Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/5357165/Con-mi-Ma-de-fantasia-a-realidad.htmlParte 2http://www.poringa.net/posts/relatos/5358278/Con-mi-Ma-de-fantasia-a-realidad-PARTE-2.htmlParte 3http://www.poringa.net/posts/relatos/5359575/Con-mi-Ma-de-fantasia-a-realidad-PARTE-3.htmlaté que ela se atreveu a falar primeiro:
— Temos que esclarecer tudo isso que aconteceu.
— Desculpa, mãe, sinto muito — foi a primeira coisa que consegui sair da minha boca.
— Não diga isso, na verdade eu é que deveria pedir desculpas. Eu permiti que isso acontecesse, eu poderia ter parado desde o começo, mas não consegui… ou não quis.
— Não, mãe, eu causei tudo isso. Sinto que me aproveitei da situação desde a primeira noite que fizemos. Estávamos bêbados, eu estava com muito tesão, perdi o controle. Me sinto culpado por tudo — falei, muito envergonhado.
— Não se sinta assim, não foi dessa forma. Você não se aproveitou. Apesar das bebidas, eu estava bem consciente do que estava acontecendo. Confesso que poderia ter te parado, ia fazer isso, mas sou mulher também, não sou de pedra, e você estava me fazendo sentir coisas que há muito tempo não sentia. Por isso deixei tudo acontecer. No fundo, eu queria que acontecesse.
Ao ouvir isso, senti um alívio no peito. Ela não estava brava comigo. Pude levantar o olhar e vê-la nos olhos de novo.
— Eu só queria isso, mãe. Queria te fazer sentir bem, nos sentirmos bem mutuamente — disse a ela.
— E você conseguiu. Me fez sentir coisas que há muito tempo não sentia, e outras que nunca imaginei poder sentir. Tanto fisicamente quanto sentimentalmente. Me fez sentir amada de novo, me fez sentir viva.
Peguei a mão dela e a acariciei.
— Fico feliz que você tenha se sentido assim, que tenha curtido tudo o que fizemos. Você ainda é jovem. Te fiz sentir amada porque é isso que sinto. Te amo, mãe, mais do que nunca.
— Eu também te amo, Daniel. Foi o melhor fim de semana que tive na minha vida. Nunca vou esquecer tudo o que passamos aqui. E te confesso que não me arrependo de nada. No começo sim, estava muito confusa, mas na segunda vez que fizemos amor, perdi aquela vergonha. Não me arrependo do que fizemos aqui e não vejo isso como um erro, mas…
Quando ela disse esse "mas", meu coração parou. Sabia que ela ia falar algo, e não sabia se seria algo ruim ou… bom, mas...
-mas o quê?
Ela ficou em silêncio, me encarou fixamente e continuou:
-mas isso termina aqui e agora-
Disse com uma seriedade e firmeza que me surpreenderam. Soltou minha mão e eu apenas fiquei calado. Ela prosseguiu:
-como eu disse, não me arrependo do que fizemos e mantenho isso, mas isso precisa parar aqui mesmo, não podemos continuar fazendo. Você sabe que não podemos continuar fazendo amor depois que sairmos daqui, muito menos em casa. Por isso te peço que isso fique entre nós, será só uma lembrança, uma linda lembrança, que levarei até o túmulo-
- Eu respeito sua decisão, mãe. O que quer que você me peça, eu farei, por você - respondi
Tinha um sentimento agridoce. Por um lado, estava feliz por como tinha terminado, de certa forma não acabou tão mal, me sentia feliz por tudo que tinha acontecido entre nós. Mas por outro lado, estava um pouco triste, pois sentia que era como uma despedida do nosso amor. Voltaríamos para casa apenas com a lembrança dos nossos encontros apaixonados. A abracei e ficamos abraçados por alguns segundos. Sussurrei no seu ouvido:
- Nunca tinha feito sexo do jeito que fizemos e acho que nunca vou superar. Nunca vou esquecer seu corpo lindo nu, o gosto dos seus beijos, o cheiro da sua pele. Seus líquidos são meu elixir - ao prová-los, provei o céu com minha boca. Seus peitos são tão perfeitos, seus gemidos foram música pros meus ouvidos. O jeito que você se movia em cima de mim me deixa louco. Te digo a verdade, me sinto um pouco triste porque não vou poder provar seu corpo lindo de novo, mas me consola ter feito você se sentir mulher, me consola ter feito você MINHA mulher-
Nos beijamos apaixonadamente. Nenhum de nós queria parar, sabíamos que seria nosso último beijo. Mas o tempo tinha chegado, era hora de sair. Nos separamos, nos abraçamos como quem dá um adeus. Estávamos selando nosso segredo mais íntimo. Saímos do quarto e, ao fechar a porta, eu disse:
- Aqui vai ficar guardado nosso segredo, nesta sala e no meu coração para sempre-
Ela ficou um pouco sentimental também, quase a vi chorar, fomos à recepção terminamos os trâmites para poder sair, fomos ao estacionamento coloquei as coisas
- se quiser eu dirijo, mamãe - eu disse
- sim, por favor, estou me sentindo cansada -
Entramos no carro, ela ao meu lado, e nos despedimos do lugar rumo ao nosso lar, selando assim nosso fim de semana de paixão. Começamos a viagem.
Durante o caminho falamos de outras coisas, sobre o lugar, a comida, o clima, qualquer outra coisa, mas o tema do sexo sempre estava em nossa mente e dava para perceber nos dois, tentávamos falar de qualquer outra coisa, mas dava para sentir a tensão de falar sobre nossas transas, mesmo assim tentávamos evitar falar sobre isso a todo custo.
Durante a viagem não falamos mais, coloquei música e ela adormeceu, no caminho eu a observava dormindo, tão sexy e lembrava daquelas fodas que dei nela, lembrava de como eu comi sua buceta, como ela chupou meu pau, como ela adorou que eu comesse seu cu, via sua imagem tão vívida quando ela estava cavalgando em mim, a observei dormindo e via suas pernas lindas, seus lábios, recordando os beijos quentes que trocamos, lembrava daquele olhar tão puta que nunca tinha visto e acho que vou ver de novo. Eu estava ficando excitado de novo, pensamentos lascivos invadiam minha mente de novo, estava caindo na tesão outra vez, meu pau já estava duro, dava para notar o volume debaixo do meu shorts, não queria pensar nisso, tentava me distrair mas não conseguia tirar essas imagens da cabeça, ouvia os gemidos dela, ouvia sua voz pedindo mais.
