Continuamos essa história com uma nova ligação telefônica, e os protagonistas seguem com seus papos, os dois curtindo pra caralho.
P.S.: Esclarecimento, esta história não émeu. Olifazmuitoe issoencontreino meu PC e decidi compartilhar com vocês. Espero que continue sendo do agrado de todos.
A primeira parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/5353293/Hola-estas-ahi.html
– Hã? Cê tá aí?
– Siiiiim, tô aqui… espera um pouco pra eu me recuperar… tô exausta
– E eu… me esvaziei completamente… que gozada… fazia tempo que não tinha uma igual
– Cê gozou muito?
– Pra caralho, tenho o peito todo melado e um jato acertou meu olho, arde quando abro…
– Kkkkkkkkkkk… coitadinho, será que é verdade o que os padres dizem, que a gente fica cego de tanto bater punheta?
– Kkkkkkkkkkk… não tinha pensado por esse lado. Ei, dá uma pausa, preciso ir lavar um pouco no banheiro
– Beleza, madurou, mas volta logo… eu também vou aproveitar pra mijar
– Vou, mas não desliga, hein?
– Não, não desligo, mas essa conta de telefone vai vir um absurdo esse mês
– Isso é problema meu, além disso, tô achando que esse dinheiro foi muito bem gasto, até agora
– Até agora
–…
–já cheguei
–e eu
–o que você fez no banheiro?
–fiz xixi e limpei um pouco os fluxos com uma esponja, e você?
–sentei na borda da banheira e com o chuveiro lavei toda a parte da frente, também molhei a cabeça, tô novinho em folha
–ainda tá pelado?
–sim, e você?
–vesti a saia mas sem nada por baixo, da cintura pra cima também não tenho nada, assim fico mais tranquila caso precise me cobrir, uma camiseta se veste na hora
–certeza que você tá muito gostosa
–siim, tô meio deitada no sofá e levantei a saia até a cintura. Bom, agora é sua vez de me contar algo
–o que você quer que eu conte?
–você sabe muito bem o que quero que me conte, quero saber mais coisas sobre sua irmã e você
–isso te excita muito, né?
–pra caralho
–então vamos começar… o que vou te contar aconteceu num dia de casamento, um casamento de uma prima
–um casamento! que tesão!
–nesse dia minha irmã estava fantástica, acho que é o dia que mais gostosa já vi ela. Ela vestiu um vestido curtinho tipo o da Stone naquele filme famoso de cruzar as pernas, você já viu, né?
–claro
–ela tinha o cabelo preso na frente mas solto atrás, deixava o rosto dela lindo. Tava muito bem maquiada e arrumada, parecia uma boneca de porcelana. Como era verão, as pernas iam livres e apareciam perfeitas. Ela usava umas sandálias de salto médio totalmente abertas que deixavam ver as unhas pintadas de vermelho
–você reparou em tudo, hein?
–como não reparar, era uma deusa, era, de longe, a mais gostosa do casamento, incluindo a noiva
–você também devia estar um arraso nesse dia
–hahahaha… sim, tava com um terno preto que devia cair muito bem, porque todo mundo falava que eu parecia o noivo
–hahahaha
–continuo… o casamento foi como todos os casamentos, primeiro a cerimônia e depois a comida. Minha irmã sentou do meu lado e durante a comida a gente só fez rir e falar besteira
–imagino que a bebida ajudou
–bebeu pra caramba. Primeiro os aperitivos antes de comer, depois um monte divino e no final champanhe e taças pra sobremesa
–meio altinhos, né?
–bastante, mas a gente tava naquele ponto bom que não dava pra notar muito, mas te deixa eufórico e gostoso
–a sobremesa foi muito longa?
–quase a tarde toda. Tinha uma orquestrinha animando a cerimônia e todo mundo saía pra dançar de vez em quando
–você dançou com sua irmã…
–dancei com todo mundo, igual ela. Quase no final da festa a gente sentou na mesa e, enquanto os outros continuavam dançando, a gente conversou entre nós
–do que vocês falaram?
–a primeira coisa que eu falei foi que ela tava linda, que era a mais gostosa do casamento, que tava de matar e não sei mais quantas coisas
–nossa! puxa-saco!
–ela ficou meio coradinha e falou pra eu não dizer essas coisas que ia deixar ela vermelha
–normal
–eu me joguei um pouco e perguntei sobre aquele dia do sofá, se ela lembrava. Ela me olhou meio surpresa e disse que claro que lembrava, como não ia lembrar. Eu perguntei o que ela achava do que aconteceu. Ela falou, ficou mais séria, que a gente tinha passado um pouco do limite, que éramos irmãos e irmãos não deviam fazer essas coisas
–parece que ela tava com remorso
–sim, mas eu acalmei ela e falei que não tinha acontecido nada grave, que eu só tinha feito cócegas nela e ela tinha gostado, só isso
–porra, com essas cócegas suas!
–hahahaha… foi exatamente o que ela disse e completou que uma coisa é fazer cócegas nos braços e nas pernas e outra bem diferente é fazer ali. Quando falou "ali", ela baixou o olhar e se olhou entre as pernas. Pra mim, esse gesto me deixou a mil, se já tava meio dura, aquele olhar dela pra parte de baixo da saia deixou ela totalmente dura, foi tipo um choque
–pois é, você é fácil de excitar mesmo, certeza que agora também já subiu
–hahahaha… também… já tô com ela em estado de guerra de novo
–continua contando que a coisa tá bem interessante
–eu queria fazer ela falar, se soltar e contar as coisas dela sem vergonha, era o momento apropriado por causa do álcool que tinha bebido. Perguntei se ela tinha gostado mais das cócegas "ali" do que em outro lugar. Ela riu um pouquinho e respondeu que claro que tinha gostado mais, muito mais, que nos braços e nas pernas era uma sensação de paz, mas que no outro dia eu tinha feito ela voar
–voar! ela usou essa expressão?
–sim, voar, e enquanto falava levantou as duas mãos pra cima e riu de novo. Enquanto levantava as mãos e os braços, pude ver pela manga do vestido a axila esquerda dela perfeitamente depilada… só faltava isso pra me deixar mais excitado
–filho, como você é, repara em tudo
–ficamos um momento em silêncio e então me joguei e perguntei se ela teria coragem de fazer em mim o que eu tinha feito nela, que eu também queria voar
–pô, direto no coração, o que ela disse?
–ela baixou o olhar pra mesa, começou a brincar com um dedo em cima de umas migalhas de pão que estavam lá e me respondeu meio sem fôlego, que bom, que ia pensar, que não deveríamos fazer aquilo, mas que já que eu tinha feito nela, achava justo fazer em mim, mas que eu teria que ensinar um pouco porque ela nunca tinha feito isso em nenhum garoto
–que vitória, hein, aposto que você não acreditou
–e como, quase gozei só de ouvir isso. Peguei a mão dela das migalhas disfarçadamente e guiei pra debaixo da mesa, levantei um pouco a toalha que nos cobria e levei até minha braguilha, bem em cima da minha pica, que tava explodindo. Minha calça era bem fina e dava pra sentir perfeitamente meu pau. Com minha mão por cima da dela, fiz ela dobrar os dedos em todo o contorno, queria que sentisse ele inteiro. Soltei minha mão e deixei a dela ali, e chegando perto do ouvido dela falei: "olha como você me deixou"
–porra, que tesão você tá me dando de novo!… o que ela fez?
–as orelhas dela ficaram vermelhas e ela disse "bobo, vão nos ver, aqui não", mas não tirou a mão de uma vez, apertou ela Subiu e desceu um par de vezes pelo caule inteiro, tateando, depois colocou a mão de volta em cima da mesa, me olhou e perguntou por que eu tinha ficado daquele jeito. Eu disse que a conversa me excitou e que ela toda, do cabelo à ponta do pé, me excitava muito.
— Já era tua, com certeza ela também tava a mil.
