Rapidamente me coloquei de quatro na cama, também fiquei surpresa por ter feito tão rápido, como se a gente fosse começar a foder agora. Não tava cansada, acho que meu corpo também pedia mais. O negão se posicionou atrás de mim, juntou minhas pernas, colocou uma das mãos na minha bunda esquerda e enfiou o pau na entrada da minha buceta faminta, metendo até o fundo. Soltei um grito desgarrador. Mesmo estando tão lubrificada e aberta, doeu pra caralho. Senti a pélvis e as bolas dele batendo em mim. Foi tão bruto que me empurrou pra frente e quase caí. Dava até pra ouvir a cabeceira batendo forte na parede. As estocadas dele eram muito brutas, doíam, e eu comecei a chorar de novo. Ele subiu na cama, segurou minha cintura e deixou o peso cair em cada metida. Doía, era gostoso, mas doía pra caralho. Numa estocada, não aguentei mais e me joguei pra frente. O pau dele saiu, e eu quase caí na cama.





Y - Me desculpa...
N - Que isso?? Não foge, sua puta maldita. Ele me pegou pela cintura de novo e me puxou pra cima, eu voltei a ficar de quatro, juntei minhas pernas e cruzei os pés, de novo ele enfiou o pau com tudo, me fazendo doer e chorar. Não aguentei muito, só umas duas estocadas e andei com as mãos pra fugir, mas ele me segurava firme pela cintura e eu caí na cama com ele em cima de mim - não foge, sua puta maldita - ele falou como se tivesse ódio, até me assustou. Pra se vingar, cravou as mãos na minha cintura, fazendo eu arquear as costas e levantar a raba. Me segurou de novo pela cintura e continuou me dando umas fodas violentas - Era isso que você queria, né??? queria que eu enfiasse o pau inteiro, sua puta foxy que não aguenta um pau de verdade - parecia que tinham trocado ele por outro, o preto gente boa que subiu na minha caminhonete agora era um bicho querendo me machucar, mas eu tava tão perdida e entregue pra ele que só me deixei fazer. Fiquei quase na beirada da cama, me agarrei nos cobertores enquanto o preto se ajeitou e começou a bombar de novo. O pau dele me machucava, mas também me fazia sentir no paraíso. Tive outro orgasmo forte, a cama rangia e balançava enquanto aquele pauzão preto entrava sem parar, era a coisa mais bruta e gostosa que já experimentei.








O negão apoiou uma mão na minha lombar e com a outra segurou meu pescoço apertando, aí tive outro orgasmo delicioso e mesmo sentindo que tava faltando ar, não liguei, eu só tava ali pra satisfazer ele e deixar ele fazer de mim tudo o que quisesse. Passou as mãos pro meu ventre, dei uma baita respirada pra me recuperar, o negão me puxou pela barriga pra cima e continuou bombando, parecia não ter fim, eu já tava exausta, não aguentava mais, mesmo continuando a ter orgasmos, a dor também tava mais forte e mesmo eu não conseguindo mais, o negão seguia e seguia me fodendo do jeito que queria. Ele saiu de dentro de mim e eu caí rendida, do jeito que tava ele me virou de barriga pra cima, passou minhas pernas por cima dos ombros dele e subiu em mim levando meus joelhos até a altura da minha cabeça e me dobrando toda, meteu até o fundo, acho que foi o que mais doeu, tanto que soltei um grito de dor, na hora ele começou a trabalhar, bombava num ritmo louco e desesperado, o pau dele machucava uma e outra vez minha buceta mas mesmo assim alcancei outro orgasmo delicioso, o negão me segurou pela nuca e com uma estocada funda começou a gozar dentro de mim, o negão abaixou a cabeça até nossas testas se tocarem, ele grunhia e ofegava enquanto o pau dele soltava jatos quentes de porra que enchiam minha buceta, que