Continuação…
Fomos a uma barraquinha onde serviam uns chilaquiles bem caprichados.
F: nos meus, coloca lingüiça, mais molhinho e creme, senhora, por favor (Faby falando com a dona da barraca, depois sussurrou no meu ouvido, enquanto passava a mão num dos meus braços definidos).
F: eu adoro com lingüiça, pimenta e muuuuito creme, jijiji.
Eu, claro, desde o primeiro momento roçava minhas pernas e mãos nas coxas macias dela. Ela, abaixada, mostrava metade do decote, parecíamos um casal apaixonado e meloso, colando nossas bochechas e falando no ouvido um do outro. Com minha aparência, eu parecia mais velho, porque me vestia mais formal e deixei a barba crescer. Como ela era um pouco fechada, isso me dava uns anos a mais, e era o truque para não parecermos tão distantes em idade. Claro que ela, com a maquiagem, vestido curto, pele lisa e clara, brincos nas orelhas, cabelo preso, mas principalmente com sua alegria, sorriso e beleza, aparentava ter uns 33 anos. Não era muita diferença para os 30 que eu poderia aparentar, tendo 26 anos.
M: ai, senhora, sempre que der vontade de comer tudo isso, eu pago tudo o que quiser. Quer dois ovos com tudo isso também?
F: hahahaha, você é demais, Mati.
M: não, eu também como assim, ou você nunca comeu assim? com tudo e ovo?
F: hahahaha, nãooo, nunca, hahahaha, você é demais, meu amor.
Inteligente ela ter dito essa palavra, porque era isso que devíamos aparentar: ser um casal.
M: ah, então, se sou seu amor, me dá um beijinho (falei no ouvido dela, roçando meus lábios e nariz).
F: ei, ainda não, jijiji, espera um pouquinho.
M: ah, tá bom, então espero. Você vale muito a pena, gostosa.
F: obrigada, a verdade é que você também, e ainda não entendo como prefere ficar com uma coroa do que com uma novinha da sua idade, não compreendo.
M: ué, é igual a você, ou vai negar que não gosta de homens mais novos?
F: ah, sim, mas também gosto da minha idade, dos coroas. Não, que nojo.
M: E agora tem alguém da sua idade que você goste?
F: Ah, não, a verdade é que não.
M: E alguém mais novo?
Ela fica me olhando, sorri, fica vermelha, se abaixa.
F: Bom... sim, tem alguém.
A gente continuava conversando devagar, as pessoas que passavam ficavam olhando pra ela, desde que a gente desceu do carro já estavam olhando, e olha que ela vinha meio coberta, mas a beleza dela era radiante mesmo com aquele casaco, até que a gente chegou na barraquinha e ela desabotoou o casaco, mostrando aquele decantão e aquelas pernas carnudas, macias e lindas.
M: E me diz, eu conheço?
F: Ai, Mateo, claro, você tá se fazendo de desentendido.
M: Não, só quero ouvir desses lábios lindos o que você tem a dizer, meu amor.
F: Ai, Mati, é óbvio que é você, desde o primeiro dia que sua tia me apresentou você, desde aquela vez eu te achei muito gato, e senti uma faísca quando você se aproximou pra me cumprimentar.
M: E eu também gostei de você desde que te vi, falei comigo mesmo: que mulherão, que gostosa, que tesuda, essa senhora é uma delícia.
F: Jijiji, ei, me respeita que sou uma senhora, jijiji.
M: Hoje você não é uma simples senhora, hoje você é minha acompanhante, hoje você é meu encontro, e se quiser mais que isso, eu tô pronto pra ser.
F: Ai, Mati, eu tô adorando como você me trata, tô gostando de você me acompanhar, e sim, eu gostaria que a gente fosse algo mais, mas é muito rápido, que tal a gente deixar as coisas rolarem, não pensar demais e só se deixar levar, ver no que dá?
Ela pegou meu rosto e me deu um beijinho na boca.
F: Sim?
M: Claro que sim, meu amor.
Aí fui eu dar outro beijinho nela.
Já estão os chilaquiles, a moça da barraquinha avisou.
