar tempo de eles se conhecerem, principalmente o negão. De repente, silêncio total. Apareci com os copos na mão e o Braian em cima dela, metendo chupões. Troquei olhares com o Nahuel, que tava vidrado em tudo, e a gente riu que nem dois idiotas. Apoiei os copos na mesinha de centro e sentei pra observar. O show tava só começando.

A parada já tava quente dos dois lados, então sem enrolação já entraram em ação rápido, o Braian e a minha esposa. Voou o top dela, ela ficou de peitos de fora pra ele chupar com devoção, babando tudo e deixando ela louca mais rápido do que eu imaginava. Já não existíamos mais nem eu nem o Nahuel. Dois trouxas só olhando.

De repente, vejo a mão dele entre as pernas dela, acariciando a buceta que a essa altura já devia ser um poço. Ele ajoelhou, levantou as pernas dela, a saia jeans ficou como cinto, apoiou ela no assento do sofá, puxou a calcinha fio dental pra lá e meteu a língua na buceta. A Sonia, já com os olhos arregalados, segurava a cabeça dele e puxava com força, queria ele enfiado ali dentro. Os suspiros viraram gritos. Sem parar de chupar ela, ele foi tirando a calça com uma mão, com a outra chamou o Nahuel pra chegar perto. Ele levantou e sentou do lado da minha esposa, que já tava em outro mundo. O Braian se afastou da buceta e falou:

- Chupa os peitos dela, vai, não demora!!!

E sem mais, o negão grudou nos peitos e não soltou mais até que um suspiro forte da Sonia anunciou o primeiro orgasmo da noite. Eu sentado, sem me mexer, com o copo de gin tônico, feito um idiota olhando, e eles já quase os três pelados. Quando o Nahuel, que foi o último a tirar a cueca preta que tava usando, vi ali que o Braian não tinha me... tinha mentido, apareceu uma pica do caralho, mais preta que o resto do corpo mas com uma cabeça bem vermelha, cock linda, era sem dúvida a da foto que o Braian tinha me mandado no zap. Agora os três pelados, minha esposa com as pernas pra cima e o Braian ainda com a boca colada na pussy, e o Nahuel nas tetas, já que elas estavam babadas e mordidas, coisa que deixava minha esposa louca e ela pedia aos gritos pra ele morder mais forte. Loucura total já nesses poucos minutos.

E antes do previsto, ele se separa das tetas, me olha, o Nahuel, e me fala pra pegar as camisinhas que estavam no bolso da calça dele espalhada no chão. A atitude dele já era outra, ele mandou, não pediu, foi o que eu senti. Aí reagi e fui pegar, me aproximo pra dar pra ele e ele fala:
— Coloca em mim você, channnn, e isso??? Como assim coloca em mim você????
Rasgo o pacote, tiro e dou pra ele, e ele fala coloca com a boca, channnn. Queria morrer ali mesmo, com você cada vez mais grave ele falou, não perguntei mais, coloquei na boca, peguei pela primeira vez aquela vara, dei uma chupada do caralho, minha esposa me olhava e sorria, o Braian continuava na dele, não largava a pussy e segurava as pernas dela com as duas mãos. Eu começando a descer com meus lábios a camisinha na cock preta impressionante do Nahuel, tudo esticado, só cobria um terço da cock, chupei de novo e falei já foi.

— Sai, Braian!!! Quase que ele manda, e minha segunda surpresa da noite, o Braian se afastou e deixou o lugar pra ele, que ajoelhado no meio das pernas pincelou a pussy já molhada até chegar no cu, pincelou de novo, mas a Sonia desesperada não queria pintura, queria penetração urgente e agarrou ele pelo cu e empurrou. Ver entrar de uma vez essa pica preta na pussy branca delicada da minha esposa foi o ato mais morbidão que eu tinha presenciado desde que a gente tinha virado um casal liberal e feliz. Continua...

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