Duas Avós Parte 3

O jantar tinha virado um tormento, eu precisava voltar pro hotel e curtir aquelas milf, e sabia que elas tavam na mesma. A noite inteira no jantar, as mãos delas tocavam minhas pernas. Depois de uma sobremesa interminável, finalmente voltamos pro hotel. Nos despedimos no lobby e, quando estávamos indo pro elevador, a Silvina falou que ela e a Alicia iam pro quarto delas tomar banho, e que eu deixasse a porta do meu quarto aberta que elas vinham.

Entrei no meu quarto, liguei pro serviço de quarto e pedi pra mandarem uma garrafa de champanhe, fui tomar banho e, como elas pediram, deixei a porta aberta. Enquanto me secava, ouvi elas entrando no quarto. Quando tava me secando e me preparando pra sair, ouvi baterem na porta, abri e era a mesma garota da noite anterior que tinha me visto saindo do quarto de lavanderia depois do encontro com a Silvina. Sinceramente, nem percebi, mas meu roupão tava aberto na minha virilha e o olhar da garota foi direto pra lá. Ela sorriu pra mim e disse que tava indisposta, mas que se eu ficasse mais uns dias, não hesitasse em pedir a limpeza do quarto.

Quando entrei no quarto, a imagem foi de tirar o fôlego. A Alicia tava com um conjunto de renda preta, o sutiã mal cobrindo aqueles peitos lindos e uma calcinha que destacava aquela bunda enorme. Já a Silvina tava com um body vermelho todo de renda que deixava pouco pra imaginação. Me aproximei delas e começamos a nos beijar e nos acariciar enquanto elas tiravam meu roupão. E antes que eu percebesse, tinha as duas ajoelhadas chupando minha pica — uma imagem incrível e muito quente. Mas como não queria gozar rápido, mandei elas levantarem e nos beijarmos os três, nossas línguas brincando enquanto minhas mãos apertavam aquelas bundas e as delas disputavam minha pica.

E: Já fizeram algo entre vocês alguma vez?
A: Entre nós não, mas eu já fiquei com garotas.
S: Eu nunca fiquei com garotas.
E: Bom, hoje você vai ficar. Deitem-se.

As duas se deitaram. ajeitando elas pra que pudessem brincar com os peitos e pedi pra que tocassem uma na outra. Ver aquelas senhoras avós, coroas de bairro, chupando os peitos uma da outra e passando a mão nas bucetas era algo incrível. Não aguentei muito e me ajoelhei na frente delas, comecei a chupar as periquitas delas, estavam encharcadas e os gemidos tomavam o quarto. Não demorou pra os orgasmos começarem e foi a Silvina que, praticamente aos gritos, me pediu pra comer ela. Peguei ela pelas pernas e posicionei de quatro, com a amiga dela de pernas abertas na frente pra ela poder chupar a buceta enquanto meu pau percorria os lábios vaginais dela. Ouvi ela implorando pra eu meter. E devagarzinho comecei a encher a buceta dela com meu pau, lento, mas sem parar até minha bacia encostar na bunda dela. Fiquei parado uns segundos sentindo um novo orgasmo inundar a buceta da Sil e molhar meu pau, e quando senti que ela tinha se recuperado, dei um tapa que arrancou um gemido dela e comecei a comer devagar mas fundo, aumentando o ritmo aos poucos.

S: sim, bebê, que gostoso, que pau gostoso que você tem
A: ele te come gostoso, bebê?
S: adoro, fazia anos que não sentia um pau me comer assim – um grito dela tomou o quarto e um novo orgasmo sacudiu meu pau – Deus, já nem sei quantas vezes gozei, o que você tá fazendo comigo?
Y: te comendo como você merece
A: preciso que você me coma, me faz de sua puta
S: aí, para, preciso de ar

