Minha mãe gostosa

No dia seguinte de manhã, minha esposa saiu um pouco mais cedo para o trabalho, então eu tive que deixar minha filha na escola. Quando estava saindo, minha mãe estava tomando café da manhã com meu pai, mas eles não conversavam. Meu pai estava lendo o jornal e minha mãe lavando alguns pratos e copos sujos. Cumprimentei e papeei com eles um pouco enquanto tomava um café. Como meu pai estava lendo, eu podia dar uma olhada de soslaio na bunda da minha mãe, que estava de costas para mim. Nisso, o celular do meu pai toca e ele sai para falar ao telefone lá fora. Minha filha estava se arrumando no quarto dela no segundo andar, então me aproximei da minha mãe por trás. Eu estava usando um short bem leve e a pica estava dura. Me encostei nela, roçando toda a minha dureza na bunda dela, agarrei a cintura dela por trás e mordi a orelha dela para depois falar baixinho no ouvido dela: "Não consegui dormir pensando em você." "Héctor, você é louco, seu pai vai nos ver." "Ele está lá fora, até de pijama você está uma delícia." "Héctor, para, isso é errado, o de ontem à noite também." Eu beijava o pescoço dela e ela só se mexia devagar. "Para, Héctor, sou sua mãe." "Shhhhhhh, isso torna tudo mais interessante, não acha?" "Não, meu amor, isso nunca pode nem vai acontecer." A voz dela tinha mudado, estava mais suave. Nisso, ouvi meu pai abrindo a porta da frente com a chave. Minha mãe, ainda de costas, me empurrou com a bundona para eu me afastar, e eu adorei aquilo. Corri para o banheiro porque minha ereção estava visível. Ela entrou no quarto dela e meu pai continuou tomando café. Minha filha desceu e fomos embora. Deixei minha filha e voltei para casa. Estava com vontade de vê-la, mas ela não estava. Então fui trabalhar. No escritório da academia, continuei pensando nela. Mandei um texto para ela.Minha mãe gostosa
vadia

gostosaQuando cheguei na casa da Laura, a amiga dela, que por sinal era uma mulher muito gostosa e também tava bem delícia, falou pra eu entrar pra conhecer ela. Entrei e cumprimentei. Ela também trabalhava como garçonete. Tinha um cachorrinho que, aliás, quando a gente já tava indo embora, minha mãe se despediu do cachorrinho e se abaixou na minha frente.peitos grandesSubimos no carro, dirigi um pouco pra frente e parei. "Bom, e você não vai me cumprimentar?" "A gente já se cumprimentou de manhã." "Da Laura você se despede com beijinho na bochecha e pra mim não pode dar um?" "Mas na bochecha, vale?" "Vale." Quando ela se aproximou de mim, virei a cabeça e beijei os lábios dela. "Hector!!!!" "Haha, um beijinho não faz mal." "Trapaceiro." Comecei a dirigir. Ela me contou que estava um pouco nervosa. "Não se preocupa, vai dar tudo certo." E segurei a perna dela, o que surpreendentemente não gerou reclamação. Não tirei a mão dali, dirigi o caminho todo assim. Quando chegamos, parei num lugar com pouca visibilidade. "Bom, a gente se vê à noite." "Valeu, meu amor, por me trazer." "Não foi de graça, hehe, você me deve um beijinho." "Tá bom, mas só um selinho." "Sim, sim." Ela se aproximou e me deu o beijinho, dessa vez não forcei mais pra não deixar ela desconfortável. À noite, ela me escreveu de novo pra eu buscá-la. Então fui pegá-la. Quando ela entrou no carro, começou a contar que estava muito cansada e que os pés doíam muito por causa dos saltos. No caminho pra casa, passamos por um parque bem grande. Parei. "Por que você parou?" "Bom, você tá muito cansada, deixa eu te dar uma massagem nos pés antes de chegar em casa e você me conta do seu dia." Ela disse que sim. Sentada no banco do carona, ela passou os pés no meu colo. Comecei a massagear devagar. Ela ia conversando e eu só via como a saia dela subia por causa dos pés onde estavam. De vez em quando, eu subia uma das mãos até a saia dela, roçando a perna. "Valeu, meu amor, eu realmente precisava muito dessa massagem, tô morta." "Pra isso que tô aqui, pra te agradar." "Você é o máximo, te amo muito." "Mereço um beijo, não acha? Mas um de verdade, não quero selinhos." "Hector, só um." Ela se aproximou e me beijou, nossas línguas se devoravam numa batalha de troca de saliva. Apertei ela contra mim pra que não parasse de me beijar. Aos poucos, fui puxando ela mais pra perto até conseguir sentá-la no meu colo e continuamos nos beijando. Reclinei. Ele foi recuando mais pra trás pra eu poder acariciar melhor aquela bunda. Levantei a saia dela completamente. Ela tava com uma tanguinha fininha enfiada naquelas bundonas. Tirei com o dedo e senti aquela bunda apertada e suadinha. "Não, Héctor, essa já não dá mais." "Não tem problema." "Tem sim, tem tudo de errado, isso é errado." "Mas é tão gostoso..." "Não, Héctor." "Bom, pelo menos um boquete." "Tá bom." Ela se virou de novo no banco do carona pra se ajeitar enquanto eu abaixava a calça e ela inclinava a cabeça até o meu pau. Cuspiu nele e começou a chupar. Pelo espelho da porta do carona, dava pra ver o reflexo daquela bunda e da tanguinha, e minha mão acariciando. Era lindo. Ela era uma expert em chupar pau. Cuspia e enfiava tudo na boca, e com a mão subia e descia no tronco. Três minutos de prazer e ela parou. Disse que já era o suficiente e que a gente devia ir pra casa. Nos beijamos de novo e eu dirigi. Fiquei segurando a perna dela o caminho inteiro. Quando chegamos em casa, antes de entrar, nos beijamos de novo.

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