Tava na casa da praia com meu marido, passando um fim de semana prolongado delicioso por causa de um feriadão. Mas como a gente tava sem visitar nosso lar praiano há um tempo, o mato e o capim tavam altos pra caralho. Sempre passavam por ali uns caras ou moleques que se ofereciam pra capinar as casas dos turistas em troca de uma grana. Daí chegou um gurizinho sem camisa, de short, descalço, com a pele queimada de sol, cabelo crespo, dava pra ver os abdominais bem definidos e o corpo dele, magro mas durinho. Me chamou a atenção pra caramba... Perguntou pro meu marido se ele queria que ele limpasse o mato da casa, e o José (assim que chama meu marido) disse que sim. Eu senti uma emoção, uma coisa estranha me acontecia, mas aquele moleque me atraía. Confesso antes de continuar meu relato que não sou nenhuma santinha, já fui infiel pro meu marido várias vezes porque, digamos, sou muito safada, embora amigas próximas que sabem da minha conduta digam "muito piranha", hahaha. Mas nunca fiz isso com alguém muito mais novo que eu, ou com gente ligada à minha família ou amizades. Tenho 36, por sinal; foram deslizes em viagens que fiz sozinha, seja a trabalho ou a lazer. Já tive amantes ocasionais na minha idade ou mais velhos — sou daquelas que acredita firmemente que na variedade tá o tesão!
O fato é que eu não conseguia parar de admirar o menino, acho que de cara o pivete percebeu que eu tava olhando e olhando. Eu tava na beira da piscininha, usando uma fio dental branca que deixava minhas curvas bem à mostra. O moleque também me olhava, mas com espanto, meio besta, menos quando meu marido tava por perto. Depois de um tempinho cortando o mato, ele começou a suar, tava um gostoso, os músculos pequenos tensos pelo trabalho com o facão e aquele abdômen, Meu Deus. Já tava começando a me excitar imaginando umas putarias sensuais. Numa dessas que a gente cruzou os olhares, eu sorri de safada pra ele e ele retribuiu o gesto. Isso me Fiquei excitada, já estava toda arregaçada... Mas teria que me contentar em só fantasiar com aquele caipira, já que estava ali com meu consorte. Porém, de repente, o Universo conspirou a meu favor. José recebeu uma ligação no celular; o chefe dele pedindo uns papéis urgentes que meu maridinho tinha em casa. Então, todo preocupado, ele se aproximou de mim e disse que precisava atender ao pedido do "Chifrudo maior", mas eram três horas de viagem ida e mais três de volta, sem contar o tempo que levaria para encontrar o chefe e entregar os documentos. Fiz cara de "tristeza", e disse que era o preço do dever, que o cargo bom exigia sacrifícios assim e que, no fim, ele estaria de volta à noite ou, melhor, amanhã cedo para continuarmos nosso relax na praia, já que ainda tínhamos o domingo inteiro e parte da segunda, que era feriado. Ficou combinado assim, no dia seguinte ele voltaria para a praia. Então, meu amado esposinho partiu. Depois de um tempo, verifiquei por onde ele ia, só pra garantir que não voltasse de repente por algum imprevisto. Tudo certo, ele estava indo pra cidade... Meu corpo começou a se excitar, meus pelinhos se arrepiaram e senti que meu rosto se transformava, de ovelha pra loba! Eu tinha a chance perfeita de tentar seduzir meu "macheiro". Pois bem, levantei da espreguiçadeira à beira da piscina, me aproximei do rapaz, que já tinha avançado no trabalho — o quintal da casinha não era tão grande.
— Oi! Vejo que você trabalha muito bem, já cortou metade do mato...
— Sim, senhora, já tenho prática...
— Nossa, e quanto tempo de prática você tem? Você é muito jovem ainda.
— Bom, trabalho nisso desde os 9 anos e já tenho 18...
— Ah, ok! Pois você tem um corpo muito gostoso, vou te dizer, deve ser pelo trabalho pesado que vem fazendo desde pequeno.
O jovem ficou vermelho ao notar que eu o olhei de cima a baixo, sem vergonha. Ele baixou o olhar e continuou no serviço. Pensei numa estratégia, ali mesmo ofereci que ele desse uma pausa e bebesse um suco de melancia, que é bom pra essa A desidratação que o sol causava. Entramos pra dentro de casa, pedi pra ele sentar enquanto servia o suco. Quando andava, fazia de um jeito provocante, insinuante... Dei o suco pra ele e o moleque fixou os olhos nos meus peitos, não parava de olhar calado, sem nem tomar o copo. Vendo ele assim, perguntei:
— O quê, cê gostou das minhas tetas? — sorri com malícia.
— Claro, senhora, são lindas... — respondeu com os olhinhos arregalados como faróis.
— Hahaha, que simpático você é... Como você se chama?
— Wilker...
— Uff, olha só que nome, hein? Wilker.
— E Wilker, você tem namorada?
— Não, não tenho — falava meio gaguejando, coitado.
— Um rapaz simpático e trabalhador como você e sem namorada? Que sacanagem!
— É que aqui não tem muitas garotas da minha idade, senhora. E as poucas que têm, gostam dos caras mais velhos com grana.
— Ah, entendi... E imagino que você alivia suas vontades de algum jeito, né?
— Minhas vontades? Não entendi...
— Hehehe, tô falando que na sua idade os jovens geralmente querem quase toda hora transar com as minas e tal, então você deve bater uma com frequência.
— Eeehh, bom, não, ééé, sim, às vezes eu faço... — O menino tava muito nervoso, acho que suava mais do que quando trabalhava.
