Beleza, vi que vocês postam um monte de histórias, reais ou falsas, não tô nem aí, só gosto de ler e agora vou contar umas. A real é que não sou muito bonito, mas acho que tenho uma sorte danada e com minhas futuras histórias vocês vão ver, tipo essa aqui.
Eu era novo, tava na casa de uma amiga que eu curtia pra caralho, chamava Daniela, morava perto e a gente passava um tempão junto. Com o tempo, virei amigo da família dela e contava umas coisas pro meu grupo de amigos da época, um mais velho que os outros falava que a irmã dela era uma tarada, o que eu ignorei porque a cara dela passava uma certa timidez.
Eu e a Daniela tava vendo um filme que a gente alugou no quarto dela enquanto a irmã tava em casa, mas os pais não. Antes disso, a gente já tinha se beijado e trocado uns amassos por cima da roupa, nada sério.
Nisso, entra a irmã mais velha dela batendo a porta, que assustou nós dois.
- Uhhh, achei que vocês tavam transando
- Mete o pé, não é da sua conta o que a gente tá fazendo
- Haha, então você é virgem mesmo
- Claro que não
Eu tava no meio dessa briga sem muito sentido até que a irmã dela me olha e pergunta:
- Você comeu ela?
Fiquei com os olhos pregados num canto enquanto pensava, nunca gostei de mentir, então respondi que não com a cabeça, olhando pro nada, o que fez a Valéria, a irmã mais velha, cair na risada.
- HAHAHAHAHA já sabia que você era virgem, mocinha - ela ficou olhando nos nossos olhos como se tivesse tramando um plano maligno e pergunta:
- Querem deixar de ser?
A irmã dela tava oferecendo a ideia da gente transar na frente dela ou ela comer a gente. Não entendia nada, meu coração tava a mil, muito nervoso e não sabia o que fazer. Daniela só me olhou e falou:
- Eu topo se você topar
Fiquei sem reação, não achei que meu dia ia acabar assim. Olhei pra Valéria e falei:
- Beleza – com uma cara quase indiferente enquanto dentro da minha cabeça era um tsunami de ideias.
Nisso, a irmã Ela corre pro quarto dela, me joga um camisinha e fala:
- Primeiro, tirem a roupa.
A gente segue as instruções meio sem graça, mas ao mesmo tempo se olhando, tinha uma tensão sexual enorme entre os olhos da Daniela penetrando nos meus. Nisso, a Valéria fala:
- Bom, pra ficar todo mundo igual.
Ela começou a se despir na nossa frente, a pele branca dela quase leitosa, com uns peitos lindos e uns bicos que eu lembro e automaticamente quero morder. Isso me deu uma ereção total, a Valéria percebe e fala:
- Nossa, parece que seu namoradinho gostou - enquanto soltava outra gargalhada.
Então chegou o momento, nós três pelados e a Valeria fala pra Daniela:
- Esse pau não vai se chupar sozinho, e você, deita na cama.
Eu, ainda confuso, obedeci a ordem enquanto via a Daniela, minha melhor amiga, começando a me lamber. Sentia cócegas, então de vez em quando soltava uma risadinha, até que a Valeria instruiu que ela tava fazendo errado.
Valeria começou a usar a boca dela e me levou ao céu, enfiava até o fundo e voltava fazendo barulhos igual aqueles filmes que eu já vi uma vez.
Valeria olhava pra minha cara de prazer, isso durou uns minutos até que ela mandou a Daniela continuar. Ela deu o melhor dela, mas não se comparava à irmã mais velha, melhorava com o tempo, mas raspava um pouco com os dentes. Valeria lia minha linguagem corporal e falava pra Daniela não usar os dentes ou aumentar e diminuir a intensidade. Depois de uns minutos, ela mandou a gente trocar de posição, agora era eu quem tinha que lamber a Daniela. Valeria explicava enquanto beijava as pernas da irmã, chegando cada vez mais perto da buceta dela.
Ela tratava com muito cuidado, coisa que eu imitei o melhor que pude enquanto sentia a Daniela se mexendo e dizendo que tava sentindo cócegas.
Então comecei a chupar a bucetinha dela, que já tinha uns pelinhos. O gosto não era lá essas coisas, mas os movimentos dela me excitavam e eu ficava duro enquanto continuava. Enquanto isso, Valéria me mandava lamber mais pra cima enquanto ela enfiava os dedos na irmã mais nova. Daniela começou a se contorcer mais na cama, apertando os lençóis. Pedi pra Valéria me mostrar como ela enfiava os dedos, estava muito quente e cada vez mais meladinha escorria da buceta gostosa dela. Comecei a lamber mais e a tocar ela enquanto Daniela soltava gemidos bem altos. Continuei chupando, Valéria me afastou e continuou o serviço enquanto com uma mão me masturbava.
Ela foi pro meu pau e começou um boquete que durou uns minutos, foi uma das melhores coisas que já experimentei na minha vida sexual. Valéria se levantou na minha frente, me beijou e, sem parar de brincar com meu pau, disse:
— Já tá duro, podemos começar.
