Por causa de um problema de família, meus pais tiveram que viajar pra fora do país, então decidiram que eu ia ficar com o José, meu tio mais velho, irmão do meu outro tio e da minha mãe. Um homem nos seus 60 anos, com dois filhos homens e uma mulher, todos fora da cidade fazendo faculdade. Meus pais estavam super apressados, então a gente empacotou tudo rapidão, mas isso fez com que, assim que eu desci do carro, eles arrancassem e fossem embora sem olhar pra trás, me deixando só com uma muda de roupa. Meu tio só deu uma risada irônica, ele é super machista, além de ser bruto e autoritário. Me vendo preocupado, me tranquilizou com uma frase que ia ficar na minha cabeça nos dias seguintes:
- Não se preocupa, bobão, é permitido andar pelado.
Enquanto ria de novo... E ainda completou:
- Porque seus primos levaram tudo o que tinham, e a minha roupa você não vai vestir, porque com esse corpo de menina você vai parecer um drogado estranho.
Então, quando a única roupa que eu tinha ficou tão suja, não tive outra escolha a não ser me livrar dela, porque nunca tinha lavado roupa na vida e, além disso, meu Tio dizia que isso era coisa de mulher.
Então comecei a andar assim pela casa, mesmo me sentindo desconfortável com os olhares constantes do meu tio.
Meu cabelo comprido e uns peitos meio desenvolvidos por causa da falta de testosterona me davam um visual super feminino.
Isso era um problema porque incomodava meu tio e deixava ele muito puto. Tentei pedir pra ele me emprestar umas roupas, mas ele se recusava totalmente. Até cheguei a pedir de joelhos, do jeito mais dengoso que consegui.
Mas só levei um tapa, mas quando me viu chorando, teve a ideia de eu procurar no quarto da filha dele algo decente pra vestir. Uma legging cinza e uma camiseta parecia o mais decente que tinha. Mas ele foi bem claro quando disse:
— Se você vai usar a roupa da Josefina, vai ter que cuidar das tarefas que eram dela. Como sinto muita falta dela, vamos fazer umas das coisas que mais curtíamos juntos...
- Jogar pingue-pongue. Mas vamos deixar mais interessante e apostar. Se eu ganhar, vou te chamar de Josefina pelo resto dos dias que você ficar aqui, você vai ser tratada completamente como minha filhinha.
- E se eu ganhar, tio? Já sei! Se eu ganhar, posso usar suas roupas pra me vestir como deveria.
- Pelo jeito que a roupa de menina fica em você, acho que é assim que você deveria se vestir, haha.
- Não seja mau, tio.
- Papai, sou papai.
- Você ainda não ganhou. Aliás, se eu ganhar essa partida, fico livre de fazer as tarefas da Josefina.
- Ficou interessante... Aceito, mas senão, você vai ter que usar 24 horas por dia a roupa dela que eu escolher. Fechado?
- Fechado.
É óbvio que eu tinha perdido. Dava pra sentir no ar a excitação desse homem, de repente eu tinha virado de extremo interesse pra ele e ele não parava de me dar atenção. Na hora, tive que aceitar as consequências da aposta e não podia acreditar no quão perverso aquilo foi.
- Não acredito que minha Josefina tenha essas coisas no quarto dela, mas duvido que ela conseguisse ter tanta cara de puta como você, filhinha!
Disse José enquanto esfregava as mãos.
E assim, vestida como uma puta e cumprindo o papel de filhinha do papai, começava minha longa estadia na casa do meu tio.
Naquela noite jantamos e logo fomos dormir cada um no seu quarto, embora à distância eu pudesse ouvi-lo se masturbando. Quando eu estava tirando toda essa roupa, ele entrou violentamente no quarto com o pau pra fora da calça, e pra ser sincera, me surpreendeu pra caralho!
- Hora de escolher o pijama, Josefina. Não me dá atenção, mas pensei que podia me ajudar a dormir melhor.
Ele me pegou bem na hora que eu tava colocando uma fio dental que combinava com as meias.
- Ah, sua putinha gostosa, Josefina, já começou sem mim. Agora tira tudo e coloca umas meias pretas enquanto escolho uma fio dental que encaixe bem na sua bucetinha de menina.
Fiquei gelada na hora, mas minha reação foi totalmente natural às palavras dele.
Quando ela se virou pra me olhar enquanto segurava uma calcinha fio-dental minúscula na mão, congelou o olhar no meu pintinho. Eu não conseguia esconder a vergonha de ter ficado de pau duro por causa do jeito que ela falava comigo e o quanto eu me sentia submisso.
- Ah, bom, parece que você tá se divertindo, filhinha, mas o papai ainda não terminou. Vamos deixar a fio-dental de lado pra você não sujar, sua putinha de merda, mas veste isso aqui e faz barulho de puta pra mim. Geme!
Ela jogou umas roupas em mim e eu obedeci tudo que ela mandou. Eu tava tão vulnerável e ela era tão dominadora que, de tão "excitada" que eu tava, já tava vazando pré-gozo.
- Filhinha, você está divina, gata. Levanta e mostra essa bunda pro papai. Tá?