— Mmmmm, ou seja, você deve andar com essas bolinhas cheias de porra, hahaha. Sabe? Eu queria ficar a sós com você, vai pensar que sou uma sem-vergonha porque sendo uma senhora casada, tô te falando isso. Mas é uma coisa muito curiosa que eu sinto, e vou falar na lata e sem rodeios; já que você me contou que nunca ficou com uma garota, eu me ofereço pra ser sua primeira mulher, quero que você me coma e descarregue essa porra acumulada que você tem aí desde sei lá quando... Vou direto ao ponto porque não temos muito tempo, quando a gente se diverte, o "senhor" tempo voa e isso eu sei. Me desculpa se sou atrevida e se você se sentir envergonhado ou intimidado com o que tô dizendo, mas você me chamou a atenção, gostei de você e pronto! E quero que você tenha sua primeira transa comigo.
— Pe... mas senhora, e se seu marido chegar? Ele me maaata... Não, não, de jeito nenhum, não quero confusão!
— Olha Wilker, meu marido foi pra cidade e não volta até amanhã cedo, então não precisa se preocupar com isso, ok? Tô te falando com toda certeza...
—Senhora, meu coração tá 'acelerado', mas fico meio com um pé atrás, não sei o que fazer primeiro e meu pau tá durasso...
—É mesmo? Isso significa que você tá pronto pra ação, haha. Fica tranquilinho que eu cuido de tudo, vou te ensinar com paciência, meu lindo — Me aproximei e dei um beijo na boca dele, nos abraçamos, afastei os braços dele e comecei a descer, dando beijinhos molhados no peito dele, nos mamilos, desci por cada gominho da barriga que me deixava louca. O garoto suspirava e gemia, pedi pra ele abaixar o short e o membro dele, orgulhoso e desafiador, surgiu molhado de líquido pré-seminal.
—Uuuy, Wilker, que pedaço de carne que você tem, rapaz... muack — beijei a virilidade dele — Vou te dar um boquete gostoso, algo que sei que você vai adorar e eu também.
Mas era previsível, assim que coloquei o pau dele na minha boca e dei três chupadinhas, o garoto jorrou litros e litros de esperma, que tentei engolir, mas era tanto que inevitavelmente molhou meu rosto e meus peitos. Enquanto ele gozava, as pernas dele tremiam e ele soltava gemidos de prazer. Como ele tava suadinho, senti um gosto salgado, mas super gostoso.
—Meu macho, que porra gostosa você me deu...
—Senhora, é incrível, senti o boquete tão gostoso... Não sabia que era tão bom assim, pensei que ia cair no chão...
—Hahaha, já percebi, garoto... Seu primeiro boquete, adorei ter sido eu quem te deu, amorzinho.
Ele se levantou e começamos a nos beijar como loucos, ele me tocava por todo lado, me apertava sem jeito, queria cobrir meu corpo todo apressado. Eu acalmei ele e fui guiando nos beijos e carícias, ele era um novato nisso e me dava tesão ser a professora dele. Deitamos no sofá da entrada, ele me cobriu de beijos o corpo inteiro, chupava conforme minhas instruções, passou pelos meus pés, panturrilhas, coxas, subiu pros meus peitos, onde se demorou um pouco, arrancando gemidinhos de prazer de mim. Me deu Virei e ele percorreu beijando meu pescoço, costas até chegar nas minhas nádegas, eu tremia de prazer, pedi pra ele morder de leve. Indiquei que ele separasse com as mãos e enfiasse a língua no meu cu. Ele fez isso, chupou também quando pedi até que, louca de tesão, virei de novo e levei ele ao meu clitóris e buceta. Lá, pedia pra ele lamber, chupar e mexer a língua bem rápido até que tive um orgasmo enorme, foi uma explosão imensa... caralho, que orgasmo! Nos beijamos de novo, o pau dele já duro, pronto pra me dar mais prazer.
— Agora, meu homem, você vai me foder! Enfia teu pau, primeiro devagar e depois vai acelerando as penetrações, ok?
— Sim, sim... o que a senhora mandar, my wife!
— Enquanto me fode, vai me chamar de puta, puta, rabuda... É assim que quero ser tratada! É isso que eu sou pra você, papi...
— Sim, minha puta, vou te foder e meter forte, você é uma puta casada que adora ser comida por esse garoto, né? Que putona do caralho...
— Siiim, siiim... Me fode, meu macho, me faz tua, me faz tua mulher... Sou casada, mas uma rabuda que te viu e enlouqueceu, então me possuí... Aaagh, aagh, Deeeus, papacito, vai, assim, mais rápido, me fode!
Ele meteu forte, nós dois suando, nos olhando com luxúria, virei de lado, depois montei nele, tanto de frente quanto de costas, até que ele gozou de novo enquanto eu já tinha tido vários outros orgasmos sublimes. Ali, relaxados, fomos mijar, voltamos de mãos dadas pro sofá pra continuar com beijos e carícias, mordidas, beliscões em zonas-chave que eu pedia pra ele dar e eu dava nele. Isso nos excitou de novo, a paixão e o desejo eram algo insólito, desmedido... Éramos macho e fêmea levados pelo sexo ao limite. Fiquei de quatro, pedi pra ele me foder assim.
— Olha, love, sua puta se posicionando pra você me foder de novo com essa pica enorme... — e reboli minhas nádegas.
— Aaah, que cu gostoso você tem, tá divina, parece uma puta de verdade... Toma pau, é isso que você quer, né? Aí vai teu pau que você deseja, você é agora mia, minha mulher, você é uma gostosa safada...
-Aaaai, sim, sou toda sua, sua mulher, meu amor, aaahg, me dá duro, me come e me enche de leite quente de novo... Você é melhor que meu marido, gosto mais do jeito que você me come, agora vou ser sua escrava, papiii...
