Fanny não tinha noção do corpão que tinha, que sempre chamava atenção com a roupa que usava, mesmo ela tentando se vestir elegante, mas simples, porque não gostava de chamar atenção. Foi com o marido se despedir dele, que também se arrumava pra ir pro trabalho. Os dois se despediram com um beijo carinhoso, desejando sorte um ao outro. Cada um pegou seu carro pra ir trabalhar, já que trabalhavam em lugares diferentes. Fanny dirigia o carro dela, lembrando do que tinha feito naquela manhã. Já com a calcinha esfriada, bateu o arrependimento, se perguntando como é que tinha tido coragem de fazer uma coisa daquela. Sabia que tinha que parar com esses pensamentos, senão o relacionamento dela ia sofrer, e isso ela não se perdoaria, porque amava o marido. Assim, chegou no trabalho, sabendo que ali pelo menos a mente dela ia ficar ocupada com os alunos. Chegou na escola com um sorriso, cumprimentou os alunos. Fanny era feliz dando aula. Assim passou a manhã. Quando deu 10h, tocou o sinal do recreio, e todos os alunos saíram da sala. Fanny foi pra sala dos professores comer alguma coisa, porque o orgasmo daquela madrugada tinha deixado ela com fome. Estava sentada sozinha, comendo uma saladinha gostosa com um suco de laranja, olhando os alunos correndo e brincando. Foi quando o celular dela começou a tocar, notificando uma mensagem. Fanny olhou pro telefone pra ver quem era, já que não conhecia aquele número. Abriu a mensagem do WhatsApp. O corpo dela travou na hora.
Meu pau tá te esperando, loira gulosa, pra você terminar o que começou. Chega uma segunda mensagem... maldita puta. Lembra que ainda tenho fotos suas e que você não pagou o conserto do carro? Ou será que você quer que eu mostre as fotos pro corno do seu marido? Vem aqui na minha oficina, a gente conversa. Tenho certeza que você ainda lembra do meu pau, hahahaha.... Fanny, ao ver a mensagem e o que ela continha, olhando praquele pau gigantesco, não conseguiu evitar lembrar do que tinha feito naquela madrugada. Ficou por um bom momento hipnotizada, olhando praquela monstruosidade, sem saber o que responder. Só olhava, hipnotizada, praquele pau enorme, enquanto vinha à mente dela novamente, ela de joelhos, abrindo a boca pra chupar. Começou a se molhar só de pensar em chupar ele. Fanny não conseguia pensar direito. Foi quando um dos alunos dela se aproximou pra dar um chocolate pra ela. A mulher rapidamente tapou o telefone, tirando ela daquele momento de tesão. "Tia, tia, trouxe um chocolate pra senhora", disse o aluno. Fanny, com um sorriso falso, recebeu o chocolate, agradecendo ao aluno, que se afastou alegremente, sem saber que a tia dele, há um instante, estava num mar de tesão, olhando praquele pau preto... Fanny, ao ver que o aluno se afastava, rapidamente olhou pro celular, apreciando aquele pau gigantesco. Não sabia o que responder. Sabia que devia se afastar daquele mecânico pervertido. Queria tirar ele da vida dela, não queria ver ele nunca mais. Mas uma outra parte pequena do corpo dela pedia diversão. Só de olhar praquela barra de chocolate enorme, o corpo dela vibrava de tesão. Então, balançando a cabeça, tentou se concentrar, dizendo a si mesma que precisava ser forte e se afastar daquele mecânico. Aí respondeu: Fanny... o senhor pensa que é quem pra me mandar isso? Sou uma mulher casada. Peço que me respeite e não me incomode mais. E sobre o seu pagamento, não se preocupe. Me diga quanto é e eu mando pra você. O senhor já conseguiu o que queria de mim. Cumpri minha parte do trato. Agora tem que apagar as fotos. Como prometeu e para parar de me encher o saco, o que rolou entre a gente não vai se repetir. Você me chantageou e humilhou do jeito que quis. Agora não quero saber de você, e pelo seu dinheiro, fica tranquila, Fanny respondeu a mensagem irritada e, ao mesmo tempo, meio excitada, já que enquanto escrevia não conseguia tirar da cabeça aquela pica. Fanny tentava se concentrar, dizendo pra si mesma que nem louca voltava pra aquela oficina e que, se o mecânico queria o pagamento, daria um jeito de mandar pra ele. A campainha tocou de novo pra entrar na aula. A mulher se levantou e foi em direção à sala. Quando chegou, já estavam praticamente todos os alunos lá dentro esperando por ela. Fanny, no caminho pra sala, não parava de pensar naquela foto que o mecânico tinha mandado. Mesmo tentando se concentrar nos alunos, era impossível. Não acreditava como aquele mecânico podia ter uma pica daquelas, não acreditava como tinha se deixado humilhar e, principalmente, não acreditava como tinha adorado chupar aquela pica e sentir o gozo na cara. Fanny chegou na sala com a mente nublada. Mandou os alunos fazerem um trabalho pra mantê-los ocupados. Fanny olhava eles trabalharem enquanto na cabeça dela só vinham lembranças dela chupando aquela pica, curtindo o gosto de suor, de como aquele mecânico tinha enchido a cara e a boca dela de porra. Fanny tava num mar de pensamentos e tesão. Já não tava mais consciente de estar na frente dos alunos. Fechava os olhos pra se concentrar mais naquelas lembranças que faziam o corpo dela vibrar e ficar molhado. O silêncio dos alunos, concentrados no trabalho, fazia Fanny se perder ainda mais nos pensamentos, que não paravam de imaginar ela de novo com aquela pica na boca, curtindo, chupando como uma profissional. Sem perceber, levou a mão até a entreperna e, aos poucos, começou a mexer os dedos, fazendo a calça roçar na buceta, enchendo ela ainda mais de tesão. Não tava consciente do que tava fazendo na frente dos alunos. nenhum deles percebia o que a professora estava fazendo, já que sua mesa cobria grande parte do corpo dela, só conseguiam ver a professora com os olhos fechados. Fanny não aguentava mais de tanta excitação, queria gozar, aquela pika não saía da cabeça dela. Novamente a excitação tinha vencido, e ela nem percebia que estava se tocando na frente dos alunos, algo que em sã consciência jamais faria. Era a imagem que o mecânico tinha mandado, que tinha despertado a puta que existe dentro dela. Fanny continuava mexendo os dedos, não queria abrir os olhos, só conseguia pensar em chupar aquela pika de novo, pedindo praquele mecânico encher ela de porra. Fanny estava prestes a chegar ao orgasmo, ia gozar na frente dos alunos, ia cruzar aquela linha que nunca imaginou cruzar. Mexia os dedos cada vez mais rápido, queria gozar, não ligava de estar na frente dos