O filho do patrão agora é minha nova mulherzinha e eu uso todos os buracos dela ao meu prazer.
Esta história é 100% verdadeira, vivemos no campo, sou felizmente casado com minha mulher e tenho 2 filhos, uma família completamente normal, mas meu pau sempre pedia mais prazeres, mais tesão e perversão deliciosa. É assim que começa esta história: há alguns anos, encontrei uma oferta de trabalho no campo, nos mudamos eu e minha família. Era um lugar afastado, uma fazenda enorme cheia de árvores frutíferas. O trabalho era eu cuidar dos terrenos e colher os frutos para vender. Meus patrões eram um casal bonito, especialmente a mulher, uma senhora de cabelo loiro e muito branca, com traços e atributos que qualquer um sonharia. Sempre tentei me aproximar dela para ter nossas aventuras sujas, mas ela era muito conservadora, sempre esquiva e leal ao marido. O casamento parecia ir bem, e fruto disso eles tinham um filho muito tímido de uns 17 anos. Ele se parecia mais com a mãe do que com o pai, já que não deixavam ele fazer esforço físico — para isso estava eu, um macho forte e musculoso, decidido a trabalhar pesado. Foi assim que eu atendia a família enquanto o pequeno querubim só ia para os estudos e voltava para casa. Aos poucos, me aproximei dele para conhecer os segredos da família e descobrir se tinha chance de ter uma relação carnal com a dona da casa. Me tornei muito amigo dele. Ele me contava suas coisas, que era vítima de bullying na escola, zoavam por causa da pele branca e da carinha angelical de menina inocente. Eu fazia brincadeiras, mas ele só ficava triste. Além disso, ele me dizia que a maior zoação que faziam era por causa das pernas de mulher dele, que todo mundo falava que ele tinha corpo afeminado. Meu pau de macho deu um pulo ao ouvir essa putaria gostosa. Pedi, entre brincadeiras, que ele se trocasse e viesse com uns shorts curtos, de esporte, para confirmar se era só implicância o que falavam sobre as pernas e o corpo dele. Depois de insistir... Tanto insisti que, pra minha surpresa, ele tinha o corpo da mãe, um pouco mais magro e menor, mas era uma menina. Aquele moleque tava condenado a ser a travesti de algum macho, e minha pica tava me dizendo que eu devia ser aquele homem na vida dele. Tive uma ereção violenta, tive que sair dali correndo pro banheiro pra bater uma punheta e aliviar aquele desejo que tinha nascido em mim. Me apaixonei por um menino que seria minha mulher. Foi assim que eu trabalhei o filho do patrão pra ele, aos poucos, se transformar numa mulherzinha. Eu me aproximava dele com revistas pornô, ele tinha as primeiras ereções dele, mas eu falava coisas tipo: "Olha como a mulher goza", "Ser mulher devia ser o maior prazer". Assim consegui ganhar a ternura dele. A gente brincava de coisinhas que, aos poucos, despertavam a mulher nele. Eu mostrava meu pau enorme de vez em quando pra ele ficar curioso, e assim eu tocava nele enquanto brincava com a micro piroca dele. Dava roupinha íntima de menina pra ele experimentar. Ele me confessava que batia as punhetas mais gostosas usando aquilo. Assim, aos poucos, eu o feminilizei. Os pais nem desconfiavam, porque viviam ocupados com as vendas. Um dia, a gente entrou no quarto da mãe dele e eu convenci ele a usar um vestidinho curto que encontramos, junto com as calcinhas mais ousadas da própria mãe dele. Entre brincadeiras, ele topou, e aos poucos fomos nos acariciando. Ele adorava. Era a sexualização perfeita dele, já que nunca tinha estado com ninguém. Assim eu o tinha dominado, ou melhor, dominada. Mostrava mais revistas pornô com situações mais deliciosas, como penetração e chupadas. Ele adorava, dizia que queria ser uma princesa igual