Minha esposa Kenya, enfermeira por acidente
- ME AJUDA, FERNANDO!, por favor, estou com muito medo - ouvi minha esposa gritar pela
caixa de som do meu celular enquanto saía de uma reunião importante para atender sua ligação. Seus gritos
e seu tom nervoso me deixaram bem alterado, não entendia a situação.
- Calma, Kenya, o que aconteceu?, respira!, se acalma e me explica para eu poder te ajudar -
- Atropelei um senhor… juro que não vi ele, ele saiu do nada, não sei como aconteceu, estou com medo,
me ajuda por favor - ela me disse muito alterada enquanto começava a chorar.
- Onde você está?, Como está esse senhor, ele está morto? -
- Ele está bem, tentei ajudar, mas tive que entrar no carro porque ele não parava de
me xingar, estou com medo, acho que quebrei a perna dele - ela disse assustada.
Ela compartilhou a localização e rapidamente peguei um táxi e fui para o lugar. Felizmente
estava perto do meu trabalho, então não demorei muito para chegar. Que sorte, um dos poucos
dias em que empresto o carro para ela ir à escola e acontece isso.
Ao chegar no lugar, vi o carro estacionado na beirada e minha esposa dentro dele. A poucos
metros estava um velho mendigo sentado na calçada reclamando de dor,
apertando o tornozelo com as duas mãos enquanto não tirava o olho do carro.
Me aproximei primeiro da minha esposa para acalmá-la, ela estava aterrorizada, como uma criança
assustada, parecia tão indefesa que me comoveu… ela me contou que tinha medo de que o velho
chamasse a polícia e, apesar de estar numa situação difícil e no meio de todos os
xingamentos que aquele homem dizia, conseguiu convencê-lo a não chamar e, em vez disso,
esperar que eu chegasse para resolver a situação.
A abracei e ela se acalmou um pouco, pedi que me esperasse no carro enquanto chegava a um
acordo.
Ao me aproximar dele, um cheiro forte me fez instintivamente tampar o nariz, suas roupas, além de
velhas e rasgadas, estavam muito sujas, seu cabelo longo e cheio de branco acompanhado de uma barba abundante, quase cobria todo o rosto, e mesmo sentado, dava pra ver que ele era alto, e apesar de parecer velho, devo dizer que estava em boa forma física, calculei uns 60 anos.
- Boa tarde, senhor, meu nome é Fernando, sou o marido da moça que dirigia o carro, vim pra acertar as coisas - falei com um tom firme mas amigável.
- Tô pouco me fudendo quem você é! Só quero que essa putinha que não sabe dirigir pague o que fez, com certeza tava no celular ou distraída com alguma bobagem - ele respondeu de forma grosseira.
- Vamos nos acalmar primeiro, vim aqui pra chegar a um acordo, mas não quero insultos à minha esposa - falei firme.
- Eu sou um militar aposentado, se acham que vão me passar a perna tão muito enganados, sua p... sua esposa me atropelou e quebrou meu pé - o velho me disse mostrando o dano no tornozelo.
A área estava bem inchada pelo forte golpe, <> pensei enquanto o ouvia. Durante alguns minutos conversamos e finalmente chegamos a um acordo.
Subimos no carro e o levamos ao hospital, pedi à minha esposa que fosse pro banco de trás e o velho se acomodou no banco da frente comigo. Durante o trajeto pude ver como ele olhava de forma morbosa pelo retrovisor pra minha esposa, e não é pra menos, afinal por insistência das amigas, Kenya tinha começado a usar roupas mais sexy pra ir à escola.
Depois de algumas horas de espera no hospital, finalmente Raúl, que era o nome daquele mendigo, saiu do consultório.
Engessaram o pé dele, recomendaram repouso absoluto e nós o levamos para casa... ele morava num bairro na periferia da cidade, bem isolado e perigoso.
Uma vez na casa dele, Kenya e eu ajudamos ele a descer e o levamos até a porta. Pude ver como o velho aproveitou para apalpar a cintura da minha esposa, passando a mão de vez em quando na bunda dela com a desculpa de perder o equilíbrio. Ela, completamente submissa e apavorada com a situação, preferiu não dizer nada quando sentiu a mão do velho na bunda.
Deixamos o velho na poltrona e fiquei conversando com ele. Pedi à minha esposa que me esperasse no carro e, depois de alguns minutos, saí.
— Pronto, já tá resolvido... — disse a Kenya quando entrei no carro, e pude ver o rosto dela passar de estresse e preocupação para um alívio profundo.
