Fanny se sentia no céu de tesão, a boca dela não parava de babar, na mente só pensava naquela pica que massageava com as duas mãos. Olhava pro mecânico, ele tava sorrindo, se sentindo o vencedor. A casada queria meter aquela pica na boca, mas não fazia só porque o mecânico ainda não tinha dado permissão. O lado submisso dela tinha vindo à tona, e agora parecia que obedeceria qualquer ordem do pervertido, contanto que ele deixasse ela provar a pica dele. "Mecânico... olha só você, que puta que você é. Cadê aquela mulher casada decente? Se olha, desejando minha pica, hahaha", ria seu José enquanto olhava pra baixo, pra casada. Ele pegou a pica com a mão e começou a bater na casada com ela.
Fanny estava sendo humilhada, mas isso já não importava mais pra ela. Ela se deixaria fazer qualquer coisa só pra provar aquela pica.
— De quem você é, puta?! — gritava seu José, sem parar de bater com a pica na mulher casada.
— A... ah... em você... — gemeu a casada.
— Mecânico... Diz pra quem você vai pertencer, de quem você vai ser a putinha. Vou fazer de você minha putinha mais obediente. Anda, fala pra mim o que você vai ser.
Fanny sentia a pica batendo no rosto dela. Ela não queria que o mecânico parasse.
— Ahh... sim, vou virar sua putaaaa... — gritou de novo. — Vou ser sua putinha obediente...
— Hahaha, agora, putinha, engole minha pica.
Fanny segurou a pica com as duas mãos, levou até a boca e começou a chupar, conseguindo enfiar só a cabeça daquela pica enorme. Fanny começou a mexer a cabeça, sentindo aquele pedaço de carne na boca. Tinha um gosto salgado, mas em vez de nojo, isso a excitava ainda mais. Ela movia as mãos pra massagear a pica enquanto chupava como uma desesperada.
Dom José adorava ver como a casada chupava o pau dele, ele ria ao ver que ela nem tinha tirado a aliança de casamento. "Vai, putinha. Usa mais a língua enquanto eu rio", ordena o mecânico, completamente excitado. Fanny obedece e consegue sentir aquela ferramenta vibrar na boca dela. Avança um pouco mais, mas ainda assim não enfia tudo. "Meu Deus... esse pau é imenso", pensava Fanny, desorientada, excitada e meio com medo. "Vai, loirinha, eu sei que você consegue. Chupa meu pau. Já tá quase tudo dentro." Fanny não obedece, está totalmente convencida de que não vai entrar mais. Parece impossível que alguém consiga enfiar aquele pau inteiro na boca dela. Assustada, ela resiste à força que o velho faz na cabeça dela, tentando enfiar tudo. A boca começa a doer, ela tenta tirar o pau, tenta pedir para o mecânico parar, mas ele ignora. Os esforços dela não adiantam, porque num instante as pernas do velho envolvem a cabeça dela e, aplicando muita força, agora sim fazem o pau avançar mais. Fanny sente que está ficando sem ar. A cara dela está um desastre, a maquiagem borrada, os olhos começam a lacrimejar. Ela tenta afastá-lo com as mãos, mas é impossível. "Ohhmmg" é a única coisa que se ouve da voz da casada. As mãos dela tentam resistir à ação violenta do velho, que parece um touro. Fanny tenta se adaptar ao tamanho do pau, mas cada vez mais falta ar. Por um momento, ela fica imóvel, tenta respirar apesar de estar sendo torturada. Mas Fanny pouco se importava, porque a excitação dela era inimaginável. Apesar de tudo, a loirinha não queria que o mecânico parasse, mesmo que ele deslocasse a mandíbula dela. Fanny queria que aquele pau entrasse inteiro na boca dela. Já tinha entrado metade do pau, ela podia sentir ele chegando na garganta. Segurava a respiração. Nunca pensou que fosse caber metade, mas a casada queria mais. O mecânico tinha soltado ela com as pernas, Fanny podia tirar o pau e descansar, respirar. E foi o que ela fez. começou a tossir enquanto respirava ofegante, mas não ia desistir tão fácil assim. Assim que sentiu que recuperou as forças, se jogou na pica do mecânico, enfiando metade dela na boca e começando a chupar. Tava decidida a meter ela toda.
