Continuando na cozinha…
Ao ficar agachada e demorar mais que o normal, já tinha previsto um movimento.
R: Shak, me faz um favorzão.
Claro, o que você mandar, patroa.
R: tira uns copos e talheres do armário de cima, por favor, aqui embaixo tá uma bagunça e os pratos tão lá no fundo.
S: claro, sua gostosa, com licença, hein.
R: entra, meu rei.
Ela se inclinou o máximo que pôde, e ele, sem perder tempo, colou o mais que pôde naquele rabão dela. Claro, antes disso, ele ajustou a vara dele pra cima, pra que ela sentisse entre as bandas do rabo dela o volumezão dele — porque ele tinha uma bela pica de 20 cm de comprimento e mais de uma polegada de grossura. Ele tentou, do jeito que dava, não encostar na bunda dela empinada, mas era impossível alcançar a alça do armário. Teve que se grudar naquele cuzão branco da Ruth.
R: Ah! (grito de surpresa, mas de prazer, ela fez que caía mas ao invés de se segurar, ela se apoiou pra esfregar mais a bunda no pauzão dele, ele se afasta um pouco, mas não completamente).
S: desculpa, patroa, quase te derrubei, né?
R: não, Shaki, o que acontece é que você é muito grandão, e meu espaço ainda é muito pequeno, acho que a gente precisa alargar ele (ela olhava pra ele por cima do ombro com um olhar provocante).
S: sim, é verdade, se quiser posso ajudar com esse pequeno assunto, tenho a ferramenta necessária.
R: e falando em ferramenta, não te atrapalha essa que tu deixou na calça? (óbvio que ele entendia o jogo, já tinha jogado várias vezes, gostava mais disso, porque com esses jogos ele comia mais gostoso do que quando chamavam ele na lata pra fuder. Teve época de puro sexo, e ele já tava recusando essas propostas fazia tempo, porque tinha se metido em encrenca, já que a maioria era casada e infiel sem autorização, e algumas até filhinha de papai, quase todas com tempo contado).
S: não, não é ferramenta, é meu celular, olha, também é grandão.
R: ah, por isso até senti que vibrou.
Sim, tenho muita clientela, principalmente mulheres casadas cujos maridos não sabem fazer os serviços que eu faço.
R: já tô imaginando, se você fizer um trampo foda pra mim (ela empurra a bunda mais pra trás e bate no volume dele, ele entende e até segura um dos quadris dela com uma mão), vou continuar usando seus serviços e toda a sua… ferramenta.
S: ah, claro, quando quiser, desde que eu tenha tempo livre, patroazinha, meus serviços e minha ferramenta tão sempre à sua disposição (se encosta mais na bunda dela, ela vira pra dentro da despensa e segura um gemido, ele começa a subir e descer se esfregando uma, duas, três vezes).
Ai, patroa, por que cê deixa os utensílios lá no fundo? Vou ter que me esticar mais, desculpa se eu empurrar mais e meu celular incomodar, cê me perdoa (ela vira pra olhar ele com um olhar de safada e as bochechas coradas).
R: tu empurra, eu resisto o quanto você me empurrar, grandão (ele entendeu a ordem, empurrou e se segurou mais com uma mão na cintura dela, deu umas estocadas, até quase atravessar a fina renda da calcinha fio dental dela e a própria roupa dele), foram umas cinco estocadas a mais, numa delas ele fingiu que ia cair e se segurou com as duas mãos na cintura dela, ela se levantou um
Pouco a pouco, pegando no que dava da bunda bem formada dela, se apoiando no encosto do móvel e gemendo um forte "oooh".
Perdão, patroa, perdi o equilíbrio.
R: não se preocupa, acidentes acontecem (hora de encerrar o jogo, e tira rápido os pratos do armário, se desgrudando dele de repente, fazendo com que agora sim perdesse o equilíbrio de verdade e, como sem querer, foi se segurar no que dava, indo as mãos dela nos peitos dele, que pude sentir até os mamilos eretos entre os dedos).
S: desculpa de novo, patroa, é que ela tirou de repente e eu não consegui me segurar em outra coisa.