— Mas... o que aconteceu? Como você convenceu ele? Me conta! — ela disse ansiosa.
— Bom, não foi fácil. Ofereci um dinheiro pra ele não prestar queixa, além de pagar os cuidados médicos... ah, e outra coisa: vou ter que contratar uma enfermeira pra ajudar ele nas atividades diárias. De manhã não tem problema, porque a sobrinha dele mora com ele, mas à tarde, quando ela sai pra trabalhar, é que ele precisa de ajuda.
— Mas... pagar uma enfermeira é muito caro, não é?
— É sim, mas não temos escolha. Era isso ou ele prestar queixa contra você.
— Deixa eu ajudar... por favor. Fui eu quem causei isso, deixa eu pelo menos consertar esse erro — disse minha esposa suplicante.
— Mas e a escola?
— Acho que não vai ter problema. Vou continuar indo de manhã, além disso meus amigos podem me ajudar com as tarefas, e vai ser só temporário, até o Seu Raúl se recuperar.
— Tem certeza? Olha, o velho parece ter um gênio dos infernos. Tem certeza que você vai conseguir?
— Simmm! Prometo que sim. Me sinto muito mal e pelo menos... Dessa forma, vou sentir que ajudei em alguma coisa.
— Certo, então você começa amanhã — falei, não totalmente convencido… não me trazia tranquilidade expor a Kenya a essas situações, mas, por outro lado, era bom que ela tivesse essa iniciativa de fazer as coisas direito. Além disso, não a deixaria sozinha, ficaria de olho bem de perto, pelo menos nos primeiros dias. Uma vez que tivesse certeza de que tudo estava indo bem, a deixaria sozinha de verdade para que consertasse seu erro.
**Dia 1**
Kenya não sabia, mas pedi alguns dias de férias no trabalho para ficar de olho nela. Durante as manhãs, enquanto ela ia para a escola, eu voltaria para casa em vez de ir trabalhar.
Entediado e sem nada para fazer, enquanto minha esposa estudava, decidi mexer em algumas coisas no nosso computador de mesa, mas, para minha surpresa, descobri que ela havia deixado a sessão do WhatsApp Web aberta.
Apesar de inicialmente hesitar se deveria ou não dar uma olhada, a curiosidade falou mais alto e comecei a ver as mensagens dela.
Fiquei muito surpreso ao ver que meus amigos trocavam mensagens com ela com frequência, insinuando coisas, mas minha esposa parecia não entender — não captava o duplo sentido nem as piadas ou brincadeiras que faziam. Mesmo assim, meus "amigos" não perdiam a chance de pedir fotos, convidá-la para sair sem que eu soubesse ou fazê-la confessar alguns atos sexuais.
Felizmente, Kenya não entrou na onda de nenhum deles, seja por ingenuidade ou por falta de interesse.
Continuei revirando e encontrei conversas normais com familiares, até que, mais adiante, achei um grupo com os dois amigos dela da faculdade. Esse chat parecia mais interessante e promissor. Rolei um pouco para ver o começo de uma conversa e, para minha surpresa, estavam falando da "pijamada" que tinham tido há poucos dias, onde minha esposa acabou devorando o pau do amigo Daniel. Parece que estavam planejando outra.
De repente, começaram a chegar várias mensagens — eles estavam conversando bem naquele momento.
Minha esposa estava... estava relatando o acidente que aconteceu e como estava apavorada, também disse a eles que não queria me decepcionar e que estava disposta a dar o meu melhor para ajudar aquele pobre velho. Sem perder a oportunidade, os pirralhos aproveitaram para brincar com a ingenuidade da minha esposa.
Dani: "Mas, se você vai ser enfermeira, imagino que já tem seu uniforme..."
Gabo: "Todo mundo sabe que não dá pra ser enfermeira sem o uniforme, Kenya"
Kenya: "hmm não, não tenho nenhum, mas vocês têm razão, acho que seria mais confortável, vou ter que arrumar um"
Dani: "Não precisa, Keny, a gente te arruma um pra amanhã"
Kenya: "aww muito obrigada, gente, não sei o que faria sem vocês, não sei como pagar por isso que estão fazendo por mim <3"
Gabo: "isso a gente acerta depois, ntp Keny"
Dani: "haha é, Kenya, deixa tudo com a gente"
Gabo: "mas não mostra pro seu marido, hein"
Kenya: "Por quê?"
Dani: "Porque ele vai saber que você contou pra gente..."