alunos, só pensava em chupar a pika do mecânico. "Pro... professora... professora..." Foi quando uma voz a fez parar no susto, cortando todo o estado de excitação. Rapidamente abriu os olhos e na frente dela estava um dos alunos, informando que tinha terminado o trabalho que ela tinha passado. "A senhora está bem?", perguntou o aluno ao ver que a professora estava suando e não respondia. Fanny, ao vê-lo, se assustou, tentando disfarçar o que tinha acontecido. Respondeu rápido pro aluno que estava tudo bem, só estava um pouco cansada. Fanny pegou o caderno do aluno e disse pra ele sentar, que agora iria revisar o trabalho. Assustada, não acreditava no que tinha feito. Como tinha sido possível se deixar levar a tal ponto, se tocar na frente dos alunos? Isso era imperdoável. Remorso e sentimentos confusos vieram à mente dela, se sentindo decepcionada, irritada consigo mesma. Um por um, os alunos foram terminando o trabalho e passavam pra deixar com a professora, que estava em choque, não acreditava no que tinha feito. Fanny olhava os trabalhos dos alunos distraída, agitada. E mesmo tendo cortado o orgasmo, a buceta dela... pedia terminar. Fanny levou a mão até a virilha e sentiu o quanto estava molhada. Tentou se concentrar nos trabalhos dos alunos, até que chegou a hora da saída. Sua buceta não parava de pulsar, pedindo para gozar. Fanny não sabia o que fazer, não conseguia controlar nem os próprios pensamentos. A campainha tocou de novo, avisando que era hora de ir embora. Fanny, ao ouvir, rapidamente pegou suas coisas para sair, dizendo aos alunos que dessa vez não deixaria dever de casa. A única coisa que queria era ir embora dali. Seu corpo tremia de excitação, tentava lutar contra a mente, queria esquecer aqueles pensamentos, mas ler era impossível. Sua mente estava nublada. Nunca antes tinha se sentido assim. Rapidamente foi até o carro para ir para casa e tomar um banho frio, para assim acalmar aquela excitação. Fanny tentava não pensar naquele mecânico, só pensava em chegar em casa, tomar um banho ou transar com o marido, já que assim acalmaria aquela excitação. Ligou o carro para ir para casa. Fanny dirigia hipnotizada de excitação, sua buceta estava em chamas, seu corpo tremia e sua mente só pensava na pica do mecânico. A mulher não percebeu que, na tentativa de ir para casa para acalmar aquela excitação com o marido, tinha pegado outra direção, indo direto para aquela oficina. Fanny, ao se ver do lado de fora da oficina, reagiu: "Por que eu vim aqui e não para minha casa?" A mulher tentava lutar contra os pensamentos do lado de fora da oficina, tentando se acalmar. Pensou que só iria pagar aquele mecânico pelo conserto do carro e que, depois disso, iria rapidamente para casa e faria amor com o marido, assim esqueceria aqueles maus pensamentos. Desceu do carro para ir até a oficina, pegando a bolsa. Fanny só tinha um pensamento: pagar e ir embora, embora seu corpo não parasse de tremer de excitação. Caminhando em direção à oficina, suas pernas tremiam cada vez mais, não sabia se de medo ou de excitação. Uma vez em frente à oficina, olhou para o trabalhador do Mecânico que disse pra Fanny... Oi, bom dia, o Seu José tá aí? Cê pode falar com ele e dizer que vim pagar o conserto do meu carro? Trabalhador... Oi, dona Fanny. Sim, meu patrão tá aqui, na sala dele. Vou chamar ele agora pra avisar que a senhora tá procurando ele. O trabalhador correu até a sala do mecânico pra avisar que aquela mulher tava de volta, procurando ele. Surpreso com a beleza daquela mulher, o mecânico, ao ouvir o que o funcionário dizia, só sorriu e mandou ele fazer a mulher entrar, tirar o dia de folga e fechar a oficina. Quando o funcionário saiu, ouvindo o que o patrão mandou, ele já sacou rápido o que o cara tava tramando, mas ficou feliz porque ganhou o dia de folga e podia ir embora com a namorada. Rapidão, o trabalhador foi até aquela mulher pra dizer que o patrão mandou ela entrar na sala dele, que lá eles iam acertar o pagamento. Fanny, meio sem querer, tentou convencer o rapaz a dizer pro mecânico que não precisava ir até a sala, mas ele recusou, falando que o patrão não ia sair de lá. Fanny, sem outra opção, foi de novo pra aquela sala que, só de olhar, já vinham na cabeça aquelas imagens dela com aquele mecânico. Enquanto caminhava, não conseguia evitar ficar cada vez mais excitada. A buceta dela tava encharcada, mas ela tentava se concentrar. Dizia pra si mesma que era uma mulher casada, amava o marido e nunca mais ia trair ele. A única intenção era pagar aquele mecânico pra ele parar de encher o saco dela. Entrando na sala, a primeira coisa que viu foi aquele mecânico sentado num sofá, fumando. Quando ele viu ela entrar, de óculos e com aquele look, não conseguiu evitar que o pau ficasse duro e só sorriu pra ela. Mecânico... tava te esperando. Enquanto olhava ela de cima a baixo, devorando aquele corpo que ele queria tanto sodomizar. Fanny, ao ver ele, o corpo dela travou. Olhar pra ele, todo sujo, gordo... ela não conseguia imaginar como que tinha se deixado humilhar por um homem daquele jeito, que até dava um pouco de nojo. Queria sair correndo, dava ânsia. O corpo dela era um mar de sensações contraditórias. A mente dizia pra fugir daquele lugar, que não era lugar pra uma mulher decente e profissional como ela, ainda mais casada com um grande homem. Mas o corpo, a buceta dela, dizia o contrário. Tentou se concentrar, se acalmar, aquela tesão que tava deixando ela louca. Fanny criou coragem e disse pro mecânico:
— Fanny... só vim pagar o conserto do meu carro. Me diz quanto é que eu te devo.
Ela puxou um maço de notas, já que Fanny e o marido tinham uma boa renda e dinheiro nunca foi problema pra eles. O mecânico olhava pra ela, sorrindo, e disse que por enquanto guardasse o dinheiro e sentasse pra conversar. Dom José, vendo que a mulher não respondia, esticou a mão pra obrigar ela a sentar, com uma cara de bravo. Fanny, ao sentir aquele homem pegando na mão dela pra fazer ela sentar, num primeiro momento recusou, mas quando viu a cara autoritária do mecânico, acabou sentando. Logo veio um cheiro de sujeira e suor até ela, porque o mecânico tava há dias sem tomar banho, todo sujo de graxa. Fanny sentiu vontade de vomitar, mas conseguiu se segurar. Assustada, olhava pro mecânico, o corpo tremendo, sem saber se era de medo ou de tesão, só de pensar na pica daquele pervertido.