Como sempre, quando menos você quer, a tentação aparece mais, comecei a ver na estrada aqueles típicos motéis de beira de estrada, aqueles onde os amantes se encontram para consumar seus pecados sem que ninguém perceba, e minha imaginação começou a voar, me imaginava saindo escondido com ela só para foder nesses lugares, a via deitada na cama esperando que eu a penetrasse, a via de quatro me esperando, uma nova fantasia surgia. Agora não bastava saber que tinha comido minha própria mãe, agora eu desejava comê-la naquele lindo cu, queria ser o primeiro a sentir seu interior. Ficava doente só de pensar que alguém mais poderia roubar esse sonho meu, fosse meu pai ou qualquer amante que ela pudesse arrumar. Não conseguia acreditar no que estava pensando, se há pouco estávamos falando em esquecer tudo aquilo.
Minha tesão subia. Enquanto dirigia, vi um daqueles motéis que parecia muito luxuoso. Imaginava como seria o interior, guardei o nome na memória. Peguei meu celular e busquei na Internet. Dirigia e revisava as informações do lugar. Tive que diminuir a velocidade para fazer minha pesquisa, melhor dizendo, para não ter um acidente. Foi aí que ouvi a voz da mamãe:
— Filho, o que você está fazendo? Deixa o celular, você vai bater o carro!
Me assustei tanto que dei um pulo, quase joguei o celular. Não sabia que ela já estava acordada. Fiquei muito nervoso e ela percebeu.
— O que você estava vendo que era tão importante?
— Nada, mãe, umas mensagens só — respondi.
— Não quero nem imaginar que tipo de mensagens — ela disse, e notei seu olhar descendo para meus shorts. Com o susto, não tinha percebido que minha ereção estava marcando demais. Ela desviou o olhar e começou a sorrir.
— Sério! Não é nada de mal, juro! — falei.
— Tá bom, tá bom, eu não disse nada, acredito em você — ela falou, agora rindo de verdade, e eu ri junto.
Continuei dirigindo e não conseguia parar de pensar nela. As tentações continuavam vindo. Vi uma placa de trânsito indicando que logo haveria um retorno. Comecei a pensar que poderia voltar e levá-la ao motel. Era tomar a decisão agora ou nunca. Mas e se ela ficasse brava? O que eu ia dizer? Se eu fosse fazer, não me importaria com o que acontecesse. O que estou pensando? Não posso fazer isso... O que é que eu digo? Claro que posso... não, não vou fazer... é minha última oportunidade... Via o retorno se aproximando, estava suando, não pensava claramente... e eu mudei de faixa... peguei o retorno e estávamos voltando... eu tinha decidido levar ela naquele motel...
- Que foi, Daniel?! Por que a gente tá voltando?
- Eh... calma, mãe... eh... quero te levar... bom, você já vai ver, não se preocupa...
- Mas o que foi? Me fala, não tô entendendo, te disseram algo do hotel? Tá me assustando
- Não se preocupa, mãe, não, não é do hotel, é outra coisa, você já vai ver, não é nada ruim, confia em mim, fica tranquila
Ela me olhava muito confusa, quase assustada, e com razão. Eu estava suando, sentia o coração saindo pela boca, não conseguia acreditar no que estava fazendo. Ela se acalmou um pouco e continuei dirigindo. Eu estava me arrependendo, começaram os pensamentos de culpa. O que eu tô fazendo? Tô louco? ... Não... devo seguir com o plano, vou me arrepender se não fizer... mas e se agora ela ficar brava de verdade? A gente ainda tá em bons termos, ela não me odeia, e se por causa disso ela passar a odiar? O que eu faço?...
Ao longe vi que estávamos chegando, reduzi a velocidade, meus nervos estavam no limite. Entro no motel? Ainda tenho tempo de cancelar essa loucura... Não, já cheguei até aqui, devo continuar... mas... mas... vieram muitos "mas" na minha cabeça, eu estava pra explodir... e ao chegar, virei e entrei no motel. Minha mãe viu o lugar, viu o nome, soube imediatamente que era um motel, obviamente. Abriu os olhos muito surpresa, me olhava muito confusa. Eu estava ainda mais... nos atenderam por um alto-falante, tudo era feito do carro, em nenhum momento a gente precisou descer. Pedi um quarto, me indicaram o número e lentamente dirigi até ele, meti o carro na garagem. Cada quarto tinha sua garagem própria pra mais privacidade. Desliguei o carro e a garagem se fechou, ficamos trancados.
- Daniel? Que?... o que tá acontecendo? O que significa isso? - ela me dizia totalmente confusa - O que a gente tá fazendo aqui, Daniel? Me explica - disse subindo um pouco mais o tom de voz
- Espera, mãe, calma... eu sei que isso é estranho e muito inesperado...
- Pois é, demais - disse ela me interrompendo minhas palavras.
- É... deixa eu explicar... - eu disse, estava muito nervoso, até tinha vontade de cancelar tudo, ligar o carro e sair dali... respirei fundo, tomei coragem e continuei...
- Te trouxe aqui porque... quero ficar com você... mais uma vez.
- O que você tá dizendo, Daniel? Não... - Ela segurava a própria testa - Meu Deus, Daniel, o que tá acontecendo com você? Por que você faz isso?
- Espera, mãe, deixa eu explicar - eu disse. Ela se mexia impaciente, balançava as pernas, tocava a cabeça, enxugava a testa, estava muito inquieta. Peguei a mão dela, virei o rosto dela pra mim pra acalmá-la.
- Mãe, calma, me escuta por favor, olha pra mim - peguei as mãos dela e ela se acalmou um pouco.
- Vou ser o mais direto possível. Sei que a gente conversou antes de sair do hotel, que não íamos mais falar sobre o que aconteceu, e muito menos fazer de novo. Eu jurei que seria assim... mas... preciso te pedir perdão... quero quebrar essa promessa uma vez... quero fazer uma última vez com você... te prometo que vai ser a última...
Ela só me olhava, um pouco confusa, mas não dizia nada, só me ouvia.
- Não consigo parar de pensar em tudo que a gente fez, não consigo tirar sua imagem da minha mente, seu corpo, seus beijos, nossos corpos unidos como um só. Deixa eu sentir isso só mais uma vez... por favor.
- Ai, Daniel, é que... o que você quer que eu diga... isso é... é muito repentino... - ela me respondeu.
- Me diz, você não gostou do que eu fiz com você?
- Gostei... mas não... - eu interrompi.