Com muito esforço, a boca dela já doía. Quem diria que a grande mulher que se dizia casada com um dos advogados mais renomados do país agora estava lutando pra engolir mais de 20 centímetros de pica. Dom José, meio surpreso com a ação da loira, ria ao ver como tinha conseguido corromper aquela mulher, que agora parecia ter como única missão enfiar aquela pica inteira. Fanny olhava para o mecânico, seus olhos não paravam de lacrimejar, a rímel já estava toda borrada. Segurando o mecânico pelas duas pernas, a mulher fez pressão com a cabeça, conseguindo enfiar mais da metade na boca. Por momentos, sentia que ia se engasgar.
Parando por um momento com mais de meia pica na boca, Fanny tentou acostumar a boca ao tamanho e, enquanto tentava respirar, decidiu empurrar a boca até que seu nariz batesse na cintura do mecânico. Fanny, com dor e sofrimento, conseguiu engolir toda aquela pica.
Hahaha é assim que se faz, sua putinha — dizia o mecânico enquanto, com as mãos, empurrava ela ainda mais pra dentro, deixando a pica enterrada até o fundo por quase um minuto. Fanny segurava a respiração quando sentiu que ele a soltou pra ela pegar ar. Ele tirou a boca dela e simplesmente perguntou ao mecânico:
— O senhor gosta do meu jeito, moço? — perguntou ela, de joelhos, sem parar de masturbar a pica do mecânico com as mãos.
Tudo parecia irreal. Fanny se comportava como uma verdadeira puta, já que o sexo com o marido, embora não fosse chato, não se comparava em nada com o que ela estava fazendo agora. O tempo passava e Fanny parecia não se importar.
Assim continuaram por vários minutos, os dois cada vez mais excitados. Fanny estava surpresa com a resistência do mecânico. Ela chupava e chupava aquela pica e, apesar de não querer pensar no marido, era impossível não fazer a comparação. Se estivesse fazendo aquilo com o esposo, ele já teria gozado há muito tempo. O mecânico sente que vai derramar todo o sêmen naquela boquinha, mas não quer fazer isso. Ainda quer penetrá-la e arrebentar a bunda dela. Ele não sabe se, depois de gozar uma vez, vai conseguir levantar de novo.
— Espera aí, putinha... Você vai me deixar seco, e ainda tem muita diversão pela frente — dizia ele pra casada, que não parava de mamar nem por um instante.
Fanny também está com a respiração ofegante. Embora às vezes tenha dificuldade pra enfiar aquela pica toda, ela consegue, deixando-a por um momento até o fundo da boquinha. Fios de saliva misturados com sêmen — que o velho não conseguiu evitar que saísse — escorrem. É difícil pra ela acreditar no que está acontecendo. Semanas atrás, ela nunca teria imaginado estar ali de novo, com o homem que praticamente está arruinando a vida dela, aproveitando pra dar um boquete. Um boquete que, com o marido, ela não curtia como agora.
Já estavam assim há um tempinho. A loira conseguia enfiar aquela pica toda com mais facilidade. O rosto e a boca dela estavam cheios de saliva. O mecânico a tinha pegado pela cabeça de novo pra ditar o ritmo da mamada. Ohhhmm... só se ouvia isso. Mecânico, mas esse queria o prato principal, que era meter o pau na casada. Então, enquanto a loira continuava chupando o pau dele, o mecânico levou as mãos para as costas da Fanny para tirar o sutiã e, finalmente, liberar aqueles peitões enormes. A casada, vendo que o mecânico não conseguia tirar o sutiã, foi ela mesma que levou as mãos para as costas para tirá-lo, sem parar de mamar o pau. Assim, ela tirou o sutiã, jogando-o de lado, deixando ver aquele par de melões se balançando no ritmo da chupada. O mecânico sentia que ia gozar, precisava fazer a casada parar, mas ela não queria se desgrudar daquele pau. Então o mecânico teve que pegar ela pelo cabelo para puxar e desgrudar. Por um momento, ele ficou olhando para a casada: o rosto dela era de uma puta autêntica, fios de saliva escorriam da boca, a maquiagem estava toda borrada no rosto, o cabelo bagunçado, e ela deu uma risada debochada. O mecânico...
