Chifruda 2

Depois da visita do seu Mário, a Ana se sentia muito tarada, confusa, com a buceta cheia e o gosto do sêmen de um homem de verdade. Jogada na cama, ainda curtia a sensação de ter tido um homem mais velho dentro dela e, enquanto a porra começava a escorrer da buceta dela, ela foi molhando os dedos e passando pelo corpo todo até deixar tudo sujo com cheiro de sêmen. O tesão que ela tava só aumentava com aquela situação e, pra dar uma aliviada, tomou um banho de água fria e se preparou pra ir fazer compras.

Quando voltava, passou na frente da oficina e viu seu Mário conversando com um homem e, quando os olhares se cruzaram, sentiu alguma coisa na buceta dela, que começou a ficar molhada sem entender por quê. Ao chegar em casa, largou as coisas na mesa e foi direto pro quarto se despir e se tocar, tava no piloto automático, não pensava, só curtia a mão dela lembrando do que tinha rolado, até baterem na porta. Imersa no tesão, não queria abrir, mas bateram de novo e ela se ajeitou como deu e abriu a porta, lá estava o Matías. Ela fez ele entrar e levou ele direto pra cama, onde sem falar nada se despiraram e começaram a se beijar. Aí ela se deitou e o garoto começou a chupar os peitos dela e enfiar dois dedos na buceta dela, que já tava encharcada. Não tinham muito tempo até eu chegar, mas minha namorada não ligou, só queria transar com ele e depois comigo.

Ela deitou ele e pegou a pica dele, levando à boca pra saborear e perceber que horas antes tinha provado a pica do pai e agora a do filho, fazendo o tesão dela aumentar ainda mais. Ela subiu em cima e encaixou a pica na entrada dela e meteu pra dentro, começando a se mexer de um jeito delicioso. Se deitava contra o Matías e colocava os peitos na boca dele, ele chupava e apertava com força, se beijavam e gemiam gostoso pra caralho. Depois de cavalgar um tempo, ela se deitou de barriga pra cima e ele comeu ela com as pernas abertas até que, quando ia gozar, a Ana segurou ele com as pernas e braços, fazendo que todo o sêmen fique dentro dela. Ela adorava aquela sensação de ter gozo escorrendo pelo corpo.
Quando viu as horas, percebeu que eu estava quase voltando e, como pôde, se despediu do Matías, que já tava pronto pra mais uma rodada, mas não dava tempo. Então só se beijaram e ele foi embora.

O dia foi normal e, à noite, quando começamos a nos beijar, percebi que ela tava muito quente. Aí perguntei como ela tinha se comportado. A buceta dela molhou mais ainda e ela me contou que o filho do mecânico veio visitar e, de novo, terminaram na cama transando e aproveitando, mesmo que por pouco tempo. A gente gozou gostoso pra caralho e dormimos. Sempre que ela chegava com vontade, eu perguntava se tinha feito algo, mas ela dizia que não. Mesmo assim, a gente fantasiava com outras situações: colegas meus do trabalho, algum amigo ou desconhecido. Tudo nos deixava loucos de tesão.

Passaram duas semanas e eu vi que do lado da oficina tinham consertado a porta que dava pro quintal. Aí só me ocorreu falar pra minha namorada tomar cuidado quando saísse com pouca roupa.

Quando cheguei, ela tava deitada, pelada, e com claros sinais de sexo: a cama bagunçada e molhada. Ela me olhava com cara de puta, e eu não consegui fazer nada além de tirar a pica e começar a foder ela. Tava vestido de uniforme, comendo minha puta. A buceta dela tava quente e muito molhada, com os fluidos dela e do amante. A gente se beijava como loucos, ela de pernas abertas e eu metendo a pica até o talo. Era tanto tesão que eu tirava a pica e, toda molhada com outro gozo, levava até a boca dela pra ela limpar, e depois de volta na buceta, e de novo na boca. Que sensação incrível meter a pica na buceta e sentir ela cheia de gozo. Fiquei viciado nessa sensação.