Essas palavras o deixaram sem controle, ele me surrava com a fúria de um touro selvagem, assim ele me dava e me dava até me fazer ter orgasmo atrás de orgasmo... Então ele se esvaziou dentro de mim de novo, senti o esperma dele percorrer meu corpo, ele caiu sobre minhas costas e eu sobre o sofá, ficamos grudados por um bom tempo, sem dizer uma palavra, só pequenos gemidos. Depois ele se levantou e foi ao banheiro, eu esperei e quando ele voltou, disse:
-Wilker, foi maravilhoso transar com você... Te confesso que fazia anos que não tinha um sexo tão gostoso como o que a gente aproveitou. Mas você tem que ser discreto, porque sou uma mulher casada, nada de contar pra ninguém o que aconteceu aqui. E assim você vai me ter sempre que der, fechado? - o menino, com cara de bobo e quase apaixonado, jurou que esse seria nosso segredo, que me protegeria e cuidaria de mim pra continuar me tendo como sua mulher. Nos demos beijos carinhosos, mas já era hora de ele terminar o trabalho, pra que meu marido, quando chegasse amanhã, encontrasse tudo em ordem, como devia ser. Ele terminou, recolheu o lixo em sacos grandes, foi se despedir, eu o abracei e nos beijamos de novo. Disse que pro próximo encontro, que esperava que não fosse tão distante, eu teria outra "surpresinha", parando minha bunda e apontando com o dedinho pro meu cu, num sinal de que por ali ia vir a coisa!
Wilker, o menino que acabava de me dar a fodida da minha vida, foi embora. Ainda era cedo, faltavam horas pra anoitecer. Entrei, tomei um banho e ia me deitar quando bateram no portão de casa. Saí pra ver quem era, pensei se era o Wilker que tinha voltado por algum motivo.
Quando saí, estava um rapaz bem negro, alto e forte, com cara de doido, careca e uns 20 anos mais ou menos. Perguntei, meio assustada, o que ele queria. Ele me pediu água, porque, segundo ele, tava com sede. Peguei uma jarra e um copo pra ele, levei, mas tava inquieta, aquele cara me dava medo... Bebeu quase toda a água, me olhava com tesão e quando baixei os olhos, notei um pau duro pra caralho debaixo da bermuda dele. Olhei direto na cara dele, ele me examinava de cima a baixo, me detalhando. Me devolveu as coisas e eu ia entrar em casa quando senti ele abrir o portão. Acelerei os passos pra dentro e quando virei pra fechar a porta, ele já tava lá, quase em cima de mim. Apavorada, gritei: "Que que é isso? O que cê tá fazendo?" Ele só me olhava com luxúria, botou a língua pra fora e lambeu os lábios, esfregou as mãos e disse:
— Ouvi o show que você armou com o Wilker aqui, tava na casa do lado fazendo limpeza e não pude evitar de ouvir tudo, especialmente como você gritava e pedia pra ele te comer... Você é uma puta, né? Uma mulher casada que dá pra qualquer um que der na telha, não é? Tá com fome de pica, é isso? Olha o meu, olha ele porque vou meter ele em você...
— Não, n... não... po... por favor, as coisas não são assim... não me machuca... Se acalma, eu te imploro!
— Machucar? Haha. E não vou me acalmar nada, tô louco por você, cê é uma gostosa pra caralho e linda... O que vou te dar é uma trepada do caralho porque você é uma vagabunda e gosta de levar pica e pronto, de quem for. É assim que as coisas são... puta!
Isso ele falava enquanto se tocava no pau por cima da bermuda, tava como se tivesse possuído! Eu, de boca aberta, olhava pra ele estupefata, paralisada de medo, diante do fato de que aquele homem ia fazer alguma coisa comigo. Comecei a chorar, mas isso excitou ainda mais meu agressor, ele ria. Então tirou a camiseta, baixou a bermuda e ficou pelado na minha frente, fechou a porta com um tranco e mandou eu me despir e não fazer nenhuma merda porque senão ia me dar muito mal. Aterrorizada, entrei em paralisia, não reagia...
Então o cara se aproximou e, de um puxão, rasgou minha blusa, começou a me beijar e chupar meus peitos com raiva e muito tesão. Baixou meu short e começou a... apalpando minhas nádegas, minhas coxas, eu continuava em transe, mas em minutos fui voltando à realidade, desejando que meu marido ou o Wilker aparecessem de repente para me salvar, mas isso não ia acontecer...
Assim, o bicho continuava fazendo o que queria comigo, me acariciava, me beijava, me mordia, enfiava os dedos nos meus buracos, até que, de repente, senti que me molhava por dentro... O que estava acontecendo comigo? Tava sentindo prazer em ser estuprada, abusada? Isso não era normal, até já fui puta, mas isso era diferente, sei lá!
Minha vida corria perigo e, ao mesmo tempo, minha excitação diante daquele risco, o apalpamento e aquela língua que me percorria toda ia crescendo, mas eu não dizia uma palavra, não conseguia soltar nem um pio. O cara então, aos empurrões, me levou pro quarto principal, me jogou na cama, tentei nessa hora bater nele e me esforçar pra escapar, mas não conseguia, ele era muito forte e me apertava com tudo:
—Fica quieta, vagabunda, não me obriga a te bater! Quieta, eu disse...!
Depois de alguns segundos lutando, ele me deu um tapa que me deixou atordoada, abriu minhas pernas, começou a chupar minha buceta e enfiava a língua no meu cu. Eu fiquei um tempo em choque até ir recobrando a consciência, o medo de levar outra porrada como aquela me fez relaxar e me resignar. E aí, depois de um tempo assim, um formigamento me invadiu... Soltei gemidos, gritinhos de prazer e, de repente, agarrei a cabeça raspada dele, fazendo pressão no meu centro. Tive um orgasmo na hora, e o preto percebeu que algo em mim mudou:
—Ahá, putinha, gostou? Sabia que você era assim, uma mulher fácil, hahaha. Gosta de porrada, né? Agora você vai ser minha também, e vou te foder e meter forte pra você gozar comigo mais do que com o Wilker, seu pedaço de puta! Mas antes vai me chupar...