— Foi isso que perguntei, se ela não tinha ficado um pouquinho excitada, e ela não disse nada, mas balançou a cabeça duas vezes confirmando. Aí fui eu quem desceu a mão até a perna esquerda dela.
— Não me diga que você acariciou ela ali na frente de todo mundo do casamento, não teria coragem.
— Nossa posição não levantava suspeitas, além disso, o povo não tava prestando atenção no que a gente fazia. Dois irmãos conversando sobre suas coisas na mesa é o mais normal possível.
— Atrevido, sem noção, mas como é que se mete a mão numa irmã em público… hahahahaha… continua.
— Ela nem tentou tirar a mão, só pedia pra eu não continuar, que podiam nos ver, que a gente teria oportunidade de ficar mais tranquilos depois. Eu disse que não tinha perigo, que as toalhas caíam bastante dos lados e que eu não ia fazer nada, só acariciar a perna dela um pouquinho. E enquanto a gente continuava conversando, eu ia subindo a mão devagar por baixo do vestido. Perguntei qual calcinha ela tava usando, ela disse que era uma tanga azul turquesa que tinha comprado na semana passada, falei que adoraria tocar nela, ela disse que tudo bem, mas só um pouquinho.
— O irmãozinho que toca a calcinha da irmãzinha… parece que se você continuar assim, vou gozar de uma hora pra outra.
— Como ela tinha me dado permissão, subi a mão sem disfarce até a tanga dela, toquei com a ponta dos dedos, contornei, estiquei… falei que o tecido era tão macio, ela disse que era de cetim e tinha custado uma fortuna. Passei meus dedos por cima da bucetinha dela e notei que a calcinha tava meio molhada. Falei pra ela. E ela respondeu como queria que estivesse, com tudo que eu tava fazendo. fazendo, tentei enfiar um dedo pelo elástico, mas ela pegou na minha mão, tirou dali e disse: "vamos dançar"
– e acabou o que se dava
– acabou, por enquanto, fomos dançar com os outros… E aí? Como anda teu tesão?
– pô, nem te conto, tava me masturbando de novo, mas pensando melhor vou deixar pra mais tarde, pra quando você me contar o resto, porque tem mais, né?
– claro que tem mais, boba, bem mais
– bom, vou parar de me tocar "ali" pra não gozar antes da hora, quero guardar minha excitação pra mais tarde. Mas você continua contando a história do casamento, tá?
– tá, seus desejos são ordens pra mim. Vou continuar. Acabou a festa do restaurante e fomos pros bares. Não falei com ela de novo até bem mais tarde. Jantamos petiscando e fomos pra uma balada. Ficamos lá um tempão. Tomamos uns drinks e dançamos como loucos. O clima era dos mais abertos e festeiros. Uma das vezes que fui pedir uma bebida no balcão, encontrei minha irmã, que também tava pedindo alguma coisa. Dei um beijo no rosto dela e perguntei como tava sendo. Ela disse que fenomenal e, enquanto eu pedia, ela se encostou em mim e passou a mão na minha bunda
– caralho, ela passou a mão na sua bunda!
– como você ouviu, ela baixou a mão esquerda e começou a acariciar minha bunda de um jeito divino. Ninguém podia ver porque a gente tava num canto e tava tudo bem escuro. Enquanto me tocava a bunda bem tocada, ela sussurrou no meu ouvido: "maninho, você tem a bunda mais gostosa de toda a balada"
– porra, que ousada, né?
– e muito, eu fiquei super surpreso, ela tomar a iniciativa era algo que eu não conseguia acreditar, além disso, como ela tocava bem, com que doçura e sensualidade apertava a mãozinha dela contra minha bunda, até tentava enfiar o dedinho no meio pra chegar no buraco. Nunca me tocaram a bunda assim na vida
– que tesão… vou voltar a me tocar de novo, desculpa, mas não consigo evitar
– hahahahaha… além de passar a mão na minha bunda, ela se apertava contra meu lado e eu sentia os peitinhos dela no meu lado. A boca dela ficava bem perto do meu ouvido e ela continuava falando coisas…
– o que ela tava te dizendo, conta, conta
– ela me disse que já tinha pensado e que queria me ver bater uma pra aprender e que eu também tinha que ensinar ela a se masturbar, porque não tinha muita certeza de como fazer…
– ou seja, ela não sabia se masturbar, era isso que ela tava te falando…
– isso mesmo. Quando perguntei exatamente o que você disse, ela respondeu que mais ou menos sabia como fazia pelo que tinha ouvido das amigas, mas que nunca tinha levado a sério
– nossa, sua irmã era um diamante bruto
– e como, eu tava nas nuvens de tanto tesão. Ela tava me pedindo pra ser o professor dela em tudo sobre sexo. Tipo, nem nos meus melhores sonhos eu imaginava uma coisa dessas
– que delícia, que excitação, imagino que você ficou duro que nem uma pedra
– verdade, fiquei sim. Serviram as bebidas e ela foi dançar, e eu sentei numa mesa pra ficar olhando. Mas como ela era gostosa. Como sabia que eu tava olhando, ela se exibiu pra mim, todos os movimentos e rebolados eram dedicados a mim. Fiquei babando de tão excitante que era ver ela dançar, tava despindo ela com os olhos
– eu tô babando em outro lugar aqui
– hahahaha, sua safada, você é uma safada
– é que você tá me deixando tão excitado que agora eu quero conhecer ela pra comer ela todinha
– hahahaha… vamos ver, vamos ver
– continua, me conta como a noite terminou, tô ansiosa pra saber
– saímos da balada bem tarde, umas cinco da manhã. Todo mundo do casamento foi se despedindo e ficamos só eu e minha irmã. Ela disse que tava cansada e queria ir pra casa. Nossa casa ficava a umas meia hora andando. Como os dois estavam bem bêbados, decidimos ir a pé e deixar o carro onde tava estacionado. Eu buscaria no dia seguinte
– nossa! um passeio romântico com sua irmãzinha ao amanhecer: que fofo!
– foi o passeio mais lindo de toda a minha vida. A gente se deu as mãos e começou a andar pelas ruas desertas
–só de mão dada? que recatadinhos
–de mão dada a gente ficou um tempinho, depois ela passou a mão na minha cintura e eu coloquei meu braço em volta do pescoço e ombros dela
–ah! isso já é melhor
–a gente ia feito um casal de apaixonados, bem agarradinhos e bem apertadinhos
–não conversavam?
–quase nada, a gente se deixava levar pelo romantismo do momento. Dava pra ver que ela tava feliz por estar assim com o irmão dela no centro da cidade, e eu nem te conto como eu tava, não conseguia acreditar. Ficar fazendo carinho na minha irmã de alma nas orelhas, no cabelo, nos ombros e no pescoço: não tem como ser mais feliz
–aconteceu alguma coisa antes de chegar em casa?
–quando a gente já tinha andado uns quinze minutos, numa área que tava escura e meio afastada dos prédios, eu fiz ela ficar na minha frente e encostar o corpo dela no meu. Coloquei minhas duas mãos em volta do rosto dela, afastei o cabelo e beijei ela na boca. Foi o beijo mais intenso que já dei na minha vida. O primeiro de verdade na minha irmã
–ela correspondeu ao teu beijo?
–siimm… e de que jeito. Primeiro ela se deixou beijar, mas depois colocou as mãos na minha nuca e enfiando os dedos no meu cabelo me beijou… me beijou… me beijou… meu deus como ela me beijou
–que lindo
–o beijo durou uns dez minutos, a gente se deu língua, saliva e lábios uma eternidade. Quando o beijo acabou, ela encostou a cabeça no meu peito e disse as palavras mais lindas que já ouvi
–é? o que ela te disse
–Ela disse: "eu te amo muito muito, irmão, muito mais do que você pode imaginar, te desejo tanto…"
–porra, que excitante! Como é que tava teu brinquedo, né?
–pois é, nem te conto. Tava super excitado. Tava totalmente encaixado na saia dela. Sem nenhuma vergonha eu apertava ele contra a calcinha dela e ela, em vez de evitar, apertava a área pubiana contra mim.