R: não se preocupa, gato, já te falei (ele tirou as mãos dos peitos dela rápido), tu tem as mãos grandes, hein.
S: são pra me segurar melhor.
R: nossa, você se segura bem hein, é assim com tudo?
Sou um faz-tudo.
R: jijiji, senta logo, vamos comer.
Ele também parou de bancar o bobo e tirou os utensílios do armário.
R: me espera um pouquinho, já volto, vou no banheiro.
Sim, madame.
Não foi ao banheiro, foi pro quarto dela, tirou a calcinha fio-dental encharcada que tava usando, levantou mais a saia e desabotoou mais um botão da blusa. Pra finalizar, calçou uns saltos plataforma de 15 cm e enfiou um plug gigante no cu faminto. Mas antes de descer, sentou pra dar uma aliviada no tesão que tava queimando, e se masturbou com um vibrador gigante. Mal enfiou por uns segundos e já teve um orgasmo monstruoso, que deixou tudo cheio de líquido vaginal meio esbranquiçado. Isso deixou ela ainda com tesão, querendo mais, mas já não tão desesperada a ponto de explodir e acabar com o jogo que tinha começado com o Shakur. Dessa vez, desceu pra ir com tudo.Continua…
Por hoje é só, meus leitores. Quem quiser me apoiar no meu Patreon, vou agradecer com mais capítulos dessa série e de outras histórias. Me ajudem a me inspirar mais e melhor, sério. Só quem é criador de histórias sabe o que isso significa, porque você dá um tempo da sua vida, talvez toda semana, talvez um tempinho por dia. Nos apoiem, por favor, que a gente sabe recompensar vocês. Mais capítulos dessa história e de outras já estão no meu Patreon.https://www.patreon.com/user?u=43265738Me sigam no meu Facebook:https://www.facebook.com/eduard.gomez.967422/No meu Instagram:https://www.instagram.com/eduard28571/Também vão no meu perfil do Todo Relatos:https://www.todorelatos.com/perfil/1483685/E no meu twitter:https://twitter.com/adventurerjustValeu pela atenção, até a próxima história.
Ao ficar agachada e demorar mais que o normal, já tinha previsto um movimento.
R: Shak, me faz um favorzão.
Claro, o que você mandar, patroa.
R: tira uns copos e talheres do armário de cima, por favor, aqui embaixo tá uma bagunça e os pratos tão lá no fundo.
S: claro, sua gostosa, com licença, hein.
R: entra, meu rei.
Ela se inclinou o máximo que pôde, e ele, sem perder tempo, colou o mais que pôde naquele rabão dela. Claro, antes disso, ele ajustou a vara dele pra cima, pra que ela sentisse entre as bandas do rabo dela o volumezão dele — porque ele tinha uma bela pica de 20 cm de comprimento e mais de uma polegada de grossura. Ele tentou, do jeito que dava, não encostar na bunda dela empinada, mas era impossível alcançar a alça do armário. Teve que se grudar naquele cuzão branco da Ruth.
R: Ah! (grito de surpresa, mas de prazer, ela fez que caía mas ao invés de se segurar, ela se apoiou pra esfregar mais a bunda no pauzão dele, ele se afasta um pouco, mas não completamente).
S: desculpa, patroa, quase te derrubei, né?
R: não, Shaki, o que acontece é que você é muito grandão, e meu espaço ainda é muito pequeno, acho que a gente precisa alargar ele (ela olhava pra ele por cima do ombro com um olhar provocante).
S: sim, é verdade, se quiser posso ajudar com esse pequeno assunto, tenho a ferramenta necessária.
R: e falando em ferramenta, não te atrapalha essa que tu deixou na calça? (óbvio que ele entendia o jogo, já tinha jogado várias vezes, gostava mais disso, porque com esses jogos ele comia mais gostoso do que quando chamavam ele na lata pra fuder. Teve época de puro sexo, e ele já tava recusando essas propostas fazia tempo, porque tinha se metido em encrenca, já que a maioria era casada e infiel sem autorização, e algumas até filhinha de papai, quase todas com tempo contado).
S: não, não é ferramenta, é meu celular, olha, também é grandão.