Vou parar por aqui, se vocês gostarem, eu continuo.
Eu era novo, tava na casa de uma amiga que eu curtia pra caralho, chamava Daniela, morava perto e a gente passava um tempão junto. Com o tempo, virei amigo da família dela e contava umas coisas pro meu grupo de amigos da época, um mais velho que os outros falava que a irmã dela era uma tarada, o que eu ignorei porque a cara dela passava uma certa timidez.
Eu e a Daniela tava vendo um filme que a gente alugou no quarto dela enquanto a irmã tava em casa, mas os pais não. Antes disso, a gente já tinha se beijado e trocado uns amassos por cima da roupa, nada sério.
Nisso, entra a irmã mais velha dela batendo a porta, que assustou nós dois.
- Uhhh, achei que vocês tavam transando
- Mete o pé, não é da sua conta o que a gente tá fazendo
- Haha, então você é virgem mesmo
- Claro que não
Eu tava no meio dessa briga sem muito sentido até que a irmã dela me olha e pergunta:
- Você comeu ela?
Fiquei com os olhos pregados num canto enquanto pensava, nunca gostei de mentir, então respondi que não com a cabeça, olhando pro nada, o que fez a Valéria, a irmã mais velha, cair na risada.
- HAHAHAHAHA já sabia que você era virgem, mocinha - ela ficou olhando nos nossos olhos como se tivesse tramando um plano maligno e pergunta:
- Querem deixar de ser?
A irmã dela tava oferecendo a ideia da gente transar na frente dela ou ela comer a gente. Não entendia nada, meu coração tava a mil, muito nervoso e não sabia o que fazer. Daniela só me olhou e falou:
- Eu topo se você topar
Fiquei sem reação, não achei que meu dia ia acabar assim. Olhei pra Valéria e falei:
- Beleza – com uma cara quase indiferente enquanto dentro da minha cabeça era um tsunami de ideias.
Nisso, a irmã Ela corre pro quarto dela, me joga um camisinha e fala:
- Primeiro, tirem a roupa.
A gente segue as instruções meio sem graça, mas ao mesmo tempo se olhando, tinha uma tensão sexual enorme entre os olhos da Daniela penetrando nos meus. Nisso, a Valéria fala:
- Bom, pra ficar todo mundo igual.
Ela começou a se despir na nossa frente, a pele branca dela quase leitosa, com uns peitos lindos e uns bicos que eu lembro e automaticamente quero morder. Isso me deu uma ereção total, a Valéria percebe e fala:
- Nossa, parece que seu namoradinho gostou - enquanto soltava outra gargalhada.
Então chegou o momento, nós três pelados e a Valeria fala pra Daniela:- Esse pau não vai se chupar sozinho, e você, deita na cama.
Eu, ainda confuso, obedeci a ordem enquanto via a Daniela, minha melhor amiga, começando a me lamber. Sentia cócegas, então de vez em quando soltava uma risadinha, até que a Valeria instruiu que ela tava fazendo errado.
Valeria começou a usar a boca dela e me levou ao céu, enfiava até o fundo e voltava fazendo barulhos igual aqueles filmes que eu já vi uma vez.
Valeria olhava pra minha cara de prazer, isso durou uns minutos até que ela mandou a Daniela continuar. Ela deu o melhor dela, mas não se comparava à irmã mais velha, melhorava com o tempo, mas raspava um pouco com os dentes. Valeria lia minha linguagem corporal e falava pra Daniela não usar os dentes ou aumentar e diminuir a intensidade. Depois de uns minutos, ela mandou a gente trocar de posição, agora era eu quem tinha que lamber a Daniela. Valeria explicava enquanto beijava as pernas da irmã, chegando cada vez mais perto da buceta dela.
Ela tratava com muito cuidado, coisa que eu imitei o melhor que pude enquanto sentia a Daniela se mexendo e dizendo que tava sentindo cócegas.
Então comecei a chupar a bucetinha dela, que já tinha uns pelinhos. O gosto não era lá essas coisas, mas os movimentos dela me excitavam e eu ficava duro enquanto continuava. Enquanto isso, Valéria me mandava lamber mais pra cima enquanto ela enfiava os dedos na irmã mais nova. Daniela começou a se contorcer mais na cama, apertando os lençóis. Pedi pra Valéria me mostrar como ela enfiava os dedos, estava muito quente e cada vez mais meladinha escorria da buceta gostosa dela. Comecei a lamber mais e a tocar ela enquanto Daniela soltava gemidos bem altos. Continuei chupando, Valéria me afastou e continuou o serviço enquanto com uma mão me masturbava. Ela foi pro meu pau e começou um boquete que durou uns minutos, foi uma das melhores coisas que já experimentei na minha vida sexual. Valéria se levantou na minha frente, me beijou e, sem parar de brincar com meu pau, disse:
— Já tá duro, podemos começar.
Vou parar por aqui, se vocês gostarem, eu continuo.
1 comentários - Meu primeiro ménage