Olá, tudo bem? Mais um relato da minha vida, aproveitem e deixem seus pontos, por favor. Bom, vou contextualizar: isso aconteceu um ou dois meses depois da minha primeira vez com a Merlina (leiam a história anterior depois desta). Como já contei, foi minha primeira vez transando com alguém, e depois disso vieram uns problemas com a Merlina, então não consegui mais transar com ela. E nesses meses também não rolou nada, até que aconteceu o seguinte. Pra quem não é do México, um dos partidos políticos que tem é o do brunette, e uma das formas mais comuns de ganhar eleitores é dando cesta básica. Minha mãe na época se juntou com o brunette, mas na real ela só queria os benefícios, tipo as cestas. Aí um dia ela me mandou mensagem falando que iam nos dar uma cesta no dia seguinte, e me mandou ir buscar. Eu não queria ir porque já conhecia a filha da líder do brunette no meu município, e a gente meio que seguiu cada um pro seu lado e não se falava mais. Por isso que eu achava estranho, mas fazer o quê, ia ser só um minuto, além de que iam dar um monte de coisas junto com a cesta. Então fui no dia seguinte, só que fui meio tarde, umas 4-5 da tarde, porque tinha esquecido, haha. Fui correndo e cheguei a tempo, isso que importava, né? Haha. Bati na porta, e lá estava a filha da líder do brunette, que vou chamar de Brunette. Como era a mina? Bom, ela tinha a minha idade na época, baixinha, moreninha, como se pegasse um bronzeado, uns lábios carnudos, um bum pequeno mas que não era ruim, e o que era bom nela era a dianteira: um par de peitos redondos e meio grandes. Já dentro de casa, foi normal, assinei o que tinha que assinar e ela me deu a cesta. Eu já ia indo embora, tudo normal, mas não sei por que me deu na telha de perguntar: "E sua mãe, cadê?" Ela respondeu: "Ela tá com o pessoal do partido, distribuindo coisas, montando barracas, esse tipo de coisa." Eu falei: "Ah, entendi. Então você ficou sozinha o dia todo?" Ela respondeu: "É, mais ou menos, só vi quem veio buscar as cestas. vieram pegar as cestas básicas delas
Eu: beleza...
M: e aí, como você tá? Como anda a vida?
Aí começamos a puxar papo e ficamos na sala dela conversando sobre isso e aquilo, como se a gente tivesse voltado pra época em que se falava de boa. Isso foi umas uma hora de conversa, a mãe dela não chegava. A gente imaginou que era por causa do trabalho dela, ainda mais porque era época de escolher partido, por isso que tavam tão ativos distribuindo coisas e colocando propaganda. Mas continuando com a gente conversando, surgiu o assunto de se ela tinha um namorado. Ela me disse que teve um há uns meses, mas terminaram faz pouco. Eu fiquei tipo "que merda". Dessa confissão, veio o papo de que em algum momento a gente se gostava, mas nunca concretizamos nada, porque nunca falamos o que sentíamos na época. Por isso nunca tivemos um relacionamento. Aí eu admiti que tive grande parte da culpa, porque nunca falei nada. Então ficou como anedota, a gente riu da situação, e a brunette foi me perguntar se eu tinha namorada. Falei que não, que só tava arrumando problema, tipo com a Merlina. Aí escapou eu falar isso, e ela pediu pra eu contar. Não queria, mas contei uma versão distorcida e pouco reveladora do que aconteceu. Ela ficou meio pensativa. Na minha cabeça eu tava me xingando: "Idiota, como você teve coragem de falar isso? Tava tão bom, com certeza já deixei ela desconfortável." Perguntei se tava tudo bem, e ela respondeu:
M: então a Merlina manda bem?
Eu: que? Do que cê tá falando?
M: não se faz de bobo, ela come bem?
Eu: bom, é... não diria que é uau, parece atriz porno, mas me... (eu todo humilde lá, haha)
M: haha, então pelo jeito que cê contou, parece que cê gostou
Eu: bom, não dava pra recusar uma trepada, pelo menos por um tempo
M: cê sabe que ela é uma puta, né?