R: ah, por isso até senti que vibrou.
Sim, tenho muita clientela, principalmente mulheres casadas cujos maridos não sabem fazer os serviços que eu faço.
R: já tô imaginando, se você fizer um trampo foda pra mim (ela empurra a bunda mais pra trás e bate no volume dele, ele entende e até segura um dos quadris dela com uma mão), vou continuar usando seus serviços e toda a sua… ferramenta.
S: ah, claro, quando quiser, desde que eu tenha tempo livre, patroazinha, meus serviços e minha ferramenta tão sempre à sua disposição (se encosta mais na bunda dela, ela vira pra dentro da despensa e segura um gemido, ele começa a subir e descer se esfregando uma, duas, três vezes).
Ai, patroa, por que cê deixa os utensílios lá no fundo? Vou ter que me esticar mais, desculpa se eu empurrar mais e meu celular incomodar, cê me perdoa (ela vira pra olhar ele com um olhar de safada e as bochechas coradas).
R: tu empurra, eu resisto o quanto você me empurrar, grandão (ele entendeu a ordem, empurrou e se segurou mais com uma mão na cintura dela, deu umas estocadas, até quase atravessar a fina renda da calcinha fio dental dela e a própria roupa dele), foram umas cinco estocadas a mais, numa delas ele fingiu que ia cair e se segurou com as duas mãos na cintura dela, ela se levantou um
Pouco a pouco, pegando no que dava da bunda bem formada dela, se apoiando no encosto do móvel e gemendo um forte "oooh".
Perdão, patroa, perdi o equilíbrio.
R: não se preocupa, acidentes acontecem (hora de encerrar o jogo, e tira rápido os pratos do armário, se desgrudando dele de repente, fazendo com que agora sim perdesse o equilíbrio de verdade e, como sem querer, foi se segurar no que dava, indo as mãos dela nos peitos dele, que pude sentir até os mamilos eretos entre os dedos).
S: desculpa de novo, patroa, é que ela tirou de repente e eu não consegui me segurar em outra coisa.
R: não se preocupa, gato, já te falei (ele tirou as mãos dos peitos dela rápido), tu tem as mãos grandes, hein.
S: são pra me segurar melhor.
R: nossa, você se segura bem hein, é assim com tudo?
Sou um faz-tudo.
R: jijiji, senta logo, vamos comer.
Ele também parou de bancar o bobo e tirou os utensílios do armário.
R: me espera um pouquinho, já volto, vou no banheiro.
Sim, madame.
Não foi ao banheiro, foi pro quarto dela, tirou a calcinha fio-dental encharcada que tava usando, levantou mais a saia e desabotoou mais um botão da blusa. Pra finalizar, calçou uns saltos plataforma de 15 cm e enfiou um plug gigante no cu faminto. Mas antes de descer, sentou pra dar uma aliviada no tesão que tava queimando, e se masturbou com um vibrador gigante. Mal enfiou por uns segundos e já teve um orgasmo monstruoso, que deixou tudo cheio de líquido vaginal meio esbranquiçado. Isso deixou ela ainda com tesão, querendo mais, mas já não tão desesperada a ponto de explodir e acabar com o jogo que tinha começado com o Shakur. Dessa vez, desceu pra ir com tudo.Continua…
Por hoje é só, meus leitores. Quem quiser me apoiar no meu Patreon, vou agradecer com mais capítulos dessa série e de outras histórias. Me ajudem a me inspirar mais e melhor, sério. Só quem é criador de histórias sabe o que isso significa, porque você dá um tempo da sua vida, talvez toda semana, talvez um tempinho por dia. Nos apoiem, por favor, que a gente sabe recompensar vocês. Mais capítulos dessa história e de outras já estão no meu Patreon.https://www.patreon.com/user?u=43265738Me sigam no meu Facebook:https://www.facebook.com/eduard.gomez.967422/No meu Instagram:https://www.instagram.com/eduard28571/Também vão no meu perfil do Todo Relatos:https://www.todorelatos.com/perfil/1483685/E no meu twitter:https://twitter.com/adventurerjustValeu pela atenção, até a próxima história.
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