Nesses meses que venho vendo como fazem dela uma puta na cama, tive que viver umas paradas interessantes e muito quentes pra mim.
A verdade é que eu estaria mentindo se dissesse que não tenho vontade de comer minha mãe. Ver ela se esfregando igual uma cabra na pica de outro me excita, e a reação do cara sentindo aquilo me chama ainda mais atenção. Ver como abrem as pernas dela, como colocam ela de quatro, ver ela cavalgando em cima de uma pica — isso eu adoro ver nela. Ver como ela suga a alma dos outros é muito excitante.
Mas o que me apaixona na minha mãe é quando ela senta de frente, o corpo suando, ela toda gostosa, o outro cara com o pau bem duro, transando sem camisinha, seja por onde ela tiver, se na buceta ou no cu, ela dá uns sentões muito bons. Sempre que ela senta em qualquer homem, ela faz eles gozarem dentro dela, e mais ainda quando ele tá tudo dentro e ela começa a rebolando aquele rabão, aí sim os caras têm um orgasmo. Quando eu vi ela fazer isso, me excitei e gozei nas pernas dela, e ela me deu uma bronca.
Uma vez, enquanto estávamos no meu quarto deitados pelados e conversando, ela viu que eu tava bem peludo lá embaixo e falou que queria me depilar. Eu disse que sim, levantei e fui com ela até o banheiro. Ela passou sabão nas mãos e espalhou no meu pau, e eu senti uma delícia, me deixou bem limpinho naquela área. Durante toda a depilação, eu fiquei de pau duro, e quando ela se aproximou pra cheirar minhas bolas pra ver se tavam bem limpas, senti o nariz dela encostando no meu pênis. Aí gozei na testa dela sem nem me tocar, só vi meu esperma começar a espirrar no nariz dela. Ela começou a rir e disse que não tinha problema nenhum.
Mas só uns dias antes do meu pai chegar, ela me falou pra tomar banho com ela. No banheiro tem uma banheira e a gente entrou junto. Eu tava olhando pra ela de frente enquanto ela se tocava nos peitos. Naquele dia eu tava fumando maconha e ela não fuma, mas quis experimentar e parece que bateu legal. Minutos depois, ela continuava se tocando e eu senti o pé dela perto de mim. Cheguei mais perto e comecei a passar meu pau no pé dela, fazendo carinho. Ela me sorria bem safada. Continuei fazendo aquilo até ela pedir a toalha. Ela tava de joelhos esperando. Cheguei e ia colocar a toalha por trás. Parei atrás dela e encostei meu pau na nuca dela. Ela falou pra eu ir com calma. Comecei a abaixar a toalha enquanto esfregava minhas bolas e o pau nas costas dela. Ajudei ela a se levantar e fui andando atrás, olhando aquela bunda enorme quicando. Ela andou mais rebolando e eu fui me tocando, vendo como ela caminhava.
Naquele mesmo dia, lá pras 6 da tarde, ela me pediu pra ajudar a guardar as roupas dela e me deu uma sacola cheia de só fio dental. Guardei tudo e vi que ela só usa aquelas bem fininhas. Aquela tarde foi a última vez que ela ficou pelada na minha frente, agora só semana que vem, quando meu pai for embora. Naquela tarde, ela disse que queria que eu respondesse as perguntas dela com sinceridade. Falei que sim, e ela me perguntou se eu tava afim dela. Sinceramente, respondi que sim, mas que era passageiro e ia passar rápido. Ela disse que não tinha nada de errado, mas que não podia rolar. Só que ela deixou eu fazer uma coisa bem gostosa.
Minha mãe falou que só por hoje eu posso tocar nela e que ela ia me ajudar com a ereção. Eu esfreguei a pica toda na bunda dela e toquei na buceta, mas ela ficou desconfortável e disse que só hoje faria o que fez naquela tarde.
Ela se levantou e dançou feito uma puta pra mim até chegar no meu pau duro e olhar bem de perto, ela ficava olhando hipnotizada e dava beijinhos na cabeça, mas depois enfiou na boca e chupou por uns 5 segundos, aí tirou e falou que não podia fazer aquilo comigo, e virou de costas empinando a bunda, me disse que se eu quisesse meter, que metesse, porque ela não podia fazer nada da parte dela. Sinceramente, eu pensei e decidi não fazer porque ela não se sentia confortável. Hoje em dia, quando o pai sai um pouco, ela fica pelada e me provoca, mas vamos ver se ela se decide a ser minha putinha.