–ficaram muito tempo assim?
–mais um tempinho. A gente não conversava nem se beijava, só se esfregava um no outro. Eu desci minhas mãos até A bunda dela e coloquei por baixo da saia dela, quando senti a pele nos meus dedos quase gozei. Ela também colocou as mãos na minha bunda e apertava com desespero contra ela.
– Vocês gozaram?
– Eu não cheguei lá, mas ela sim, deu um gritinho e ficou dura igual um pau, se apertou contra mim como nunca tinha feito e ficou assim por uns segundos, depois relaxou, se virou de lado, se enlaçou na minha cintura e começamos a andar de novo. Ela disse: "Obrigada, maninho, pelo prazer que você me deu".
– Porra, que tesão! Tô toda molhada de excitação, se continuar assim vou me acabar de tanto me tocar.
– Kkkkkkk... fico feliz que você tá curtindo tanto minha história, eu também tô adorando pra caralho, tive que dar uma pausa pra não gozar, quero segurar um pouco ainda.
– Beleza... continua. Me conta o que aconteceu quando chegaram em casa, mas conta tudo de uma vez, não vou te interromper. Coloquei o telefone apoiado na orelha, tô deitada no sofá totalmente pelada e tenho as duas mãos livres pro que o corpo pedir. Vou fazer a masturbação do século. Tenta ser o mais safado possível.
– Vou tentar. Chegamos em casa e encontramos um bilhete dos meus pais dizendo que tinham ido na casa uns tios passar o domingo, que voltariam na segunda na hora do almoço, pra gente se comportar. Minha irmã, ao ler o bilhete, me disse rindo: "A gente vai se comportar muito bem, né, maninho?". Eu respondi que muito, muito bem. Ela disse que ia colocar o pijama, mas eu falei pra ela não colocar ainda, que eu gostava mais dela assim. Sentamos no sofá um de frente pro outro e começamos a conversar. Perguntei se ela tava excitada e ela disse que sim, que muito, que corriam umas correntes por todo o corpo dela que quase não conseguia controlar, que se sentia molhada lá embaixo e que tinha os peitos duros igual pedra. Enquanto falava isso, apertou eles com as duas mãos pra confirmar. Eu disse pra ela que fosse ela mesma a... ela que tomasse a iniciativa na conversa, que me dissesse claramente o que queria fazer e como queria fazer. Ela concordou com isso, sentou-se de pernas cruzadas bem perto de mim e levantou as saias até a altura da calcinha, colocou as mãos sobre os joelhos e disse: "vamos, me mostra logo, quero ver ela". Eu senti um choque de excitação ao ouvir isso, não esperava que ela fosse tão direta. Ajoelhei-me e lentamente comecei a desabotoar o cinto, tirei ele, não queria atrapalho, puxei a camisa para fora da calça e dei um nó pirata pra não ficar pendurada. Desabotoei o primeiro botão e desci lentamente a braguilha. Ela só tinha olhos para o que meus dedos faziam. Abaixei a calça o máximo que pude, mas não gostei de como ficou, então me joguei pra trás e pedi que ela me ajudasse a tirar. Ela puxou as duas pernas da calça de uma vez e saiu limpinha das minhas pernas. Voltei a me ajoelhar, agora mais perto dela. Os olhos dela estavam a centímetros do meu volume. Os olhos dela eram puro tesão. Nunca vi um olhar tão sensual. Passei a mão um pouco por cima da cueca e perguntei se ela queria ser a primeira a me descobrir. Ela disse que não, que eu fizesse isso, que ela só queria olhar, por enquanto. Então enfiei os polegares no elástico e abaixei a cueca. Minha pica saltou pra frente, bem ao lado da boca dela. Ela ficou paralisada olhando pra ela. Ficou um tempão olhando sem dizer nada. Depois disse: "que linda ela é… e que grande que tá… caralho, maninho, que coisa mais gostosa". Minha pica se mexeu um pouco como se respondesse às palavras dela, e ela começou a falar com ela como se tivesse vida própria. Estendeu a mão direita e, como se fosse cumprimentar uma pessoa, pegando ela como se pega uma mão, disse: "prazer em conhecê-la, senhorita, você e eu a partir de agora vamos ser muito boas amigas". E enquanto dizia isso, balançava ela pra cima e pra baixo como se fosse um grande aperto de mão. Depois olhou pra mim e, se dirigindo a ela, disse: "que Esse cretino te trata assim, tenho certeza de que não te dá os carinhos que você precisa… mas não se preocupa, que eu tô aqui pra suprir todas as suas necessidades"… Eoooo… a dona do telefone, o que cê tá fazendo… como vai a punheta do século…
–Uuuuffffff, tô aqui te ouvindo e trabalhando a todo vapor. Tô com um tesão danado… já nem sei mais por onde me tocar… tive que colocar a calcinha por baixo pra não sujar o sofá, pareço uma fonte… tudo que cê tá falando eu tô imaginando tão real que é como se eu tivesse ali mesmo olhando pra vocês e ouvindo… continua, por favor
–Continuo. Minha irmã soltou meu pau, se apoiou nos cotovelos sobre os joelhos, segurou o rostinho com as mãos e, olhando nos meus olhos, disse: "vai, bate uma, quero ver como os caras fazem". Eu levei a mão esquerda pro meu pau e comecei a bater devagar, pra cima e pra baixo. Como ela ficou calada olhando os movimentos da minha mão, falei que não queria que ela ficasse quieta, que queria que ela falasse, que dissesse o que tava passando pela cabeça dela, que me excitava muito ouvi-la enquanto eu continuava com a minha. Ela, bem obediente, continuou falando enquanto eu acelerava a mão. Mas não queria gozar cedo. O momento era tão excitante que eu queria que durasse uma eternidade. Tinha que ser e foi a melhor punheta da minha vida
–O que ela te dizia…
–Ela falava do tesão que era ver o irmão se masturbando, como a cabecinha ficava vermelhinha quando aparecia, me perguntava coisas sobre minhas punhetas, sobre minhas experiências com outras minas… sei lá… eu só queria ouvir a voz dela enquanto continuava no serviço. Num dado momento, falei pra ela tirar o vestido e brincar com a calcinha. Ela fez na hora e mudou de posição. Colocou uns travesseiros nas costas pra ficar meio sentada meio deitada, passou as pernas por cima das minhas e começou a brincar com a calcinha: esticava pra cima, afofava e olhava pra dentro, mexia pra um lado, mexia pro outro, enfiava os dedinhos pra se pentear Suspelinhos… tudo isso enquanto não parava de me dizer coisas tipo "você gosta de ver sua irmãzinha assim, né?" "te deixa durinho me ver de calcinha, não é?" "você bate umas punhetinhas pensando na sua irmãzinha, sim ou sim?" "você é um safado, um tarado e um incestuoso"
– que gostosa ela tava, né?
– nem me fale, todas essas coisas que ela dizia excitavam mais ela do que a mim, a calcinha dela tava encharcada, mas ela continuava com as apalpadelas e as obscenidades, cada vez mais pesadas. Eu já tava quase gozando e falei: "irmãzinha, irmãzinha… porra… já vou gozar… fica ligada na saída do leite… onde você quer que eu jogue?" Ela se deitou mais perto de mim e ofereceu a barriguinha dela pra eu esporrar tudo ali, parou de se tocar e abriu os olhos arregalados pra ver a primeira gozada de um cara na vida dela… Ei, a do outro lado, vou gozar de verdade, não aguento mais
– eu também, isso é demais, também ofereço meu umbiguinho pra você inundar, vai seu safado, goza de uma vez que eu já tô indo… oooooohhhhhhhhhhhhh
– aaaaaggggggggg, porraaaaaaaa, que prazer, que delícia……..
