Depois de ter sujado minha boca com o mijo dela, ela disse:
Maira: De agora em diante você é meu escravo, então vai fazer tudo que eu mandar e, se se comportar bem (mostrando a buceta rosada, tão linda e peluda que meu pau ficava duro só de olhar), vai ter a chance de usar ela quando quiser.
Eu: Tá bom, mas sou virgem.
Maira: Relaxa.
Depois, ela abriu as pernas e começou a me obrigar a transar até eu gozar. E, ao contrário de parar, ela deixou lá dentro e ordenou:
Maira: Chupa isso (tirando o celular e me gravando), porra.
Depois disso, começou um tipo muito estranho de amor. Ela me usava como um escravo sexual e me maltratava de formas muito prazerosas com os pés e o cu dela.
Lembro que, quando ela terminava de mijar, me fazia chupar o cu dela recém-mijado. E mesmo assim, depois de tudo, eu era feliz porque gostava de ser gravado e, no fim do dia, poder comer ela gostoso, tanto vaginal quanto anal, enquanto ela me chamava de cachorro.
Dias depois, ela veio com a amiga dela, Mily, e me apresentou. E, ao contrário de agir como se nada tivesse acontecido:
Maira: (abaixa a calça e coloca o cu na minha boca e os pés no meu pau, com a amiga olhando) Chupa, cachorro, chupa.
Enquanto eu fazia isso, a presença da amiga me estimulou tanto que eu tomei as rédeas, coloquei ela no chão e meti um anal tão forte que a maquiagem dela saiu e o cu dela ficou tão aberto que ela não conseguia andar.
A amiga dela, ao me ver, disse:
Mily: Bom, eu sou mais tímida, tenho mais vergonha de transar, por isso a Maira me ajudava me mostrando como fazer.
20 likes e mais coisa pra próxima parte.
Maira: De agora em diante você é meu escravo, então vai fazer tudo que eu mandar e, se se comportar bem (mostrando a buceta rosada, tão linda e peluda que meu pau ficava duro só de olhar), vai ter a chance de usar ela quando quiser.
Eu: Tá bom, mas sou virgem.
Maira: Relaxa.
Depois, ela abriu as pernas e começou a me obrigar a transar até eu gozar. E, ao contrário de parar, ela deixou lá dentro e ordenou:
Maira: Chupa isso (tirando o celular e me gravando), porra.
Depois disso, começou um tipo muito estranho de amor. Ela me usava como um escravo sexual e me maltratava de formas muito prazerosas com os pés e o cu dela.
Lembro que, quando ela terminava de mijar, me fazia chupar o cu dela recém-mijado. E mesmo assim, depois de tudo, eu era feliz porque gostava de ser gravado e, no fim do dia, poder comer ela gostoso, tanto vaginal quanto anal, enquanto ela me chamava de cachorro.
Dias depois, ela veio com a amiga dela, Mily, e me apresentou. E, ao contrário de agir como se nada tivesse acontecido:
Maira: (abaixa a calça e coloca o cu na minha boca e os pés no meu pau, com a amiga olhando) Chupa, cachorro, chupa.
Enquanto eu fazia isso, a presença da amiga me estimulou tanto que eu tomei as rédeas, coloquei ela no chão e meti um anal tão forte que a maquiagem dela saiu e o cu dela ficou tão aberto que ela não conseguia andar.
A amiga dela, ao me ver, disse:
Mily: Bom, eu sou mais tímida, tenho mais vergonha de transar, por isso a Maira me ajudava me mostrando como fazer.
20 likes e mais coisa pra próxima parte.
0 comentários - Minha primeira transa, parte dois