Gabi: "E ninguém pode saber do crime que você cometeu"
Kenya: "hmm bom, tem razão, vai ser nosso segredo"
<> enquanto imaginava que tipo de uniforme escolheriam para minha esposa... imaginei por um momento ela vestindo uma lingerie sensual de enfermeira e não pude evitar sentir tesão ao saber que aqueles pirralhos tinham cada vez mais controle sobre ela.
A conversa continuou sem mais assuntos relevantes, eles falaram sobre as aulas e como se organizariam para fazer as próximas tarefas.
Mais tarde, passei para buscá-la na escola e chegamos em casa. Depois de alguns minutos se arrumando, ela saiu do quarto.
— Pronta, vamos logo? — ela disse. Estava usando leggings de ginástica e uma blusa colada no corpo, bem confortável, mas também bem sexy.
Subimos no carro e, durante a conversa, minha esposa me contou que os amigos dela a ajudariam por um tempo com as tarefas. Ela mentiu ao dizer que não tinha contado nada para eles e, obviamente, escondeu a parte do "uniforme" que eles iam conseguir para ela.
Finalmente chegamos e, sem me dar chance de nada, ela me deu um beijo e desceu do carro apressada, como se quisesse acabar com aquilo o mais rápido possível. Vi ela caminhando até a porta da casa, bateu algumas vezes e vi o velho sair, apoiado em uma bengala.
— Não fique aí! Pode entrar — ele disse mal-humorado, quase gritando. — Vamos, me ajuda — falou enquanto se apoiava no ombro da minha esposa, e vi que ele aproveitou para tocar nos peitos dela… Entraram na casa e não consegui ver mais nada.
Estacionei o carro algumas quadras adiante e esperei alguns minutos. Hesitei, mas finalmente decidi descer e tentar espiar aquela casa. Mas, quando estava abrindo a porta do carro, vi minha esposa saindo com sacos de lixo, então fechei rapidamente e só pude espiar pela janela.
Kenya pegou uma vassoura e começou a varrer, depois entrou de novo e pouco depois saiu novamente. Dessa vez, foi até uma pequena loja próxima, comprou alguns mantimentos e cervejas.
Ela chamava a atenção das poucas pessoas que estavam naquele lugar. Alguns homens de uma oficina mecânica assobiavam e começaram a gritar para ela, mas, acostumada com esse tipo de coisa, ela ignorou todos.
Não tive coragem de sair de novo com medo de ser descoberto, então só fiquei esperando no carro. Algumas horas mais e finalmente… recebi uma mensagem no WhatsApp:
Kenya: "amor, já pode vir me buscar, terminei aqui".
Esperei um pouco e finalmente fingi chegar.
- Até amanhã, seu Raul - ela disse ao velho enquanto saía daquela casa.
Ao entrar no carro, suspirou exausta e começou a me contar tudo o que tinha feito. O velho a
pôs para fazer a limpeza da casa, ela teve que lavar as poucas roupas dele, a louça, limpar a casa e
ainda fazer vários favores, como ir ao mercado. Estava tão cansada que acabou
dormindo no caminho de volta para casa.
Dia 2
Repetindo a rotina do dia anterior, ao chegar em casa depois de deixar Kenya na escola,
corri para verificar o computador e, por sorte, a sessão da minha esposa ainda estava
aberta. Imediatamente fui para a conversa com os amigos dela.
Dani: "Kenya, já conseguimos o uniforme para você"
Gabo: "Mas manda foto, hein"
Kenya: "Muito obrigada, gente! Claro, eu mando"
Dani: "Mas conta pra gente, como foi com o velho?"
Kenya: "Foi um inferno, gente, não aguento mais. Ele é um velho chato, muito mal
humorado, fica me insultando, juro que não quero mais ir, mas tenho que fazer isso..."
Dani: "Que tipo de coisas ele te diz?"
Kenya: "Bem, ele fala coisas como: 'move essa bunda, putinha', 'se apressa pra limpar, garota', 'balança
essa bunda desgraçada e vai ao mercado', e ainda me deu um tapa na bunda! Dá pra acreditar?... Ele é
muito grosso, eu olhei feio pra ele, mas parece que não liga."
Gabo: "Kenya, você atropelou ele! Ele tem razão em estar bravo..."
Kenya: "Não sei, ele fica jogando na minha cara que quebrei o pé dele e que, por minha causa,
agora ele não consegue fazer nada sozinho."
Dani: "Ele quer te punir."
Kenya: "Nããão, pelo amor de Deus, não digam isso, gente. Só meu marido faz isso."
Dani: "Seu marido? Mas que tipo de punição é essa... Por que tanto medo?"