– tô gozandooooooo… pufffffffffffffff, você vai me matar de tesão
– e você a mim, que puta punheta que eu bati, se não foi a do século pelo menos foi a da semana… o leite chegou até no meu rosto…
– e eu soltei um litro de sucos, que exagero, que orgasmo mais incrível, mesmo que você não acredite, senti sua gozada como se você tivesse aqui do meu lado… pufffff… no final, onde você esporrou nela?
– parte na barriga, mas como tive tantas descargas e tão fortes, um jato foi parar nos peitos, outro no rosto e até o cabelo dela ficou inundado de porra, foi uma loucura, acho que nunca soltei tanta porra como naquela vez
– ela deve ter ficado impressionada, né?
– ela ficou muda me olhando e olhando o corpo dela coberto de porra. Eu depois de um orgasmo daqueles me joguei pra trás e fiquei meio desmaiado por um tempinho, ela não se mexeu nem disse nada Nada, ela ficou na mesma posição esperando eu me recuperar.
Quando me levantei de novo, ela disse: "filho… que mangueira você tem, quase me afogou". Eu comecei a rir às gargalhadas e ela também. Fiquei de joelhos no chão e deitei ela de vez no sofá e falei: "deixa eu te limpar". Ela fechou os olhos e disse: "se quiser, usa minha calcinha, mas não sei se vai adiantar muito porque ela tá encharcada".
– Então você tirou ela finalmente?
– Sim, tirei e era verdade que tava muito molhada. Levei a calcinha no nariz e cheirei, porra, que cheiro gostoso, um cheiro delicioso. Coloquei ela em cima da boca e do nariz dela e deixei ali, queria que ela ficasse bêbada com o próprio cheiro. Fiquei espalhando meu gozo por todo o corpo dela com as mãos, sem tirar os olhos da buceta molhada dela. Dá pra dizer que banhei ela de porra do pescoço até os pés, na bucetinha não mexi com medo de engravidar ela. Mas o que eu dediquei muito tempo foi nos peitinhos lindos dela, deixei eles durinhos como nunca.
– E ela, o que tava fazendo enquanto isso?
– Nada, só se deixava fazer, tava com a calcinha no rosto e não conseguia me ver, mas dava pra ver como ela respirava fundo através dela.
– E o gozo no rosto…
– Quando já tinha lambuzado o corpo inteiro dela de porra, fiquei bem na frente do rosto dela e comecei a lamber meu gozo no queixo dela. Quando já tava com a língua cheia, fiz uma das coisas mais safadas que já fiz na vida.
– O quê, seu porco, o que você fez?
– Comecei a beijar ela na boca através da calcinha. Mas não um beijo normal, não, um beijo profundo e longo… nem sei quanto tempo durou. Nas nossas bocas se misturaram o cheiro da buceta dela, o cheiro do meu gozo, a maciez aveludada da calcinha e os lábios deliciosos dela. Tudo junto… que beijo, puta que pariu, que beijo.
– Poxa, você tá me deixando com tesão de novo, seu sátiro, vai acabar gozando comigo.
– Kkkkkkkkkkk… é que só de pensar já fico duro de novo. Ela tava quase gozando com o beijo. Chegou uma hora que não aguentou mais e, tirando a calcinha de uma vez, Braga da boca me disse quase gritando: "por favor… por favor… me masturba… me masturba… faz alguma coisa que eu não aguento mais…"
–coitadinha minha…
–é, achei que já tava na hora dela ter o orgasmo dela. Baixei minha mão rapidinho até a bucetinha dela e sem nenhum preâmbulo comecei a masturbá-la, já não dava mais pra fazer ela esperar, enfiei o dedo do meio até a metade e com a mão comecei a fazer giros no clitóris dela. Em poucos segundos ela começou a dar espasmos com o corpo inteiro e gritou que nem uma louca. Que jeito de gozar, meu Deus, que selvageria. Os olhos dela se encheram de lágrimas pelo prazer que sentia. O rosto dela irradiava felicidade, nunca vi ela tão gostosa como naquele dia. Ela ficou gozando quase um minuto, acho que emendou vários orgasmos seguidos. Parecia que o prazer dela, guardado por tantos anos, não tinha fim. Os quadris dela subiam desesperadamente pra encontrar meu dedo. E da bucetinha dela saía uma quantidade de fluidos… me deixou todo sujo… quase tanto quanto ela tinha deixado ele. Quando acabou aquele terremoto todo, ela desmaiou, mas não no sentido figurado, de verdade. Tive que dar uns tapinhas na cara dela pra ela voltar a si. Ela acordou como se não soubesse onde estava e ao me ver do lado, me beijou e disse: "obrigada, irmãozinho, isso eu nunca vou esquecer, te amo"
–porra, irmãozinho… eu também quero ter uma gozada assim
–hahahaha, um dia, pode ter certeza. Você não gozou de novo, né…
–quase, quase, mas já tô tão cansada que não consigo
–se quiser a gente deixa pra outro dia
–pois é, acho que sim, foram muitas emoções num dia só
–tchau, tesouro, te ligo outro dia
–pobre de você se não ligar… tchau… ouve, antes de desligar, tenho que te falar uma coisa…
–fala
–que foi a melhor sessão de sexo que já tive, nem sei quantas vezes gozei, você é um filho da puta incestuoso, mas adoro que você seja. Sabe, você me deu ideias… quem sabe um dia eu tento com meu irmão.
–ah! mas você tem um irmão?
–claro, não te falei?
–não, não falou Nada, que caladinho você tava
— Pois é, tenho um irmão mais novo, um ano mais novo que eu
— Olha só, quantas coisas a gente descobre…
— O que será que sua mente tarada tá pensando… pois não, nunca fizemos nada, ele ainda é um pirralho e no assunto sexual ainda tá no básico
— Quantos anos ele tem?
— É que se eu falar a idade dele, você vai saber a minha
— E qual o problema de saber?
— Não tem problema nenhum, mas é que me dá vergonha falar. Quantos anos você me dá?
— Assim de cara… uns 20 anos, mais ou menos
— Menos
— Menos? 19
— 18
— Mas você é uma garota nova!
— E você um corruptor de menores. Quantos anos você tem?
— Eu 24, te parece muito?
— Não, é o que eu imaginava. Sua irmã tem 22, né?
— Claro. Então seu irmão tem 17 anos e ainda é virgem, que tesão!
— Bom, virgem de verdade também não sei. Com garotas ele nunca esteve, disso tenho certeza, mas punheta ele deve bater direto
— Você sabe ou tem certeza?
— Tenho certeza
— Já pegou ele batendo uma?
— Não, mas um dia ele esqueceu de dar descarga no banheiro e deixou o leite dele lá, eu entrei logo depois e me deparei com a cena.
— Kkkkkkk, deixando rastros… o que você pensou na hora?
— Achei muita graça e pensei: "olha só, meu irmãozinho já tá batendo punheta, e parecia tão inocente"
— Kkkkkkk, não te excitou nem um pouco ver aquilo?
— Não me lembro direito, mas deve ter excitado um pouco porque logo depois eu me toquei
— Então excitou sim, mesmo que você não quisesse admitir
— Pode ser, mas já te falei que nunca olhei pro meu irmão com olhos de desejo, embora de agora em diante possa mudar, quem sabe
— Quer que eu te passe uma tarefa pra próxima vez que a gente conversar?
— Tarefa? Kkkkkkk, que engraçado, vamos ver que tarefa você vai me dar, professor
— Quero que você seduza seu irmão e na próxima vez que a gente falar me conte seus avanços, ok?
— Bom… a ideia não é ruim, mas não sei como fazer, além disso, meus pais também estão em casa
— Você vai ter que usar suas armas de mulher, você me deixou muito excitado, tipo, seu irmão pode ficar de pau duro o dia inteiro se você quiser, o que não vou te dizer é como fazer, isso é problema seu e se quiser passar, vai ter que se esforçar bastante
–tá bom, profe, vou te contando como vai indo. Quando você vai me ligar?
–daqui a duas semanas, no mesmo horário, assim você terá tempo de fazer bem seus deveres. Tchau e um beijo na sua bucetinha
–tchau e outro beijo no seu pau.