- Me diz que você não gostou de como eu comi seu corpo, como te beijei, como chupei seus peitos, sua buceta, como te penetrei...
- Siiiim, eu sei, eu não nego que adorei tudo isso...
- Você mesma disse que eu te fiz sentir viva de novo, te fiz sentir mulher outra vez. Deixa eu te fazer sentir isso de novo, pelo menos mais uma vez.
Ela estava pensativa, parecia que queria, mas tinha dúvidas.
- Sabe de uma coisa, mãe? Melhor não, não quero te fazer minha mulher. Agora quero te fazer minha putinha.
Essas palavras fizeram algo mudar nela. Algo clicou, eu percebi na hora. Ela me olhou de outro jeito. ela parecia mais interessada no que eu dizia—
—agora vou te fazer o que ainda não fiz, você vai ser minha putinha pessoal, vou te levar ao céu ou ao inferno, vou comer seu cu como você adora, eu sei, vou te dar sua porra que você tanto saboreia, sei que você quer mamar, quer ser minha mulher uma última vez—
Ela me encarava fixamente, notei um pequeno sorriso se formando no rosto dela, baixou o olhar e olhou pro meu volume.
—Ai, Daniel… as coisas que você me faz fazer…— ela disse, ficou em silêncio um momento, eu não disse nada só esperei a resposta dela
—A última vez mesmo?— ela perguntou
—A última, prometo— respondi.
Ela sorriu de novo com aquele olhar tão sexy, voltou a me olhar com uma expressão que me convidava a dar a foda da vida dela e, sem dizer mais nada, me aproximei e a beijei. Ela agarrou meu pescoço imediatamente, ela também queria, só estava se resistindo, nossos beijos aumentavam de paixão. Parei e disse: —Vamos pra cama— saímos do carro, subimos alguns degraus, abri a porta do quarto e entramos. A primeira coisa que vimos foi uma cama enorme, gigantesca, tinha um tubo de dança, um espelho no teto apontando pra cama, uma luz vermelha suave inundava o quarto.
—Que lindo isso aqui— ela falou
—Olha esse tubo, vai dançar sexy pra mim?— eu disse. Ela caminhou até ele e girou no tubo tentando parecer sexy,
—Gostou?— ela perguntou
—Gostaria mais se você estivesse numa lingerie sexy ou melhor ainda, sem nada— me aproximei dela e comecei a beijá-la apaixonadamente, enfiei minha língua na boca dela e ela chupou, me abraçou, brincou com meu cabelo, desci minhas mãos pelas costas dela, pelo bumbum, enfiei minhas mãos por baixo do vestido, brinquei com as nádegas dela, enfiei as mãos no cabelo dela, puxei o cabelo pra deixar o pescoço livre, passei minha língua por todo o pescoço, queixo, bochechas, voltei pra boca e deixei ela toda cheia da minha saliva.
—Me faz de putinha, Daniel, adoro como você me chupa todinha, me esquenta tanto com seus truques, você sabe como me tocar, me ensina mais…— ela me dizia entre gemidos, com os olhos fechados. Começamos a andar em direção à cama, sempre nos beijando. Ao chegar na beirada, tirei o vestido dela, puxei de baixo para cima sem pensar onde foi parar. Tirei minha camisa e ela lambia meu peito, me deixando cheio de saliva. Beijei-a, tirei o sutiã, revelando aquela beleza de peitos. Enfiei meu rosto entre eles, apertando com as duas mãos. Passei minha língua entre eles, minha saliva escorria pela barriga dela. Peguei um peito e comecei a chupar seu mamilo, enquanto com a outra mão apertava o outro mamilo com meus dedos. Ela começou com seus lindos gemidos. —Eu amo esses seus peitos, putinha. Delícia, são grandes e carnudos, tão perfeitos. Adoro comê-los, quero que sejam só meus — eu dizia. —Come eles, amor. Você sabe chupar tão gostoso, tudo que você faz comigo é tão gostoso — ela respondia. Desci minhas mãos até sua buceta, ela ainda estava de calcinha. Desci suavemente, ela tirou primeiro um pé e ao tirar o outro, jogou longe. Empurrei-a na cama, ela sentou na beirada. Tirei meu shorts e minha cueca, deixando meu pau bem na altura do rosto dela. Ela me olhava nos olhos, tão sexy, com aquele olhar de puta. Pegou meu pau e beijou a ponta, sem parar de me encarar. Meteu a ponta na boca, tirou e um fio de líquido ficou entre meu pau e sua boca, tudo enquanto continuava me encarando sem desviar o olhar. —Abre a boca, putinha. Você adora isso, né? É tão vadia, nunca tinha provado porra e agora tá morrendo de vontade, não é? — eu disse. Isso a motivou e ela enfiou o pau inteiro na boca. Deus, sentia que ela chupava com muita força. Via suas bochechas fazendo força para sugar meus líquidos. Peguei seu cabelo, enrolei na minha mão e empurrei sua cabeça contra meu pau. Enfiava na boca dela, deixava assim um momento. Ela resistia alguns segundos, mas empurrava. Parecia que ia vomitar. Tirava o pau e jatos de saliva escorriam pelos peitos dela. Descansava alguns segundos e continuava com seu trabalho. Tirou o pau de novo, a A saliva escorria pelos lábios dela, me abaixei e a beijei saboreando todos esses líquidos, enfiei a língua na boca dela que estava viscosa, ela mordia meus lábios. Subi na cama e deitei de barriga para cima, ela ia continuar com o boquete, mas a segurei - vem, senta assim - falei indicando que ela se sentasse na minha cara, ela posicionou a buceta na altura do meu peito com as pernas abertas mas parou - tem certeza, amor? - ela disse, não sei por que me disse isso. Agarrei suas nádegas puxando-a em direção ao meu rosto para que deixasse sua buceta cair direto na minha boca, me encharcou completamente só de roçar, estava escorrendo dos seus líquidos, encheu todo o meu queixo com seus sucos, comecei com meus movimentos de língua e ouvi seus gemidos, colocava minha língua ereta para entrar nela por dentro, meu nariz quase entrava no seu cu, chupava seus lábios, engolia seus líquidos só ouvia como ela gemia mais forte mas senti que estava se segurando para gemer alto, empurrei um pouco para falar – pode gritar aqui não tem problema, quero ouvir gritar sua putinha - isso a libertou, começou a gritar, começou a mover seus quadris para frente e para trás, levantei um pouco suas nádegas e encaixei seu cu na minha boca, ela soltou um grito de prazer e comecei a chupar, sugava, fazia redemoinhos com minha língua na sua bunda, ela adorava isso, e comecei a enfiar minha língua estava tão molhada que sentia que minha língua entrava muito dentro, sentia como ela