Sil gozou e ficou quase desmaiada na cama, eu puxei as pernas da Alicia que ficou de pernas abertas na minha frente, estava encharcada, pegou meu pau com as mãos enquanto se levantava e começou a se masturbar com ele até apontar direto entre os lábios dela e pediu pra eu meter de uma vez. Diferente da amiga, enfiei tudo de uma vez, a buceta dela era mais larga que a da amiga, mas igualmente molhada e não foi difícil comer ela forte e selvagem, via os peitos e a barriga dela balançando. E aí, fui empurrando ela devagar na cama até ficarmos os dois na posição missionário e aproveitei pra chupar aqueles peitos lindos. Depois de uns minutos nessa brincadeira, senti uma língua no meu rabo, aí percebi que a Silvina tinha levantado e tava atrás da gente, a língua dela ia da buceta da amiga, passava pelas minhas bolas e parava no meu rabo pra recomeçar, dava pra ver pelo espelho de pé do quarto que ela tava de pernas abertas se tocando.

Y: não aguento mais, vou gozar
A: hmmm sim bebê, onde você vai gozar
Y: onde vocês querem meu leite
A: enche minha buceta por favor, hoje fiquei com vontade de ter tudo dentro
Y: sil, você concorda?
S: sim, enche ela, quero ver ela cheia de leite

E nessa hora ela enfiou uma falange do dedo no meu rabo, que já tava bem lubrificado pela língua dela, e foi instantâneo, explodi dentro da Alicia, que recebeu meu orgasmo com um novo orgasmo dela, cravando as unhas no meu rabo, e com um grito que se juntou aos meus gemidos e ao da Silvina, que também tava gozando com aquela situação.

Caí exausto em cima dos peitos da Alicia, enquanto a Silvina tirou meu pau de dentro da amiga e começou a limpar meu pau. Enquanto beijava a Alicia, me virei pro lado da cama e aí a Silvina alternava entre meu pau e a buceta da amiga, pegando os restos do meu leite. Enquanto a gente se recuperava, abri o champanhe e brindamos pelados, extasiados de tanto prazer. Um por um fomos no chuveiro, já que não cabíamos lá, mas vontade não faltava, e depois de banhados, deitamos os três pelados na cama, ficamos conversando e nos acariciando, e entre beijos a gente dormiu. No outro dia, tínhamos que acordar cedo pra continuar as excursões.

Acordei com a claridade e uma sensação estranha, quando olhei, a Silvina tava chupando meu pau, rapidamente peguei ela pela cabeça e puxei pra perto, e entre beijos meu pau se encaixou rápido na buceta dela, não demorou muito pra os movimentos e gemidos... Quando Sil acordou a Alicia, pensei que ela ia se juntar, mas não, ela se levantou e sentou no sofá, pegou o celular e, enquanto com uma mão filmava tudo, com a outra se tocava. Ficamos um bom tempo com a amiga dela trocando de posições a cada orgasmo dela, até que finalmente ela ficou sentada no meu pau de costas para mim, se tocando para a amiga.

S: Vai, bebê, quero a porra na minha buceta, você vai me dar?
Y: A senhora quer que eu encha a buceta igual à da sua amiga?
S: Sim, por favor, bebê, me enche
A: Dá toda a porra nela

Nesse momento, Alicia se levantou, entregou o telefone para a amiga e se ajoelhou na cama, começando a fazer algo parecido com o que a amiga tinha feito no dia anterior. Sil, com uma mão filmava e com a outra segurava a cabeça da amiga, obrigando ela a lamber meu pau e a buceta dela enquanto não parava de se mexer. Até que eu não aguentei mais e comecei a gozar na buceta da Sil, ao mesmo tempo que um novo orgasmo a atingia e ela caía de costas sobre meu corpo, enquanto eu beliscava os mamilos dela e meu pau terminava de bombear dentro dela. Alicia tirou ela de dentro e conseguiu saborear o último jato de porra.

Levou um tempo pra gente se recuperar, e em vez de descer, Alicia ligou para a recepção e pediu para trazerem o café da manhã para elas e para mim no quarto. Depois de um novo banho, dessa vez compartilhado com a Alicia entre beijos e carícias, ao sair, Silvina nos contou que o outro casal tinha decidido fazer um passeio de barco, então seríamos só nós três... mas isso fica para a próxima parte.

5 comentários - Duas Avós Parte 3

wade-x
Si sería un plus agregarle fotos de las abuelas +10