Enquanto eu comia ela, ela me olhou e disse: "Essa não é a primeira porra do dia, amor. Quando você foi embora, fui no quintal e, pensando que os meninos estavam me espiando, me fiz de puta. Mas não eram eles, era o pai, Seu Mário." A gente se olhava, ofegando forte, muito excitados, e nos beijamos. me disse que mostrou a rola pra ela e ela não conseguiu resistir, o negócio tem mais de 20cm e ela adorou, me contou como comeu ela e depois de gozar limpou a rola dela. Aí acabamos juntos, foi muita coisa vivida naquele dia, eu não podia estar mais satisfeito, minha mulher era uma puta de verdade.
No sábado a gente acordou e transou de novo, enquanto eu perguntava coisas sobre o Don Mario e se ela ia fazer de novo com ele, ela gemia forte e me perguntava: "você quer que eu dê de novo? Olha que se eu provar essa rola de novo não sei se vou conseguir largar tão cedo, você vai estar trabalhando e eu aqui com a rola do Don Mario dentro." Gozei na hora, foi demais e muito gostoso ouvir tudo isso da boca dela.
Ana ficou com vontade de mais e como era fim de semana, ela achou que a gente tinha o dia todo livre, mas naquele dia eu ia jogar futebol com uns colegas e depois do jogo a gente sempre toma uma cerveja, então passei umas 3 ou 4 horas no clube. Quando cheguei ela estava cozinhando, a gente se beijou e fui tomar banho, jantamos tranquilos e depois sentamos no sofá pra ver um pouco de TV. Num momento ela levanta e quando volta vejo ela toda maquiada e produzida pra sair, olho pra ela e falo: "você tá linda", ela senta do meu lado e a gente se beija um pouco e ela começa a tocar minha rola, depois tira ela e começa a me bater uma punheta devagar enquanto dizia: "quando você foi embora, eu saí pra comprar umas coisas e quando passei na frente da oficina não consegui resistir e, como hipnotizada, entrei pra procurar o Don Mario, que ao me ver sorriu e me ofereceu algo pra beber enquanto a gente falava de coisas comuns mas sempre com duplo sentido, até que ele tirou a rola e me perguntou se era aquilo que eu procurava, na hora me abaixei e comecei a chupar ele, se alguém entrasse ia nos ver com certeza, mas não tava nem aí, a gente tava nessa quando um carro estacionou e ele mandou eu parar e me levou pra um quartinho com uma cama de solteiro, enquanto ele atendia. Passaram uns minutos e ele voltou, tirou a rola e eu voltei a chupar com mais vontade, ele ficou duro e eu não conseguia parar de mamar, até que me avisa que vai gozar e solta tudo na minha boca e eu engulo tudo. Eu ainda tava com tesão e queria sentir ela dentro, mas continuava entrando gente, quando vi as horas falei pro Dom Mario que tinha que ir e foi quando ele me agarrou forte pelo pescoço e me beijou de língua fazendo meu tesão subir de uma vez, molha minha calcinha e enfia os dedos me fazendo gemer, tira o pau dele de novo e eu chupei ele de novo, até que ele me agarrou pelo cabelo e disse: se você quer esse pau na sua buceta de novo, volta depois das 12.
Ela me olha e me diz, faltam 5 minutos papai, posso ir?
Meu pau deu um pulo e quase saiu minha porra, ela me beija e me pergunta de novo, posso ir na casa do Dom Mario?
Eu disse que sim, ela me beijou e eu vi ela sair pra casa de outro homem.
Eu tava muito excitado, confuso e fui tentar dormir mas o tesão fez eu bater uma punheta e depois de relaxar dormi um pouco, até que acordo e tava com o pau duro de novo, comecei outra punheta quando ouço a Ana entrar, a cara de puta dela era demais, um poema, o corpo dela pelado só com as meias de rede, ela sobe engatinhando na cama e vai direto no meu pau e passa a língua, enfia na boca e depois sobe pra me beijar, o corpo dela tem cheiro de sexo, de sêmen, de outro homem. Ela monta no meu pau e me diz: amor, o Dom Mario me convidou pra dormir, quer me comer a noite toda, ahhh, você deixa? Ahhhh posso ir dormir com o Dom Mario? Ahhhhh. Minha resposta claramente foi sim, e eu gozei dentro dela, enquanto me beijava ela diz, até amanhã amor, e assim pelada como tava saiu pela porta que vai pro quintal. Esperei uns minutos e silenciosamente entrei na oficina pra ver ou pelo menos ouvir.
A Ana entrou na oficina e foi pro quarto e encontrou o homem dela dormindo mas ela não se aguentou e foi direto no pau, o que fez o Dom Mario acordar e dizer, você veio sua puta, então te deram permissão? Tremendo corno manso deve ser seu marido. Essas palavras deixaram ela com mais tesão, porque ela admitia que era uma puta. mas agora eu era um corno de verdade, consciente do que ela fazia e eu gostava, a gente curtia junto. Eu ouvia aquilo e tava de pau duro, com a rola na mão.