apertava com seu cu, o sabor era delicioso mas o cheiro me encantava ainda mais, empurrei suas costas para baixo e indiquei que chupasse meu pau, estávamos fazendo um 69, via no espelho do teto seu corpo enorme sobre o meu, meu rosto se perdia entre sua bunda enorme, cuspi no seu cu e comecei a enfiar um dedo, afundou facilmente já estava um pouco dilatado, comecei com o vai e vem do dedo no seu cu entrava fácil, ela parou de chupar, só estava me masturbando porque estava gritando de prazer me dizia muito cansada - que gostoso está Sente assim, amor... Mete mais... Que gostoso por aí... - Enfiei o dedo até onde dava, ela engolia inteiro, chupei sua buceta enquanto enfiava o dedo e isso fez ela explodir, movia os quadris sobre mim, teve um orgasmo tão forte que jorraram líquidos sobre mim, sentia seu cu apertando meu dedo a cada contração que tinha, ela gritava e seus gritos ecoavam por todo o quarto, tremia, desfalecia sobre mim, eu continuei massageando sua bunda e chupando sua vagina, não parei mesmo ela já tendo terminado, ela continuava tremendo e senti que estava tendo outro orgasmo, enfiei dois dedos em seu cu, entraram facilmente, e ela gozou de novo sobre mim, todo meu peito estava banhado em seus fluidos, sua respiração estava ofegante, ela se levantou - Ai, espe... espera, meu amor... não aguento mais... espera um pouco... - deitou na cama totalmente cansada, acariciava seus pés e os beijava enquanto ela se recuperava, - Por Deus, minha vida, você me faz gozar tanto sempre... adoro tudo que você me faz, sempre me faz algo novo - me disse - Pois agora vai sentir outra coisa nova - respondi, me levantei, fiquei de joelhos e a guiei para ficar de quatro, ela sabia exatamente como se posicionar para mim, adorava a vista daquele cu enorme e gostoso aberto só para mim, acariciei sua buceta suavemente, ela já estava esquentando de novo, enfiei 3 dedos e a masturbei, ela começou a gemer de novo, levei minha mão à sua boca, enfiei 4 dedos para ela chupar e pedi que cuspisse na minha mão, ela cuspiu e usei a própria saliva para lubrificar seu ânus, massageei e enfiei um dedo, agora entrava fácil, tentei com 2 e também entraram sem problemas, soube que ela estava pronta, posicionei a cabeça do meu pau em seu cu e comecei a empurrar, ela suspirava, arqueava as costas para levantar mais a bunda, abria as nádegas com as duas mãos, empurrei meu pau suavemente cada vez mais para dentro, entrou a cabeça toda, depois um quarto, até que enfiei completamente, fiquei parado um momento com toda a pica dentro dela, era delicioso como apertava seu cu, sentia que ia quebrar a pica de tão apertado que estava, e comecei com as enfiadas, no início ela colocou a mão contra mim para me empurrar um pouco quando sentia que não aguentava, mas rapidamente se acostumou, de um momento para outro minha pica afundava completamente na sua bunda deliciosa, tirava e metia até o fundo facilmente, sua bunda já tinha se acostumado à minha pica ela gritava de prazer ela mesma pedia para eu meter mais forte, isso me detonou já sentia que queria gozar, comecei a bombear mais rápido, se escutavam as palmadas contra sua bunda em todo o quarto, ela estava se masturbando também sua buceta com a mão, era uma puta bem safada –mamãe vou gozar!- gritei para ela – enche meu cu de porra amor! Goza dentro do meu cu por favor!- ela gritava para mim… e gozei dentro do seu cu seu interior estava tão apertado que o sêmen saiu expelido do seu ânus, sentia que estava enchendo todo seu interior, ela ao sentir isso estava tendo outro orgasmo de novo, sentia as contrações do seu interior, seu ânus começou a apertar mais a pica sentia como se estivesse me chupando, senti seus líquidos respingarem nas minhas pernas, ambos gritamos de prazer, tirei minha pica e joguei o último jato de sêmen nas suas nádegas, espalhei sobre elas com minha mão como se fosse creme corporal. Literalmente morremos de prazer. Nos atiramos ambos na cama, exaustos, quase desmaiados. Ficamos vários minutos assim, simplesmente nos recuperando sem dizer nada, o cheiro de sexo inundava o quarto, a abracei e ficamos assim mais alguns minutos.
-esta não será a última vez, certo?- ela me disse
-claro que não, estamos apenas começando, agora você é minha mulher e minha puta, - respondi
Nos beijamos de novo muito apaixonados.
Nos levantamos muito exaustos, tomamos banho, nos vestimos, e saímos do lugar, durante o caminho nos beijamos amorosamente sempre que podíamos, beijava suas mãos, ela me abraçava, assim fomos todo o caminho. Chegamos em casa, coloquei o carro na garagem e trancamos, antes de descer demos outro beijo apaixonado. —Por favor, amor, temos que ser cuidadosos, seu pai não pode descobrir nada disso — ela me disse. —Eu sei, mãe, serei muito cauteloso, não se preocupe, eu prometo — respondi. Ela me deu um último beijo, desceu do carro, pegou algumas coisas e entrou em casa. Eu saí do carro, peguei o resto e entrei também. Meu pai estava na sala, me viu e perguntou: —A viagem foi boa? — Olhei para ele e todas as imagens de mim comendo minha mãe vieram à minha mente. —Sim, acho que sim, um pouco chata na verdade — respondi. Desde aquela viagem, minha relação com minha mãe mudou totalmente. Literalmente, eu era o amante dela vivendo sob o mesmo teto. Quando meu pai não estava, a gente transava pela casa toda: na sala, na cozinha, no banheiro, na cama dela. Eu me surpreendia como ela agia quando papai estava presente e como mudava completamente quando estávamos sozinhos. Começamos a sair com frequência, íamos a lugares bem distantes, onde ninguém nos conhecia, para nos soltarmos. Agíamos como um casal normal, tínhamos nossos motéis favoritos. Eu comprava lingerie sexy só para ela usar comigo, até incluímos brinquedos. Ela adorava vibradores, eu amava como ela tinha ficado safada, uma verdadeira putinha aprendendo — ou melhor, eu que ensinei coisas bem pervertidas pra ela. Éramos o casal mais feliz do mundo, era minha mãe e eu, seu filho. Este é o final dessa história, espero que tenham gostado. Agradeço todo o apoio, me inspira a criar novas histórias. Muito obrigado por lerem.
