Relato a seguir aconteceu no final de outubro ou começo de novembro de 2023. Já me sentia em casa, tipo peixe na água. Não tinha medo de entrar, só tesão e orgulho.
A entrada era sempre a mesma: pagar, locker, pelar e sair pra explorar.
Comecei pelo de sempre, um tempo no cinema. Sentei e relaxei. Mas admito que me irrita que sempre passa o mesmo filme pornô, entediante.
Depois de um tempo sentado, notei um cara jovem, uns 30 ou menos, talvez, chupando loucamente. Pulava de uma rola pra outra. Chegou perto de mim e ofereceu chupar a minha, mas eu ainda não queria. Deixei passar.
Saí pra andar, passei pelos privados do primeiro andar, e quando saí, cruzei o olhar com um moreno bem másculo, com barriga. Gostei, mas segui em frente e notei que ele veio atrás de mim.
Me fazendo de besta, fui pro cinema, sentei num sofá de lado, e logo vi ele sentar perto de mim, me olhando. Eu não desviei o olhar, e puxei a rola pra bater uma. Uma rola MUITO GROSSA, muito linda, cabeçuda. Com um pouco de pelo.
Abri minha toalha, dando a entender que tava tudo bem, e ele se aproximou, sentando à minha esquerda. Sem hesitar, peguei na rola dele, e insisto: ERA MUITO GROSSA. Bati uma pra ele, e nos beijamos um pouco. Não demorou nada pra eu começar a chupar, enquanto acariciava o peito e os mamilos dele, meio peludos.
Tive dificuldade pra chupar, porque era muito grossa, mas amei. Muito cabeçuda e linda. E ele era 100% macho, atitude hipermasculina. Tava a mil, de vez em quando pegava na minha cabeça pra me afogar na pica, e depois me beijava.
Num desses beijos, alguém sentou do outro lado dele e começou a chupar a rola. Não me incomodei, naqueles momentos a gente se comia de boca ou eu chupava as bolas. Mas claramente ele gostava mais do meu boquete, porque tirava o outro e me colocava de novo.
Notei que tinha uns 5 ou 6 caras em volta batendo uma, olhando. Adorei dar esse show e ver outros homens se excitando com a gente.
Meu macho pegou na minha cabeça e disse: "VAMOS PRA UM PRIVADO", óbvio que aceitei. Fomos procurar. Tava tudo ocupado, e pra piorar, nós dois éramos grandões, o que me deixava com muito tesão. A gente conversou sobre nossas vidas e gostos, até que conseguimos um privado.
Entramos, ele sentou na maca, e eu me ajoelhei pra chupar a pica como manda o figurino. Já entrava inteira na minha boca, lambuzei ela toda e chupei com muita vontade. Enquanto isso, eu acariciava as pernas grandes dele, a barriga e o peito peludo, e de vez em quando a gente se beijava de língua.
Num beijo, ele me perguntou: “Posso te comer?” Eu respondi: “Vamos tentar, você tem uma pica grossa, faz tempo que não como ninguém e não tenho lubrificante.”
Fiquei de quatro e mostrei a bunda. Tava morrendo de vontade de sentir ele entrando, e fazia muito tempo que não sentia isso. Ele encostou a pica e tentou meter, mas não chupou meu cu nem lubrificou direito. Eu vi estrelas, a dor e o ardor foram tão fortes que a gente não continuou.
Ele sentou de novo, e eu continuei chupando. Rapidinho ele perguntou: “Gozo na sua boca?” Eu só concordei, fechei a boca e caprichei ainda mais. Senti a pica ficar mais dura, ele segurou minha cabeça, e comecei a sentir a porra jorrar. Muita porra. Engoli quase tudo.
Me levantei e a gente se beijou. Conversamos um pouco, pedi pra nos vermos de novo, mas era impossível porque ele era do Uruguai e tava em Buenos Aires a trabalho.
Saímos do privado e cada um foi pro seu lado. Fui embora feliz por me sentir tão safado e tão puta ao mesmo tempo. Cheguei no cinema de novo, e depois de um tempo o uruguaio apareceu de novo. Sentou do meu lado e me bateu uma bronha por um tempo, também me chupou, mas só isso porque ele tinha que ir.
Fiquei no cinema mais um pouco, sentei em outro sofá e apareceu um cara jovem, magrinho, que sentou e pediu pra chupar minha pica. Deixei, e chupei a dele por um tempo também, mas perdi o tesão porque não gostava do que ele falava, então fui dar uma volta.
Mas sempre volto pro cinema kkkkkkk. Sentei em outro sofá e apareceu o jovem viciado em pica de mais cedo, pediu minha rola de novo, e dessa vez eu deixei. Ele se ajoelhou e fez um boquete dedicado e demorado. Não falou nada, quase não me olhou, só chupava como um louco. Eu tava a mil e tinha muito leite pra soltar. Perguntei "Vou gozar na sua boca" e ele assentiu.
Segurei a cabeça dele e comecei a foder a boca dele do meu jeito. Depois de algumas bombadas, enchi a boca dele de porra, que ele engoliu feliz, enquanto eu gemia e dizia "ISSO, VIADINHO, ISSOOOOO".
Ele se levantou e foi embora sem dizer nada… eu fiquei sentado com a pica morta e vazia. Feliz da vida.
Fui para o chuveiro, contente com a experiência, tesudo, sabendo e assumindo que amo minha bissexualidade e com mais vontade de ter mais experiências com homens e transexuais.