"Então seu marido deixa você sair pra transar? Eu vou te comer muito, sua puta", e enquanto ele falava isso, ela só chupava, até que montou na rola do macho dela e se rebolava gostoso pra caralho, ele segurava ela pela nuca e beijava com tesão, chupava os peitos dela e apertava um pouco, isso deixava ela louca, ele falava "puta, vou te comer a noite toda e quando seu marido estiver de plantão, vou passar a noite na sua casa, vou te comer na cama do corno". Aí ela teve um orgasmo intenso e só respondia "sim, o que você quiser, papai".
Ela virou de lado e o senhor Mário foi penetrando até enterrar toda a rola enquanto com os dedos brincava na buceta da minha esposa, ela gemia alto e curtia tudo que ele fazia. "Você gosta da rola, puta?" "Sim, senhor Mário." "A gente vai te comer muito, sabia? Tenho um amigo que curte umas vagabundas como você e com certeza vai querer te comer." "Sim, papai, o que você quiser, sou sua puta, pra me comer e compartilhar com quem você quiser."
Meu pau não aguentou mais e explodiu em porra que larguei no chão e quietinho fui pro apartamento e dormi.
Quando ela voltou eram 10 da manhã, tinha passado a noite toda na casa de outro homem e quando a gente se viu, a excitação e a alegria foram enormes, a gente se beijou abraçado, tirou a roupa pra ir pra cama, onde ela foi me contando tudo. Aí fiquei sabendo que fazia duas semanas que eles transavam quando podiam e ela adorava a situação de estar com aquele homem tarado que tirava os melhores orgasmos dela, se sentia muito puta por ter transado com o pai e com o filho, embora nessas duas semanas só tivesse sido com o senhor Mário.
A gente transou gostoso pra caralho e, mesmo eu querendo continuar o dia todo, ela tava cansada de tanta rola que levaram.
Lá pelas 3 da tarde, ela levanta, toma banho e vem pro sofá comigo, a gente comeu alguma coisa e logo os beijos ficaram mais gostosos e quando a gente tava Calientes, te falo: tenho que sair umas hora, mais ou menos. Por que você não chama o Dom Mario e, quando eu voltar, me apresenta?
Ela me diz: "E se ele ficar a tarde toda, ou até jantar, pra me dar o cum dele de sobremesa? O que você vai fazer? Vai ficar pra ver ou vai dar um rolé enquanto me comem?"
A carinha da Ana era só tesão e me deixava louco.
"Beleza, vou mandar mensagem, mas se quando você voltar a gente tiver transando, me avisa que chegou e fica na sala."
Ela me beijou e, no calor do momento, aceitei tudo que combinamos e fui embora.
Voltei duas horas depois e, quando entrei, não sabia o que ia encontrar, mas a Ana tava sentada com uma camiseta e pelada embaixo. Quando chego perto pra perguntar e beijo ela, ela me diz pra não fazer barulho porque o Dom Mario tava dormindo no quarto, mas já era hora de acordá-lo. "Já volto", ela fala, e vejo ela entrar no nosso quarto. Chego o mais perto que posso pra escutar e dar uma espiada, e vejo minha esposa chupando e tocando outra rola até ela ficar dura, e pude ver o tamanho daquela rola, enquanto ela dizia: "Acorda, pussy, já é hora de levantar. Meu marido acabou de chegar e quer te conhecer."
Dom Mario pegou ela, colocou em cima da rola e fez ela cavalgar de costas pra mim, assim eu pude ver ela montando e gemendo gostoso pra caralho enquanto levava tapas na bunda, e ela respondia "sim" pra tudo que o macho dela falava. Ele virou ela e comeu de papai e mamãe até encher ela de porra.
Ela se levantou, veio pra sala e me mostrou a buceta recém-usada e cheia de porra. Não aguentei e chupei ela ali mesmo, enquanto ouvia o vizinho se trocando no nosso quarto.
Quando ele apareceu, a Ana tava em cima de mim e levantou na hora pra me apresentar. A gente conversou sobre qualquer coisa, e ele sugeriu que a gente comesse e bebesse algo tranquilo pra relaxar mais. Aí ele tirou a carteira e me deu uma grana pra buscar comida e bebida enquanto eles iam tomar banho.
Voltei e eles estavam na sala conversando, já eram 8 horas, e eu comecei a cozinhar enquanto... Eles no sofá estavam como se fossem namorados, conversavam, se tocavam, riam, até que Dom Mario se levanta e vai pro quarto, minha esposa me dá um beijo e fala, já volto. Não demoraram pra começar a trepar, dava pra ouvir clarinho. Não era fácil cozinhar com a puta vontade de me masturbar ouvindo eles. Mas quando a comida ficou pronta, chamei eles e vieram sentar, ela só de camiseta e ele pelado, sentaram, comemos e bebemos. Quando passou um tempinho, ela se abaixou e começou a chupar o pau dele ali, na minha frente, não acreditava como ela tava gostosa. Nisso, Dom Mario me olhou e falou, hoje vou dormir com essa puta, no depósito tem um quarto pra você, olha as fotos que tenho no computador, vai, corno, e me deixa aqui com sua mulher que vou comer ela a noite inteira na sua cama, agora é minha puta e vou fazer o que quiser com ela, entendeu? Sim, Dom Mario, só consegui falar isso e saí rumo ao depósito onde bati umas 5 punhetas vendo as fotos da minha mulher sendo comida por ele, fotos que ela mandava com roupas diferentes e vídeos chupando o pau dele, enquanto eles trepavam na minha cama.

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