— Temos que esclarecer tudo isso que aconteceu.
— Desculpa, mãe, sinto muito — foi a primeira coisa que consegui sair da minha boca.
— Não diga isso, na verdade eu é que deveria pedir desculpas. Eu permiti que isso acontecesse, eu poderia ter parado desde o começo, mas não consegui… ou não quis.
— Não, mãe, eu causei tudo isso. Sinto que me aproveitei da situação desde a primeira noite que fizemos. Estávamos bêbados, eu estava com muito tesão, perdi o controle. Me sinto culpado por tudo — falei, muito envergonhado.
— Não se sinta assim, não foi dessa forma. Você não se aproveitou. Apesar das bebidas, eu estava bem consciente do que estava acontecendo. Confesso que poderia ter te parado, ia fazer isso, mas sou mulher também, não sou de pedra, e você estava me fazendo sentir coisas que há muito tempo não sentia. Por isso deixei tudo acontecer. No fundo, eu queria que acontecesse.
Ao ouvir isso, senti um alívio no peito. Ela não estava brava comigo. Pude levantar o olhar e vê-la nos olhos de novo.
— Eu só queria isso, mãe. Queria te fazer sentir bem, nos sentirmos bem mutuamente — disse a ela.
— E você conseguiu. Me fez sentir coisas que há muito tempo não sentia, e outras que nunca imaginei poder sentir. Tanto fisicamente quanto sentimentalmente. Me fez sentir amada de novo, me fez sentir viva.
Peguei a mão dela e a acariciei.
— Fico feliz que você tenha se sentido assim, que tenha curtido tudo o que fizemos. Você ainda é jovem. Te fiz sentir amada porque é isso que sinto. Te amo, mãe, mais do que nunca.
— Eu também te amo, Daniel. Foi o melhor fim de semana que tive na minha vida. Nunca vou esquecer tudo o que passamos aqui. E te confesso que não me arrependo de nada. No começo sim, estava muito confusa, mas na segunda vez que fizemos amor, perdi aquela vergonha. Não me arrependo do que fizemos aqui e não vejo isso como um erro, mas…
Quando ela disse esse "mas", meu coração parou. Sabia que ela ia falar algo, e não sabia se seria algo ruim ou… bom, mas...
-mas o quê?
Ela ficou em silêncio, me encarou fixamente e continuou:
-mas isso termina aqui e agora-
Disse com uma seriedade e firmeza que me surpreenderam. Soltou minha mão e eu apenas fiquei calado. Ela prosseguiu:
-como eu disse, não me arrependo do que fizemos e mantenho isso, mas isso precisa parar aqui mesmo, não podemos continuar fazendo. Você sabe que não podemos continuar fazendo amor depois que sairmos daqui, muito menos em casa. Por isso te peço que isso fique entre nós, será só uma lembrança, uma linda lembrança, que levarei até o túmulo-
- Eu respeito sua decisão, mãe. O que quer que você me peça, eu farei, por você - respondi
Tinha um sentimento agridoce. Por um lado, estava feliz por como tinha terminado, de certa forma não acabou tão mal, me sentia feliz por tudo que tinha acontecido entre nós. Mas por outro lado, estava um pouco triste, pois sentia que era como uma despedida do nosso amor. Voltaríamos para casa apenas com a lembrança dos nossos encontros apaixonados. A abracei e ficamos abraçados por alguns segundos. Sussurrei no seu ouvido:
- Nunca tinha feito sexo do jeito que fizemos e acho que nunca vou superar. Nunca vou esquecer seu corpo lindo nu, o gosto dos seus beijos, o cheiro da sua pele. Seus líquidos são meu elixir - ao prová-los, provei o céu com minha boca. Seus peitos são tão perfeitos, seus gemidos foram música pros meus ouvidos. O jeito que você se movia em cima de mim me deixa louco. Te digo a verdade, me sinto um pouco triste porque não vou poder provar seu corpo lindo de novo, mas me consola ter feito você se sentir mulher, me consola ter feito você MINHA mulher-
Nos beijamos apaixonadamente. Nenhum de nós queria parar, sabíamos que seria nosso último beijo. Mas o tempo tinha chegado, era hora de sair. Nos separamos, nos abraçamos como quem dá um adeus. Estávamos selando nosso segredo mais íntimo. Saímos do quarto e, ao fechar a porta, eu disse:
- Aqui vai ficar guardado nosso segredo, nesta sala e no meu coração para sempre-
Ela ficou um pouco sentimental também, quase a vi chorar, fomos à recepção terminamos os trâmites para poder sair, fomos ao estacionamento coloquei as coisas
- se quiser eu dirijo, mamãe - eu disse
- sim, por favor, estou me sentindo cansada -
Entramos no carro, ela ao meu lado, e nos despedimos do lugar rumo ao nosso lar, selando assim nosso fim de semana de paixão. Começamos a viagem.
Durante o caminho falamos de outras coisas, sobre o lugar, a comida, o clima, qualquer outra coisa, mas o tema do sexo sempre estava em nossa mente e dava para perceber nos dois, tentávamos falar de qualquer outra coisa, mas dava para sentir a tensão de falar sobre nossas transas, mesmo assim tentávamos evitar falar sobre isso a todo custo.
Durante a viagem não falamos mais, coloquei música e ela adormeceu, no caminho eu a observava dormindo, tão sexy e lembrava daquelas fodas que dei nela, lembrava de como eu comi sua buceta, como ela chupou meu pau, como ela adorou que eu comesse seu cu, via sua imagem tão vívida quando ela estava cavalgando em mim, a observei dormindo e via suas pernas lindas, seus lábios, recordando os beijos quentes que trocamos, lembrava daquele olhar tão puta que nunca tinha visto e acho que vou ver de novo. Eu estava ficando excitado de novo, pensamentos lascivos invadiam minha mente de novo, estava caindo na tesão outra vez, meu pau já estava duro, dava para notar o volume debaixo do meu shorts, não queria pensar nisso, tentava me distrair mas não conseguia tirar essas imagens da cabeça, ouvia os gemidos dela, ouvia sua voz pedindo mais.