Não podia acreditar no que tava dizendo. "Eu pertenço ao senhor, sou sua puta..." Foram as palavras que saíram da casada, que não parava de olhar pro mecânico. "Mecânico... vamos ver se é verdade o que cê tá dizendo, puta. Abre essa boca e mostra a língua, Fanny." Ao ouvir isso, ela obedeceu na hora, se perguntando o que o velho tava tramando. Abrindo a boca e esticando a língua, ela olhava pro mecânico, que cuspiu uma boa golfada de saliva direto na boca da casada. Ela ficou surpresa por um instante, sentiu nojo, mas conseguiu segurar. "ENGole ISSO!" gritou o mecânico. Fanny, fazendo careta de nojo, engoliu, sentindo a meleca escorrendo garganta abaixo, pegajosa e viscosa, salgada. Engoliu e abriu a boca de novo, mostrando a língua pro mecânico pra provar que tinha engolido. "Haha, me surpreende o quão degenerada e puta você consegue ser." Mas o mecânico queria humilhar ela ainda mais. Então, pegando ela pelo cabelo, forçou a cabeça dela pra baixo, quase encostando o rosto nas botas dele, todas sujas de graxa e poeira. A casada conseguia ver o quanto aquelas botas estavam imundas. "Mecânico... vamos, puta, lambe minhas botas. Quero que deixe elas limpas. Me prova que o que cê disse é verdade e que agora você é minha puta." Fanny não acreditava no que seu José tava pedindo. Aquilo era demais. Aquelas botas estavam muito sujas. Esticando a língua o máximo que podia, ela encostou nas botas e começou a lamber. A língua dela recolhia toda aquela sujeira. Ficou assim por quase meio minuto, deixando a parte da frente das botas quase limpa. Fanny tava irreconhecível. Nunca na vida imaginou que gostaria de ser humilhada. Por momentos, se sentia envergonhada de si mesma, mas a excitação era grande demais. O mecânico obrigou ela a ficar de joelhos de novo. "AGORA EU QUERO VOCÊ PELADA, PUTA!" A casada só tava de calça e calcinha. Sem perder tempo, Fanny foi tirando as roupas até ficar completamente nua. O corpo dela era extremamente sexy. O mecânico não podia acreditar que ia sodomizar aquela mulher. Olhando ela completamente nua, foi se sentar no sofá grande que tinha, se recostando confortavelmente. Ele disse pra loira que agora queria que ela montasse nele como a égua que era. Fanny olhava pra ele, não podia acreditar que ia fazer aquilo com um homem tão feio e gordo. A aparência dele até dava um certo nojo. Ela ficou olhando pra ele por um momento, mas Fanny só via aquela pica enorme do mecânico. Não aguentava mais. Caminhou com medo até onde o mecânico estava. "Vamos, loira, quero que você mesma enfie a minha pica." Fanny apoiou as duas pernas em cima do mecânico, que ao sentir a mulher em cima dele, pegou as mãos dela e levou pra trás das costas, fazendo ela se curvar um pouco, destacando os peitões da casada. Dom José olhava babando. Se jogou neles pra começar a chupar, percorrendo com a língua áspera aquele par de tetas. Mordeu os bicos, que estavam duros de tanta excitação. Passava a boca de um lado pro outro, deixando os peitos de Fanny babados. Fanny se sentia no céu. Nunca ninguém tinha chupado os peitos dela daquele jeito. Ela se deixava fazer, sem resistir. Levantava mais o peito praquele mecânico tarado lamber melhor. Ele lambia e percorria o pescoço da casada. Aos poucos foi descendo até chegar naquela boquinha doce e macia. Fanny podia sentir a respiração do velho, o cheiro de sujeira dele. Fechou os olhos por um momento, se deixando levar pelas loucuras do mecânico. Quando ele viu que a casada não parecia negar nada, aproximou a boca da de Fanny pra dar um beijo. Fanny não acreditava que aquele velho estava beijando ela. Aquilo era irreal. Sentia a língua do mecânico procurando a dela, e Fanny respondeu ao beijo, entrelaçando a língua com a do mecânico. Os dois se beijavam como dois namorados.