O mecânico, sorrindo, não parava de olhar pra Fanny. Sabia que a mulher tava nervosa, assustada e excitada.
— Mecânico... já faz vários dias desde a última vez que você mostrou ter grandes habilidades com essa boquinha gostosa. Eu quero que isso seja na boa, e que você me entregue essa boquinha por livre e espontânea vontade. Ou será que não gostou da minha pica? — ele disse.
Fanny, ao ouvir aquilo, não sabia se saía correndo ou o que fazer. O corpo dela tava paralisado.
— Eu não vim aqui pra ouvir suas porcarias. Te peço pelo amor de Deus que me respeite e a gente fale só do pagamento do meu carro. Se for o contrário, vou embora. já que meu marido me espera em casa, Fanny dizia isso enquanto seu corpo percorria uma grande excitação, ela tinha que sair dali. Mecânico... hahaha, não vem com besteiras, loira. E agora se faz de mulher decente? Se há alguns dias você mamava meu pau como uma puta profissional hahaha, já tá me enchendo o saco, puta. Você precisa de um macho que te ensine modos, e esse vou ser eu, por causa da porra do pagamento. Não se preocupa, que mais pra frente, quando você for minha puta submissa, você mesma vai me dar todo seu dinheiro, dizia o mecânico cheio de raiva. Fanny, ao ver a mudança de atitude do mecânico, entrou em pânico, pensando que ele seria capaz de estuprá-la e matá-la. Rapidamente, ela se levantou pra tentar fugir. Já o senhor José, ao ver a loira assustada, tirou de uma das gavetas da escrivaninha umas fotos. Fanny, ao vê-las, ficou em choque, pois eram daquela vez que ela foi coberta de sêmen no rosto e mamava aquele pau. Agora você decide: ou a gente chega a um acordo, ou seu querido marido e todos os seus alunos vão descobrir a puta que você é quando fica excitada. Fanny, assustada, ouvia o mecânico sem saber o que fazer. Se saísse daquela sala, todo mundo ficaria sabendo do erro dela com aquele mecânico, ela perderia o marido. Não podia permitir isso. Tinha que rapidamente bolar um plano pra se livrar daquele pervertido. Fanny olhava assustada pro mecânico, seu único plano era seguir o jogo dele pra que ele apagasse as fotos. Fanny... podemos chegar a um acordo. Senhor José, posso te dar uma boa quantia em dinheiro em troca de você apagar essas fotos e me deixar em paz. Olha, meu marido e eu temos dinheiro suficiente guardado. Hahahaha, ria o mecânico. Já te falei que seu dinheiro por enquanto não me interessa. Mas pra você ver que sou um bom homem, vou te propor um trato. Fanny ouvia aterrorizada e nervosa, sem saber o que fazer. Vou apagar as fotos e vou te deixar em paz pra você continuar sua vida de mulher decente hahaha. Mas em troca, você vai mamar meu pau. Só que dessa vez quero que você faça o melhor que puder. Quero que você se esforce e se entregue. Todos meus ranhos... Se você fizer isso, eu te deixo em paz e você nunca mais vai ouvir falar de mim. O que você acha, loirinha? Um boquete em troca de apagar suas fotos? Fanny não podia acreditar no que aquele velho estava pedindo de novo. Embora não conseguisse tirar a pica daquele mecânico da cabeça nos últimos dias, o simples fato de trair o marido de novo a fazia hesitar. Porque, apesar de tudo, ela não queria trair o esposo. Não sabia o que responder. Por um lado, queria se livrar daquele pervertido, mas também não queria ter que fazer aquelas porcarias com o mecânico de novo. Anda, gostosona, você já provou minha pica. Só mais uma vez e tudo volta ao normal. Hahaha, eu sei que no fundo você quer. Vamos, só uns boquetes e você fica livre. Fanny estava em choque, não sabia o que fazer. Pensava: "Se eu fizer, fico livre e esse pervertido não me incomoda mais. Meu Deus, o que eu faço, Fanny? Como sei que ele está falando a verdade? E vai apagar essas fotos e não vai mais me chantagear? Ele já mentiu uma vez. Como sei que não vai mentir de novo?" Mecânico... Dessa vez, foda-se. Minha palavra. Não quero gozar nessa boca linda e você engole meus ranhos, e prometo te deixar livre. Você nunca mais vai ouvir falar de mim. Então, o que você acha? Aceita ou não? Fanny, assustada, aceitou a proposta daquele pervertido. Pensou: "Só mais uma vez e minha vida volta ao normal. Vou fazer isso pelo meu marido e para salvar meu casamento, já que não quero perder ele nem minha reputação de professora decente." Tá bem, você venceu. Eu vou fazer, mas vai ser só um boquete, nada mais. E depois você apaga essas fotos na minha frente e me deixa em paz. Assim será, gostosona. Hehehe. Vamos, fique à vontade e deixa eu pegar umas cervejas pra relaxar. Te garanto que você vai acabar gostando do que vamos fazer. Seu José pegou uma garrafa de tequila e ofereceu à casada, que hesitou em aceitar, mas acabou pegando. Pensou que aquilo ajudaria a criar coragem para o que ia fazer. Então não pensou duas vezes e virou a tequila de uma vez, fazendo caretas, já que raramente bebia. Mecânico, ao ver que a casada tomou a tequila de um gole só, rapidamente serviu outro e entregou pra ela enquanto puxava conversa, falando qualquer besteira. Queria que a mulher ficasse um pouco bêbada. Fanny tomava o segundo gole de tequila enquanto ouvia o mecânico fazer perguntas, e ela respondia, já que com aqueles dois goles ela tinha relaxado um pouco, fazendo esquecer que estava naquele mecânico e teria que satisfazer aquele tarado com a boca. Fanny terminou o segundo gole e esticou o braço, indicando pro mecânico servir outro, que não perdeu tempo e serviu mais um com uma risada maldosa. Era exatamente o que ele queria: que a casada relaxasse e não ficasse na defensiva. Ficaram assim por um tempo, enquanto o mecânico conversava com a casada. Já tinham tomado meia garrafa. Fanny estava bêbada, tinha esquecido completamente da situação, do marido, da reputação. Agora estava relaxada, ouvindo o mecânico que de vez em quando a fazia rir. Ela até pensou que talvez ele tivesse esquecido o que tinha proposto, com tanta tequila. Achou que talvez ele ficasse bêbado e não conseguisse fazer nada. Dom José até colocou uma música. O clima agora era diferente, os dois conversavam como se se conhecessem há tempos e riam das piadas do mecânico, que não perdia o interesse de possuir a casada. No meio da conversa, ele se aproximou mais da mulher. A mão habilidosa de Dom José pousou no joelho da mulher, ganhando coragem porque percebeu que Fanny estava bêbada. "Já vai começar com mão boba, hein? Jijiji", ria Fanny, meio nervosa, tirando a mão dele. O simples toque fez a pele dela se arrepiar, lembrando daquela vez que engoliu o esperma dele. "Jejeje, é que é inevitável, você é muito gostosa. Daria tudo que tenho pra você ser minha mulher, hahaha", ria o mecânico. Novamente, a