A verdade é que eu estaria mentindo se dissesse que não tenho vontade de comer minha mãe. Ver ela se esfregando igual uma cabra na pica de outro me excita, e a reação do cara sentindo aquilo me chama ainda mais atenção. Ver como abrem as pernas dela, como colocam ela de quatro, ver ela cavalgando em cima de uma pica — isso eu adoro ver nela. Ver como ela suga a alma dos outros é muito excitante.
Mas o que me apaixona na minha mãe é quando ela senta de frente, o corpo suando, ela toda gostosa, o outro cara com o pau bem duro, transando sem camisinha, seja por onde ela tiver, se na buceta ou no cu, ela dá uns sentões muito bons. Sempre que ela senta em qualquer homem, ela faz eles gozarem dentro dela, e mais ainda quando ele tá tudo dentro e ela começa a rebolando aquele rabão, aí sim os caras têm um orgasmo. Quando eu vi ela fazer isso, me excitei e gozei nas pernas dela, e ela me deu uma bronca.
Uma vez, enquanto estávamos no meu quarto deitados pelados e conversando, ela viu que eu tava bem peludo lá embaixo e falou que queria me depilar. Eu disse que sim, levantei e fui com ela até o banheiro. Ela passou sabão nas mãos e espalhou no meu pau, e eu senti uma delícia, me deixou bem limpinho naquela área. Durante toda a depilação, eu fiquei de pau duro, e quando ela se aproximou pra cheirar minhas bolas pra ver se tavam bem limpas, senti o nariz dela encostando no meu pênis. Aí gozei na testa dela sem nem me tocar, só vi meu esperma começar a espirrar no nariz dela. Ela começou a rir e disse que não tinha problema nenhum.
Mas só uns dias antes do meu pai chegar, ela me falou pra tomar banho com ela. No banheiro tem uma banheira e a gente entrou junto. Eu tava olhando pra ela de frente enquanto ela se tocava nos peitos. Naquele dia eu tava fumando maconha e ela não fuma, mas quis experimentar e parece que bateu legal. Minutos depois, ela continuava se tocando e eu senti o pé dela perto de mim. Cheguei mais perto e comecei a passar meu pau no pé dela, fazendo carinho. Ela me sorria bem safada. Continuei fazendo aquilo até ela pedir a toalha. Ela tava de joelhos esperando. Cheguei e ia colocar a toalha por trás. Parei atrás dela e encostei meu pau na nuca dela. Ela falou pra eu ir com calma. Comecei a abaixar a toalha enquanto esfregava minhas bolas e o pau nas costas dela. Ajudei ela a se levantar e fui andando atrás, olhando aquela bunda enorme quicando. Ela andou mais rebolando e eu fui me tocando, vendo como ela caminhava.
Naquele mesmo dia, lá pras 6 da tarde, ela me pediu pra ajudar a guardar as roupas dela e me deu uma sacola cheia de só fio dental. Guardei tudo e vi que ela só usa aquelas bem fininhas. Aquela tarde foi a última vez que ela ficou pelada na minha frente, agora só semana que vem, quando meu pai for embora. Naquela tarde, ela disse que queria que eu respondesse as perguntas dela com sinceridade. Falei que sim, e ela me perguntou se eu tava afim dela. Sinceramente, respondi que sim, mas que era passageiro e ia passar rápido. Ela disse que não tinha nada de errado, mas que não podia rolar. Só que ela deixou eu fazer uma coisa bem gostosa.
Minha mãe falou que só por hoje eu posso tocar nela e que ela ia me ajudar com a ereção. Eu esfreguei a pica toda na bunda dela e toquei na buceta, mas ela ficou desconfortável e disse que só hoje faria o que fez naquela tarde.
Ela se levantou e dançou feito uma puta pra mim até chegar no meu pau duro e olhar bem de perto, ela ficava olhando hipnotizada e dava beijinhos na cabeça, mas depois enfiou na boca e chupou por uns 5 segundos, aí tirou e falou que não podia fazer aquilo comigo, e virou de costas empinando a bunda, me disse que se eu quisesse meter, que metesse, porque ela não podia fazer nada da parte dela. Sinceramente, eu pensei e decidi não fazer porque ela não se sentia confortável. Hoje em dia, quando o pai sai um pouco, ela fica pelada e me provoca, mas vamos ver se ela se decide a ser minha putinha.
1 comentários - O tempo com ela é intenso pra caralho