Passavam a saliva de uma boca pra outra, Fanny nunca tinha beijado com tanta intensidade o marido dela. Ficaram assim por uns minutos, até que o mecânico pensou que já era hora da sua puta montar nele, descolando a boca da casada.
— Mecânico... você beija muito gostoso, putona, mas já é hora de você cavalgar o seu macho — ele dizia enquanto se recostava no sofá.
— Fanny... ohhmm, do... dom José, vai me machucar com esse seu pau enorme — dizia Fanny, fazendo uma carinha de puta.
— Haha, claro que vai doer, loirinha, mas já vai ver que depois não vai querer se desgrudar dele — dando um tapa forte na bunda dela, deixando a nádega vermelha. — Vai, loirinha, enfia você mesma.
Fanny, ao sentir o tapa, foi como uma ordem pra ela. Então, com a mãozinha, pegou o pau do mecânico e colocou na entrada da buceta dela. Só de sentir a cabeça enorme na entrada da buceta, pensava que ia se despedaçar. Parecia impossível que aquela coisa entrasse nela. Respirou fundo e foi descendo um pouco o corpo, conseguindo enfiar um pouco.
— Ahhhhmmm — foi o gemido que a casada soltou ao sentir a cabeça do mecânico se abrindo caminho pela buceta dela.
— Fanny... é muito grande, não vai entrar, vai me partir no meio, não consigo — dizia a casada.
— Vamos, putona, já entrou a cabeça, desce mais um pouco — dizia dom José, segurando-a pelos quadris pra forçá-la a descer mais.
— Ohhhhhmm, nãooo, para! — gritava Fanny, sentindo aquela barra preta enorme, como se estivesse sendo desvirginada. — Para, para, por favor!
O mecânico tinha forçado a casada a enfiar meio pau. Fanny tentava segurar o mecânico, mas era impossível, já que ele tinha muito mais força que ela.
— Não se mexe, puta, deixa sua buceta se acostumar, se acostumar com meu pau.
A casada ficou parada com meio pau na buceta, tentando aguentar o sofrimento. Ficou assim por um momento, suportando aquele pau abrindo a buceta dela. Fanny respirava ofegante, não se mexia. Foi então que o mecânico a segurou pelos quadris firmemente e, de um puxão, fez ela descer os quadris pra enfiar o pau todo. Na casada... Ahhhhnooooooo uhhfmm foi o grito e gemido que a casada soltou ao sentir aquela pica entrar inteira. Ela sentiu que tinha sido partida ao meio, não conseguiu segurar umas lágrimas. "Nãoooo ufff, tira ela, por favor, eu imploro", Fanny tentava tirar ela mesma, mas o mecânico a segurava firme pela cintura, impedindo que ela escapasse. Ohhhmm era o que se ouvia do mecânico: "Mas que apertada que você é, puta. Parece que meti numa virgem. Agora você vai saber o que é uma pica de homem de verdade, não igual à do idiota do seu marido." Ele manteve a casada assim por um momento, deixando que ela se acostumasse ao tamanho da pica dele. Em Fanny, a dor aos poucos estava passando, já que o mecânico lentamente a fazia mexer os quadris. Fanny se apoiava no peito do mecânico enquanto mexia os quadris devagar, sentindo agora prazer; a dor tinha ido embora. Pequenos gemidos escapavam dela. O mecânico a pegou de novo pelo cabelo, obrigando-a a olhar para ele. "Mecânico... me beija, puta. Mostra essa língua, quero que me beije como se fosse minha mulher." Fanny ouvia o mecânico enquanto mexia os quadris cada vez mais. Ela esticou a língua para oferecê-la ao mecânico, se beijando de novo. Quando Fanny já estava completamente adaptada ao tamanho daquela pica, ela mexia os quadris como uma profissional. "Ahhhhmmm... sim... uff... mais, mais.