Kenya: "O que mais vai ser! Ele me dá no bumbum e dói muito quando ele faz. Ele me
disse que é a forma de punir uma bunduda como eu. Alguns minutos se passaram e não houve resposta... fiquei congelado ao ler essa mensagem, ela é tão ingênua assim? Ou é tão burra pra contar essas coisas pros amigos.
Gabo: "Seu marido é inteligente, essa é a forma certa de aplicar um bom castigo em você, isso e umas boas palmadas na bunda vão ser suficientes pro velho te perdoar."
Kenya: "Ai não, isso seria errado, não seria?"
Dani: "E atropelar ele foi certo?"
Kenya: "Bom, não, mas... isso não é normal, se outro homem me castigar, seria como ser infiel, não seria?"
Gabo: "Kenya, você mesma diz que é doloroso, ou seja, você não gosta... como pode ser traição então? Além do mais, é só pela bunda."
Dani: "Meu pai castigava minha mãe do mesmo jeito, dando nela pelo cu, ela é quase tão bunduda quanto você, até eu já castiguei ela algumas vezes, é algo bem comum hoje em dia."
Kenya: "É mesmo? Mmmm, mas... vocês acham que o Seu Raul tá querendo isso? Me castigar?..."
Dani: "É óbvio! Por isso ele te trata assim, quer arrombar seu cu pra te dar o que você merece e sejamos honestos, você merece, com certeza atropelou ele por distraída."
Gabo: "Até a gente devia te dar uma lição haha, claro, pelo seu bem..."
Kenya: "Então o que eu devo fazer?"
Dani: "Bom, é óbvio, Kenya, deixar ele arrombar seu cu!"
Kenya: "Depois a gente conversa, já vou sair da aula"
Minha cabeça estava a ponto de explodir, não conseguia acreditar como tinham convencido minha esposa tão fácil a deixar o velho comer ela. Definitivamente esses pirralhos eram espertos e a Kenya muito burra ou muito puta. Imaginei ela por um instante de quatro, sendo penetrada no cu pelo Seu Raul e não pude evitar desabotoar minha calça e começar a me masturbar... Sei que não é normal ficar excitado imaginando um velho nojento fudendo minha esposa, mas não conseguia evitar, aquela pele tão branca e macia sendo sujada por aquele homem.
Mais tarde passei na escola pra buscar a Kenya e levei ela pra casa. Aproveitei um momento em que ela entrou no banheiro pra dar uma olhada... sua mochila e encontrar uma fantasia erótica de enfermeira… esses malditos moleques fizeram um bom trabalho escolhendo, imaginei minha esposa usando e a cara que o velho faria ao vê-la.
Rapidamente guardei tudo no lugar quando ouvi ela saindo do banheiro, minutos depois ela já estava pronta para ir com o velho…
Chegamos no lugar e ela se despediu de mim, notei que ela estava um pouco desconfortável e nervosa, mas preferi não dizer nada.
Assim que a vi entrando naquela casa, andei algumas quadras para estacionar o carro e dessa vez me esgueirei rapidamente até a janela daquela casa isolada, encontrei um lugar seguro para não ser descoberto e consegui acesso a uma pequena janela onde, felizmente, podia ver a casa inteira. Não era muito grande, na verdade, tinha apenas um espaço dividido entre banheiro, um sofá/cama e um pequeno canto que servia de cozinha – dava pra ver tudo da minha posição.
— Ai, seu Raul! Agora que você derrubou — disse minha esposa num tom gentil, até brincalhão, enquanto se agachava com uma escova e começava a esfregar uma mancha no tapete.
A cena que vi foi bastante excitante: minha esposa de quatro, completamente empinada, esfregando com força enquanto o velho não tirava os olhos da bunda dela.
- Já estou quase terminando, seu Raul - disse minha esposa inocente, orgulhosa por ter conseguido tirar aquela mancha.
- Cale a boca, puta! Isso não teria acontecido se eu estivesse saudável… tudo isso é culpa sua, você deveria esfregar o chão inteiro como castigo! -
- Castigo?… o senhor… o senhor quer me castigar, seu Raul? - perguntou Kenya, nervosa.
- Se eu quero te castigar? Se não fosse meu pé machucado, já teria te dado o que você merece, puta. Além disso, você vem aqui pra me ajudar, segundo você, mas olha como vem vestida! Parece uma vadia com essa saia, mostrando toda a bunda. Quer me provocar, é? -
- Mas… mas… seu Raul, eu trouxe um uniforme, está na minha mochila. Meus amigos me ajudaram a conseguir… Deixe eu me trocar, o senhor vai ver que sou uma profissional!