Ele se deitou e me puxou pelos cabelos até o pau dele, aí comecei a chupar e chupar, já me sentia envolvida pela luxúria carnal de ser tomada assim, à força, por aquela besta. Minha A resignação virou desejo incontrolável, eu beijava o pau dele, cheirava, chupava gostoso e, nisso, o cara gozou me fazendo engolir todo o esperma dele.
— Aaaah, que delícia que você me chupou, rabuda, ufff, a melhor mamada da minha vida você acabou de me dar... O calorzinho da sua boca é único. Deita que vou te comer!
Eu obedeci, me deitei e abri as pernas, e ele me penetrou. O mastrão grosso dele ficou duro rapidinho, mesmo depois de ter gozado. Ele me comia com tudo, chegou a boca perto da minha e eu abri os lábios pra misturar nossas línguas em beijos quentes, depois descia e lambia meus peitos com os bicos durinhos de tanto tesão:
— Aaah, mamacita, cê gosta do meu pau? Fala que gosta porque você me deu uma chupada de arrepiar, tô vendo a cara de puta que você faz, e esses beijos que você me respondeu tão gostosos...
— Aaagh, siiiim, sim, eu gosto, seu pau é perfeito, eu chuparia de novo só de te ver, gostoso, me come, aahg, me viola por eu ser uma puta, vai... me viola por te provocar, me dá duro e me faz sua mulher...
— Minha mulher, isso que você é... aaah, verdade que eu sou melhor que aquele merdinha do Wilker, né? Fala quem te come melhor, ah?
— Você me come melhor que ninguém, aahg, você é melhor que o Wilker, que meu marido... — eu falava essas incoerências mas é porque tava adorando — Seu pau é tão gostoso e grosso que me faz gozar várias vezes... aaahg, me sinto tão puta, aahg, aaay, tão bem assim recebendo suas estocadas, o roçar da sua pele, seu suor e eu nem te conheço, que delíciaaa... — Já tinha gozado 3 vezes, tava uma máquina multiorgásmica num só dia, era inacreditável!
— Toma, puta, toma o que é seu... Vou gozar dentro de você, mamacita, aaah...
— Vai sim, goza, machão, super homem, você tá me violentando gostoso, Deus...
— Te violento mas você adora, puta!
— É verdade, adoro que você me pegou à força, aahg, adoro que você me faz sua mulher desse jeito... que delícia, negão, me dá mais, me dá mais... sou sua puta, sua, só sua...
O negão Ele se esvaziou dentro de mim, aquela carga de porra quentinha me deu outro orgasmo foda. Caí de um lado da cama, abracei ele e comecei a beijar suas orelhas, pescoço, braços. Chupei seus dedos, toquei no pau dele como implorando por mais. Enquanto meu sodomizador me xingava, me chamava de tudo por reagir daquele jeito mesmo sendo comida na brutalidade, e eu não me importava que ele fizesse aquilo, me excitava, no fim das contas ele tava falando a verdade... Eu era uma puta consumada, tinha gozado até num estupro, passando do medo e da dor pro tesão e prazer. Em poucos minutos o pau do negão começou a endurecer e ele, arrogante, falava pra eu ver o que é um homem de verdade e que agora, aquela raba que eu tinha oferecido pro Wilker pra outro dia seria dele. Mandou eu virar de lado, virei pro lado esquerdo, ele se deitou atrás de mim e começou a esfregar o pinto no meio das minhas nádegas enquanto me beijava, passava a língua nas minhas orelhas, nas costas, ombros... Esfregava com as mãozonas meus peitos até que, aos poucos, enfiou a cabeça do pau no meu cu. Deixou ela lá uns segundos enquanto eu sofria, mas era aquela combinação única que a gente sente de prazer e dor:
— Sua bunda vai se acostumar com meu pau, relaxa pra você gozar, puta minha...
— Aii, dói, ufff dói...
— Quê? Quer que eu não meta nessa raba, hein? Acha que vou te perdoar, puta do caralho? — eu adorava a violência dele, como me tratava...
— Nãooo, ai, não é isso, boceta... Aaaai...
— Então o quê? Cala a boca e goza, sofre, puta...! — enfiou metade da virilidade no meu cu e começou uma metida e tirada brutal.
— Aaagh, aaaai, aai... — eu gritava...
— Aguenta, porra! — gritava o negão e continuava me fazendo dele.
— Uuuf, merda, dói... Mas me dá assim, meu amor, eu mereço... Aaai, essa dor é gostosa, meu rei... Aaai, é tão grosso, eu gostoo, aaagh...
— Nossa, como você é puta, hein? hahaha, agora vou destruir essa bunda pra você aprender a Gozar com um pau de homem de verdade, sua puta sem vergonha, e amanhã você vai me pedir pra te comer de novo desse jeito...
Ele começou uma penetração mais funda e passou a me surrar, me comia com intensidade enquanto minha alma se sentia inundada por aquela piroca que me arrancava gritos, e depois orgasmos e mais orgasmos. Eu dizia:
— Aaahg, ai, você tá rasgando meu cu, aaai, mas mete forte, não importa, é diviiinooo...
Ele fodeu meu cu por uns 20 minutos e gozou dentro dos meus intestinos. Fiquei exausta, morta... Mal conseguia me mexer, doía tudo por dentro e por fora. Senti o cara levantar, mijar, tomar banho, chegou perto da cama e disse que de agora em diante eu seria mulher dele. Eu devia satisfazê-lo em tudo, já que era uma vagabunda e ele sabia, duvidava que eu me negasse a me entregar de novo. Então, quando eu voltasse pra costa, tinha que procurá-lo — que eu devia inventar desculpas pra vir sozinha pra casa de praia ou, se viesse com meu marido, dar um jeito de escapar e ser a mulher dele!
