Pecado Divino
Depois de tudo que rolou na noite, a gente levantou e ficou conversando sobre o escândalo que ia dar quando todo mundo descobrisse nas nossas famílias. Mas nós dois já estávamos prontos pra encarar o tsunami que vinha pela frente, a gente tinha certeza do que sentia um pelo outro. Que a gente se ama é a verdade, e é isso que importa.
A gente levantou e foi pra cozinha preparar alguma coisa pra comer, mas a vontade de ficar junto só aumentava enquanto tentava fazer comida. Começamos a nos beijar e acabamos trepando na cozinha. O dia inteiro a gente passou dentro do apartamento, e trepando também. Foi tão lindo aquele dia, a verdade é que eu já não conseguia mais esconder que tinha me apaixonado pela minha própria sobrinha, e ela por mim.
Naquela noite, como todas as noites da capital, que são frias, a gente dormiu abraçadinho e enfiado debaixo da coberta térmica que aquecia nossos corpos nus e adormecidos. Quando, de repente, o alarme tocou avisando que o fim de semana tinha acabado. Sem perceber, já era hora de voltar à realidade e bater o ponto.
— Que horas são, tio?
— 4 da manhã, falei.
— Ahhh, já tem que ir trabalhar?
— Sim, meu amor, já tenho que levantar.
— Ai, e vai me deixar sozinha, tio?
— Vou, mas à tarde volto pra continuar te mimando.
— Vou te esperar toda gostosa pra você, meu amor.
E, de fato, cada dia ela me surpreendia com algo diferente. Sempre a achava tão sexy que cada dia me apaixonava mais por ela. Queria fazer amor com ela a todo momento.
Vivemos nossa paixão ao máximo, ficamos juntos o tempo todo, saíamos pra nos divertir, dançar, passear, comer em restaurantes, eu saía pra jogar futebol. Enfim, aproveitamos a vida sem ligar pro que a família ia pensar quando descobrisse nossos pecados.
E assim, depois, chegou a hora de contar nossa história pros nossos pais. E, como a gente temia, foi um escândalo danado. Minha irmã e meu pai nos excomungaram, nos condenaram até... Fomos expulsos das nossas famílias, ela trouxe os filhos dela pra morar comigo no apartamento. Ela terminou a faculdade com a minha ajuda e agora é professora de pré-escola. Eu continuo no meu trampo, mas tão apaixonado pela Camila quanto ela por mim. Já faz um ano que tô morando com a minha sobrinha e meu pecado divino já tá dando resultado — no ventre dela tá sendo gerado o fruto do nosso amor. Sim, a Camila tá grávida, os filhos dela tão felizes com o futuro irmãozinho ou irmãzinha, e eu tô explodindo de alegria com meu primeiro bebê, meu pecado divino... Fim dessa história... Espero seus comentários e críticas. E no meu próximo relato, sobre o que vocês gostariam que eu escrevesse? Tô lendo as sugestões..

Depois de tudo que rolou na noite, a gente levantou e ficou conversando sobre o escândalo que ia dar quando todo mundo descobrisse nas nossas famílias. Mas nós dois já estávamos prontos pra encarar o tsunami que vinha pela frente, a gente tinha certeza do que sentia um pelo outro. Que a gente se ama é a verdade, e é isso que importa.
A gente levantou e foi pra cozinha preparar alguma coisa pra comer, mas a vontade de ficar junto só aumentava enquanto tentava fazer comida. Começamos a nos beijar e acabamos trepando na cozinha. O dia inteiro a gente passou dentro do apartamento, e trepando também. Foi tão lindo aquele dia, a verdade é que eu já não conseguia mais esconder que tinha me apaixonado pela minha própria sobrinha, e ela por mim.
Naquela noite, como todas as noites da capital, que são frias, a gente dormiu abraçadinho e enfiado debaixo da coberta térmica que aquecia nossos corpos nus e adormecidos. Quando, de repente, o alarme tocou avisando que o fim de semana tinha acabado. Sem perceber, já era hora de voltar à realidade e bater o ponto.
— Que horas são, tio?
— 4 da manhã, falei.
— Ahhh, já tem que ir trabalhar?
— Sim, meu amor, já tenho que levantar.
— Ai, e vai me deixar sozinha, tio?
— Vou, mas à tarde volto pra continuar te mimando.
— Vou te esperar toda gostosa pra você, meu amor.
E, de fato, cada dia ela me surpreendia com algo diferente. Sempre a achava tão sexy que cada dia me apaixonava mais por ela. Queria fazer amor com ela a todo momento.
Vivemos nossa paixão ao máximo, ficamos juntos o tempo todo, saíamos pra nos divertir, dançar, passear, comer em restaurantes, eu saía pra jogar futebol. Enfim, aproveitamos a vida sem ligar pro que a família ia pensar quando descobrisse nossos pecados.
E assim, depois, chegou a hora de contar nossa história pros nossos pais. E, como a gente temia, foi um escândalo danado. Minha irmã e meu pai nos excomungaram, nos condenaram até... Fomos expulsos das nossas famílias, ela trouxe os filhos dela pra morar comigo no apartamento. Ela terminou a faculdade com a minha ajuda e agora é professora de pré-escola. Eu continuo no meu trampo, mas tão apaixonado pela Camila quanto ela por mim. Já faz um ano que tô morando com a minha sobrinha e meu pecado divino já tá dando resultado — no ventre dela tá sendo gerado o fruto do nosso amor. Sim, a Camila tá grávida, os filhos dela tão felizes com o futuro irmãozinho ou irmãzinha, e eu tô explodindo de alegria com meu primeiro bebê, meu pecado divino... Fim dessa história... Espero seus comentários e críticas. E no meu próximo relato, sobre o que vocês gostariam que eu escrevesse? Tô lendo as sugestões..


1 comentários - Divino pecado (3 parte final)