Fala, amigos e amigas do poringa.net. Quero agradecer como sempre a todos meus seguidores e leitores.
Valeu por toda a boa vibe de sempre.
Sejam bem-vindos, novatos.
Tamo começando esse ano novo. Com um dos meus contos que muitos leitores me pediram pra continuar.
Então, como prometi, aqui está.
Pros meus leitores antigos.
Só peço o de sempre.
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Hoje eu volto a pegar uma das minhas histórias com essa loira infernal. Pra quem não viu, aqui vai o link:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2899324/Cojiendo-con-Ale-con-fotos.html.
Bom, sem mais enrolação, vamos continuar.
Desde o nosso primeiro encontro, passamos uma semana inteira aproveitando ao máximo pra foder todo santo dia e quantas vezes a gente quisesse.
Mas não era só foder. A gente passeou por todo o Brasil e pelas melhores praias.
O marido dela bancava tudo, enquanto eu bancava a fome voraz de sexo da mulher dele.
Passear com aquela gostosa e vê-la na praia de biquíni minúsculo era a inveja dos outros caras que a devoravam com os olhos.
Nem preciso falar do olhar dos negões pra ela.
No último dia, depois de uma transa do caralho.
Ela parou na porta do quarto e me fez jurar que, acontecesse o que acontecesse, eu nunca parasse de foder ela. Que aquilo não fosse um adeus.
O marido dela ia chegar no dia seguinte.
E eu ia embora em três dias.
Como dizer não pra uma mulher dessas.Quando o marido dela chegou, me apresentou como o filho de uma amiga que a gente encontrou por acaso.
Não sei se o marido era muito otário ou acreditava em tudo.
Mas me recebeu de braços abertos como se me conhecesse a vida inteira. Tinha uma fé cega nela.
Enquanto ele tirava um cochilo ou dormia cedo, a gente transava sem controle.
Minhas férias acabaram.
Ela me pediu, por favor, pra não esquecer dela.
Eu dei meu endereço e número de telefone.
Pra quando eu voltar, a gente se encontrar.
Ela me ligava todo dia.
Depois de fechar a oficina, ela sabia o horário.
Depois de falar com a mãe dela, aproveitava pra bater um papo comigo.
Vivia dizendo que sentia minha falta.
Que pra transar com o marido, pensava em mim. Mas nem assim conseguia gozar igual fazia comigo.
Ale: Nunca imaginei que transar com você ia mudar tanto minha vida, garoto.
A piroca do meu marido dança na minha buceta que sente falta de como você a preenche.
Juro que sofro e sinto uma falta danada de você.
Você está na minha cabeça e no meu coração, te amo, garoto, não me esquece, e tô morrendo de vontade de te ver de novo.
Esses dias sem você são uma tortura pra mim.
Eu tentava acalmá-la, mesmo não acreditando muito no que ela dizia.
Essa é a verdade.
Já em Buenos Aires, a gente continuava conversando e esperando o momento ideal pra se ver.
Ela jurava que tava morrendo de vontade de transar.
Sempre que a gente terminava de falar, eu ficava de pau duro.
A única lembrança que eu tinha daquelas férias eram as fotos e as memórias de transar com ela.
Duas semanas depois. Finalmente a gente se acertou.
Ela me ligou e me deu o endereço de um hotel famoso e exclusivo na rua 9 de julho.
Quando cheguei, me anunciei e me deram umas chaves com o número do quarto.
Os funcionários me olhavam estranho, deviam se perguntar o que esse pobre coitado tá fazendo aqui.
O do elevador me levou até o andar sem falar uma palavra.
Com as chaves na mão, cheguei no número indicado. e ao entrar, ela estava tão gostosa quanto eu lembrava.
Ale: Oi, meu amor, não sabia como te surpreender, nem o que vestir. Você gosta de mim assim? Sentiu minha falta?
Que lindo é te ver chegar.
Eu: Meu bem, que recepção linda.
Você está tão gostosa como eu lembrava.
Ale: Vem cá, que tô com saudade.
Deixa essa câmera pra depois.
Preciso dos seus beijos e abraços.
Ela veio andando na minha direção, rebolando o quadril, mexendo aquela bunda linda que ela tem. Os peitos dela balançavam no ritmo do passo.
Meu pau já tava duro só de olhar pra ela.
Ela me abraçou e me comeu a boca com um beijo.
Com aquela boca sensual e a língua quente e molhada.
A gente se fundiu num beijo longo, sem pressa, se curtindo.
Minhas mãos acariciavam o corpo nu dela.
Enquanto ela me despia. Bem devagar e suave, sem parar de se beijar.
As mãos dela me deixaram pelado.
Quando os dois ficaram iguais,
ela acariciava minha pica com carinho.
Brincava com a bucetinha dela e com a bunda linda.
Eu ouvi aqueles gemidos doces de novo.
Ale: como eu tava com saudade de encher a mão de pau.
Seu pau é perfeito.
Cara, não sei o que você fez comigo, mas tô muito tesuda.