sensação gostosa, devagar fui baixando as pernas e ele se apoiando em mim até os dois ficarem completamente deitados, ele por cima de mim, eu abracei ele e subi minhas pernas de novo, enrolando elas nele e acariciando a cabeça dele enquanto ele respirava pesado, ele deitou no meu peito, olhei pro espelho da penteadeira nossos corpos suados contrastavam pelos tons tão diferentes de pele, o pau dele pulsante continuava soltando porra, já não em jatos mas sentia como ele ainda tava se esvaziando, tava tão cansada que nem percebi quando dormi com ele em cima de mim e o pau dele dentro. Uma chamada do meu filho nos acordou, dizendo mamãe, a gente tem Fome, cê prepara alguma coisa pra gente comer? O pau do negão ainda tava dentro de mim, e ele por cima de mim, mesmo já sem estar ereto, era tão grande que mesmo mole eu me sentia cheia e não saiu, mesmo nós dois dormindo. Meu filho falou com a gente de novo e nós dois acordamos na hora. Saí do quarto, sem pentear o cabelo nem nada, só levantei, vesti minha calcinha fio dental que tava no chão e uma blusa meio comprida. Minha virilha tava toda molhada, era a gozada do negão escorrendo da minha buceta, e a calcinha obviamente não segurava nada daquilo, mas não liguei, só queria dar comida pros meus filhos. A buceta tava doendo, e eu também sentia uma dor na barriga por causa do tempo que ele me comeu com aquelas estocadas tão fortes do meu garanhão negro maravilhoso, que me fodeu e me tratou como boneca de pano dele. Eu tava toda suada, a cara escorrida de maquiagem, e minhas nádegas marcadas com as mãos do meu negão, por causa dos tapas que ele deu na minha bunda, que ficou vermelha. Mas com o tempo viraram roxos e eu tinha que esconder do meu marido. Não podia me trocar na frente dele, nem tomar banho, nem usar biquíni por um tempo por causa dos hematomas. Desci e comecei a fazer comida pros meus filhos. Quando meu amante negro desceu só de cueca e me pediu comida, eu servi o prato dele e, quando fui levar, ele me agarrou pela bunda e me puxou pra perto dele, me dando um beijo na boca enquanto abria minhas nádegas. Eu agarrei o pescoço dele e foi um beijo muito apaixonado.
Terminamos de nos beijar e sentamos pra comer. Enquanto estávamos na mesa comendo, eu falei pro negão: "Por que você não fica pra dormir? Meu marido não volta hoje, fica comigo." Ele respondeu: "Gosto da ideia, mas com a condição de você me dar a bunda de novo." Eu dei um chute nele por baixo da mesa e falei pra não dizer aquilo na frente dos meus filhos. Mas ele disse: "Vai ser outro dia, porque hoje tenho que ir com minha família e não posso ficar." Eu falei: "Tá bom, mas me dá seu contato pra gente se ver de novo." Trocamos número e ele se despediu com um beijo na minha boca. Mas antes de ir, me agarrou pela cintura e me levantou, me sentando na mesa. Ele se abaixou, ficou com a cabeça na altura da minha buceta, puxou minha calcinha fio dental pro lado e meteu a cara entre minhas pernas, começando a chupar minha buceta.



Peguei ele pela cabeça e puxei pra perto de mim pra língua dele entrar mais fundo, tava sentindo uma delícia, não consegui me segurar e comecei a gemer alto e falando, chupa ela toda, mete tua língua inteira, sou sua putinha, enquanto meus filhos continuavam na mesa comendo, só ficavam me olhando estranho, eu já não tava nem aí e continuei gemendo toda excitada. Ele, enquanto isso, apertava meus peitos com as mãos e continuava chupando.
Não aguentei mais e acabei gozando, jorrei na cara dela, fiquei tremendo em cima da mesa da cozinha.