àquelas mulheres. Então, um dia, falei que ia levar uma peruca e que a gente ia roubar a roupa da mãe dele pra transformá-lo numa rainha e ter nosso próprio piquenique. Garanti que a gente fosse o mais longe possível da fazenda. Lá, ele se vestiu de menina completamente, se maquiou leve. Era a cara da mãe, e ainda mais linda. Tinha nascido uma mulher. Mas ainda não, ainda faltava o sim. Iniciação, sem perder tempo com joguinhos, fui me despir mostrando meu corpo de um verdadeiro macho. O moleque ficou extasiado com tanta putaria que ensinei, e ele só repetiu o mesmo em mim: me beijou, me tocou, e assim, aos poucos, desceu pra chupar minha pica gostosa. Eu também parti pra chupar aquele cuzão, dilatei ele pra iniciar a vida dele como mulher. Com o pinto ridículo dele balançando, coloquei ele de quatro e lentamente meti toda a minha pica enorme. Ele queria se soltar por causa da dor, mas eu agarrei aquelas cadeiras enormes e só pensei que era a dona de casa, mas na verdade eu tava criando a futura dona de casa. Ensinei o que é ser mulher. Não parei de meter naquela nenzinha transsexual que eu mesmo me encarreguei de formar. Foi a coisa mais gostosa. Assim tivemos nosso dia de campo cheio de porra e perversão. Foi assim que transformei o filho do patrão na minha mulher pessoal, do meu jeito. Ainda tô lá e eles não descobrem, embora o moleque já tenha mostrado seu lado afeminado, causando problemas pros pais dele. Mas hoje em dia isso é normal, eles têm que aceitar a ideia de que têm uma princesinha em casa, cheia de porra do próprio funcionário que usa ela à vontade. Tiramos uma foto e eu dei pra ele desenhar, porque ele adorava ver as imagens nas revistas pornô e, com seus dotes artísticos típicos de um moleque afeminado, conseguiu capturar exatamente o momento mais sublime, quando eu o transformei em mulher. Aqui está o resultado.
Esta história é 100% verdadeira, vivemos no campo, sou felizmente casado com minha mulher e tenho 2 filhos, uma família completamente normal, mas meu pau sempre pedia mais prazeres, mais tesão e perversão deliciosa. É assim que começa esta história: há alguns anos, encontrei uma oferta de trabalho no campo, nos mudamos eu e minha família. Era um lugar afastado, uma fazenda enorme cheia de árvores frutíferas. O trabalho era eu cuidar dos terrenos e colher os frutos para vender. Meus patrões eram um casal bonito, especialmente a mulher, uma senhora de cabelo loiro e muito branca, com traços e atributos que qualquer um sonharia. Sempre tentei me aproximar dela para ter nossas aventuras sujas, mas ela era muito conservadora, sempre esquiva e leal ao marido. O casamento parecia ir bem, e fruto disso eles tinham um filho muito tímido de uns 17 anos. Ele se parecia mais com a mãe do que com o pai, já que não deixavam ele fazer esforço físico — para isso estava eu, um macho forte e musculoso, decidido a trabalhar pesado. Foi assim que eu atendia a família enquanto o pequeno querubim só ia para os estudos e voltava para casa. Aos poucos, me aproximei dele para conhecer os segredos da família e descobrir se tinha chance de ter uma relação carnal com a dona da casa. Me tornei muito amigo dele. Ele me contava suas coisas, que era vítima de bullying na escola, zoavam por causa da pele branca e da carinha angelical de menina inocente. Eu fazia brincadeiras, mas ele só ficava triste. Além disso, ele me dizia que a maior zoação que faziam era por causa das pernas de mulher dele, que todo mundo falava que ele tinha corpo afeminado. Meu pau de macho deu um pulo ao ouvir essa putaria gostosa. Pedi, entre brincadeiras, que ele se trocasse e viesse com uns shorts curtos, de esporte, para confirmar se era só