Não consigo pensar em outra coisa a não ser estar com você.
Entre gemidos, ela se ajeitou e começou a lamber minhas bolas e meu pau.
Fiquei sentado num sofá e ela chupou meu pau do jeito que ela gosta e como eu curto.
Ale: mmm... nossa, como senti falta do seu gosto....... Sua pica é tão gostosa, enche minha boca como ninguém...
como senti sua falta, meu amor.....
Eu: mmm... uf... eu também senti sua falta.
Sua boca me dá muito prazer.
Ela se levantou e me levou pro quarto.
Onde me deitou e se ajeitou pra continuar chupando minha pica.
Mas antes, se posicionou abrindo as pernas pra que minha língua recebesse a buceta dela.
Num gostoso 69, ela montada em cima chupava minha pica.
Enquanto eu devorava a buceta dela.
Não demorou muito pra me presentear com um orgasmo sonoro.
A buceta dela tava suculenta e quente.
Já pronta. Ela se ajeitou e montou em cima de mim.
Pegou minha pica com a mão. Enfiou devagar, soltou um suspiro de prazer enquanto minha pica entrava suavemente.
Ela se movia devagar, gemendo e curtindo as investidas da minha pica.
Com uns dois arrombos, ela gozou, e depois mais algumas vezes.
Ale: aí... meu deus... ha... ah... ha...
mmm... sim, adoro, que pica gostosa...
que delícia, você me come, não para e não goza, aguenta...
mmm... meu deus... mmm sim...
ha... ah... ha... sim, mmm...
Eu: calma... meu coração, mmm...
isso não vai ser rápido... com a falta que senti de você, mmm...
vou te aproveitar a tarde inteira...
Essa buceta me molhava até as bolas. Seus gemidos adoçavam meus ouvidos.
Enquanto eu comia ela, beijava e chupava seus lindos peitos.
Comi ela em todas as posições possíveis, mas deixei o melhor pro final.
Coloquei ela de quatro e ela recebeu toda a minha energia.
Bombando e fazendo as nádegas dela estralarem com minhas investidas.
Ale: ah... buceta devagar, meu amor....
ufs, como eu sentia falta de me sentir assim, uma putinha, meu amor.....
ufs... mmm... me dá mais devagar, você vai encher minha buceta de porra.....
Eu: calma, gostosa.... não vou acabar com você.....
você é minha putinha e adoro que se sinta assim comigo.
meu prazer é te comer.... muito e bem, coração ....
Enquanto eu bombava ela, a bunda dela abria e fechava como se pedisse pra eu pegar. Enfiei um dedo e depois outro.
Ale: ai... filho da puta, devagar, ainda não tava preparada...
uf... não pelo cu não, amor...
meu marido acho que percebeu que eu tô muito aberta... uf...
ai... não, amor, por favor...
eu gosto que você me pega, mas meu marido vai perceber... ui...
Eu: seu marido já deve saber que eu te fodo, coração...
ou você acha que ele não percebeu que quando ele te come, tem meu formato?
você mesma não diz que a pica dele balança dentro de você?
você acha que ele não sente também?
você é minha puta e já é tarde pra se cuidar.
Ale: por isso não quero, minha vida...
tenho medo de ser descoberta...
mas não consigo evitar ficar com você...
juro, tô apaixonada pra caralho por você, gato...
cortei a declaração de amor dela enfiando a cabeça inteira da minha pica.
Eu: ui... sim... eu também te amo...
essa bunda tão apertada é minha perdição.
como eu gosto de comer ela...
mmm... bem apertadinha...
Ale: ai... dá pra perceber... mmm...
deus... devagar, cara...
meu marido vai perceber e vai me largar na merda...
ufs... deus... gato... uf... devagar...
Sem piedade eu pegava a bunda dela. Enquanto ela gemia e reclamava.
Mas não resistia muito.
A buceta dela engolia a pica e me apertava.
Ale: ai... deus... cara.....
como eu sinto você, minha vida... uf...
ui... meu marido vai me matar, mas não tô nem aí....
amo como você me come....
Eu: seu marido é um corno manso e sabe disso...
ele vai me agradecer pela puta que tô te transformando.
mmm.... se mexe... mmm....
que delícia te comer.....
Continuei comendo ela enquanto ela se masturbava, até gozar.
A bunda dela apertava mais.
Minha pica enterrou fundo e soltei minhas bolas dentro do buraquinho apertado dela.
Ela sentia meu esperma quente entrando bem fundo.
Foi uma explosão de prazer dos dois.
Aquele fim de semana seria o começo de muito sexo e o despertar sexual dessa gostosa madura.
Que por anos fui amante dela.
Continua.........
PS: bom, aqui está a segunda parte dessa história. Se quiserem saber como continuou, deixem seu comentário.
Vocês vão descobrir muita coisa ainda kkkk...
Desde já, muito obrigado e um ótimo começo de ano.
Abraços:
Maury-solo-yo.
8 comentários - Fodendo com a Ale. 2 com fotos.