Entrego el culo en un cumple (Tío ll)

Isenção de Responsabilidade da Autora:Me perguntaram bastante se os posts são reais ou não. Bom, digamos que é meio a meio. A história com minha família e as relações entre nós são, ou melhor, foram, bem complicadas. Então vou contando histórias "baseadas em fatos reais". Os nomes, datas ou lugares são fictícios, mas os acontecimentos são baseados na minha própria história. Por que então não contar a história real? Principalmente porque não quero, porque os fatos, na minha opinião, são meio chatos (tirando as partes de sexo), porque gosto de escrever e porque às vezes prefiro enfeitar ou encaixar melhor os acontecimentos. Contar a história real, mas contando de um jeito bom. Obrigada por me lerem e pelas mensagens e fotos. Gosto de escrever, mas também não esqueço que isso aqui é uma comunidade pornô, então me mandem punhetas, enviem fotos no Private Message, me digam o que desejam. Espero que isso seja do agrado de vocês. Bye e beijos beijos.
A primeira parte dessa história vocês encontram em:
http://www.poringa.net/posts/relatos/5364664/Entrego-el-culo-en-un-cumple-Tio-l.html


Entrego el culo en un cumple (Tío ll)




Minha mente explodiu. Minha bunda. Obviamente não era virgem de nenhum buraco. E minha bunda já tinha sua história. Normalmente guardo ela pra pessoasespeciaisMas naquele momento eu penseiBom, o que é mais especial do que a família?Minha resposta foiE com essa resposta foi embora a pouca dignidade que eu tinha, se é que sobrava alguma.
Meu tio me disse
Aqui não, vamos pro meu carro.Saímos de lá a tempo, porque éramos praticamente os últimos e também com um pouco de sorte, já que os funcionários estavam esperando do lado de fora do banheiro pra limpar. Ficaram com cara estranha ao me ver saindo do banheiro masculino, mas eu não conhecia eles. Fomos rapidamente até o estacionamento, meu tio tinha uma Toyota Fortuner. Não tinha luz e não tinha mais ninguém naquele lugar. A caminhonete estava estacionada num canto e uma parede escondia um dos lados dela. Meu tio me pegou pelo braço e me levou até a porta traseira daquele lado escondido.

Ele abriu a porta e me jogou de bruços entre os bancos de trás. Consegui reagir rápido e cuspi na minha mão, pra depois levar essa saliva até meu cu. Mas o Roberto se comportou muito bem. Pensei que ele ia me arrebentar sem mais nem menos, mas ele se segurou, afastou minha saia, abriu minhas pernas um pouco. Meus pés calçados com salto alto ficaram pra fora da porta aberta, balançando no ar. Ele enfiou o pau na minha buceta e lubrificou com meus próprios sucos. Enfiou um dedo no meu cu e depois dois. Eu facilitei com mais saliva. Aí ele colocou o pau no meu rabo. A cabecinha grossa dele apertou contra meu esfíncter e eu senti aquele momento sublime antes da penetração.