mão de Dom José pousou no joelho da garota, só que dessa vez ele massageava com força, evitando que ela a tirasse. que ela pudesse tirar. Ah sim, me dá tudo isso — disse Fanny incrédula, enquanto seu corpo começava a se excitar ao sentir a mão do mecânico se mover na sua perna. Claro… vamos pro escuro e eu te deixo ela toda — disse seu Dom em duplo sentido, e a casada não conseguiu evitar rir, surpresa com a malícia do velho pervertido. O senhor é um porco — disse Fanny tentando repreendê-lo, mas o sorriso no rosto não deixou soar intimidador. Seu corpo foi se excitando aos poucos, já estavam quase terminando a garrafa de tequila, agora era Fanny quem servia dois copos, dando um ao mecânico, que a olhava sorrindo. Cada vez mais confiante, a mão de seu Dom José subiu um pouco, agora massageava a coxa dela, sentindo a pele macia e a força da perna por causa dos exercícios. A casada tentava afastá-la, mas seus esforços eram em vão. Talvez devesse ter se levantado, mas não queria fazer escândalo, ou talvez estivesse se divertindo. De qualquer forma, continuava ali, conversando e flertando com o mecânico. Fanny estava excitada, a tequila já tinha feito efeito, pouco se importava com o que acontecesse. O corpo sensual da casada deixava claro que ela estava com tesão. A mão do velho subia cada vez mais, naquele momento brincava com a calcinha dela, pensando que era só questão de tempo até chegar naquela área proibida. Fanny, em vez de impedir, abriu um pouco as pernas por causa da excitação, dando caminho livre pro mecânico. Assim que eu gosto, putona — disse o mecânico ao notar que a casada parou de resistir. O corpo de Fanny suava de tesão, estava com calor, olhava pro mecânico enquanto ele não parava de mexer a mão, chegando naquela área proibida. A casada, ao sentir aqueles dedos ensebados tocando sua intimidade, soltou um leve gemido: Ahhhaha — foi o som que escapou ao sentir os dedos calejados do mecânico brincando com seus lábios. Fanny já não conseguia resistir, ou talvez não quisesse mais. Estava entregue àquele mecânico, seu corpo… agora ela queria diversão, tinha ficado pra trás seu propósito de só ir pagar aquele tarado e ir embora com o marido. Ela sentia dois dedos do mecânico se mexerem na sua parte íntima intencionalmente, e mexia os quadris no ritmo da mão dele. "Dô... Dô... Seu José, a gente não devia fazer isso... Ahhhh!" Outro gemido da casada. "Sou uma mulher casada... Pa... Para!", dizia Fanny, mas sem parar de rebolar. Sua buceta estava molhada, e o mecânico sentia isso. "Tem certeza que quer que eu pare, gostosa? Hehe, só paro se você dançar um pouco pra mim." "Ahhhh... Sim... Pa... Para... Eu... Eu não sei dançar." "Claro que sabe, com esse corpo você devia ser dançarina de boate e ganhar uma grana rebolando essa raba. Vai, dança um pouco pra mim."
Fanny, ao ver o mecânico parar de tocá-la e mandar ela ficar de pé pra dançar, estava mais que excitada, mas queria se divertir, então entrou na brincadeira. "Cê acha? Que eu seria uma boa dançarina?", a loira perguntou, colocando as mãos no próprio rabão, parecendo alegre e safada. "Claro, tenho certeza que você seria uma das melhores do país inteiro, hehe. Vai, dança e a gente vê o quanto você é boa", deu um tapa na bunda dela. Fanny, ao sentir, tremeu de tesão.
Por um momento, Fanny não respondeu, pensando no que estava fazendo, se era certo ou não. "Ah, não, como é que cê acha... Nunca dancei assim. Além do mais, com essa música feia que você colocou, não dá pra dançar." Fanny não estava muito convencida; uma parte dela recusava, pensando que podia passar vergonha, mas a outra queria fazer, queria se sentir sexy. Rapidamente, Seu José correu pra trocar a música, colocando uma própria pra dançar. "Agora sim, putinha. Dança pra mim." Cada vez que o velho falava assim com Fanny, com palavras obscenas, ela ficava mais excitada. "Vai, mostra que dançarina boa você é", ele disse, tirando uma nota de 100. "Tá bom, mas será que eu mereço só 100 reais?", perguntou a loira com aquele sorriso que convidava ao pecado. "Você merece muito mais, mas primeiro a gente precisa ver a dança." A verdade é que pra Fanny, 100 reais era pouco. não importava mais, já que ela ganhava muito mais com o salário de professora. naquele momento, ela só queria se divertir. o mecânico colocou uma música de reggaeton pra casada dançar, e ela começou a mexer os quadris devagar, de um jeito sensual. o mecânico se ajeitou pra não perder nenhum detalhe do show. Fanny se mexia muito bem e com toda sensualidade, porque quando era pequena os pais tinham colocado ela em aulas de dança, o que agora facilitava pra dar o show pro mecânico. ela mexia os quadris no ritmo da música, girava e girava, levantava os braços, tocava o próprio corpo de um jeito muito sensual. ela se sentia gostosa, provocante, desejada, e queria que o mecânico também ficasse excitado. ela olhava pra ele esfregando o pau por cima da calça. Fanny se aproximou dele pra dançar mais perto, virou de costas com sensualidade e abaixou o corpo, deixando as enormes bundas à mostra pro mecânico, que rapidamente colocou uma nota de 100 em cima da calça da casada. Fanny mexia os quadris, fazendo as bundonas quicarem. já estava muito excitada. agora dançava de frente, mostrando os peitões enormes, e de novo o mecânico, sem perder tempo, colocou outra nota entre os peitos dela. Fanny ria com sensualidade enquanto dançava pra ele. excitava se sentir uma dançarina de buteco e ver aquele tarado colocando notas em cima da roupa dela. agora quem não queria parar de dançar era ela mesma, soltando os melhores passos. começou a se mexer, passando as mãos pelo corpo, dançava e mostrava sempre que podia aquele rabão enorme pro mecânico, que de vez em quando colocava uma nota em cima da roupa dela. já estavam assim há mais de 2 minutos dançando, e o mecânico já tinha colocado quase 1000 reais em notas em cima da roupa dela. seu José, que não acredita no que tá rolando, sem perder o sorriso safado nem o ritmo da música, começa a falar: "muita roupa, muita roupa", o mecânico começa a dizer, sem parar de esfregar o pau, que já estava pra fora de tanto tesão que a casada dava. Fanny escuta o que o mecânico pede, sem parar. De dançar, ela hesita por um momento se faz o que ele pede ou não, mas a excitação é grande e o tesão é maior, então lentamente ela coloca as mãos na blusa e começa a tirá-la, deixando à mostra aquele par de melões cobertos por um sutiã transparente, revelando claramente os peitões dela. O mecânico, ao ver um espetáculo daqueles, quase gozava só de olhar — não podia acreditar que a casada usava aquele sutiã.