Ele se levantou com o rosto cheio dos meus fluidos e me beijou como despedida, se vestiu e foi embora. Eu ainda fiquei deitada na mesa da cozinha, escorrendo pela minha buceta, exausta e tremendo, com as pernas abertas, enquanto meus filhos me viam gemer e cheia de prazer. Recuperei o fôlego e a compostura, me levantei, ajustei minha calcinha fio dental e minha blusa, e fomos nós três para minha cama, onde eu tinha sido fodida de um jeito brutal. O dia inteiro fiquei só de calcinha fio dental, cheia de porra, e minha blusa sem sutiã, de tão cachorra que eu ainda tava. Não tomei banho até o dia seguinte, fui dormir com o leite do meu negão dentro de mim.






Y - Me desculpa... N - Que isso?? Não foge, sua puta maldita. Ele me pegou pela cintura de novo e me puxou pra cima, eu voltei a ficar de quatro, juntei minhas pernas e cruzei os pés, de novo ele enfiou o pau com tudo, me fazendo doer e chorar. Não aguentei muito, só umas duas estocadas e andei com as mãos pra fugir, mas ele me segurava firme pela cintura e eu caí na cama com ele em cima de mim - não foge, sua puta maldita - ele falou como se tivesse ódio, até me assustou. Pra se vingar, cravou as mãos na minha cintura, fazendo eu arquear as costas e levantar a raba. Me segurou de novo pela cintura e continuou me dando umas fodas violentas - Era isso que você queria, né??? queria que eu enfiasse o pau inteiro, sua puta foxy que não aguenta um pau de verdade - parecia que tinham trocado ele por outro, o preto gente boa que subiu na minha caminhonete agora era um bicho querendo me machucar, mas eu tava tão perdida e entregue pra ele que só me deixei fazer. Fiquei quase na beirada da cama, me agarrei nos cobertores enquanto o preto se ajeitou e começou a bombar de novo. O pau dele me machucava, mas também me fazia sentir no paraíso. Tive outro orgasmo forte, a cama rangia e balançava enquanto aquele pauzão preto entrava sem parar, era a coisa mais bruta e gostosa que já experimentei.









O negão apoiou uma mão na minha lombar e com a outra segurou meu pescoço apertando, aí tive outro orgasmo delicioso e mesmo sentindo que tava faltando ar, não liguei, eu só tava ali pra satisfazer ele e deixar ele fazer de mim tudo o que quisesse. Passou as mãos pro meu ventre, dei uma baita respirada pra me recuperar, o negão me puxou pela barriga pra cima e continuou bombando, parecia não ter fim, eu já tava exausta, não aguentava mais, mesmo continuando a ter orgasmos, a dor também tava mais forte e mesmo eu não conseguindo mais, o negão seguia e seguia me fodendo do jeito que queria. Ele saiu de dentro de mim e eu caí rendida, do jeito que tava ele me virou de barriga pra cima, passou minhas pernas por cima dos ombros dele e subiu em mim levando meus joelhos até a altura da minha cabeça e me dobrando toda, meteu até o fundo, acho que foi o que mais doeu, tanto que soltei um grito de dor, na hora ele começou a trabalhar, bombava num ritmo louco e desesperado, o pau dele machucava uma e outra vez minha buceta mas mesmo assim alcancei outro orgasmo delicioso, o negão me segurou pela nuca e com uma estocada funda começou a gozar dentro de mim, o negão abaixou a cabeça até nossas testas se tocarem, ele grunhia e ofegava enquanto o pau dele soltava jatos quentes de porra que enchiam minha buceta, que sensação gostosa, devagar fui baixando as pernas e ele se apoiando em mim até os dois ficarem completamente deitados, ele por cima de mim, eu abracei ele e subi minhas pernas de novo, enrolando elas nele e acariciando a cabeça dele enquanto ele respirava pesado, ele deitou no meu peito, olhei pro espelho da penteadeira nossos corpos suados contrastavam pelos tons tão diferentes de pele, o pau dele pulsante continuava soltando porra, já não em jatos mas sentia como