A entrada era sempre a mesma: pagar, locker, pelar e sair pra explorar.
Comecei pelo de sempre, um tempo no cinema. Sentei e relaxei. Mas admito que me irrita que sempre passa o mesmo filme pornô, entediante.
Depois de um tempo sentado, notei um cara jovem, uns 30 ou menos, talvez, chupando loucamente. Pulava de uma rola pra outra. Chegou perto de mim e ofereceu chupar a minha, mas eu ainda não queria. Deixei passar.
Saí pra andar, passei pelos privados do primeiro andar, e quando saí, cruzei o olhar com um moreno bem másculo, com barriga. Gostei, mas segui em frente e notei que ele veio atrás de mim.
Me fazendo de besta, fui pro cinema, sentei num sofá de lado, e logo vi ele sentar perto de mim, me olhando. Eu não desviei o olhar, e puxei a rola pra bater uma. Uma rola MUITO GROSSA, muito linda, cabeçuda. Com um pouco de pelo.
Abri minha toalha, dando a entender que tava tudo bem, e ele se aproximou, sentando à minha esquerda. Sem hesitar, peguei na rola dele, e insisto: ERA MUITO GROSSA. Bati uma pra ele, e nos beijamos um pouco. Não demorou nada pra eu começar a chupar, enquanto acariciava o peito e os mamilos dele, meio peludos.
Tive dificuldade pra chupar, porque era muito grossa, mas amei. Muito cabeçuda e linda. E ele era 100% macho, atitude hipermasculina. Tava a mil, de vez em quando pegava na minha cabeça pra me afogar na pica, e depois me beijava.
Num desses beijos, alguém sentou do outro lado dele e começou a chupar a rola. Não me incomodei, naqueles momentos a gente se comia de boca ou eu chupava as bolas. Mas claramente ele gostava mais do meu boquete, porque tirava o outro e me colocava de novo.
Notei que tinha uns 5 ou 6 caras em volta batendo uma, olhando. Adorei dar esse show e ver outros homens se excitando com a gente.
Meu macho pegou na minha cabeça e disse: "VAMOS PRA UM PRIVADO", óbvio que aceitei. Fomos procurar. Tava tudo ocupado, e pra piorar, nós dois éramos grandões, o que me deixava com muito tesão. A gente conversou sobre nossas vidas e gostos, até que conseguimos um privado.
Entramos, ele sentou na maca, e eu me ajoelhei pra chupar a pica como manda o figurino. Já entrava inteira na minha boca, lambuzei ela toda e chupei com muita vontade. Enquanto isso, eu acariciava as pernas grandes dele, a barriga e o peito peludo, e de vez em quando a gente se beijava de língua.
Num beijo, ele me perguntou: “Posso te comer?” Eu respondi: “Vamos tentar, você tem uma pica grossa, faz tempo que não como ninguém e não tenho lubrificante.”
Fiquei de quatro e mostrei a bunda. Tava morrendo de vontade de sentir ele entrando, e fazia muito tempo que não sentia isso. Ele encostou a pica e tentou meter, mas não chupou meu cu nem lubrificou direito. Eu vi estrelas, a dor e o ardor foram tão fortes que a gente não continuou.
Ele sentou de novo, e eu continuei chupando. Rapidinho ele perguntou: “Gozo na sua boca?” Eu só concordei, fechei a boca e caprichei ainda mais. Senti a pica ficar mais dura, ele segurou minha cabeça, e comecei a sentir a porra jorrar. Muita porra. Engoli quase tudo.
Me levantei e a gente se beijou. Conversamos um pouco, pedi pra nos vermos de novo, mas era impossível porque ele era do Uruguai e tava em Buenos Aires a trabalho.
Saímos do privado e cada um foi pro seu lado. Fui embora feliz por me sentir tão safado e tão puta ao mesmo tempo. Cheguei no cinema de novo, e depois de um tempo o uruguaio apareceu de novo. Sentou do meu lado e me bateu uma bronha por um tempo, também me chupou, mas só isso porque ele tinha que ir.
Fiquei no cinema mais um pouco, sentei em outro sofá e apareceu um cara jovem, magrinho, que sentou e pediu pra chupar minha pica. Deixei, e chupei a dele por um tempo também, mas perdi o tesão porque não gostava do que ele falava, então fui dar uma volta.
Mas sempre volto pro cinema kkkkkkk. Sentei em outro sofá e apareceu o jovem viciado em pica de mais cedo, pediu minha rola de novo, e dessa vez eu deixei. Ele se ajoelhou e fez um boquete dedicado e demorado. Não falou nada, quase não me olhou, só chupava como um louco. Eu tava a mil e tinha muito leite pra soltar. Perguntei "Vou gozar na sua boca" e ele assentiu.
Segurei a cabeça dele e comecei a foder a boca dele do meu jeito. Depois de algumas bombadas, enchi a boca dele de porra, que ele engoliu feliz, enquanto eu gemia e dizia "ISSO, VIADINHO, ISSOOOOO".
Ele se levantou e foi embora sem dizer nada… eu fiquei sentado com a pica morta e vazia. Feliz da vida.
Fui para o chuveiro, contente com a experiência, tesudo, sabendo e assumindo que amo minha bissexualidade e com mais vontade de ter mais experiências com homens e transexuais.
4 comentários - Como virei saunero (Parte 8)