Kenya levou a mochila ao banheiro, um banheiro pequeno coberto por uma cortina de plástico em vez de parede e porta. Depois de alguns minutos, tanto o velho quanto eu ouvimos minha esposa falando alto, em dúvida se saía ou não.
- Acho que meus amigos erraram… isso nem me serve direito, e não acho que enfermeiras usem essas coisas. -
- Já sai logo! Para de perder tempo. Além disso, lembra que ontem você disse que me ajudaria a tomar banho - gritou o velho - pra lavar bem meu pau… - murmurou baixinho, mas eu consegui ouvir.
Vimos a cortina de plástico se abrir, e minha esposa sensual apareceu na frente do velho, exibindo uma fantasia sexy de enfermeira.
Os olhos e a boca do velho se abriram com incredulidade.
— Puta que pariu! — foi tudo que ele conseguiu dizer, enquanto eu sentia algo endurecendo dentro da minha calça.
— Acho que esse uniforme ficou muito pequeno em mim… mas já estou pronta para dar seu banho, Seu Raul, hmm só uma coisinha… você poderia tirar umas fotos minhas? É para uns amigos… — disse minha esposa.
O velho só conseguiu acenar com a cabeça enquanto pegava o celular da Kenya, e ela, por sua vez, começou a se colocar em diferentes poses.
Segunda parte:https://www.patreon.com/posts/mi-esposa-kenya-95765717?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_link
- Boa tarde, senhor, meu nome é Fernando, sou o marido da moça que dirigia o carro, vim pra acertar as coisas - falei com um tom firme mas amigável.
- Tô pouco me fudendo quem você é! Só quero que essa putinha que não sabe dirigir pague o que fez, com certeza tava no celular ou distraída com alguma bobagem - ele respondeu de forma grosseira.
- Vamos nos acalmar primeiro, vim aqui pra chegar a um acordo, mas não quero insultos à minha esposa - falei firme.
- Eu sou um militar aposentado, se acham que vão me passar a perna tão muito enganados, sua p... sua esposa me atropelou e quebrou meu pé - o velho me disse mostrando o dano no tornozelo.
A área estava bem inchada pelo forte golpe, <
Subimos no carro e o levamos ao hospital, pedi à minha esposa que fosse pro banco de trás e o velho se acomodou no banco da frente comigo. Durante o trajeto pude ver como ele olhava de forma morbosa pelo retrovisor pra minha esposa, e não é pra menos, afinal por insistência das amigas, Kenya tinha começado a usar roupas mais sexy pra ir à escola.
Depois de algumas horas de espera no hospital, finalmente Raúl, que era o nome daquele mendigo, saiu do consultório. Engessaram o pé dele, recomendaram repouso absoluto e nós o levamos para casa... ele morava num bairro na periferia da cidade, bem isolado e perigoso.
Uma vez na casa dele, Kenya e eu ajudamos ele a descer e o levamos até a porta. Pude ver como o velho aproveitou para apalpar a cintura da minha esposa, passando a mão de vez em quando na bunda dela com a desculpa de perder o equilíbrio. Ela, completamente submissa e apavorada com a situação, preferiu não dizer nada quando sentiu a mão do velho na bunda.
Deixamos o velho na poltrona e fiquei conversando com ele. Pedi à minha esposa que me esperasse no carro e, depois de alguns minutos, saí.
— Pronto, já tá resolvido... — disse a Kenya quando entrei no carro, e pude ver o rosto dela passar de estresse e preocupação para um alívio profundo.
— Mas... o que aconteceu? Como você convenceu ele? Me conta! — ela disse ansiosa.
— Bom, não foi fácil. Ofereci um dinheiro pra ele não prestar queixa, além de pagar os cuidados médicos... ah, e outra coisa: vou ter que contratar uma enfermeira pra ajudar ele nas atividades diárias. De manhã não tem problema, porque a sobrinha dele mora com ele, mas à tarde, quando ela sai pra trabalhar, é que ele precisa de ajuda.
— Mas... pagar uma enfermeira é muito caro, não é?
— É sim, mas não temos escolha. Era isso ou ele prestar queixa contra você.
— Deixa eu ajudar... por favor. Fui eu quem causei isso, deixa eu pelo menos consertar esse erro — disse minha esposa suplicante.
— Mas e a escola?
— Acho que não vai ter problema. Vou continuar indo de manhã, além disso meus amigos podem me ajudar com as tarefas, e vai ser só temporário, até o Seu Raúl se recuperar.
— Tem certeza? Olha, o velho parece ter um gênio dos infernos. Tem certeza que você vai conseguir?