Eu: sim, agora tá mais claro pra mim, mas fazer o quê, já passou e não tem muito o que fazer
M: mas então cê não comeu mais ninguém desde aquele dia?
Eu: bom, não
M: talvez a gente pudesse fazer alguma coisa, sei lá
Eu: cê quer que a gente transe?
M: ai, mas não fala assim, você nunca foi sutil, como sempre (ela fala meio brava e sem olhar pra mim) Eu: desculpa, não sou muito bom nisso, não sou o tipo de homem que sabe falar com mulher, dar em cima, essas coisas
M: já percebi
Pego na mão dela e falo: ei, me olha
Ela vira com uma cara de brava
Eu: sabe, você é muito gostosa, uma mina que poderia ter qualquer homem que quisesse, mas mesmo assim tá tentando algo comigo
M: só tava curiosa
Eu: eu também tô, sabe, desde que te vi na porta, teu corpo me chamou atenção, aquele short curto que realça tua bunda ou aquela blusa que deixa ver quando seus bicos ficam duros me excita
M: certeza que não te excitam as vadias no cio que se entregam pra qualquer um (isso como referência à Merlina e tentando me ciúmes)
Eu: não tenho interesse em ter uma puta que deixa pegar na bunda assim à toa, eu gosto mais das que fingem ser duronas mas não conseguem esconder seus desejos
Aproximo ela de mim e beijo, um beijo suave com muito sentimento, como se fosse algo que devia ter acontecido há muito tempo
Paro de beijar
M: bobo
Eu: cê não gostou?
M: eu não...
Eu beijo ela de novo, e dessa vez ela parece mais entregue, nos abraçamos enquanto nos beijamos com um amor que dava pra sentir no ar
Não demoro pra começar a tocar o corpo dela, direto pra bunda dela, e ela então segura minhas mãos, separando nossos lábios
Eu: o que foi, cê não gostou?
M: gostei, você tá me agradando, mas eu sei como isso termina e não tenho certeza, se minha mãe chegar, o que a gente faz? O que a gente vai fazer?
Eu: calma, vou te fazer uma pergunta: você quer?
M: quero, sim, tô com vontade de você, ainda mais depois de como você começou a me tocar, mas não sei se é bom fazer isso, tem tanta coisa que passa na minha cabeça
Eu: calma, não vamos fazer nada que você não queira ou que sinta que vai te prejudicar, só quero passar um tempo gostoso com você e que você também passe um tempo gostoso comigo
Então a gente para?
Ela fica um tempo pensando enquanto me abraça, mas quando vejo que ela desvia o rosto pro lado, seguro ela de leve pra ela me olhar e me dizer se é isso que ela quer
Ela me olha de novo e me beija com paixão, como se não houvesse amanhã queria que eu fosse embora e entre os beijos ela me diz que já não importa mais a gente continuar, então seguimos com beijos que vão aumentando de intensidade aos poucos enquanto, por instinto, começo a apalpar ela de novo, mas agora ela não me para e também começa a me tocar, com beijos que soavam super sexys, mas o que mais me excita são os peitos dela que são uma delícia. Ela percebe e me diz: M: você gosta desse par? Eu: são muito bons, desde sempre eu olho pra eles. M: pervertido, você se atreve. Eu: sim, mas você também não é sutil, eu só vejo o que me dá vontade. M: e me diz, você tem algo que me dê vontade? Eu: provavelmente. Seguimos com nossos beijos e ela sobe em cima de mim, começa a se esfregar na minha virilha, algo que claramente a deixa com tesão porque solta pequenos gemidos enquanto nos beijamos. Ficamos um tempão assim, nos beijando, nos apalpando, a ponto de eu levantar a blusa dela, deixando à mostra o sutiã com os peitos lindos dela querendo pular pra fora, e ela desabotoou minha calça, deixando ver minha cueca que não escondia minha ereção. Estávamos com tesão, era óbvio o que íamos fazer, mas num momento que paramos, ficamos nos olhando. Eu ia falar algo, mas ela me interrompe dizendo: M: quero fazer isso com você, podemos? Era a primeira vez que eu a via tão submissa, por assim dizer, porque geralmente ela não pede, é do tipo que se fala algo, faz. Então me tirou da excitação por um momento, mas respondi: Eu: claro, quero ver como você se mexe. M: com certeza melhor que qualquer mulher barata da rua. Eu: isso vou conferir (enquanto falo, beijo o pescoço dela, o que a excita). Eu: deixa, vou rápido pegar uns preservativos e a gente começa. M: acho que tem uns lá em cima, me espera. Eu: por acaso você costuma ter muitos "convidados"? M: não, haha, são da minha mãe, mas acho que não vai ligar se eu pegar alguns. Eu: bom, vai corre, tô morrendo de vontade. M: vou. Ela desce de cima de mim, mas antes dou um tapa na bunda dela que parece não ter incomodado. Ela volta com três camisinhas. Eu: por acaso você tá com tanta vontade assim? M: bom, ouvi dizer que quando passam por um período de seca, você pode ser bombas com muita energia, então não vou me arriscar. Eu: ha, bom, vem, não podemos perder tempo. Pra isso eram 7 horas e a ação vai começar. Bom, vou parar por aqui, já já subo a próxima parte. Espero que vocês gostem dessa história. Até mais.