implicância o que falavam sobre as pernas e o corpo dele. Depois de insistir... Tanto insisti que, pra minha surpresa, ele tinha o corpo da mãe, um pouco mais magro e menor, mas era uma menina. Aquele moleque tava condenado a ser a travesti de algum macho, e minha pica tava me dizendo que eu devia ser aquele homem na vida dele. Tive uma ereção violenta, tive que sair dali correndo pro banheiro pra bater uma punheta e aliviar aquele desejo que tinha nascido em mim. Me apaixonei por um menino que seria minha mulher. Foi assim que eu trabalhei o filho do patrão pra ele, aos poucos, se transformar numa mulherzinha. Eu me aproximava dele com revistas pornô, ele tinha as primeiras ereções dele, mas eu falava coisas tipo: "Olha como a mulher goza", "Ser mulher devia ser o maior prazer". Assim consegui ganhar a ternura dele. A gente brincava de coisinhas que, aos poucos, despertavam a mulher nele. Eu mostrava meu pau enorme de vez em quando pra ele ficar curioso, e assim eu tocava nele enquanto brincava com a micro piroca dele. Dava roupinha íntima de menina pra ele experimentar. Ele me confessava que batia as punhetas mais gostosas usando aquilo. Assim, aos poucos, eu o feminilizei. Os pais nem desconfiavam, porque viviam ocupados com as vendas. Um dia, a gente entrou no quarto da mãe dele e eu convenci ele a usar um vestidinho curto que encontramos, junto com as calcinhas mais ousadas da própria mãe dele. Entre brincadeiras, ele topou, e aos poucos fomos nos acariciando. Ele adorava. Era a sexualização perfeita dele, já que nunca tinha estado com ninguém. Assim eu o tinha dominado, ou melhor, dominada. Mostrava mais revistas pornô com situações mais deliciosas, como penetração e chupadas. Ele adorava, dizia que queria ser uma princesa igual àquelas mulheres. Então, um dia, falei que ia levar uma peruca e que a gente ia roubar a roupa da mãe dele pra transformá-lo numa rainha e ter nosso próprio piquenique. Garanti que a gente fosse o mais longe possível da fazenda. Lá, ele se vestiu de menina completamente, se maquiou leve. Era a cara da mãe, e ainda mais linda. Tinha nascido uma mulher. Mas ainda não, ainda faltava o sim. Iniciação, sem perder tempo com joguinhos, fui me despir mostrando meu corpo de um verdadeiro macho. O moleque ficou extasiado com tanta putaria que ensinei, e ele só repetiu o mesmo em mim: me beijou, me tocou, e assim, aos poucos, desceu pra chupar minha pica gostosa. Eu também parti pra chupar aquele cuzão, dilatei ele pra iniciar a vida dele como mulher. Com o pinto ridículo dele balançando, coloquei ele de quatro e lentamente meti toda a minha pica enorme. Ele queria se soltar por causa da dor, mas eu agarrei aquelas cadeiras enormes e só pensei que era a dona de casa, mas na verdade eu tava criando a futura dona de casa. Ensinei o que é ser mulher. Não parei de meter naquela nenzinha transsexual que eu mesmo me encarreguei de formar. Foi a coisa mais gostosa. Assim tivemos nosso dia de campo cheio de porra e perversão. Foi assim que transformei o filho do patrão na minha mulher pessoal, do meu jeito. Ainda tô lá e eles não descobrem, embora o moleque já tenha mostrado seu lado afeminado, causando problemas pros pais dele. Mas hoje em dia isso é normal, eles têm que aceitar a ideia de que têm uma princesinha em casa, cheia de porra do próprio funcionário que usa ela à vontade. Tiramos uma foto e eu dei pra ele desenhar, porque ele adorava ver as imagens nas revistas pornô e, com seus dotes artísticos típicos de um moleque afeminado, conseguiu capturar exatamente o momento mais sublime, quando eu o transformei em mulher. Aqui está o resultado.
9 comentários - Virei o filho do patrão meu putinho pessoal