Fanny estava sendo humilhada, mas isso já não importava mais pra ela. Ela se deixaria fazer qualquer coisa só pra provar aquela pica. — De quem você é, puta?! — gritava seu José, sem parar de bater com a pica na mulher casada.
— A... ah... em você... — gemeu a casada.
— Mecânico... Diz pra quem você vai pertencer, de quem você vai ser a putinha. Vou fazer de você minha putinha mais obediente. Anda, fala pra mim o que você vai ser.
Fanny sentia a pica batendo no rosto dela. Ela não queria que o mecânico parasse.
— Ahh... sim, vou virar sua putaaaa... — gritou de novo. — Vou ser sua putinha obediente...
— Hahaha, agora, putinha, engole minha pica.
Fanny segurou a pica com as duas mãos, levou até a boca e começou a chupar, conseguindo enfiar só a cabeça daquela pica enorme. Fanny começou a mexer a cabeça, sentindo aquele pedaço de carne na boca. Tinha um gosto salgado, mas em vez de nojo, isso a excitava ainda mais. Ela movia as mãos pra massagear a pica enquanto chupava como uma desesperada.
Dom José adorava ver como a casada chupava o pau dele, ele ria ao ver que ela nem tinha tirado a aliança de casamento. "Vai, putinha. Usa mais a língua enquanto eu rio", ordena o mecânico, completamente excitado. Fanny obedece e consegue sentir aquela ferramenta vibrar na boca dela. Avança um pouco mais, mas ainda assim não enfia tudo. "Meu Deus... esse pau é imenso", pensava Fanny, desorientada, excitada e meio com medo. "Vai, loirinha, eu sei que você consegue. Chupa meu pau. Já tá quase tudo dentro." Fanny não obedece, está totalmente convencida de que não vai entrar mais. Parece impossível que alguém consiga enfiar aquele pau inteiro na boca dela. Assustada, ela resiste à força que o velho faz na cabeça dela, tentando enfiar tudo. A boca começa a doer, ela tenta tirar o pau, tenta pedir para o mecânico parar, mas ele ignora. Os esforços dela não adiantam, porque num instante as pernas do velho envolvem a cabeça dela e, aplicando muita força, agora sim fazem o pau avançar mais. Fanny sente que está ficando sem ar. A cara dela está um desastre, a maquiagem borrada, os olhos começam a lacrimejar. Ela tenta afastá-lo com as mãos, mas é impossível. "Ohhmmg" é a única coisa que se ouve da voz da casada. As mãos dela tentam resistir à ação violenta do velho, que parece um touro. Fanny tenta se adaptar ao tamanho do pau, mas cada vez mais falta ar. Por um momento, ela fica imóvel, tenta respirar apesar de estar sendo torturada. Mas Fanny pouco se importava, porque a excitação dela era inimaginável. Apesar de tudo, a loirinha não queria que o mecânico parasse, mesmo que ele deslocasse a mandíbula dela. Fanny queria que aquele pau entrasse inteiro na boca dela. Já tinha entrado metade do pau, ela podia sentir ele chegando na garganta. Segurava a respiração. Nunca pensou que fosse caber metade, mas a casada queria mais. O mecânico tinha soltado ela com as pernas, Fanny podia tirar o pau e descansar, respirar. E foi o que ela fez. começou a tossir enquanto respirava ofegante, mas não ia desistir tão fácil assim. Assim que sentiu que recuperou as forças, se jogou na pica do mecânico, enfiando metade dela na boca e começando a chupar. Tava decidida a meter ela toda.