Eu: beleza...
M: e aí, como você tá? Como anda a vida?
Aí começamos a puxar papo e ficamos na sala dela conversando sobre isso e aquilo, como se a gente tivesse voltado pra época em que se falava de boa. Isso foi umas uma hora de conversa, a mãe dela não chegava. A gente imaginou que era por causa do trabalho dela, ainda mais porque era época de escolher partido, por isso que tavam tão ativos distribuindo coisas e colocando propaganda. Mas continuando com a gente conversando, surgiu o assunto de se ela tinha um namorado. Ela me disse que teve um há uns meses, mas terminaram faz pouco. Eu fiquei tipo "que merda". Dessa confissão, veio o papo de que em algum momento a gente se gostava, mas nunca concretizamos nada, porque nunca falamos o que sentíamos na época. Por isso nunca tivemos um relacionamento. Aí eu admiti que tive grande parte da culpa, porque nunca falei nada. Então ficou como anedota, a gente riu da situação, e a brunette foi me perguntar se eu tinha namorada. Falei que não, que só tava arrumando problema, tipo com a Merlina. Aí escapou eu falar isso, e ela pediu pra eu contar. Não queria, mas contei uma versão distorcida e pouco reveladora do que aconteceu. Ela ficou meio pensativa. Na minha cabeça eu tava me xingando: "Idiota, como você teve coragem de falar isso? Tava tão bom, com certeza já deixei ela desconfortável." Perguntei se tava tudo bem, e ela respondeu:
M: então a Merlina manda bem?
Eu: que? Do que cê tá falando?
M: não se faz de bobo, ela come bem?
Eu: bom, é... não diria que é uau, parece atriz porno, mas me... (eu todo humilde lá, haha)
M: haha, então pelo jeito que cê contou, parece que cê gostou
Eu: bom, não dava pra recusar uma trepada, pelo menos por um tempo
M: cê sabe que ela é uma puta, né?
Eu: sim, agora tá mais claro pra mim, mas fazer o quê, já passou e não tem muito o que fazer
M: mas então cê não comeu mais ninguém desde aquele dia?
Eu: bom, não
M: talvez a gente pudesse fazer alguma coisa, sei lá
Eu: cê quer que a gente transe?
M: ai, mas não fala assim, você nunca foi sutil, como sempre (ela fala meio brava e sem olhar pra mim) Eu: desculpa, não sou muito bom nisso, não sou o tipo de homem que sabe falar com mulher, dar em cima, essas coisas
M: já percebi
Pego na mão dela e falo: ei, me olha
Ela vira com uma cara de brava
Eu: sabe, você é muito gostosa, uma mina que poderia ter qualquer homem que quisesse, mas mesmo assim tá tentando algo comigo
M: só tava curiosa
Eu: eu também tô, sabe, desde que te vi na porta, teu corpo me chamou atenção, aquele short curto que realça tua bunda ou aquela blusa que deixa ver quando seus bicos ficam duros me excita
M: certeza que não te excitam as vadias no cio que se entregam pra qualquer um (isso como referência à Merlina e tentando me ciúmes)
Eu: não tenho interesse em ter uma puta que deixa pegar na bunda assim à toa, eu gosto mais das que fingem ser duronas mas não conseguem esconder seus desejos
Aproximo ela de mim e beijo, um beijo suave com muito sentimento, como se fosse algo que devia ter acontecido há muito tempo
Paro de beijar
M: bobo
Eu: cê não gostou?