Ao me ver semi-inconsciente, ele anotou num papel o endereço onde morava ou os lugares que frequentava. Eu concordei com a cabeça e prometi cumprir as exigências dele, mas já quase não conseguia falar, nem pensar. Ele me beijou e foi embora, ouvi a porta fechar, o portão, e depois de um tempo, sabendo que estava sozinha já de noite, extremamente dolorida, fui pegando no sono... muito cansada e destruída; abusada, mas no fundo satisfeita de um jeito diferente.
O fato é que eu não conseguia parar de admirar o menino, acho que de cara o pivete percebeu que eu tava olhando e olhando. Eu tava na beira da piscininha, usando uma fio dental branca que deixava minhas curvas bem à mostra. O moleque também me olhava, mas com espanto, meio besta, menos quando meu marido tava por perto. Depois de um tempinho cortando o mato, ele começou a suar, tava um gostoso, os músculos pequenos tensos pelo trabalho com o facão e aquele abdômen, Meu Deus. Já tava começando a me excitar imaginando umas putarias sensuais. Numa dessas que a gente cruzou os olhares, eu sorri de safada pra ele e ele retribuiu o gesto. Isso me Fiquei excitada, já estava toda arregaçada... Mas teria que me contentar em só fantasiar com aquele caipira, já que estava ali com meu consorte. Porém, de repente, o Universo conspirou a meu favor. José recebeu uma ligação no celular; o chefe dele pedindo uns papéis urgentes que meu maridinho tinha em casa. Então, todo preocupado, ele se aproximou de mim e disse que precisava atender ao pedido do "Chifrudo maior", mas eram três horas de viagem ida e mais três de volta, sem contar o tempo que levaria para encontrar o chefe e entregar os documentos. Fiz cara de "tristeza", e disse que era o preço do dever, que o cargo bom exigia sacrifícios assim e que, no fim, ele estaria de volta à noite ou, melhor, amanhã cedo para continuarmos nosso relax na praia, já que ainda tínhamos o domingo inteiro e parte da segunda, que era feriado. Ficou combinado assim, no dia seguinte ele voltaria para a praia. Então, meu amado esposinho partiu. Depois de um tempo, verifiquei por onde ele ia, só pra garantir que não voltasse de repente por algum imprevisto. Tudo certo, ele estava indo pra cidade... Meu corpo começou a se excitar, meus pelinhos se arrepiaram e senti que meu rosto se transformava, de ovelha pra loba! Eu tinha a chance perfeita de tentar seduzir meu "macheiro". Pois bem, levantei da espreguiçadeira à beira da piscina, me aproximei do rapaz, que já tinha avançado no trabalho — o quintal da casinha não era tão grande.
— Oi! Vejo que você trabalha muito bem, já cortou metade do mato...
— Sim, senhora, já tenho prática...
— Nossa, e quanto tempo de prática você tem? Você é muito jovem ainda.
— Bom, trabalho nisso desde os 9 anos e já tenho 18...
— Ah, ok! Pois você tem um corpo muito gostoso, vou te dizer, deve ser pelo trabalho pesado que vem fazendo desde pequeno.
O jovem ficou vermelho ao notar que eu o olhei de cima a baixo, sem vergonha. Ele baixou o olhar e continuou no serviço. Pensei numa estratégia, ali mesmo ofereci que ele desse uma pausa e bebesse um suco de melancia, que é bom pra essa A desidratação que o sol causava. Entramos pra dentro de casa, pedi pra ele sentar enquanto servia o suco. Quando andava, fazia de um jeito provocante, insinuante... Dei o suco pra ele e o moleque fixou os olhos nos meus peitos, não parava de olhar calado, sem nem tomar o copo. Vendo ele assim, perguntei:
— O quê, cê gostou das minhas tetas? — sorri com malícia.
— Claro, senhora, são lindas... — respondeu com os olhinhos arregalados como faróis.
— Hahaha, que simpático você é... Como você se chama?
— Wilker...
— Uff, olha só que nome, hein? Wilker.
— E Wilker, você tem namorada?
— Não, não tenho — falava meio gaguejando, coitado.
— Um rapaz simpático e trabalhador como você e sem namorada? Que sacanagem!
— É que aqui não tem muitas garotas da minha idade, senhora. E as poucas que têm, gostam dos caras mais velhos com grana.
— Ah, entendi... E imagino que você alivia suas vontades de algum jeito, né?
— Minhas vontades? Não entendi...
— Hehehe, tô falando que na sua idade os jovens geralmente querem quase toda hora transar com as minas e tal, então você deve bater uma com frequência.
— Eeehh, bom, não, ééé, sim, às vezes eu faço... — O menino tava muito nervoso, acho que suava mais do que quando trabalhava.
— Mmmmm, ou seja, você deve andar com essas bolinhas cheias de porra, hahaha. Sabe? Eu queria ficar a sós com você, vai pensar que sou uma sem-vergonha porque sendo uma senhora casada, tô te falando isso. Mas é uma coisa muito curiosa que eu sinto, e vou falar na lata e sem rodeios; já que você me contou que nunca ficou com uma garota, eu me ofereço pra ser sua primeira mulher, quero que você me coma e descarregue essa porra acumulada que você tem aí desde sei lá quando... Vou direto ao ponto porque não temos muito tempo, quando a gente se diverte, o "senhor" tempo voa e isso eu sei. Me desculpa se sou atrevida e se você se sentir envergonhado ou intimidado com o que tô dizendo, mas você me chamou a atenção, gostei de você e pronto! E quero que você tenha sua primeira transa comigo.