Meu pau tá te esperando, loira gulosa, pra você terminar o que começou. Chega uma segunda mensagem... maldita puta. Lembra que ainda tenho fotos suas e que você não pagou o conserto do carro? Ou será que você quer que eu mostre as fotos pro corno do seu marido? Vem aqui na minha oficina, a gente conversa. Tenho certeza que você ainda lembra do meu pau, hahahaha.... Fanny, ao ver a mensagem e o que ela continha, olhando praquele pau gigantesco, não conseguiu evitar lembrar do que tinha feito naquela madrugada. Ficou por um bom momento hipnotizada, olhando praquela monstruosidade, sem saber o que responder. Só olhava, hipnotizada, praquele pau enorme, enquanto vinha à mente dela novamente, ela de joelhos, abrindo a boca pra chupar. Começou a se molhar só de pensar em chupar ele. Fanny não conseguia pensar direito. Foi quando um dos alunos dela se aproximou pra dar um chocolate pra ela. A mulher rapidamente tapou o telefone, tirando ela daquele momento de tesão. "Tia, tia, trouxe um chocolate pra senhora", disse o aluno. Fanny, com um sorriso falso, recebeu o chocolate, agradecendo ao aluno, que se afastou alegremente, sem saber que a tia dele, há um instante, estava num mar de tesão, olhando praquele pau preto... Fanny, ao ver que o aluno se afastava, rapidamente olhou pro celular, apreciando aquele pau gigantesco. Não sabia o que responder. Sabia que devia se afastar daquele mecânico pervertido. Queria tirar ele da vida dela, não queria ver ele nunca mais. Mas uma outra parte pequena do corpo dela pedia diversão. Só de olhar praquela barra de chocolate enorme, o corpo dela vibrava de tesão. Então, balançando a cabeça, tentou se concentrar, dizendo a si mesma que precisava ser forte e se afastar daquele mecânico. Aí respondeu: Fanny... o senhor pensa que é quem pra me mandar isso? Sou uma mulher casada. Peço que me respeite e não me incomode mais. E sobre o seu pagamento, não se preocupe. Me diga quanto é e eu mando pra você. O senhor já conseguiu o que queria de mim. Cumpri minha parte do trato. Agora tem que apagar as fotos. Como prometeu e para parar de me encher o saco, o que rolou entre a gente não vai se repetir. Você me chantageou e humilhou do jeito que quis. Agora não quero saber de você, e pelo seu dinheiro, fica tranquila, Fanny respondeu a mensagem irritada e, ao mesmo tempo, meio excitada, já que enquanto escrevia não conseguia tirar da cabeça aquela pica. Fanny tentava se concentrar, dizendo pra si mesma que nem louca voltava pra aquela oficina e que, se o mecânico queria o pagamento, daria um jeito de mandar pra ele. A campainha tocou de novo pra entrar na aula. A mulher se levantou e foi em direção à sala. Quando chegou, já estavam praticamente todos os alunos lá dentro esperando por ela. Fanny, no caminho pra sala, não parava de pensar naquela foto que o mecânico tinha mandado. Mesmo tentando se concentrar nos alunos, era impossível. Não acreditava como aquele mecânico podia ter uma pica daquelas, não acreditava como tinha se deixado humilhar e, principalmente, não acreditava como tinha adorado chupar aquela pica e sentir o gozo na cara. Fanny chegou na sala com a mente nublada. Mandou os alunos fazerem um trabalho pra mantê-los ocupados. Fanny olhava eles trabalharem enquanto na cabeça dela só vinham lembranças dela chupando aquela pica, curtindo o gosto de suor, de como aquele mecânico tinha enchido a cara e a boca dela de porra. Fanny tava num mar de pensamentos e tesão. Já não tava mais consciente de estar na frente dos alunos. Fechava os olhos pra se concentrar mais naquelas lembranças que faziam o corpo dela vibrar e ficar molhado. O silêncio dos alunos, concentrados no trabalho, fazia Fanny se perder ainda mais nos pensamentos, que não paravam de imaginar ela de novo com aquela pica na boca, curtindo, chupando como uma profissional. Sem perceber, levou a mão até a entreperna e, aos poucos, começou a mexer os dedos, fazendo a calça roçar na buceta, enchendo ela ainda mais de tesão. Não tava consciente do que tava fazendo na frente dos alunos. nenhum deles percebia o que a professora estava fazendo, já que sua mesa cobria grande parte do corpo dela, só conseguiam ver a professora com os olhos fechados. Fanny não aguentava mais de tanta excitação, queria gozar, aquela pika não saía da cabeça dela. Novamente a excitação tinha vencido, e ela nem percebia que estava se tocando na frente dos alunos, algo que em sã consciência jamais faria. Era a imagem que o mecânico tinha mandado, que tinha despertado a puta que existe dentro dela. Fanny continuava mexendo os dedos, não queria abrir os olhos, só conseguia pensar em chupar aquela pika de novo, pedindo praquele mecânico encher ela de porra. Fanny estava prestes a chegar ao orgasmo, ia gozar na frente dos alunos, ia cruzar aquela linha que nunca imaginou cruzar. Mexia os dedos cada vez mais rápido, queria gozar, não ligava de estar na frente dos alunos, só pensava em chupar a pika do mecânico. "Pro... professora... professora..." Foi quando uma voz a fez parar no susto, cortando todo o estado de excitação. Rapidamente abriu os olhos e na frente dela estava um dos alunos, informando que tinha terminado o trabalho que ela tinha passado. "A senhora está bem?", perguntou o aluno ao ver que a professora estava suando e não respondia. Fanny, ao vê-lo, se assustou, tentando disfarçar o que tinha acontecido. Respondeu rápido pro aluno que estava tudo bem, só estava um pouco cansada. Fanny pegou o caderno do aluno e disse pra ele sentar, que agora iria revisar o trabalho. Assustada, não acreditava no que tinha feito. Como tinha sido possível se deixar levar a tal ponto, se tocar na frente dos alunos? Isso era imperdoável. Remorso e sentimentos confusos vieram à mente dela, se sentindo decepcionada, irritada consigo mesma. Um por um, os alunos foram terminando o trabalho e passavam pra deixar com a professora, que