A gente começou a comer, conversando sobre as compras, os clientes, o trabalho dela, o meu trabalho, a família dela, a minha família. Quando terminamos de comer, ficamos um pouco mais de papo, eu colado nela, já tava passando a mão na perna dela agora que podia um pouco mais, se alguém visse a gente... Não importava, a gente fingia ser namorados e eu só passava a mão na perna dela, nada mais, mas eu tava muito excitado. No fim da sobremesa, nossos lábios estavam bem perto. A gente se jogou num beijo que, mesmo tendo durado um segundo, com certeza teve troca de fluidos.
F: Vamos nos apressar, lindo, quero passear com você logo.
M: Como você mandar, minha rainha.
Passamos duas horas comprando, andando o mercado de ponta a ponta. Eu pegava ela por trás e virava ela pra beijar. Não eram beijos longos, mas eu também fazia ela sentir minha ereção, pela frente e por trás. Sempre que dava, eu roçava nas tetonas dela e, claro, naquele rabão também. Toda vez que ela se abaixava, eu fingia que não era nada e ficava colado naquele bundão frondoso dela. Às vezes, ela mexia a bunda de leve, movimentos pequenos que quase me faziam gozar nas calças. Eu tava no limite. Num desses beijos e encostos, ela sussurra no meu ouvido:
F: Meu amor, você tá muito excitado, e já dá pra ver esse volume todo. Que tal a gente ir no banheiro pra aliviar? Porque você também já me deixou com um rio entre as pernas.
M: Linda, me entende, você é um mulherão, é uma gostosa.
F: Claro que te entendo, lindo, por isso tô falando pra gente ir aliviar. Se você pudesse sentir como eu tô agora, até a sua caberia sem a minha buceta reclamar.
Fiquei surpreso como de repente a linguagem dela mudou. O tesão tava fazendo ela soltar essas palavras.
M: Então vamos num cantinho pra conferir essa delícia.
F: Jijiji, quero sim, mas ainda falta comprar, e você ainda tem que me levar pra passear no centro e num barzinho. Depois a gente vê.
M: Beleza, gostei do plano. Vamos nos apressar então.
Fomos ao banheiro. Ela foi primeiro, demorou uns dez minutos. Quando voltou, já não tava mais com o casaco comprido. Veio andando, os peitos balançando no decote, que ela tinha subido, mas ainda dava pra ver que eram bem grandes, do tipo que dá vontade de mamar. Qualquer um que gostasse de umas boas tetas.
M: Já aliviou, meu amor?
F: Siiim, mas não é suficiente pra mim, já tô com muito tesão acumulado.
M: Ai, linda, eu muito mais, e é melhor eu ir bater uma também, porque senão sinto que vou te pegar na frente de todo mundo.
F: Jijiji, sim, melhor assim.
M: Mas antes, meu amor, posa pra mim.
F: Ai, mas com cuidado, poses sensuais não posso fazer.
M: Não precisa fazer pose, você já é gostosa.
Tirei umas fotos discretas dela, de frente e de costas, e por último abracei ela por trás, fazendo ela sentir minha enorme ereção, e dei um beijão. Nem preciso dizer que comecei a bater uma e em meio minuto tava gozando pra caralho, gastei muito papel higiênico pra limpar a porra que espalhei nas minhas mãos e até nos meus ovos. Terminei de limpar meu pauzão, lavei as mãos e saí pra encontrar a minha atual punheta.
Saio e a primeira coisa que vejo é que ela tá de costas pra entrada numa barraquinha perto dali, conversando animada com um cara de uns 35 anos, forte e alto. Decido me aproximar sem que os dois me vejam.
Cara da barraca: Quando quiser, pode vir que faço uns descontos.
F: Ai, obrigada, que gentileza, moço.
C: Não é nada, pra uma mulher tão linda como você.
F: Ai, muito obrigada, mas não me trata de senhora, que me faz sentir velha.
C: Ai, mas você não parece velha de jeito nenhum. Qual é seu nome?
F: Fabiola, pra te servir.
C: Muito obrigado, Faby. Você vem sempre por aqui?
F: Sim, só vou começar a vir agora.
C: Ah, que bom, vai ser um prazer te ver toda sexta por aqui.
F: Só nas sextas?
C: Bom, eu acho que todos os dias, se eu te visse todos os dias, mas sim, se você também viesse pro mercadão de "..." nas quintas, e no terminal a gente tem uma loja, essa abre de quarta a segunda.