— Simmm! Prometo que sim. Me sinto muito mal e pelo menos... Dessa forma, vou sentir que ajudei em alguma coisa.
— Certo, então você começa amanhã — falei, não totalmente convencido… não me trazia tranquilidade expor a Kenya a essas situações, mas, por outro lado, era bom que ela tivesse essa iniciativa de fazer as coisas direito. Além disso, não a deixaria sozinha, ficaria de olho bem de perto, pelo menos nos primeiros dias. Uma vez que tivesse certeza de que tudo estava indo bem, a deixaria sozinha de verdade para que consertasse seu erro.
**Dia 1**
Kenya não sabia, mas pedi alguns dias de férias no trabalho para ficar de olho nela. Durante as manhãs, enquanto ela ia para a escola, eu voltaria para casa em vez de ir trabalhar.
Entediado e sem nada para fazer, enquanto minha esposa estudava, decidi mexer em algumas coisas no nosso computador de mesa, mas, para minha surpresa, descobri que ela havia deixado a sessão do WhatsApp Web aberta.
Apesar de inicialmente hesitar se deveria ou não dar uma olhada, a curiosidade falou mais alto e comecei a ver as mensagens dela.
Fiquei muito surpreso ao ver que meus amigos trocavam mensagens com ela com frequência, insinuando coisas, mas minha esposa parecia não entender — não captava o duplo sentido nem as piadas ou brincadeiras que faziam. Mesmo assim, meus "amigos" não perdiam a chance de pedir fotos, convidá-la para sair sem que eu soubesse ou fazê-la confessar alguns atos sexuais.
Felizmente, Kenya não entrou na onda de nenhum deles, seja por ingenuidade ou por falta de interesse.
Continuei revirando e encontrei conversas normais com familiares, até que, mais adiante, achei um grupo com os dois amigos dela da faculdade. Esse chat parecia mais interessante e promissor. Rolei um pouco para ver o começo de uma conversa e, para minha surpresa, estavam falando da "pijamada" que tinham tido há poucos dias, onde minha esposa acabou devorando o pau do amigo Daniel. Parece que estavam planejando outra.
De repente, começaram a chegar várias mensagens — eles estavam conversando bem naquele momento.
Minha esposa estava... estava relatando o acidente que aconteceu e como estava apavorada, também disse a eles que não queria me decepcionar e que estava disposta a dar o meu melhor para ajudar aquele pobre velho. Sem perder a oportunidade, os pirralhos aproveitaram para brincar com a ingenuidade da minha esposa.
Dani: "Mas, se você vai ser enfermeira, imagino que já tem seu uniforme..."
Gabo: "Todo mundo sabe que não dá pra ser enfermeira sem o uniforme, Kenya"
Kenya: "hmm não, não tenho nenhum, mas vocês têm razão, acho que seria mais confortável, vou ter que arrumar um"
Dani: "Não precisa, Keny, a gente te arruma um pra amanhã"
Kenya: "aww muito obrigada, gente, não sei o que faria sem vocês, não sei como pagar por isso que estão fazendo por mim <3"
Gabo: "isso a gente acerta depois, ntp Keny"
Dani: "haha é, Kenya, deixa tudo com a gente"
Gabo: "mas não mostra pro seu marido, hein"
Kenya: "Por quê?"
Dani: "Porque ele vai saber que você contou pra gente..."
Gabi: "E ninguém pode saber do crime que você cometeu"
Kenya: "hmm bom, tem razão, vai ser nosso segredo"
<
A conversa continuou sem mais assuntos relevantes, eles falaram sobre as aulas e como se organizariam para fazer as próximas tarefas.Mais tarde, passei para buscá-la na escola e chegamos em casa. Depois de alguns minutos se arrumando, ela saiu do quarto.
— Pronta, vamos logo? — ela disse. Estava usando leggings de ginástica e uma blusa colada no corpo, bem confortável, mas também bem sexy.
Subimos no carro e, durante a conversa, minha esposa me contou que os amigos dela a ajudariam por um tempo com as tarefas. Ela mentiu ao dizer que não tinha contado nada para eles e, obviamente, escondeu a parte do "uniforme" que eles iam conseguir para ela.
Finalmente chegamos e, sem me dar chance de nada, ela me deu um beijo e desceu do carro apressada, como se quisesse acabar com aquilo o mais rápido possível. Vi ela caminhando até a porta da casa, bateu algumas vezes e vi o velho sair, apoiado em uma bengala.