- Tá.
- Tá o quê?! ele disse bravo enquanto apertava minhas bolas com força.
- Tá, papai, tá!
Enquanto eu me levantava, ele me deu um tapa forte, que tocou minha bunda e me levou ao céu, e eu soltei a puta que existe dentro de mim.
- Assim, papai?
Dizia com a voz mais feminina que conseguia e soltava gemidos abafados, igual ele, enquanto se masturbava ferozmente.
- Isso, bebê, assim! Você vai ser minha putinha de agora em diante, não vai?
- Sim, papai, a mais putinha.
- Vai fazer tudo que eu mandar?
- Sim, papai, tudo que você ordenar.
- Vai aguentar essa pica toda no cu?
- Sim, papai, vou ter ela inteira dentro de mim.
- Vai cansar de ter minha pica na sua boca?
- Não, papai, não vou cansar. Sou sua filhinha e tô aqui pra te servir.
- Agora, putinha, vai tirando toda a roupinha devagar, quero que você fique pelada um tempo e depois use uma tanga.
- Sim, papai.
O pau dele já tava no limite, tava tão excitado quanto eu nessa situação. Quando vi aquela piroca com calma e em detalhes pela primeira vez, fiquei hipnotizada com aquele pedaço de homem que era meu tio. Ele me trouxe de volta à realidade com uma cintada na bunda com o pau dele, tava tão duro que parecia um ferro, eu só gemi que nem uma putinha.

Me despi de toda a minha roupa bem na hora que ele coloca as mãos na minha cintura e me empurra contra a cama, caí de bruços nela, mas naquele momento eu era a neném dele, então, como uma boa filhinha, empinei a raba enquanto voltava devagar a me levantar. Mas meu movimento parou, José, meu homem, falou no meu ouvido enquanto encostava a rola inteira na minha bunda e jogava o peso dele contra mim.
- Hoje sua raba se salva, prefiro fazer com calma e agora a única coisa que tenho na cabeça é encher sua carinha de porra, tô cheio porque imaginei tudo que vamos fazer esses dias. Como vi que você gostou, até mais do que eu, vou te tratar como uma verdadeira mulher. Mas isso você vai ter que merecer, combinado?
Eu concordei com um gemido abafado e uma rebolada na raba.
- Quero obediência total, agora você é minha putinha. A filhinha tem que obedecer o Papai, estamos?
Naquele momento, me virei, cuidando pra esconder meu pau entre as pernas, e me ajoelhei na frente do papai, mostrando a língua.
- Lá vem a cum
- mmmmmm!
- Muito bem, vadia, no fim de semana que vem a gente vai se divertir pra caramba, eu e você. Você vai revisar toda a roupa que tiver por aqui pra andar sempre o mais provocante possível. Eu vou comprar umas coisinhas que vão servir pra gente e, além disso, vou te apresentar alguém...
Valeu por ler! 🙂
adiantamento
- Não se preocupa, bobão, é permitido andar pelado.
Enquanto ria de novo... E ainda completou:
- Porque seus primos levaram tudo o que tinham, e a minha roupa você não vai vestir, porque com esse corpo de menina você vai parecer um drogado estranho.
Então, quando a única roupa que eu tinha ficou tão suja, não tive outra escolha a não ser me livrar dela, porque nunca tinha lavado roupa na vida e, além disso, meu Tio dizia que isso era coisa de mulher.
Então comecei a andar assim pela casa, mesmo me sentindo desconfortável com os olhares constantes do meu tio.
Meu cabelo comprido e uns peitos meio desenvolvidos por causa da falta de testosterona me davam um visual super feminino.
Isso era um problema porque incomodava meu tio e deixava ele muito puto. Tentei pedir pra ele me emprestar umas roupas, mas ele se recusava totalmente. Até cheguei a pedir de joelhos, do jeito mais dengoso que consegui.
Mas só levei um tapa, mas quando me viu chorando, teve a ideia de eu procurar no quarto da filha dele algo decente pra vestir. Uma legging cinza e uma camiseta parecia o mais decente que tinha. Mas ele foi bem claro quando disse: — Se você vai usar a roupa da Josefina, vai ter que cuidar das tarefas que eram dela. Como sinto muita falta dela, vamos fazer umas das coisas que mais curtíamos juntos...
- Jogar pingue-pongue. Mas vamos deixar mais interessante e apostar. Se eu ganhar, vou te chamar de Josefina pelo resto dos dias que você ficar aqui, você vai ser tratada completamente como minha filhinha.- E se eu ganhar, tio? Já sei! Se eu ganhar, posso usar suas roupas pra me vestir como deveria.
- Pelo jeito que a roupa de menina fica em você, acho que é assim que você deveria se vestir, haha.
- Não seja mau, tio.
- Papai, sou papai.
- Você ainda não ganhou. Aliás, se eu ganhar essa partida, fico livre de fazer as tarefas da Josefina.
- Ficou interessante... Aceito, mas senão, você vai ter que usar 24 horas por dia a roupa dela que eu escolher. Fechado?
- Fechado.