Uma cliente: Moço, quanto custa essa camiseta?
C: Cento e cinquenta reais, senhora.
Cliente: É o mínimo? E se eu levar mais?
C: Aí depende, senhora. Com licença, Faby. Mano, dá um cartão pra moça.
Um dos funcionários dele se aproxima. um cartão, o cara de longe faz sinais de mensagem e ligação.
F: muito obrigada, moço.
No momento em que ela se vira, decido dar o ar da graça, e é que uma mulher gostosa vê homens como ele como potenciais problemas, e inconscientemente flerta com eles, e eu achava que não ia rolar nada entre eles, e sim, não foi assim (ops spoiler).
M: já, meu amor, vamos (abracei ela e vi que ele não tirava os olhos da gente), nãooo, se você visse todo o veneno que me fez soltar, baby, se não te fizer um filho, te faço um queijo.
F: jijijiji, safado, melhor deixar esse assunto de lado um pouco, deixa eu focar nas minhas compras.
M: tá bem, meu amor, mas te aviso que você me provoca pra caramba, hein, tô avisando.
F: ai, me assusta, panteão.
Seguimos fazendo compras por mais uma hora, saímos lá pelas doze de lá, todos suados, merecíamos uma pausa, e fomos pro centro da cidade, num bar do centro, no caminho, claro, eu ia pedindo beijos e passando a mão nas pernas dela o quanto quis, já dava pra ver a calcinha dela no meio das pernas, ela nem ligava mais de eu ver tudo. Quando chegamos no bar, pedimos umas cervejas, tomamos a primeira, e quase na hora começamos a nos beijar apaixonadamente, se não fosse porque era quase um lugar público, eu estaria feito um polvo tocando toda a voluptuosidade dela, já apalpava as bundas e pernas dela, toda a pele que dava, passei a mão na buceta linda dela por cima da calcinha sexy, ela já gemia, até que eu tocava de leve no pau por cima da roupa, não aguentávamos mais, até que ela disse as palavras mágicas.
F: mati, não aguento mais, vamos pra um hotel
Meu pau dançou de emoção, três cervejas escuras foram suficientes pra aumentar a libido dela de 50 pra 100%.
Continua…
Fomos a uma barraquinha onde serviam uns chilaquiles bem caprichados.
F: nos meus, coloca lingüiça, mais molhinho e creme, senhora, por favor (Faby falando com a dona da barraca, depois sussurrou no meu ouvido, enquanto passava a mão num dos meus braços definidos).
F: eu adoro com lingüiça, pimenta e muuuuito creme, jijiji.
Eu, claro, desde o primeiro momento roçava minhas pernas e mãos nas coxas macias dela. Ela, abaixada, mostrava metade do decote, parecíamos um casal apaixonado e meloso, colando nossas bochechas e falando no ouvido um do outro. Com minha aparência, eu parecia mais velho, porque me vestia mais formal e deixei a barba crescer. Como ela era um pouco fechada, isso me dava uns anos a mais, e era o truque para não parecermos tão distantes em idade. Claro que ela, com a maquiagem, vestido curto, pele lisa e clara, brincos nas orelhas, cabelo preso, mas principalmente com sua alegria, sorriso e beleza, aparentava ter uns 33 anos. Não era muita diferença para os 30 que eu poderia aparentar, tendo 26 anos.
M: ai, senhora, sempre que der vontade de comer tudo isso, eu pago tudo o que quiser. Quer dois ovos com tudo isso também?
F: hahahaha, você é demais, Mati.
M: não, eu também como assim, ou você nunca comeu assim? com tudo e ovo?
F: hahahaha, nãooo, nunca, hahahaha, você é demais, meu amor.
Inteligente ela ter dito essa palavra, porque era isso que devíamos aparentar: ser um casal.
M: ah, então, se sou seu amor, me dá um beijinho (falei no ouvido dela, roçando meus lábios e nariz).
F: ei, ainda não, jijiji, espera um pouquinho.
M: ah, tá bom, então espero. Você vale muito a pena, gostosa.
F: obrigada, a verdade é que você também, e ainda não entendo como prefere ficar com uma coroa do que com uma novinha da sua idade, não compreendo.
M: ué, é igual a você, ou vai negar que não gosta de homens mais novos?
F: ah, sim, mas também gosto da minha idade, dos coroas. Não, que nojo.