Com muito esforço, a boca dela já doía. Quem diria que a grande mulher que se dizia casada com um dos advogados mais renomados do país agora estava lutando pra engolir mais de 20 centímetros de pica. Dom José, meio surpreso com a ação da loira, ria ao ver como tinha conseguido corromper aquela mulher, que agora parecia ter como única missão enfiar aquela pica inteira. Fanny olhava para o mecânico, seus olhos não paravam de lacrimejar, a rímel já estava toda borrada. Segurando o mecânico pelas duas pernas, a mulher fez pressão com a cabeça, conseguindo enfiar mais da metade na boca. Por momentos, sentia que ia se engasgar.
Parando por um momento com mais de meia pica na boca, Fanny tentou acostumar a boca ao tamanho e, enquanto tentava respirar, decidiu empurrar a boca até que seu nariz batesse na cintura do mecânico. Fanny, com dor e sofrimento, conseguiu engolir toda aquela pica.
Hahaha é assim que se faz, sua putinha — dizia o mecânico enquanto, com as mãos, empurrava ela ainda mais pra dentro, deixando a pica enterrada até o fundo por quase um minuto. Fanny segurava a respiração quando sentiu que ele a soltou pra ela pegar ar. Ele tirou a boca dela e simplesmente perguntou ao mecânico:— O senhor gosta do meu jeito, moço? — perguntou ela, de joelhos, sem parar de masturbar a pica do mecânico com as mãos.
Tudo parecia irreal. Fanny se comportava como uma verdadeira puta, já que o sexo com o marido, embora não fosse chato, não se comparava em nada com o que ela estava fazendo agora. O tempo passava e Fanny parecia não se importar.
Assim continuaram por vários minutos, os dois cada vez mais excitados. Fanny estava surpresa com a resistência do mecânico. Ela chupava e chupava aquela pica e, apesar de não querer pensar no marido, era impossível não fazer a comparação. Se estivesse fazendo aquilo com o esposo, ele já teria gozado há muito tempo. O mecânico sente que vai derramar todo o sêmen naquela boquinha, mas não quer fazer isso. Ainda quer penetrá-la e arrebentar a bunda dela. Ele não sabe se, depois de gozar uma vez, vai conseguir levantar de novo.
— Espera aí, putinha... Você vai me deixar seco, e ainda tem muita diversão pela frente — dizia ele pra casada, que não parava de mamar nem por um instante.
Fanny também está com a respiração ofegante. Embora às vezes tenha dificuldade pra enfiar aquela pica toda, ela consegue, deixando-a por um momento até o fundo da boquinha. Fios de saliva misturados com sêmen — que o velho não conseguiu evitar que saísse — escorrem. É difícil pra ela acreditar no que está acontecendo. Semanas atrás, ela nunca teria imaginado estar ali de novo, com o homem que praticamente está arruinando a vida dela, aproveitando pra dar um boquete. Um boquete que, com o marido, ela não curtia como agora.
Já estavam assim há um tempinho. A loira conseguia enfiar aquela pica toda com mais facilidade. O rosto e a boca dela estavam cheios de saliva. O mecânico a tinha pegado pela cabeça de novo pra ditar o ritmo da mamada. Ohhhmm... só se ouvia isso. Mecânico, mas esse queria o prato principal, que era meter o pau na casada. Então, enquanto a loira continuava chupando o pau dele, o mecânico levou as mãos para as costas da Fanny para tirar o sutiã e, finalmente, liberar aqueles peitões enormes. A casada, vendo que o mecânico não conseguia tirar o sutiã, foi ela mesma que levou as mãos para as costas para tirá-lo, sem parar de mamar o pau. Assim, ela tirou o sutiã, jogando-o de lado, deixando ver aquele par de melões se balançando no ritmo da chupada. O mecânico sentia que ia gozar, precisava fazer a casada parar, mas ela não queria se desgrudar daquele pau. Então o mecânico teve que pegar ela pelo cabelo para puxar e desgrudar. Por um momento, ele ficou olhando para a casada: o rosto dela era de uma puta autêntica, fios de saliva escorriam da boca, a maquiagem estava toda borrada no rosto, o cabelo bagunçado, e ela deu uma risada debochada. O mecânico...