P.S.: Esclarecimento, esta história não émeu. Olifazmuitoe issoencontreino meu PC e decidi compartilhar com vocês. Espero que continue sendo do agrado de todos.
A primeira parte
http://www.poringa.net/posts/relatos/5353293/Hola-estas-ahi.html
– Hã? Cê tá aí?
– Siiiiim, tô aqui… espera um pouco pra eu me recuperar… tô exausta
– E eu… me esvaziei completamente… que gozada… fazia tempo que não tinha uma igual
– Cê gozou muito?
– Pra caralho, tenho o peito todo melado e um jato acertou meu olho, arde quando abro…
– Kkkkkkkkkkk… coitadinho, será que é verdade o que os padres dizem, que a gente fica cego de tanto bater punheta?
– Kkkkkkkkkkk… não tinha pensado por esse lado. Ei, dá uma pausa, preciso ir lavar um pouco no banheiro
– Beleza, madurou, mas volta logo… eu também vou aproveitar pra mijar
– Vou, mas não desliga, hein?
– Não, não desligo, mas essa conta de telefone vai vir um absurdo esse mês
– Isso é problema meu, além disso, tô achando que esse dinheiro foi muito bem gasto, até agora
– Até agora
–…
–já cheguei
–e eu
–o que você fez no banheiro?
–fiz xixi e limpei um pouco os fluxos com uma esponja, e você?
–sentei na borda da banheira e com o chuveiro lavei toda a parte da frente, também molhei a cabeça, tô novinho em folha
–ainda tá pelado?
–sim, e você?
–vesti a saia mas sem nada por baixo, da cintura pra cima também não tenho nada, assim fico mais tranquila caso precise me cobrir, uma camiseta se veste na hora
–certeza que você tá muito gostosa
–siim, tô meio deitada no sofá e levantei a saia até a cintura. Bom, agora é sua vez de me contar algo
–o que você quer que eu conte?
–você sabe muito bem o que quero que me conte, quero saber mais coisas sobre sua irmã e você
–isso te excita muito, né?
–pra caralho
–então vamos começar… o que vou te contar aconteceu num dia de casamento, um casamento de uma prima
–um casamento! que tesão!
–nesse dia minha irmã estava fantástica, acho que é o dia que mais gostosa já vi ela. Ela vestiu um vestido curtinho tipo o da Stone naquele filme famoso de cruzar as pernas, você já viu, né?
–claro
–ela tinha o cabelo preso na frente mas solto atrás, deixava o rosto dela lindo. Tava muito bem maquiada e arrumada, parecia uma boneca de porcelana. Como era verão, as pernas iam livres e apareciam perfeitas. Ela usava umas sandálias de salto médio totalmente abertas que deixavam ver as unhas pintadas de vermelho
–você reparou em tudo, hein?
–como não reparar, era uma deusa, era, de longe, a mais gostosa do casamento, incluindo a noiva
–você também devia estar um arraso nesse dia
–hahahaha… sim, tava com um terno preto que devia cair muito bem, porque todo mundo falava que eu parecia o noivo
–hahahaha
–continuo… o casamento foi como todos os casamentos, primeiro a cerimônia e depois a comida. Minha irmã sentou do meu lado e durante a comida a gente só fez rir e falar besteira
–imagino que a bebida ajudou
–bebeu pra caramba. Primeiro os aperitivos antes de comer, depois um monte divino e no final champanhe e taças pra sobremesa
–meio altinhos, né?
–bastante, mas a gente tava naquele ponto bom que não dava pra notar muito, mas te deixa eufórico e gostoso
–a sobremesa foi muito longa?
–quase a tarde toda. Tinha uma orquestrinha animando a cerimônia e todo mundo saía pra dançar de vez em quando
–você dançou com sua irmã…
–dancei com todo mundo, igual ela. Quase no final da festa a gente sentou na mesa e, enquanto os outros continuavam dançando, a gente conversou entre nós
–do que vocês falaram?
–a primeira coisa que eu falei foi que ela tava linda, que era a mais gostosa do casamento, que tava de matar e não sei mais quantas coisas
–nossa! puxa-saco!
–ela ficou meio coradinha e falou pra eu não dizer essas coisas que ia deixar ela vermelha
–normal
–eu me joguei um pouco e perguntei sobre aquele dia do sofá, se ela lembrava. Ela me olhou meio surpresa e disse que claro que lembrava, como não ia lembrar. Eu perguntei o que ela achava do que aconteceu. Ela falou, ficou mais séria, que a gente tinha passado um pouco do limite, que éramos irmãos e irmãos não deviam fazer essas coisas
–parece que ela tava com remorso
–sim, mas eu acalmei ela e falei que não tinha acontecido nada grave, que eu só tinha feito cócegas nela e ela tinha gostado, só isso
–porra, com essas cócegas suas!
–hahahaha… foi exatamente o que ela disse e completou que uma coisa é fazer cócegas nos braços e nas pernas e outra bem diferente é fazer ali. Quando falou "ali", ela baixou o olhar e se olhou entre as pernas. Pra mim, esse gesto me deixou a mil, se já tava meio dura, aquele olhar dela pra parte de baixo da saia deixou ela totalmente dura, foi tipo um choque
–pois é, você é fácil de excitar mesmo, certeza que agora também já subiu
–hahahaha… também… já tô com ela em estado de guerra de novo
–continua contando que a coisa tá bem interessante
–eu queria fazer ela falar, se soltar e contar as coisas dela sem vergonha, era o momento apropriado por causa do álcool que tinha bebido. Perguntei se ela tinha gostado mais das cócegas "ali" do que em outro lugar. Ela riu um pouquinho e respondeu que claro que tinha gostado mais, muito mais, que nos braços e nas pernas era uma sensação de paz, mas que no outro dia eu tinha feito ela voar
–voar! ela usou essa expressão?
–sim, voar, e enquanto falava levantou as duas mãos pra cima e riu de novo. Enquanto levantava as mãos e os braços, pude ver pela manga do vestido a axila esquerda dela perfeitamente depilada… só faltava isso pra me deixar mais excitado
–filho, como você é, repara em tudo
–ficamos um momento em silêncio e então me joguei e perguntei se ela teria coragem de fazer em mim o que eu tinha feito nela, que eu também queria voar
–pô, direto no coração, o que ela disse?
–ela baixou o olhar pra mesa, começou a brincar com um dedo em cima de umas migalhas de pão que estavam lá e me respondeu meio sem fôlego, que bom, que ia pensar, que não deveríamos fazer aquilo, mas que já que eu tinha feito nela, achava justo fazer em mim, mas que eu teria que ensinar um pouco porque ela nunca tinha feito isso em nenhum garoto
–que vitória, hein, aposto que você não acreditou
–e como, quase gozei só de ouvir isso. Peguei a mão dela das migalhas disfarçadamente e guiei pra debaixo da mesa, levantei um pouco a toalha que nos cobria e levei até minha braguilha, bem em cima da minha pica, que tava explodindo. Minha calça era bem fina e dava pra sentir perfeitamente meu pau. Com minha mão por cima da dela, fiz ela dobrar os dedos em todo o contorno, queria que sentisse ele inteiro. Soltei minha mão e deixei a dela ali, e chegando perto do ouvido dela falei: "olha como você me deixou"
–porra, que tesão você tá me dando de novo!… o que ela fez?
–as orelhas dela ficaram vermelhas e ela disse "bobo, vão nos ver, aqui não", mas não tirou a mão de uma vez, apertou ela Subiu e desceu um par de vezes pelo caule inteiro, tateando, depois colocou a mão de volta em cima da mesa, me olhou e perguntou por que eu tinha ficado daquele jeito. Eu disse que a conversa me excitou e que ela toda, do cabelo à ponta do pé, me excitava muito.
— Já era tua, com certeza ela também tava a mil.
— Foi isso que perguntei, se ela não tinha ficado um pouquinho excitada, e ela não disse nada, mas balançou a cabeça duas vezes confirmando. Aí fui eu quem desceu a mão até a perna esquerda dela.