M: E agora tem alguém da sua idade que você goste?
F: Ah, não, a verdade é que não.
M: E alguém mais novo?
Ela fica me olhando, sorri, fica vermelha, se abaixa.
F: Bom... sim, tem alguém.
A gente continuava conversando devagar, as pessoas que passavam ficavam olhando pra ela, desde que a gente desceu do carro já estavam olhando, e olha que ela vinha meio coberta, mas a beleza dela era radiante mesmo com aquele casaco, até que a gente chegou na barraquinha e ela desabotoou o casaco, mostrando aquele decantão e aquelas pernas carnudas, macias e lindas.
M: E me diz, eu conheço?
F: Ai, Mateo, claro, você tá se fazendo de desentendido.
M: Não, só quero ouvir desses lábios lindos o que você tem a dizer, meu amor.
F: Ai, Mati, é óbvio que é você, desde o primeiro dia que sua tia me apresentou você, desde aquela vez eu te achei muito gato, e senti uma faísca quando você se aproximou pra me cumprimentar.
M: E eu também gostei de você desde que te vi, falei comigo mesmo: que mulherão, que gostosa, que tesuda, essa senhora é uma delícia.
F: Jijiji, ei, me respeita que sou uma senhora, jijiji.
M: Hoje você não é uma simples senhora, hoje você é minha acompanhante, hoje você é meu encontro, e se quiser mais que isso, eu tô pronto pra ser.
F: Ai, Mati, eu tô adorando como você me trata, tô gostando de você me acompanhar, e sim, eu gostaria que a gente fosse algo mais, mas é muito rápido, que tal a gente deixar as coisas rolarem, não pensar demais e só se deixar levar, ver no que dá?
Ela pegou meu rosto e me deu um beijinho na boca.
F: Sim?
M: Claro que sim, meu amor.
Aí fui eu dar outro beijinho nela.
Já estão os chilaquiles, a moça da barraquinha avisou.
A gente começou a comer, conversando sobre as compras, os clientes, o trabalho dela, o meu trabalho, a família dela, a minha família. Quando terminamos de comer, ficamos um pouco mais de papo, eu colado nela, já tava passando a mão na perna dela agora que podia um pouco mais, se alguém visse a gente... Não importava, a gente fingia ser namorados e eu só passava a mão na perna dela, nada mais, mas eu tava muito excitado. No fim da sobremesa, nossos lábios estavam bem perto. A gente se jogou num beijo que, mesmo tendo durado um segundo, com certeza teve troca de fluidos.
F: Vamos nos apressar, lindo, quero passear com você logo.
M: Como você mandar, minha rainha.
Passamos duas horas comprando, andando o mercado de ponta a ponta. Eu pegava ela por trás e virava ela pra beijar. Não eram beijos longos, mas eu também fazia ela sentir minha ereção, pela frente e por trás. Sempre que dava, eu roçava nas tetonas dela e, claro, naquele rabão também. Toda vez que ela se abaixava, eu fingia que não era nada e ficava colado naquele bundão frondoso dela. Às vezes, ela mexia a bunda de leve, movimentos pequenos que quase me faziam gozar nas calças. Eu tava no limite. Num desses beijos e encostos, ela sussurra no meu ouvido:
F: Meu amor, você tá muito excitado, e já dá pra ver esse volume todo. Que tal a gente ir no banheiro pra aliviar? Porque você também já me deixou com um rio entre as pernas.
M: Linda, me entende, você é um mulherão, é uma gostosa.
F: Claro que te entendo, lindo, por isso tô falando pra gente ir aliviar. Se você pudesse sentir como eu tô agora, até a sua caberia sem a minha buceta reclamar.
Fiquei surpreso como de repente a linguagem dela mudou. O tesão tava fazendo ela soltar essas palavras.
M: Então vamos num cantinho pra conferir essa delícia.
F: Jijiji, quero sim, mas ainda falta comprar, e você ainda tem que me levar pra passear no centro e num barzinho. Depois a gente vê.
M: Beleza, gostei do plano. Vamos nos apressar então.
Fomos ao banheiro. Ela foi primeiro, demorou uns dez minutos. Quando voltou, já não tava mais com o casaco comprido. Veio andando, os peitos balançando no decote, que ela tinha subido, mas ainda dava pra ver que eram bem grandes, do tipo que dá vontade de mamar. Qualquer um que gostasse de umas boas tetas.