estava em choque, não acreditava no que tinha feito. Fanny olhava os trabalhos dos alunos distraída, agitada. E mesmo tendo cortado o orgasmo, a buceta dela... pedia terminar. Fanny levou a mão até a virilha e sentiu o quanto estava molhada. Tentou se concentrar nos trabalhos dos alunos, até que chegou a hora da saída. Sua buceta não parava de pulsar, pedindo para gozar. Fanny não sabia o que fazer, não conseguia controlar nem os próprios pensamentos. A campainha tocou de novo, avisando que era hora de ir embora. Fanny, ao ouvir, rapidamente pegou suas coisas para sair, dizendo aos alunos que dessa vez não deixaria dever de casa. A única coisa que queria era ir embora dali. Seu corpo tremia de excitação, tentava lutar contra a mente, queria esquecer aqueles pensamentos, mas ler era impossível. Sua mente estava nublada. Nunca antes tinha se sentido assim. Rapidamente foi até o carro para ir para casa e tomar um banho frio, para assim acalmar aquela excitação. Fanny tentava não pensar naquele mecânico, só pensava em chegar em casa, tomar um banho ou transar com o marido, já que assim acalmaria aquela excitação. Ligou o carro para ir para casa. Fanny dirigia hipnotizada de excitação, sua buceta estava em chamas, seu corpo tremia e sua mente só pensava na pica do mecânico. A mulher não percebeu que, na tentativa de ir para casa para acalmar aquela excitação com o marido, tinha pegado outra direção, indo direto para aquela oficina. Fanny, ao se ver do lado de fora da oficina, reagiu: "Por que eu vim aqui e não para minha casa?" A mulher tentava lutar contra os pensamentos do lado de fora da oficina, tentando se acalmar. Pensou que só iria pagar aquele mecânico pelo conserto do carro e que, depois disso, iria rapidamente para casa e faria amor com o marido, assim esqueceria aqueles maus pensamentos. Desceu do carro para ir até a oficina, pegando a bolsa. Fanny só tinha um pensamento: pagar e ir embora, embora seu corpo não parasse de tremer de excitação. Caminhando em direção à oficina, suas pernas tremiam cada vez mais, não sabia se de medo ou de excitação. Uma vez em frente à oficina, olhou para o trabalhador do Mecânico que disse pra Fanny... Oi, bom dia, o Seu José tá aí? Cê pode falar com ele e dizer que vim pagar o conserto do meu carro? Trabalhador... Oi, dona Fanny. Sim, meu patrão tá aqui, na sala dele. Vou chamar ele agora pra avisar que a senhora tá procurando ele. O trabalhador correu até a sala do mecânico pra avisar que aquela mulher tava de volta, procurando ele. Surpreso com a beleza daquela mulher, o mecânico, ao ouvir o que o funcionário dizia, só sorriu e mandou ele fazer a mulher entrar, tirar o dia de folga e fechar a oficina. Quando o funcionário saiu, ouvindo o que o patrão mandou, ele já sacou rápido o que o cara tava tramando, mas ficou feliz porque ganhou o dia de folga e podia ir embora com a namorada. Rapidão, o trabalhador foi até aquela mulher pra dizer que o patrão mandou ela entrar na sala dele, que lá eles iam acertar o pagamento. Fanny, meio sem querer, tentou convencer o rapaz a dizer pro mecânico que não precisava ir até a sala, mas ele recusou, falando que o patrão não ia sair de lá. Fanny, sem outra opção, foi de novo pra aquela sala que, só de olhar, já vinham na cabeça aquelas imagens dela com aquele mecânico. Enquanto caminhava, não conseguia evitar ficar cada vez mais excitada. A buceta dela tava encharcada, mas ela tentava se concentrar. Dizia pra si mesma que era uma mulher casada, amava o marido e nunca mais ia trair ele. A única intenção era pagar aquele mecânico pra ele parar de encher o saco dela. Entrando na sala, a primeira coisa que viu foi aquele mecânico sentado num sofá, fumando. Quando ele viu ela entrar, de óculos e com aquele look, não conseguiu evitar que o pau ficasse duro e só sorriu pra ela. Mecânico... tava te esperando. Enquanto olhava ela de cima a baixo, devorando aquele corpo que ele queria tanto sodomizar. Fanny, ao ver ele, o corpo dela travou. Olhar pra ele, todo sujo, gordo... ela não conseguia imaginar como que tinha se deixado humilhar por um homem daquele jeito, que até dava um pouco de nojo. Queria sair correndo, dava ânsia. O corpo dela era um mar de sensações contraditórias. A mente dizia pra fugir daquele lugar, que não era lugar pra uma mulher decente e profissional como ela, ainda mais casada com um grande homem. Mas o corpo, a buceta dela, dizia o contrário. Tentou se concentrar, se acalmar, aquela tesão que tava deixando ela louca. Fanny criou coragem e disse pro mecânico:— Fanny... só vim pagar o conserto do meu carro. Me diz quanto é que eu te devo.
Ela puxou um maço de notas, já que Fanny e o marido tinham uma boa renda e dinheiro nunca foi problema pra eles. O mecânico olhava pra ela, sorrindo, e disse que por enquanto guardasse o dinheiro e sentasse pra conversar. Dom José, vendo que a mulher não respondia, esticou a mão pra obrigar ela a sentar, com uma cara de bravo. Fanny, ao sentir aquele homem pegando na mão dela pra fazer ela sentar, num primeiro momento recusou, mas quando viu a cara autoritária do mecânico, acabou sentando. Logo veio um cheiro de sujeira e suor até ela, porque o mecânico tava há dias sem tomar banho, todo sujo de graxa. Fanny sentiu vontade de vomitar, mas conseguiu se segurar. Assustada, olhava pro mecânico, o corpo tremendo, sem saber se era de medo ou de tesão, só de pensar na pica daquele pervertido.
O mecânico, sorrindo, não parava de olhar pra Fanny. Sabia que a mulher tava nervosa, assustada e excitada.
— Mecânico... já faz vários dias desde a última vez que você mostrou ter grandes habilidades com essa boquinha gostosa. Eu quero que isso seja na boa, e que você me entregue essa boquinha por livre e espontânea vontade. Ou será que não gostou da minha pica? — ele disse.
Fanny, ao ouvir aquilo, não sabia se saía correndo ou o que fazer. O corpo dela tava paralisado.