— Não fique aí! Pode entrar — ele disse mal-humorado, quase gritando. — Vamos, me ajuda — falou enquanto se apoiava no ombro da minha esposa, e vi que ele aproveitou para tocar nos peitos dela… Entraram na casa e não consegui ver mais nada.
Estacionei o carro algumas quadras adiante e esperei alguns minutos. Hesitei, mas finalmente decidi descer e tentar espiar aquela casa. Mas, quando estava abrindo a porta do carro, vi minha esposa saindo com sacos de lixo, então fechei rapidamente e só pude espiar pela janela.
Kenya pegou uma vassoura e começou a varrer, depois entrou de novo e pouco depois saiu novamente. Dessa vez, foi até uma pequena loja próxima, comprou alguns mantimentos e cervejas.
Ela chamava a atenção das poucas pessoas que estavam naquele lugar. Alguns homens de uma oficina mecânica assobiavam e começaram a gritar para ela, mas, acostumada com esse tipo de coisa, ela ignorou todos.
Não tive coragem de sair de novo com medo de ser descoberto, então só fiquei esperando no carro. Algumas horas mais e finalmente… recebi uma mensagem no WhatsApp:
Kenya: "amor, já pode vir me buscar, terminei aqui".
Esperei um pouco e finalmente fingi chegar.
- Até amanhã, seu Raul - ela disse ao velho enquanto saía daquela casa.
Ao entrar no carro, suspirou exausta e começou a me contar tudo o que tinha feito. O velho a
pôs para fazer a limpeza da casa, ela teve que lavar as poucas roupas dele, a louça, limpar a casa e
ainda fazer vários favores, como ir ao mercado. Estava tão cansada que acabou
dormindo no caminho de volta para casa.
Dia 2
Repetindo a rotina do dia anterior, ao chegar em casa depois de deixar Kenya na escola,
corri para verificar o computador e, por sorte, a sessão da minha esposa ainda estava
aberta. Imediatamente fui para a conversa com os amigos dela.
Dani: "Kenya, já conseguimos o uniforme para você"
Gabo: "Mas manda foto, hein"
Kenya: "Muito obrigada, gente! Claro, eu mando"
Dani: "Mas conta pra gente, como foi com o velho?"
Kenya: "Foi um inferno, gente, não aguento mais. Ele é um velho chato, muito mal
humorado, fica me insultando, juro que não quero mais ir, mas tenho que fazer isso..."
Dani: "Que tipo de coisas ele te diz?"
Kenya: "Bem, ele fala coisas como: 'move essa bunda, putinha', 'se apressa pra limpar, garota', 'balança
essa bunda desgraçada e vai ao mercado', e ainda me deu um tapa na bunda! Dá pra acreditar?... Ele é
muito grosso, eu olhei feio pra ele, mas parece que não liga."
Gabo: "Kenya, você atropelou ele! Ele tem razão em estar bravo..."
Kenya: "Não sei, ele fica jogando na minha cara que quebrei o pé dele e que, por minha causa,
agora ele não consegue fazer nada sozinho."
Dani: "Ele quer te punir."
Kenya: "Nããão, pelo amor de Deus, não digam isso, gente. Só meu marido faz isso."
Dani: "Seu marido? Mas que tipo de punição é essa... Por que tanto medo?"
Kenya: "O que mais vai ser! Ele me dá no bumbum e dói muito quando ele faz. Ele me
disse que é a forma de punir uma bunduda como eu. Alguns minutos se passaram e não houve resposta... fiquei congelado ao ler essa mensagem, ela é tão ingênua assim? Ou é tão burra pra contar essas coisas pros amigos.
Gabo: "Seu marido é inteligente, essa é a forma certa de aplicar um bom castigo em você, isso e umas boas palmadas na bunda vão ser suficientes pro velho te perdoar."
Kenya: "Ai não, isso seria errado, não seria?"
Dani: "E atropelar ele foi certo?"
Kenya: "Bom, não, mas... isso não é normal, se outro homem me castigar, seria como ser infiel, não seria?"
Gabo: "Kenya, você mesma diz que é doloroso, ou seja, você não gosta... como pode ser traição então? Além do mais, é só pela bunda."
Dani: "Meu pai castigava minha mãe do mesmo jeito, dando nela pelo cu, ela é quase tão bunduda quanto você, até eu já castiguei ela algumas vezes, é algo bem comum hoje em dia."
Kenya: "É mesmo? Mmmm, mas... vocês acham que o Seu Raul tá querendo isso? Me castigar?..."
Dani: "É óbvio! Por isso ele te trata assim, quer arrombar seu cu pra te dar o que você merece e sejamos honestos, você merece, com certeza atropelou ele por distraída."