M: Já aliviou, meu amor?
F: Siiim, mas não é suficiente pra mim, já tô com muito tesão acumulado.
M: Ai, linda, eu muito mais, e é melhor eu ir bater uma também, porque senão sinto que vou te pegar na frente de todo mundo.
F: Jijiji, sim, melhor assim.
M: Mas antes, meu amor, posa pra mim.
F: Ai, mas com cuidado, poses sensuais não posso fazer.
M: Não precisa fazer pose, você já é gostosa.
Tirei umas fotos discretas dela, de frente e de costas, e por último abracei ela por trás, fazendo ela sentir minha enorme ereção, e dei um beijão. Nem preciso dizer que comecei a bater uma e em meio minuto tava gozando pra caralho, gastei muito papel higiênico pra limpar a porra que espalhei nas minhas mãos e até nos meus ovos. Terminei de limpar meu pauzão, lavei as mãos e saí pra encontrar a minha atual punheta.
Saio e a primeira coisa que vejo é que ela tá de costas pra entrada numa barraquinha perto dali, conversando animada com um cara de uns 35 anos, forte e alto. Decido me aproximar sem que os dois me vejam.
Cara da barraca: Quando quiser, pode vir que faço uns descontos.
F: Ai, obrigada, que gentileza, moço.
C: Não é nada, pra uma mulher tão linda como você.
F: Ai, muito obrigada, mas não me trata de senhora, que me faz sentir velha.
C: Ai, mas você não parece velha de jeito nenhum. Qual é seu nome?
F: Fabiola, pra te servir.
C: Muito obrigado, Faby. Você vem sempre por aqui?
F: Sim, só vou começar a vir agora.
C: Ah, que bom, vai ser um prazer te ver toda sexta por aqui.
F: Só nas sextas?
C: Bom, eu acho que todos os dias, se eu te visse todos os dias, mas sim, se você também viesse pro mercadão de "..." nas quintas, e no terminal a gente tem uma loja, essa abre de quarta a segunda.
Uma cliente: Moço, quanto custa essa camiseta?
C: Cento e cinquenta reais, senhora.
Cliente: É o mínimo? E se eu levar mais?
C: Aí depende, senhora. Com licença, Faby. Mano, dá um cartão pra moça.
Um dos funcionários dele se aproxima. um cartão, o cara de longe faz sinais de mensagem e ligação.
F: muito obrigada, moço.
No momento em que ela se vira, decido dar o ar da graça, e é que uma mulher gostosa vê homens como ele como potenciais problemas, e inconscientemente flerta com eles, e eu achava que não ia rolar nada entre eles, e sim, não foi assim (ops spoiler).
M: já, meu amor, vamos (abracei ela e vi que ele não tirava os olhos da gente), nãooo, se você visse todo o veneno que me fez soltar, baby, se não te fizer um filho, te faço um queijo.
F: jijijiji, safado, melhor deixar esse assunto de lado um pouco, deixa eu focar nas minhas compras.
M: tá bem, meu amor, mas te aviso que você me provoca pra caramba, hein, tô avisando.
F: ai, me assusta, panteão.
Seguimos fazendo compras por mais uma hora, saímos lá pelas doze de lá, todos suados, merecíamos uma pausa, e fomos pro centro da cidade, num bar do centro, no caminho, claro, eu ia pedindo beijos e passando a mão nas pernas dela o quanto quis, já dava pra ver a calcinha dela no meio das pernas, ela nem ligava mais de eu ver tudo. Quando chegamos no bar, pedimos umas cervejas, tomamos a primeira, e quase na hora começamos a nos beijar apaixonadamente, se não fosse porque era quase um lugar público, eu estaria feito um polvo tocando toda a voluptuosidade dela, já apalpava as bundas e pernas dela, toda a pele que dava, passei a mão na buceta linda dela por cima da calcinha sexy, ela já gemia, até que eu tocava de leve no pau por cima da roupa, não aguentávamos mais, até que ela disse as palavras mágicas.
F: mati, não aguento mais, vamos pra um hotel
Meu pau dançou de emoção, três cervejas escuras foram suficientes pra aumentar a libido dela de 50 pra 100%.
Continua…
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