— Eu não vim aqui pra ouvir suas porcarias. Te peço pelo amor de Deus que me respeite e a gente fale só do pagamento do meu carro. Se for o contrário, vou embora. já que meu marido me espera em casa, Fanny dizia isso enquanto seu corpo percorria uma grande excitação, ela tinha que sair dali. Mecânico... hahaha, não vem com besteiras, loira. E agora se faz de mulher decente? Se há alguns dias você mamava meu pau como uma puta profissional hahaha, já tá me enchendo o saco, puta. Você precisa de um macho que te ensine modos, e esse vou ser eu, por causa da porra do pagamento. Não se preocupa, que mais pra frente, quando você for minha puta submissa, você mesma vai me dar todo seu dinheiro, dizia o mecânico cheio de raiva. Fanny, ao ver a mudança de atitude do mecânico, entrou em pânico, pensando que ele seria capaz de estuprá-la e matá-la. Rapidamente, ela se levantou pra tentar fugir. Já o senhor José, ao ver a loira assustada, tirou de uma das gavetas da escrivaninha umas fotos. Fanny, ao vê-las, ficou em choque, pois eram daquela vez que ela foi coberta de sêmen no rosto e mamava aquele pau. Agora você decide: ou a gente chega a um acordo, ou seu querido marido e todos os seus alunos vão descobrir a puta que você é quando fica excitada. Fanny, assustada, ouvia o mecânico sem saber o que fazer. Se saísse daquela sala, todo mundo ficaria sabendo do erro dela com aquele mecânico, ela perderia o marido. Não podia permitir isso. Tinha que rapidamente bolar um plano pra se livrar daquele pervertido. Fanny olhava assustada pro mecânico, seu único plano era seguir o jogo dele pra que ele apagasse as fotos. Fanny... podemos chegar a um acordo. Senhor José, posso te dar uma boa quantia em dinheiro em troca de você apagar essas fotos e me deixar em paz. Olha, meu marido e eu temos dinheiro suficiente guardado. Hahahaha, ria o mecânico. Já te falei que seu dinheiro por enquanto não me interessa. Mas pra você ver que sou um bom homem, vou te propor um trato. Fanny ouvia aterrorizada e nervosa, sem saber o que fazer. Vou apagar as fotos e vou te deixar em paz pra você continuar sua vida de mulher decente hahaha. Mas em troca, você vai mamar meu pau. Só que dessa vez quero que você faça o melhor que puder. Quero que você se esforce e se entregue. Todos meus ranhos... Se você fizer isso, eu te deixo em paz e você nunca mais vai ouvir falar de mim. O que você acha, loirinha? Um boquete em troca de apagar suas fotos? Fanny não podia acreditar no que aquele velho estava pedindo de novo. Embora não conseguisse tirar a pica daquele mecânico da cabeça nos últimos dias, o simples fato de trair o marido de novo a fazia hesitar. Porque, apesar de tudo, ela não queria trair o esposo. Não sabia o que responder. Por um lado, queria se livrar daquele pervertido, mas também não queria ter que fazer aquelas porcarias com o mecânico de novo. Anda, gostosona, você já provou minha pica. Só mais uma vez e tudo volta ao normal. Hahaha, eu sei que no fundo você quer. Vamos, só uns boquetes e você fica livre. Fanny estava em choque, não sabia o que fazer. Pensava: "Se eu fizer, fico livre e esse pervertido não me incomoda mais. Meu Deus, o que eu faço, Fanny? Como sei que ele está falando a verdade? E vai apagar essas fotos e não vai mais me chantagear? Ele já mentiu uma vez. Como sei que não vai mentir de novo?" Mecânico... Dessa vez, foda-se. Minha palavra. Não quero gozar nessa boca linda e você engole meus ranhos, e prometo te deixar livre. Você nunca mais vai ouvir falar de mim. Então, o que você acha? Aceita ou não? Fanny, assustada, aceitou a proposta daquele pervertido. Pensou: "Só mais uma vez e minha vida volta ao normal. Vou fazer isso pelo meu marido e para salvar meu casamento, já que não quero perder ele nem minha reputação de professora decente." Tá bem, você venceu. Eu vou fazer, mas vai ser só um boquete, nada mais. E depois você apaga essas fotos na minha frente e me deixa em paz. Assim será, gostosona. Hehehe. Vamos, fique à vontade e deixa eu pegar umas cervejas pra relaxar. Te garanto que você vai acabar gostando do que vamos fazer. Seu José pegou uma garrafa de tequila e ofereceu à casada, que hesitou em aceitar, mas acabou pegando. Pensou que aquilo ajudaria a criar coragem para o que ia fazer. Então não pensou duas vezes e virou a tequila de uma vez, fazendo caretas, já que raramente bebia. Mecânico, ao ver que a casada tomou a tequila de um gole só, rapidamente serviu outro e entregou pra ela enquanto puxava conversa, falando qualquer besteira. Queria que a mulher ficasse um pouco bêbada. Fanny tomava o segundo gole de tequila enquanto ouvia o mecânico fazer perguntas, e ela respondia, já que com aqueles dois goles ela tinha relaxado um pouco, fazendo esquecer que estava naquele mecânico e teria que satisfazer aquele tarado com a boca. Fanny terminou o segundo gole e esticou o braço, indicando pro mecânico servir outro, que não perdeu tempo e serviu mais um com uma risada maldosa. Era exatamente o que ele queria: que a casada relaxasse e não ficasse na defensiva. Ficaram assim por um tempo, enquanto o mecânico conversava com a casada. Já tinham tomado meia garrafa. Fanny estava bêbada, tinha esquecido completamente da situação, do marido, da reputação. Agora estava relaxada, ouvindo o mecânico que de vez em quando a fazia rir. Ela até pensou que talvez ele tivesse esquecido o que tinha proposto, com tanta tequila. Achou que talvez ele ficasse bêbado e não conseguisse fazer nada. Dom José até colocou uma música. O clima agora era diferente, os dois conversavam como se se conhecessem há tempos e riam das piadas do mecânico, que não perdia o interesse de possuir a casada. No meio da conversa, ele se aproximou mais da mulher. A mão habilidosa de Dom José pousou no joelho da mulher, ganhando coragem porque percebeu que Fanny estava bêbada. "Já vai começar com mão boba, hein? Jijiji", ria Fanny, meio nervosa, tirando a mão dele. O simples toque fez a pele dela se arrepiar, lembrando daquela vez que engoliu o esperma dele. "Jejeje, é que é inevitável, você é muito gostosa. Daria tudo que tenho pra você ser minha mulher, hahaha", ria o mecânico. Novamente, a mão de Dom José pousou no joelho da garota, só que dessa vez ele massageava com força, evitando que ela a tirasse. que ela pudesse tirar. Ah sim, me dá tudo isso — disse Fanny incrédula, enquanto seu corpo começava a se excitar ao sentir a mão do mecânico se