Gabo: "Até a gente devia te dar uma lição haha, claro, pelo seu bem..."
Kenya: "Então o que eu devo fazer?"
Dani: "Bom, é óbvio, Kenya, deixar ele arrombar seu cu!"
Kenya: "Depois a gente conversa, já vou sair da aula"
Minha cabeça estava a ponto de explodir, não conseguia acreditar como tinham convencido minha esposa tão fácil a deixar o velho comer ela. Definitivamente esses pirralhos eram espertos e a Kenya muito burra ou muito puta. Imaginei ela por um instante de quatro, sendo penetrada no cu pelo Seu Raul e não pude evitar desabotoar minha calça e começar a me masturbar... Sei que não é normal ficar excitado imaginando um velho nojento fudendo minha esposa, mas não conseguia evitar, aquela pele tão branca e macia sendo sujada por aquele homem.
Mais tarde passei na escola pra buscar a Kenya e levei ela pra casa. Aproveitei um momento em que ela entrou no banheiro pra dar uma olhada... sua mochila e encontrar uma fantasia erótica de enfermeira… esses malditos moleques fizeram um bom trabalho escolhendo, imaginei minha esposa usando e a cara que o velho faria ao vê-la.
Rapidamente guardei tudo no lugar quando ouvi ela saindo do banheiro, minutos depois ela já estava pronta para ir com o velho…
Chegamos no lugar e ela se despediu de mim, notei que ela estava um pouco desconfortável e nervosa, mas preferi não dizer nada.
Assim que a vi entrando naquela casa, andei algumas quadras para estacionar o carro e dessa vez me esgueirei rapidamente até a janela daquela casa isolada, encontrei um lugar seguro para não ser descoberto e consegui acesso a uma pequena janela onde, felizmente, podia ver a casa inteira. Não era muito grande, na verdade, tinha apenas um espaço dividido entre banheiro, um sofá/cama e um pequeno canto que servia de cozinha – dava pra ver tudo da minha posição.
— Ai, seu Raul! Agora que você derrubou — disse minha esposa num tom gentil, até brincalhão, enquanto se agachava com uma escova e começava a esfregar uma mancha no tapete.
A cena que vi foi bastante excitante: minha esposa de quatro, completamente empinada, esfregando com força enquanto o velho não tirava os olhos da bunda dela.
- Já estou quase terminando, seu Raul - disse minha esposa inocente, orgulhosa por ter conseguido tirar aquela mancha. - Cale a boca, puta! Isso não teria acontecido se eu estivesse saudável… tudo isso é culpa sua, você deveria esfregar o chão inteiro como castigo! -
- Castigo?… o senhor… o senhor quer me castigar, seu Raul? - perguntou Kenya, nervosa.
- Se eu quero te castigar? Se não fosse meu pé machucado, já teria te dado o que você merece, puta. Além disso, você vem aqui pra me ajudar, segundo você, mas olha como vem vestida! Parece uma vadia com essa saia, mostrando toda a bunda. Quer me provocar, é? -
- Mas… mas… seu Raul, eu trouxe um uniforme, está na minha mochila. Meus amigos me ajudaram a conseguir… Deixe eu me trocar, o senhor vai ver que sou uma profissional!
Kenya levou a mochila ao banheiro, um banheiro pequeno coberto por uma cortina de plástico em vez de parede e porta. Depois de alguns minutos, tanto o velho quanto eu ouvimos minha esposa falando alto, em dúvida se saía ou não.
- Acho que meus amigos erraram… isso nem me serve direito, e não acho que enfermeiras usem essas coisas. -
- Já sai logo! Para de perder tempo. Além disso, lembra que ontem você disse que me ajudaria a tomar banho - gritou o velho - pra lavar bem meu pau… - murmurou baixinho, mas eu consegui ouvir.
Vimos a cortina de plástico se abrir, e minha esposa sensual apareceu na frente do velho, exibindo uma fantasia sexy de enfermeira.
Os olhos e a boca do velho se abriram com incredulidade.— Puta que pariu! — foi tudo que ele conseguiu dizer, enquanto eu sentia algo endurecendo dentro da minha calça.
— Acho que esse uniforme ficou muito pequeno em mim… mas já estou pronta para dar seu banho, Seu Raul, hmm só uma coisinha… você poderia tirar umas fotos minhas? É para uns amigos… — disse minha esposa.
O velho só conseguiu acenar com a cabeça enquanto pegava o celular da Kenya, e ela, por sua vez, começou a se colocar em diferentes poses.
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2 comentários - Minha esposa Kenya, enfermeira por acidente