— Não me diga que você acariciou ela ali na frente de todo mundo do casamento, não teria coragem.
— Nossa posição não levantava suspeitas, além disso, o povo não tava prestando atenção no que a gente fazia. Dois irmãos conversando sobre suas coisas na mesa é o mais normal possível.
— Atrevido, sem noção, mas como é que se mete a mão numa irmã em público… hahahahaha… continua.
— Ela nem tentou tirar a mão, só pedia pra eu não continuar, que podiam nos ver, que a gente teria oportunidade de ficar mais tranquilos depois. Eu disse que não tinha perigo, que as toalhas caíam bastante dos lados e que eu não ia fazer nada, só acariciar a perna dela um pouquinho. E enquanto a gente continuava conversando, eu ia subindo a mão devagar por baixo do vestido. Perguntei qual calcinha ela tava usando, ela disse que era uma tanga azul turquesa que tinha comprado na semana passada, falei que adoraria tocar nela, ela disse que tudo bem, mas só um pouquinho.
— O irmãozinho que toca a calcinha da irmãzinha… parece que se você continuar assim, vou gozar de uma hora pra outra.
— Como ela tinha me dado permissão, subi a mão sem disfarce até a tanga dela, toquei com a ponta dos dedos, contornei, estiquei… falei que o tecido era tão macio, ela disse que era de cetim e tinha custado uma fortuna. Passei meus dedos por cima da bucetinha dela e notei que a calcinha tava meio molhada. Falei pra ela. E ela respondeu como queria que estivesse, com tudo que eu tava fazendo. fazendo, tentei enfiar um dedo pelo elástico, mas ela pegou na minha mão, tirou dali e disse: "vamos dançar"
– e acabou o que se dava
– acabou, por enquanto, fomos dançar com os outros… E aí? Como anda teu tesão?
– pô, nem te conto, tava me masturbando de novo, mas pensando melhor vou deixar pra mais tarde, pra quando você me contar o resto, porque tem mais, né?
– claro que tem mais, boba, bem mais
– bom, vou parar de me tocar "ali" pra não gozar antes da hora, quero guardar minha excitação pra mais tarde. Mas você continua contando a história do casamento, tá?
– tá, seus desejos são ordens pra mim. Vou continuar. Acabou a festa do restaurante e fomos pros bares. Não falei com ela de novo até bem mais tarde. Jantamos petiscando e fomos pra uma balada. Ficamos lá um tempão. Tomamos uns drinks e dançamos como loucos. O clima era dos mais abertos e festeiros. Uma das vezes que fui pedir uma bebida no balcão, encontrei minha irmã, que também tava pedindo alguma coisa. Dei um beijo no rosto dela e perguntei como tava sendo. Ela disse que fenomenal e, enquanto eu pedia, ela se encostou em mim e passou a mão na minha bunda
– caralho, ela passou a mão na sua bunda!
– como você ouviu, ela baixou a mão esquerda e começou a acariciar minha bunda de um jeito divino. Ninguém podia ver porque a gente tava num canto e tava tudo bem escuro. Enquanto me tocava a bunda bem tocada, ela sussurrou no meu ouvido: "maninho, você tem a bunda mais gostosa de toda a balada"
– porra, que ousada, né?
– e muito, eu fiquei super surpreso, ela tomar a iniciativa era algo que eu não conseguia acreditar, além disso, como ela tocava bem, com que doçura e sensualidade apertava a mãozinha dela contra minha bunda, até tentava enfiar o dedinho no meio pra chegar no buraco. Nunca me tocaram a bunda assim na vida
– que tesão… vou voltar a me tocar de novo, desculpa, mas não consigo evitar
– hahahahaha… além de passar a mão na minha bunda, ela se apertava contra meu lado e eu sentia os peitinhos dela no meu lado. A boca dela ficava bem perto do meu ouvido e ela continuava falando coisas…
– o que ela tava te dizendo, conta, conta
– ela me disse que já tinha pensado e que queria me ver bater uma pra aprender e que eu também tinha que ensinar ela a se masturbar, porque não tinha muita certeza de como fazer…
– ou seja, ela não sabia se masturbar, era isso que ela tava te falando…
– isso mesmo. Quando perguntei exatamente o que você disse, ela respondeu que mais ou menos sabia como fazia pelo que tinha ouvido das amigas, mas que nunca tinha levado a sério
– nossa, sua irmã era um diamante bruto
– e como, eu tava nas nuvens de tanto tesão. Ela tava me pedindo pra ser o professor dela em tudo sobre sexo. Tipo, nem nos meus melhores sonhos eu imaginava uma coisa dessas
– que delícia, que excitação, imagino que você ficou duro que nem uma pedra
– verdade, fiquei sim. Serviram as bebidas e ela foi dançar, e eu sentei numa mesa pra ficar olhando. Mas como ela era gostosa. Como sabia que eu tava olhando, ela se exibiu pra mim, todos os movimentos e rebolados eram dedicados a mim. Fiquei babando de tão excitante que era ver ela dançar, tava despindo ela com os olhos
– eu tô babando em outro lugar aqui
– hahahaha, sua safada, você é uma safada
– é que você tá me deixando tão excitado que agora eu quero conhecer ela pra comer ela todinha
– hahahaha… vamos ver, vamos ver
– continua, me conta como a noite terminou, tô ansiosa pra saber
– saímos da balada bem tarde, umas cinco da manhã. Todo mundo do casamento foi se despedindo e ficamos só eu e minha irmã. Ela disse que tava cansada e queria ir pra casa. Nossa casa ficava a umas meia hora andando. Como os dois estavam bem bêbados, decidimos ir a pé e deixar o carro onde tava estacionado. Eu buscaria no dia seguinte
– nossa! um passeio romântico com sua irmãzinha ao amanhecer: que fofo!
– foi o passeio mais lindo de toda a minha vida. A gente se deu as mãos e começou a andar pelas ruas desertas
–só de mão dada? que recatadinhos
–de mão dada a gente ficou um tempinho, depois ela passou a mão na minha cintura e eu coloquei meu braço em volta do pescoço e ombros dela
–ah! isso já é melhor
–a gente ia feito um casal de apaixonados, bem agarradinhos e bem apertadinhos
–não conversavam?
–quase nada, a gente se deixava levar pelo romantismo do momento. Dava pra ver que ela tava feliz por estar assim com o irmão dela no centro da cidade, e eu nem te conto como eu tava, não conseguia acreditar. Ficar fazendo carinho na minha irmã de alma nas orelhas, no cabelo, nos ombros e no pescoço: não tem como ser mais feliz
–aconteceu alguma coisa antes de chegar em casa?
–quando a gente já tinha andado uns quinze minutos, numa área que tava escura e meio afastada dos prédios, eu fiz ela ficar na minha frente e encostar o corpo dela no meu. Coloquei minhas duas mãos em volta do rosto dela, afastei o cabelo e beijei ela na boca. Foi o beijo mais intenso que já dei na minha vida. O primeiro de verdade na minha irmã
–ela correspondeu ao teu beijo?
–siimm… e de que jeito. Primeiro ela se deixou beijar, mas depois colocou as mãos na minha nuca e enfiando os dedos no meu cabelo me beijou… me beijou… me beijou… meu deus como ela me beijou
–que lindo
–o beijo durou uns dez minutos, a gente se deu língua, saliva e lábios uma eternidade. Quando o beijo acabou, ela encostou a cabeça no meu peito e disse as palavras mais lindas que já ouvi
–é? o que ela te disse
–Ela disse: "eu te amo muito muito, irmão, muito mais do que você pode imaginar, te desejo tanto…"
–porra, que excitante! Como é que tava teu brinquedo, né?
–pois é, nem te conto. Tava super excitado. Tava totalmente encaixado na saia dela. Sem nenhuma vergonha eu apertava ele contra a calcinha dela e ela, em vez de evitar, apertava a área pubiana contra mim.