Como sempre, quando menos você quer, a tentação aparece mais, comecei a ver na estrada aqueles típicos motéis de beira de estrada, aqueles onde os amantes se encontram para consumar seus pecados sem que ninguém perceba, e minha imaginação começou a voar, me imaginava saindo escondido com ela só para foder nesses lugares, a via deitada na cama esperando que eu a penetrasse, a via de quatro me esperando, uma nova fantasia surgia. Agora não bastava saber que tinha comido minha própria mãe, agora eu desejava comê-la naquele lindo cu, queria ser o primeiro a sentir seu interior. Ficava doente só de pensar que alguém mais poderia roubar esse sonho meu, fosse meu pai ou qualquer amante que ela pudesse arrumar. Não conseguia acreditar no que estava pensando, se há pouco estávamos falando em esquecer tudo aquilo.
Minha tesão subia. Enquanto dirigia, vi um daqueles motéis que parecia muito luxuoso. Imaginava como seria o interior, guardei o nome na memória. Peguei meu celular e busquei na Internet. Dirigia e revisava as informações do lugar. Tive que diminuir a velocidade para fazer minha pesquisa, melhor dizendo, para não ter um acidente. Foi aí que ouvi a voz da mamãe:
— Filho, o que você está fazendo? Deixa o celular, você vai bater o carro!
Me assustei tanto que dei um pulo, quase joguei o celular. Não sabia que ela já estava acordada. Fiquei muito nervoso e ela percebeu.
— O que você estava vendo que era tão importante?
— Nada, mãe, umas mensagens só — respondi.
— Não quero nem imaginar que tipo de mensagens — ela disse, e notei seu olhar descendo para meus shorts. Com o susto, não tinha percebido que minha ereção estava marcando demais. Ela desviou o olhar e começou a sorrir.
— Sério! Não é nada de mal, juro! — falei.
— Tá bom, tá bom, eu não disse nada, acredito em você — ela falou, agora rindo de verdade, e eu ri junto.
Continuei dirigindo e não conseguia parar de pensar nela. As tentações continuavam vindo. Vi uma placa de trânsito indicando que logo haveria um retorno. Comecei a pensar que poderia voltar e levá-la ao motel. Era tomar a decisão agora ou nunca. Mas e se ela ficasse brava? O que eu ia dizer? Se eu fosse fazer, não me importaria com o que acontecesse. O que estou pensando? Não posso fazer isso... O que é que eu digo? Claro que posso... não, não vou fazer... é minha última oportunidade... Via o retorno se aproximando, estava suando, não pensava claramente... e eu mudei de faixa... peguei o retorno e estávamos voltando... eu tinha decidido levar ela naquele motel...
- Que foi, Daniel?! Por que a gente tá voltando?
- Eh... calma, mãe... eh... quero te levar... bom, você já vai ver, não se preocupa...
- Mas o que foi? Me fala, não tô entendendo, te disseram algo do hotel? Tá me assustando
- Não se preocupa, mãe, não, não é do hotel, é outra coisa, você já vai ver, não é nada ruim, confia em mim, fica tranquila
Ela me olhava muito confusa, quase assustada, e com razão. Eu estava suando, sentia o coração saindo pela boca, não conseguia acreditar no que estava fazendo. Ela se acalmou um pouco e continuei dirigindo. Eu estava me arrependendo, começaram os pensamentos de culpa. O que eu tô fazendo? Tô louco? ... Não... devo seguir com o plano, vou me arrepender se não fizer... mas e se agora ela ficar brava de verdade? A gente ainda tá em bons termos, ela não me odeia, e se por causa disso ela passar a odiar? O que eu faço?...
Ao longe vi que estávamos chegando, reduzi a velocidade, meus nervos estavam no limite. Entro no motel? Ainda tenho tempo de cancelar essa loucura... Não, já cheguei até aqui, devo continuar... mas... mas... vieram muitos "mas" na minha cabeça, eu estava pra explodir... e ao chegar, virei e entrei no motel. Minha mãe viu o lugar, viu o nome, soube imediatamente que era um motel, obviamente. Abriu os olhos muito surpresa, me olhava muito confusa. Eu estava ainda mais... nos atenderam por um alto-falante, tudo era feito do carro, em nenhum momento a gente precisou descer. Pedi um quarto, me indicaram o número e lentamente dirigi até ele, meti o carro na garagem. Cada quarto tinha sua garagem própria pra mais privacidade. Desliguei o carro e a garagem se fechou, ficamos trancados.
- Daniel? Que?... o que tá acontecendo? O que significa isso? - ela me dizia totalmente confusa - O que a gente tá fazendo aqui, Daniel? Me explica - disse subindo um pouco mais o tom de voz
- Espera, mãe, calma... eu sei que isso é estranho e muito inesperado...
- Pois é, demais - disse ela me interrompendo minhas palavras.
- É... deixa eu explicar... - eu disse, estava muito nervoso, até tinha vontade de cancelar tudo, ligar o carro e sair dali... respirei fundo, tomei coragem e continuei...
- Te trouxe aqui porque... quero ficar com você... mais uma vez.
- O que você tá dizendo, Daniel? Não... - Ela segurava a própria testa - Meu Deus, Daniel, o que tá acontecendo com você? Por que você faz isso?
- Espera, mãe, deixa eu explicar - eu disse. Ela se mexia impaciente, balançava as pernas, tocava a cabeça, enxugava a testa, estava muito inquieta. Peguei a mão dela, virei o rosto dela pra mim pra acalmá-la.
- Mãe, calma, me escuta por favor, olha pra mim - peguei as mãos dela e ela se acalmou um pouco.
- Vou ser o mais direto possível. Sei que a gente conversou antes de sair do hotel, que não íamos mais falar sobre o que aconteceu, e muito menos fazer de novo. Eu jurei que seria assim... mas... preciso te pedir perdão... quero quebrar essa promessa uma vez... quero fazer uma última vez com você... te prometo que vai ser a última...
Ela só me olhava, um pouco confusa, mas não dizia nada, só me ouvia.
- Não consigo parar de pensar em tudo que a gente fez, não consigo tirar sua imagem da minha mente, seu corpo, seus beijos, nossos corpos unidos como um só. Deixa eu sentir isso só mais uma vez... por favor.
- Ai, Daniel, é que... o que você quer que eu diga... isso é... é muito repentino... - ela me respondeu.
- Me diz, você não gostou do que eu fiz com você?
- Gostei... mas não... - eu interrompi.
- Me diz que você não gostou de como eu comi seu corpo, como te beijei, como chupei seus peitos, sua buceta, como te penetrei...
- Siiiim, eu sei, eu não nego que adorei tudo isso...