Depois, a grande estima que eu tinha pelo meu tio se foi. Todo o controle de antes desapareceu e só ficou um animal no cio em cima de mim, com o membro dele dentro de mim. Seguindo a analogia, ele me fez de mulher dele. No começo, eu mesma afastei minhas nádegas, mas quando ele se transformou, não aguentei e apertei os bancos do carro com as mãos, tentando me segurar ou escapar por algum lugar. Tampei a boca e mordi meus dedos. Da minha boca saía saliva e gemidos.
<¡vadia mãe, você tá me arrebentando!>Era isso que eu queria gritar naquele momento, mas em vez disso só saíram sons guturais, tipo de um bicho ferido. Mesmo sem eu abrir as nádegas, meu tio me penetrava bem fundo. Ele montou em cima de mim e com o peso dele eu nem conseguia me mexer. As pernas dele abriam as minhas e o pau dele entrava e saía num ritmo alucinante. Delirei, me mexi, gemi e tentei me soltar, mas o Roberto me segurou firme. Ele me abraçava, me pegava pelo pescoço, me dava beijos na bochecha e nas costas. Me penetrava rápido, depois deixava a rola bem dentro, mexia em círculos e fazia tanta coisa no meu cu que, junto com o tesão e talvez minha calcinha fio dental dentro da minha buceta, meio que contra minha vontade, me deu um orgasmo forte. As bolas dele batiam nos meus lábios da buceta.Paf, paf, pafera o som que reinava na noite junto com a minhaargh, arghmonótonos que eu soltava cada vez que o pau dele se abria caminho no meu cu.
Ele me enfiou. Me empalou e me educou. Acho que nunca tinham me comido o cu com tanta veemência. Sem pedir permissão. Tomando o que queria. Acho que é isso que se chama ser puta. Pra mim, aquela sodomia foi uma eternidade, mas, olhando pra trás, não durou tanto tempo. Ninguém dura tanto tempo no meu cu. Ainda bem, porque a foda foi tão intensa que eu não teria problemas em ir ao banheiro por uma semana.
Ele explodiu dentro de mim. Pelo cu, sinto melhor o esperma quente. Senti muito bem. Jorros, pelo menos três grandes, bem quentes, o pau dele enfiado por completo. Ficamos um tempo assim, até a última gota de porra desaparecer dentro de mim.
Ele tirou o pênis do meu cu e me senti tão aberta que, se levantasse, tinha medo de que todo o esperma saísse. Então fiquei ali mesmo, de bruços, totalmente destruída. Roberto pareceu captar meus pensamentos, porque senti os dedos dele cutucando minha buceta. Ele tirou a tanga que eu estava usando, fez uma bolinha com ela e enfiou no meu cu. Embora depois do tratamento incestuoso eu mal tenha sentido. Eu estava muito aberta.
Fazia muito tempo que não me sacudiam desse jeito. Fiquei por mais um tempo. Enquanto meu tio fumava um cigarro. Ficava imaginando ele ali, olhando pra minha bunda de fora, dizendoUff, tudo isso eu comi., mas eu não ligava. Ele me fez um puta favor e, mesmo eu estando um pouco chateada com a grossura da penetração, na verdade não tinha me machucado, tinha bastante lubrificação e, tirando meu orgulho, eu tinha gostado.As palavras dele me acordaram. Eu tinha dormido. Levantei, me ajeitei um pouco e aceitei o favor. A tanga na minha bunda, de fato, tinha segurado o sêmen e meu esfíncter se recuperou um pouco. Pelo menos já não estava mais aberto. Roberto continuou sendo gentil o caminho todo e, aos poucos, meus julgamentos sobre a porrada que eu levei foram se dissolvendo.
Tanto que me abaixei, abri o zíper dele e chupei, lenta e ternamente, o pau meio mole dele e as bolas. A viagem, na minha opinião, durou um pouco mais do que deveria. Paramos na frente da minha casa, acelerei o processo usando as mãos e meu tio me deu mais umas gotas de sêmen. Eram ácidas e tinham um gosto forte. Mas curti como se fosse a iguaria mais gostosa do dia. Até minha dignidade voltou a crescer um pouco depois de ver a cara do meu tio. Duas vezes numa noite, sim, eu tinha fudido ele, ele até suava na testa.
Dei um beijo na bochecha dele e me despedi. Ele ficou estacionado até eu entrar em casa. Entrei direto no chuveiro e tomei banho por quase uma hora. Nem preciso dizer que a tanga saiu sozinha no chuveiro, nem vou mencionar a quantidade enorme de sêmen que meu tio tinha enfiado no meu cu.
Dormiria como um bebê. No dia seguinte ia doer, mas nada disso importava. Eu curti. Entre o sono e os desejos, ficava pensando onde seria o próximo aniversário. Não sabia que não precisava de um aniversário para a próxima vez acontecer.

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