— Pe... mas senhora, e se seu marido chegar? Ele me maaata... Não, não, de jeito nenhum, não quero confusão!
— Olha Wilker, meu marido foi pra cidade e não volta até amanhã cedo, então não precisa se preocupar com isso, ok? Tô te falando com toda certeza...
—Senhora, meu coração tá 'acelerado', mas fico meio com um pé atrás, não sei o que fazer primeiro e meu pau tá durasso...
—É mesmo? Isso significa que você tá pronto pra ação, haha. Fica tranquilinho que eu cuido de tudo, vou te ensinar com paciência, meu lindo — Me aproximei e dei um beijo na boca dele, nos abraçamos, afastei os braços dele e comecei a descer, dando beijinhos molhados no peito dele, nos mamilos, desci por cada gominho da barriga que me deixava louca. O garoto suspirava e gemia, pedi pra ele abaixar o short e o membro dele, orgulhoso e desafiador, surgiu molhado de líquido pré-seminal.
—Uuuy, Wilker, que pedaço de carne que você tem, rapaz... muack — beijei a virilidade dele — Vou te dar um boquete gostoso, algo que sei que você vai adorar e eu também.
Mas era previsível, assim que coloquei o pau dele na minha boca e dei três chupadinhas, o garoto jorrou litros e litros de esperma, que tentei engolir, mas era tanto que inevitavelmente molhou meu rosto e meus peitos. Enquanto ele gozava, as pernas dele tremiam e ele soltava gemidos de prazer. Como ele tava suadinho, senti um gosto salgado, mas super gostoso.
—Meu macho, que porra gostosa você me deu...
—Senhora, é incrível, senti o boquete tão gostoso... Não sabia que era tão bom assim, pensei que ia cair no chão...
—Hahaha, já percebi, garoto... Seu primeiro boquete, adorei ter sido eu quem te deu, amorzinho.
Ele se levantou e começamos a nos beijar como loucos, ele me tocava por todo lado, me apertava sem jeito, queria cobrir meu corpo todo apressado. Eu acalmei ele e fui guiando nos beijos e carícias, ele era um novato nisso e me dava tesão ser a professora dele. Deitamos no sofá da entrada, ele me cobriu de beijos o corpo inteiro, chupava conforme minhas instruções, passou pelos meus pés, panturrilhas, coxas, subiu pros meus peitos, onde se demorou um pouco, arrancando gemidinhos de prazer de mim. Me deu Virei e ele percorreu beijando meu pescoço, costas até chegar nas minhas nádegas, eu tremia de prazer, pedi pra ele morder de leve. Indiquei que ele separasse com as mãos e enfiasse a língua no meu cu. Ele fez isso, chupou também quando pedi até que, louca de tesão, virei de novo e levei ele ao meu clitóris e buceta. Lá, pedia pra ele lamber, chupar e mexer a língua bem rápido até que tive um orgasmo enorme, foi uma explosão imensa... caralho, que orgasmo! Nos beijamos de novo, o pau dele já duro, pronto pra me dar mais prazer.
— Agora, meu homem, você vai me foder! Enfia teu pau, primeiro devagar e depois vai acelerando as penetrações, ok?
— Sim, sim... o que a senhora mandar, my wife!
— Enquanto me fode, vai me chamar de puta, puta, rabuda... É assim que quero ser tratada! É isso que eu sou pra você, papi...
— Sim, minha puta, vou te foder e meter forte, você é uma puta casada que adora ser comida por esse garoto, né? Que putona do caralho...
— Siiim, siiim... Me fode, meu macho, me faz tua, me faz tua mulher... Sou casada, mas uma rabuda que te viu e enlouqueceu, então me possuí... Aaagh, aagh, Deeeus, papacito, vai, assim, mais rápido, me fode!
Ele meteu forte, nós dois suando, nos olhando com luxúria, virei de lado, depois montei nele, tanto de frente quanto de costas, até que ele gozou de novo enquanto eu já tinha tido vários outros orgasmos sublimes. Ali, relaxados, fomos mijar, voltamos de mãos dadas pro sofá pra continuar com beijos e carícias, mordidas, beliscões em zonas-chave que eu pedia pra ele dar e eu dava nele. Isso nos excitou de novo, a paixão e o desejo eram algo insólito, desmedido... Éramos macho e fêmea levados pelo sexo ao limite. Fiquei de quatro, pedi pra ele me foder assim.
— Olha, love, sua puta se posicionando pra você me foder de novo com essa pica enorme... — e reboli minhas nádegas.
— Aaah, que cu gostoso você tem, tá divina, parece uma puta de verdade... Toma pau, é isso que você quer, né? Aí vai teu pau que você deseja, você é agora mia, minha mulher, você é uma gostosa safada...
-Aaaai, sim, sou toda sua, sua mulher, meu amor, aaahg, me dá duro, me come e me enche de leite quente de novo... Você é melhor que meu marido, gosto mais do jeito que você me come, agora vou ser sua escrava, papiii...
Essas palavras o deixaram sem controle, ele me surrava com a fúria de um touro selvagem, assim ele me dava e me dava até me fazer ter orgasmo atrás de orgasmo... Então ele se esvaziou dentro de mim de novo, senti o esperma dele percorrer meu corpo, ele caiu sobre minhas costas e eu sobre o sofá, ficamos grudados por um bom tempo, sem dizer uma palavra, só pequenos gemidos. Depois ele se levantou e foi ao banheiro, eu esperei e quando ele voltou, disse:
-Wilker, foi maravilhoso transar com você... Te confesso que fazia anos que não tinha um sexo tão gostoso como o que a gente aproveitou. Mas você tem que ser discreto, porque sou uma mulher casada, nada de contar pra ninguém o que aconteceu aqui. E assim você vai me ter sempre que der, fechado? - o menino, com cara de bobo e quase apaixonado, jurou que esse seria nosso segredo, que me protegeria e cuidaria de mim pra continuar me tendo como sua mulher. Nos demos beijos carinhosos, mas já era hora de ele terminar o trabalho, pra que meu marido, quando chegasse amanhã, encontrasse tudo em ordem, como devia ser. Ele terminou, recolheu o lixo em sacos grandes, foi se despedir, eu o abracei e nos beijamos de novo. Disse que pro próximo encontro, que esperava que não fosse tão distante, eu teria outra "surpresinha", parando minha bunda e apontando com o dedinho pro meu cu, num sinal de que por ali ia vir a coisa!