- Você mesma disse que eu te fiz sentir viva de novo, te fiz sentir mulher outra vez. Deixa eu te fazer sentir isso de novo, pelo menos mais uma vez.
Ela estava pensativa, parecia que queria, mas tinha dúvidas.
- Sabe de uma coisa, mãe? Melhor não, não quero te fazer minha mulher. Agora quero te fazer minha putinha.
Essas palavras fizeram algo mudar nela. Algo clicou, eu percebi na hora. Ela me olhou de outro jeito. ela parecia mais interessada no que eu dizia—
—agora vou te fazer o que ainda não fiz, você vai ser minha putinha pessoal, vou te levar ao céu ou ao inferno, vou comer seu cu como você adora, eu sei, vou te dar sua porra que você tanto saboreia, sei que você quer mamar, quer ser minha mulher uma última vez—
Ela me encarava fixamente, notei um pequeno sorriso se formando no rosto dela, baixou o olhar e olhou pro meu volume.
—Ai, Daniel… as coisas que você me faz fazer…— ela disse, ficou em silêncio um momento, eu não disse nada só esperei a resposta dela
—A última vez mesmo?— ela perguntou
—A última, prometo— respondi.
Ela sorriu de novo com aquele olhar tão sexy, voltou a me olhar com uma expressão que me convidava a dar a foda da vida dela e, sem dizer mais nada, me aproximei e a beijei. Ela agarrou meu pescoço imediatamente, ela também queria, só estava se resistindo, nossos beijos aumentavam de paixão. Parei e disse: —Vamos pra cama— saímos do carro, subimos alguns degraus, abri a porta do quarto e entramos. A primeira coisa que vimos foi uma cama enorme, gigantesca, tinha um tubo de dança, um espelho no teto apontando pra cama, uma luz vermelha suave inundava o quarto.
—Que lindo isso aqui— ela falou
—Olha esse tubo, vai dançar sexy pra mim?— eu disse. Ela caminhou até ele e girou no tubo tentando parecer sexy,
—Gostou?— ela perguntou
—Gostaria mais se você estivesse numa lingerie sexy ou melhor ainda, sem nada— me aproximei dela e comecei a beijá-la apaixonadamente, enfiei minha língua na boca dela e ela chupou, me abraçou, brincou com meu cabelo, desci minhas mãos pelas costas dela, pelo bumbum, enfiei minhas mãos por baixo do vestido, brinquei com as nádegas dela, enfiei as mãos no cabelo dela, puxei o cabelo pra deixar o pescoço livre, passei minha língua por todo o pescoço, queixo, bochechas, voltei pra boca e deixei ela toda cheia da minha saliva.
—Me faz de putinha, Daniel, adoro como você me chupa todinha, me esquenta tanto com seus truques, você sabe como me tocar, me ensina mais…— ela me dizia entre gemidos, com os olhos fechados. Começamos a andar em direção à cama, sempre nos beijando. Ao chegar na beirada, tirei o vestido dela, puxei de baixo para cima sem pensar onde foi parar. Tirei minha camisa e ela lambia meu peito, me deixando cheio de saliva. Beijei-a, tirei o sutiã, revelando aquela beleza de peitos. Enfiei meu rosto entre eles, apertando com as duas mãos. Passei minha língua entre eles, minha saliva escorria pela barriga dela. Peguei um peito e comecei a chupar seu mamilo, enquanto com a outra mão apertava o outro mamilo com meus dedos. Ela começou com seus lindos gemidos. —Eu amo esses seus peitos, putinha. Delícia, são grandes e carnudos, tão perfeitos. Adoro comê-los, quero que sejam só meus — eu dizia. —Come eles, amor. Você sabe chupar tão gostoso, tudo que você faz comigo é tão gostoso — ela respondia. Desci minhas mãos até sua buceta, ela ainda estava de calcinha. Desci suavemente, ela tirou primeiro um pé e ao tirar o outro, jogou longe. Empurrei-a na cama, ela sentou na beirada. Tirei meu shorts e minha cueca, deixando meu pau bem na altura do rosto dela. Ela me olhava nos olhos, tão sexy, com aquele olhar de puta. Pegou meu pau e beijou a ponta, sem parar de me encarar. Meteu a ponta na boca, tirou e um fio de líquido ficou entre meu pau e sua boca, tudo enquanto continuava me encarando sem desviar o olhar. —Abre a boca, putinha. Você adora isso, né? É tão vadia, nunca tinha provado porra e agora tá morrendo de vontade, não é? — eu disse. Isso a motivou e ela enfiou o pau inteiro na boca. Deus, sentia que ela chupava com muita força. Via suas bochechas fazendo força para sugar meus líquidos. Peguei seu cabelo, enrolei na minha mão e empurrei sua cabeça contra meu pau. Enfiava na boca dela, deixava assim um momento. Ela resistia alguns segundos, mas empurrava. Parecia que ia vomitar. Tirava o pau e jatos de saliva escorriam pelos peitos dela. Descansava alguns segundos e continuava com seu trabalho. Tirou o pau de novo, a A saliva escorria pelos lábios dela, me abaixei e a beijei saboreando todos esses líquidos, enfiei a língua na boca dela que estava viscosa, ela mordia meus lábios. Subi na cama e deitei de barriga para cima, ela ia continuar com o boquete, mas a segurei - vem, senta assim - falei indicando que ela se sentasse na minha cara, ela posicionou a buceta na altura do meu peito com as pernas abertas mas parou - tem certeza, amor? - ela disse, não sei por que me disse isso. Agarrei suas nádegas puxando-a em direção ao meu rosto para que deixasse sua buceta cair direto na minha boca, me encharcou completamente só de roçar, estava escorrendo dos seus líquidos, encheu todo o meu queixo com seus sucos, comecei com meus movimentos de língua e ouvi seus gemidos, colocava minha língua ereta para entrar nela por dentro, meu nariz quase entrava no seu cu, chupava seus lábios, engolia seus líquidos só ouvia como ela gemia mais forte mas senti que estava se segurando para gemer alto, empurrei um pouco para falar – pode gritar aqui não tem problema, quero ouvir gritar sua putinha - isso a libertou, começou a gritar, começou a mover seus quadris para frente e para trás, levantei um pouco suas nádegas e encaixei seu cu na minha boca, ela soltou um grito de prazer e comecei a chupar, sugava, fazia redemoinhos com minha língua na sua bunda, ela adorava isso, e comecei a enfiar minha língua estava tão molhada que sentia que minha língua entrava muito dentro, sentia como ela apertava com seu cu, o sabor era delicioso mas o cheiro me encantava ainda mais, empurrei suas costas para baixo e indiquei