mover na sua perna. Claro… vamos pro escuro e eu te deixo ela toda — disse seu Dom em duplo sentido, e a casada não conseguiu evitar rir, surpresa com a malícia do velho pervertido. O senhor é um porco — disse Fanny tentando repreendê-lo, mas o sorriso no rosto não deixou soar intimidador. Seu corpo foi se excitando aos poucos, já estavam quase terminando a garrafa de tequila, agora era Fanny quem servia dois copos, dando um ao mecânico, que a olhava sorrindo. Cada vez mais confiante, a mão de seu Dom José subiu um pouco, agora massageava a coxa dela, sentindo a pele macia e a força da perna por causa dos exercícios. A casada tentava afastá-la, mas seus esforços eram em vão. Talvez devesse ter se levantado, mas não queria fazer escândalo, ou talvez estivesse se divertindo. De qualquer forma, continuava ali, conversando e flertando com o mecânico. Fanny estava excitada, a tequila já tinha feito efeito, pouco se importava com o que acontecesse. O corpo sensual da casada deixava claro que ela estava com tesão. A mão do velho subia cada vez mais, naquele momento brincava com a calcinha dela, pensando que era só questão de tempo até chegar naquela área proibida. Fanny, em vez de impedir, abriu um pouco as pernas por causa da excitação, dando caminho livre pro mecânico. Assim que eu gosto, putona — disse o mecânico ao notar que a casada parou de resistir. O corpo de Fanny suava de tesão, estava com calor, olhava pro mecânico enquanto ele não parava de mexer a mão, chegando naquela área proibida. A casada, ao sentir aqueles dedos ensebados tocando sua intimidade, soltou um leve gemido: Ahhhaha — foi o som que escapou ao sentir os dedos calejados do mecânico brincando com seus lábios. Fanny já não conseguia resistir, ou talvez não quisesse mais. Estava entregue àquele mecânico, seu corpo… agora ela queria diversão, tinha ficado pra trás seu propósito de só ir pagar aquele tarado e ir embora com o marido. Ela sentia dois dedos do mecânico se mexerem na sua parte íntima intencionalmente, e mexia os quadris no ritmo da mão dele. "Dô... Dô... Seu José, a gente não devia fazer isso... Ahhhh!" Outro gemido da casada. "Sou uma mulher casada... Pa... Para!", dizia Fanny, mas sem parar de rebolar. Sua buceta estava molhada, e o mecânico sentia isso. "Tem certeza que quer que eu pare, gostosa? Hehe, só paro se você dançar um pouco pra mim." "Ahhhh... Sim... Pa... Para... Eu... Eu não sei dançar." "Claro que sabe, com esse corpo você devia ser dançarina de boate e ganhar uma grana rebolando essa raba. Vai, dança um pouco pra mim."
Fanny, ao ver o mecânico parar de tocá-la e mandar ela ficar de pé pra dançar, estava mais que excitada, mas queria se divertir, então entrou na brincadeira. "Cê acha? Que eu seria uma boa dançarina?", a loira perguntou, colocando as mãos no próprio rabão, parecendo alegre e safada. "Claro, tenho certeza que você seria uma das melhores do país inteiro, hehe. Vai, dança e a gente vê o quanto você é boa", deu um tapa na bunda dela. Fanny, ao sentir, tremeu de tesão.
Por um momento, Fanny não respondeu, pensando no que estava fazendo, se era certo ou não. "Ah, não, como é que cê acha... Nunca dancei assim. Além do mais, com essa música feia que você colocou, não dá pra dançar." Fanny não estava muito convencida; uma parte dela recusava, pensando que podia passar vergonha, mas a outra queria fazer, queria se sentir sexy. Rapidamente, Seu José correu pra trocar a música, colocando uma própria pra dançar. "Agora sim, putinha. Dança pra mim." Cada vez que o velho falava assim com Fanny, com palavras obscenas, ela ficava mais excitada. "Vai, mostra que dançarina boa você é", ele disse, tirando uma nota de 100. "Tá bom, mas será que eu mereço só 100 reais?", perguntou a loira com aquele sorriso que convidava ao pecado. "Você merece muito mais, mas primeiro a gente precisa ver a dança." A verdade é que pra Fanny, 100 reais era pouco. não importava mais, já que ela ganhava muito mais com o salário de professora. naquele momento, ela só queria se divertir. o mecânico colocou uma música de reggaeton pra casada dançar, e ela começou a mexer os quadris devagar, de um jeito sensual. o mecânico se ajeitou pra não perder nenhum detalhe do show. Fanny se mexia muito bem e com toda sensualidade, porque quando era pequena os pais tinham colocado ela em aulas de dança, o que agora facilitava pra dar o show pro mecânico. ela mexia os quadris no ritmo da música, girava e girava, levantava os braços, tocava o próprio corpo de um jeito muito sensual. ela se sentia gostosa, provocante, desejada, e queria que o mecânico também ficasse excitado. ela olhava pra ele esfregando o pau por cima da calça. Fanny se aproximou dele pra dançar mais perto, virou de costas com sensualidade e abaixou o corpo, deixando as enormes bundas à mostra pro mecânico, que rapidamente colocou uma nota de 100 em cima da calça da casada. Fanny mexia os quadris, fazendo as bundonas quicarem. já estava muito excitada. agora dançava de frente, mostrando os peitões enormes, e de novo o mecânico, sem perder tempo, colocou outra nota entre os peitos dela. Fanny ria com sensualidade enquanto dançava pra ele. excitava se sentir uma dançarina de buteco e ver aquele tarado colocando notas em cima da roupa dela. agora quem não queria parar de dançar era ela mesma, soltando os melhores passos. começou a se mexer, passando as mãos pelo corpo, dançava e mostrava sempre que podia aquele rabão enorme pro mecânico, que de vez em quando colocava uma nota em cima da roupa dela. já estavam assim há mais de 2 minutos dançando, e o mecânico já tinha colocado quase 1000 reais em notas em cima da roupa dela. seu José, que não acredita no que tá rolando, sem perder o sorriso safado nem o ritmo da música, começa a falar: "muita roupa, muita roupa", o mecânico começa a dizer, sem parar de esfregar o pau, que já estava pra fora de tanto tesão que a casada dava. Fanny escuta o que o mecânico pede, sem parar. De dançar, ela hesita por um momento se faz o que ele pede ou não, mas a excitação é grande e o tesão é maior, então lentamente ela coloca as mãos na blusa e começa a tirá-la, deixando à mostra aquele par de melões cobertos por um sutiã transparente, revelando claramente os peitões dela. O mecânico, ao ver um espetáculo daqueles, quase gozava só de olhar — não podia acreditar que a casada usava aquele sutiã.
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