Wilker, o menino que acabava de me dar a fodida da minha vida, foi embora. Ainda era cedo, faltavam horas pra anoitecer. Entrei, tomei um banho e ia me deitar quando bateram no portão de casa. Saí pra ver quem era, pensei se era o Wilker que tinha voltado por algum motivo.
Quando saí, estava um rapaz bem negro, alto e forte, com cara de doido, careca e uns 20 anos mais ou menos. Perguntei, meio assustada, o que ele queria. Ele me pediu água, porque, segundo ele, tava com sede. Peguei uma jarra e um copo pra ele, levei, mas tava inquieta, aquele cara me dava medo... Bebeu quase toda a água, me olhava com tesão e quando baixei os olhos, notei um pau duro pra caralho debaixo da bermuda dele. Olhei direto na cara dele, ele me examinava de cima a baixo, me detalhando. Me devolveu as coisas e eu ia entrar em casa quando senti ele abrir o portão. Acelerei os passos pra dentro e quando virei pra fechar a porta, ele já tava lá, quase em cima de mim. Apavorada, gritei: "Que que é isso? O que cê tá fazendo?" Ele só me olhava com luxúria, botou a língua pra fora e lambeu os lábios, esfregou as mãos e disse:
— Ouvi o show que você armou com o Wilker aqui, tava na casa do lado fazendo limpeza e não pude evitar de ouvir tudo, especialmente como você gritava e pedia pra ele te comer... Você é uma puta, né? Uma mulher casada que dá pra qualquer um que der na telha, não é? Tá com fome de pica, é isso? Olha o meu, olha ele porque vou meter ele em você...
— Não, n... não... po... por favor, as coisas não são assim... não me machuca... Se acalma, eu te imploro!
— Machucar? Haha. E não vou me acalmar nada, tô louco por você, cê é uma gostosa pra caralho e linda... O que vou te dar é uma trepada do caralho porque você é uma vagabunda e gosta de levar pica e pronto, de quem for. É assim que as coisas são... puta!
Isso ele falava enquanto se tocava no pau por cima da bermuda, tava como se tivesse possuído! Eu, de boca aberta, olhava pra ele estupefata, paralisada de medo, diante do fato de que aquele homem ia fazer alguma coisa comigo. Comecei a chorar, mas isso excitou ainda mais meu agressor, ele ria. Então tirou a camiseta, baixou a bermuda e ficou pelado na minha frente, fechou a porta com um tranco e mandou eu me despir e não fazer nenhuma merda porque senão ia me dar muito mal. Aterrorizada, entrei em paralisia, não reagia...
Então o cara se aproximou e, de um puxão, rasgou minha blusa, começou a me beijar e chupar meus peitos com raiva e muito tesão. Baixou meu short e começou a... apalpando minhas nádegas, minhas coxas, eu continuava em transe, mas em minutos fui voltando à realidade, desejando que meu marido ou o Wilker aparecessem de repente para me salvar, mas isso não ia acontecer...
Assim, o bicho continuava fazendo o que queria comigo, me acariciava, me beijava, me mordia, enfiava os dedos nos meus buracos, até que, de repente, senti que me molhava por dentro... O que estava acontecendo comigo? Tava sentindo prazer em ser estuprada, abusada? Isso não era normal, até já fui puta, mas isso era diferente, sei lá!
Minha vida corria perigo e, ao mesmo tempo, minha excitação diante daquele risco, o apalpamento e aquela língua que me percorria toda ia crescendo, mas eu não dizia uma palavra, não conseguia soltar nem um pio. O cara então, aos empurrões, me levou pro quarto principal, me jogou na cama, tentei nessa hora bater nele e me esforçar pra escapar, mas não conseguia, ele era muito forte e me apertava com tudo:
—Fica quieta, vagabunda, não me obriga a te bater! Quieta, eu disse...!
Depois de alguns segundos lutando, ele me deu um tapa que me deixou atordoada, abriu minhas pernas, começou a chupar minha buceta e enfiava a língua no meu cu. Eu fiquei um tempo em choque até ir recobrando a consciência, o medo de levar outra porrada como aquela me fez relaxar e me resignar. E aí, depois de um tempo assim, um formigamento me invadiu... Soltei gemidos, gritinhos de prazer e, de repente, agarrei a cabeça raspada dele, fazendo pressão no meu centro. Tive um orgasmo na hora, e o preto percebeu que algo em mim mudou:
—Ahá, putinha, gostou? Sabia que você era assim, uma mulher fácil, hahaha. Gosta de porrada, né? Agora você vai ser minha também, e vou te foder e meter forte pra você gozar comigo mais do que com o Wilker, seu pedaço de puta! Mas antes vai me chupar...
Ele se deitou e me puxou pelos cabelos até o pau dele, aí comecei a chupar e chupar, já me sentia envolvida pela luxúria carnal de ser tomada assim, à força, por aquela besta. Minha A resignação virou desejo incontrolável, eu beijava o pau dele, cheirava, chupava gostoso e, nisso, o cara gozou me fazendo engolir todo o esperma dele.
— Aaaah, que delícia que você me chupou, rabuda, ufff, a melhor mamada da minha vida você acabou de me dar... O calorzinho da sua boca é único. Deita que vou te comer!