que chupasse meu pau, estávamos fazendo um 69, via no espelho do teto seu corpo enorme sobre o meu, meu rosto se perdia entre sua bunda enorme, cuspi no seu cu e comecei a enfiar um dedo, afundou facilmente já estava um pouco dilatado, comecei com o vai e vem do dedo no seu cu entrava fácil, ela parou de chupar, só estava me masturbando porque estava gritando de prazer me dizia muito cansada - que gostoso está Sente assim, amor... Mete mais... Que gostoso por aí... - Enfiei o dedo até onde dava, ela engolia inteiro, chupei sua buceta enquanto enfiava o dedo e isso fez ela explodir, movia os quadris sobre mim, teve um orgasmo tão forte que jorraram líquidos sobre mim, sentia seu cu apertando meu dedo a cada contração que tinha, ela gritava e seus gritos ecoavam por todo o quarto, tremia, desfalecia sobre mim, eu continuei massageando sua bunda e chupando sua vagina, não parei mesmo ela já tendo terminado, ela continuava tremendo e senti que estava tendo outro orgasmo, enfiei dois dedos em seu cu, entraram facilmente, e ela gozou de novo sobre mim, todo meu peito estava banhado em seus fluidos, sua respiração estava ofegante, ela se levantou - Ai, espe... espera, meu amor... não aguento mais... espera um pouco... - deitou na cama totalmente cansada, acariciava seus pés e os beijava enquanto ela se recuperava, - Por Deus, minha vida, você me faz gozar tanto sempre... adoro tudo que você me faz, sempre me faz algo novo - me disse - Pois agora vai sentir outra coisa nova - respondi, me levantei, fiquei de joelhos e a guiei para ficar de quatro, ela sabia exatamente como se posicionar para mim, adorava a vista daquele cu enorme e gostoso aberto só para mim, acariciei sua buceta suavemente, ela já estava esquentando de novo, enfiei 3 dedos e a masturbei, ela começou a gemer de novo, levei minha mão à sua boca, enfiei 4 dedos para ela chupar e pedi que cuspisse na minha mão, ela cuspiu e usei a própria saliva para lubrificar seu ânus, massageei e enfiei um dedo, agora entrava fácil, tentei com 2 e também entraram sem problemas, soube que ela estava pronta, posicionei a cabeça do meu pau em seu cu e comecei a empurrar, ela suspirava, arqueava as costas para levantar mais a bunda, abria as nádegas com as duas mãos, empurrei meu pau suavemente cada vez mais para dentro, entrou a cabeça toda, depois um quarto, até que enfiei completamente, fiquei parado um momento com toda a pica dentro dela, era delicioso como apertava seu cu, sentia que ia quebrar a pica de tão apertado que estava, e comecei com as enfiadas, no início ela colocou a mão contra mim para me empurrar um pouco quando sentia que não aguentava, mas rapidamente se acostumou, de um momento para outro minha pica afundava completamente na sua bunda deliciosa, tirava e metia até o fundo facilmente, sua bunda já tinha se acostumado à minha pica ela gritava de prazer ela mesma pedia para eu meter mais forte, isso me detonou já sentia que queria gozar, comecei a bombear mais rápido, se escutavam as palmadas contra sua bunda em todo o quarto, ela estava se masturbando também sua buceta com a mão, era uma puta bem safada –mamãe vou gozar!- gritei para ela – enche meu cu de porra amor! Goza dentro do meu cu por favor!- ela gritava para mim… e gozei dentro do seu cu seu interior estava tão apertado que o sêmen saiu expelido do seu ânus, sentia que estava enchendo todo seu interior, ela ao sentir isso estava tendo outro orgasmo de novo, sentia as contrações do seu interior, seu ânus começou a apertar mais a pica sentia como se estivesse me chupando, senti seus líquidos respingarem nas minhas pernas, ambos gritamos de prazer, tirei minha pica e joguei o último jato de sêmen nas suas nádegas, espalhei sobre elas com minha mão como se fosse creme corporal. Literalmente morremos de prazer. Nos atiramos ambos na cama, exaustos, quase desmaiados. Ficamos vários minutos assim, simplesmente nos recuperando sem dizer nada, o cheiro de sexo inundava o quarto, a abracei e ficamos assim mais alguns minutos.
-esta não será a última vez, certo?- ela me disse
-claro que não, estamos apenas começando, agora você é minha mulher e minha puta, - respondi
Nos beijamos de novo muito apaixonados.
Nos levantamos muito exaustos, tomamos banho, nos vestimos, e saímos do lugar, durante o caminho nos beijamos amorosamente sempre que podíamos, beijava suas mãos, ela me abraçava, assim fomos todo o caminho. Chegamos em casa, coloquei o carro na garagem e trancamos, antes de descer demos outro beijo apaixonado. —Por favor, amor, temos que ser cuidadosos, seu pai não pode descobrir nada disso — ela me disse. —Eu sei, mãe, serei muito cauteloso, não se preocupe, eu prometo — respondi. Ela me deu um último beijo, desceu do carro, pegou algumas coisas e entrou em casa. Eu saí do carro, peguei o resto e entrei também. Meu pai estava na sala, me viu e perguntou: —A viagem foi boa? — Olhei para ele e todas as imagens de mim comendo minha mãe vieram à minha mente. —Sim, acho que sim, um pouco chata na verdade — respondi. Desde aquela viagem, minha relação com minha mãe mudou totalmente. Literalmente, eu era o amante dela vivendo sob o mesmo teto. Quando meu pai não estava, a gente transava pela casa toda: na sala, na cozinha, no banheiro, na cama dela. Eu me surpreendia como ela agia quando papai estava presente e como mudava completamente quando estávamos sozinhos. Começamos a sair com frequência, íamos a lugares bem distantes, onde ninguém nos conhecia, para nos soltarmos. Agíamos como um casal normal, tínhamos nossos motéis favoritos. Eu comprava lingerie sexy só para ela usar comigo, até incluímos brinquedos. Ela adorava vibradores, eu amava como ela tinha ficado safada, uma verdadeira putinha aprendendo — ou melhor, eu que ensinei coisas bem pervertidas pra ela. Éramos o casal mais feliz do mundo, era minha mãe e eu, seu filho. Este é o final dessa história, espero que tenham gostado. Agradeço todo o apoio, me inspira a criar novas histórias. Muito obrigado por lerem.
3 comentários - Com minha mãe, da fantasia à realidade FINAL