–ficaram muito tempo assim?
–mais um tempinho. A gente não conversava nem se beijava, só se esfregava um no outro. Eu desci minhas mãos até A bunda dela e coloquei por baixo da saia dela, quando senti a pele nos meus dedos quase gozei. Ela também colocou as mãos na minha bunda e apertava com desespero contra ela.
– Vocês gozaram?
– Eu não cheguei lá, mas ela sim, deu um gritinho e ficou dura igual um pau, se apertou contra mim como nunca tinha feito e ficou assim por uns segundos, depois relaxou, se virou de lado, se enlaçou na minha cintura e começamos a andar de novo. Ela disse: "Obrigada, maninho, pelo prazer que você me deu".
– Porra, que tesão! Tô toda molhada de excitação, se continuar assim vou me acabar de tanto me tocar.
– Kkkkkkk... fico feliz que você tá curtindo tanto minha história, eu também tô adorando pra caralho, tive que dar uma pausa pra não gozar, quero segurar um pouco ainda.
– Beleza... continua. Me conta o que aconteceu quando chegaram em casa, mas conta tudo de uma vez, não vou te interromper. Coloquei o telefone apoiado na orelha, tô deitada no sofá totalmente pelada e tenho as duas mãos livres pro que o corpo pedir. Vou fazer a masturbação do século. Tenta ser o mais safado possível.
– Vou tentar. Chegamos em casa e encontramos um bilhete dos meus pais dizendo que tinham ido na casa uns tios passar o domingo, que voltariam na segunda na hora do almoço, pra gente se comportar. Minha irmã, ao ler o bilhete, me disse rindo: "A gente vai se comportar muito bem, né, maninho?". Eu respondi que muito, muito bem. Ela disse que ia colocar o pijama, mas eu falei pra ela não colocar ainda, que eu gostava mais dela assim. Sentamos no sofá um de frente pro outro e começamos a conversar. Perguntei se ela tava excitada e ela disse que sim, que muito, que corriam umas correntes por todo o corpo dela que quase não conseguia controlar, que se sentia molhada lá embaixo e que tinha os peitos duros igual pedra. Enquanto falava isso, apertou eles com as duas mãos pra confirmar. Eu disse pra ela que fosse ela mesma a... ela que tomasse a iniciativa na conversa, que me dissesse claramente o que queria fazer e como queria fazer. Ela concordou com isso, sentou-se de pernas cruzadas bem perto de mim e levantou as saias até a altura da calcinha, colocou as mãos sobre os joelhos e disse: "vamos, me mostra logo, quero ver ela". Eu senti um choque de excitação ao ouvir isso, não esperava que ela fosse tão direta. Ajoelhei-me e lentamente comecei a desabotoar o cinto, tirei ele, não queria atrapalho, puxei a camisa para fora da calça e dei um nó pirata pra não ficar pendurada. Desabotoei o primeiro botão e desci lentamente a braguilha. Ela só tinha olhos para o que meus dedos faziam. Abaixei a calça o máximo que pude, mas não gostei de como ficou, então me joguei pra trás e pedi que ela me ajudasse a tirar. Ela puxou as duas pernas da calça de uma vez e saiu limpinha das minhas pernas. Voltei a me ajoelhar, agora mais perto dela. Os olhos dela estavam a centímetros do meu volume. Os olhos dela eram puro tesão. Nunca vi um olhar tão sensual. Passei a mão um pouco por cima da cueca e perguntei se ela queria ser a primeira a me descobrir. Ela disse que não, que eu fizesse isso, que ela só queria olhar, por enquanto. Então enfiei os polegares no elástico e abaixei a cueca. Minha pica saltou pra frente, bem ao lado da boca dela. Ela ficou paralisada olhando pra ela. Ficou um tempão olhando sem dizer nada. Depois disse: "que linda ela é… e que grande que tá… caralho, maninho, que coisa mais gostosa". Minha pica se mexeu um pouco como se respondesse às palavras dela, e ela começou a falar com ela como se tivesse vida própria. Estendeu a mão direita e, como se fosse cumprimentar uma pessoa, pegando ela como se pega uma mão, disse: "prazer em conhecê-la, senhorita, você e eu a partir de agora vamos ser muito boas amigas". E enquanto dizia isso, balançava ela pra cima e pra baixo como se fosse um grande aperto de mão. Depois olhou pra mim e, se dirigindo a ela, disse: "que Esse cretino te trata assim, tenho certeza de que não te dá os carinhos que você precisa… mas não se preocupa, que eu tô aqui pra suprir todas as suas necessidades"… Eoooo… a dona do telefone, o que cê tá fazendo… como vai a punheta do século…
–Uuuuffffff, tô aqui te ouvindo e trabalhando a todo vapor. Tô com um tesão danado… já nem sei mais por onde me tocar… tive que colocar a calcinha por baixo pra não sujar o sofá, pareço uma fonte… tudo que cê tá falando eu tô imaginando tão real que é como se eu tivesse ali mesmo olhando pra vocês e ouvindo… continua, por favor
–Continuo. Minha irmã soltou meu pau, se apoiou nos cotovelos sobre os joelhos, segurou o rostinho com as mãos e, olhando nos meus olhos, disse: "vai, bate uma, quero ver como os caras fazem". Eu levei a mão esquerda pro meu pau e comecei a bater devagar, pra cima e pra baixo. Como ela ficou calada olhando os movimentos da minha mão, falei que não queria que ela ficasse quieta, que queria que ela falasse, que dissesse o que tava passando pela cabeça dela, que me excitava muito ouvi-la enquanto eu continuava com a minha. Ela, bem obediente, continuou falando enquanto eu acelerava a mão. Mas não queria gozar cedo. O momento era tão excitante que eu queria que durasse uma eternidade. Tinha que ser e foi a melhor punheta da minha vida
–O que ela te dizia…
–Ela falava do tesão que era ver o irmão se masturbando, como a cabecinha ficava vermelhinha quando aparecia, me perguntava coisas sobre minhas punhetas, sobre minhas experiências com outras minas… sei lá… eu só queria ouvir a voz dela enquanto continuava no serviço. Num dado momento, falei pra ela tirar o vestido e brincar com a calcinha. Ela fez na hora e mudou de posição. Colocou uns travesseiros nas costas pra ficar meio sentada meio deitada, passou as pernas por cima das minhas e começou a brincar com a calcinha: esticava pra cima, afofava e olhava pra dentro, mexia pra um lado, mexia pro outro, enfiava os dedinhos pra se pentear Suspelinhos… tudo isso enquanto não parava de me dizer coisas tipo "você gosta de ver sua irmãzinha assim, né?" "te deixa durinho me ver de calcinha, não é?" "você bate umas punhetinhas pensando na sua irmãzinha, sim ou sim?" "você é um safado, um tarado e um incestuoso"
– que gostosa ela tava, né?
– nem me fale, todas essas coisas que ela dizia excitavam mais ela do que a mim, a calcinha dela tava encharcada, mas ela continuava com as apalpadelas e as obscenidades, cada vez mais pesadas. Eu já tava quase gozando e falei: "irmãzinha, irmãzinha… porra… já vou gozar… fica ligada na saída do leite… onde você quer que eu jogue?" Ela se deitou mais perto de mim e ofereceu a barriguinha dela pra eu esporrar tudo ali, parou de se tocar e abriu os olhos arregalados pra ver a primeira gozada de um cara na vida dela… Ei, a do outro lado, vou gozar de verdade, não aguento mais
– eu também, isso é demais, também ofereço meu umbiguinho pra você inundar, vai seu safado, goza de uma vez que eu já tô indo… oooooohhhhhhhhhhhhh
– aaaaaggggggggg, porraaaaaaaa, que prazer, que delícia……..
– tô gozandooooooo… pufffffffffffffff, você vai me matar de tesão
– e você a mim, que puta punheta que eu bati, se não foi a do século pelo menos foi a da semana… o leite chegou até no meu rosto…
– e eu soltei um litro de sucos, que exagero, que orgasmo mais incrível, mesmo que você não acredite, senti sua gozada como se você tivesse aqui do meu lado… pufffff… no final, onde você esporrou nela?