É óbvio que eu tinha perdido. Dava pra sentir no ar a excitação desse homem, de repente eu tinha virado de extremo interesse pra ele e ele não parava de me dar atenção. Na hora, tive que aceitar as consequências da aposta e não podia acreditar no quão perverso aquilo foi.
- Não acredito que minha Josefina tenha essas coisas no quarto dela, mas duvido que ela conseguisse ter tanta cara de puta como você, filhinha! Disse José enquanto esfregava as mãos.
E assim, vestida como uma puta e cumprindo o papel de filhinha do papai, começava minha longa estadia na casa do meu tio.
Naquela noite jantamos e logo fomos dormir cada um no seu quarto, embora à distância eu pudesse ouvi-lo se masturbando. Quando eu estava tirando toda essa roupa, ele entrou violentamente no quarto com o pau pra fora da calça, e pra ser sincera, me surpreendeu pra caralho!
- Hora de escolher o pijama, Josefina. Não me dá atenção, mas pensei que podia me ajudar a dormir melhor.
Ele me pegou bem na hora que eu tava colocando uma fio dental que combinava com as meias.
- Ah, sua putinha gostosa, Josefina, já começou sem mim. Agora tira tudo e coloca umas meias pretas enquanto escolho uma fio dental que encaixe bem na sua bucetinha de menina. Fiquei gelada na hora, mas minha reação foi totalmente natural às palavras dele.
Quando ela se virou pra me olhar enquanto segurava uma calcinha fio-dental minúscula na mão, congelou o olhar no meu pintinho. Eu não conseguia esconder a vergonha de ter ficado de pau duro por causa do jeito que ela falava comigo e o quanto eu me sentia submisso. - Ah, bom, parece que você tá se divertindo, filhinha, mas o papai ainda não terminou. Vamos deixar a fio-dental de lado pra você não sujar, sua putinha de merda, mas veste isso aqui e faz barulho de puta pra mim. Geme!
Ela jogou umas roupas em mim e eu obedeci tudo que ela mandou. Eu tava tão vulnerável e ela era tão dominadora que, de tão "excitada" que eu tava, já tava vazando pré-gozo.

- Filhinha, você está divina, gata. Levanta e mostra essa bunda pro papai. Tá? - Tá.
- Tá o quê?! ele disse bravo enquanto apertava minhas bolas com força.
- Tá, papai, tá!
Enquanto eu me levantava, ele me deu um tapa forte, que tocou minha bunda e me levou ao céu, e eu soltei a puta que existe dentro de mim.
- Assim, papai?Dizia com a voz mais feminina que conseguia e soltava gemidos abafados, igual ele, enquanto se masturbava ferozmente.
- Isso, bebê, assim! Você vai ser minha putinha de agora em diante, não vai?
- Sim, papai, a mais putinha.
- Vai fazer tudo que eu mandar?
- Sim, papai, tudo que você ordenar.
- Vai aguentar essa pica toda no cu?
- Sim, papai, vou ter ela inteira dentro de mim.
- Vai cansar de ter minha pica na sua boca?
- Não, papai, não vou cansar. Sou sua filhinha e tô aqui pra te servir.
- Agora, putinha, vai tirando toda a roupinha devagar, quero que você fique pelada um tempo e depois use uma tanga.
- Sim, papai.
O pau dele já tava no limite, tava tão excitado quanto eu nessa situação. Quando vi aquela piroca com calma e em detalhes pela primeira vez, fiquei hipnotizada com aquele pedaço de homem que era meu tio. Ele me trouxe de volta à realidade com uma cintada na bunda com o pau dele, tava tão duro que parecia um ferro, eu só gemi que nem uma putinha.

Me despi de toda a minha roupa bem na hora que ele coloca as mãos na minha cintura e me empurra contra a cama, caí de bruços nela, mas naquele momento eu era a neném dele, então, como uma boa filhinha, empinei a raba enquanto voltava devagar a me levantar. Mas meu movimento parou, José, meu homem, falou no meu ouvido enquanto encostava a rola inteira na minha bunda e jogava o peso dele contra mim.- Hoje sua raba se salva, prefiro fazer com calma e agora a única coisa que tenho na cabeça é encher sua carinha de porra, tô cheio porque imaginei tudo que vamos fazer esses dias. Como vi que você gostou, até mais do que eu, vou te tratar como uma verdadeira mulher. Mas isso você vai ter que merecer, combinado?
Eu concordei com um gemido abafado e uma rebolada na raba.
- Quero obediência total, agora você é minha putinha. A filhinha tem que obedecer o Papai, estamos?
Naquele momento, me virei, cuidando pra esconder meu pau entre as pernas, e me ajoelhei na frente do papai, mostrando a língua.
- Lá vem a cum
- mmmmmm!
- Muito bem, vadia, no fim de semana que vem a gente vai se divertir pra caramba, eu e você. Você vai revisar toda a roupa que tiver por aqui pra andar sempre o mais provocante possível. Eu vou comprar umas coisinhas que vão servir pra gente e, além disso, vou te apresentar alguém...Valeu por ler! 🙂
adiantamento
4 comentários - Ajudo meu tio, agora sou sua sobrinha - 2
Soy maduro de Lomas de zamora