Não podia acreditar no que tava dizendo. "Eu pertenço ao senhor, sou sua puta..." Foram as palavras que saíram da casada, que não parava de olhar pro mecânico. "Mecânico... vamos ver se é verdade o que cê tá dizendo, puta. Abre essa boca e mostra a língua, Fanny." Ao ouvir isso, ela obedeceu na hora, se perguntando o que o velho tava tramando. Abrindo a boca e esticando a língua, ela olhava pro mecânico, que cuspiu uma boa golfada de saliva direto na boca da casada. Ela ficou surpresa por um instante, sentiu nojo, mas conseguiu segurar. "ENGole ISSO!" gritou o mecânico. Fanny, fazendo careta de nojo, engoliu, sentindo a meleca escorrendo garganta abaixo, pegajosa e viscosa, salgada. Engoliu e abriu a boca de novo, mostrando a língua pro mecânico pra provar que tinha engolido. "Haha, me surpreende o quão degenerada e puta você consegue ser." Mas o mecânico queria humilhar ela ainda mais. Então, pegando ela pelo cabelo, forçou a cabeça dela pra baixo, quase encostando o rosto nas botas dele, todas sujas de graxa e poeira. A casada conseguia ver o quanto aquelas botas estavam imundas. "Mecânico... vamos, puta, lambe minhas botas. Quero que deixe elas limpas. Me prova que o que cê disse é verdade e que agora você é minha puta." Fanny não acreditava no que seu José tava pedindo. Aquilo era demais. Aquelas botas estavam muito sujas. Esticando a língua o máximo que podia, ela encostou nas botas e começou a lamber. A língua dela recolhia toda aquela sujeira. Ficou assim por quase meio minuto, deixando a parte da frente das botas quase limpa. Fanny tava irreconhecível. Nunca na vida imaginou que gostaria de ser humilhada. Por momentos, se sentia envergonhada de si mesma, mas a excitação era grande demais. O mecânico obrigou ela a ficar de joelhos de novo. "AGORA EU QUERO VOCÊ PELADA, PUTA!" A casada só tava de calça e calcinha. Sem perder tempo, Fanny foi tirando as roupas até ficar completamente nua. O corpo dela era extremamente sexy. O mecânico não podia acreditar que ia sodomizar aquela mulher. Olhando ela completamente nua, foi se sentar no sofá grande que tinha, se recostando confortavelmente. Ele disse pra loira que agora queria que ela montasse nele como a égua que era. Fanny olhava pra ele, não podia acreditar que ia fazer aquilo com um homem tão feio e gordo. A aparência dele até dava um certo nojo. Ela ficou olhando pra ele por um momento, mas Fanny só via aquela pica enorme do mecânico. Não aguentava mais. Caminhou com medo até onde o mecânico estava. "Vamos, loira, quero que você mesma enfie a minha pica." Fanny apoiou as duas pernas em cima do mecânico, que ao sentir a mulher em cima dele, pegou as mãos dela e levou pra trás das costas, fazendo ela se curvar um pouco, destacando os peitões da casada. Dom José olhava babando. Se jogou neles pra começar a chupar, percorrendo com a língua áspera aquele par de tetas. Mordeu os bicos, que estavam duros de tanta excitação. Passava a boca de um lado pro outro, deixando os peitos de Fanny babados. Fanny se sentia no céu. Nunca ninguém tinha chupado os peitos dela daquele jeito. Ela se deixava fazer, sem resistir. Levantava mais o peito praquele mecânico tarado lamber melhor. Ele lambia e percorria o pescoço da casada. Aos poucos foi descendo até chegar naquela boquinha doce e macia. Fanny podia sentir a respiração do velho, o cheiro de sujeira dele. Fechou os olhos por um momento, se deixando levar pelas loucuras do mecânico. Quando ele viu que a casada não parecia negar nada, aproximou a boca da de Fanny pra dar um beijo. Fanny não acreditava que aquele velho estava beijando ela. Aquilo era irreal. Sentia a língua do mecânico procurando a dela, e Fanny respondeu ao beijo, entrelaçando a língua com a do mecânico. Os dois se beijavam como dois namorados.