M: eu não...
Eu beijo ela de novo, e dessa vez ela parece mais entregue, nos abraçamos enquanto nos beijamos com um amor que dava pra sentir no ar
Não demoro pra começar a tocar o corpo dela, direto pra bunda dela, e ela então segura minhas mãos, separando nossos lábios
Eu: o que foi, cê não gostou?
M: gostei, você tá me agradando, mas eu sei como isso termina e não tenho certeza, se minha mãe chegar, o que a gente faz? O que a gente vai fazer?
Eu: calma, vou te fazer uma pergunta: você quer?
M: quero, sim, tô com vontade de você, ainda mais depois de como você começou a me tocar, mas não sei se é bom fazer isso, tem tanta coisa que passa na minha cabeça
Eu: calma, não vamos fazer nada que você não queira ou que sinta que vai te prejudicar, só quero passar um tempo gostoso com você e que você também passe um tempo gostoso comigo
Então a gente para?
Ela fica um tempo pensando enquanto me abraça, mas quando vejo que ela desvia o rosto pro lado, seguro ela de leve pra ela me olhar e me dizer se é isso que ela quer
Ela me olha de novo e me beija com paixão, como se não houvesse amanhã queria que eu fosse embora e entre os beijos ela me diz que já não importa mais a gente continuar, então seguimos com beijos que vão aumentando de intensidade aos poucos enquanto, por instinto, começo a apalpar ela de novo, mas agora ela não me para e também começa a me tocar, com beijos que soavam super sexys, mas o que mais me excita são os peitos dela que são uma delícia. Ela percebe e me diz: M: você gosta desse par? Eu: são muito bons, desde sempre eu olho pra eles. M: pervertido, você se atreve. Eu: sim, mas você também não é sutil, eu só vejo o que me dá vontade. M: e me diz, você tem algo que me dê vontade? Eu: provavelmente. Seguimos com nossos beijos e ela sobe em cima de mim, começa a se esfregar na minha virilha, algo que claramente a deixa com tesão porque solta pequenos gemidos enquanto nos beijamos. Ficamos um tempão assim, nos beijando, nos apalpando, a ponto de eu levantar a blusa dela, deixando à mostra o sutiã com os peitos lindos dela querendo pular pra fora, e ela desabotoou minha calça, deixando ver minha cueca que não escondia minha ereção. Estávamos com tesão, era óbvio o que íamos fazer, mas num momento que paramos, ficamos nos olhando. Eu ia falar algo, mas ela me interrompe dizendo: M: quero fazer isso com você, podemos? Era a primeira vez que eu a via tão submissa, por assim dizer, porque geralmente ela não pede, é do tipo que se fala algo, faz. Então me tirou da excitação por um momento, mas respondi: Eu: claro, quero ver como você se mexe. M: com certeza melhor que qualquer mulher barata da rua. Eu: isso vou conferir (enquanto falo, beijo o pescoço dela, o que a excita). Eu: deixa, vou rápido pegar uns preservativos e a gente começa. M: acho que tem uns lá em cima, me espera. Eu: por acaso você costuma ter muitos "convidados"? M: não, haha, são da minha mãe, mas acho que não vai ligar se eu pegar alguns. Eu: bom, vai corre, tô morrendo de vontade. M: vou. Ela desce de cima de mim, mas antes dou um tapa na bunda dela que parece não ter incomodado. Ela volta com três camisinhas. Eu: por acaso você tá com tanta vontade assim? M: bom, ouvi dizer que quando passam por um período de seca, você pode ser bombas com muita energia, então não vou me arriscar. Eu: ha, bom, vem, não podemos perder tempo. Pra isso eram 7 horas e a ação vai começar. Bom, vou parar por aqui, já já subo a próxima parte. Espero que vocês gostem dessa história. Até mais.
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