Eu obedeci, me deitei e abri as pernas, e ele me penetrou. O mastrão grosso dele ficou duro rapidinho, mesmo depois de ter gozado. Ele me comia com tudo, chegou a boca perto da minha e eu abri os lábios pra misturar nossas línguas em beijos quentes, depois descia e lambia meus peitos com os bicos durinhos de tanto tesão:
— Aaah, mamacita, cê gosta do meu pau? Fala que gosta porque você me deu uma chupada de arrepiar, tô vendo a cara de puta que você faz, e esses beijos que você me respondeu tão gostosos...
— Aaagh, siiiim, sim, eu gosto, seu pau é perfeito, eu chuparia de novo só de te ver, gostoso, me come, aahg, me viola por eu ser uma puta, vai... me viola por te provocar, me dá duro e me faz sua mulher...
— Minha mulher, isso que você é... aaah, verdade que eu sou melhor que aquele merdinha do Wilker, né? Fala quem te come melhor, ah?
— Você me come melhor que ninguém, aahg, você é melhor que o Wilker, que meu marido... — eu falava essas incoerências mas é porque tava adorando — Seu pau é tão gostoso e grosso que me faz gozar várias vezes... aaahg, me sinto tão puta, aahg, aaay, tão bem assim recebendo suas estocadas, o roçar da sua pele, seu suor e eu nem te conheço, que delíciaaa... — Já tinha gozado 3 vezes, tava uma máquina multiorgásmica num só dia, era inacreditável!
— Toma, puta, toma o que é seu... Vou gozar dentro de você, mamacita, aaah...
— Vai sim, goza, machão, super homem, você tá me violentando gostoso, Deus...
— Te violento mas você adora, puta!
— É verdade, adoro que você me pegou à força, aahg, adoro que você me faz sua mulher desse jeito... que delícia, negão, me dá mais, me dá mais... sou sua puta, sua, só sua...
O negão Ele se esvaziou dentro de mim, aquela carga de porra quentinha me deu outro orgasmo foda. Caí de um lado da cama, abracei ele e comecei a beijar suas orelhas, pescoço, braços. Chupei seus dedos, toquei no pau dele como implorando por mais. Enquanto meu sodomizador me xingava, me chamava de tudo por reagir daquele jeito mesmo sendo comida na brutalidade, e eu não me importava que ele fizesse aquilo, me excitava, no fim das contas ele tava falando a verdade... Eu era uma puta consumada, tinha gozado até num estupro, passando do medo e da dor pro tesão e prazer. Em poucos minutos o pau do negão começou a endurecer e ele, arrogante, falava pra eu ver o que é um homem de verdade e que agora, aquela raba que eu tinha oferecido pro Wilker pra outro dia seria dele. Mandou eu virar de lado, virei pro lado esquerdo, ele se deitou atrás de mim e começou a esfregar o pinto no meio das minhas nádegas enquanto me beijava, passava a língua nas minhas orelhas, nas costas, ombros... Esfregava com as mãozonas meus peitos até que, aos poucos, enfiou a cabeça do pau no meu cu. Deixou ela lá uns segundos enquanto eu sofria, mas era aquela combinação única que a gente sente de prazer e dor:
— Sua bunda vai se acostumar com meu pau, relaxa pra você gozar, puta minha...
— Aii, dói, ufff dói...
— Quê? Quer que eu não meta nessa raba, hein? Acha que vou te perdoar, puta do caralho? — eu adorava a violência dele, como me tratava...
— Nãooo, ai, não é isso, boceta... Aaaai...
— Então o quê? Cala a boca e goza, sofre, puta...! — enfiou metade da virilidade no meu cu e começou uma metida e tirada brutal.
— Aaagh, aaaai, aai... — eu gritava...
— Aguenta, porra! — gritava o negão e continuava me fazendo dele.
— Uuuf, merda, dói... Mas me dá assim, meu amor, eu mereço... Aaai, essa dor é gostosa, meu rei... Aaai, é tão grosso, eu gostoo, aaagh...
— Nossa, como você é puta, hein? hahaha, agora vou destruir essa bunda pra você aprender a Gozar com um pau de homem de verdade, sua puta sem vergonha, e amanhã você vai me pedir pra te comer de novo desse jeito...
Ele começou uma penetração mais funda e passou a me surrar, me comia com intensidade enquanto minha alma se sentia inundada por aquela piroca que me arrancava gritos, e depois orgasmos e mais orgasmos. Eu dizia:
— Aaahg, ai, você tá rasgando meu cu, aaai, mas mete forte, não importa, é diviiinooo...
Ele fodeu meu cu por uns 20 minutos e gozou dentro dos meus intestinos. Fiquei exausta, morta... Mal conseguia me mexer, doía tudo por dentro e por fora. Senti o cara levantar, mijar, tomar banho, chegou perto da cama e disse que de agora em diante eu seria mulher dele. Eu devia satisfazê-lo em tudo, já que era uma vagabunda e ele sabia, duvidava que eu me negasse a me entregar de novo. Então, quando eu voltasse pra costa, tinha que procurá-lo — que eu devia inventar desculpas pra vir sozinha pra casa de praia ou, se viesse com meu marido, dar um jeito de escapar e ser a mulher dele!
Ao me ver semi-inconsciente, ele anotou num papel o endereço onde morava ou os lugares que frequentava. Eu concordei com a cabeça e prometi cumprir as exigências dele, mas já quase não conseguia falar, nem pensar. Ele me beijou e foi embora, ouvi a porta fechar, o portão, e depois de um tempo, sabendo que estava sozinha já de noite, extremamente dolorida, fui pegando no sono... muito cansada e destruída; abusada, mas no fundo satisfeita de um jeito diferente.
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