Passavam a saliva de uma boca pra outra, Fanny nunca tinha beijado com tanta intensidade o marido dela. Ficaram assim por uns minutos, até que o mecânico pensou que já era hora da sua puta montar nele, descolando a boca da casada.— Mecânico... você beija muito gostoso, putona, mas já é hora de você cavalgar o seu macho — ele dizia enquanto se recostava no sofá.
— Fanny... ohhmm, do... dom José, vai me machucar com esse seu pau enorme — dizia Fanny, fazendo uma carinha de puta.
— Haha, claro que vai doer, loirinha, mas já vai ver que depois não vai querer se desgrudar dele — dando um tapa forte na bunda dela, deixando a nádega vermelha. — Vai, loirinha, enfia você mesma.
Fanny, ao sentir o tapa, foi como uma ordem pra ela. Então, com a mãozinha, pegou o pau do mecânico e colocou na entrada da buceta dela. Só de sentir a cabeça enorme na entrada da buceta, pensava que ia se despedaçar. Parecia impossível que aquela coisa entrasse nela. Respirou fundo e foi descendo um pouco o corpo, conseguindo enfiar um pouco.
— Ahhhhmmm — foi o gemido que a casada soltou ao sentir a cabeça do mecânico se abrindo caminho pela buceta dela.
— Fanny... é muito grande, não vai entrar, vai me partir no meio, não consigo — dizia a casada.
— Vamos, putona, já entrou a cabeça, desce mais um pouco — dizia dom José, segurando-a pelos quadris pra forçá-la a descer mais.
— Ohhhhhmm, nãooo, para! — gritava Fanny, sentindo aquela barra preta enorme, como se estivesse sendo desvirginada. — Para, para, por favor!
O mecânico tinha forçado a casada a enfiar meio pau. Fanny tentava segurar o mecânico, mas era impossível, já que ele tinha muito mais força que ela.
— Não se mexe, puta, deixa sua buceta se acostumar, se acostumar com meu pau.
A casada ficou parada com meio pau na buceta, tentando aguentar o sofrimento. Ficou assim por um momento, suportando aquele pau abrindo a buceta dela. Fanny respirava ofegante, não se mexia. Foi então que o mecânico a segurou pelos quadris firmemente e, de um puxão, fez ela descer os quadris pra enfiar o pau todo. Na casada... Ahhhhnooooooo uhhfmm foi o grito e gemido que a casada soltou ao sentir aquela pica entrar inteira. Ela sentiu que tinha sido partida ao meio, não conseguiu segurar umas lágrimas. "Nãoooo ufff, tira ela, por favor, eu imploro", Fanny tentava tirar ela mesma, mas o mecânico a segurava firme pela cintura, impedindo que ela escapasse. Ohhhmm era o que se ouvia do mecânico: "Mas que apertada que você é, puta. Parece que meti numa virgem. Agora você vai saber o que é uma pica de homem de verdade, não igual à do idiota do seu marido." Ele manteve a casada assim por um momento, deixando que ela se acostumasse ao tamanho da pica dele. Em Fanny, a dor aos poucos estava passando, já que o mecânico lentamente a fazia mexer os quadris. Fanny se apoiava no peito do mecânico enquanto mexia os quadris devagar, sentindo agora prazer; a dor tinha ido embora. Pequenos gemidos escapavam dela. O mecânico a pegou de novo pelo cabelo, obrigando-a a olhar para ele. "Mecânico... me beija, puta. Mostra essa língua, quero que me beije como se fosse minha mulher." Fanny ouvia o mecânico enquanto mexia os quadris cada vez mais. Ela esticou a língua para oferecê-la ao mecânico, se beijando de novo. Quando Fanny já estava completamente adaptada ao tamanho daquela pica, ela mexia os quadris como uma profissional. "Ahhhhmmm... sim... uff... mais, mais.
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