– parte na barriga, mas como tive tantas descargas e tão fortes, um jato foi parar nos peitos, outro no rosto e até o cabelo dela ficou inundado de porra, foi uma loucura, acho que nunca soltei tanta porra como naquela vez
– ela deve ter ficado impressionada, né?
– ela ficou muda me olhando e olhando o corpo dela coberto de porra. Eu depois de um orgasmo daqueles me joguei pra trás e fiquei meio desmaiado por um tempinho, ela não se mexeu nem disse nada Nada, ela ficou na mesma posição esperando eu me recuperar.
Quando me levantei de novo, ela disse: "filho… que mangueira você tem, quase me afogou". Eu comecei a rir às gargalhadas e ela também. Fiquei de joelhos no chão e deitei ela de vez no sofá e falei: "deixa eu te limpar". Ela fechou os olhos e disse: "se quiser, usa minha calcinha, mas não sei se vai adiantar muito porque ela tá encharcada".
– Então você tirou ela finalmente?
– Sim, tirei e era verdade que tava muito molhada. Levei a calcinha no nariz e cheirei, porra, que cheiro gostoso, um cheiro delicioso. Coloquei ela em cima da boca e do nariz dela e deixei ali, queria que ela ficasse bêbada com o próprio cheiro. Fiquei espalhando meu gozo por todo o corpo dela com as mãos, sem tirar os olhos da buceta molhada dela. Dá pra dizer que banhei ela de porra do pescoço até os pés, na bucetinha não mexi com medo de engravidar ela. Mas o que eu dediquei muito tempo foi nos peitinhos lindos dela, deixei eles durinhos como nunca.
– E ela, o que tava fazendo enquanto isso?
– Nada, só se deixava fazer, tava com a calcinha no rosto e não conseguia me ver, mas dava pra ver como ela respirava fundo através dela.
– E o gozo no rosto…
– Quando já tinha lambuzado o corpo inteiro dela de porra, fiquei bem na frente do rosto dela e comecei a lamber meu gozo no queixo dela. Quando já tava com a língua cheia, fiz uma das coisas mais safadas que já fiz na vida.
– O quê, seu porco, o que você fez?
– Comecei a beijar ela na boca através da calcinha. Mas não um beijo normal, não, um beijo profundo e longo… nem sei quanto tempo durou. Nas nossas bocas se misturaram o cheiro da buceta dela, o cheiro do meu gozo, a maciez aveludada da calcinha e os lábios deliciosos dela. Tudo junto… que beijo, puta que pariu, que beijo.
– Poxa, você tá me deixando com tesão de novo, seu sátiro, vai acabar gozando comigo.
– Kkkkkkkkkkk… é que só de pensar já fico duro de novo. Ela tava quase gozando com o beijo. Chegou uma hora que não aguentou mais e, tirando a calcinha de uma vez, Braga da boca me disse quase gritando: "por favor… por favor… me masturba… me masturba… faz alguma coisa que eu não aguento mais…"
–coitadinha minha…
–é, achei que já tava na hora dela ter o orgasmo dela. Baixei minha mão rapidinho até a bucetinha dela e sem nenhum preâmbulo comecei a masturbá-la, já não dava mais pra fazer ela esperar, enfiei o dedo do meio até a metade e com a mão comecei a fazer giros no clitóris dela. Em poucos segundos ela começou a dar espasmos com o corpo inteiro e gritou que nem uma louca. Que jeito de gozar, meu Deus, que selvageria. Os olhos dela se encheram de lágrimas pelo prazer que sentia. O rosto dela irradiava felicidade, nunca vi ela tão gostosa como naquele dia. Ela ficou gozando quase um minuto, acho que emendou vários orgasmos seguidos. Parecia que o prazer dela, guardado por tantos anos, não tinha fim. Os quadris dela subiam desesperadamente pra encontrar meu dedo. E da bucetinha dela saía uma quantidade de fluidos… me deixou todo sujo… quase tanto quanto ela tinha deixado ele. Quando acabou aquele terremoto todo, ela desmaiou, mas não no sentido figurado, de verdade. Tive que dar uns tapinhas na cara dela pra ela voltar a si. Ela acordou como se não soubesse onde estava e ao me ver do lado, me beijou e disse: "obrigada, irmãozinho, isso eu nunca vou esquecer, te amo"
–porra, irmãozinho… eu também quero ter uma gozada assim
–hahahaha, um dia, pode ter certeza. Você não gozou de novo, né…
–quase, quase, mas já tô tão cansada que não consigo
–se quiser a gente deixa pra outro dia
–pois é, acho que sim, foram muitas emoções num dia só
–tchau, tesouro, te ligo outro dia
–pobre de você se não ligar… tchau… ouve, antes de desligar, tenho que te falar uma coisa…
–fala
–que foi a melhor sessão de sexo que já tive, nem sei quantas vezes gozei, você é um filho da puta incestuoso, mas adoro que você seja. Sabe, você me deu ideias… quem sabe um dia eu tento com meu irmão.
–ah! mas você tem um irmão?
–claro, não te falei?
–não, não falou Nada, que caladinho você tava
— Pois é, tenho um irmão mais novo, um ano mais novo que eu
— Olha só, quantas coisas a gente descobre…
— O que será que sua mente tarada tá pensando… pois não, nunca fizemos nada, ele ainda é um pirralho e no assunto sexual ainda tá no básico
— Quantos anos ele tem?
— É que se eu falar a idade dele, você vai saber a minha
— E qual o problema de saber?
— Não tem problema nenhum, mas é que me dá vergonha falar. Quantos anos você me dá?
— Assim de cara… uns 20 anos, mais ou menos
— Menos
— Menos? 19
— 18
— Mas você é uma garota nova!
— E você um corruptor de menores. Quantos anos você tem?
— Eu 24, te parece muito?
— Não, é o que eu imaginava. Sua irmã tem 22, né?
— Claro. Então seu irmão tem 17 anos e ainda é virgem, que tesão!
— Bom, virgem de verdade também não sei. Com garotas ele nunca esteve, disso tenho certeza, mas punheta ele deve bater direto
— Você sabe ou tem certeza?
— Tenho certeza
— Já pegou ele batendo uma?
— Não, mas um dia ele esqueceu de dar descarga no banheiro e deixou o leite dele lá, eu entrei logo depois e me deparei com a cena.
— Kkkkkkk, deixando rastros… o que você pensou na hora?
— Achei muita graça e pensei: "olha só, meu irmãozinho já tá batendo punheta, e parecia tão inocente"
— Kkkkkkk, não te excitou nem um pouco ver aquilo?
— Não me lembro direito, mas deve ter excitado um pouco porque logo depois eu me toquei
— Então excitou sim, mesmo que você não quisesse admitir
— Pode ser, mas já te falei que nunca olhei pro meu irmão com olhos de desejo, embora de agora em diante possa mudar, quem sabe
— Quer que eu te passe uma tarefa pra próxima vez que a gente conversar?
— Tarefa? Kkkkkkk, que engraçado, vamos ver que tarefa você vai me dar, professor
— Quero que você seduza seu irmão e na próxima vez que a gente falar me conte seus avanços, ok?
— Bom… a ideia não é ruim, mas não sei como fazer, além disso, meus pais também estão em casa
— Você vai ter que usar suas armas de mulher, você me deixou muito excitado, tipo, seu irmão pode ficar de pau duro o dia inteiro se você quiser, o que não vou te dizer é como fazer, isso é problema seu e se quiser passar, vai ter que se esforçar bastante
–tá bom, profe, vou te contando como vai indo. Quando você vai me ligar?
–daqui a duas semanas, no mesmo horário, assim você terá tempo de fazer bem seus deveres. Tchau e um beijo na sua bucetinha
–tchau e outro beijo no seu pau.
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