ele ainda tava se esvaziando, tava tão cansada que nem percebi quando dormi com ele em cima de mim e o pau dele dentro. Uma chamada do meu filho nos acordou, dizendo mamãe, a gente tem Fome, cê prepara alguma coisa pra gente comer? O pau do negão ainda tava dentro de mim, e ele por cima de mim, mesmo já sem estar ereto, era tão grande que mesmo mole eu me sentia cheia e não saiu, mesmo nós dois dormindo. Meu filho falou com a gente de novo e nós dois acordamos na hora. Saí do quarto, sem pentear o cabelo nem nada, só levantei, vesti minha calcinha fio dental que tava no chão e uma blusa meio comprida. Minha virilha tava toda molhada, era a gozada do negão escorrendo da minha buceta, e a calcinha obviamente não segurava nada daquilo, mas não liguei, só queria dar comida pros meus filhos. A buceta tava doendo, e eu também sentia uma dor na barriga por causa do tempo que ele me comeu com aquelas estocadas tão fortes do meu garanhão negro maravilhoso, que me fodeu e me tratou como boneca de pano dele. Eu tava toda suada, a cara escorrida de maquiagem, e minhas nádegas marcadas com as mãos do meu negão, por causa dos tapas que ele deu na minha bunda, que ficou vermelha. Mas com o tempo viraram roxos e eu tinha que esconder do meu marido. Não podia me trocar na frente dele, nem tomar banho, nem usar biquíni por um tempo por causa dos hematomas. Desci e comecei a fazer comida pros meus filhos. Quando meu amante negro desceu só de cueca e me pediu comida, eu servi o prato dele e, quando fui levar, ele me agarrou pela bunda e me puxou pra perto dele, me dando um beijo na boca enquanto abria minhas nádegas. Eu agarrei o pescoço dele e foi um beijo muito apaixonado.
Terminamos de nos beijar e sentamos pra comer. Enquanto estávamos na mesa comendo, eu falei pro negão: "Por que você não fica pra dormir? Meu marido não volta hoje, fica comigo." Ele respondeu: "Gosto da ideia, mas com a condição de você me dar a bunda de novo." Eu dei um chute nele por baixo da mesa e falei pra não dizer aquilo na frente dos meus filhos. Mas ele disse: "Vai ser outro dia, porque hoje tenho que ir com minha família e não posso ficar." Eu falei: "Tá bom, mas me dá seu contato pra gente se ver de novo." Trocamos número e ele se despediu com um beijo na minha boca. Mas antes de ir, me agarrou pela cintura e me levantou, me sentando na mesa. Ele se abaixou, ficou com a cabeça na altura da minha buceta, puxou minha calcinha fio dental pro lado e meteu a cara entre minhas pernas, começando a chupar minha buceta.



Peguei ele pela cabeça e puxei pra perto de mim pra língua dele entrar mais fundo, tava sentindo uma delícia, não consegui me segurar e comecei a gemer alto e falando, chupa ela toda, mete tua língua inteira, sou sua putinha, enquanto meus filhos continuavam na mesa comendo, só ficavam me olhando estranho, eu já não tava nem aí e continuei gemendo toda excitada. Ele, enquanto isso, apertava meus peitos com as mãos e continuava chupando.
Não aguentei mais e acabei gozando, jorrei na cara dela, fiquei tremendo em cima da mesa da cozinha.
Ele se levantou com o rosto cheio dos meus fluidos e me beijou como despedida, se vestiu e foi embora. Eu ainda fiquei deitada na mesa da cozinha, escorrendo pela minha buceta, exausta e tremendo, com as pernas abertas, enquanto meus filhos me viam gemer e cheia de prazer. Recuperei o fôlego e a compostura, me levantei, ajustei minha calcinha fio dental e minha blusa, e fomos nós três para minha cama, onde eu tinha sido fodida de um jeito brutal. O dia inteiro fiquei só de calcinha fio dental, cheia de porra, e minha blusa sem sutiã, de tão cachorra que eu ainda tava. Não tomei banho até o dia seguinte, fui dormir com o leite do meu negão dentro de mim.
1 comentários - Puta, infiel y sumisa parte 5